Os Meus 10 Melhores Filmes sobre Viagens no Tempo

Numa conversa com amigos sobre cinema e ficção, surgiu o tema inevitável da viagem no tempo, um dos meus favoritos. Esse tema já foi explorado em todas as mídias da cultura pop, seja em livros, quadrinhos e, claro, cinema.

A viagem no tempo se refere ao conceito de mover-se para trás e para frente através de pontos diferentes no tempo, em um modo análogo à mobilidade pelo espaço. Algumas interpretações de viagem no tempo sugerem a possibilidade de viajar através de realidades paralelas. A possibilidade real de uma viagem dessas ainda é nula, pelo fato de não termos conseguido a tecnologia que a tornasse viável.

Qualquer ferramenta que permita viagens no tempo teria que resolver os problemas relacionados com causalidade , e na ausência de provas de que as viagens do tempo são possíveis, é mais simples supor que não são.  Stephen Hawking sugeriu certa vez que a ausência de turistas vindos do futuro é um excelente argumento contra a existência de viagens no tempo. A Teoria da Relatividade de Einstein diz que, se fosse possível viajar mais rápido do que a luz, então a viagem no tempo seria possível.

Mas um de meus autores favoritos , H. G. Wells (foto abaixo), resolveu esse problema em 1895, quando escreveu seu livro “A Máquina do Tempo”. Nele, o personagem principal desenvolve, com base em conceitos matemáticos, uma máquina capaz de se mover pela Quarta Dimensão, neste caso considerada como a dimensão do tempo. Com ela, viaja até ao ano de 802.701 onde encontra os Elóis, pacíficos e dóceis remanescentes dos humanos, aparentemente vivendo num mundo paradisíaco, sem qualquer tipo de preocupações, até perceber que eles servem de alimento para uma outra raça, os Morlocks, que vivem no subterrâneo e que, apesar de outrora terem sido dominados pelos Elóis, tornaram-se predadores destes.

Ficheiro:Herbert George Wells in 1943.jpg

Essa obra gerou versões para o cinema e inspirou muitas outras. Como adoro cinema e esse tema, decidi fazer minha listinha dos Top 10 sobre Viagens no Tempo.

10. A Máquina do Tempo (1960)

Com Rod Taylor, versão bastante fiel do livro de Wells. Teve uma versão em 2012 que, apesar dos efeitos especiais serem melhores, como filme é beeem inferior.

9. Meia-Noite em Paris (2011)

Um dos melhores de Woody Allen, conta a história de um roteirista bem sucedido de Hollywood que considera suas obras um verdadeiro lixo. Seu sonho é largar tudo e se tornar um escritor. Visitando Paris com a noiva e o rascunho de uma romance pra lá de saudosista, tudo é pretexto para lembrar do passado e dos que fizeram arte ao respirar a Cidade Luz. Um dia, andando pelas ruelas parisienses sob o efeito de algumas doses de vinho, ele acaba viajando no tempo e vai parar na década de 20, onde descobre sua verdade.

8.Em Algum Lugar do Passado (1980)

Belo filme, bela trilha, dois belos atores, Christopher Reeve e Jane Seymour. Um jovem teatrólogo conhece na noite de estreia da sua primeira peça uma senhora idosa que lhe dá um antigo relógio de bolso enquanto, em tom de súplica, lhe diz: “volte para mim”. Ela se retira sem dizer mais nada. Obcecado por ela, o rapaz vai pesquisar e descobre que uma atriz que fez uma peça no mesmo teatro no começo do século era a mulher que lhe deu o relógio. Para desvendar o quebra-cabeças, ele tem que voltar a algum lugar do passado. Revi não faz muito tempo, e continua muito bom.

7. Feitiço do Tempo (1993)

Roteiro de Harold Ramis (um dos Caça-Fantasmas), esse filme divertido e original mostra que “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”… Rsrsr. O repórter interpretado por Bill Murray vai a uma pequena cidade para fazer uma matéria especial sobre o inverno. Querendo ir embora o mais rapidamente possível, ele inexplicavelmente fica preso no tempo, sendo condenado a repetir sempre os eventos daquele dia.

6. Os 12 Macacos (1995)

Bruce Willys ao lado de Brad Pitt (que dá um show). No futuro, a humanidade está sendo devastada por um vírus e um prisioneiro (Bruce) é enviado ao passado para reunir informações sobre esse vírus e como combatê-lo. Sensacional em todos os aspectos.

5. Efeito Borboleta (2004)

O único longa que assisti com o Ashton Kutcher (não assisti “Jobs”). Ele é um estudante de psicologia que sofreu diversos traumas de infância e descobre ter o poder de viajar no tempo para “consertar” o passado. Só que, graças ao roteiro brilhante, ele cria situações catastróficas. Imperdível.

