10 invenções que a ficção científica inventou

Imaginada em: 1865, no livro De La Terre à la Lune, de Júlio Verne.
Realizada em: 1968, astronautas orbitam a Lua; 1969, astronautas na Lua.

Na história bolada por Verne, 3 sujeitos se lançam à Lua em uma espaçonave disparada por um canhão de 275 metros. Quase 100 anos antes de Yuri Gagarin se tornar o primeiro homem a sair da Terra, Verne se aproximou da realidade. O francês também acertou o número de tripulantes, previu a falta de peso no espaço, as dimensões da cabine e a base de lançamento – Flórida, pela proximidade do Equador, onde a Terra gira mais rápido. Finalmente, propôs que, na volta, a nave pousasse na água. Mas errou feio na maneira de pôr a nave em órbita, certo? Nem tanto: cientistas querem criar um canhão semelhante ao do livro para lançar cargas rumo à Estação Espacial Internacional.

Porta automática
Imaginada em: 1899, no livro When the Sleeper Wakes, de H.G. Wells.
Realizada em: 1954.

No livro, um cara entra em coma em 1897 e acorda em 2100, encantado com as novidades tecnológicas. Entre elas, uma estreia na literatura: portas que se abrem quando alguém se aproxima e se fecham quando a pessoa se afasta. No mundo real, elas surgiram muito antes, na ventosa cidade de Corpus Christi, no Texas, onde portas viviam batendo e quebrando. Para sanar esse problema, um dupla de vidraceiros locais inventou um sistema de portas acionadas por um sistema sob tapetes. Patenteadas em 1954, chegaram ao mercado em 1960.

Robôs


Imaginados em: 1921, na peça Robôs Universais de Rossum, de Karel Capek.
Realizados em: 1961, linhas de produção da GM.

A peça checa é célebre por criar o termo “robô” (de robota, “trabalho forçado” em checo) para nomear homens-máquina. Já a “robótica” veio em 1941, com Isaac Asimov, que foi fundo no assunto, criando leis e prevendo conflitos éticos da convivência entre a inteligência natural e a artificial. Essas máquinas feitas à semelhança do ser humano, androides, ainda não existem. Mas, de maneira geral, considera-se que o Unimate, uma máquina criada em 1961 e utilizada na GM para lidar com placas quentes de metal, tenha sido o primeiro robô como os imaginamos hoje.

Bomba atômica


Imaginada em: 1895, no livro The Crack of Doom, de Robert Cromie.
Realizada em: 1945, primeira explosão em teste nos EUA.

Apenas dois anos depois da descoberta do elétron, o autor irlandês imaginou uma bomba capaz de libertar a energia que mantém unidos os átomos de uma molécula e que “levantaria 100 mil toneladas a quase 2 milhas de altura”. A ideia de uma arma superpotente é tão clichê quanto um vilão de Austin Powers, mas o método descrito por Cromie era bastante lógico e curiosamente parecido com as bombas que seriam criadas 50 anos depois, que libertam a energia contida dentro dos próprios átomos. No entanto, a busca por uma bomba atômica foi uma evolução natural diante do avanço científico da época, especialmente diante da realidade da 2ª Guerra Mundial. Se o Projeto Manhattan envolveu cientistas responsáveis pela descoberta da física quântica, Cromie falava ainda na “energia etérea” presa nos elementos da Terra.

Satélite


Imaginado em: 1945, no artigo Extra-Terrestrial Relays, de Arthur C. Clarke.
Realizado em: 1963.

Em um artigo publicado pela revista Wireless World, em outubro de 1945, Arthur C. Clarke descreveu um conceito onde 3 estações espaciais realizariam uma órbita geoestacionária (onde um objeto parece parado no céu, em relação à Terra). Assim, seria possível enviar sinais de rádio, telefone ou televisão, por exemplo, de qualquer lugar do mundo para outro. Isso só foi possível 6 anos depois do Sputnik, quando o Symcom 2 foi lançado pela Nasa para ser usado em telefonia de longa distância. Hoje, mais de 300 satélites geoestacionários orbitam a Terra – eles ficam a 36 mil km de altura, enquanto os outros geralmente estão a algumas centenas de quilômetros. O autor de 2001 – Uma Odisseia no Espaço acabou sendo reconhecido: hoje, a órbita geoestacionária é também conhecida por órbita Clarke, bem como a pequena faixa de espaço sobre o Equador onde é possível manter tal órbita é chamada de cinturão Clarke.

