Mas eu me mordo de ciúme!

Quando tudo parece estar indo bem, de repente algo muito melhor acabou de acontecer com alguém. Ora, é bom ser feliz por outra pessoa quando ela recebe uma coisa boa, não é mesmo? Mas não é bem assim que as coisas acontecem… De vez em quando, os sentimentos se tornam óbvios demais pra serem ignorados, porque veio à tona aquilo que todos negam sentir…

Segurando Vela
Que chato estar lá quando seu amigo e a namorada dele estão se dando tão bem… Quando começam a se beijar, então, você fica pensando no que fazer. Bem que eles podia dar um tempo, daí talvez o cara pudesse perguntar pra garota se ela tem alguma amiga…

Er … também pesquei um …
Ah, a alegria do mar, de sair pra pegar um peixe para cozinhar para o jantar… Pelo jeito, o amigo é quem pescou o jantar, o outro ficou apenas com o aperitivo.

Elas me deixaram de fora!

Que mico! Tiraram a foto e se esqueceram da amiga! Mas ela fez questão de ocupar seu lugar na foto, deixando bem claro que estava p* da vida!

Ei! Estou aqui também!
Os bebês precisam de atenção constante, e formam um vínculo cheio de ternura entre eles e seus pais. No entanto, ai dos pais que se atreverem a reservar alguns minutos para si mesmos…

Posso trocar meu pedido?
Aquela moça parece ter tomado uma decisão precipitada ao escolher a sobremesa. Ela devia estar se cumprimentando pela opção saudável, e imagine seu desânimo quando o garçom aparece com um grande pedaço de bolo para a mesa ao lado.

Sem ciúme no set?
As estrelas de Modern Family Julie Bowen e Sophia Vergara parecem se dar muito bem, mas esta foto sugere que talvez Julie tenha um pouco de inveja de algumas… hã… qualidades de Sophia. Julie é sem dúvida uma mulher bonita, mas Sophia é difícil de ignorar. Um pouco como Sophia Loren e Jayne Mansfield (veja mais abaixo), mas talvez sem tanta hostilidade.

O melhor amigo do homem?
Ele ama você, você o ama, mas pode haver concorrência, especialmente quando surge um gatinho tão fofo na parada… A expressão do melhor amigo do homem mostra que ele não gostou muito da situação.

Uma imagem, uma história
A lendária atriz Jayne Mansfield tinha um talento para a autopromoção que, er, aproveitava ao máximo seus… hã… recursos. A estrela aproveitou muito bem seu convite para a festa de outra superestrela, a bela Sophia Loren. Sophia deixou transparecer seu descontentamento, alegando que Jayne sabia exatamente o que estava fazendo. No entanto, se alguma vez uma imagem conta uma história melhor do que as palavras, a imagem é esta.

 

 

 

EISENHOWER TEVE ENCONTROS COM EXTRATERRESTRES

Dwight D. Eisenhower conversou com seres de outro planeta em diferentes ocasiões, segundo revelação do ex-assessor da Casa Branca Timothy Good, em 2012

Renomado comandante das Forças Aliadas na Europa durante a Segunda Guerra, general condecorado do exército e 34º presidente dos Estados Unidos. Dwight D. Eisenhower, conhecido como Ike, teve uma trajetória marcante e se destacou na história americana. Governante do país entre 1953 e 1961, teve a difícil tarefa de liderar os EUA na Guerra Fria, enfrentando a potência comunista que era a União Soviética.

O General Dwight D. Eisenhower conversa com os homens da Easy Company durante o Dia D. Quem assistiu a série “Band of Brothers”, produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg, vai se lembrar que a Easy Company teve sua história contada nessa superprodução. .

Com a promessa de derrotar o “comunismo, Coreia e corrupção”, o republicano venceu as eleições e rapidamente passou a se envolver em assuntos internacionais, com ameaças nucleares e golpes de Estado no Oriente Médio. Ainda que tenha deixado o cargo com uma reputação considerada precária, estudiosos o consideram um dos melhores presidentes que os Estados Unidos já tiveram, contando com uma prosperidade econômica notória.

Apesar de grande parte dos assuntos políticos terem sido deixados para seu vice, Richard Nixon, um assunto em particular recebeu toda a atenção de Eisenhower: a existência de extraterrestres. Entusiasta de temas intergalácticos, Ike esteve diretamente envolvido na criação da NASA e de projetos espaciais, que tinham enorme importância durante a Guerra Fria.

Impulsionado pela corrida espacial e pelo lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik 1, criado pelos soviéticos, o presidente resolveu acelerar as pesquisas de tecnologia, dando então início a uma agência federal que hoje é uma das mais renomadas do mundo.

Encontros com aliens

No entanto, o deleite foi além dos projetos federais e da aspiração em derrotar a URSS. De acordo com um dos ex-assessores da Casa Branca, Timothy Good, o líder americano se encontrou três vezes com extraterrestres…

Timothy Good

Perguntado porque os ETs não se encontram com gente importante, como o ex-presidente Barack Obama, Good disse: “Bem, certamente posso dizer que, em 1954, o presidente Eisenhower teve três encontros, marcou reuniões com alienígenas, que aconteceram em determinada base da Força Aérea, a Holloman no Novo México”.

