Esta é a hora – parte 3

Nos posts anteriores, falei sobre o futuro do emprego. Sim!

Comentei sobre o emprego no modelo tradicional, e aquilo que está se tornando a grande opção para trabalhar: o marketing multinível, ou marketing de rede, ou marketing de relacionamento. Caso você não tenha lido, basta clicar aqui e aqui.

Falei também sobre uma das maiores empresas do mundo, a Jeunesse, que tem produtos de nutrição e beleza e que trabalha com o modelo de marketing de relacionamento. Ela existe há mais de 10 anos e está no Brasil há cerca de 4 anos.

Minha ideia, nesta série de posts, é de tentar mostrar a você uma opção fantástica de aumentar sua renda ou mesmo de se tornar um empreendedor a partir de sua casa – com um investimento mínimo, já que não vai precisar alugar um escritório, nem criar um website e nem gastar sua sola de sapato ou os pneus de seu carro para vender produtos.

Dá pra fazer tudo pela internet.

E a última parte da série seria esta parte 3, onde eu falaria sobre a Jeunesse e como as coisas funcionam nessa empresa.

Mas recebi muitas perguntas sobre o que é exatamente o marketing multinível (ou marketing de relacionamento ou marketing de rede), como funciona, o que se tem que fazer etc etc.

Então, mudei um pouquinho a programação e decidi colocar um vídeo de um cara que sabe tudo e mais um pouco sobre esse (e muitos outros!) universos: Victor Basile. Ele se define assim:

 

Sou um empreendedor em série, que adoro conhecer novos projetos e ideias, apaixonado por liberdade e conhecer o mundo, e com uma missão pessoal de formar líderes, independente de suas atuais habilidades, características e origens.

Construí minha carreira no universo financeiro, e tive a oportunidade de trabalhar em grandes bancos e seguradoras, e considero um período importantíssimo na minha jornada, mas que após alguns anos estava claro que não era o caminho que eu queria seguir, pois não iria de encontro com meus objetivos de vida.

Então, em 2012 decidi mudar essa rota, iniciando a minha carreira no mundo do Marketing de Relacionamento, um mundo que conhecia pouco, e por isso chegava a ter um certo preconceito pois acabava escutando opiniões de pessoas que assim como eu, não conheciam bem esse mundo.

De 2012 para cá, venho colecionando resultados que nem nos meus sonhos mais malucos esperava ter, tanto no aspecto financeiro, como em todos os outros pontos de minha vida. Liberdade Financeira e de tempo era apenas um sonho, e hoje, posso dizer que virou uma realidade.

Hoje, mesmo após todas essas conquistas, opto por dedicar meu tempo a ajudar pessoas com quaisquer qualidades e condições a construirem um caminho melhor do que uma vida comum limitada a trabalhar e pagar contas, e ver seus sonhos dia após dia se tornando algo cada vez mais distante. Se a pessoa tem vontade, o resto eu ensino.”

Por isso, achei que ele seria o cara certo pra explicar sobre marketing de relacionamento. Assista o vídeo e todas as suas dúvidas serão respondidas.

Na parte 4, e última, aí sim, falarei tudo sobre a Jeunesse e como fazer parte desse negócio fantástico.

Esta é a hora – parte 2

Falei, no “primeiro capítulo” desta jornada, sobre o marketing multinível, ou marketing de rede. Clique aqui caso não tenha lido esse post.

Fazendo um breve resumo do que foi dito, o marketing multinível é um modelo comercial de distribuição de bens ou serviços em que os ganhos podem advir da venda efetiva dos produtos e do recrutamento de novos vendedores. Você compra os produtos ou serviços com desconto e revende com lucro. Você também pode aumentar seus pontos de distribuição cadastrando novos distribuidores.

Quero reforçar um ponto: o marketing multinível é a grande tendência do século XXI. Enquanto milhões de pessoas estão em busca de um emprego tradicional, que a gente vê cada vez mais escasso, milhares estão vivendo (e muito bem!) graças ao MMN (marketing multinível).

A realidade no Brasil e no mundo é essa. TRANSFORMAÇÃO. As vagas de emprego tradicionais são cada vez menores. Muitas já foram extintas ou estão em processo de extinção, e suas funções estão sendo substituídas pela tecnologia. Isso é inevitável…

Lembra quando existiam vendedores de enciclopédias? Telefonistas?

Mas existe uma saída para quem tiver espírito empreendedor: o MMN. 

