365 Sementes de Amor – e-book Kindle

Olha que legal esse e-book! Está lá na Amazon.

Indicado para todos os corações apaixonados… 365 SEMENTES DE AMOR – 365 SEEDS OF LOVE é um e-book bilingue (português / inglês) que está destinado a todas as pessoas que estão abertas e dispostas a cultivar o amor e, além disso, estudar ou aprimorar o seu inglês.

O livro esclarece que o Amor não se limita a um encontro, sua base verdadeira é conexão e seu objetivo é a interconexão.

Sua estrutura real é infinita. Sempre há inúmeras possibilidades. Na verdade, não são apenas 365 dias, o Amor em sua inteireza se abre para uma miríade de afagos, ternura e bem-querer na eternidade do tempo, do seu tempo afetivo.

Aliás, do tempo afetivo do casal. O Amor faz seu próprio tempo. Uma carícia pode durar segundos, mas pode ficar registrada na memória por anos. A demonstração dedicada de carinho pode sustentar uma relação afim de que ela se torne estável e duradoura.

O e-book é fácil e rápido de ler, basta para isso baixar o app do Kindle no seu tablet ou celular… Vai ficar com uma cara parecida com esta:

Ou ler diretamente no seu Kindle, que vai ficar mais ou menos assim:

É baratinho, custa menos que uma Nha Benta da Kopenhagen… O link da Amazon está aqui:

 

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Uma viagem pela medicina do passado… em fotos arrepiantes!

Medicina, derivada do latim ars medicina, significa a arte da cura.

O conceito de Medicina tradicional refere-se a práticas, abordagens e conhecimentos, incorporando conceitos materiais e mentais, técnicas manuais e exercícios, aplicados individualmente ou combinados, a indivíduos ou a coletividades, de maneira a tratar, diagnosticar e prevenir doenças, ou visando a manter o bem-estar.

Essa arte da cura evoluiu com o passar do tempo, mas eu penso que essas descobertas foram realizadas no passado mais ao acaso do que propriamente por meio de pesquisas. Claro, os cientistas sempre fizeram pesquisas, mas as tentativas e erros – e seus resultados muitas vezes infelizes – certamente ditaram as práticas médicas durante muito tempo.

Veja o caso de Hipócrates, por exemplo. Ele é considerado o pai da medicina e procurava detalhes nas doenças de seus pacientes para chegar a um diagnóstico, utilizando explicações sobrenaturais, devido à limitação do conhecimento da época (e não poderia ser de outro jeito, certo?). Ou Alexander Fleming, que descobriu a penicilina por acaso ao observar que as colônias de bactérias não cresciam próximo ao mofo de algumas placas de cultura.

Hoje em dia, certas práticas do passado parecem coisas absurdas, mas refletem o esforço dos médicos em descobrir as curas para seus pacientes. Eles faziam de tudo, como hoje, para salvar seus semelhantes, ou, pelo menos, aliviar sua dor…

Não sei o motivo, mas os médicos usavam essas máscaras durante a Peste Negra, na Europa. Os bicos continham substâncias perfumadas, para aliviar o cheiro dos corpos putrefatos que se espalhavam pelas ruas das cidades.

Crianças que sofriam de poliomelite, filhas de pais abastados, viviam nesses “pulmões de aço”, como eram chamados, antes do advento da vacina contra a polio. É um tipo de ventilador que permite a uma pessoas respirar em caso de paralisia dos músculos da respiração. Muitas crianças viveram por meses nessas máquinas, mas nem todas sobreviviam. A foto é de 1937, nos Estados Unidos.

Esse “remédio para mulheres”, muito comum no começo do século passado, era indicado para “purificar o sangue”, especialmente quando a mulher estivesse “naqueles dias”. Resolvia também constipação, a TPM, problemas no fígado e bronquite (segundo o fabricante). Era feito com um composto de 19 ervas não totalmente identificáveis, e por isso mesmo foi proibido pelo governo dos Estados Unidos, em 1905.

Antes da cirurgia plástica se desenvolver, os acidentes e defeitos no rosto eram disfarçados por esses itens. Quem assistiu o seriado “Boardwalk Empire”, da HBO, vai se lembrar de um personagem, ferido no rosto na Primeira Guerra Mundial, que usava um disfarce igual ao que vemos no meio da foto, indicado por uma discreta seta.

