Os aviões mais estranhos da história

São aeronaves curiosas que surgiram antes ou durante a Segunda Guerra Mundial
Este é um dos mais bizarros da lista, de longe: o Rotabuggy foi concebido para solucionar um problema logístico dos aliados, o de colocar veículos de combate no front. Os russos chegaram até a criar um tanque com asas, mas os britânicos resolveram colocar hélices de helicópteros em todo tipo de veículo – entre eles, um jipe. Como se não bastasse, Raoul Hafner, o criativo engenheiro por trás da proposta, criou também uma “cauda” para que o Rotabuggy ficasse ainda mais parecido com a aeronave que lhe deu origem. Não é necessário dizer que ele mal conseguia voar e que logo o projeto foi descartado…

Não se assuste com os aviões de aparências duvidosas que apresentamos neste post. Cercados de otimismo quanto a sua aceitação para missões específicas, eles foram projetados com o objetivo de atender a ações militares ou ao mercado de defesa do país. O clima de urgência, a ameaça da concorrência e a ausência de recursos tecnológicos e conhecimentos específicos mais avançados na época, acabou resultando nestas soluções irreais que surgiram antes e durante a Segunda Guerra Mundial.

Aqui estão apenas alguns dos modelos bizarros… mas a lista é muito maior, acredite! E a grande maioria não passou do protótipo, embora algumas soluções, aperfeiçoadas mais tarde, serviram de base para novos aviões.

Stipa Caproni (1932) Avião experimental italiano de 1932 possuía fuselagem em formato de barril. O conjunto motor-hélice convencional instalado em seu interior fornecia o empuxo para o voo.
Vought V-173 (1942) Conhecido como “Panqueca Voadora”, a aeronave de caça experimental foi encomendada pela Marinha dos Estados Unidos em 1942.
Coleoptere C-450 da Snecma Aeronave experimental francesa com asa anelar, propulsão de turborreator e que podia decolar e pousar na vertical. Os estudos começaram na época da guerra, mas o protótipo só foi criado em 1958.
Northrop XB-35 Uma asa voadora experimental desenvolvida para o projeto de um bombardeiro pesado da Força Aérea do Exército dos EUA, durante a Segunda Guerra Mundial.
North American XP-82 A emenda das asas de dois P-51 Mustang resultou em uma eficiente aeronave de escolta. O projeto só ficou pronto em 1945, e ele acabou sendo usado na Guerra da Coreia, de 1950 a 1953.
Libellula Avião experimental britânico bimotor de 1945 com asas duplas, que proporcionava uma excelente visão para os pilotos no pouso em porta-aviões.
McDonnell XF-85 Goblin Protótipo de caça a jato, que só ficou pronto em 1948. Essa aeronave norte-americana era lançada em voo do compartimento de bombas de um B-36 e recolhida depois pela mesma aeronave.
Lockheed XFV (The Salmon) Protótipo experimental da Marinha americana, para escolta de bombardeiros e para operações de decolagens e pousos verticais. No pouso, o piloto tinha de operar o pesado avião de marcha à ré – uma manobre extremamente difícil.
XB-42 Mixmaster Bombardeiro experimental, projetado em 1944 para uma velocidade máxima em grande altitude.

 

Blohm & Voss BV-141 Avião de reconhecimento tático desenvolvido pelos alemães na Segunda Guerra Mundial e notável por sua assimetria estrutural.

 

 

 

 

 

Fonte:

aeromagazine.uol.com.br

Mães divinas e seus filhos espetaculares

Mitos e Símbolos

Abaixo a lista dos 12 Deuses Olimpícos e suas mães (literalmente!) divinas:

Zeus (“céu brilhante”, senhor soberano absoluto do Olimpo) – sua mãe é Réia (“fluxo, terra ampla e larga”).

Hermes (deus da comunicação, comércio, psicopompo) – sua mãe é Maia (“mãezinha, mãe, parteira”; deusa que emana a energia de vida para fecundidade) e que foi homenageada na constelação de Touro.

Dionísio (deus da fertilidade, do vinho) – sua mãe é Sêmele ou Sémele (Sêmele “aos deuses do céu e da terra”; “deusa da terra”). E que por sua vez, era filha da deusa Harmonia, segundo outras versões.

Hera – sua mãe é Réia (“fluxo”).