No segundo trimestre de 2018, conforme divulgado pela ABEVD, o Brasil tinha cerca de 4,5 milhões de empreendedores independentes, incluindo as empresas de Vendas Diretas.

Quais são as melhores empresas brasileiras desse ramo?

Ben Popov, Estrategista de Marketing Digital e Consultor de Marketing Multinível, analisou empresas de MMN no Brasil de diversos segmentos, usando dois critérios (Critérios Tradicionais – os produtos da empresa, o plano de compensação, tempo no mercado, o histórico dos fundadores, etc. e Critérios Pessoais – moral e ética da rede dos distribuidores, o histórico dos líderes principais, ferramentas de recrutamento e treinamento, dedicação e foco no setor, etc.). Seu ranking das 12 melhores está aqui, se você se interessar em saber mais.

No setor de NUTRIÇÃO, a número 1 no ranking é a Jeunesse. Veja o que ele falou sobre a empresa:

Empresa:

Com a Jeunesse, você tem a possibilidade de trabalhar confortavelmente a seu próprio ritmo. Com um dos planos de marketing mais lucrativos e equilibrados, o número de pessoas que vêm construindo um negócio próspero está crescendo a um ritmo sem precedentes. Os sonhos dos distribuidores da Jeunesse vêm se tornando realidade em todo o mundo. A Jeunesse oferece: tecnologia de última geração, produtos extraordinários, plataforma global, eventos marcantes, viagens inesquecíveis, entre outros. Se você estiver procurando uma oportunidade para ganhar uma renda parcial ou para expandir suas operações em uma plataforma global, a Jeunesse fornece uma oportunidade de negócio lucrativa para todos os tipos de empreendedores.

Produtos:

11 linhas de produtos de altíssima qualidade sem concorrência no Brasil.

Plano de Compensação:

É um dos planos de marketing mais lucrativos e verdadeiramente equilibrados, que possibilita desde uma renda paralela ou extra até a tão desejada liberdade financeira. A Jeunesse orgulha-se em ter um plano de marketing muito bem planejado e que nunca foi mudado desde que foi criado, e quem vem mudando a vida de tantas pessoas.

 

Parece papo de vendedor, não é? Pois o fato é que verdade. Veja só o plano de compensação da empresa:

  1. Margens de Lucro

    Os distribuidores, em qualquer nível de Jeunesse,  podem comprar os produtos a preço de atacado para uso pessoal e revenda. Um distribuidor pode ganhar entre 20% a 45% de lucro sobre cada venda no varejo.

    Exemplo: você paga $83,95 por um produto e o vende pelo preço sugerido de revenda de $134,95, obtendo um lucro no varejo de $51,00!

  2. Bônus de Vendas ao Varejo

    Conforme você inscrever pessoalmente novos Clientes Preferenciais, você poderá ganhar bônus. Esses bônus são pagos na compra de um dos pacotes de produtos Jeunesse. A opção Criar Um Pacote é uma ótima alternativa para quem quer personalizar o pedido dos seus clientes preferenciais.

  3. Comissões de Equipe

    Você pode ganhar Comissões de Equipe conforme começar a construir a sua equipe de vendas. Esses bônus foram criados para recompensá-lo por ajudar e apoiar aqueles que se juntam à sua equipe. Quanto mais ajudar sua equipe a ter sucesso, mais bônus de Equipe pode ganhar.

  4. Bônus de Liderança

    Você pode ganhar Bônus de Liderança sobre as Comissões de Equipe pagas para os seus patrocinados. Cada pessoa que se inscreva patrocinado por você cria uma nova linha de patrocínio sua.

  5. Bônus de Diamante

    A pessoa pode ganhar uma parte do total das vendas globais da Empresa (que está em 147 países!) ao se qualificar. Nesse bônus, a Empresa separa 3% do total e o compartilha com quem estiver qualificado. Esse bônus é pago a cada trimestre, conforme forem as quotas acumuladas pelo distribuidor.

Que tal? Não é interessante demais?

Amanhã, vou lhe contar em mais detalhes sobre a JEUNESSE. Que empresa é essa, como opera, quais são os produtos, enfim, como faz para se tornar parte desse negócio.

 

Mas, antes de encerrar, não custa repetir aqui as diferenças entre

MARKETING MULTINÍVEL X ESQUEMA DE PIRÂMIDE

Diferentemente do marketing multinível, em que o lucro principal é obtido com a venda de produtos e serviços, o esquema de pirâmide é ilegal e está baseado principalmente no recrutamento de outros integrantes, com a falsa promessa de dinheiro rápido e fácil. Na maioria das vezes, os participantes, inclusive, são estimulados a pagarem uma taxa somente por ingressarem na rede, sem que o valor seja revertido em mercadorias.