Esse era o kit que os cirurgiões no exército do Norte usavam durante a Guerra Civil americana. Poucos médicos tinham experiência em cirurgias, e na verdade, o que eles mais faziam eram amputar os membros…

O médico ortopedista americano Lewis Sayre criou esse método para tentar curar a escoliose. Ele suspendia o paciente até “corrigir” a curvatura da espinha e, a seguir, fazia um colete de gesso, imobilizando o corpo.

Era essa a roupa de proteção dos técnicos em radiologia, na França, durante a Primeira Guerra Mundial.

Foto de um dos primeiros “procedimentos cirúrgicos” em que usaram o éter como anestésico. Provavelmente em 1855, nos Estados Unidos, no período em que os brancos invadiram as terras indígenas e dizimaram seus habitantes.

A legenda explica que esse era um procedimento comum no final do século 19 e começo do século 20. No tratamento de problemas mentais, costumava-se dar o “tratamento da água”. Primeiro, o paciente recebia um laxante, para limpar tudo por dentro. Depois, tomavam banhos quentes ou frios, que poderiam durar horas ou dias. Para acalmá-los. Então, eram embrulhados em toalhas molhadas, porque supostamente o choque do corpo quente em contato com a toalha molhada com água fria teria um efeito relaxante. E ficavam assim, imobilizados,  por horas…

Essas foram lâminas usadas em cirurgias na China durante muitas décadas, de 1800 até por volta de 1920. Cada tipo de lâmina era projetado para um uso específico. Tinha lâmina para se operar varizes, para hemorroidas, etc etc…

Este aparelho, inventado em 1878 por um médico americano, Dr. Clarke, era destinado ao tratamento da escoliose. O Dr. Clarke era um concorrente do dr. Lewis Sayre, mencionado acima…

 

É um alívio saber que os tratamentos evoluíram tanto, não é mesmo? Mas… O que será que, no futuro, as pessoas dirão da medicina de hoje?

 

 

 

 

O segredo nazista brasileiro

É década de 1930 no Brasil. Um time de futebol com jogadores negros ostenta uma bandeira com o Cruzeiro do Sul — e a suástica nazista. O gado da fazenda está marcado com o mesmo símbolo. Um retrato de Hitler está na parede do casarão. A foto do tal time foi encontrada na fazenda Cruzeiro do Sul, cujo nome explica a constelação que a nomeia. Mas e a suástica?

Campina do Monte Alegre é uma cidade de 5.000 pessoas, no interior de São Paulo. Ali, o rancheiro José Ricardo Rosa Maciel, o Tatão, descobriu um segredo que ficou escondido por 70 anos. “Eu cuidava dos porcos numa casa antiga. Um dia, eles quebraram uma parede e escaparam. Notei que os tijolos tinham caído. Foi um choque enorme.” Os tijolos tinham a marca da suástica. A parceira de Tatão, Senhorinha Barreta da Silva, estudava na Universidade de São Paulo e levou uma das peças para seu professor de história, Dr. Sidney Aguilar Filho.

TATÃO MOSTRA OS TIJOLOS DA FAZENDA (FOTO: GIBBY ZOBER)

“Fui até a fazenda, onde encontrei uma profusão de insígnias com a suástica, não só nos tijolos, mas em fotografias da época, marcas nos animais, bandeiras. Também achei uma história paralela sobre a transferência de 50 meninos de dez anos que foram tirados de um orfanato no Rio de Janeiro e levados para Campina do Monte Alegre em 1933. Nessas duas histórias, estava a presença da ideologia nazista”, afirma Aguilar Filho.

Depois de oito anos de pesquisa, apresentou em 2011 a tese “Educação, autoritarismo e eugenia: exploração do trabalho e violência à infância desamparada no Brasil (1930-1945)”. As crianças foram tiradas do orfanato Romão de Mattos Duarte, da Irmandade de Misericórdia. O primeiro grupo, com dez, saiu em 1933, depois mais 20 e outro de 20. Elas ficaram sob a custódia de Osvaldo Rocha Miranda, um dos cinco filhos do industrial Renato Rocha Miranda. A família era dona do famoso Hotel Glória e estava entre as mais ricas e influentes da então capital do Brasil. Com outros dois irmãos, Osvaldo era membro da Ação Integralista Brasileira, organização extremista de direita.

