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Relembre fatos marcantes dos 70 anos de TV no Brasil

A televisão surgiu em 1950 no Brasil, importando o que o rádio tinha de melhor. Nos anos 1970, ganhou transmissão em cores. E ao longo de 70 anos de história, lançou manias e paixões nacionais.

“Boa noite. Está no ar a televisão do Brasil!”

Garoto vestido como índio, o símbolo da TV Tupi e Lia de Aguiar e Dionisio Azevedo, em cena de ‘Sua vida me pertence’, primeira telenovela brasileira (1951). Esta produção em 15 capítulos, entretanto, era exibida apenas duas vezes por semana, e não de segunda à sexta-feira, formato usualmente adotado pelo gênero — Foto: Divulgação/Site do artista

Assim, uma logomarca com um pequeno índio anunciava a primeira transmissão brasileira, em 18 de setembro de 1950, pela TV Tupi.

O empresário e jornalista Assis Chateaubriand, fundador da Tupi, foi também o primeiro difusor dos aparelhos em um país que já tinha a tecnologia, mas carecia de famílias com recursos para comprá-los. E de aparelhos pra serem vendidos… Montes de pessoas se aglomeravam em padarias e outros lugares de São Paulo para assistir ao primeiro programa ao vivo, “TV na Taba”, na noite daquele 18 de setembro. O programa reuniu artistas que vinham do cinema e do rádio, mas se tornariam grandes símbolos da televisão, como Lima Duarte, Hebe Camargo, Lolita Rodrigues e Mazzaropi, e foi comandado por Homero Silva.

Essa primeira transmissão no País foi feita para apenas 200 aparelhos. Hoje, são mais de 100 milhões ligados em uma das maiores indústrias criativas do mundo.

Mas senta que lá vem história…

Um mês antes da inauguração, durante uma reunião, o engenheiro americano Walther Obermüller, responsável técnico, perguntou informalmente quantos aparelhos de TV havia no País. O pai da iniciativa,  Assis Chateaubriand, poderoso empresário, respondeu: nenhum.

Chatô tentou importar os aparelhos, mas pelo trâmite legal eles levariam dois meses para chegar. O empresário pediu a ajuda do então presidente Eurico Gaspar Dutra, mas o prazo para a entrega seria o mesmo. A saída foi contrabandear 200 aparelhos, prometendo o primeiro ao próprio presidente Dutra. Os outros 199 foram espalhados em pontos públicos da cidade de São Paulo…

A linha do tempo da televisão no País teve uma série de marcos históricos.

Em 1953, nascia TV Record; em 1954 foram transmitidas as primeiras partidas de futebol e o País se reuniu na frente da telinha para chorar a morte do presidente Getúlio Vargas. Em 1963, o programa de auditório de Silvio Santos começou a ser exibido nas tardes de domingo pela TV Paulista. Em 1965, entrou no ar a TV Globo. A TV Bandeirantes veio em 1967; dois anos depois, foi a vez da TV Cultura. Com o videotape, a televisão não precisava mais ser 100% ao vivo, e a qualidade dos programas começou a crescer. Surgiram atrações de sucesso como “Rancho Alegre”, humorístico estrelado por Mazzaroppi; o “Grande Teatro Tupi”, com peças televisionadas; o jornalístico Repórter Esso, que se autointitulava “testemunha ocular da história”; “O Céu é o Limite”, show de perguntas e respostas com Aurélio Campos…

Inauguração da primeira TV do Brasil, com transmissão ao vivo, a TV Tupi de São Paulo.

Logo a televisão passou a fazer parte essencial do cotidiano do brasileiro.

Humor e novelas

Nos anos 1960 a TV brasileira foi dominada pelo humor. Foi nessa década em que surgiram nomes como José Vasconcelos e Chico Anysio, prodígio que havia participado aos 16 anos de um concurso na rádio Guanabara, no Rio de Janeiro. O destaque de um de seus quadros, “A Escolinha do Professor Raimundo”, levou Chico a ganhar o seu próprio programa, “Tim Tim por Tantan” e, depois, o “Chico Anysio Show”. A próxima estrela do humor na TV seria o exótico Chacrinha, personagem do apresentador Abelardo Barbosa. Sua fama era tão grande que ele logo ganhou dois programas de auditório semanais: “Discoteca do Chacrinha”, às quartas-feiras, e “Buzina do Chacrinha”, aos domingos. Programas de auditório como o de Chacrinha e Silvio Santos marcaram para sempre a história da TV brasileira. No programa “Noites Cariocas”, na TV Rio, outro comediante conquistava seu espaço: Ronald Golias, dirigido por Carlos Alberto da Nóbrega – que até hoje apresenta o humorístico “A Praça é Nossa”, no SBT.