No esquema piramidal, os produtos e serviços não têm valor comercial e, muitas vezes, nem existem. Normalmente, os participantes são remunerados somente pela indicação de outros indivíduos ao esquema, sem precisar vender nada. Quem realmente lucra neste sistema fraudulento, porém, são apenas as primeiras pessoas que entraram.

MARKETING MULTINÍVEL

  • Vende produtos e serviços
  • Ganho proporcional ao esforço
  • Continuidade
  • Gera e recolhe impostos
  • Forte investimento em treinamento
  • São associadas à ABEVD e à WFDSA (World Federation of Direct Selling Associations) e cumprem o Código de Ética
  • Presente em mais de 100 países

PIRÂMIDE

  • Não vende nada ou mascara a inexistência de produtos ou serviços cobrando por eles valores muito acima daqueles praticados no mercado
  • O primeiro a entrar é o que mais pode ganhar
  • Não há continuidade
  • Nem sempre há pagamento de impostos e emissão de notas fiscais
  • Foco no desconhecido e apenas no enriquecimento rápido e fácil (não há treinamento)
  • Esquema ilegal e proibido
  • Podem ser enquadrados em crimes de estelionato, crime contra a economia popular, evasão de divisas

Fique ligado!

 

 

 

 

 

Fontes:

aulaplus.com.br

ABVED

 

Aumente sua imunidade! É muito sério!

978c18351b21e9edd20083fec5da2445O Reserve é um delicioso gel da Jeunesse, rico em antioxidantes como Resveratrol, antocianinas e ácidos graxos essenciais. É projetado para fornecer suporte ao sistema imunológico, proteger as células dos danos oxidativos e do envelhecimento prematuro, com ingredientes combinados que também ajudam a apoiar a melhoria da função cardiovascular e também auxiliam na manutenção de níveis saudáveis de colesterol.

O ingrediente principal desse suco antioxidante é o RESVERATROL, que é acompanhado por vários antioxidantes como o açaí, romã, mirtilo, cereja escura, aloe vera, uva e chá verde. Esses ingredientes reparam os danos dos radicais livres e protegem as células contra danos futuros.

Médicos e especialistas em nutrição em todo o mundo reconhecem que muitos dos problemas relacionados com o envelhecimento precoce advêm dos danos causados pelos radicais livres. Esses especialistas indicam que a forma mais eficaz de se defender contra os danos dos radicais livres é garantir o consumo de uma quantidade suficiente de antioxidantes.

De acordo com testes clínicos, a melhor maneira de fazer isso é consumir os alimentos certos e tomar suplementos antioxidantes. Por este motivo, o Reserve é uma excelente defesa contra os danos dos radicais livres, pois oferece altas doses de resveratrol, um composto contendo antioxidante natural encontrado na pele das uvas vermelhas, em forma de gel, o que o torna muito mais absorvível do que os produtos encapsulados.

BENEFÍCIOS:
– Antioxidantes para resistir ao estresse oxidativo e envelhecimento precoce.
– Antocianinas para apoiar uma função cardiovascular melhorada.
– Ácidos graxos essenciais para auxiliar na função do trato digestivo.
– Suporte ao sistema imunológico.
– Ajuda a manter um metabolismo saudável.
– Aumenta a resistência e reduz a fadiga muscular.
– Melhora a resistência contra as doenças inflamatórias crônicas.

CARACTERÍSTICAS:
– Contém uma combinação única reforçada de antioxidantes, antocianinas e ácidos graxos essenciais.
– A forma de gel altamente bio-disponível aumenta a absorção, que é mais do que os produtos encapsulados.
– Baixo em carboidratos e açúcar, apenas 13 calorias.
– Os testes de laboratórios independentes confirmam que cada caixa de Reserve contém um total de mais de 185 mg de Resveratrol.

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MODO DE USAR:
Reserve pode ser tomado a qualquer hora, um sachê logo no início da manhã e outro antes de deitar.

PARA COMPRAR, com entrega em sua casa em todo o Brasil, visite:

http://julioafilho.jeunesseglobal.com/

Se tiver alguma dúvida, pode me procurar em:

https://www.instagram.com/jandradefilho/

Ou pelo Whatsapp:

55 (11) 99147-4679

 

Esta é a hora – parte 1

Este é o momento.