Afrodite – sua mãe é Gaia/Géia (“Terra”).

Atená – sua mãe é Métis (“sabedoria, prudência”), Métis tinha o poder da metamorfose.

Ártemis (deusa da caça, vida selvagem, magia, senhora dos animais) – sua mãe é Leto (“senhora, mulher, esquecer”).

Hefestos (deus ferreiro, artesão) – sua…

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Conheça as pessoas que inspiraram personagens da Disney

Personagem da Disney das fabulosas animações… Quem não tem seu preferido?  É divertido saber que algumas dessas figuras que marcaram a infância de muita gente foram inspiradas em pessoas reais. Quer ver?

Legal também é observar as semelhanças, que podem ir além das físicas, que existem entre as pessoas que inspiraram os animadores e as personagens a que deram origem.

Por exemplo, Robin Williams e o Gênio de “Aladdin”… o astro da comédia era também um mestre da improvisação e, ao dublar o personagem, ele inventava tanta coisa ali na hora que os animadores tinham que correr atrás para colocar tudo aquilo no filme. Resultado: além do que vimos no desenho, a Disney tem mais cerca de 14 horas de gravações que não foram utilizadas!

Outro ator que praticamente definiu como seria o personagem foi Danny de Vito e seu Phil, de “Hércules”.

A lista é longa… Por isso, para não estender demais o post, vamos mostrar aqui quem inspirou quem e observe como esses animadores são incríveis ao captar as nuances das pessoas reais!

Úrsula – Divine (Drag Queen)
Sininho (Peter Pan) – Margaret Kerry, atriz e apresentadora de rádio americana
Malévola (A Bela Adormecida) – Eleanor Audley, atriz e dubladora
Aurora (A Bela Adormecida) – Helene Stanley, atriz americana
Rainha Má (A Branca de Neve e os Sete Anões) – Helen Gahagan. Foi uma atriz e política. Ela foi a terceira mulher – a primeira democrata – a ser eleita para um assento no Congresso dos Estados Unidos pelo estado da Califórnia.
Branca de Neve (Branca de Neve e os Sete Anões) – Marge Champion, foi atriz, dançarina e coreógrafa
Pocahontas – Irene Bedard, atriz descendente de nativos do Alasca
Peter Pan – Bobby Driscoll. Ele foi um aclamado ator mirim norte americano. Estrelou alguns filmes da Disney, como A Canção do Sul, So Dear to My Heart e A Ilha do Tesouro.
Alice (Alice no País das Maravilhas) – Kathryn Beaumont. Ela é uma atriz, dubladora e cantora britânica. Na dublagem original, Kathryn dublou Alice, e também Wendy, em Peter Pan
Capitão Gancho – Hans Conried foi um ator e comediante americano.
Ariel (A Pequena Sereia) – Alyssa Milano, atriz e cantora americana, ficou conhecida por seu papel na série “Charmed”.
Aladdin – Tom Cruise… bem, ele todo mundo sabe quem é…

Fonte:

hypeness.com.br

Pai (II)

Mitos e Símbolos

Agora, uma pequena lista de pais importantes que geraram filhas fabulosas!

Urano – pai das Ninfas dos Freixos (Melíades), Téia, Réia, Febe, Erínias, Basileia, Ops (deusa da abundância), Mnemósine (memória), Afrodite

Zeus – pai de Atenas, Horas, Moiras, Musas, Irene (deusa da paz), Artemis, Cárites, Helena

Ares – pai de Harmonia

Érebo – pai de Hemero (dia)

Cronos – pai de Hera, Héstia, Deméter

Oceano – pai de Calipso

Atamante – pai de Hele

Hipérion – pai de Eos (aurora)

Hefesto – pai de Pandora

Asclépio – pai de Panaceia (deusa da cura pelas plantas)

Minos – pai de Ariadne

Fórcis – pai das Greias

Atlas – pai de Astérope

Apolo – pai de Fenômeo (presságio)

Abaixo uma representação de Urano

Por User:Bibi Saint-Pol, own work, 2007-02-08, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1804754

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Pai (I)

Mitos e Símbolos

Olá! Aqui temos uma simplificada lista, posso dizer assim… algo tipo um singelo lembrete de alguns pais importantes na Mitologia e seus filhos, até porque tenho consciência de que a lista é enorme…