Os encontros sigilosos permaneceram desconhecidos até que Timothy trouxe à tona para o público há 9 anos. De acordo com ele, “os extraterrestres fizeram contato formal e informal com milhares de pessoas em todo o mundo, de todas as classes sociais”.

O episódio no Novo México, segundo o assessor, contou com a presença do então presidente e de agentes do FBI, que serviram como testemunhas. Sobre a localização, o ex-funcionário da Casa Branca disse que tudo foi marcado por “mensagens telepáticas”.

Esta foi a primeira vez que alguém de grande destaque mencionou o assunto que parece ser proibido entre os funcionários do governo. Good, que era ex-consultor do Congresso dos Estados Unidos e do Pentágono, acrescentou que muitos líderes ao redor do globo mantêm uma relação cordial com seres de outros planetas.

Ele explica que as reuniões aconteceram com múltiplas raças de aliens, sendo que um contato inicial aconteceu com ETs “nórdicos” por conta de sua aparência, enquanto um acordo sigiloso foi firmado com seres chamados “Aliens Grays”.

“Sabemos que até 90 por cento de todos os relatos de OVNIs podem ser explicados em termos convencionais. No entanto, eu diria que milhões de pessoas em todo o mundo realmente viram a coisa real”, alegou ele. A afirmação vem como suporte para sua tese de que todas as pessoas das classes sociais podem ser contatadas por viajantes cósmicos, ou ainda, avistar uma nave espacial.

Hoje, aos 78 anos, Good já escreveu diversos livros sobre ufologia e mistérios que os americanos de alto escalão tentam esconder. Ainda assim, não há confirmação real, e muitos duvidam de suas histórias.

 

 

 

 

Fonte:

aventuranahistoria.uol.com.br por ALANA SOUSA

5 coisas que você não sabe sobre o clássico Chanel N.º5

No final da Segunda Guerra Mundial, a primeira coisa que os soldados americanos fizeram em Paris foi comprar este perfume para as mulheres.

O eterno perfume favorito de Marilyn Monroe é a fragrância mais famosa do mundo – não há outro perfume que carregue a mesma mística. Chanel N.º5 foi o primeiro perfume com o nome de quem o criou — neste caso, a famosa Coco Chanel — que, desde 1959, está incorporado na coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, nos Estados Unidos.

O mundo conhece o burburinho em torno do Nº. 5, mas poucas pessoas já ouviram a história improvável desse perfume. Para que não fique sem assunto da próxima vez que andar de elevador, preste bem atenção nestas cinco curiosidades — pode ser que alguém a seu lado o esteja usando.

1. Foi inspirado por mulheres

Depois de ter a ideia de criar o perfume para a sua marca de roupa durante uma reunião com amigos em Monte Carlo, Chanel contatou o mestre de perfumaria Ernest Beaux. A estilista francesa queria que a fragrância fosse única e que “transparecesse o seu estilo e personalidade”. Mais do que isso, o seu objetivo era refletir a sensualidade e complexidade da mulher moderna. Resultado: um aroma floral e sedutor, como nenhum outro perfume no mercado tinha.

Diz-se que Chanel escolheu a quinta amostra que Beaux lhe apresentou, fazendo com que o  perfume se chamasse N.º5. O nome numérico e o frasco minimalista fez com que fosse reconhecível por mulheres de todo o mundo.

3. A riqueza dos ingredientes

O gosto de Chanel por produtos de excelência é refletido no vasto número de propriedades usadas para fazer a fragrância. Foi preciso uma tonelada de flores para produzir 1,5 quilos de essência. O perfume tem ylang-ylang colhida do Madagáscar e de Maiote; Rosa de Maio, que só floresce durante três semanas todos os anos; e Jasmim de Grasse — o ingrediente bruto mais luxuoso do mundo.

4. Tem uma ligação íntima à história do século XX

O perfume está ligado a vários momentos emblemáticos do século passado. Marilyn Monroe disse que usava apenas algumas gotas de Chanel N.º5 para dormir. Andy Warhol pintou um quadro com a embalagem. Depois de Paris se libertar da invasão nazista na Segunda Guerra Mundial, milhares de soldados americanos fizeram filas para comprar o perfume para levar às mulheres.

A estrela de cinema disse em entrevista que a única coisa que usava na cama era umas gotas de Chanel N.º5.
5. Elevou o padrão dos anúncios de perfumes 

Em 1969, Richard Avedon filmou o primeiro anúncio publicitário com roteiro, em Nove Iorque. Apesar de ter apenas alguns segundos, foi o anúncio mais caro naquela época. Em 2004, a marca voltou a bater recordes com anúncios de televisão. Desta vez, um filme com Nicole Kidman e Rodrigo Santoro custou 30 milhões de dólares.

 

 

 

 

Fonte:

nit.pt

Como o Mickey fez a Disney atravessar a Grande Depressão

Há poucos dias, postei algumas curiosidades sobre o Zé Carioca, falando sobre sua origem e sobre quem inspirou Walt Disney a criar seu popular papagaio – aqui. Nessa linha de contar sobre os bastidores da Disney, este post vai explicar como o merchandising do Mickey salvou aquela que viria a ser a maior empresa de entretenimento do mundo!

