Já ouviu falar em fazenda de likes?

Quadro com vários celulares conectados à internet servia para impulsionar cliques

 

Uma curtida ali, um compartilhamento ali. A vida conectada faz com que muitas pessoas (e empresas) “lutem” diariamente para contabilizar o maior número de likes possíveis em seus perfis nas redes sociais. Agora, quando a estratégia adotada é contratar uma fazenda de curtidas para atingir o objetivo, tudo soa um tanto quanto bizarro, não?!

Mas a verdade é que esse tipo de prática tem se tornado cada vez mais comum pelo mundo. O chamado cultivo de likes funciona mesmo como uma produção em grande escala. Um monte de smartphones ficam conectados à internet 24 horas por dia e sete dias por semana e vão gerando curtidas e compartilhamentos aleatório nas páginas e perfis das empresas e pessoas contratantes do serviço. Outro tipo de fraude possível com essa técnica é tentar enganar os sistemas de publicidade que cobram por clique. Quanto mais um banner receber cliques, maior será o preço que o anunciante deverá pagar por ele.

É estranho, mas as pessoas são contratadas exatamente para ficarem dando os cliques nas páginas. Também é possível controlar os dispositivos por meio de um computador. Recentemente um vídeo até viralizou por mostrar uma fazenda de likes. O local teria mais de 10 mil celulares prontos para o cultivo dos likes…

Um outro vídeo, divulgado pela agência de notícias tailandesa mostra parte da ação da polícia local responsável pela prisão de três chineses. Cerca de 500 celulares que funcionavam para impulsionar cliques foram encontrados no local.

Os telefones eram usados para aumentar falsamente as visualizações de um site de venda de produtos. Apesar de a prática ser polêmica, ela não é considerada ilegal na Tailândia. As três pessoas foram presas devido a problemas com vistos de trabalho. Especialistas acreditam que as fazendas de likes funcionem, principalmente, na China e na Rússia. A ilegalidade disso não é regra no mundo todo. Por essa razão, o fato ganhou notoriedade.

No Brasil, por enquanto, nenhuma prática parecida foi descoberta.

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365 Sementes de Amor – e-book Kindle

Olha que legal esse e-book! Está lá na Amazon.

Indicado para todos os corações apaixonados… 365 SEMENTES DE AMOR – 365 SEEDS OF LOVE é um e-book bilingue (português / inglês) que está destinado a todas as pessoas que estão abertas e dispostas a cultivar o amor e, além disso, estudar ou aprimorar o seu inglês.

O livro esclarece que o Amor não se limita a um encontro, sua base verdadeira é conexão e seu objetivo é a interconexão.

Sua estrutura real é infinita. Sempre há inúmeras possibilidades. Na verdade, não são apenas 365 dias, o Amor em sua inteireza se abre para uma miríade de afagos, ternura e bem-querer na eternidade do tempo, do seu tempo afetivo.

Aliás, do tempo afetivo do casal. O Amor faz seu próprio tempo. Uma carícia pode durar segundos, mas pode ficar registrada na memória por anos. A demonstração dedicada de carinho pode sustentar uma relação afim de que ela se torne estável e duradoura.

O e-book é fácil e rápido de ler, basta para isso baixar o app do Kindle no seu tablet ou celular… Vai ficar com uma cara parecida com esta:

Ou ler diretamente no seu Kindle, que vai ficar mais ou menos assim:

É baratinho, custa menos que uma Nha Benta da Kopenhagen… O link da Amazon está aqui:

 

Uma viagem pela medicina do passado… em fotos arrepiantes!

Medicina, derivada do latim ars medicina, significa a arte da cura.

O conceito de Medicina tradicional refere-se a práticas, abordagens e conhecimentos, incorporando conceitos materiais e mentais, técnicas manuais e exercícios, aplicados individualmente ou combinados, a indivíduos ou a coletividades, de maneira a tratar, diagnosticar e prevenir doenças, ou visando a manter o bem-estar.

Essa arte da cura evoluiu com o passar do tempo, mas eu penso que essas descobertas foram realizadas no passado mais ao acaso do que propriamente por meio de pesquisas. Claro, os cientistas sempre fizeram pesquisas, mas as tentativas e erros – e seus resultados muitas vezes infelizes – certamente ditaram as práticas médicas durante muito tempo.

Veja o caso de Hipócrates, por exemplo. Ele é considerado o pai da medicina e procurava detalhes nas doenças de seus pacientes para chegar a um diagnóstico, utilizando explicações sobrenaturais, devido à limitação do conhecimento da época (e não poderia ser de outro jeito, certo?). Ou Alexander Fleming, que descobriu a penicilina por acaso ao observar que as colônias de bactérias não cresciam próximo ao mofo de algumas placas de cultura.

