DEZ COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER PARA TORNAR O MUNDO PIOR

1. Ao ouvir algo bom a respeito de uma pessoa, encontre algo negativo para fazer o contraponto, assim você destrói todos os bons exemplos e deixa o mundo sem referência do belo, do justo e do bom.

2. Quando encontrar virtude fora dos limites do seu mundinho , dê um jeito de varrer para debaixo do tapete, e se não for possível, isto é, se a coisa ficar pública em caráter irreversível, jogue o máximo de lama sobre aquilo, inclusive inventando mentiras e distorcendo fatos e conceitos, assim você conseguirá convencer um monte de gente que as únicas certas e boas no mundo são as pessoas que concordam com você, acreditam nas coisas que você acredita e fazem as coisas como você julga que devem ser feitas, e com o tempo você terá afastado as pessoas e reunido um grupinho ao seu redor, e finalmente você será o centro das atenções.

3. Sempre que discordar de uma ideia, uma atitude, um comportamento, faça questão de demonstrar sua contrariedade, e quanto mais enfaticamente melhor, assim você contribui para disseminar antipatias.

4. Ao tomar conhecimento de uma notícia ruim ou ficar sabendo de um defeito ou tropeço de outra pessoa, divulgue rapidamente, seja portador das notícias ruins a respeito do mundo e das pessoas e estabeleça para si mesmo o propósito de ser a boca maldita, assim você se presta ao papel de disseminar amargura e arranca qualquer semente de esperança que estiver brotando no coração das pessoas.

5. Fale mal da igreja e da religião, do governo e da política, da sua cultura e das instituições da sociedade, enfim, do Papa, da Globo, do PT e do STF, do PSDB, dos gringos, da polícia, do exército, do Corinthians e da Fifa, enfim, de Deus e todo o mundo, assim você se especializa em sabotar projetos de transformação e gera desânimo no coração das pessoas de boa vontade.

6. Tenha sempre alguém como o próximo alvo a ser destruído, durma maquinando o mal, dedique tempo para escrever e editar vídeos, poste no Vimeo e no Youtube, faça todo o possível para destruir as pessoas que incomodam você, e se não for possível acabar com elas, não deixe de fazer todo o possível para destruir a reputação delas, assim você constrói uma imagem de bonzinho a seu respeito e atrai a admiração de gente sem caráter; e, com o tempo, você estará rodeado de gente que não presta.

7. Cultive a inveja, a dissenção, espalhe calúnias, promova a difamação, seja incansável e se especialize em destruir tudo o que os outros estão tentando construir, assim você se candidata à promotoria cósmica e talvez ganhe uma autorização para portar uma espada poderosa que lhe permita arrancar cabeças conforme seu próprio juízo, e então, quem sabe, o mundo não se torna mais justo, já que Deus preserva com a vida um monte de gente que não vale o prato que come.

8. Jamais perdoe, insista em acusar, julgar e condenar, cobrar cada centavo de dívida e exigir reparação de todo e qualquer dano sofrido, incentive a vingança e a violência, e seja implacável com os pecadores, mas não se esqueça de afirmar que está querendo apenas o que é justo, assim você transforma o mundo num inferno, e fica livre do árduo exercício de amar.

9. Esqueça esse papo de espiritualidade e virtudes universais, foque nos aspectos exclusivos de sua religião – se tiver alguma -, valorizando ao máximo seus ritos, dogmas e tabus, e sempre que tiver que escolher entre eles e as pessoas, fique com eles, afinal, você jamais será acusado de sacrificar a verdade em nome do amor.

10. Jamais cometa a ousadia de invocar o nome de Deus; Ele vai responder, e vai estragar todos os seus planos de fazer o mundo pior, e vai transformar você em uma pessoa generosa, solidária, inclusiva, cheia de compaixão e amor…

 

 

 

Por Ed René Kivitz

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Fotos que você tem que olhar duas vezes para entender

Cada uma das fotos abaixo fará você dizer: “Mas que ***** é essa?” Pode ser difícil de visualizar, em um primeiro momento, mas são todas ilusões de ótica que foram criadas por acidente. Divertidas, engraçadas, surpreendentes, as fotos são incríveis, verifique por você mesmo!