Quando jovem, Walt Disney se tornou cartunista do jornal de sua escola e, mais tarde, conseguiu um emprego como criador de anúncios em uma empresa de publicidade em Kansas City.

Enquanto estava lá, Walt se apaixonou pelo mundo emergente da animação. Então, Walt e seu irmão Roy juntaram seu dinheiro, se mudaram para Hollywood e abriram o Disney Brothers Studio em 1923. Seis anos depois, Walt e o ilustrador Ub Iwerks criaram um curta de animação baseado em um novo personagem que desenvolveram, chamado Mickey Mouse.

Na verdade, ele se chamava originalmente Mortimer Mouse, mas a esposa de Disney não achou o nome atraente e sugeriu Mickey. Quando a Disney produziu o primeiro desenho animado do Mickey com som, intitulado Steamboat Willie, foi um sucesso instantâneo.

Fotograma de Steamboat Willie, no Brasil O Barquinho a Vapor.

Um dia, no saguão de um hotel, Walt foi abordado por um homem que lhe ofereceu US $ 300.00 pelos direitos de colocar a imagem de Mickey em cadernos infantis. Os Disney estavam sempre com pouco dinheiro, então Walt aceitou a oferta. Foi o início do merchandising da Disney.

Os primeiros produtos licenciados

Percebendo o potencial, Walt mais tarde assinou um contrato maior com uma outra empresa, mas os royalties eram baixos e a qualidade da mercadoria era péssima. Walt queria sair e tentar outra coisa.

Foi quando Herman Kamen entrou na vida da Disney em uma das mais clássicas histórias de vendas de todos os tempos.

Herman “Kay” Kamen e Walt Disney

“Kay” Kamen, como era conhecido, era dono de uma agência de publicidade em Kansas City, que criava displays e campanhas para lojas de departamentos. Quando uma dessas vitrines, para uma loja em Los Angeles, chamou a atenção de Walt Disney em 1932, ele telegrafou a Kamen para perguntar se ele estava interessado em promover o Mickey. Kamen telegrafou de volta para dizer que estava muito interessado.

Em seguida, foi ao banco, sacou todas as economias que juntara durante sua vida, costurou todo o dinheiro no forro de sua jaqueta e embarcou em um trem para a Califórnia no mesmo dia. Kamen estava tão preocupado que alguém roubasse sua jaqueta que ficou acordado durante toda a viagem… de dois dias!

Quando finalmente chegou ao escritório de Walt, Kamen apresentou seus planos de merchandising para o Mickey, daí tirou todo o dinheiro de sua jaqueta e espalhou-o dramaticamente pela mesa, dizendo:

— Se você me contratar, todo esse dinheiro é seu. Não sei quantos negócios você está fazendo agora, mas garanto-lhe isso aqui mais 50 por cento.

Walt puxou seu irmão Roy até a janela para discutir a oferta. Quando voltaram para apertar a mão de Kamen, concordando em contratá-lo, descobriram que ele havia adormecido em sua cadeira – exausto de sua viagem de 48 horas desde Kansas City… e de olhos abertos.

Kay Kamen iria transformar completamente o merchandising da Disney, transformando-o em um departamento com controle de qualidade e sua própria geração de receitas, o que acabaria por tornar a marca Mickey Mouse mais popular do que o Mickey Mouse estrela de cinema.

Em um ano, havia 40 licenças para produtos Mickey Mouse. Em dois anos, Kamen gerou US $ 35 milhões em vendas de mercadorias da Disney. E veja bem, é preciso contextualizar as conquistas desse homem.

Aqueles eram anos da Grande Depressão *. E apesar de serem os dias mais sombrios do Século 20, economicamente falando, Kay Kamen até persuadiu a General Foods a pagar um milhão de dólares pelo direito de colocar Mickey nas caixas de cereais!

A partir daquele momento, a imagem do Mickey estava por toda parte. Havia sabonete Mickey Mouse, doces, cartas de baralho, escovas de cabelo, bonés, meias, sapatos, bolas de futebol, bolas de beisebol, brinquedos de pelúcia e, claro, relógios.

Em 1934, Walt afirmava que ganhava mais dinheiro com o merchandising de Mickey do que com seus desenhos animados.

Isso era importante por três motivos: a empresa agora tinha dinheiro no banco para financiar seus filmes; cada produto do Mickey era um anúncio ambulante da empresa, e quando as pessoas levavam um produto desses para casa, elas o guardavam em seus corações.

Em 1949, Kay Kamen vendia US $ 100 milhões em produtos Disney todos os anos. Uma noite, ele comemorou esse marco durante um jantar com Walt e Roy em Paris. No dia seguinte, enquanto voava para casa, Kamen e sua esposa morreram em um acidente de avião.

Os irmãos Disney ficaram arrasados.

Mas Kay Kamen havia construído a base de um império. E a Disney se tornou o primeiro estúdio a reconhecer o que se tornaria uma prática comercial padrão em Hollywood, 40 anos depois: que o merchandise era uma poderosa ferramenta de marketing.