Chacrinha
Chico Anysio

Novelas

Em 1963 nascia o formato mais brasileiro da TV: a telenovela. com a primeira produção a ser exibida diariamente, 2-5499 Ocupado, produzida e exibida pela Rede Excelsior, estrelada por Tarcísio Meira e Glória Menezes. Desde então, o público se rendeu aos folhetins exibidos diariamente. Entre as produções de grande audiência, a mais marcante foi “O Direito de Nascer”, exibida em parceria pela TV Tupi e TV Rio. É provável que ela seja até hoje, em números relativos, o maior sucesso de todos os tempos: seu último capítulo teve 99,75% dos televisores ligados.

No dia 26 de abril de 1965 às 10:45, entrava no ar o canal de TV que mudaria o mercado brasileiro: a TV Globo, com a transmissão do programa infantil Uni Duni Tê. Também estavam na programação dos primeiros dias a série infantil Capitão Furacão e o telejornal Tele Globo, embrião do atual Jornal Nacional. Os primeiros oito meses da TV Globo foram um fracasso, o que levou à contratação de Walter Clark, na época com 29 anos, para o cargo de diretor-geral da emissora. Clark foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso da emissora, junto com José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Aos poucos, instalava-se na emissora carioca o conceito que viria a ser conhecido como “Padrão Globo de qualidade”, imposição estética e técnica que a levaria a superar as concorrentes e garantiria um crescimento astronômico nas décadas seguintes.

Enquanto a TV Record apostava no Festival da Música Popular Brasileira, que revelaria nomes como Elis Regina, Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, a Tupi e a Globo investiam nas novelas. A Tupi emplacou “Beto Rockefeller”; a Globo, “Irmãos Coragem”, de Janete Clair, com um elenco de jovens estrelas como Tarcísio Meira, Glória Menezes, Cláudio Marzo, Regina Duarte e Cláudio Cavalcanti. Os anos 1970 trouxeram para a Globo novos nomes do humor, como Jô Soares, Agildo Ribeiro e Paulo Silvino, além de Os Trapalhões. É nessa década que ocorreu também uma grande revés para a emissora: apesar de diversas tentativas, a novela “Roque Santeiro”, de Daniel Filho, com Lima Duarte, Francisco Cuoco e Betty Faria, foi proibida pela Ditadura Militar – a história só seria exibida em 1985, em um remake. O prejuízo só não foi maior graças à sequência de novelas de grande audiência, como “Selva de Pedra”, “Pecado Capital” e “Escrava Isaura”.

Nos anos 1980, o mercado estava em ebulição: Silvio Santos comprou o canal TVS, que viraria o SBT; a Bandeirantes investia pesado no esporte, com a contratação do narrador Luciano do Valle; a Rede Manchete contratou Maytê Proença a peso de ouro para lançar a minissérie “Marquesa de Santos”; a TV Record foi comprada pelo Bispo Edir Macedo, dono da Igreja Universal do Reino de Deus. Novos apresentadores caíam no gosto do público: Xuxa Meneghel, com foco no público infantil e Fausto Silva, na Globo; Gugu Liberato, no SBT.

Nos anos 1990 com a chegada da TV a cabo por assinatura, o mercado renasceu com um número enorme de canais, como a MTV, voltada ao público jovem, e a GloboNews, canal de notícias 24 horas no ar.

Foi uma mudança tão grande que algo semelhante só aconteceria anos depois, com a chegada ao Brasil do mercado de streaming. Mas essas já são cenas dos próximos 70 anos…

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

UOL

Wikipedia

isto é

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Banheiros estranhos… você usaria?

Enquanto a pandemia que assola o mundo não acabar, vai ser difícil a gente rodar por aí descobrindo bizarrices – e que existem de montão, pode acreditar.

A coleção de fotos a seguir comprova essa afirmação e é do tempo em que a gente podia andar sem máscara.

O problema é que a gente andava, andava e chegava o momento do … digamos… aperto. Aí, você era obrigado a procurar um local pra se aliviar e, geralmente, seria o banheiro. E você se deparava com situações inusitadas, ou melhor, com banheiros inusitados…  encontrados em residências, hotéis, botecos e restaurantes.

Banheiros como esses.

Aqui, você podia lavar as mãos… e o resto do corpo.

 

Neste caso, o aperto seria… literal.

 

Pensando bem, não deixa de ser uma boa ideia… 

 

Tudo bem, você consegue abrir a porta, mas não sei se dá pra fechar a porta com você lá dentro.

 

Tem o lixinho, toalha, sabonete líquido… talvez o vaso sanitário esteja demais.

 

Um pequeno erro de cálculo.

 

Você pode brincar um pouco, treinando sua pontaria um jato em cada um. Divertido.

 

Nem sei se a mão cabe direito nesse espacinho que sobrou… 

 

Este é pra quem quer se aliviar na frente de testemunhas.