Depois que as coisas voltarem ao normal no país (e, segundo os especialistas, não vai demorar tanto quanto alguns imaginam), tenho certeza de que o mundo será diferente. As relações interpessoais vão mudar, o relacionamento profissional vai mudar… e aqueles que estiverem melhor preparados serão os que serão mais bem sucedidos.

Acredito que a tendência profissional mais forte desse novo mundo é “ser seu próprio patrão” e “montar seu próprio negócio online”. Trabalhando em casa!

Normalmente, abrir um negócio online dá um certo trabalho: montar o site, ter os produtos certos, cuidar da logística, do sistema de pagamentos etc… Mas, e se eu te disser que você pode ter tudo isso (site, produtos certos, logística global…) à distância de um clique?

Decidi lhe contar tudo tim-tim por tim-tim, nos menores detalhes. Por isso, farei uma série de posts sobre o assunto, pra que cada detalhe possa ser esmiuçado e você compreenda a amplitude do que estou apresentando.

Este post 1 vai começar…. do começo (eh eh eh!).

Existem muitas maneiras de trabalhar na internet, mas estou falando daquela que é a mais promissora em termos de ganhos e de aprendizado pessoal.

O Marketing multinível ou marketing de rede.

Definindo: O marketing multinível (network market em inglês) é um modelo de vendas em que um revendedor ganha uma participação nos lucros obtidos por ele e por sua rede de revendedores.

Simples assim. Mas não pense que é moleza.

No multinível, um revendedor precisa se esforçar para vender os seus produtos para sua clientela (gerando lucro direto) e atrair novos vendedores para a sua rede (conseguindo um lucro indireto, por meio da comissão residual de cada membro, que quanto maior a rede for, maior essa renda residual…).

O trabalho é maior, pois quando você forma sua própria equipe de vendedores, é necessário oferecer todo um suporte para eles. São necessários treinamentos, orientações, premiações, enfim, o que for preciso para manter uma rede engajada de revendedores. *

No final, tanto esforço é recompensador, já que quanto mais bem preparada sua equipe for, maiores serão os seus lucros.

*lembra quando eu falei mais acima que você pode ter site, produtos, logística, tudo pronto à distância de um clique? Pois então, você terá também, depois desse clique, tudo isso à sua disposição: treinamentos, premiações, orientações, palestras etc etc… Mas, calma, vou detalhar num dos posts da série.

Quando se fala em MMN, marketing multinível, tem gente que se arrepia: “mas isso não é pirâmide”?

Tem muito picareta por aí disfarçando seu esquema como sendo MMN. Mas é fácil identificar um esquema fraudulento de um negócio honesto. O quadro abaixo exemplifica o que se deve observar antes.

Essa talvez seja a principal polêmica que cerca o conceito de marketing multinível.

Como uma parte do lucro de um vendedor é gerada por meio da produtividade dos distribuidores recrutados por ele, muita gente acredita se tratar de um esquema de pirâmide.

Mas isso nada tem a ver com pirâmide!

Além de serem ilegais no Brasil, os esquemas de pirâmide têm três características determinantes:

  1. não existem produtos ou serviços sendo comercializados para quem está de fora da pirâmide. Caso haja mercadorias, elas não possuem valor de mercado compatível com o investimento inicial para entrar, ou seja, servem apenas como pretexto;
  2. o lucro é obtido somente com a entrada de novos integrantes no esquema. Quem investe para entrar só sobrevive na pirâmide se conseguir convidar outras pessoas a entrarem. Assim, gera-se um pouco de lucro para si e muito para quem está no topo;
  3. as pirâmides possuem prazo de validade. Afinal, chega uma hora que a base não consegue recrutar mais pessoas. Isso interrompe o fluxo de dinheiro, desmontando a pirâmide, já que o topo não terá como sustentar a base, que é bem maior.

Por isso, verificar se uma empresa está associada à ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, https://www.abevd.org.br/) é uma das formas de saber se ela, de fato, pratica o marketing de rede. Há várias empresas no Brasil que praticam o marketing de rede, como a Jequiti e a Herbalife.

Quais são as vantagens desse modelo?

Autonomia de trabalho

Esse benefício pode parecer papo de vendedor, mas é inegável que trabalhar com venda direta traz uma certa liberdade. Afinal de contas, você poderá escolher quantas horas do dia se dedicará ao trabalho, o tipo de produto que quer comercializar e o público para o qual irá vender, por exemplo.