O menino com o braço mais longo do mundo?

Não, a moça não está nua!

O cara faz parte da tela… SQN!

Hum… Que belas pernas do carinha…

Uma criatura mitológica, o gato de duas cabeças.

A gaivota gigante

E eu achando que o garoto da foto mais acima era quem tinha os braços mais compridos do mundo…

Fala sério, olha que garota fortona!

O cavalo alien.

Olha a cabecinha do cara!

A mulher-centauro-zebra.

Esta ficou estranha…

Eh eh eh… Parece que a cachorrinha tirou o dia pra pescar.

Olhe direito. Não é aquilo que você está pensando.

Um bebê com um popozão?

Hã? Como a moça faz pra flutuar assim?

Outro mágico, flutuando acima da água.

Pra mim, a melhor de todas.

 

Relíquia – Como usar um telefone discado

O filme abaixo era apresentado nos cinemas antes do filme principal, e ao mesmo tempo em que os cinejornais semanais (na época não existiam telejornais, a televisão ainda estava sendo inventada). A data é provavelmente 1927, pois foi em maio daquele ano que a Califórnia inaugurou seu serviço de telefonia discado.

Para quem não sabe, as coisas eram um pouco mais difíceis antigamente. Se você ficasse doente com gripe e não pudesse sair de casa, não pagava contas; hoje você faz tudo pela internet e só vai ao banco se quiser – ou em casos excepcionais. A gente vivia sem celular, sem computador, quase sem comunicação. E então, as pessoas se falavam  pelo telefone  – aquelas  poucas que tinham telefone em casa – chamando as telefonistas (bastava tirar o telefone do gancho e uma delas atendia depois de algum tempo):

— Telefonista, eu queria uma ligação para o Zé, o número é 31-1975…
— Pois não. Assim que eu completar a ligação, eu retorno para o senhor.

E ficávamos lá, ao lado do aparelho, esperando a telefonista dar o retorno. Às vezes, esse retorno era muito demorado, especialmente se a ligação fosse interurbana. Dava tempo de você ler o jornal, jantar e escovar os dentes antes que ela chamasse de volta.

Era assim que as coisas funcionavam.

Mas… Como acontece sempre, a tecnologia evoluiu e um dia, na Califórnia, Estados Unidos, a empresa Bell inaugurou essa tecnologia avançadíssima que dispensava o uso das telefonistas. A empresa informava também que estaria entregando as novas listas telefônicas dos assinantes do serviço, com os novos números de telefone (lá chamadas de Blue Book, Livro Azul, e aqui mais tarde chamado de Páginas Amarelas).

Era uma supermega tecnologia, um avanço gigantesco para a época! Mas as pessoas tinham que aprender a usar essa inovação, o telefone com disco, e então milhares de folhetos foram distribuídos, ensinando como fazer:

Como a vida era diferente, não?

A visita

Naquele tempo ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente à noite.

Ninguém avisava nada, o costume era chegar de repente mesmo. E os donos da casa recebiam alegres as visitas. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.

E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos sentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.

Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.

Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte do banquete: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra quê televisão? Pra quê o celular, todo mundo com a cara enfiada no aparelho? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…

Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem na curva da noite.

O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, DVD, e-mail, internet… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.

Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas… Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos de leite…

 


 (Autor Desconhecido)
 

A História do Leite Moça

Há poucos dias, postei aqui uma informação sobre a nova embalagem do Leite Moça no Brasil. Mas daí, a curiosidade foi mais forte e fui pesquisar a fundo sobre a história desse produto… Que no pão francês, depois de retirar o miolo, é uma das gordices mais irresistíveis do mundo!