 

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Fatos curiosos… e nojentos… sobre os cavaleiros medievais

A gente se acostumou a ver o cavaleiro medieval no cinema, na TV ou nos quadrinhos, como sendo um sujeito galante, corajoso e, muitas vezes, bonitão. Por exemplo, o primeiro papel de destaque do Roger Moore, muito antes de ficar famoso em todo mundo como James Bond, 007, foi o do cavaleiro Ivanhoé – uma série britânica que chegou a passar nas TVs brasileiras na década de 1960.

Roger Moore, ainda mocinho, como Ivanhoé.

Antes dele, porém, já havia um herói medieval de muito sucesso nos quadrinhos, criado por Hal Foster, o Príncipe Valente.

Repare como são fortes, altos, bonitos e limpinhos. Assim como outros heróis medievais cujos filmes a gente assistiu nas telonas…

Sinto desapontá-los, porém, com a verdade nua e crua: embora nos filmes, seriados e contos sobre os incríveis cavaleiros medievais, eles sejam retratados como guerreiros fortes e, principalmente, altos, acredita-se que a média de altura deles não passasse muito de 1,60 metro! Essa afirmação ainda não tem provas científicas, mas o tamanho das armaduras encontradas e apresentadas em museus ao redor do mundo sugere que o número seja preciso e próximo do real…

Mas as novidades bombásticas não param aí!

Talvez você saiba que as condições de higiene no mundo medieval não eram das mais favoráveis para as pessoas, mas para os cavaleiros, eram ainda piores. Não existiam locais de banho acessíveis para os membros da classe guerreira e eles podiam passar um ano inteiro com apenas três banhos! Imagine o cheirim debaixo da armadura…

Falar nisso me fez lembrar de outro… hã… detalhe…

Vestir uma armadura completa poderia levar até uma hora e, em várias ocasiões, só era possível com a ajuda de um servo. Sendo assim, os cavaleiros não viviam tirando e colocando suas armaduras quando queriam. Então, se chegasse a hora de o coitado fazer o número 1 ou – ainda pior  – o número 2, e ele não conseguisse remover partes de sua armadura, teria que fazer tudo vestido mesmo! Por isso, alguns modelos de armaduras possuíam pequenas aberturas que permitiam que os cavaleiros pudessem se aliviar mesmo vestidos.

O que era um risco de levar um golpe por entre essas aberturas…

Agora, pensa como era o interior de uma armadura dessas? Sem banhos e oportunidades de ir ao banheiro, os cavaleiros passavam horas dentro de armaduras imundas. Além das sujeiras do próprio corpo, elas podiam acumular sangue dos próprios guerreiros ou dos adversários e pedaços de comida. Barbas, cabelos e mãos também eram repletos de sujeira…

Daí, meu caro leitor ou cara leitora, se era difícil para os cavaleiros medievais encontrarem condições propícias para o banho, imagine se eles iriam se preocupar com seus dentes? Além da falta de higiene, vários cavaleiros apresentavam dentes irregulares, por terem quebrado alguns deles em batalha. Não era raro encontrar um cavaleiro mais experiente sem todos os dentes antes mesmo dos 30 anos.

Agora… pensa na aparência de um guerreiro desses?

Sujeira por todo o lado, nas unhas, cabelos… pedaços de comida, sangue seco, cheiro de jaula dentro da armadura de metal… Esquece o visual de um príncipe sedutor… Quando tiravam sua armadura, nada de cabelos e barbas aparados e dentes limpinhos, eles se pareciam mais com os bárbaros selvagens contra os quais lutavam.

Aí, nosso herói medieval fedido e sujo tirou a armadura e, depois de tanto tempo preso naquela lata de sardinha gigante, ele quer ter uma noite de rala e rola.

De novo, esqueça a imagem de guerreiros honrados e galãs conquistadores de princesas e mocinhas indefesas. Era comum que os cavaleiros conseguissem sexo, após as vitórias em batalha, violentando mulheres e garotas de vilas ou tribos rivais. Virgens eram os alvos preferidos dos cavaleiros.

Sim, eu sei que tudo isso é uma grande decepção… esses heróis galantes não tinham nada de galantes. Talvez seja melhor mesmo a gente guardar na memória a imagem de nossos heroicos cavaleiros enfrentando dragões e salvando a princesa.

Pelo menos, nesses contos, a gente não precisa lidar com a realidade, né?

Caráter vetor criado por macrovector – br.freepik.com

 

 

 

 

fontes:

wikipedia

fatosdesconhecidos.ig.com.br

 

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Inventos curiosos e bizarros criados durante a Era Vitoriana

Londres, em 1901

A era vitoriana começou em 1837, quando a rainha Victoria ascendeu ao trono britânico, e durou até 1901, quando morreu. Assim como em qualquer outro período da história da humanidade, esse período ficou marcado por dezenas de invenções estranhas, porém curiosas, criadas para ajudar as pessoas na época. Separamos algumas dessas invenções. Você irá se surpreender ao conhecer cada uma delas e descobrir para que elas serviam.