 

  • Crise de 1929, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior crise do capitalismo financeiro. O colapso econômico teve início em meados de 1929, nos Estados Unidos, e se espalhou por todo o mundo capitalista. Seus efeitos duraram por uma década, com desdobramentos sociais e políticos.
  • As principais causas da Crise de 1929 estão ligadas à falta de regulamentação da economia e à oferta de créditos baratos. Igualmente, a produção industrial seguia um ritmo acelerado, mas a capacidade de consumo da população não absorvia esse crescimento, gerando grandes estoques de produtos a fim de esperar melhores preços.
  • A Europa, que tinha se recuperado da destruição da Primeira Guerra, não precisava mais dos créditos e produtos americanos. Com os juros baixos, os investidores passaram a colocar seu dinheiro na Bolsa de Valores e não nos setores produtivos. Ao perceber a diminuição do consumo, o setor produtivo passou a investir e produzir menos, compensando seus déficits com a demissão de funcionários.
Um investidor oferece seu carro por 100 dólares em dinheiro, pois perdeu tudo na Bolsa de Valores
  • Com tanta especulação, as ações começam a se desvalorizar, o que gera o “crash” ou o “crack” da Bolsa de Nova York, no dia 24 de outubro de 1929. Este dia seria conhecido como a “Quinta-feira Negra”.
  • O resultado óbvio foi o desemprego (generalizado) ou a redução salarial. O ciclo vicioso se completou quando, devido à falta de renda, o consumo caiu ainda mais, forçando uma diminuição nos preços.
  • Muitos bancos que emprestaram dinheiro faliram por não serem pagos, diminuindo assim a oferta de crédito. Com isso, muitos empresários fecharam as portas agravando ainda mais o desemprego.
  • Os países mais atingidos pela Quebra da Bolsa de Nova York foram as economias capitalistas mais desenvolvidas, dentre elas os Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Itália e o Reino Unido. Em alguns destes países, os efeitos da crise econômica fomentaram a ascensão de regimes totalitários.
  • A União Soviética, onde a economia em vigor era socialista, pouco foi afetada.
  • A crise econômica nos Estados Unidos atingiu em cheio o Brasil. Naquele momento, o país exportava praticamente apenas um produto, o café, e as boas colheitas já tinham feito que o preço do produto tivesse uma queda.
  • Além do mais, como não era um produto de primeira necessidade, vários importadores diminuíram as compras significativamente.
  • Para se ter uma ideia da dimensão do problema econômico, a saca de café era cotada a 200 mil réis, em janeiro de 1929. Um ano depois, seu preço era 21 mil réis…

Oportunamente, detalharei as causas e consequências da Grande Depressão e o que alguns analistas enxergam de similaridades com a crise mundial provocada pelo Covid-19.

ZÉ CARIOCA: A ORIGEM PAULISTA DO PERSONAGEM DA DISNEY

(Eu li essa matéria muito interessante, dica de amigos dos grupos de quadrinhos Disney no Facebook, e resolvi compartilhar).

Inspirado no músico José do Patrocínio Oliveira, o papagaio caricato foi criado com objetivos estratégicos e comerciais

Saludos Amigos – Getty Images

Em 1942, ao ser apresentado a Walt Disney nos Estados Unidos, o músico José do Patrocínio Oliveira logo emendou uma conversa usando seu inglês carregado de sotaque. Ao ouvi-lo, o desenhista recomendou: “Não tente ser americano, já temos americanos suficientes aqui. Seja brasileiro”. Isso Oliveira sabia fazer muito bem.

Inspirado nele, Disney criou seu personagem brasileiro: o Zé Carioca (Joe Carioca, em original). Só que o homem por trás do papagaio era… paulista! Nascido na cidade de Jundiaí, em 1904, o violonista e cavaquinista Oliveira, chamado pelos amigos de Zezinho, tinha vários trejeitos. “Ele era todo rapidinho, não parava de se mexer nem de falar”, conta o diretor de TV José Amâncio, que foi muito próximo do músico.

“Não é que Zezinho tivesse um jeito parecido com o do personagem. Ele simplesmente era o Zé Carioca!” No Brasil, a estréia do papagaio verde e amarelo viria ainda em 1942, com Alô, Amigos — batizado de Saludos Amigos, em inglês —, uma pioneira mistura de filme e desenho animado. Nele, Zé Carioca — dublado pelo próprio Zezinho — recebe o Pato Donald em terras brasileiras.

Além de ser sucesso de público, Alô, Amigos também agradou às autoridades americanas. Afinal, o filme dos Estúdios Disney se encaixava perfeitamente na Política da Boa Vizinhança, lançada na década de 30 pelo presidente americano Franklin Roosevelt com o objetivo de manter toda a América alinhada com os Estados Unidos — e afastada da influência de comunistas e fascistas.

O produtor de cinema, artista e animador americano Walt Disney (1901 – 1966) deita-se na areia da Praia de Copacabana e sorri enquanto segura uma câmera 8mm enquanto está na América do Sul em uma viagem para procurar locações, Rio de Janeiro, Brasil, 1941 . (Foto de Hart Preston / The LIFE Picture Collection via Getty Images)

O responsável pela doutrina era o OCIAA (sigla em inglês para Escritório do Coordenador de Assuntos Interamericanos), que usava a cultura como um dos principais meios para manter a influência americana. O órgão encomendou a Disney — uma espécie de embaixador não-oficial da Política da Boa Vizinhança — personagens que conquistassem a simpatia da América Latina.