Urna eletrônica
Imaginada em: 1975, no livro The Shockwave Rider, de John Brunner.
Realizada em: 1996, Brasil e EUA.

Na realidade imaginada por Brunner, as informações de todos os cidadãos estão em uma rede governamental manipulada pelos poderosos. Eis que um hacker cria um programa que disponibiliza todas as informações secretas do governo para quem quiser acessá-las. O último ato do programa é criar um plebiscito nacional, com votos através dos telefones, em que a população deve decidir se o sistema será mantido – o final a gente não conta. O curioso é que a votação é criada por um hacker, enquanto na vida real eles são justamente os caras mais temidos desde que as máquinas de votação direta surgiram na década de 1990.

Home Theater


Imaginado em: 1953, no livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury.
Realizado em: anos 90.

Em sua obra mais popular, Bradbury imagina os EUA dos anos 90 como uma sociedade hedonista e anti-intelectual, onde os livros estão proibidos e são queimados se descobertos por bombeiros. Nesse mundo, todo trabalhador sonha em comprar sua “televisão de parede”, uma sala com projeções 3D e um sistema de som multicanal, onde as pessoas se sentem imersas na transmissão de espetáculos musicais ou competições que testam seu conhecimento sobre cultura popular, e onde os atores de suas séries preferidas são chamados de família. Hoje, essa descrição parece apenas um pequeno exagero – inclusive, alguns diriam, no que trata da qualidade da programação e da relação das pessoas com personagens fictícios. Porém, quando Fahrenheit foi lançado, em 1953, a televisão colorida havia sido lançada nos EUA fazia apenas 3 anos e ainda era extremamente cara. Tecnologias como o laserdisc e sistemas de som multicanal, que iriam tornar possível os home theaters, só surgiram na década de 1980.

iPad
Imaginado em: 1966, série Jornada nas Estrelas.
Realizado em: 2010, pela Apple.

Os tablets podem ser vistos em vários filmes e séries de ficção científica, geralmente na mão de engenheiros ou cientistas. A antiga aparição dessa engenhoca é na série original de Jornada nas Estrelas, de 1966. No livro 2001, escrito por Arthur C. Clarke em 1968, baseado no script que escreveu para o filme de Stanley Kubrick, o protagonista utiliza algo chamado Newspad, um computador usado basicamente para exibir conteúdo como jornais, atualizados automaticamente, durante uma viagem. Protótipos de tablets existem desde a década de 1990, mas o mundo certamente vai relacionar seu surgimento com o lançamento do iPad, da Apple, em fevereiro deste ano.

Internet
Imaginada em: 1984, no livro Neuromancer, de William Gibson.
Realizada em: anos 90

O “ciberespaço” descrito em Neuromancer lembra mais o mundo do filme Matrix – as pessoas se conectam fisicamente à rede de computadores, numa imersão completa – ser pego hackeando bancos de dados do governo e de empresas pode resultar em dor ou mesmo morte. Mas a visão de uma rede mundial de computadores e bancos de dados conectados entre si, à disposição de qualquer pessoa, era absolutamente inovadora em uma época onde computadores pessoais ainda eram um luxo. Ainda que o livro de Gibson não estivesse na cabeça de Tim-Berners Lee em 1989, quando este propôs a criação do serviço de hipertextos que viria a se tornar a web, a importância da obra na maneira como ela se desenvolveu é unânime. Quando a web começou a surgir, no início da década de 1990, as interações e oportunidades possibilitadas pelo “ciberespaço” de Gibson passaram a ser não só uma incrível previsão mas um objetivo a ser alcançado, servindo como plano de desenvolvimento para a tecnologia.

Colchão D`água

Imaginado em: 1961, no livro Stranger in a Strange Land, de Robert Heinlein.
Realizado em: 1968.