Veja a seguir:

Caixas-balanço para banhos de ondas

Muitos vitorianos acreditavam no uso de água para tratar lesões, curar doenças e melhorar o seu bem-estar de uma maneira geral. Isso muitas vezes os motivavam a viajar para córregos e rios, para que pudessem tomar banhos especiais na água corrente. Esses rios e riachos eram muitas vezes localizados longe das cidades, o que significava que a maioria das pessoas deixavam suas casas durante vários meses para irem até o local se banhar. Então alguns empreendedores inventaram as caixas-balanço, para que as pessoas pudessem tomar banhos de ondas sem precisar viajar para longe de casa. Caixas-balanço se pareciam com banheiras comuns, exceto pelo fato de serem curvas, para permitir que os usuários se balançassem durante o banho e simular o movimento de correntes de água dos rios.

Xícaras-Bigode, para cavalheiros bigodudos

Um bigode bem cuidado era o orgulho de um cavalheiro vitoriano. Os homens na época até mesmo colocavam cera no bigode, para que ficassem com a aparência suave e ao mesmo tempo resistente. Isso, no entanto, trazia alguns problemas, pois a cera derretia sempre que algum bigodudo bebia chá ou café. Isto levou à invenção da “xícara-bigode”, com a aparência bizarra que se vê na imagem acima.

Elas eram como uma xícara de café comum, exceto pelo fato de haver um apoio semicircular que protegia o bigode dos cavalheiros. Depois do invento, surgiram também as colheres-bigode, que também se pareciam com as colheres normais, mas que tinham uma guarda levantada na ponta para proteger o bigode. Xícaras e colheres-bigode começaram a sumir do mercado somente após a Segunda Guerra Mundial, época em que os homens começaram a… raspar os bigodes.

Motor Scouts

As Motor Scouts foram inventadas pelo britânico Frederick Richard Simms entre 1888 e 1889. É um dos primeiros veículos armados do mundo, equipado com uma metralhadora. O problema é que a única proteção do veículo ficava na frente da metralhadora, então os soldados tinham que torcer para encontrar os inimigos de frente, porque se alguém chegasse de repente pelos lados… bye, bye!

A invenção acabou não sendo usada na guerra; afinal, quem teria coragem de subir uma montanha ou enfrentar os terrenos acidentados de campos de batalha pedalando um quadriciclo pesado destes e ainda correndo risco de vida? Melhor ir à pé mesmo! Problemas à parte, a invenção acabou inspirando a criação dos primeiros carros de guerra blindados.

Escovas de cabelo rotativas automáticas

Escovas de cabelo rotativas eram basicamente escovas de cabelo equipadas com motores. Foram inventadas porque se acreditava na época que o uso de uma máquina automática para escovar o cabelo era um sinal de progresso. As escovas de cabelo eram ligadas a um sistema de rodas e polias e alimentadas por turbinas hidráulicas, motores a vapor, ou motores a gás, mas as versões iniciais eram movidos por pessoas, mesmo, como o senhor na imagem acima.

As máquinas foram utilizadas principalmente para escovar a cabeça, embora sua patente indicasse que também poderiam ser usadas para escovar o corpo (durante o banho) e até mesmo para escovar roupas. A escova rotativa foi inventado por Edwin Gillard Camp, que alugava suas máquinas para cabeleireiros progressistas.

Linhas de trem Atmosféricas ou Pneumáticas

Os trens de hoje funcionam com eletricidade ou com diesel. No passado, eles funcionavam a vapor e carvão. Na Inglaterra vitoriana, eles eram movidos a ar…

Havia dois tipos de trens movidos a ar: os atmosféricos, que ficavam por cima da terra, e os trens pneumáticos, que se moviam no subsolo. A primeira estação de trem atmosférica do mundo foi inaugurada na Irlanda em 1844 e logo em seguida na Inglaterra.

Os trens atmosféricos dependiam de várias “estações de bombeamento”, encontradas a cada 3 km de distância ao longo dos trilhos, para bombear o ar necessário para a locomoção do trem. O sistema ferroviário acabou sendo encerrado devido ao seu alto custo de manutenção e também pelo fato de que os ratos muitas vezes comiam os revestimentos de couro usados para selar os dutos de ar.

Os trens pneumáticos, por outro lado, foram inventados na Inglaterra após o serviço postal londrino ter solicitado um meio mais rápido de transporte para o governo. A London Pneumatic Dispatch Railway (LPDR), ou “Ferrovia Londrina de Despacho Pneumático”, foi então criada e se tornou a primeira ferrovia pneumática do mundo. Além de encomendas, a ferrovia também era usada para transportar pessoas. Assim como as ferrovias atmosféricas, porém, as ferrovias pneumáticas também tinham um custo de manutenção muito alto, e pior ainda, só podiam realizar as manutenções por um curto período de tempo (nove minutos no máximo), por causa da falta de ar dentro dos dutos.