Mas é sempre bom lembrar que o seu ganho será proporcional à sua produtividade. E, claro, é preciso muita disciplina pra trabalhar em casa.

Suporte de grandes empresas

Trabalhar com venda direta é entrar em um mercado consolidado pelos seus números e por empresas de renome.

Considere a estrutura que ela oferece, os planos bem definidos de comissão e bonificação, a qualidade dos produtos, a capacitação, o respeito e o compromisso com os revendedores, entre outros pontos relevantes. E também há quanto tempo ela está nesse mercado.

Modelo escalável de ganhos

Essa é uma das principais características do marketing multinível. Por exemplo, quando um revendedor recruta um novo distribuidor, esse novo integrante pode, após um tempo, criar a sua própria rede. As pessoas que forem incluídas na rede por esse novo integrante também podem formar suas próprias equipes e, dessa maneira, os níveis da força de vendas vão se multiplicando.

É essa escalabilidade que caracteriza o marketing de rede e amplifica os ganhos dos líderes dos times.

No entanto, é importante frisar que a maioria das empresas de MMN limita os ganhos de um líder após uma certa quantidade de níveis multiplicados. Essa barreira tem a intenção de manter os ganhos baseados nas vendas, até para evitar que o recrutamento se torne o único canal de receitas de um profissional.

No quadro abaixo, fica mais fácil de visualizar os motivos de o marketing de rede poder ter essa escalibilidade de ganhos, em comparação ao modelo tradicional de distribuição/ revenda de produtos.

Não é tudo uma maravilha? São tantas vantagens, não é mesmo?

Mas como sou um cara honesto, preciso lhe falar das desvantagens principais:

Investimento inicial pode ser caro

Claro que isso depende muito da pessoa. Se você está quebrado, qualquer centavo vai parecer caro. Por outro lado, tem o ditado de que “dinheiro atrai dinheiro”, ou seja, um bom investimento vai trazer um retorno melhor…

Geralmente, o revendedor deve fazer um investimento inicial, comprando os produtos para revender com um preço sugerido, já sabendo a margem de ganho. Esse valor depende muito dos produtos e kits adquiridos.

De todo modo, isso gera um certo risco, principalmente se forem produtos que a pessoa tenha dificuldades para vender.

Criação de redes em longo prazo

O marketing multinível é bastante atrativo por essa possibilidade de ganho a partir da criação da sua própria rede de vendedores. Entretanto, mesmo os vendedores com um pouco mais de experiência no modelo tradicional de negócios podem demorar um pouco até criarem suas próprias equipes de venda.

Ou seja, pode ser difícil conquistar os primeiros clientes, e atrair novos vendedores para formar sua rede será uma missão ainda mais complexa.

Portanto, obter um retorno bacana com a criação de redes próprias de revendedores é algo que demandará alguns meses, talvez alguns anos.

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Dá para ter sucesso? Dá.

Dá pra ter um renda extra? Dá.

Dá pra ter uma renda residual, que mesmo que você não esteja trabalhando por qualquer motivo, tem sua rede trabalhando por você? Dá!

Mas não existe milagre nesse negócio. Se você quer ter sucesso na vida, tem que dar seu máximo todos os dias. Seu sucesso será proporcional às gotas de suor que derramar, ao número de pessoas que você ajudar, às horas dedicadas à produtividade.

 

Amanhã postarei o próximo capítulo! Fique ligado!

 

 

Fontes:

rockcontent.com

wikipedia

descubrasuarte.com

 

Anos bissextos: por que existem e desde quando são parte do calendário

Todo mundo já percebeu que este ano de 2020 será um ano bissexto, com 366 dias. A cada quatro anos temos esta anomalia nos nossos calendários, mas por que ela existe e desde quando?

Para responder a essas perguntas devemos voltar à Roma antiga, há mais de dois milênios, quando se descobriu que o calendário não estava totalmente alinhado com o ano solar. Foi o líder político romano Júlio César quem pediu ao astrônomo alexandrino Sosígenes que o ajudasse a criar uma alternativa ao calendário romano mais adaptada à realidade e à rotação da Terra.

Sosígenes, que viveu no fim do século II, sabia que a Terra é redonda e orbitava ao redor do Sol…

Os anos bissextos são uma ideia de Júlio César, mas o calendário dele não é o que usamos atualmente Imagem: Getty Images via BBC.

Nosso planeta não leva apenas 365 para dar uma volta ao redor do Sol, mas sim 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 56 segundos.