Hoje em dia, certas práticas do passado parecem coisas absurdas, mas refletem o esforço dos médicos em descobrir as curas para seus pacientes. Eles faziam de tudo, como hoje, para salvar seus semelhantes, ou, pelo menos, aliviar sua dor…

Não sei o motivo, mas os médicos usavam essas máscaras durante a Peste Negra, na Europa. Os bicos continham substâncias perfumadas, para aliviar o cheiro dos corpos putrefatos que se espalhavam pelas ruas das cidades.

Crianças que sofriam de poliomelite, filhas de pais abastados, viviam nesses “pulmões de aço”, como eram chamados, antes do advento da vacina contra a polio. É um tipo de ventilador que permite a uma pessoas respirar em caso de paralisia dos músculos da respiração. Muitas crianças viveram por meses nessas máquinas, mas nem todas sobreviviam. A foto é de 1937, nos Estados Unidos.

Esse “remédio para mulheres”, muito comum no começo do século passado, era indicado para “purificar o sangue”, especialmente quando a mulher estivesse “naqueles dias”. Resolvia também constipação, a TPM, problemas no fígado e bronquite (segundo o fabricante). Era feito com um composto de 19 ervas não totalmente identificáveis, e por isso mesmo foi proibido pelo governo dos Estados Unidos, em 1905.

Antes da cirurgia plástica se desenvolver, os acidentes e defeitos no rosto eram disfarçados por esses itens. Quem assistiu o seriado “Boardwalk Empire”, da HBO, vai se lembrar de um personagem, ferido no rosto na Primeira Guerra Mundial, que usava um disfarce igual ao que vemos no meio da foto, indicado por uma discreta seta.

Esse era o kit que os cirurgiões no exército do Norte usavam durante a Guerra Civil americana. Poucos médicos tinham experiência em cirurgias, e na verdade, o que eles mais faziam eram amputar os membros…

O médico ortopedista americano Lewis Sayre criou esse método para tentar curar a escoliose. Ele suspendia o paciente até “corrigir” a curvatura da espinha e, a seguir, fazia um colete de gesso, imobilizando o corpo.

Era essa a roupa de proteção dos técnicos em radiologia, na França, durante a Primeira Guerra Mundial.

Foto de um dos primeiros “procedimentos cirúrgicos” em que usaram o éter como anestésico. Provavelmente em 1855, nos Estados Unidos, no período em que os brancos invadiram as terras indígenas e dizimaram seus habitantes.

A legenda explica que esse era um procedimento comum no final do século 19 e começo do século 20. No tratamento de problemas mentais, costumava-se dar o “tratamento da água”. Primeiro, o paciente recebia um laxante, para limpar tudo por dentro. Depois, tomavam banhos quentes ou frios, que poderiam durar horas ou dias. Para acalmá-los. Então, eram embrulhados em toalhas molhadas, porque supostamente o choque do corpo quente em contato com a toalha molhada com água fria teria um efeito relaxante. E ficavam assim, imobilizados,  por horas…

Essas foram lâminas usadas em cirurgias na China durante muitas décadas, de 1800 até por volta de 1920. Cada tipo de lâmina era projetado para um uso específico. Tinha lâmina para se operar varizes, para hemorroidas, etc etc…

Este aparelho, inventado em 1878 por um médico americano, Dr. Clarke, era destinado ao tratamento da escoliose. O Dr. Clarke era um concorrente do dr. Lewis Sayre, mencionado acima…

 

É um alívio saber que os tratamentos evoluíram tanto, não é mesmo? Mas… O que será que, no futuro, as pessoas dirão da medicina de hoje?

 

 

 

 

Restos humanos eram remédio na Europa

Enquanto os europeus teciam coloridos relatos das temíveis tribos antropófagas do Novo Mundo, estavam consumindo restos mortais humanos em casa. Sob a desculpa de ser por razões medicinais… É mole?

Tudo vem do princípio do “igual cura igual”, que é bem mais antigo que a homeopatia que o prega. Hipócrates já tratava doentes mentais com alucinógenos. Se igual cura igual, o melhor remédio viria dos mortos – a morte, afinal, é a pior “doença”.

Assim, por séculos, corpos humanos foram administrados como remédios. Valia tudo: ninguém menos que Paracelso (1493-1541) recomendou sangue humano. Durante execuções, o povo se juntava em torno do condenado para tentar beber seu sangue. “O carrasco era visto como um grande curandeiro em países germânicos”, afirma Richard Sugg, da Universidade de Durham (Reino Unido), em Mummies, Cannibals and Vampires (sem tradução em nosso idioma). “A questão nunca foi: ‘Você deve comer carne humana’, mas ‘Que tipo de carne humana você pode comer?’”

