A Atual Moda Egípcia

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo ótimo!

Hoje temos um post sobre conceito de moda estrangeira, e o país que vamos ver é o Egito.

Quando pensamos em moda egípcia o que vem à nossa cabeça são roupas faraônicas, como estas:

2013---larissa-maciel-bianca-rinaldi-e-mayte-piragibe-estao-na-segunda-fase-de-jose-do-egito-1364243796185_1920x1080Avan Jogia como Tutankhamon

Esse pensamento não está de todo errado porque, ao falar em Egito logo nos lembramos de Cleópatra, Faraós e as grandes pirâmides. Porém este conceito de moda egípcia ficou no passado e neste post vou mostrar o que é moda no Egito nos dias atuais.

Então vamos lá!

Entre os países árabes, o Egito é um dos mais liberais em questão de vestimentas, se pode encontrar mulheres muçulmanas com ou sem Hijab (o lenço que usam para cobrir a cabeça), elas usam maquiagem (as egípcias gostam muito de usar maquiagem, principalmente nos olhos), jeans ou roupas comuns.

078f9927671e8f2b03c6dec29d49248edina-torkiae7a80ef0872d19ac15374be3fde190921_-_sagal_ibrahim_shire_okaef5fd3b70f58c8e6706a97fb01afa590e83c5b69f0116fb6865579d8b4e241272c3ac0798c3dfca75c2f005041b8abeCardigans-Hijabce88816614aa09ccfa0b3c3c638b02c9ascia_akfAscia_Riva_Shirt-750x370yaseminmosaicosalima-aliani-kokongsummeralbarcha

Nas cidades pequenas e povoados as mulheres usam…

Ver o post original 212 mais palavras

15 coisas que o celular já substituiu ou pode substituir em breve

Ainda que tenham sido criados com o objetivo de fazer ligações sem a limitação dos fios e de espaço, os celulares atingiram tamanha proporção que, atualmente, parecem terem migrado tudo (ou quase tudo) para a tela. A chamada telefônica, inclusive, parece ter até perdido espaço em meio a tantos recursos, que se multiplicaram com o advento da internet e dos aplicativos.

Veja abaixo 15 coisas que o smartphone já substitui ou pode substituir em breve:

1. Despertador

Os despertadores viraram praticamente uma relíquia, mas não o seu ódio por aquele barulho que interrompe o seu sono… Agora, quem corre o risco de ser arremessado na parede toda manhã é o celular.

2. Relógio

Basta perguntar a hora para qualquer pessoa que você vai ver. A grande maioria não olha no pulso – mesmo aqueles que ainda gostam de usar relógio -, e certamente vai consultar o celular para dar uma resposta. Isso é fato: a venda de relógios de pulso caiu tremendamente nos últimos anos…

3. Mapas, guias de ruas e até o GPS

Você se lembra dos guias de ruas? Até mesmo quem usou deve se perguntar como conseguia encontrar endereços em meio a tantos mapas e códigos. Até que inventaram o GPS, que apesar de muito mais prático, não teve uma vida útil tão longa. Logo, foi substituído pelos aplicativos de mapas, que podem ser acessados pelo celular a qualquer hora e lugar, até mesmo quando se está off-line.

4. Cartões de crédito e débito

O uso do celular para pagar contas já começou a ganhar força, mesmo que ainda iniciando no Brasil. Mas o que se vê é uma tendência que certamente vai substituir os cartões de crédito e de débito com o passar do tempo.

5. Banco

Ir ao banco se tornou cada vez menos necessário. Pagar contas, fazer transferências, consultar saldos… praticamente tudo agora é possível fazer pelo celular. Para fazer saques, ainda é preciso até uma agência ou um caixa eletrônico. De qualquer forma, a economia de tempo com filas é mais do que considerável.

6. Documentos pessoais

Chega de ficar carregando o passaporte [no caso em uma viagem], documentos de identidade e a carteira de motorista para cima e para a baixo com o risco de perdê-los por aí ou esquecer no bolso da calça. Alguns países, como EUA, Irlanda e Angola já migraram grande parte desses documentos para dentro do celular. Agora, resta saber se as autoridades brasileiras vão seguir o mesmo caminho. Que seria uma boa, não resta dúvidas, nê?

7. Telefone fixo

Não que o telefone fixo tenha sido extinto, mas certamente o seu uso tem se tornado cada vez mais escasso. Nada de pagar taxas extras e exorbitantes para ligações interurbanas! O uso de aplicativos gratuitos tem facilitado e muito a comunicação de longa ou curta distância. Um contato que não se limita à audição e se estende à visão.