Em 1968, quando o estudante de design Charles Hall tentou patentear um colchão preenchido com água – já havia tentado versões com maisena e gelatina -, enfrentou problemas. Motivo: a tal “cama d’água” já havia sido descrita em um livro de Robert Heinlein, em que um garoto nascido e criado em Marte usa uma “cama hidráulica” para se adaptar à pressão atmosférica e à gravidade terrestres. O inventor teve a patente negada por causa da ficção.

 

 

 

 

 

 

Fonte:

Superinteressante, por Solon Brochado

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Suicídio? Robô policial “morre” afogado em fonte e intriga norte-americanos…

John Connor 1 X Skynet 0…

O apocalipse das máquinas, como visto nos filmes da série O Exterminador do Futuro, sofreu um duro golpe na sua tentativa de passar das telonas ao mundo real: um robô de patrulha norte-americano acabou afogado em uma fonte de água, depois de falhar em sua tentativa de passar por uma escadaria – no que parte da imprensa internacional relatou como um “suicídio” da máquina…

O quase suicídio robótico intrigou os norte-americanos e aconteceu num escritório da capital norte-americana, Washington. Com um formato oval, movido por um conjunto de rodas e projetado para executar rondas autônomas em escritórios e shopping centers, o robô de segurança Knightscope K5 deve navegar por entre humanos mantendo ou restaurando a ordem.

Em entrevista noticiada pelos sites Cnet e The Guardian, Stacy Dean Stephens, vice-presidente de marketing e vendas na Knightscope afirmou se tratar de um “evento isolado” para uma unidade K5, e que “nenhuma pessoa se machucou ou foi envolvida de qualquer forma”, embora seres humanos tenham sido necessários para pescar o robô de volta.

A proximidade ao chão e movimentação limitada do robô podem ser grandes desafios para este tipo de robô, como mostram as fotos dele, acidentado, postadas no Twitter, em que o K5 aparece dentro da fonte.

Apesar do posicionamento de Stephens, essa não é a primeira vez que um robô de patrulha K5 protagonizou incidentes. Mesmo equipado com sensores que deveriam funcionar como olhos e ouvidos da lei, unidades do modelo já foram acusadas de protagonizarem conflitos desnecessários com humanos em estacionamentos, em abril deste ano, bem como o atropelamento de uma criança de um ano e 4 meses, em julho de 2016.

Como tuitou uma pessoa, “Steps are our best defense against the Robopocalypse “… Ou “Degraus são a nossa maior defesa contra o apocalipse dos robôs…”

 

 

 

“Branca de Neve” completa 80 anos: algumas histórias

O lançamento do longa de animação “Branca de Neve e os Sete Anões” completa 80 anos em 2017. A produção da Disney teve sua estreia no Carthay Circle Theatre, em Hollywood, em 21 de dezembro de 1937, seguido do seu lançamento em todo os Estados Unidos em janeiro. Como todo clássico, há muitas histórias sobre sua produção pioneira. Veja algumas delas…

Para financiar a produção de “Branca de Neve e os Sete Anões”, Walt Disney pegou vários empréstimos e hipotecou, inclusive, sua própria casa. Até sua mulher, Lillian, achava que a animação seria um completo fracasso. Além disso, seu irmão Roy Disney tentou convencê-lo a desistir do filme.

Dunga tinha sido originalmente criado para ser um tagarela, mas os produtores e o próprio Walt não conseguiram encontrar uma voz que ficasse adequada para o anão careca. Em vez de falar, Dunga, às vezes, choraminga, sendo ingênuo e frequentemente alvo de brincadeiras dos demais. Ele também é o único do sete anões que não tem barba.

“Loucura de Disney”: assim era chamada na época a produção de “Branca de Neve e os Sete Anões”. O orçamento inicial da animação era de US$ 250 mil, muito maior do que qualquer outra produção da Disney até então. No final, o gasto atingiu mais de US$ 1,4 milhão, uma quantia enorme hoje em dia, imagine para 1937! Após o filme ser um sucesso, Walt Disney usou os lucros para construir os estúdios da Disney em Burbank.

A estreia do filme, em 1937, contou com a presença de estrelas de Hollywood, como Cary Grant, Shirley Temple, Judy Garland, George Burns, Charlie Chaplin, Marlene Dietrich e Ginger Rogers. Na época, em entrevista ao jornal “Los Angeles Times”, Chaplin disse, ao se referir ao anão Dunga, que a “Disney havia criado um dos maiores comediantes de todos os tempos”.

