Há pouco mais de 60 anos, surgia o primeiro carro de fabricação nacional

Há 62 anos, dentro de um galpão em Santa Bárbara d’Oeste, no interior paulista, começavam a sair de uma pequena linha de montagem os primeiros exemplares do veículo que inauguraria a produção nacional de automóveis. Quase uma motocicleta coberta (boa parte de sua mecânica tinha origem, mesmo, nas primas de duas rodas), a Romi-Isetta era a versão brasileira do carrinho criado pela fabricante de motos italiana Iso em 1953 e que também era fabricado pela alemã BMW desde 1955. Hoje, a chamaríamos de modelo urbano e racional: era ultracompacta, trazia soluções de engenharia e design revolucionários para época e consumia apenas um litro de gasolina para cada 25 km rodados – com velocidade máxima de 85 km/h.

A unidade “número zero” aparece na foto acima com Olimpia e Emilio Romi a bordo e funcionários da Indústrias Romi, de Santa Bárbara d’Oeste, SP, que realizam últimos ajustes antes do histórico passeio inaugural.

Este vídeo histórico a seguir, produzido pela Fundação Romi, mostra a linha de montagem em Santa Bárbara e os primeiros testes de resistência e estabilidade com o modelo, meses antes de ser lançado. Após o fim da produção do carrinho, em 1961, a empresa – que já era consagrada e exportava equipamentos para diversos países – continuou fabricando ferramentas industriais, o que faz até hoje.

O lançamento oficial da Romi-Isetta no Brasil aconteceria no dia 5 de setembro de 1956, em plena euforia industrial fomentada pelo governo de Juscelino Kubistchek, o “presidente bossa-nova”. E foi marcado por várias ações de marketing até então inéditas por aqui, como caravanas nas capitais e campanhas de publicidade com atores conhecidos.

Desfile de lançamento do Romi-Isetta. São Paulo, 5 de setembro de 1956

John Herbert e Eva Vilma, dois atores muito populares na época, numa propaganda do carrinho.

Para nós, pós-modernos, conectados, fica um pouco difícil ter a dimensão da importância da chegada de uma engenhoca quase oval, barulhenta e com uma única porta na dianteira às ruas. Hoje, talvez ela fosse confundida com um pokemon ou coisa do gênero. Naquela época, era um pedaço do futuro sobre (pequenas) rodas.

Sem contar com as mesmas isenções e estímulos fiscais que os demais fabricantes de automóveis que se instalavam no Brasil naquela época – as normas excluíam veículos para apenas dois passageiros, considerados “esportivos” (ou supérfluos…) dessas facilidades –, a Romi ainda sofreu um grande baque com a inesperada morte de seu fundador, Américo Emílio Romi, em 1959. Sem ele, planos para diversificar a produção, incluindo a versão 600, com quatro lugares e que iria enquadrar o carro nas isenções fiscais, foram deixados de lado. A produção total do modelinho, entre 1956 e 1961 é estimada em 3.150 unidades. Hoje, uma delas em bom estado é bem valorizada por colecionadores.

Neste segundo vídeo, uma propaganda alemã para a versão BMW da Isetta, na qual são ressaltadas suas qualidades urbanas e praticidade. Reparem que, além do modelo de porta única, igual ao produzido no Brasil, lá também era oferecido (entre 1957 e 1959) uma opção maior, com mais uma porta lateral e banco traseiro. Com motor de 600cc, essa “Isettona” chegou a ser montada também no Uruguai.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

 HENRIQUE KOIFMAN, para O Globo

 

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Os carros mais bizarros de todos os tempos

A carruagem sem cavalo!