4. Déjà Vu (2006)

Pra variar, Denzel Washington está muito bem nesse filme onde interpreta um agente da polícia que volta no tempo para salvar uma mulher de ser assassinada – e se apaixona por ela no processo. O filme é tenso, muito bom, e tem momentos realmente de arrancar o braço da poltrona.

3. O Planeta dos Macacos (1968)

Claro que a versão de 1968 (primeira foto) é um clássico, mas gostei do remake (segunda foto) de 2001, de Tim Burton, com show de Tim Roth (na foto acima, estrangulando Mark Wahlberg). Se alguém ainda não assistiu, o filme narra as desventuras de um astronauta americano que viaja por séculos em estado de hibernação. Ao acordar, ele e seus companheiros se vêem em um planeta dominado por macacos, no qual os humanos são tratados como escravos e nem mesmo têm o dom da fala. Outro filme imperdível.

2.O Exterminador do Futuro (1984)

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James Cameron (Titanic, Avatar...) revolucionou o gênero por duas vezes, primeiro dando o melhor papel da vida de Arnold no primeiro “Exterminador” (ele não tinha falas, ah ah ah ah!) e depois com a sequência, onde além de apresentar efeitos visuais inovadores para a época, imortalizou uma das frases mais famosas do cinema, dita pelo mesmo Schwarza: “I’ll be back!”.  O ex-fisiculturista e ex-governador da Califórnia faz um androide que volta no tempo para eliminar aquela que seria a mãe do futuro líder da resistência dos homens contra as máquinas. Os dois filmes são espetaculares, e a partir daí  Schwarzenegger tornou-se…  Schwarzenegger.

1. De Volta para o Futuro (1985)

Os três filmes são obras-primas. Michael J. Fox como Marty McFly, o DeLorean turbinado, o professor aloprado, a piada de Marty na cama com a futura mãe o chamando de Calvin Klein, o skate voador, essas e outras memoráveis sequências fazem parte da história do cinema. No filme original, um adolescente volta acidentalmente ao passado no carro-do-tempo inventado pelo prof. Emmet Brown e precisa garantir que seus pais se conheçam para salvar sua própria existência.

Estes são meus top 10, e estou pensando aqui que faltaram tantos filmes que eu deveria ter feito um top-20…

As grandes frases que nunca foram ditas

Estava lá outro dia lendo uma revista quando, num artigo, eles diziam que a famosa frase “Houston, nós temos um problema”, (Houston, we have a problem) como falava Tom Hanks no filme “Apollo 13” (1995), nunca existiu.

Na verdade, a frase era “Houston, tivemos um problema”, como se pode ver na transcrição das conversas entre os astronautas da Apollo 13 e o comando da operação em Houston, Texas:

Tudo bem, a diferença pode parecer pequena, mas no espaço, a centenas de milhares de quilômetros da Terra, o tempo do verbo no presente pode sugerir que o problema ainda teria solução.  Quando, na verdade, os astronautas sabiam que a explosão que afetou o módulo de comando e os impediria de pousar na Lua tinha deixado sua nave num estado crítico, sem conserto…

Mas há outras frases famosas e que nunca foram ditas como a gente conhece. Veja alguns exemplos a seguir:

Se não têm pão, que comam brioches”, atribuída a Maria Antonieta.

Ela nunca foi dita por Maria Antonieta. A confusão começou em 1783, quando Jean-Jacques Rousseau, em sua autobiografia, afirmou que uma grande princesa ficou conhecida por dizer a frase “Se o povo não tem pão, que coma brioche”. Maria Antonieta, no entanto, só tinha 12 anos quando o livro foi escrito, e só se casaria com Luís XIV três anos depois. Os registros históricos disponíveis, entretanto, mostram que, na época de sua coroação, Maria Antonieta se preocupava com a situação dos pobres. Numa de suas cartas à mãe, ela chega até a criticar o alto preço do pão. Especula-se que Rousseau na verdade se referia a Maria Teresa de Espanha.

“Que seja eterno enquanto dure”, por Vinícius de Moraes.

Como assim? Se é eterno, dura para sempre! O poetinha nunca escreveria uma besteira dessas. O que está lá é:

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes, “Antologia Poética”, Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.

Ele quis dizer que a quantidade de amor não tenha fim enquanto o amor durar…

Outra famosa frase conhecida traz as “forças ocultas” de Jânio Quadros.

  

Quando Jânio renunciou, em agosto de 1961, quem sabe depois de uma reunião acalorada com Juanito Caminador, disse na realidade que fora levado a esse ato por “forças terríveis”! Não se sabe porque, talvez por alguma transcrição apressada, o fato é que a expressão “forças ocultas” é a que foi consagrada na História.