“Minha pesquisa se focou em que sociedade era essa, que Brasil era esse”, explica Aguilar Filho.  “Era uma cultura extremamente racista e preconceituosa. Na geração seguinte à abolição da escravatura, a estética era extremamente marcada pelo racismo. Com os olhos de hoje, é muito chocante”, diz Aguilar Filho.

EUGENIA BRASILEIRA

O artigo 138 da Constituição da época estabelecia que era função do Estado promover educação baseada em crenças eugênicas, ele aponta. No fim dos anos 1930, a Alemanha era o principal parceiro econômico do Brasil. Havia também, como consequência, fortes laços políticos, ideológicos e culturais. Aqui estava o maior partido nazista fora da Alemanha, com mais de 40 mil afiliados.

Aloysio da Silva e Argemiro dos Santos estavam na primeira leva. “Eles relatam um tratamento muito rígido, sujeito a punição física, sem permissão para deixar a fazenda sozinhos ou sem autorização, trabalho intensivo, com pouca ou nenhuma remuneração. Aloysio se refere a uma infância roubada e fala de escravidão. Argemiro não usa a palavra, mas confirma o uso sistemático da palmatória, violência física, chicotadas e punições”, afirma Aguilar Filho.

O TIME DE FUTEBOL DO CRUZEIRO DO SUL ERGUE A BANDEIRA COM O SÍMBOLO NAZISTA (FOTO: REPRODUÇÃO)

Maurice Rocha Miranda, sobrinho bisneto de Otavio e Osvaldo, nega que as crianças fossem “escravas” e diz que sua família deixou de apoiar os nazistas muito antes da Segunda Guerra.

Mas a história dos dois sobreviventes — que nunca mais se encontraram — é curiosamente similar. Ainda vivendo perto da Cruzeiro do Sul, Aloysio, 90, relembra quando foi levado do orfanato. Com doces e “lábia”, Osvaldo disse que daria a eles uma nova vida. “Ele prometeu o mundo. Mas não era nada daquilo. Nós recebemos enxadas, uma cada. Para tirar o capim, para limpar a fazenda. Fiquei preso porque me enganaram. Fui trapaceado. Esquentou meu sangue”, diz Aloysio. Os meninos eram chamados por números. Aloysio era o 23. Dois cães de guarda mantinham os garotos comportados.

Outro sobrevivente, Argemiro dos Santos, 89, vive em Foz do Iguaçu. “Na fazenda havia fotografias de Hitler, e o tempo todo você era forçado a saudar com o ‘anauê’, a saudação alemã”, ele diz. O “anauê” era, na verdade, a saudação dos integralistas, gesto idêntico ao “sigheil” da Alemanha hitlerista.

Numa dessas ironias da vida, Argemiro escapou da fazenda para se juntar à Marinha, indo à Europa lutar contra o führer cujos admiradores foram seus captores…

 

 

 

 

 

Fontes:

BBC

Galileu

Por que um Nokia tijolão foi o grande sucesso da maior feira de celulares?

Em um ano em que nenhuma marca conseguiu surpreender em seus lançamentos de  celular na MWC (Mobile World Congress), maior feira de telefonia do mundo que acontece em Barcelona, quem se saiu melhor foi quem olhou para trás. Isso mesmo, em vez de tentar inovar e criar algo nunca antes visto, a Nokia voltou ao mercado de telefonia com o seu maior sucesso de vendas, o Nokia 3310.

Assim que os rumores começaram, antes mesmo da feira, já havia um grande burburinho. Seria verdade? O celular indestrutível, com bateria longa e teclado físico voltaria? Sim, já no domingo (26), o anúncio foi feito. E não teve para mais ninguém.

O celular é bem parecido com aquele do começo do anos 2000, sem Android ou iOS, sem 3G/4G, e sem apps. É bom lembrar que neste ano completamos dez da apresentação do iPhone, que trouxe os smartphones para o mercado.

Mas por que um celular “velho” é o maior sucesso quase vinte anos depois?

Não foi só você que ficou curioso sobre o novo Nokia 3310, o estande era um dos mais cheios da feira

A primeira coisa é que a notícia impactou jornalistas, formadores de opinião e moradores de grandes cidades, que costumam ser muito conectados. Os comentários incrédulos de um celular sem internet e, pior, sem WhatsApp em 2017. Ouvi muitos comentários de: “se pelo menos tivesse WhatsApp seria uma ótima para minha mãe”. (Falarei do celular para mãe ou simples mais para frente).