Em 1899, um veículo estranho ganhou as ruas em Michigan, nos EUA. Seu inventor, Uriah Smith, colocou uma cabeça de cavalo de madeira na frente do seu carro, para que os outros cavalos não se assustassem tanto com aquele veículo barulhento. “Quando os outros cavalos perceberem que foram enganados”, disse ele na ocasião, “meu veículo já terá passado”. A cabeça era oca, para poder guardar combustível lá dentro…

1911 Overland OctoAuto

O inventor Milton Reeves achava que um carro com seis ou oito rodas seria melhor. Segundo ele, mais rodas daria mais conforto às pessoas, por isso foi juntando peças, acrescentando mais eixos, e criou o OctoAuto… O monstrengo media 7 metros! Apesar dos esforços, Reeves não recebeu nenhum pedido.

1933 Fuller Dymaxion

Esse eu achei legal, parece as naves dos antigos filmes do Flash Gordon! Projetado por R. Buckminster Fuller, esse… er… carro tinha sido pensado originalmente para ser uma aeronave. O plano era instalar motor a jato e asas infláveis, assim você poderia dirigir o carro na estrada e, quando quisesse, inflar as asas e sair voando. Mas as asas nunca foram adicionadas ao modelo, e sem elas ele ficou parecendo um comprimido rolando pela rua… O primeiro protótipo tinha uma cauda como de avião e saía demais de traseira. O modelo mais novo era maior e mais pesado, e trazia uma aleta estabilizadora no teto, como de tubarão… O “carro” nunca foi aceito pelo público.

1957 King Midget Model III

Na década de 1950, Caud Dry e Dale Orcutt, de Ohio, decidiram que iriam criar carros que todos pudessem pagar. Eles começaram com o modelo I, oferecendo o veículo como um kit estilo “faça-você-mesmo”. O kit vinha com as estruturas do carro, os eixos e chapas de aço que deveriam ser trabalhadas por alguém com alguma habilidade. E qualquer motor de um cilindro (que não vinha no kit) alimentaria o veículo. Não se sabe muito bem como, mas os dois inventores continuaram no negócio até o final da década com sua obra-prima, o modelo III (na foto). Esse era uma caixa de aço dobrada com um motor de 9 cavalos de potência. Felizmente, os padrões de segurança do governo fizeram com que o King Midget se tornasse nada mais do que uma lembrança.

1958 Zundapp Janus

Quem assiste ao segundo filme da série Carros, da Disney/Pixar, vê entre os numerosos automóveis — alguns copiando modelos do mundo real, outros não — um curioso minicarro alemão de formas simétricas, com uma porta frontal e outra traseira. O personagem é o vilão Professor Zündapp, ou apenas Professor Z, que coloca nas telas um modelo de vida curta no mundo real: o Zündapp Janus.

A Zündapp foi fundada em 1917 em Nurembergue, na Baviera, Alemanha, com o nome Zünder und Apparatebau GmbH (detonador e aparatos ltda. em alemão) para fornecer detonadores de explosivos para a Primeira Guerra Mundial. Com a queda da demanda após o fim do conflito, o fundador Fritz Neumeyer passou a de dedicar à produção de motocicletas e lançava a primeira delas, a Z22, em 1921. Na década de 1930 suas motos ganharam sucesso com uma linha diversificada de 200 a 800 cm³, incluindo modelos com carro lateral (sidecar).  Mas, depois da guerra, a Alemanha precisava de automóveis que fossem quase tão baratos e econômicos quanto as motos, mas oferecessem proteção contra o inverno severo. Foi quando surgiu o Janus. O estranho minicarro tinha uma grande porta frontal e outra traseira, abertas para cima e cada uma com dois vidros, e desenho totalmente simétrico nas laterais: à exceção dos faróis, as partes anterior e posterior eram iguais.

O nome Janus, o mesmo do deus romano que tinha rosto nos dois lados da cabeça, era justificado: sua cabine era um trapézio com lados igualmente inclinados correspondentes à frente e à traseira. Com dois bancos inteiriços de dois lugares cada, os passageiros de trás viajavam voltados para a retaguarda. Nas laterais, sem portas, eram usadas janelas de plástico Plexiglas.