O mais “poderoso” dos remédios de defunto, recomendado também por Paracelso, era a chamada mummia, cujo nome não dá margem para dúvidas. Múmias egípcias eram compradas de comerciantes árabes, moídas e transformadas em poções e pílulas. A mummia foi a droga porta de entrada para o canibalismo europeu. Depois dela, além do sangue dos condenados, também vieram coisas como gordura humana (servia para passar na pele) e caveira em pó (bom para dor de cabeça)…

E tudo começou por um erro de tradução medieval. “Mumiya” em árabe quer dizer betume ou asfalto, um produto natural vindo do solo e usado então para tratar uma enorme lista de aflições. A mesma palavra era usada para as múmias egípcias porque elas eram embalsamadas com betume. Confundindo ingrediente e produto final, os europeus passaram a comprar múmias e consumi-las.

Egípcios preparando uma múmia.

O rei Francisco I da França (1494-1547) sempre carregava uma bolsinha de mummia para consumir como se fosse rapé, ao menor sinal de problemas. Ninguém menos que o criador da química moderna, Robert Boyle (1627-1691), ainda dizia maravilhas sobre o tétrico medicamento.

Obviamente, não havia como o Egito dar conta da demanda europeia por múmias. Vez por outra, governantes tentavam encerrar o comércio, porque canibalismo é proibido pela sharia (que já então os europeus deviam achar excessivamente rígida). A Bíblia, por incrível que pareça, não proíbe explicitamente o canibalismo, apesar de tratá-lo como um escândalo e maldição ocasionalmente imposta por Deus.

Charlatões então saíam em busca de corpos recentes, principalmente de condenados, e os dissecavam em fornos, criando uma falsificação do produto inútil. A mummia continuaria nas prateleiras até, incrivelmente, o começo do século 20, quando a indústria farmacêutica começou a ser, finalmente, fiscalizada.

O canibalismo europeu seria eternizado na arte. Um pigmento renascentista chamado “marrom múmia” ainda adorna grandes clássicos em museus pelo mundo. Como este aqui:

Eugene Delacroix, autor de A Liberdade Liderando o Povo (1830), era um fã do pigmento de múmia.

 

 

Fontes:

The Gruesome History of Eating Corpses as Medicine, Maria Dolan, Smithsonian Magazine
Mummies, Cannibals and Vampires, Richard Sugg, Routledge

Aventuras na História

“Branca de Neve” completa 80 anos: algumas histórias

O lançamento do longa de animação “Branca de Neve e os Sete Anões” completa 80 anos em 2017. A produção da Disney teve sua estreia no Carthay Circle Theatre, em Hollywood, em 21 de dezembro de 1937, seguido do seu lançamento em todo os Estados Unidos em janeiro. Como todo clássico, há muitas histórias sobre sua produção pioneira. Veja algumas delas…

Para financiar a produção de “Branca de Neve e os Sete Anões”, Walt Disney pegou vários empréstimos e hipotecou, inclusive, sua própria casa. Até sua mulher, Lillian, achava que a animação seria um completo fracasso. Além disso, seu irmão Roy Disney tentou convencê-lo a desistir do filme.

Dunga tinha sido originalmente criado para ser um tagarela, mas os produtores e o próprio Walt não conseguiram encontrar uma voz que ficasse adequada para o anão careca. Em vez de falar, Dunga, às vezes, choraminga, sendo ingênuo e frequentemente alvo de brincadeiras dos demais. Ele também é o único do sete anões que não tem barba.

“Loucura de Disney”: assim era chamada na época a produção de “Branca de Neve e os Sete Anões”. O orçamento inicial da animação era de US$ 250 mil, muito maior do que qualquer outra produção da Disney até então. No final, o gasto atingiu mais de US$ 1,4 milhão, uma quantia enorme hoje em dia, imagine para 1937! Após o filme ser um sucesso, Walt Disney usou os lucros para construir os estúdios da Disney em Burbank.

A estreia do filme, em 1937, contou com a presença de estrelas de Hollywood, como Cary Grant, Shirley Temple, Judy Garland, George Burns, Charlie Chaplin, Marlene Dietrich e Ginger Rogers. Na época, em entrevista ao jornal “Los Angeles Times”, Chaplin disse, ao se referir ao anão Dunga, que a “Disney havia criado um dos maiores comediantes de todos os tempos”.