Num próximo post, darei nome aos pais de filhas que marcaram a história mitológica. 😉

Anfitrião – pai humano de Héracles

Peleu (rei de Ftia) – pai de Aquiles

Eagro – pai de Orfeu

Urano – pai de Saturno, Cíclopes

Zeus – pai de Hermes, Apolo, Dionísio, Ares, Perseu e tantos outros…

Ares – pai de Fobos, Deimos

Cronos – pai de Zeus, Hades, Posídon

Apolo – pai adotivo de Quíron, Aristeu

Hipérión – pai de Hélio (Sol)

Posídon – pai de Cicreu (herói que depois de matar a serpente que devastava a Ilha de Salamina, tornou-se rei), Belerofonte (herói que matou a Quimera), Páralo (teria inventado a primeira nau de guerra), Parnaso herói epônimo da ilha…

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Afrodite/Vênus

Mitos e Símbolos

Afrodite/Vênus

Leiam!

Muito interessante…”

“Foi ela que deu o germe das plantas e das árvores, foi ela que reuniu nos laços da sociedade os primeiros homens, espíritos ferozes e bárbaros, foi ela que ensinou a cada ser a unir-se a uma companheira. Foi ela que nos proporcionou as inúmeras espécies de aves e a multiplicação dos rebanhos. O carneiro furioso luta, às chifradas, com o carneiro. Mas teme ferir a ovelha. O touro cujos longos mugidos faziam ecoar os vales e os bosques abandona a ferocidade, quando vê a novilha. O mesmo poder sustenta tudo quanto vive sob os amplos mares e povoa as águas de peixes sem conta. Vênus foi a primeira em despojar os homens do aspecto feroz que lhes era peculiar. Dela foi que nos vieram o atavio e o cuidado do próprio corpo.”

Foto por Sara del Valle em Pexels.com

Ovídio

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Vertumno e Pomona

Mitos e Símbolos

Vertumno (Vertuno) e Pomona

Pomona era uma das ninfas que habitavam a floresta, só que possuía uma ligação mais forte com os jardins e o cultivo de frutas – adorava como ninguém os campos cultivados! Era plena felicidade para Pomona ver as árvores carregadas dos mais doces frutos.

Ao invés de armas em suas mãos, levava facão de podas. Por vezes, com esse mesmo objeto cortante impedia o crescimento desmedido de alguma planta, ou com ele partia um galho para produzir um novo enxerto. E aguardava que o tempo trouxesse uma nova espécie.

Ela também se preocupava, que os seus protegidos cultivos não sofressem com a seca, e produzia correntes de água para eles, para que as raízes sedentas tivessem água para beber. Esse era o seu principal objetivo, e sua paixão; e estava livre dos sentimentos que eram inspirados por Vênus.

Não se deixava intimidar pelos camponeses, e mantinha…

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Hera/Juno

Mitos e Símbolos

HERA- gregos/JUNO-romanos era a soberana rainha olímpica dos deuses e é a deusa do casamento, protetora das mulheres, da fertilidade, dos partos. Filha de Cronos e Reia, esposa de Zeus. Sim, Hera é a protetora das uniões legítimas, por isso é a deusa do matrimônio.

Com Zeus teve Ares, Hebe e Ilitia.

Ela geralmente era retratada como uma bela mulher usando uma coroa e segurando um cetro real com ponta de lótus e às vezes estava acompanhada por um leão, cuco ou falcão.

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Os piratas mais conhecidos de todos os tempos

Piratas.

Terrores dos mares e aventureiros destemidos, piratas sempre captaram a imaginação popular. As aventuras desses marinheiros movidos por ganância e o desejo por uma vida mais livre inspiraram muitos livros e filmes.
Descubra nessa lista alguns dos piratas que espalharam o terror pelos sete mares.

Bartolomeu Português (?-1669)

  • País de origem: Portugal
  • Onde pirateou: no Caribe

A grande contribuição de Bartolomeu Português para a pirataria foi a invenção do Código Pirata, uma lista de regras que a tripulação de um navio pirata usava como lei (quem assistiu os filmes da série “Piratas do Caribe”, da Disney, deve ter notado que os piratas faziam menção a esse código). Ele ajudava a manter a disciplina e garantia uma distribuição mais justa dos lucros entre os marinheiros.