Para agradar os mexicanos, Disney criou o galo Panchito. Na hora de homenagear o Brasil, o desenhista decidiu usar um papagaio. Há diferentes versões de como isso ocorreu. A mais aceita é contada pelo escritor Ezequiel de Azevedo em O Tico-Tico: Cem Anos de Revista.

Segundo ele, durante uma visita ao nosso país em 1941, Disney ganhou do cartunista J. Carlos o desenho de um papagaio abraçando o Pato Donald. Pronto, estava escolhido o animal — faltava só dar personalidade a ele. No ano seguinte, Disney foi apresentado a Zezinho. E seu papagaio ganhou chapéu de malandro, gravata borboleta, um guarda-chuva para usar como bengala e uma fala temperada por ginga e malandragem.

“Muita gente pensa que o Zezinho fez aquela voz do Zé Carioca especialmente para os desenhos. Não fez, era a voz dele mesmo”, diz José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, diretor da TV Vanguarda, que conheceu Zezinho por intermédio do pai, na infância.

Em 1957, aos 22 anos, Boni reencontrou o músico e manteve com ele uma amizade que durou 30 anos. “Disney dizia que o Zezinho tinha até nariz de papagaio. E o levava para o estúdio, botava um chapéu nele, dava um guarda-chuva na mão dele e pedia para ele andar, sambar, rebolar… Os desenhistas ficavam assistindo para fazer o papagaio se mexer do mesmo jeito. E o Zezinho dizia: ‘Mas eu não sei rebolar, sou paulista!’”

Saludos Amigos, cartaz, Donald, Zé Carioca, 1942. (Photo by LMPC via Getty Images)

Antes e acima de ser o Zé Carioca, Zezinho era um grande músico. Desde a década de 30, acompanhava as cantoras Aurora e Carmen Miranda, quando as duas cumpriam agenda pré-carnavalesca diariamente às 19h30, na Rádio Record do Rio de Janeiro. Em Carmen — Uma Biografia, o escritor Ruy Castro conta que Aurora e sua irmã mais famosa se encantaram por Zezinho, graças a sua personalidade peculiar.

O músico, por exemplo, era ex-funcionário do Instituto Butantan de São Paulo, conhecido pelo estudo de animais peçonhentos. “Quando se empolgava, falava das cobras pelos nomes delas em latim”, escreveu Ruy Castro. O amigo José Amâncio relembra que outra coisa não saía da cabeça de Zezinho: todos os pontos das linhas de trem de São Paulo. “Ele tinha mania de citar um por um, na ordem certa.”

A incrível memória de Zezinho permitiu que ele decorasse praticamente todas as músicas de Carnaval já feitas até então. “A gente dizia o ano, e ele então enumerava cada marchinha e samba. Se a gente pedia, ele cantava”, conta Boni. Foi para os Estados Unidos no fim dos anos 30, no rastro do sucesso de Carmen Miranda. Lá, gravou três discos com Aurora e, em 1942, passou a fazer parte do Bando da Lua, o conjunto de músicos que costumava acompanhar as duas irmãs.

Em 1942, Zezinho estreou no cinema tocando com o Bando da Lua no filme Minha Secretária Brasileira, estrelado por Carmen Miranda. Logo depois, em Alô, Amigos, ele fez mais do que dublar Zé Carioca: apareceu tocando Na Baixa do Sapateiro e Os Quindins de Iaiá, de Ary Barroso.

José do Patrocínio Oliveira / Crédito: Divulgação

Em 1944, voltou a dar voz a Zé Carioca e a atuar em mais uma combinação de filme e desenho animado produzida pelos Estúdios Disney: o clássico Você já Foi à Bahia?. Lá, ao lado de Aurora, ele tocou Aquarela do Brasil, também de Ary Barroso, e Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu.

A música brasileira, que tinha conquistado os Estados Unidos com Carmen Miranda, ganhava, ainda, mais espaço com o empurrão dado por Disney no cinema. Após a estreia de Você já Foi à Bahia?, Zezinho tocou com Aurora no México.

Segundo Ruy Castro, apesar da fama da cantora, o nome dela era o segundo nos cartazes dos shows. Vinha logo abaixo de Joe Carioca — Zezinho tinha assumido o nome do papagaio por causa de sua popularidade. O músico tocou samba até os 75 anos, em vários estados americanos.

Apresentava-se quase todas as noites em hotéis de luxo, restaurantes, cassinos e na própria Disneylândia, na Califórnia. Sua primeira aparição por lá foi na inauguração do parque temático, em 1955 — entrou no palco anunciado pelo próprio Disney.

Assim como Zé Carioca em Alô, Amigos, Zezinho era um caloroso anfitrião: fazia questão de manter as portas de sua casa nos Estados Unidos sempre abertas, transformando-a numa espécie de embaixada informal do Brasil.

