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A Atual Moda Egípcia

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo ótimo!

Hoje temos um post sobre conceito de moda estrangeira, e o país que vamos ver é o Egito.

Quando pensamos em moda egípcia o que vem à nossa cabeça são roupas faraônicas, como estas:

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Esse pensamento não está de todo errado porque, ao falar em Egito logo nos lembramos de Cleópatra, Faraós e as grandes pirâmides. Porém este conceito de moda egípcia ficou no passado e neste post vou mostrar o que é moda no Egito nos dias atuais.

Então vamos lá!

Entre os países árabes, o Egito é um dos mais liberais em questão de vestimentas, se pode encontrar mulheres muçulmanas com ou sem Hijab (o lenço que usam para cobrir a cabeça), elas usam maquiagem (as egípcias gostam muito de usar maquiagem, principalmente nos olhos), jeans ou roupas comuns.

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Nas cidades pequenas e povoados as mulheres usam…

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15 coisas que o celular já substituiu ou pode substituir em breve

Ainda que tenham sido criados com o objetivo de fazer ligações sem a limitação dos fios e de espaço, os celulares atingiram tamanha proporção que, atualmente, parecem terem migrado tudo (ou quase tudo) para a tela. A chamada telefônica, inclusive, parece ter até perdido espaço em meio a tantos recursos, que se multiplicaram com o advento da internet e dos aplicativos.

Veja abaixo 15 coisas que o smartphone já substitui ou pode substituir em breve:

1. Despertador

Os despertadores viraram praticamente uma relíquia, mas não o seu ódio por aquele barulho que interrompe o seu sono… Agora, quem corre o risco de ser arremessado na parede toda manhã é o celular.

2. Relógio

Basta perguntar a hora para qualquer pessoa que você vai ver. A grande maioria não olha no pulso – mesmo aqueles que ainda gostam de usar relógio -, e certamente vai consultar o celular para dar uma resposta. Isso é fato: a venda de relógios de pulso caiu tremendamente nos últimos anos…

3. Mapas, guias de ruas e até o GPS

Você se lembra dos guias de ruas? Até mesmo quem usou deve se perguntar como conseguia encontrar endereços em meio a tantos mapas e códigos. Até que inventaram o GPS, que apesar de muito mais prático, não teve uma vida útil tão longa. Logo, foi substituído pelos aplicativos de mapas, que podem ser acessados pelo celular a qualquer hora e lugar, até mesmo quando se está off-line.

4. Cartões de crédito e débito

O uso do celular para pagar contas já começou a ganhar força, mesmo que ainda iniciando no Brasil. Mas o que se vê é uma tendência que certamente vai substituir os cartões de crédito e de débito com o passar do tempo.

5. Banco

Ir ao banco se tornou cada vez menos necessário. Pagar contas, fazer transferências, consultar saldos… praticamente tudo agora é possível fazer pelo celular. Para fazer saques, ainda é preciso até uma agência ou um caixa eletrônico. De qualquer forma, a economia de tempo com filas é mais do que considerável.

6. Documentos pessoais

Chega de ficar carregando o passaporte [no caso em uma viagem], documentos de identidade e a carteira de motorista para cima e para a baixo com o risco de perdê-los por aí ou esquecer no bolso da calça. Alguns países, como EUA, Irlanda e Angola já migraram grande parte desses documentos para dentro do celular. Agora, resta saber se as autoridades brasileiras vão seguir o mesmo caminho. Que seria uma boa, não resta dúvidas, nê?

7. Telefone fixo

Não que o telefone fixo tenha sido extinto, mas certamente o seu uso tem se tornado cada vez mais escasso. Nada de pagar taxas extras e exorbitantes para ligações interurbanas! O uso de aplicativos gratuitos tem facilitado e muito a comunicação de longa ou curta distância. Um contato que não se limita à audição e se estende à visão.