8. Lanterna

Os celulares nem tinham internet ainda, mas já contavam com lanternas. Quem é que não se lembra dos antigos aparelhos da Nokia? Fizeram história. Atualmente, não são todos os smartphones que vêm de fábrica com o recurso, mas é fácil encontrar aplicativos de lanterna gratuitos para todos os sistemas operacionais. Assim, dificilmente você ficará no escuro.

9. Agenda telefônica

Quem é que ainda anota o telefone dos amigos, parentes ou médicos em um papel dividido por letras do alfabeto? Dá para contar nos dedos, não é mesmo? O celular assumiu a função desse item – cada vez mais escasso nas papelarias. Uma substituição que, por um lado, facilita o acesso aos números, mas, por outro, dificultou a memorização até mesmo dos telefones considerados mais essenciais.

10. Câmera fotográfica

Cada passo é um flash! Esse é um ditado que, com a inclusão de câmeras nos celulares, se tornou válido não apenas para modelos e/ou artistas. Muito mais gente passou a tirar fotos e especialmente as selfies, abandonando com isso o uso das pequenas câmeras portáteis, ou descartáveis. Claro que os fotógrafos mais experientes, ou profissionais, não dispensam as boas câmeras fotográficas…

11. Calculadora simples

Para fazer cálculos básicos e até alguns outros mais complexos, os celulares são mais do que suficientes…

12. Bússola

Agora é possível encontrar o norte a qualquer momento, basta ter bateria no celular. O recurso está presente em quase (senão todos) os aparelhos disponíveis no mercado.

13. Vídeo game portátil

Há alguns anos, esse era o gadget dos sonhos da molecada e dos amantes dos videogames. Mas, agora, não passa de relíquia de museu. Com a diversidade de aplicativos de games -gratuitos ou não -, os celulares assumiram essa função, que passou a ser muito mais acessível e democrática.

14. Gravador de voz

Tudo começou com os gravadores de fita cassete, que evoluiu para os gravadores digitais. Mas, com era dos aplicativos – que levou quase tudo para dentro dos celulares – o aparelho se tornou perfeitamente dispensável. Atualmente, há diversas opções de apps que gravam áudios e há até aqueles que fazem o trabalho de transformar o áudio em texto! Tudo bem que a transcrição ainda vem com alguns defeitos, mas logo serão sanados, pode apostar.

15. Walkman, discman e MP3 Player

O finado Walkman já foi considerado uma grande invenção, que se tornou ultrapassada com o advento do discman, atropelado – logo na sequência – pelos MP3 Players. Mas os aplicativos de streaming se superaram e levaram ao celular um catálogo variado de artistas e estilos para os amantes de música.

 

Ainda há muita coisa que nem citei e o que o smartphone traz: TV, lupa, dicionário, leitor de código de barras, rádio, tradutor… Você pode até ler revistas e jornais com ele.

Quem está lendo isto no celular?

 

 

 

Fonte:

UOL

Ônibus elevado é testado na China

A China está realizando os primeiros testes com o que promete ser o ônibus do futuro. O veículo é elevado e passa por cima de carros e motos que estejam trafegando normalmente nas vias.


13641048_1342015929159181_5785794141556327962_o.0

13669366_1342015902492517_3667866080331339166_o.0

13909015_1342015949159179_6822123175964675488_o.0

O Brasil já mostrou interesse em usar a tecnologia para desafogar os engarrafamentos nas grandes cidades. Além do Brasil, outros países se interessaram, como França, Índia e Indonésia.

O veículo é chamado TEB-1 (sigla para Transit Elevated Bus, ou ônibus de trânsito elevado) e pretende melhorar o fluxo do transporte em ambientes urbanos. Nesse primeiro teste, foram avaliados sistema de freios, aceleração e consumo de energia elétrica, que o movimenta.

Os testes iniciais aconteceram no norte da China, na província de Hebei, e o modelo em uso era capaz de transportar até 300 passageiros. Ele tem 22 metros de comprimento e 7,8 metros de largura.

Segundo informações dos engenheiros que o projetaram, os custos de implementação são equivalentes a 1/5 do que seria gasto com metrô, por exemplo.

Os vídeos abaixo foram feitos durante os testes.


 

 

Elegância

567_elegance

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por…

Ver o post original 288 mais palavras

Você sabe para quê o plástico bolha foi inventado?

O famoso plástico bolha, que é capaz de proteger um produto dentro de uma embalagem que está sendo transportada, também costuma servir como um passatempo gratificante para as horas vagas. Porém, antes de ele ficar famoso no ramo da logística e da diversão, na verdade foi apenas um experimento de decoração que deu errado.