Segundo Boni, o músico se tornou cicerone de diretores que, tempos depois, se destacariam na TV brasileira, como Daniel Filho e Augusto César Vanucci. “Os amigos queriam conhecer melhor Hollywood, ver como as coisas eram feitas lá. Eu combinava com Zezinho e ele nos levava para todos os estúdios. Todo mundo por lá o conhecia”, diz.

Certa vez, o amigo José Amâncio foi testemunha de como a fama do músico se perpetuou. No início dos anos 80, o diretor de TV visitava a Disneylândia pela primeira vez, acompanhado por Zezinho. Assim que chegou ao parque, espantou-se ao ver todos os funcionários cumprimentando o músico, acenando e dizendo: “Hey, Joe Carioca”.

“Eu sabia que ele era o homem por trás do Zé Carioca, mas não imaginava que era reconhecido desse jeito. Descobri naquele dia como ele era querido”, diz. Zezinho já tinha quase 80 anos quando a cena aconteceu — e o filme de estréia do personagem já tinha mais de 40 anos.

Em 1987, depois de muita boemia, Zezinho morreu. E saiu de cena no melhor estilo Zé Carioca. “Na lápide dele está escrito: ‘Demais!’ Porque para ele tudo era ‘demais’”, diz o empresário José do Patrocínio Oliveira Júnior, o filho do papagaio. Ou melhor, do músico.


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Corrupção: a vassourinha de Jânio Quadros

Tanto se fala hoje de democracia e corrupção, mas infelizmente esse cenário não é novo… Ao longo de nossa história, vários políticos foram eleitos com a bandeira do combate à corrupção. Muitos governos também foram derrubados com a mesma justificativa. Então, é sempre bom lembrar de nosso passado recente para, quem sabe, a gente não repetir os mesmos erros eternamente.

Um de nossos políticos mais pitorescos foi Jânio Quadros, eleito “para varrer a corrupção e a bandalheira para longe do Brasil”. Com sua fala rebuscada, discurso anticomunista, estilo teatral e tendo uma vassoura como símbolo de campanha, ele obteve uma votação impressionante. Jânio renunciou após seis meses de governo. Após uma tumultuada presidência do vice João Goulart, viria o golpe militar que duraria 21 anos. Uma das promessas dos militares? Acabar com a corrupção. O teor dos debates de hoje nos mostra que eles também não foram bem sucedidos…

O país enfrentava um período de calmaria, com a presidência de Juscelino Kubitschek (1955-1960). A economia atingia taxas de crescimento de 7%, 8% e até 10% ao ano. Isso permitiu que um ambicioso Plano de Metas alcançasse um estrondoso sucesso. Brasília foi inaugurada. Diante de tais feitos, a oposição abandonou provisoriamente o discurso anticomunista em prol de críticas à má gestão dos negócios públicos, à corrupção e à inflação, que se intensificou no período. Apesar disso, respirava-se certa tranquilidade política, pois o crescimento econômico também permitiu o aumento dos salários, reforçando o apoio dos trabalhadores ao PTB, base aliada do governo juscelinista.

Surgiram vários partidos políticos que, na maior parte do tempo, não chegavam a ameaçar as agremiações dominantes. Vez por outra, porém, a fragmentação partidária permitia a ascensão de políticos não vinculados às organizações tradicionais. Um exemplo bem-sucedido dessa trajetória foi o de Jânio Quadros, eleito sucessivamente, a partir de 1947, vereador, deputado estadual, prefeito e governador de São Paulo pelo Partido Democrata Cristão.

Pins da vassourinha distribuídos na campanha de Jânio

O anticomunismo e a retórica moralista de Jânio agradava a UDN. Misturando o discurso conservador com práticas populistas, Jânio conseguiu o impossível: ser de direita e conquistar o apoio das massas. Não é de se estranhar a aproximação da UDN, selando uma aliança para as eleições presidenciais de 1960. Houve ainda a indicação do marechal Lott, da ala nacionalista do Exército; pela segunda vez, também era candidato à presidência Ademar de Barros, líder populista paulista, concorrendo pelo Partido Social Progressista.

A vitória janista foi esmagadora: o candidato conseguiu 50% de votos a mais do que o general Lott, e mais que o dobro de Ademar de Barros.

Utilizando a vassoura como símbolo de sua campanha presidencial, Jânio prometia moralizar o cenário político nacional e “varrer” a corrupção do país. Contando com essas premissas,  conseguiu uma expressiva votação, mas as contradições e a falta de um claro posicionamento político fizeram com que o mandato de Jânio Quadros fosse tomado por situações nebulosas.

Vassoura, símbolo da campanha

Para superar o problema da inflação e o déficit público, Jânio procurou reduzir a concessão de crédito e congelou o valor do salário mínimo. Além disso, aprovou uma reforma da política cambial que atendia as demandas dos credores internacionais. Tais medidas pareciam sinalizar um conservadorismo político que aproximou o governo de Jânio Quadros aos interesses do bloco capitalista. No entanto, sua política internacional provou o contrário.