Logo veio o ideal da desconexão. As pessoas estão ultraconectadas e querem voltar “ao mundo real” e ter um celular como antigamente, em que um telefone era para falar e mandar SMS, no máximo. Claro, existe essa parcela da população, mas como o próprio presidente da HMD Global, empresa finlandesa que adquiriu os direitos da Nokia, que eram da Microsoft, Florian Seiche, falou ao UOL, não é só isso.

A nostalgia e o saudosismo também fazem com que aqueles com mais de trinta lembrem com carinho dos primeiros celulares que permitiam falar com qualquer pessoa por telefone fora de casa. O 3310 original vendeu mais de 126 milhões de unidade na época. Esse é um filão de mercado que vem sendo bem aproveitado pela onda vintage. E assim, a um custo muito menor que a produção de smartphones, a empresa atendeu a inúmeros pedidos de fãs.

Mas existe todo um mundo além da vida conectada. Metade da população do mundo ainda não tem smartphones. Segundo pesquisa do Strategy Analytics em 88 países lançada no final do ano passado, em 2016 eram 39% com acesso a celulares com internet, número que deve chegar em 44% só no final de 2017. Essas pessoas ou não têm celular ou usam aparelhos similares ao Nokia de dez anos atrás.

Telefones com teclado físico ainda são vistos em diversos estandes da MWC

No Brasil, de acordo com o Pew Research Center, só 41% das pessoas têm um smartphone. Uma pesquisa do Facebook e Internet.org lançada na feira mostra que são 70 milhões de brasileiros sem conexão com a internet.

Dados da Anatel de janeiro de 2017 indicam que existem 243,42 milhões de linhas móveis em operação no país, número que caiu em relação ao ano passado porque muitas pessoas estão deixando de ter mais de um chip – seja porque a tarifa entre operadoras caiu ou pela crise econômica.

Além disso, nossa rede é composta majoritariamente (67%) por planos pré-pagosque ou não têm internet ou têm acesso limitado, sendo a maioria das conexões em 3G (o 4G ainda é uma pequena parcela).

Outro fator que pode influenciar o desejo das pessoas por um aparelho sem internet como o 3310 é a troca da linha fixa pela móvel, para ser o telefone da “casa”. A cada mês cai o número de linhas fixas no país, hoje são cerca de 40 milhões. A troca serve para quem quer gastar menos ou vive em áreas em que existe o sinal 2G, mas não o 3G/4G. Para José Otero, diretor para América Latina e Caribe da 5G Americas, as tarifas da telefonia móvel estão caindo e incentivam essa troca.

Uma boa jogada de Marketing

Vamos voltar à sua mãe. O novo Nokia 3310 pode ser um aparelho para pessoas mais velhas que não usem internet no celular e preferem o teclado físico e também para crianças pequenas — ser mais “indestrutível” é um ponto favorável.

Mas se a sua mãe usa (e muito) o zapzap, a Nokia também tem um aparelho para ela. O Nokia 3, por exemplo, é um celular com Android e WhatsApp bem simples e bonito que custa R$ 500 (convertidos do euro).

Junto com o 3310, a empresa lançou três smartphones. Um deles, inclusive já foi sucesso de vendas na China. Com o lançamento do 3310, mesmo que as vendas não sejam uma maravilha, os gastos não são muitos e, com certeza, o retorno em exposição de marca foi um dos melhores dos últimos anos no segmento.

Você pode não comprar o 3310, mas agora que todo mundo só falou nele, talvez você dê uma chance para os outros aparelhos da marca.

O que mais tivemos na feira?

Os lançamentos das demais marcas agradaram, mas nada muito inovador. A LG anunciou uma tela um pouco mais comprida que o usual no G6, a Motorola lançou sua linha de celulares intermediários G5 com corpo de metal, a Sony trouxe supercâmera lenta para seus top de linha e a Samsung se viu obrigada a atrasar o lançamento de seu celular premium Galaxy S8. A Alcatel lançou uma linha com traseira com luz de LED personalizável e a Sony trouxe ainda uma tela projetada touch.