De acordo com Joey Green, um dos autores do livro “The Bubble Wrap Book” (“O livro do plástico bolha”, em tradução livre), o material foi criado originalmente em 1957, após uma tentativa errada dos inventores Alfred Fielding e Marc Chavannes em fazer um papel de parede texturizado.

A história conta que os inventores usaram duas cortinas de chuveiro pressionadas uma à outra para criar o tal papel texturizado. No entanto, eles tentaram desenvolver uma máquina que produzisse um papel de parede de plástico utilizando um suporte de papel, mas, ao invés disso, as folhas que saíram da máquina produziram um plástico cheio de bolhas de ar.

Segundo uma porta-voz da empresa Sealed Air, fabricante desses plásticos bolha, “os inventores não admitiram a derrota e descobriram uma maneira de transformar a criação em um novo segmento industrial: a criação de embalagens ‘almofadadas’ que protegeriam diversos tipos de produtos”.

Segundo a lenda, Chavannes estava em um avião no aeroporto de Newark (Nova Jersey, noroeste dos Estados Unidos) quando teve seu momento “Eureka”: ao observar a forma como as nuvens pareciam amortecer o avião, “teve a ideia de substituir os velhos papéis de embalagem e os papéis de jornal na hora de proteger objetos frágeis”.

Logo, os criadores melhoraram o produto até obter o plástico bolha que se conhece hoje em dia, com suas bolhas de ar tão apertadas que fazem barulho ao serem pressionadas.

Mas jamais imaginaram que esse novo conceito de papel de embalagem pudesse se converter em um fenômeno cultural, com milhares de crianças, jovens e adultos explodindo suas bolhinhas por gerações!

 

 

 

Ilha abandonada no Japão atrai turistas

A paisagem lembra uma cidade que acaba de sair de uma guerra ou um cenário de filme de terror: prédios cinzentos com janelas quebradas, vielas tomadas por entulhos e escadarias que levam para escuros corredores, onde o silêncio é absoluto.

Os antigos moradores se foram e, hoje, o local é uma ilha fantasma turística situada no sul do Japão, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Nagasaki.

O aspecto desolado desse pedaço de terra, porém, não tem nada a ver com a bomba atômica que os Estados Unidos jogaram nas redondezas em 1945.

Em 1890, durante a industrialização do Japão, a Mitsubishi comprou a ilha de Hashima e começou o projeto de extração de carvão em minas submarítimas. No local foi construído o primeiro edifício de concreto de largas proporções do Japão, um bloco de apartamentos concluído em 1916 para acomodar a cada vez mais crescente massa de trabalhadores.

A população da ilha alcançou seu ápice em 1959, com 5.259 habitantes, uma densidade populacional de 835 pessoas por hectare em toda a extensão. Com a substituição do carvão por petróleo durante a década de 1960, as minas de extração do mineral começaram a ser fechadas por todo o país, e as de Hashima não foram exceção. A Mitsubishi anunciou oficialmente o encerramento de suas atividades na ilha em 1974, e o local foi totalmente evacuado, passando a ser conhecido como “Ilha Fantasma”.

Com o tempo, a ilha começou a ser chamada de Gunkanjima (a Ilha do Navio de Guerra): vista de longe, marcada pelos edifícios que foram construídos em seu solo e cercada pelo oceano Pacífico, o local realmente lembra uma embarcação bélica.

gunkanjima-chama-a-atencao-por-ter-o-formato-de-um-navio-de-guerra-1460730538938_615x300

Nos anos 2000, com suas construções deterioradas e abandonadas por três décadas, Gunkanjima começou a ser visitada por turistas que passeavam pelos lindos cenários litorâneos dessa região. Seu aspecto fantasmagórico é um interessante contraponto às paisagens ensolaradas da área.

Os turistas, porém, que quase sempre estão acompanhados por guias nas incursões à ilha, não podem andar livremente pelo local. Os tours costumam ter caminhos demarcados, passando apenas por lugares considerados seguros para os visitantes, visto que muitas das edificações da área estão com risco de desabamento.

No percurso, é possível ver os grandes prédios residenciais da ilha, um antigo hospital e resquícios da antiga mina de carvão. Diz a história que, na época da Segunda Guerra Mundial, chineses e coreanos foram submetidos a brutais trabalhos forçados no local pelo governo japonês.

Não foi à toa que Gunkanjima foi escolhida com cenário para o quartel-general do vilão Raoul Silva (interpretado por Javier Bardem) no filme “007 – Operação Skyfall”, lançado em 2012.

E muita gente achou que eram construções cenográficas…