Atualidades, Curiosidades, Family, Sabedoria

365 Sementes de Amor – e-book Kindle

Olha que legal esse e-book! Está lá na Amazon.

Indicado para todos os corações apaixonados… 365 SEMENTES DE AMOR – 365 SEEDS OF LOVE é um e-book bilingue (português / inglês) que está destinado a todas as pessoas que estão abertas e dispostas a cultivar o amor e, além disso, estudar ou aprimorar o seu inglês.

O livro esclarece que o Amor não se limita a um encontro, sua base verdadeira é conexão e seu objetivo é a interconexão.

Sua estrutura real é infinita. Sempre há inúmeras possibilidades. Na verdade, não são apenas 365 dias, o Amor em sua inteireza se abre para uma miríade de afagos, ternura e bem-querer na eternidade do tempo, do seu tempo afetivo.

Aliás, do tempo afetivo do casal. O Amor faz seu próprio tempo. Uma carícia pode durar segundos, mas pode ficar registrada na memória por anos. A demonstração dedicada de carinho pode sustentar uma relação afim de que ela se torne estável e duradoura.

O e-book é fácil e rápido de ler, basta para isso baixar o app do Kindle no seu tablet ou celular… Vai ficar com uma cara parecida com esta:

Ou ler diretamente no seu Kindle, que vai ficar mais ou menos assim:

É baratinho, custa menos que uma Nha Benta da Kopenhagen… O link da Amazon está aqui:

 

Anúncios
Atualidades, Sabedoria

Como se dissesse água

Fico imaginando como foi o encontro entre dois antigos desafetos: Saramago e Deus.

– Seja bem-vindo, José. Surpreso em Me ver?
– Pois estou mais surpreso em ter sido aceito aqui no céu.
– E por que Eu não te aceitaria?
– Porque sempre desdenhei do Senhor e desse lugar aqui, ora.
– Mas é exatamente por isso que você está aqui.
– Para uma vingança póstuma Sua, imagino.
– Não, pelo contrário: para Eu te recompensar.
– Me recompensar? Por ter blasfemado o Senhor e Seu filho?
– Você também é meu filho, José.
– Só acredito vendo o teste de DNA.
– E de todos os Meus filhos, é um dos poucos que nunca Me pediu nada.
– Decepcionei-te?
– Não, nem um pouco. Tanto que até te ajudei a ganhar o Prêmio Nobel.
– Votastes em mim? Não sabia que eras membro da Academia…
– Não votei, mas fiz Meus votos.
– Fizestes votos? Então fraudastes a eleição dos suecos, Gajo!
– Não se faça de tolo, José. Agora não há mais motivos para zombar de Mim.
– Pois bem, então já que o Senhor existe, exijo algumas explicações.
– Chegou a sua hora de perguntar.
– Por que deixastes o mundo do jeito em que está?
– Eu o criei para ser de outro jeito.
– Então o criastes para depois o abandonares?
– Não o abandonei. Eu o deixei para vocês tomarem conta.
– O Senhor o deixou para os banqueiros, para os políticos… não para nós.
– Deixei-o para todos, José.
– Mas por que nem todos têm acesso igual às mesmas coisas?
– No início, tinham. E deveriam ter até hoje.
– Então por que o Senhor não intervém?
– Eu já fiz Minha parte. Agora está na mão dos homens.
– Dos homens milionários norte-americanos, suponho.
– Não, esses ficarão com pouco.
– Bom, se esses ficarão com pouco, então quem ficará com muito?
– Você.
– Eu?
– Sim. Não disse que iria te recompensar?
– Mas por que não recompensas as crianças que morrem de fome na África?
– Porque não estou falando de recompensa material.
– E que tipo de recompensa eu mereço, ora pois?
– A eternidade.
– Como assim?
– A partir de agora, José, você é eterno.
– E o que fiz para merecer isso?
– Você se imortalizou. Simples assim.
– Curioso: precisei morrer para ficar imortal.
– Na verdade, você já era eterno antes de vir pra cá.
– Bom, se o Senhor está falando, quem sou eu pra discordar.
– Engraçado… antes de morrer você discordava bastante de Mim.
– Não me leves a mal, mas agora usarei minha eternidade de outra forma.
– “Não tenhamos pressa. Mas não percamos tempo.”
– Conheço essa frase…
– Sim, foi você que escreveu.
– E como a sabes?
– Você deveria saber que Eu sei de tudo.
– Bom, até onde eu sei, acabamos de nos conhecer.
– Pois Eu te conheço desde quando você era serralheiro mecânico.
– E nunca me falou nada?
– Falei sim. Você que não ouviu.
– Se tivesse Te escutado, teria ouvido.
– Se acreditasse em Mim, teria escutado.
– Bom, não vamos transformar isso em uma discussão eterna, vamos?
– De acordo.
– Então o Senhor leu todos os meus livros?
– Todos.
– Ainda bem que não és um crítico literário…
– Pois saiba que gostei bastante do que li.
– Pois não deves entender bem o português, só pode ser.
– Entendo sim. Sou brasileiro, se esqueceu?
– Nunca soube disso.
– É porque você não deve gostar muito de futebol.
– Não mesmo. Mas voltando aos livros, algo que escrevi Te irritou?
– Nada.
– Nem o meu descrédito no Senhor?
– José, Eu nunca fui esse tal Deus em que você não acreditava.
– “Todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas não encontro.”
– Sim, Eu li essa sua frase também.
– E mesmo assim não mandastes um sinal?
– Se você estivesse falando comigo, teria mandado.
– Se soubesse que o Senhor existia, teria falado.
– “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”
– O Senhor realmente conhece minhas frases… estou surpreso, confesso.
– De todas que você escreveu, só existe uma que não entendi até hoje.
– Então chegou a Sua hora de perguntar.
– É a dedicatória em seu último livro para sua esposa Pilar.
– “À Pilar, como se dissesse água”. Essa?
– Exato. O que quer dizer?
– Esquece. O Senhor jamais entenderia.
– Mas agora temos a eternidade inteira para você me explicar.
– Mesmo assim. A eternidade é pouco tempo para o Senhor entender isso.
– Por que?
– Porque o Senhor nunca amou uma mulher.
– José, José… Você não existe…