 

 

 

fonte:

UOL

Nanotecnologia teria sido descoberta na Roma Antiga

 

A nanotecnologia é muito mais antiga do que se pensava. Evidências recentes sugerem que os artesãos romanos criaram o Cálice de Licurgo com ajuda da nanotecnologia há 1600 anos!

O cálice retrata a história do rei Licurgo, que está preso em um emaranhado de videiras como um castigo pela traição cometida contra Dionísio. O objeto romano é conhecido por ser iluminado pela frente, com uma cor verde. Mas parece vermelho quando iluminado por trás.

O segredo por trás dessa mágica está na nanotecnologia*. Uma análise de pequenos fragmentos quebrados do vidro do cálice revelaram partículas de prata e de ouro tão pequenas que seria preciso mil delas para alcançar o diâmetro de um grão de sal refinado.

Os pesquisadores especulam que os romanos moíam as partículas de metal até que mil delas correspondessem ao tamanho de um único grão de areia. Em seguida, essas partículas de ouro e prata eram misturadas com o vidro. Cada pedaço tinha 50 nanômetros de diâmetro. Isso faz dos antigos romanos os pioneiros da nanotecnologia.

A mudança de cor acontece quando a luz bate no vidro. Isso faz os elétrons dos metais ali contidos vibrarem de tal forma que alteram a cor dependendo da posição do observador. Os pesquisadores também suspeitaram que, quando a taça estava cheia de líquido, isso também alteraria a interação dos elétrons e a cor do vidro.

Como não era possível encher o cálice de líquido, os pesquisadores fizeram pequenos furos em uma plataforma de plástico e espalharam nanopartículas de ouro e prata, assim como os antigos romanos haviam feito no vidro do cálice. Dependendo do líquido, cores diferentes apareciam. Verde claro para água e vermelho para óleo, por exemplo.

Esse protótipo que os cientistas fizeram mostrou-se 100 vezes mais sensível para variações no nível de sal nas soluções testadas do que os sensores comerciais atuais, que utilizam técnicas similares. Atualmente, alguns tipos de testes de gravidez são exemplos de usos de fenômenos de mudança de cor baseados em nanotecnologia.

No futuro, a tecnologia pode ser adaptada para a criação de dispositivos móveis capazes de detectar patógenos em amostras de saliva ou urina, ou ainda para impedir que terroristas entrem em aviões carregando líquidos perigosos, entre outras coisas.

O Cálice de Licurgo original, datado do século 4,  foi adquirido na década de 1950 pelo Museu Britânico, onde permanece em exposição.

 

*Nanotecnologia – 

Nanotecnologia é um termo usado para referir-se ao estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, ou seja, é a ciência e tecnologia que foca nas propriedades especiais dos materiais de tamanho nanométrico. O principal objetivo  é criar novos materiais, novos produtos e processos a partir da capacidade de ver e manipular átomos e moléculas.

O nome foi citado pela primeira vez por Richard Feynman em dezembro de 1959 e definido pela Universidade Científica de Tóquio em 1974. Mas foi somente a partir do ano 2000 que a nanotecnologia começou a ser desenvolvida e testada em laboratórios.

A base do uso da nanotecnologia é o nanômetro, uma unidade de medida assim como o quilômetro, o metro e o centímetro. Ele equivale a um bilionésimo de metro, o que abre espaço para muitas possibilidades, mas também traz grandes desafios para se conseguir trabalhar em uma escala tão minúscula. A maior prova dessa dificuldade está no fato de que apenas laboratórios e indústrias que têm equipamentos de alta precisão conseguem lidar com essa tecnologia.

As possibilidades de aplicação

Com a nanotecnologia será possível, por exemplo, otimizar os efeitos de remédios, levando-os diretamente para onde são necessários dentro do corpo, o que diminuiria a toxidade das drogas, os efeitos colaterais e as dosagens. Também será possível fazer algo parecido em tratamentos como o do câncer, atacando apenas as células defeituosas.

Já existem alguns produtos que são resultado do uso da nanotecnologia. Dentre esses, merecem destaque os microprocessadores. Toda vez que os processadores evoluem, é necessário usar um novo processo de produção com uma escala menor, para poder fabricar as partes internas dele (que atualmente já são fabricados em 45 nanômetros) e assim diminuir seu tamanho e o consumo de eletricidade. É graças às pesquisas e ao desenvolvimento da nanotecnologia que hoje é possível termos equipamentos cada vez menores, e com maior poder computacional.