Cintos de cólera

A era vitoriana foi marcada por epidemias, principalmente a febre tifoide e a cólera, pois a higiene pessoal era precária na época. Os esgotos eram despejados sem tratamento diretamente nos rios, onde as pessoas iam buscar água para beber e cozinhar. Além disso, as pessoas defecavam em valas abertas. Sabemos hoje que a cólera é causada por alimentos contaminados, mas os vitorianos não sabiam. Muitos acreditavam que era causada pelo mau cheiro ou pelo contato. Os médicos também não sabiam como tratar adequadamente alguém infectado com a doença.

Mas as pessoas cismaram que a doença era resultado do estômago congelado. Foi por isso que criaram algo que, de acordo com o que se imaginava, seria a solução: os “cintos de cólera”, que serviriam para proteger as pessoas. Eram feitos de lã ou de flanela e aqueciam o corpo das pessoas mais frágeis.

Na realidade, os cintos não ajudavam em nada, mas foram amplamente usados na época, e até mesmo no serviço militar, onde oficiais médicos do exército britânico os usavam para “tratar” soldados com cólera. Os militares acreditavam tanto nos cintos inúteis que mantinham um sempre à mão para o caso de surtos.

Eletrofones

Os eletrofones faziam parte do serviço de comunicação de Londres, permitindo que as pessoas escutassem notícias, espetáculos de teatro e até mesmo missas de igrejas diretamente pelos fones sem sair de casa. O primeiro desses dispositivos foi o “Theatrophone,” inventado na França por Clement Ader em 1881. Para usá-lo, tudo o que o usuário precisava fazer era chamar a telefonista e pedir para ser conectado ao teatro ou à igreja.

Os usuários também podiam falar com a central do eletrofone, que funcionava através de linhas telefônicas, para solicitar uma música específica. O serviço era oferecido por assinatura, custava 5 libras por ano e fez muito sucesso, as pessoas iam até locais específicos para usar o serviço e algumas até promoviam festas com os fones

As transmissões via eletrofone terminaram em 1925, após a invenção do rádio e suas transmissões gratuitas.

Tinta para as veias

Na era vitoriana, acreditava-se que os aristocratas, as pessoas mais importantes da sociedade, tinham sangue azul. Querendo comprovar suas origens nobres, várias mulheres usavam o azul da Prússia para pintar em seus braços as veias, nas quais correria sangue azul…

 

 

 

 

Fonte:

rockntech.com.br: Simon Ferreira

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Alunos criativos

Uma das coisas mais divertidas é ver as provas de alunos criativos ou gozadores. Bem, não tenho certeza se os professores que são obrigados a ler essas coisas se divertem tanto…

A seleção abaixo exemplifica o que estou dizendo, mas acredito que os professores devem ter centenas de outras amostras tão criativas quanto essas. Sei lá, mesmo cansados ao corrigir dezenas de provas depois de um dia inteiro dando aulas, os professores devem ter dado um sorrisinho ao ler a resposta para “Qual a função do esqueleto?”…

 

 

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Propagandas antigas curiosas, divertidas ou politicamente incorretas

É muito interessante a gente voltar no tempo e observar como os costumes mudam. É natural, a sociedade evolui (em alguns casos, involui, rsrsrs) e também os costumes e as preferências das pessoas.

Acreditar que a vida era melhor em nossa época de juventude não significa, necessariamente, que isso seja verdade. O que muita gente faz é supervalorizar certos momentos da infância, atribuindo-lhes qualidades que, muitas vezes, existem apenas na lembrança.

Muitos lembram da vida mais simples, jogando bola em campos de terra, subindo em árvores para comer fruta, etc. De fato, coisas boas ficam marcadas. Mas e as dificuldades? E o trabalho de tirar água do poço? E o fato de os banheiros serem cabanas externas sem ligação com as casas? E os ferros de passar roupa, aquecidos a carvão? E se você ficasse doente, qual era o hospital mais próximo?

Deixando essa discussão mais aprofundada para outro momento, a publicidade sempre foi um balizador e termômetro da vida em sociedade, um espelho do que se consumia e do que se acreditava. Veja só alguns exemplos…