A próxima seleção não é bem uma frase, mas uma lenda urbana: HAL, do filme de Stanley Kubrick “2001 Uma Odisseia no Espaço” (1968), seria uma referência  à IBM.

Aquelas pessoas que imaginam conspirações por todos os lados (seriam as mesmas que disseram que Paul McCarney tinha morrido?) espalharam que HAL seria uma referência de Arthur Clarke (autor da história) à IBM, a gigante multinacional da época, porque as letras no alfabeto que antecedem IBM são… HAL. De nada adiantou o autor desmentir, explicando que HAL significava apenas Heuristic Algorithmic.

E, para finalizar, trago a seguir talvez as duas frases que nunca foram ditas mais famosas de todas.

“Play it again, Sam!”

A frase “Play it again, Sam” nunca foi dita no filme “Casablanca” (1942). Ela é uma daquelas que você conhece sem nem mesmo ter assistido ao filme. Na verdade, Rick, interpretado por Humphrey Bogart, diz: You played it for her, you can play it for me. Play it. (Você tocou para ela, pode tocar para mim. Toque!) ao pianista. Já Ilsa (Ingrid Bergman) diz em outra cena: Play it, Sam. Play ‘As time Goes By’.  Não se sabe muito bem quem popularizou a fala errada, mas supõe-se que foram os Irmãos Marx, que usam essa fala na comédia “Uma Noite em Casablanca”  (1946), e depois Woody Allen, que em 1972 lançou “Play it again, Sam” , longa-metragem em que faz homenagem à clássica película e chegou ao Brasil com o nome de “Sonhos de um Sedutor”.

“Elementar, meu caro Watson

Li tudo que Conan Doyle escreveu com Sherlock Holmes (porque sou fã) e essa frase não existe nos livros. O mais próximo a ela foi um diálogo entre Holmes e Watson logo no início de O Corcunda, de 1893. O detetive começa a conversa se referindo ao companheiro como “Meu caro Watson…”. Depois da fala de Watson, Sherlock responde: “Elementar”. Em A Caixa de Papelão, do mesmo ano, ele diz: “Superficial, meu caro Watson”. Ou seja, o grande detetive da Baker Street realmente diz “elementary” e “my dear Watson” – mas nunca os dois juntos.

A frase apareceu em 1929 no filme “O Retorno de Sherlock Holmes”, mas acabou se tornando popular graças à série radiofônica The New Adventures of Sherlock Holmes (que pode ser ouvida aqui), veiculada entre 1939 e 1947 na rádio NBC nos Estados Unidos, que ajudou imortalizar de vez a frase do famoso investigador.

Elementar, meu caro leitor…

Atores de Hollywood que sempre fazem o mesmo papel

Outro dia estava assistindo um filme e lá no fundo da cena, no meio de um monte de gente, acho que vi um extra que já tinha sido extra em outros filmes. Claro, não tenho como comprovar isso e, mesmo que tivesse, eu não passaria horas – ou dias – assistindo um monte de filmes pra procurar o cara. Sou doido, mas nem tanto…

Mas não acho que seja impossível que essa pessoa – se foi a mesma – ter trabalhado em outros filmes fazendo o mesmo papel, no caso, de “extra”. Acho que todo mundo que assiste filmes ou seriados com alguma regularidade já se deparou com um monte de caras conhecidas – e nem precisa ser extra, não. Existem atores secundários, por exemplo, que vivem repetindo o papel de bandido (tem um baixinho careca, de bigode e/ou cavanhaque e cheio de tatuagens, algumas subindo pelo pescoço, que sempre faz papel de membro de gangue de Nova York… O nome dele é Robert la Sardo…)

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Só que tem alguns figurões do cinema que também padecem desse “mal”. Não sei se é por falta de talento, mas existem astros que sempre fazem o mesmo papel. Mas pode ser por excesso de talento, pensando bem: ele é tão bom naquilo que o contratam para fazer sempre a mesma coisa, com a garantia de que será bem feito…

O caso mais notório atualmente é do Jason Statham, o cara que substituiu os heróis dos filmes de ação dos anos 1980.  A zona de conforto dele é esta: um protagonista durão, que nunca tem medo de fazer o trabalho sujo. O rosto sem expressão do Jason está em um monte de filmes, inclusive como parceirão do Stallone nos “Mercenários”. Mas pode reparar, ele passa pelo menos dois terços dos filmes segurando uma arma, franzindo a testa e enchendo de porrada um bandido. Agora, não me pergunte o que ele está fazendo na foto abaixo… Não quero nem imaginar.