“Branca de Neve e os Sete Anões” foi um dos primeiros 25 filmes escolhidos para ser preservado na Biblioteca do Congresso Americano, em 1989, pelo Registro Nacional de Filmes (National Film Registry). Em 2008, o Instituto Americano do Cinema o escolheu como o mais importante filme de animação de todos os tempos.

“Branca de Neve e os Sete Anões” foi o primeiro filme com uma trilha sonora oficial. A animação da Disney, que é baseada no conto de fadas “Branca de Neve”, dos Irmãos Grimm, concorreu ao Oscar de melhor trilha sonora na premiação de 1938. O longa foi também o primeiro filme totalmente animado a ser lançado pela Disney.

Uma versão inicial da história incluía uma cena em que a rainha Má capturava o príncipe e o mantinha preso em seu castelo. Outra cena que ficou fora da versão final era uma em que os anões apareciam tomando ruidosamente a sopa e, em seguida, Branca de Neve os ensinava a comer como cavalheiros.

A atriz e dubladora americana Adriana Caselotti recebeu US$ 970 pela dublagem de Branca de Neve, o que equivaleria hoje a cerca de US$ 20.000,00, ou pouco mais de R$ 60.000,00 à cotação do dia. Apenas para efeitos de comparação, um dublador/locutor profissional no Brasil, com muitos anos de experiência e bastante requisitado para comerciais, pode chegar a um salário de cerca de R$ 10.000,00. Walt Disney firmou um estrito contrato com Caselotti, impedindo que ela “emprestasse” sua voz a outras produções, com exceção de pequenas participações em “O Mágico de Oz” (1939) e “A Felicidade Não Se Compra” (1946). Ela continuou fazendo a voz de Branca de Neve em várias ocasiões, gravando aos 75 anos, inclusive, “I’m Wishing” para o poço de desejos na Disneylândia.

A dançarina, coreógrafa e atriz americana Marge Champion serviu de inspiração para que os animadores da Disney (seu então marido, Art Babbitt, era animador e supervisionou grande parte da filmagem de referência) criassem a heroína de “Branca de Neve e os Sete Anões”. Marge também serviu de referência para a criação da Fada Azul em “Pinóquio” (1940).

As vozes da Rainha Má e da Bruxa Velha foram dubladas pela mesma atriz: a americana Lucille LaVerne. Para que a Bruxa tivesse uma voz completamente diferente, Lucille removeu um implante dentário, para fazer a dublagem. La Verne morreu menos de uma década depois de dublar a Rainha Má e a Bruxa Velha. Ela faleceu aos 72 anos em 4 de março de 1945, na Califórnia.

 

 

 

 

Fonte:

UOL

Esses nomes são de duplas sertanejas de verdade

Tem gente que é mesmo criativa ao escolher o nome com o qual vão buscar o sucesso na carreira artística.

O pessoal dessas duplas sertanejas caprichou… E se o sucesso não veio, pelo menos eles marcaram seu nome na história!

Eu mesmo vou criar uma dupla dessas: Cesto & Sentido. Hua hua!

Sei que este não é uma dupla, mas entra como bônus…

E agora, outro bônus: nomes de duplas que a gente gostaria de ver (além da minha, claro, Cesto & Sentido):

 

 

 

Os “poopootov” são armas bioquímicas…

Os “poopootov” – nome que faz referência aos coquetéis molotov, incendiários– foram utilizados em um protesto em Los Teques, subúrbio de Caracas, após o qual se popularizaram nas redes sociais e se espalharam pelas ruas.

Frascos com fezes são preparados por manifestantes contrários ao governo na Venezuela

A Inspetora Geral dos Tribunais da Venezuela, Marielys Valdéz, afirmou que as chamadas “poopootov” – bombas de fezes lançadas na polícia durante os protestos contra o presidente Nicolás Maduro– devem ser consideradas “armas bioquímicas”.

“É uma arma biológica (…). O uso de armas bioquímicas é um crime completamente tipificado que prevê penas severas”, declarou Valdéz em entrevista ao canal estatal VTV.