Não fosse pelos faróis salientes, pelo retrovisor ou pelos arcos dos para-lamas mais altos sobre as rodas dianteiras, o motorista talvez ficasse em dúvida se deveria entrar pela porta frontal ou pela traseira. Claro que só havia volante em um dos “lados” do carro.

O anúncio do Janus sugeria alegria, mas no filme “Carros 2” ele é o malvado Professor Z

As vendas do Janus alcançaram pouco sucesso: 6.902 carros até outubro do ano seguinte, quando se encerrava o breve ciclo de produção. Diante do fracasso — seria preciso vender 15 mil deles para amortizar o investimento —, a Zündapp voltou a se dedicar às suas motos.

1961 Amphicar

Resultado de mais de uma década de desenvolvimento, o Amphicar foi lançado em 1961, no Salão Automóvel de Nova Iorque. Foi o primeiro e único carro anfíbio a ser comercializado com sucesso. A sua produção estendeu-se durante um período de 15 anos e a transição da terra para a água era feita mediante dois ou três passos relativamente simples, e de uma alavanca acionada. É essa alavanca que transfere a força do motor das rodas para as duas hélices posicionadas na traseira do veículo.

Esse exemplar das fotos é do ano de 1966. O Amphicar não usa leme: as rodas dianteiras desempenham o papel com precisão surpreendente. As portas fecham contra borrachas de vedação e têm um trinco suplementar de pressão, que precisa ser usado antes de se entrar na água. Se, por algum motivo o carro começar a fazer água, é só apertar um botão no painel, que uma bomba elétrica de grande capacidade devolve o líquido para fora.

O maior problema desse carro, e que nunca foi resolvido de forma satisfatória, era o preço.  Foram produzidas apenas 800 unidades…

1966 Peel Trident

Esse carrinho parece algo saído de um filme B de ficção-científica… Projetado com um jeitão de disco-voador, foi construído na Ilha de Man, Reino Unido, nos anos 1960. Ele tinha uma bolha de fibra de vidro como capota, o que lhe dava um ar de carro futurista, mas se mostrou uma péssima ideia.  O sol deixava o interior do carrinho tão quente quanto um forno ligado… O motor barulhento DKW e o fato de ser tão pequeno (é o menor carro para dois passageiros já produzido) contribuiu para seu insucesso.

 

Simca Chambord

O Simca foi um dos mais icônicos carros já lançados no Brasil e o nosso primeiro carro de luxo. Ele foi eleito como o carro mais bonito da época. Seu motor V8 batizado pela Simca de ”Aquilon”, tinha 2.3 litros e 88 cv. Problemas de superaquecimento, embreagem fraca e falta de torque sempre acompanharam o carro. O controle de qualidade era muito ruim e só seria melhorado com a compra pela Chrysler em 1967.

Lançamento da linha Simca, em 1960, na foto abaixo.

Em 1961 é lançado o Simca Presidence, modelo de luxo com estepe na traseira, calotas raiadas e acabamento superior.

 Também é lançado em 1961, o Simca Alvorada, um modelo mais simples. Em meados de 1962 é lançada a versão esportiva, Rallye, com motor um pouco maior e 100 cv.

Abaixo, alguns dos anúncios publicados em revistas da época.

Em 1963 chega a Simca Jangada, uma Station Wagon de luxo baseada na Simca Marly 1958. E veio ainda o Tufão, com teto mais alto e linhas mais retas, com um motor V-8 mais potente.

Um fato que nada tinha a ver com o mundo automobilístico acabou marcando ainda mais o Simca Chambord no Brasil: esse carro foi, ao lado do patrulheiro da Polícia Rodoviária Inspetor Carlos e seu cão Lobo, “protagonista” da famosa série brasileira de televisão “O VIGILANTE RODOVIÁRIO” (exibido pela TV TUPI no início dos anos 60).