Outro caso grave é do Adam Sandler. Além de ser “mala” demais, todos os papeis dele são de um adulto meio criança, meio bobalhão e com mais ou menos boas intenções. Ele veio do Saturday Night Live e ficou muito popular depois de sua migração para as telonas.  Acho que o único papel em que ele fez alguma coisa diferente foi numa comédia recente onde interpretava o papel da irmã gêmea do protagonista. Minha antipatia por esse chato é tão grande que não assisti esse filme e não gostei, já pelo trailer.

Nossa terceira vítima da mesmice cinematográfica é o Woody Allen. Adoro os filmes que ele dirige e os primeiros filmes onde ele atuava também. Mas não posso deixar de reconhecer que ele sempre faz o mesmo papel, o do intelectual neurótico e misantropo. O genial novaiorquino repete aquele sujeito que seria o sonho de todo terapeuta (porque seriam décadas de análise), e mesmo quando está apenas dirigindo, ele coloca outro ator como uma espécie de substituto. Por exemplo, o Owen Wilson em “Meia Noite em Paris”.

Mas não são apenas os atores masculinos acometidos dessa “praga”. A gracinha da Kate Hudson é a digna representante feminina dessa casta.  Desde que a vi em “Quase Famosos”, ela sempre faz o papel da jovem adorável e meio porra-louca, quase sempre descobrindo que sua melhor amiga vai se casar no mesmo dia de seu próprio casamento, ou pior ainda, que outra melhor amiga acabou dormindo com seu noivo. Mas Kate continua sendo uma gracinha, pelo menos…

Warner Brothers

 Um cara de quem gosto muito é o Vince Vaughn. Ultimamente, porém, ele tem reprisado o personagem meio arrogante, o amigo inspirador e de fala rápida. Desde que fez o psicopata de “Psicose” na inútil refilmagem de Gus Van Sant, sei lá se foi contaminado pelo vírus do estrelato, ou se de repente acabou se encontrando nesse papel, mas o fato é que em todos os últimos filmes, suas participações têm sido iguais. Espero que, com todo o talento que ele tem, um dia resolva se desafiar e tentar algo diferente. Veremos se ele conseguiu na segunda temporada da série “True Detective” (eu ainda não assisti…)
New Line Cinema
Finalmente, o maior de todos da categoria “mais do mesmo”, John Wayne. Para mim, John Wayne sempre fazia o papel de… John Wayne. Em todos os filmes que fez e que eu assisti, seja no Velho Oeste, na Segunda Guerra Mundial ou na Guerra do Vietnã, ele representava o cara durão com sangue vermelho, azul e branco, e que só não aparecia em cena enrolado na bandeira americana porque não havia brecha nos roteiros. Mesmo naquele filme de 1956, “O Conquistador”, no qual foi escalado para interpretar Gêngis-Khan, você ficava esperando que a qualquer momento ele pusesse a mão na cartucheira e sacasse seu Colt. Se um dia você tiver oportunidade de assistir esse filme, vai notar que ele nem disfarçou o sotaque, fez o papel de um Gêngis-Khan cowboy, eh, eh, eh.
Paramount Pictures

Esse era o velho Duke. Mas, afinal, tenho certeza de que ele sabia que as pessoas que iam ao cinema para assistir a um filme com John Wayne esperavam mesmo ver apenas John Wayne.

 
 

Figurantes de filmes de cinema que não tinham ideia do que deveriam fazer

Existe gente sem noção em todas as atividades.

Uma delas é a de figurante, o personagem de um filme que não é fundamental para a trama principal e serve apenas como composição do cenário ou formação das personagens principais. O termo também se aplica ao teatro e à televisão. Claro que há figurantes que, graças ao talento, estudo e empenho, se tornaram depois grandes astros, como no caso de Bruce Willis, que foi apenas mais um nos bancos de um tribunal no filme O Veredito, de 1982, estrelado por Paul Newman. Ou Sylvester Stallone, figurante em Bananas, de 1971, filme dirigido por Woody Allen.

Mas há aqueles que, de fato, não entenderam muito bem as instruções da equipe de filmagem. Ou resolveram “atuar”. Veja:

Esse não sabe como funciona uma vassoura… Sorte dele que o James Bond não estava olhando.

O cara lá atrás tomou um murro-fantasma do Batman…

O sujeito tem certeza de que levou um chutão do Luke Skywalker, ah ah ah!

O cara encostado na parede… O que será que mandaram ele fazer? 

Assim como o rapaz da vassoura lá em cima, a moça aqui embaixo não sabe bem como cortar a comida… Ela está usando o garfo além da faca? 

O stormtropper era mais alto do que podia…

Veja um cara feliz da vida por estar fugindo da praia atacada por um tubarão!

Esse acho que encerrou definitivamente sua carreira de extra de cinema…

Para encerrar, dois furiosos guerreiros se enfrentando numa batalha mortal.