“O uso de armas ‘químicas’, neste caso fezes humanas e de animais, gera consequências (…), pode afetar a água e poluir terrivelmente. Pessoas especialmente vulneráveis, como crianças e idosos, podem contrair hepatite ou infecções com bactérias”, disse Valdéz.

Frascos com excrementos têm sido atirados contra policiais e membros da Guarda Nacional durante a atual onda de protestos contra Maduro, que já deixou 39 mortos e centenas de feridos desde o começo de abril.

Durante a última manifestação realizada em Caracas, jovens entrevistados pela agência de notícias AFP explicaram que decidiram usar as bombas de fezes diante do “aumento da repressão” por parte das forças do governo.

EUA LANÇARAM “BOMBA-PRIVADA” NA GUERRA DO VIETNÃ

O post sobre o comandante alemão que afundou um submarino enquanto fazia o número 2  teve tanta repercussão que recebi até uma colaboração muito interessante do amigo José Jimenez. É a que segue abaixo.

O AH-1 Skyraider e sua arma “bioquímica” (Domínio Público).

Essa foto com o avião de ataque Douglas A-1H Skyraider “armado” com um vaso sanitário pode parecer mentira, mas é real e ele decolou dessa forma. Para celebrar os seis milhões de libras (2.721.554 kg) em bombas lançadas sobre o Vietnã do Norte, pilotos da Marinha dos EUA (US Navy) tiveram a brilhante ideia de lançar uma privada sobre o inimigo.

O avião, com codinome “Paper Tiger II” nessa missão, decolou do porta-aviões USS Midway com sua arma “especial” em outubro de 1965 para atacar objetivos no Delta de Mekong, no então Vietnã do Sul. O aparelho foi conduzido pelo comandante Clarence J. Stoddard, que voou acompanhado de seu ala Robin Bacon.

Segundo relato de um controlador de voo que acompanhou o ataque da “bomba-privada”, quando o vaso foi lançado, por muito pouco não acertou o Skyraider comandado por Bacon, que vinha logo atrás mergulhando. Devido à resistência aerodinâmica e ao baixo peso, o objeto caiu de forma descontrolada e assoviando. Após o ataque, os aviões retornaram com segurança ao USS Midway.

O vaso sanitário lançado no Vietnã do Norte havia quebrado dias antes do ataque e seria descartado. Os pilotos então o recuperaram e pediram aos armeiros do porta-aviões para criar uma forma de prendê-lo aos suportes de armas nas asas dos Skyraider.

A brincadeira por pouco não causou um acidente.

A brincadeira não foi divulgada no porta-aviões e, quando a aeronave surgiu no convés com a privada debaixo das asas, todos levaram um susto. Passado o ataque e a celebração, os pilotos criaram uma série de piadas para explicar a missão, como a de um ataque bioquímico.

O comandante Clarence J. Stoddard foi o único piloto de Skyraider que conseguiu abater um jato durante a Guerra do Vietnã, um MiG-17. Em 14 de setembro de 1966, Stoddard, porém, acabou sendo abatido por um míssil anti-aéreo e morreu na sequência da queda.

A “bomba-privada” celebrou os 6 milhões de libras em bombas lançadas na Guerra do Vietnã.

 

Fontes:

War History

airway.uol.com.br

Meus votos de Feliz Natal a todos!

(Hamlet, Ato 1, Cena 1):

Some says that ever ‘gainst that season comes

Wherein our Saviour’s birth is celebrated,

The bird of dawning singeth all night long:

And then, they say, no spirit dares stir abroad;

The nights are wholesome; then no planets strike,

No fairy takes, nor witch hath power to charm,

So hallow’d and so gracious is the time.

Alguns dizem que sempre, pouco antes de chegada a estação

em que o aniversário de nosso Salvador é celebrado,

o pássaro da aurora canta a noite toda,

e então, dizem, nenhum espírito ousa vagar…

As noites são íntegras, nenhum planeta golpeia,

nenhuma fada encanta, nenhuma bruxa tem poder o poder de enfeitiçar,

tão louvada e graciosa é a época.

Então, eu te trouxe isto:

FELIZ NATAL e FELIZ ANO NOVO!