  • Imagine como era um milagre, em 1937, você poder ligar para sua mãe no Natal? lembrando que isso era para os poucos que tinham telefone em casa!
  • Propaganda da Shell veiculada em 1942, período da II Guerra Mundial, incentivando a economia de combustível.
“Petróleo é munição – economizemos para a defesa” dizia o slogan da companhia.
  • Neguinho já tacava fogo na babilônia naquela época… Com o nome de ˝cigarros índios˝ a cannabis era vendida livremente na São Paulo do início do século 20.
  • Comentei acima sobre a mudança de costumes e preferências… Veja que em 1926 mulher magra estava em baixa, a preferência era por uma mulher com vários quilos de carne sólida!
  • Não é o que você pode estar pensando… A referência é a um pinto, uma moeda portuguesa, nesse anùncio de 1913. Quem sabe os amigos portugueses possam confirmar essa informação!
  • Apenas mera coincidência eu ter selecionado este anúncio maluco… Dória, o elixir, era um sucesso contra o bafo de bode e problemas do estômago nos idos de 1930. Qualquer semelhança do ser chifrudo sendo engolido com a palavra ´Não Temer´ é mera coincidência, reforço.
  • Agora, vamos avançar algumas décadas para as propagandas coloridas. Esta foi muito veiculada nas revistas de 1957. O Sabonete Cinta Azul garantia a qualidade do produto até o fim: “um sonho de sabonete, conserva todas as suas qualidades até ter atingido a espessura de uma folha de papel”.
  • Em 1944, a Loteria Federal promovia o prêmio de 1 milhão de cruzeiros (hoje, a grosso modo, um valor próximo a R$ 4 milhões). Um anúncio chamativo, em cores fortes, com os dizeres: “O seu dia chegará”.
  • Com foco no restabelecimento do apetite nas crianças, o Emulsão de Scott apresentou este anúncio nas revistas em 1954: “Minha filha já tem apetite / Era criança sem vida”. O fortificante era apresentado como responsável por restabelecer a saúde da criança: “Passou a ter boas cores, a comer bem”. Seu concorrente era o Biotônico Fontoura.
  • O anúncio do Leite Ninho, de 1960, mostra um mãe cuidadosa e atenta na alimentação das crianças.
  • Esta saiu muitas vezes na revista O Cruzeiro, também nos anos 1960.

Daria para fazer um panorama de nossa História apenas analisando as propagandas que eram veiculadas em jornais e revistas e, mais tarde, na televisão – sem esquecer o rádio, claro. E, hoje em dia, incluindo sites e redes sociais. Até que é uma ideia…

ATUALIZAÇÃO

Mário Rubial, “dono” da nossa página PAPO DE BOTECO, de crônicas divertidas e saborosas, comentou aqui sobre uma famosa propaganda que era veiculada nos bondes. Como era o modo de transporte mais utilizado, não demorou muito para que os bondes passassem a ostentar publicidade interna e externamente.

No início, os passageiros não gostaram da novidade, mas acabaram se acostumando com os paineis e talvez a publicidade mais famosa de todas, e que faz parte da memória coletiva do brasileiro, seja a do Rhum Creosotado

Os versos são de Ernesto de Souza (farmacêutico, teatrólogo, músico e compositor) e criador desse remédio, com farta propaganda em jornais, revistas e, principalmente, nos bondes.

O anúncio acima é de 1940, com desenho de J. Carlos, o mais famoso cartunista da época.

O tema seria recorrente na publicidade do produto, como na bem-humorada versão acima, nos bondes dos anos 1950, em que o “tipo faceiro” era uma mulher de maiô.

Para quem nunca conheceu os bondes, fiz um breve resumo de sua história na cidade.

O bonde, por muitas décadas, foi o principal meio de transporte dos moradores de São Paulo. Os primeiros registros desse transporte são datados de 1872, quando São Paulo contava com um serviço de bondes puxados por tração animal, chamado de bonde a burro.

A primeira viagem desse modal foi feita entre a Rua do Carmo e a Estação da Luz, que nada mais era do que um entreposto comercial entre o interior do estado, grande produtor de café, com o Porto de Santos, destino final daquelas sacas e dos barões que embarcavam nos navios para conhecer a Europa.

Quase 30 anos depois, após adaptações e negociações, surgem os bondes elétricos na cidade, graças à Light, empresa que teve intensa participação na formação da cidade. A primeira viagem de bonde elétrico foi feita no dia 7 de maio de 1900. Em três décadas, a demanda foi tão grande que, nos anos 30, a cidade chegou a ter 160 quilômetros de trilhos, quase o dobro dos atuais 96 quilômetros de Metrô que São Paulo tem nos dias de hoje.

Em 1947, após a não renovação do contrato com a Light, a operação dos bondes passou para recém-criada Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC). De todas as capitais que tiveram esse modal, São Paulo foi a que mais tempo teve os bondes circulando pelas suas ruas: em 27 de março de 1968, um bonde que atendia a linha Praça da Sé-Santo Amaro circulou pela última vez pela cidade.

Fontes:
facebook.saopauloantiga/photos; 
internet
sampahistorica.wordpress.com
novomilenio.inf.br
wikipedia

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Palavras que nossos avós usavam – e não usamos mais

O sacripanta deu um tabefe na sirigaita enquanto o janota armava o maior quiprocó

Não é só uma questão de gírias. Nem de modismos. Algumas palavras da nossa língua simplesmente deixaram de ser usadas com o passar das décadas, e expressões comuns nos tempos dos nossos avós, ou mesmo dos nossos pais, são completamente desconhecidas pelas novas gerações.