“Branca de Neve e os Sete Anões” foi um dos primeiros 25 filmes escolhidos para ser preservado na Biblioteca do Congresso Americano, em 1989, pelo Registro Nacional de Filmes (National Film Registry). Em 2008, o Instituto Americano do Cinema o escolheu como o mais importante filme de animação de todos os tempos.

“Branca de Neve e os Sete Anões” foi o primeiro filme com uma trilha sonora oficial. A animação da Disney, que é baseada no conto de fadas “Branca de Neve”, dos Irmãos Grimm, concorreu ao Oscar de melhor trilha sonora na premiação de 1938. O longa foi também o primeiro filme totalmente animado a ser lançado pela Disney.

Uma versão inicial da história incluía uma cena em que a rainha Má capturava o príncipe e o mantinha preso em seu castelo. Outra cena que ficou fora da versão final era uma em que os anões apareciam tomando ruidosamente a sopa e, em seguida, Branca de Neve os ensinava a comer como cavalheiros.

A atriz e dubladora americana Adriana Caselotti recebeu US$ 970 pela dublagem de Branca de Neve, o que equivaleria hoje a cerca de US$ 20.000,00, ou pouco mais de R$ 60.000,00 à cotação do dia. Apenas para efeitos de comparação, um dublador/locutor profissional no Brasil, com muitos anos de experiência e bastante requisitado para comerciais, pode chegar a um salário de cerca de R$ 10.000,00. Walt Disney firmou um estrito contrato com Caselotti, impedindo que ela “emprestasse” sua voz a outras produções, com exceção de pequenas participações em “O Mágico de Oz” (1939) e “A Felicidade Não Se Compra” (1946). Ela continuou fazendo a voz de Branca de Neve em várias ocasiões, gravando aos 75 anos, inclusive, “I’m Wishing” para o poço de desejos na Disneylândia.

A dançarina, coreógrafa e atriz americana Marge Champion serviu de inspiração para que os animadores da Disney (seu então marido, Art Babbitt, era animador e supervisionou grande parte da filmagem de referência) criassem a heroína de “Branca de Neve e os Sete Anões”. Marge também serviu de referência para a criação da Fada Azul em “Pinóquio” (1940).

As vozes da Rainha Má e da Bruxa Velha foram dubladas pela mesma atriz: a americana Lucille LaVerne. Para que a Bruxa tivesse uma voz completamente diferente, Lucille removeu um implante dentário, para fazer a dublagem. La Verne morreu menos de uma década depois de dublar a Rainha Má e a Bruxa Velha. Ela faleceu aos 72 anos em 4 de março de 1945, na Califórnia.

 

 

 

 

Fonte:

UOL

Esses nomes são de duplas sertanejas de verdade

Tem gente que é mesmo criativa ao escolher o nome com o qual vão buscar o sucesso na carreira artística.

O pessoal dessas duplas sertanejas caprichou… E se o sucesso não veio, pelo menos eles marcaram seu nome na história!

Eu mesmo vou criar uma dupla dessas: Cesto & Sentido. Hua hua!

Sei que este não é uma dupla, mas entra como bônus…

E agora, outro bônus: nomes de duplas que a gente gostaria de ver (além da minha, claro, Cesto & Sentido):

 

 

 

Os “poopootov” são armas bioquímicas…

Os “poopootov” – nome que faz referência aos coquetéis molotov, incendiários– foram utilizados em um protesto em Los Teques, subúrbio de Caracas, após o qual se popularizaram nas redes sociais e se espalharam pelas ruas.

Frascos com fezes são preparados por manifestantes contrários ao governo na Venezuela

A Inspetora Geral dos Tribunais da Venezuela, Marielys Valdéz, afirmou que as chamadas “poopootov” – bombas de fezes lançadas na polícia durante os protestos contra o presidente Nicolás Maduro– devem ser consideradas “armas bioquímicas”.

“É uma arma biológica (…). O uso de armas bioquímicas é um crime completamente tipificado que prevê penas severas”, declarou Valdéz em entrevista ao canal estatal VTV.

“O uso de armas ‘químicas’, neste caso fezes humanas e de animais, gera consequências (…), pode afetar a água e poluir terrivelmente. Pessoas especialmente vulneráveis, como crianças e idosos, podem contrair hepatite ou infecções com bactérias”, disse Valdéz.

Frascos com excrementos têm sido atirados contra policiais e membros da Guarda Nacional durante a atual onda de protestos contra Maduro, que já deixou 39 mortos e centenas de feridos desde o começo de abril.

Durante a última manifestação realizada em Caracas, jovens entrevistados pela agência de notícias AFP explicaram que decidiram usar as bombas de fezes diante do “aumento da repressão” por parte das forças do governo.