Por isso, Sosígenes propôs um calendário extremamente similar ao dos egípcios, que tinha 365 dias com um dia adicional a cada quatro anos para se alinhar com o ano solar. Assim nasceu o calendário juliano, batizado em homenagem ao político.

Porém, esse sistema também tinha pequenos erros e foi sendo progressivamente substituído pelo calendário gregoriano a partir de 1582. É esse o calendário que nos rege hoje. Como o calendário juliano exigia um dia adicional a cada quatro anos, os romanos decidiram que esse dia seria em fevereiro, que na época era o último mês do ano.

O nome bissexto vem do latim “ante diem bis sextum Kalendas Martias” (“o sexto dia antes das Calendas de Março”), ou seja, o dia 24 de fevereiro. Como a frase era longa, acabou resumida para “bis sextus“, que em português virou bissexto.

Nesse calendário havia DOIS dia 24 de fevereiro.  A contagem era pro-rata tempores, isto é, inclui-se tanto o dia de partida quanto o de chegada…

Anos depois, o papa Gregório 13 decidiu com, uma bula papal, aperfeiçoar o calendário. Uma das mudanças foi que o dia adicional dos anos bissextos seria o 29 de fevereiro, e não o 24, definido pelo calendário juliano.

Durante a Revolução Francesa tentou-se modificar o calendário moderno Imagem: Getty Images via BBC.

Uma solução matemática

Assessorado pelo astrônomo jesuíta Christopher Clavius, o papa também estabeleceu que o dia seguinte a 4 de outubro de 1582 seria 15 de outubro, uma supressão de dez dias que ajudaria a resolver o desalinhamento com o ano solar. E, para que esse desajuste não voltasse a ocorrer, criou-se um sistema de exceções aos anos bissextos.

Não seriam bissextos os anos múltiplos de cem, a menos que também sejam múltiplos de 400. Por essa razão não foram bissextos o ano de 1800 nem 1900, embora tenha sido bissexto o ano 2000. Por esse mesmo motivo, os anos de 2100 e de 2200 não serão bissextos.

Um calendário sem referências religiosas

Esse conjunto de reformas inaugurou o calendário moderno, atualmente conhecido como calendário gregoriano. Desde essas últimas mudanças, não houve novas alterações.

Porém, em alguns países como a França, houve movimentos para modificar o calendário. Em 1792, durante a Revolução Francesa, o país adotou um calendário republicano, elaborado pelo matemático Gilbert Romme. Esse calendário pretendia eliminar as referências religiosas e dar outros nomes aos meses, que se referiam a fenômenos naturais e à agricultura, alterando ainda a duração deles.

Mas essa versão teve vida curta. Após a derrota de Napoleão, em 1814, a França logo voltou a usar a versão de Gregório 13 e concebida inicialmente por Júlio César.

 

 

 

Fonte: BBC News

Informação importante sobre o coronavírus

Leia, que é sério. Palavras de Ana Laura Boechat, pesquisadora, cientista e repassem o quanto quiserem

“Gente, fiz esse textão baseado em várias coisas sérias que li em inglês e senti que eu tinha a responsabilidade de compartilhar de uma forma mais acessível. Meu marido (médico) revisou, então está duplamente confiável. Compartilhem o quanto quiserem!

No dia 11 de março a OMS classificou o COVID-19 como uma pandemia. Uma doença é classificada como pandemia quando ela é transmissível e é capaz de atingir mais de um continente. Como temos visto até agora, os países vêm lidando com essa situação de maneiras muito diferentes. Os casos mais divulgados e mais dramáticos foram da China e da Itália e talvez os países que tenham conseguido controlar da melhor forma sejam o Japão e a Coreia do Sul. O Brasil teve tempo de aprender com todos os casos e vem, em consonância com diversos países, em uma corrida para tentar “achatar a curva epidemiológica”.

Eu tenho ouvido demais esse termo – achatar a curva epidemiológica – nos últimos 3 dias, mas o que isso significa?
Antes de explicar esse achatamento da curva, eu queria lembrar que os países que lidaram melhor com o surto até agora foram os mesmos países acometidos pela epidemia de SARS em 2002. Com essa epidemia, eles aprenderam que era importante agir não apenas como indivíduos, com toda a higiene impecável e equipamentos de proteção individual, mas atuar na comunidade, com medidas muitas vezes desconfortáveis e impopulares, mas que foram eficazes no atraso do contágio, o que diminuiu o número de pessoas doentes AO MESMO TEMPO e deu, portanto, TEMPO, para agir nos casos que precisavam de mais atenção.