A história do leite condensado

O leite condensado surgiu quando o americano Gail Borden, tentando desidratar o leite comum, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto virava leite condensado. A invenção dele, patenteada em 1856, só foi valorizada quando estourou a Guerra Civil Americana, quatro anos depois. Transportando leite em pó e leite condensado para as tropas – e depois colocando esses produtos no mercado, ele ficou rico. Mas foi somente alguns anos mais trade, em 1867, que surgiu a primeira indústria criada especialmente para a produção comercial do leite condensado. Foi quando o americano George H. Page, proprietário da empresa Anglo Swiss Condensed Milk iniciou na cidade suíça de Cham a fabricação de leite condensado, utilizando o leite abundante e de boa qualidade produzido no país. Rapidamente o produto fez sucesso na Europa, principalmente entre as mulheres, que reforçavam a alimentação de seus filhos dando-lhes o energético e açucarado leite condensado.
A história do leite Moça
A Sociedade Nestlé, por sua vez, iniciou a fabricação de leite condensado logo a seguir. Essa concorrência entre as duas empresas terminaria em 1905 numa fusão que deu origem a Nestlé & Anglo Swiss Condensed Milk Co. A jovem com trajes típicos que aparecia nos rótulos das embalagens do produto era uma camponesa suíça do século XIX. Naquela época, o leite condensado mais popular da Suíça tinha a marca LA LAITIÉRE, que significa “vendedora de leite”.
Quando esse leite foi exportado para outros países, procurou-se um nome equivalente na língua de cada região para onde o produto foi levado, nome este sempre associado à figura da camponesa típica com seus baldes de leite. Em espanhol, por exemplo, foi adotada a marca LA LECHERA, e na língua inglesa MILKMAID.
Os primeiros carregamentos de leite condensado chegaram ao Brasil em 1890 como uma alternativa ao leite fresco, cujo abastecimento era problemático. O produto era vendido nas drogarias e, inicialmente, comercializado com o nome de MILKMAID (chamado assim pela falta de uma palavra equivalente em português). Mas os brasileiros tinham dificuldade para pronunciar esse nome inglês e passaram a chamar o produto de o “leite da moça”, referindo-se à ilustração da camponesa em seu rótulo. A princípio utilizado como bebida (reconstituído com água obtinha-se o leite já adoçado), o leite condensado podia ser armazenado por muito tempo, o que era importante em períodos de escassez.
Quando a Nestlé abriu sua primeira fábrica no país, em 1921, na cidade de Araras, em São Paulo, e começou a produzir o produto, optou pela solução lógica de utilizar uma designação criada espontaneamente pelos consumidores: LEITE MOÇA.
Somente durante a Segunda Guerra Mundial o leite condensado chegou à cozinha para valer, sendo utilizado pelas donas de casa como ingrediente para o preparo de doces e sobremesas. O fator decisivo para a popularidade da marca foi a paixão nacional pelos doces, herdada dos portugueses, associada ao gosto pelas compotas e frutas, herança africana. Um exemplo disso foi o Brigadeiro, que se tornou um marco importante na história da marca. Conta-se que em 1945, as eleitoras do Brigadeiro da Aeronáutica Eduardo Gomes, candidato a Presidência da República, criaram o doce misturando Leite Moça com chocolate em pó, a fim de arrecadar fundos para sua campanha. O Brigadeiro perdeu a eleição para o General Eurico Gaspar Dutra, mas o outro Brigadeiro foi se tornando, com os anos, um dos docinhos preferidos de crianças e adultos, presença constante em festas de aniversários.
Mas já desde a década de 1930 que o Leite Moça era o ingrediente principal de um dos mais antigos livros de receitas lançados no país. Indicava-se o produto na preparação de diversos pratos como tortas, bolos, pudins, cremes, sorvetes, e duas décadas depois, com o lançamento do Nescafé, o rótulo das latas trazia receitas que o indicavam na mistura com o novo produto:“Para bolos, tortas, cremes, balas, biscoitos, recheios, etc., etc. Para tomar com café, chá ou chocolate, pode ser empregado sem diluir. Com o Leite Condensado Moça e com o café puro concentrado Nescafé, prepara-se um delicioso café com leite: é a combinação perfeita”.
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O Leite Moça é um dos produtos mais conhecidos e tradicionais no Brasil, e sua linha se diversificou com novas versões como o desnatado; novos sabores como morango e chocolate; sobremesas geladas; o doce de leite cremoso; a linha de cereais; chocolates, sorvetes e etc., mas o produto original continua forte, tendo sua embalagem sofrido poucas alterações ao longo do tempo.
A seguir, como curiosidade, alguns anúncios antigos do Leite Moça:
propaganda do leite moça revolução consitucionalista em 1932
O anúncio acima é de 1932, e pegou carona na Revolução Constitucionalista, e foi publicado no jornal “O Estado de S. Paulo”.
Anúncio de 1930, onde se afirmava que o Leite Moça era bom para atletas: “No café, no esporte, na merenda. Em todas as oportunidades da vida sobressai a excelência do Leite Condensado Moça, que é o mais puro leite da vaca, de que se evapora a água, e que, isento de germes, tem garantida uma conservação indefinida. A experiência é a mãe da ciência, e o Leite Moça é um produto resultante da ciência e da experiência”.
Este já é mais moderninho, de 1979.