Depois de alguns sucessos no alto mar, Bartolomeu Português foi perseguido por uma maré de azar. Capturado por espanhóis, ele conseguiu fugir do navio onde estava preso, chegou à costa mexicana e se escondeu na floresta. Depois de uma longa caminhada, conseguiu uma carona de outro pirata, juntou uma tripulação e capturou o navio onde ficou preso! Mas o azar não tinha terminado. O navio naufragou…

Bartolomeu sobreviveu mas passou seus últimos dias na miséria, sem mais sucesso como pirata.


Roque Brasiliano (cerca de 1630-1671)

  • País de origem: Holanda
  • Onde pirateou: na costa da América Central e no Caribe

Roque Brasiliano era ruim, até para o padrão dos piratas! Nascido na Holanda, sua família se mudou para o Brasil quando era pequeno (daí ficar conhecido como Brasiliano, ou Brasileiro). Quando sua colônia foi conquistada pelos portugueses, ele se mudou para a Jamaica, onde se dedicou à pirataria e se tornou capitão.

Como capitão, Roque Brasiliano ganhou fama por sua brutalidade. Ele ameaçava sua tripulação e não tinha dó dos prisioneiros que fazia, espalhando o terror por onde passava. Prisioneiros espanhóis, em particular, eram alvo de suas torturas cruéis. Não se sabe como sua vida chegou ao fim, mas quando desapareceu, o mar se tornou um lugar mais seguro.


  • País de origem: Irlanda
  • Onde pirateou: no Caribe

O caso de Anne Bonny foi motivo de muita fofoca, na época. Casada com um pirata de segunda categoria, chamado James Bonny, ela desprezou o marido quando ele se tornou informante do governo, traindo os colegas. Então Anne fugiu com seu amante, o capitão pirata Jack Rackham. A bordo do seu navio, ela vestia-se como homem e era tão feroz quanto os outros tripulantes.

Anne descobriu que outro membro da tripulação também era uma mulher disfarçada: Mary Read. Quando o navio foi atacado por um galeão da armada britânica, somente essas duas mulheres ofereceram resistência, porque os outros piratas estavam todos bêbados! Condenadas à forca, as duas mulheres alegaram gravidez e foram poupadas. Mary Read morreu na prisão, mas ninguém sabe o que aconteceu a Anne Bonny. Há quem pense que ela foi resgatada pelo pai e voltou para casa, mas quem sabe se não voltou ao mar?


William Kidd (cerca de 1654-1701)

  • País de origem: Escócia
  • Onde pirateou: no Caribe e no Oceano Índico

Não se sabe exatamente se William Kidd era mesmo pirata. Na verdade, ele foi contratado pelo governo britânico para… caçar piratas! Mas não teve sucesso em sua missão e, quando atacou um navio que não devia, foi acusado pelo Império de pirataria. Acabou sendo preso e executado, e seu corpo foi exposto como aviso para outros piratas.

William Kidd ficou conhecido principalmente por ter enterrado parte de seu tesouro como um seguro contra calamidades. Isso não o salvou da forca, mas deu origem às histórias populares de tesouros piratas enterrados em ilhas desertas, como no livro A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson (1882).


Sayyida Al Hurra (1485-1561)

  • País de origem: Granada (Espanha)
  • Onde pirateou: no Mar Mediterrâneo

Quem disse que uma rainha não podia ser pirata? Sayyida Al-Hurra foi uma nobre árabe que nasceu em Granada, na Espanha, mas que teve de fugir para Marrocos quando os espanhóis conquistaram seu reino. Ela se casou com o rei da província de Tetuoan e, quando ele morreu, assumiu o poder como rainha.

Nessa época, os portugueses e espanhóis estavam tentando conquistar o norte de África. Por isso, Sayyida Al-Hurra decidiu defender seu território através da pirataria. Suas frotas atacavam navios ibéricos, roubavam bens e faziam prisioneiros. Se os portugueses ou espanhóis quisessem recuperar o que tinham perdido, tinham de negociar com a rainha. Mulher brava, meus amigos!


  • País de origem: Gales
  • Onde pirateou: na costa das Américas e da África Ocidental

Este foi o pirata de mais sucesso do seu tempo. Ele abordou mais de 400 navios e era considerado quase invencível.