Desta vez, com a até então EPIDEMIA (quando a transmissão ainda era mais localizada e “mapeável”) de COVID-19, esses países retomaram as medidas de 2002 antes que fosse tarde e o número de pessoas infectadas fosse incontável e isso, sem nenhuma surpresa, foi eficaz para diminuir a progressão do número de infectados ao longo do tempo.

A tal curva que querem achatar (mais ou menos como o GIF abaixo deste texto) é um gráfico com o número de casos confirmados de infecção pelo coronavírus no eixo y (vertical) e o tempo no eixo x (horizontal). Sem as medidas de contenção, que incluem isolamento social, o gráfico ficaria parecendo um morro muito alto e fino, significando que um grande número de pessoas seria infectado ao mesmo tempo.

Sabe-se que cerca de 20% dos confirmados precisam de hospitalização e cerca de 5% precisam de UTI. Se tem muita gente infectada ao mesmo tempo, o número absoluto representado por esses 5% fica alto, acima dos leitos de UTI dos quais o Brasil dispõe. Por outro lado, se as medidas de contenção são tomadas rapidamente, pode ser até que um mesmo número de pessoas seja infectado, mas o tempo que se leva para isso é maior. O resultado no gráfico é um morro bem mais largo na base e bem mais baixo. Se imaginarmos o número de pacientes que o sistema de saúde é capaz de atender adequadamente como uma linha horizontal cortando o eixo vertical mais ou menos na metade dele (por exemplo), o pedaço do morro que ficar abaixo dessa linha contém os pacientes infectados que poderão ser atendidos, caso precisem, e acima dela os que ficarão sem atendimento.

Se o morro é magro e alto, uma boa parte dele ficará acima dessa linha. Se o morro é largo e baixo, provavelmente ele inteiro ou, pelo menos, a maior parte dele ficará abaixo, ou seja, o mesmo sistema de saúde terá condições de atender a todas as pessoas que precisarem de internação. Isso é achatar a curva.

Como se achata? Fazendo com que a transmissão ocorra mais lentamente. Como? Pensando em comunidade, com o tal do isolamento social. Drástico? SIM! Necessário? SIM! O que é isso? Isso pode ser resumido em uma orientação apenas: SE PUDER FICAR EM CASA, FIQUE! Evite qualquer lugar com aglomeração e qualquer situação de um possível contágio. Isso já diminuirá as aglomerações e reduzirá as chances das pessoas que não podem ficar em casa serem infectadas.

Individualmente, a gente deve continuar se protegendo como nos é orientado sempre: lavar as mãos com sabão da forma correta e com muita frequência, usar álcool gel quando não é possível lavar as mãos, não tocar o rosto, evitar contato se tiver qualquer sintoma respiratório (coriza, tosse, espirro, febre, etc.), proteger boca e nariz em espirros e tosses ocasionais, etc.

Os sintomas da COVID-19 são os mesmos de um resfriado. Muitos de nós não pertencemos à categoria de maior risco. Se você é jovem e saudável, você provavelmente não vai morrer devido à infecção pelo coronavírus; na verdade, sua experiência pode não ser nada diferente de um resfriado. MAS, se você passar para a próxima pessoa, a experiência dela pode ser bem mais severa. Ou seja, sua experiência com a doença não é um indicador válido da gravidade da doença para a comunidade. Por isso o mundo está em alerta.

Até a Itália anunciar seu isolamento, grande parte da cobertura da mídia se concentrou no que cada um de nós pode fazer para impedir a captura do COVID-19. Ao focar no INDIVIDUAL, esquece-se o fato de que, para a POPULAÇÃO, as consequências dessa pandemia dependem TAMBÉM da rapidez e da amplitude com que o COVID-19 é transmitido a OUTROS.

Por isso, em vários países e também no Brasil, grandes eventos têm sido cancelados, assim como atividades escolares, esportivas e qualquer atividade que reúna grande quantidade de pessoas. Nós também podemos fazer isso sozinhos. Se formos prudentes, evitando multidões, principalmente se estivermos um pouco doentes, podemos reduzir a taxa de transmissão e aumentar o tempo em que o vírus vai levar para infectar outras pessoas, levando ao tal “achatamento da curva”.

É para ter pânico? NÃO!

É para seguir as orientações das autoridades de saúde? CLARO QUE SIM!