 

 

Fonte:
mundodasmarcas.blogspot.com.br
garotinharuiva.wordpress.com

COMO SE MANTER JOVEM

  • Deixe de fora os números que não são essenciais. Isso inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.  

  • Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um deles!)
  • Aprenda sempre:
    Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. “Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.” E o nome do Alemão é Alzheimer!

  • Aprecie mais as pequenas coisas.
  • Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele!

  • Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e supere. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós mesmos. VIVA enquanto estiver vivo.
  • Rodeie-se das coisas que ama: a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refúgio.
  • Tome cuidado com a sua saúde: se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la, procure ajuda.

  • Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade que tiver.

 


Cara de um, focinho do outro

Quando eu era pequeno, assisti no cinema o desenho “101 Dálmatas” e fiquei encantado. Não apenas pela magia do movimento, pela emoção da história e pela crueldade da vilã, Cruella Cruel, que desejava sacrificar todos aqueles filhotinhos de dálmata para fazer um casaco de pele.

Mas também por uma sequência marcante logo no início do filme, quando Pongo procura uma garota para seu dono, e fica na janela do seu apartamento em Londres avaliando as possíveis candidatas (eu me lembro de pensar também: “Todo mundo em Londres anda de olhos fechados!” Ah ah ah ah!):

Desde então, fico avaliando na rua ou no parque se o dono está com a cara do cachorro e vive-versa. Muitas vezes, é muito igual, e aí tenho que virar o rosto e soltar uma gargalhada. Se a pessoa me visse rindo, primeiro não iria entender o motivo, e depois poderia parecer grosseria… Mas não é, juro: é que na hora me vem a sequência do desenho animado.

O interessante é que isso não foi apenas uma sacada dos roteiristas do filme, e nem é uma alucinação minha. Um estudo desenvolvido pelos psicólogos americanos Michael M. Roy e Nicholas J. S. Christenfeld, da Universidade da Califórnia em San Diego, mostrou que, muitas vezes, o que atrai um dono é a semelhança com o cachorro! Interessados em saber se realmente as pessoas partilham traços físicos ou psicológicos com seus bichos, eles fotografaram, em um parque público, 45 donos e seus respectivos cães – 25 de raça e 20 vira-latas. Depois, mostraram a voluntários que não tinham acompanhado a pesquisa as fotos dos proprietários, de seu animal e a de outro cão. Em 16 dos 25 casos apresentados de cães de raça, os observadores escolheram o par correto. Algo parecido com as fotos abaixo (não foram exatamente esses, mas a ideia era essa):

       

Roy e Christenfeld constataram que, de forma mais ou menos consciente, as pessoas tendem a preferir um cachorro que se assemelha a elas, ao menos no caso de animais que possuem características bem definidas e previsíveis. As possibilidades de semelhança com o vira-lata são mais imprecisas, já que no caso dos animais sem raça definida, é mais difícil antecipar o aspecto futuro do filhote. Nesse caso, talvez fosse necessário levar em conta também a convivência e a relação, mas isso exigiria uma pesquisa mais aprofundada.

O que se sabe é que, de fato, a cara de um é  o focinho do outro. Veja as fotos abaixo, de celebridades caninas, e veja se alguns humanos não se parecem mesmo com elas?

 

 

Fontes:
Disney
http://www2.uol.com.br/vivermente