Em tempo de Guerra Fria, o presidente defendeu um posicionamento político autônomo. A partir de então, decidiu retomar as relações com a União Soviética e negou-se a comparecer a um encontro marcado com John Kennedy, então presidente dos Estados Unidos. Além disso, o vice-presidente João Goulart foi enviado em missão diplomática para a China com o propósito de estabelecer acordos de cooperação comercial.

Em meio a essa polêmica, Jânio Quadros perdia sua popularidade com a adoção de medidas de pouca importância.  Jânio proibiu o biquíni, as rinhas de galo, limitou as corridas de cavalo para os fins de semana e proibiu o uso de lança-perfume. Em março de 1961, Jânio baixou um decreto criando um modelo de uniforme que os funcionários públicos federais passariam a usar, de humildes motoristas a graduados professores universitários. O uniforme era um blusão com quatro bolsos e cinto. O modelo dos homens incluía calça; o das mulheres, saia. Esse tipo de roupa era conhecido como slack e se assemelhava a uma roupa de safári. Era um corte que o próprio presidente gostava de usar. O decreto estabeleceu, no entanto, que o uso seria facultativo.

Para não haver erro, o Diário Oficial publicou as medidas exatas e as cores das peças. Elas poderiam ser compradas prontas em lojas ou encomendadas a costureiras.

O entusiasmo inicial, porém, logo passou. O uniforme passou a ser pejorativamente chamado de “pijânio” — mistura de “pijama” e “Jânio”. Chegou a virar tema de debate na tribuna do Senado. Numa sessão daquele mês de março, o senador Lima Teixeira (PTB-BA) pediu a palavra para criticar o presidente:

— Esqueça-se o presidente da indumentária dos servidores públicos e de outras pequenas coisas e volte suas vistas para os grandes problemas do Brasil.

Tais medidas colocaram o presidente como uma liderança sem um projeto capaz de superar os problemas que assolavam o país.

Em agosto de 1961, um grande alvoroço tomou conta do governo quando Jânio decidiu condecorar o líder revolucionário cubano Ernesto Che Guevara. O gesto político, considerado um claro alinhamento com o bloco socialista, causou uma série de críticas ao seu governo. Segundo alguns historiadores, o presidente talvez tenha tentado repetir o que fez Getúlio Vargas na Segunda Guerra, ao “namorar” o regime nazista assustando o governo americano, e conseguindo com isso uma série de benesses do presidente Roosevelt. Mas, não deu certo…

Alguns dias depois, repentinamente, Jânio Quadros anunciou a sua renúncia alegando que “forças terríveis” tramavam contra seu mandato.


Essa manobra foi planejada com o intuito de voltar ao poder com amplos poderes, pois as alas políticas mais conservadoras e os militares não desejavam que João Goulart, o vice, se tornasse presidente do país.

Essa foto simbolizou os dias surreais de seu mandato. “Jânio de pé torto” foi capturada pelo fotógrafo do Jornal do Brasil, Erno Schneider, em 21 de abril de 1961. O então presidente do Brasil estava na ponte Uruguaiana interligada a Libres, na Argentina, indo se encontrar com o presidente da Argentina Arturo Frondizi – até ser surpreendido por barulhos e levar um susto. E foi nesse exato momento que a foto foi tirada, com um movimento natural de Jânio que pareceu denunciar sua indefinição. Não saber para onde ir…

Conforme assume o próprio presidente na coleção “História do povo brasileiro”, escrita em parceria com Afonso Arinos, seu objetivo era forçar uma intervenção militar: “Primeiro, operar-se-ia a renúncia; segundo, abrir-se-ia o vazio sucessório – visto que a João Goulart […] não permitiriam as forças militares a posse, e, destarte, ficaria o país acéfalo; terceiro, ou bem se passaria a uma fórmula, em consequência da qual ele mesmo emergisse como primeiro mandatário, mas já dentro do novo regime institucional, ou bem, sem ele, as Forças Armadas se encarregariam de montar esse novo regime […]”.

O gesto fracassou devido à vacilação dos chefes militares. Instalava-se, então, uma grave crise política, cujo desfecho teve uma data marcada: 31 de março de 1964, com o golpe militar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

historiahoje.com, Márcia Pinna Raspanti. Texto baseado em “Uma Breve História do Brasil”, de Mary del Priore e Renato Venancio.

Rainer Sousa, Mestre em História

Algumas coisas que possuem um propósito oculto e você talvez não saiba

A gente faz uso de tantas coisas no cotidiano que acabamos considerando que certos “detalhes” são meros… detalhes.  Mas, às vezes, eles tinham um propósito quando foram desenvolvidos.

Por exemplo, você já se perguntou o porquê de existir aquela espécie de “meio cinto” em casacos e jaquetas? Ou pra quê aqueles pompons que ficam no topo das toucas? Bem, eles não estão lá apenas por questões estéticas e, quando foram criados, esse design possuía um propósito importante.

Veja só que interessante:

 

O “meio cinto” nos casacos

Pixabay/Fuchsia

Hoje em dia, esse acessório é adicionado  principalmente por uma questão de estilo. No entanto, eles foram originalmente usados em jaquetas militares de grandes dimensões, que serviam como cobertores, para prender todo o equipamento extra de forma que os soldados pudessem andar sem tropeçar.