Mas essas orientações não parecem pânico coletivo? Mudar sua rotina, lidar com a frustração de coisas sendo canceladas e aceitar a ideia do impacto econômico negativo que essas medidas vão gerar é difícil e, por isso, nossa tendência é classificar as medidas como exageradas. Mas elas são, de fato, as medidas que podem controlar a transmissão a uma taxa que nosso sistema de saúde poderá agir com eficiência.

Isso claramente reduzirá o número de mortes, por proporcionar condições de se tratar as eventuais complicações. Aceitar as recomendações e praticá-las reduz o pânico. Pânico é agir por impulso, sem considerar as consequências daquela ação e sem se importar com os outros: comprar todo o álcool gel e as máscaras do estoque da farmácia é pânico porque você sabe que não vai precisar daquilo tudo.

Deixar de visitar um parente querido idoso porque você e seus filhos estão indo ao trabalho e à escola e tendo contato com todo tipo de gente é CUIDADO.

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A mesma figura, mas em português!

Muletas linguísticas

Você já ouviu falar de “muletas linguísticas”? São expressões classificadas como cacoetes; expressões da moda. Por dependerem do uso, muitas vão e vêm.  São locuções, frequentemente vazias, usadas para ligar diferentes partes de um texto.

Na linguagem falada elas podem servir como apoio enquanto se pensa um pouco melhor na frase que se seguirá. Quer alguns exemplos? Aí vão:

Tipo

A palavra “tipo”, na fala, acabou se transformando na pontuação pós-moderna da geração “zap-zap”: “Hoje (tipo) eu (tipo) busco a independência (tipo) financeira.”

O “tipo” já se tornou um velho conhecido… Há tempos ele vem sendo empregado de maneira aleatória e fora de sua significação. Quando empregado de maneira viciosa, ele serve, “tipo”, como uma pontuação na frase:

(tipo) Ele nem perguntou se a gente queria que ele fosse (tipo), foi logo se oferecendo (tipo), superinconveniente!

Percebeu que, se retirarmos a expressão “tipo que”, o significado da frase não é alterado em absolutamente nada?

Meio que

Quem nunca ouviu a vazia expressão “meio que”? Em uma rápida pesquisa por microblogs, há centenas de registros como:

“A gente vive em um país (meio que) ditatorial.”

Não se desespere se você está se sentindo “meio que” revelado neste texto sobre cacoetes linguísticos. Conhecer o “inimigo” é fundamental para enfrentá-lo!

Tipo assim:

Quem achou, alguns anos atrás, que o “tipo assim” seria uma moda passageira entre os falantes, principalmente entre os adolescentes (grandes inovadores da linguagem!), enganou-se. Ele permanece por aí, marcando presença até mesmo nos textos escritos! Formalmente, ele não possui valor algum:

Acordei às 9:00 da manhã, (tipo assim) superatrasado!

Cara

E o conhecido vocalista de um grupo brasileiro (não vou dizer o nome…) completamente viciado no termo “cara”?

“Brasília, (cara), é uma terra, (cara), de poetas, (cara)!”

O uso excessivo dessa muleta ganhou tanta repercussão que o (cara) foi satirizado pelos caminhos rancorosos da Internet.

Gerundismo (esse é dose…)

Pode-se dizer hoje que vários clientes irritam-se com a moda do gerundismo, daqueles locutores do “a gente vai estar verificando…”.

Por quê? Justamente porque o atendimento telefônico, entre cliente e empresa, subentende o critério profissional, da objetividade, da eficácia.

Nós já identificamos o problema e estaremos trabalhando para resolvê-lo para você estar tendo uma melhor qualidade no serviço contratado”.

Quem nunca foi vítima desse cacoete linguístico? O gerundismo é considerado um vício de linguagem, um modismo que utiliza de maneira inadequada a forma nominal gerúndio. Na tentativa de reforçar uma ideia de continuidade de um verbo no futuro, acabamos complicando o que já é suficientemente complicado, e o que antes podia ser dito de maneira mais econômica e direta foi substituído por uma estrutura que prefere utilizar três verbos em vez de apenas um ou dois.

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O importante é saber que a língua é do falante, sem ele a língua não existe. Importante também ter em mente que a principal finalidade do idioma é a comunicação, e então, quando se alerta sobre os cacoetes (ou muletas linguísticas), estamos lembrando que existem duas vertentes da língua, a coloquial e a língua padrão, e espera-se que a gente entenda que, para cada situação, uma dessas linguagens é a mais adequada!

Fontes:
exame.abril.com.br
wikipedia
alunosonline.uol.com.br