Certa vez, Roberts encontrou uma frota de navios mercantis portugueses. Ele fingiu que seu navio era parte da frota, encontrou e conquistou o navio com mais riquezas e conseguiu fugir antes de alguém soar o alarme! Mas sua sorte não durou para sempre. Em uma ocasião, quando seus marinheiros estavam bêbados, foram atacados e Bartholomew Roberts morreu no confronto. Sua morte foi um choque tão grande que a tripulação toda se rendeu.


Hayreddin Barbarossa (cerca de 1478-1546)

  • País de origem: Império Otomano
  • Onde pirateou: no Mar Mediterrâneo

Barbarossa, ou Barba Ruiva em português, foi o mais notável de três irmãos piratas. O nome Barbarossa foi inicialmente um apelido dado a seu irmão mais velho, que era o comandante do navio. Quando o irmão morreu, Hayreddin assumiu o título e o comando. Ele e seus irmãos capturaram muitos navios de países europeus e ajudaram muitos muçulmanos a fugir da Espanha.

Nessa época, os países católicos da Europa estavam em guerra contra o Império Otomano e outros povos muçulmanos, lutando pelo domínio do Mar Mediterrâneo e do norte de África. Barbarossa foi um pirata a serviço dos povos muçulmanos, acabando por se tornar um oficial naval legítimo e governador do Império Otomano. Ele era tão bom estrategista que, certa vez, conseguiu derrotar uma coligação de 300 navios europeus com apenas 122 embarcações! Seu corpo está sepultado em Istambul, na Turquia, onde ainda é admirado.


  • País de origem: China
  • Onde pirateou: ao longo da costa da China

Ching Shih provavelmente liderou a maior armada pirata de todos os tempos. No auge do seu poder, ela comandava mais de 300 navios e milhares de homens! Seu nome era temido nos mares da China por sua brutalidade e força. Quem diria que uma mulher, que começou como prostituta, poderia chegar tão longe?

Bonita, inteligente e letal, Ching Shih deixou a prostituição quando se casou com um pirata poderoso chamado Cheng Yi, partilhando o poder com ele. Quando o companheiro morreu, ela assumiu o comando e dominou a costa chinesa com punho de ferro. Ching Shih lutou contra frotas chinesas, portuguesas e inglesas, mas ninguém conseguiu conter seu poder! Por fim, o imperador chinês ofereceu um perdão oficial aos piratas e Ching Shih se reformou, morrendo em paz como dona de um bordel e uma casa de apostas.


Edward Teach (cerca de 1680-1718), mais conhecido como Barba Negra!

  • País de origem: Inglaterra
  • Onde pirateou: no Caribe e na costa leste da América do Norte

Possivelmente foi o pirata mais famoso de todos.

A bordo de seu navio principal, o Queen Anne’s Revenge, Barba Negra organizou a captura de muitos navios e aterrorizou o Caribe e as colônias americanas. Reza a lenda que ele colocava fogo à sua famosa barba negra para assustar seus inimigos nas batalhas! Mas, apesar das aparências, não costumava maltratar seus prisioneiros.

Edward sabia usar muito bem a própria imagem em seu favor.  Ele tentava se manter o mais amedrontador possível. Alto, o pirata cultivava um olhar amedrontador, e preferia exercer a sua influência sobre os seus comandados e reféns do que utilizar a violência.

A fama de Barba Negra pode passar a mensagem de que ele aterrorizou os mares durante anos, mas não. Na realidade, ele comandou embarcações somente por dois anos, de 1716 a 1718.

Como todo bom pirata, Barba Negra também tinha uma Jolly Roger, nome dado às bandeiras dos piratas que geralmente indicavam a mesma coisa: perigo. A bandeira de Teach era um esqueleto com chifres, simbolizando o próprio demônio, segurando um arpão e uma ampulheta enquanto mira sua arma para um coração.

E como qualquer pirata de carreira, Barba Negra morreu de forma violenta no mar. Em uma batalha contra as autoridades coloniais americanas, quando sua frota bloqueou os portos da Carolina do Sul, impedindo qualquer embarcação de sair ou entrar no porto sem ser saqueada, ele ficou cercado e morreu lutando contra vários homens ao mesmo tempo. Sua cabeça cortada foi pendurada do navio capitânia dos vencedores.

Carreira de pirata é curta…

Fonte:

https://www.maioresemelhores.com/Amy Góis

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