Imagem de um circuito integrado, ampliada 2400 vezes, cuja evolução se dá graças à nanotecnologia.

Além dos microprocessadores, a nanotecnologia já está presente em alguns tecidos com características especiais, em equipamentos médicos como cateteres, válvulas cardíacas, marca-passo, implantes ortopédicos, além de protetores solares, produtos para limpar materiais tóxicos, sistemas de filtração do ar e da água, vidro autolimpante, coberturas resistente a arranhões, curativos antimicrobianos, limpadores de piscinas, desinfetantes e muitas outras soluções.

O impacto da tecnologia

Além das dificuldades técnicas, o desenvolvimento da nanotecnologia esbarra em aspectos sociais e ambientais que levantam muitas discussões e questionamentos. Existe muito debate sobre as implicações futuras da nanotecnologia, pois os desafios são parecidos aos de desenvolvimentos de novas tecnologias. Dentre as discussões, estão as questões sobre a toxicidade e o impacto ambiental causado pelo uso dos nanomateriais e os potenciais efeitos disso na economia global.

Todas essas questões levantam a necessidade de uma regulação sobre nanotecnologia e outras burocracias. Por causa disso, o desenvolvimento dessa área pode demorar.

 

 

Com a colaboração de Clene Salles.

 

 

 

Fonte:

universocetico.blogspot.com.br

Smithsonian

tecmundo.com.br

 

Dormir pelado faz bem para saúde?

Como você dorme? Prefere pijamas de algodão ou de seda? De acordo com a ciência, a melhor opção, na hora de dormir, é ir para cama do jeito que você veio ao mundo: totalmente sem roupas! Parece até brincadeira algo assim ter sido estudado por pesquisadores, mas os argumentos que eles têm a respeito do assunto são válidos e muito convincentes, quer ver?

 Confira, abaixo, alguns motivos cientificamente comprovados pelos quais você precisa dormir pelado de hoje em diante e se prepare para jogar pela janela todos os seus pijamas:

1. Dormir melhor

De acordo com estudos, quando a gente dorme, nossa frequência cardíaca fica mais lenta, diminuindo assim a temperatura corporal. Quando um pijama é usado, esse processo pode ser atrapalhado, já que muitos tecidos fazem o corpo ficar mais quente que o normal. Isso, segundo os cientistas, pode atrapalhar a qualidade do sono. Aliás, muitos casos de insônia estão diretamente ligados à temperatura corporal durante o sono.

2. Mais atraente

É assim que você vai se sentir quando passar a dormir pelado. Conforme a ciência diz, a alta temperatura do corpo à noite interrompe também a produção natural de melatonina e alguns outros hormônios anti-envelhecimento. A longo prazo, isso faz as pessoas se sentirem menos atraentes e pode realmente deixar a pele e os cabelos menos saudáveis.

 3. Emagrece

Isso mesmo, estudos apontam que ir para a cama sem roupas melhora a qualidade do sono e, como consequência, permite que a sensação de fome seja controlada. Isso porque, dormindo bem, o corpo produz menos cortisol, o hormônio do estresse; assim, os níveis de energia (e de fome) ficam sob controle, já que pessoas estressadas tendem a comer mais compulsivamente.

4. Mais sexo

Dormindo pelado, você vai dormir melhor, emagrecer e, de quebra, deixar seu relacionamento mais feliz. Isso porque quem dorme sem roupas, consequentemente, faz mais sexo! Especialistas dizem que tudo está relacionado à produção de ocitocina, hormônio responsável pelos “apetite” (se é que você me entende…) e que também é fabricado pelo corpo durante o sono.

5. Muito mais fácil

Já pensou como é inútil é colocar uma roupa apenas para dormir e, no dia seguinte, tirá-la para colocar uma roupa “social”? Pois é, além de não ter que gastar mais com pijamas, as pessoas que dormem sem roupas pulam esse processo socialmente imposto e, claro, têm um modo de dormir mais simples… como se precisássemos de mais um motivo para convencer você dos benefícios de ir para cama pelado, não é mesmo?

 

Mas a coisa não para por aí. As pesquisas e estudos avançaram mais e procuraram responder a outras perguntinhas…

Com ou sem calcinha?