Com o tempo, novas palavras vão surgindo, assim como novos significados para palavras antigas, o que acaba deixando nosso idioma com algumas diferenças entre épocas. E palavras, tão coloquiais há alguns anos, foram engavetadas e esquecidas.

Só pra citar alguns exemplos, e os seus significados:

  • Tabefe (tapa, bofetada)
  • Sacripanta (patife, pilantra)
  • Basbaque (pessoa ingênua, simplório, tolo)
  • Chumbrega (de má qualidade, ordinário)
  • Sirigaita (mulher espevitada, pretensiosa)
  • Alcunha (apelido, codinome)
  • Janota (pessoa bem vestida)
  • Petiz (criança)
  • Pachorra (calma excessiva, paciência)
  • Garrucha (espingarda, bacamarte)
  • Quiprocó (confusão, balbúrdia)
  • Balela (mentira, conversa fiada)
  • Fuzarca (bagunça)
  • Supimpa (excelente, muito bom)
  • Alpendre (varanda coberta)
  • Bidu (pessoa que adivinha as coisas)
  • Bulhufas (coisa nenhuma, nada)
  • Radiola (aparelho de som, rádio com vitrola)
  • Vitrola (toca-discos)
  • Gorar (não dar certo)
  • Lorota (mentira)
  • Cacareco (coisa velha, objeto sem valor)

E, como falei de gírias um pouco acima, vou relembrar algumas expressões usadas em décadas passadas, e que – assim como essas palavras – também caíram em desuso, substituídas por outros modismos. Afinal, “crush”, “suave na nave”, “de boa” fazem parte do vocabulário de hoje, e também mudarão com o passar do tempo, ganhando novos significados, ou serão simplesmente esquecidas.

Anos 40

Moça na Praia de Copacabana em 1947 (Foto: Kurt Klagsbrunn)

Balangandans: acessórios como brincos, pulseiras e anéis usados em exagero.
Brotinho: Garota bonita
Coqueluche: Febre do momento
Fuzarca: confusão, alvoroço

Anos 50

Jovens misses no Miss Brasil em 1958 (Foto: Reprodução)

Bafafá/ Fuzuê: Confusão
Barbeiro: mau motorista
Chá de cadeira: espera demorada

Anos 60

Jovens atrizes brasileiras em 1968 na ‘Passeata dos Cem Mil’ (Foto: Reprodução)

Carango: carro
Bicho: cara, amigo
Bulhufas: nada
Calhambeque: carro velho
Duvi-de-o-dó: duvidar de algo.
É uma brasa, mora!: Como se fosse algo do tipo: É muito legal, saca?
Esticada: passar por vários restaurantes e bares noturnos
Lelé da cuca: louco, desequilibrado
Morou?: entendeu?
Pão: homem bonito
Papo firme: sério, real, verdadeiro
Patota: turma de amigos
Prafrentex: avançado, moderno
Sebo nas canelas: apresse-se, vamos rápido

Anos 70

Roberto Carlos nos anos 70 (Foto: Reprodução)

Tutu: dinheiro
Bidu: pessoa esperta
Grilado: desconfiado, em dúvida
Maior barato: legal, sensação boa
Pagar sapão: se dar mal
Pra lá de Marrakech: drogada, chapado, bêbado
Russo: situação ruim, difícil
Pisante: calçado

Anos 80

Visual da banda Ultrage a Rigor nos anos 80 (Foto: Reprodução)

Bode: mau humor, cara amarrada
Caroço: gente chata, enjoada
Maneiro: muito bacana
Numa nice: numa boa
Tá crowd: tá lotado
Tomou doril: sumiu
Viajar na maionese: falar coisas absurdas, entrar em contradição
Zura: pão duro
Pistoleiro/a: pessoa interesseira
Massa: bom, ótimo, legal

Anos 90

Mamonas Assassinas, o grupo que fez muito sucesso nos anos 90 (Foto: Reprodução)

Antenado: informado, ligado em tudo
Azaração: pegação, namorico
Mauricinho: rapaz rico e mimado, que geralmente depende dos pais
Pagar mico: passar vexame
Patricinha: moça rica e mimada, que geralmente depende dos pais.
De lei: é assim
Descolar: arranjar, conseguir
Gato/a: homem/mulher bonito/a
Perua: mulher muito arrumada, com ares de madame
Pintar: aparecer

O engraçado é que acabo de descobrir que uso palavras ou gírias de quase todas as décadas, ahahaha! E você, conhece mais alguma que não entrou? Comente.

ATUALIZAÇÃO

Duas que esqueci, enviadas pela Mara Andrade: “tá ligado”; “cola aqui”.

Fontes:
Veja SP Por Roosevelt Garcia
universoretro.com.br https://universoretro.com.br/veja-algumas-das-girias-mais-utilizadas-nas-decadas-passadas/
Atualidades, Curiosidades, Humor

25 coisas que só quem tem raízes suburbanas vai reconhecer

Orgulho de ser subúrbio.