8. Lanterna

Os celulares nem tinham internet ainda, mas já contavam com lanternas. Quem é que não se lembra dos antigos aparelhos da Nokia? Fizeram história. Atualmente, não são todos os smartphones que vêm de fábrica com o recurso, mas é fácil encontrar aplicativos de lanterna gratuitos para todos os sistemas operacionais. Assim, dificilmente você ficará no escuro.

9. Agenda telefônica

Quem é que ainda anota o telefone dos amigos, parentes ou médicos em um papel dividido por letras do alfabeto? Dá para contar nos dedos, não é mesmo? O celular assumiu a função desse item – cada vez mais escasso nas papelarias. Uma substituição que, por um lado, facilita o acesso aos números, mas, por outro, dificultou a memorização até mesmo dos telefones considerados mais essenciais.

10. Câmera fotográfica

Cada passo é um flash! Esse é um ditado que, com a inclusão de câmeras nos celulares, se tornou válido não apenas para modelos e/ou artistas. Muito mais gente passou a tirar fotos e especialmente as selfies, abandonando com isso o uso das pequenas câmeras portáteis, ou descartáveis. Claro que os fotógrafos mais experientes, ou profissionais, não dispensam as boas câmeras fotográficas…

11. Calculadora simples

Para fazer cálculos básicos e até alguns outros mais complexos, os celulares são mais do que suficientes…

12. Bússola

Agora é possível encontrar o norte a qualquer momento, basta ter bateria no celular. O recurso está presente em quase (senão todos) os aparelhos disponíveis no mercado.

13. Vídeo game portátil

Há alguns anos, esse era o gadget dos sonhos da molecada e dos amantes dos videogames. Mas, agora, não passa de relíquia de museu. Com a diversidade de aplicativos de games -gratuitos ou não -, os celulares assumiram essa função, que passou a ser muito mais acessível e democrática.

14. Gravador de voz

Tudo começou com os gravadores de fita cassete, que evoluiu para os gravadores digitais. Mas, com era dos aplicativos – que levou quase tudo para dentro dos celulares – o aparelho se tornou perfeitamente dispensável. Atualmente, há diversas opções de apps que gravam áudios e há até aqueles que fazem o trabalho de transformar o áudio em texto! Tudo bem que a transcrição ainda vem com alguns defeitos, mas logo serão sanados, pode apostar.

15. Walkman, discman e MP3 Player

O finado Walkman já foi considerado uma grande invenção, que se tornou ultrapassada com o advento do discman, atropelado – logo na sequência – pelos MP3 Players. Mas os aplicativos de streaming se superaram e levaram ao celular um catálogo variado de artistas e estilos para os amantes de música.

 

Ainda há muita coisa que nem citei e o que o smartphone traz: TV, lupa, dicionário, leitor de código de barras, rádio, tradutor… Você pode até ler revistas e jornais com ele.

Quem está lendo isto no celular?

 

 

 

Fonte:

UOL

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Ônibus elevado é testado na China

A China está realizando os primeiros testes com o que promete ser o ônibus do futuro. O veículo é elevado e passa por cima de carros e motos que estejam trafegando normalmente nas vias.


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O Brasil já mostrou interesse em usar a tecnologia para desafogar os engarrafamentos nas grandes cidades. Além do Brasil, outros países se interessaram, como França, Índia e Indonésia.

O veículo é chamado TEB-1 (sigla para Transit Elevated Bus, ou ônibus de trânsito elevado) e pretende melhorar o fluxo do transporte em ambientes urbanos. Nesse primeiro teste, foram avaliados sistema de freios, aceleração e consumo de energia elétrica, que o movimenta.

Os testes iniciais aconteceram no norte da China, na província de Hebei, e o modelo em uso era capaz de transportar até 300 passageiros. Ele tem 22 metros de comprimento e 7,8 metros de largura.

Segundo informações dos engenheiros que o projetaram, os custos de implementação são equivalentes a 1/5 do que seria gasto com metrô, por exemplo.

Os vídeos abaixo foram feitos durante os testes.

 

 

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Elegância

O TRECO CERTO

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Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por…

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Você sabe para quê o plástico bolha foi inventado?