“O fato em si não é tão determinante pensando em saúde”, afirma Márcia Araújo, da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). “O que as mulheres têm que ter em mente é que a vagina precisa de ventilação”, explica a ginecologista.

Usar pijamas quentes e muito fechados, o que pode ser inevitável no inverno, prejudica a ventilação na vagina. As bactérias que causam secreção vaginal não gostam de ar, então quanto mais fechado e com pouco vento, maior é a possibilidade de infecção. Já os fungos, gostam de locais quentes e úmidos, características também encontradas na vagina se não há ventilação.

Mas isso não quer dizer que é obrigatório dormir pelada. Escolher o tecido da calcinha já resolve.

“As mulheres têm glândulas na vagina que produzem secreções e transpiram. Como tecidos sintéticos são impermeáveis, eles deixam a região ainda mais quente e úmida. Se você usar uma calcinha de tecido natural, como algodão, ela garante a absorção e deixa arejado”, diz Bárbara Murayama, ginecologista e coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

Se você é da turma que prefere tirar a roupa, lembre-se de tomar alguns cuidados. “Quando a mulher começa a dormir sem calcinha pode ter alergia. Isso porque devemos lavar calcinhas com sabonete mais neutro, mas ao dormir pelada a vagina tem contato com o lençol, que tem resquícios de produtos mais fortes, como sabão em pó, que podem irritar a região”, afirma Murayama.

Mas e o sutiã na hora de dormir?

Segundo Murayama, é desnecessário. “Ele pode machucar a mama, normalmente aperta, pressiona e pode causar dores musculares. Nós não conseguimos moldar os seios com sutiã ou deixar mais durinho, então não há motivos para dormir com ele”.

Já para Araújo, o sutiã tem seus benefícios. “Se for sem ferrinho, sem costura e pouco rígido ajuda a deixar a mama no lugar e melhora a drenagem linfática, ajudando a perder o desconforto na TPM, por exemplo”.

Coloca a cueca ou tira a cueca?

Pode escolher entre boxer, samba canção ou ao ar livre. A regra para os homens é a mesma: pode escolher desde que não esquente demais.

“No ponto de vista médico, o que acontece é que o testículo tem que trabalhar a 35°C, mais gelado que o corpo”, afirma Alex Meller, urologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Caso a cueca ou o pijama esquentem demais, a produção de esperma é retardada, e os espermatozoides podem sair em menor quantidade e pior qualidade. O bebê não terá nenhum problema por isso, mas fica mais difícil engravidar”.

Caso não deixe a região pegando fogo, dormir de cueca está liberado. Além disso, também é importante prestar atenção no tecido da peça. “O algodão absorve melhor o suor, deixa arejado e dá menos alergia, é preferível aos tecidos sintéticos que esquentam, deixam úmido e podem dar irritações”, explica Meller.

Um lado bom para quem dorme pelado é o estimulo causado no pênis. “O pênis precisa ser estimulado para manter uma ereção saudável. De alguma forma, quando você dorme pelado você aumenta o estímulo ao se mexer nos lençóis, isso tem valor para a ereção ficar mais saudável”, diz Meller.

 

Bem, aí está. Fiz a minha escolha saudável há muuuuitos anos. Espero que, depois de ler isto, você possa fazer a sua!

 

 

 

 

 

Fonte:

UOL Saúde, Maria Júlia Marques

fatosdesconhecidos.com

Meus votos de Feliz Natal a todos!

(Hamlet, Ato 1, Cena 1):

Some says that ever ‘gainst that season comes

Wherein our Saviour’s birth is celebrated,

The bird of dawning singeth all night long:

And then, they say, no spirit dares stir abroad;

The nights are wholesome; then no planets strike,

No fairy takes, nor witch hath power to charm,

So hallow’d and so gracious is the time.

Alguns dizem que sempre, pouco antes de chegada a estação

em que o aniversário de nosso Salvador é celebrado,

o pássaro da aurora canta a noite toda,

e então, dizem, nenhum espírito ousa vagar…

As noites são íntegras, nenhum planeta golpeia,

nenhuma fada encanta, nenhuma bruxa tem poder o poder de enfeitiçar,

tão louvada e graciosa é a época.

Então, eu te trouxe isto:

FELIZ NATAL e FELIZ ANO NOVO!