Eco Moliterno, VP de Criação da Africa

 

Atualidades, Curiosidades, Family, Sabedoria

Ameno

O projeto musical do grupo Era começou em 1996, na França. Seu criador, Eric Levi, criou um idioma próprio muito parecido com o latim. Com toques de erudito, ópera e cantos gregorianos, o Era ganhou rapidamente fama mundial e muitos fãs. Em seu primeiro álbum já havia canções como Ameno e Mother, que ganharam projeção mundial em trilha de filmes e campanhas publicitárias. Um dos últimos trabalhos do grupo Era é o álbum Reborn, onde há várias canções em árabe e a voz poderosa da cantora síria Rasha Rezq.

O que mais chama atenção na música do grupo Era diz respeito a religiosidade. Figuras medievais como guerreiros, ninfas, monges e feiticeiros também são explorados nos videos e nos shows.

A música se chama-se ‘Ameno’ (amenizar, libertar), do grupo Era.  A tradução da letra está abaixo, e vale alguns instantes de reflexão.

Dori me
Interimo adapare dori me
Ameno ameno latire
Latiremo
Dori me

Verso 2:
Ameno
Omenare imperavi ameno
Dimere dimere matiro
Matiremo
Ameno

Refrão:
Omenare imperavi emulari
Ameno
Omenare imperavi emulari

Coro:
Ameno
Ameno dore
Ameno dori me (2x)
Ameno dom
Dori me reo
Ameno dori me (2x)
Dori me am

Verso 2

Refrão

Coro

Sinta minha dor
Absorve-me, Toma-me
Sinta minha dor
Liberta-me, Liberta-me
Descubra-me , Descubra meus sinais
Sinta minha dor

Suaviza (esta dor), Conforta-me Perceba, perceba

Mutilaram-me, Machucaram-me, Liberta-me

Suaviza (esta dor), Conforta-me
Liberta-me
Suaviza (esta dor), Conforta-me

Liberta-me, Ameniza a dor

Ameniza minha dor
Ameniza minha dor

Liberta-me, Senhor
Alivia minha dor, Rei

Ameniza minha dor
Ameniza minha dor

Tira-me esta dor, Senhor

Sabedoria

Uma vez fui viajar e não voltei

Recebi o texto abaixo de minha filha, e não posso deixar de compartilhar. São palavras inspiradoras e que merecem ser compartilhadas!

http://sigoescrevendo.com/

Uma vez fui viajar e não voltei.

Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.

Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.

Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.

Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.

Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.

Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.

Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.

Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.

Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.

Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.

E quer saber?

Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.

Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.

E ainda tenho muito que aprender.

Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.

Uma fez fui viajar…

e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta.

(Marcelo Penteado)

 

 

Atualidades, Curiosidades, Esportes, Family, Humor, Novidades, Sabedoria

Cada um tem suas prioridades (1)

Como diz o Aurélio de Oliveira, manequim-modelo, ops… digo, jornalista-escritor-videomaker-e-faz-um-molho-a-bolonhesa-que-é-coisa-de-cinema, nesta vida a prioridade é uma questão relativa…