Escovas nas escadas rolantes 

Pixabay

Essas escovinhas são usadas por muitas pessoas para limpar sapatos, acredita? Na verdade, são um acessório de segurança, para impedir que pontas de roupas e cadarços fiquem presos, provocando acidentes.

Os pompons no alto das toucas 

randomlies

Esses pompons são muito fofos, hoje em dia, porém eles tinham um propósito especial quando foram criados: no passado, serviam para impedir que os marujos batessem a cabeça no teto das embarcações enquanto enfrentavam tempestades em alto-mar.

Margens em folhas de cadernos

Pixabay

Escrever fora da margem era motivo de altas broncas por parte de minha professora, mas foi para isso mesmo que elas foram criadas: as pessoas faziam anotações ali sobre o que esqueciam de escrever, fora que as margens também protegiam o que fora escrito contra as roídas dos ratos, que infestavam as antigas bibliotecas.

Rebites nas calças jeans 

Unsplash

Sempre achei que fossem apenas decorativos, mas esses rebites são essenciais para reforçar as dobras das calças, permitindo maior durabilidade à peça.

Bolsos minúsculos nas calças jeans

Ainda sobre os jeans: esses bolsos serviam antigamente para guardar aqueles antigos relógios de bolso, e com o passar do tempo são usados para guardar moedas, fósforos, bilhetes, etc…

O formato da barra de Toblerone

Isso pra mim foi novidade… Sempre achei que esse formato triangular tivesse a ver com os Alpes suíços, já que o chocolate é suíço… Na verdade, o design da barra de chocolate tem tudo a ver com uma função não estética – apesar de ficar muito bonito, as barras são triangulares para permitir que a pessoa destaque um pedaço usando apenas o polegar…

 Os furos nos cabos das panelas

Twitter/Acuity_Design

Essa eu já sabia, eh eh eh…  É claro que esses furos nos cabos servem para pendurar as panelas, porém também são úteis para apoiar os utensílios enquanto você cozinha!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

misteriosdomundo.org

Inventores e cientistas que morreram por suas criações

Alguns inventores, cientistas e pesquisadores tiveram mortes causadas, direta ou indiretamente, por suas próprias descobertas

O mundo das descobertas científicas e tecnológicas pode ser muito ingrato. Como se não bastassem as brigas por patentes e disputa de egos, cientistas, pesquisadores e inventores também enfrentam os perigos oferecidos pelo desconhecido. Principalmente quando ele está prestes a se tornar o primeiro em algum experimento extraordinário. E não foram poucos os que perderam suas vidas em nome da ciência e progresso da tecnologia.

 

  • Otto Lilienthal, pioneiro em voos de planador
    (Otto Lilienthal Musem)
    O alemão Otto Lilienthal ficou conhecido como “o pai do voo planado”. Engenheiro mecânico, em 1867 Herr Lilienthal publicou um importante estudo sobre o voo dos pássaros, considerado uma das obras mais importantes da aviação. Segundo informações do Museu Otto Lilienthal, foi em 1891 que, depois de vários protótipos, o alemão chegou ao modelo Derwitzer Glider, o primeiro a carregar uma pessoa. Alguns anos depois, Herr Lilienthal desenvolveu aquele que seria o seu carrasco, o planador “Normal Glider”. Ao decolar e planar com ele no dia 9 de agosto de 1896, o alemão caiu de uma altura de 17 metros do chão, quebrando a coluna. Herr Lilienthal morreu no dia seguinte. Reza a lenda que suas últimas palavras, como bom germânico, foram: “Opfer müssen gebracht werden” que, em português, significam “Sacríficios precisam ser feitos”.

 

 

 

 

 


* O ozônio é um gás incolor que forma uma fina camada na atmosfera e absorve componentes nocivos da luz solar, conhecidos como raios “ultravioleta B” ou “UV-B”. Ele protege os seres humanos dos riscos de desenvolver câncer de pele ou catarata, entre outras doenças, e impede mutações nocivas em animais e plantas.
Nos anos 1980, cientistas descobriram que a produção humana de gases CFC tinha causado um buraco enorme na camada de ozônio, colocando em risco a vida no planeta. A abertura, encontrada acima do Polo Sul, acendeu um alerta global e se tornou o maior ícone da luta pela preservação ambiental.

 

 

Fonte:

exame.com

Chef italiano cria mundos em miniatura com sobremesas

Criatividade e imaginação são coisas que não faltam na cozinha deste talentoso chef italiano.

Matteo Stucchi é um confeiteiro de Monza, na Itália, e constrói diversos cenários em miniatura com as mais variadas sobremesas, mostrando que comida pode ser também uma belíssima obra de arte. Cada detalhe mostra a perfeição de seu trabalho, sendo capaz de encher os olhos de qualquer pessoa.

Sua inspiração foi o livro “As Viagens de Gulliver” e ele criou uma réplica do mágico país de Lilliput, cujos habitantes trabalham na produção de suas obras-primas culinárias.

Quem já provou essas criações garante que é tudo muito gostoso e saboroso… e excluindo os bonequinhos e outras peças de plástico, o restante é comestível!

Confira a criatividade desse moço.