1. “Mostrar a casa” quando chega uma visita.

2. Ficar ofendido se alguém não mostra a casa quando você está visitando.

3. Colocar toalhinhas de crochê debaixo dos bibelôs.

4. Deixar os bancos do carro novo com o plástico.

5. Ir ao bingo da igreja.

6. E ganhar um frango.

7. Refrescar-se com gelinho/sacolé/geladinho comprado na garagem da vizinha.

8.”Fazer o cabelo” na cabeleireira da rua (que funciona na garagem).

9.Usar bobs no cabelo.

10.E um lenço por cima.

11.Parcelar no carnê. Não no cartão, nem no boleto: no CARNÊ.

12.Falar “não repara a bagunça”.

13.Puxar um “com quem será” depois do “parabéns”.

14.Guardar os embrulhos dos presentes recebidos.

15.Ter panos de prato com os dias da semana.

16.Fechar saco de arroz e de açúcar com pregador de madeira.

17.Juntar finzinho de sabonete.

18.Colocar roupinha no liquidificador.

19,. Ter um conjuntinho de tapete de pia, tapete de chuveiro e capinha para a tampa do vaso sanitário, tudo ORNANDO.

20. Calcular mentalmente quantos quilos de laranja dava pra comprar com o preço do suco no restaurante.

21. Pintar a rua na Copa.

22. Encapar o controle remoto com magipack.

23.Fazer pratinho no fim da festa.

24. E cobrir com um guardanapo.

25. Sair do subúrbio, mas não deixar jamais o subúrbio sair de você.

Fonte:
Clarissa Passos, Buzzfeed

Atualidades, Curiosidades, Family, Humor

Leis bizarras sobre sexo

As leis existem para tornar a convivência em sociedade mais fácil, mas algumas leis são bem estranhas, principalmente quando se trata de sexo.

As leis estão em todos os lugares e ditam como devemos viver. Elas variam de Estado para Estado, e mais ainda, de país para país. Há leis que são relacionadas ao ato sexual, e estas são importantíssimas na luta contra os crimes sexuais.

Porém, ao redor do mundo há algumas leis relacionadas ao sexo que são, no mínimo, estranhas, e não estão apenas no Oriente Médio, onde é comum ter muitas leis relacionadas ao ato sexual.

Confira algumas das mais bizarras e que já não são mais usadas, embora ainda estejam na Constituição desses Estados ou países. E cuidado, se estiver viajando por algum desses locais, elas ainda podem ser acionadas a qualquer momento!

  • Em Guam, é proibido que as mulheres se casem virgens. Para que a lei não seja infringida, há homens que viajam pelo pequeno país, localizado a oeste do Oceano Pacifico, e tiram a virgindade das moças. Eles recebem por isso…
  • Há uma lei religiosa na maioria dos países muçulmanos do Oriente Médio que diz que é proibido ter relações sexuais com carneiros e, posteriormente, comer sua carne.
  • Em Hong Kong, a infidelidade pode chegar a custar a vida, já que é permitido que a mulher traída mate seu marido adúltero e a amante. Porém, a mulher deve matar o marido com as próprias mãos, enquanto a amante pode ser morta como a mulher traída preferir.
  • Na Colômbia, há uma lei muito peculiar que diz que a mãe deve assistir à primeira relação sexual que sua filha tem com o marido.
  • Em Minnesota, nos Estados Unidos, há uma lei que proíbe os homens de manterem relações sexuais com peixes vivos. A lei não diz nada sobre peixes mortos ou sobre mulheres terem relações com os peixes.
  • No Líbano, é permitido ter relações sexuais com animais, porém os animais devem ser apenas do sexo feminino. Caso contrário, a pessoa pode ser punida com a morte.
  • Os preservativos devem ser usados sempre, pois estes garantem que nenhuma DST (doença sexualmente transmissível) seja contraída. Aqui sabemos disso e seguimos, mas não há nenhuma lei específica. Porém, em Nevada, nos Estados Unidos, há uma lei que proíbe as relações sexuais sem preservativo.
  • Em Bakersfield, na Califórnia, é proibido fazer sexo com satanás — sim, com o capiroto! — sem preservativos.

  • Em Indiana, também nos Estados Unidos, os homens são proibidos de ficar sexualmente excitados em público.
  • Em Tallinn, na Estônia, é estritamente proibido jogar xadrez durante o ato sexual.
  • Na Indonésia, quem for pego se masturbando pode ser condenado à morte por decapitação.
  • Em Londres, na Inglaterra, não é permitido fazer sexo sobre uma motocicleta estacionada…

Vale lembrar que aquilo que é estranho para nós, pode ser perfeitamente comum em outras culturas e devemos sempre respeitar. Mesmo que achemos bizarro…

Fontes:

blastingnews.com

megacurioso.com

terra.com.br