Para finalizar, o carro nacional foi um dos poucos a ter um rock em sua homenagem, pelo grupo “Camisa de Vênus”:

Acidentes curiosos com veículos de outra época

O amigo Aurélio de Oliveira, escritor, professor, rockeiro, redator e que sabe fazer um molho a bolonhesa que nem em Bolonha tem igual, mandou essa contribuição originalíssima e curiosa. Como disse ele, “o que mais chama a atenção não foram nem os acidentes em si, mas a extraordinária qualidade das fotos, algumas delas com mais de 80 anos!”

Em 1895, na estação de Montparnasse, Paris, a locomotiva perdeu os freios e atravessou 30 metros do saguão da estação antes de arrebentar a parede e despencar os 10 metros até a calçada. Os 131 passageiros sofreram apenas ferimentos leves, e só foi registrada uma morte: uma mulher que passava na rua e foi atingida pelos destroços da parede. Quem assistiu à obra-prima de Martin Scorcese, “A Invenção de Hugo Cabret”, vai se lembrar da reconstituição dessa cena.

Boston, EUA, 1925: outro condutor que perdeu a direção. Desta vez, o motorista foi parar na escadaria que dava para os porões do edifício.

Londres, 1923: trator a vapor perde a roda traseira em Pall Mall. Inaugurando os engarrafamentos…

Falando em engarrafamento, este aconteceu na ponte de Harvard, em Cambridge, Massachussetts, em 1923. Os acidentes de tráfego eram muito comuns nas cidades mais populosas, muito por conta da falta de experiência em manejar os “cavalos mecânicos” por parte dos motoristas da época. Afinal, até então, eles pilotavam charretes movidas a cavalos…

O carro ficou preso apenas pela cerca… Brooklyn, Nova York, em 1931.

Em 1927, esse furgãozinho dos Correios bateu na árvore, em Boston. O condutor, para não atrasar a entrega das correspondências, levou as sacas de cartas nas mãos e foi fazer as entregas a pé.

Washington, 1920. O senador Boies Penrose detonou seu carro, provavelmente por causa das ruas escorregadias em função de recente nevasca… Bem, o fato é que as vítimas do acidente, além do carro do senador, foram uma caixa de cartas, um poste com telefone para chamadas de emergência e um poste de iluminação pública. A árvore escapou, exceto pelo tronco meio lascado…

Não encontrei maiores informações sobre onde ocorreu esse acidente e nem que tipo de veículo era… Se um furgão, um ônibus ou um carro. Porque sobrou muito pouco para contar a história.

E, para encerrar, uma foto histórica de 1908, provavelmente a primeira foto de um acidente com balão. Não se sabe exatamente o que aconteceu para que o balão batesse no edifício, mas o acidente aconteceu em 14 de julho de 1908 em Nancy, França, sem feridos graves, felizmente.

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Fotos impressionantes com miniaturas, perspectiva forçada e uma Canon comum

Talvez você já tenha lido ou ouvido falar do termo “diorama” em algum lugar. Ou, caso tenha visitado o  Museu de História Natural de Nova York (foto abaixo), certamente se deparou com alguns dioramas monumentais.

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O “diorama”  é um modo de apresentação artística, de maneira muito realista, de cenas da vida real para exposição com finalidades de instrução ou entretenimento. A cena, que pode ser uma paisagem, ou plantas, animais, eventos históricos, etc, é pintada sobre uma tela de fundo curvo, de tal maneira que simulem um contorno real. A tela colocada na obscuridade e iluminada de maneira adequada dá uma ilusão de profundidade e de movimento, dando a impressão de tridimensionalidade. Veja abaixo dois dos dioramas do museu:

Essa mesma técnica tem sido usada em modernos dioramas miniaturizados, reproduzindo por exemplo cenas de guerra ou de navios em alto-mar. São produzidas por pessoas que têm o hobby de construir ou montar miniaturas de tanques, navios ou aviões e que preferem exibir suas criações em seu “ambiente” e não apenas na estante. Esse é o caso de Michael Paul Smith, um mestre nessa arte de recriar cenas reais usando seus modelos de carros em miniatura e a perspectiva forçada. Além de uma simples câmera Canon, com a qual tira suas fotos incríveis.

O mais impressionante de tudo é que ele não faz grandes cálculos matemáticos para escolher a perspectiva correta para o que ele quer. Faz no “olhômetro” mesmo, arrastando a mesa com seus carrinhos até encaixar tudo no local certo. Seus modelos são incrivelmente detalhados (existem carros nos quais a tampa do porta-luvas se abre e os bancos vão para frente e para trás…) e  as fotos são todas tiradas usando a luz do dia, com sua Canon SX280 de 14 megapixels – nenhuma supercâmera profissional.

Veja abaixo que legal, a foto do “antes” e do “depois” de alguns dos fantásticos dioramas de Michael:

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Michael tem começado a explorar outros cenários para seus dioramas, paisagens noturnas, com luzes e com os elementos do fundo reconstruídos por ele mesmo, sem recorrer às casas e prédios da cidade onde vive. Esses dioramas mais recentes ficaram muito bons, também:

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Michael Paul Smith já foi um publicitário de sucesso em Worcester, Pensilvânia,dono de uma companhia de papéis de parede e pintura e arquiteto. Ele diz que todos os acontecimentos da sua vida o levaram ao momento em que, em 2008, abriu uma conta no Flickr por sugestão de um amigo e começou a publicar lá as fotos dos modelos que fazia nas horas vagas. Cada cenário leva cerca de 30 minutos para ficar pronto e é fotografado de cada ângulo possível. Smith seleciona sempre as mais realistas para adicionar à sua coleção.

As fotos reveladas estão à venda na internet em formato 8×10” ou 8×12”, em diversas versões de acabamento, e visite a conta dele no Flickr (https://secure.flickr.com/photos/24796741@N05/), com mais de 500 fotos! O cara é mesmo um artista!

 

Os mais belos carros já construídos

Escolher um carro normalmente não é uma atitude racional, e a emoção tem uma parcela importante no processo. Por isso, pessoalmente, me assusto com a quantidade de carros horríveis, ou simplesmente insossos, rodando pelas nossas ruas e estradas.  Um carro é um objeto de desejo, e seu design geralmente é o que mais me atrai, e depois vem preço, conforto, desempenho, confiança na marca etc. Por isso, fiz uma lista dos 12 carros mais bonitos que já vi, seja ao vivo (uns poucos) ou por fotos e filmes. Se tivesse espaço, minha lista teria mais de 30 modelos…

1929 Duesenberg Modelo J

1965 Porsche 356

1957 Mercedes 300SL Gullwing

1961 Alfa Romeo Giulietta Spider

1957 Citroen DS

1957 Bel-Air

1957 Cadillac Eldorado

1961 Jaguar E-Type

1968 Karmann-Ghia

1925 Rolls Royce Phantom

2005- Alfa Romeo 159

2012 Lamborghini Aventador

Mustang 1966, um ícone

O Ford Mustang, ao lado do Camaro e do Pontiac Firebird, são talvez os “muscle cars” mais populares da história do automóvel. E o Mustang está entre os mais restaurados nos Estados Unidos. Sua aura continua intocável, especialmente depois que Steve McQueen o eternizou em Bullit (1968), numa antológica perseguição de carros pelas ruas de San Francisco, na Califórnia, na qual ele dirigia um Mustang 1968 GT 390.

A paixão pelo Mustang leva as pessoas a fazer coisas exageradas, como o vídeo abaixo conta:

A seguir, acompanhe uma breve cronologia desse maravilhoso modelo da Ford, extraída do Blog dos Carros Antigos:

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Mustang conversível 1964

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Mustang 1965

1966_FordMustang

Mustang 1966

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Mustang 1968 Cobrajet

1969_ShelbyGT500

Mustang 1970 Match 1

2011 Ford Mustang V6 Premium Coupe

E o Mustang 2012 V6 que, dependendo do estado, pode ser comprado nos Estados Unidos a partir de US$ 23,000.00, e aqui no Brasil por volta de US$ 75,000.00 (isso mesmo, em média R$ 160.000,00!!)