O famoso plástico bolha, que é capaz de proteger um produto dentro de uma embalagem que está sendo transportada, também costuma servir como um passatempo gratificante para as horas vagas. Porém, antes de ele ficar famoso no ramo da logística e da diversão, na verdade foi apenas um experimento de decoração que deu errado.

De acordo com Joey Green, um dos autores do livro “The Bubble Wrap Book” (“O livro do plástico bolha”, em tradução livre), o material foi criado originalmente em 1957, após uma tentativa errada dos inventores Alfred Fielding e Marc Chavannes em fazer um papel de parede texturizado.

A história conta que os inventores usaram duas cortinas de chuveiro pressionadas uma à outra para criar o tal papel texturizado. No entanto, eles tentaram desenvolver uma máquina que produzisse um papel de parede de plástico utilizando um suporte de papel, mas, ao invés disso, as folhas que saíram da máquina produziram um plástico cheio de bolhas de ar.

Segundo uma porta-voz da empresa Sealed Air, fabricante desses plásticos bolha, “os inventores não admitiram a derrota e descobriram uma maneira de transformar a criação em um novo segmento industrial: a criação de embalagens ‘almofadadas’ que protegeriam diversos tipos de produtos”.

Segundo a lenda, Chavannes estava em um avião no aeroporto de Newark (Nova Jersey, noroeste dos Estados Unidos) quando teve seu momento “Eureka”: ao observar a forma como as nuvens pareciam amortecer o avião, “teve a ideia de substituir os velhos papéis de embalagem e os papéis de jornal na hora de proteger objetos frágeis”.

Logo, os criadores melhoraram o produto até obter o plástico bolha que se conhece hoje em dia, com suas bolhas de ar tão apertadas que fazem barulho ao serem pressionadas.

Mas jamais imaginaram que esse novo conceito de papel de embalagem pudesse se converter em um fenômeno cultural, com milhares de crianças, jovens e adultos explodindo suas bolhinhas por gerações!

 

 

 

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Ilha abandonada no Japão atrai turistas

A paisagem lembra uma cidade que acaba de sair de uma guerra ou um cenário de filme de terror: prédios cinzentos com janelas quebradas, vielas tomadas por entulhos e escadarias que levam para escuros corredores, onde o silêncio é absoluto.

Os antigos moradores se foram e, hoje, o local é uma ilha fantasma turística situada no sul do Japão, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Nagasaki.

O aspecto desolado desse pedaço de terra, porém, não tem nada a ver com a bomba atômica que os Estados Unidos jogaram nas redondezas em 1945.

Em 1890, durante a industrialização do Japão, a Mitsubishi comprou a ilha de Hashima e começou o projeto de extração de carvão em minas submarítimas. No local foi construído o primeiro edifício de concreto de largas proporções do Japão, um bloco de apartamentos concluído em 1916 para acomodar a cada vez mais crescente massa de trabalhadores.

A população da ilha alcançou seu ápice em 1959, com 5.259 habitantes, uma densidade populacional de 835 pessoas por hectare em toda a extensão. Com a substituição do carvão por petróleo durante a década de 1960, as minas de extração do mineral começaram a ser fechadas por todo o país, e as de Hashima não foram exceção. A Mitsubishi anunciou oficialmente o encerramento de suas atividades na ilha em 1974, e o local foi totalmente evacuado, passando a ser conhecido como “Ilha Fantasma”.

Com o tempo, a ilha começou a ser chamada de Gunkanjima (a Ilha do Navio de Guerra): vista de longe, marcada pelos edifícios que foram construídos em seu solo e cercada pelo oceano Pacífico, o local realmente lembra uma embarcação bélica.

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Nos anos 2000, com suas construções deterioradas e abandonadas por três décadas, Gunkanjima começou a ser visitada por turistas que passeavam pelos lindos cenários litorâneos dessa região. Seu aspecto fantasmagórico é um interessante contraponto às paisagens ensolaradas da área.

Os turistas, porém, que quase sempre estão acompanhados por guias nas incursões à ilha, não podem andar livremente pelo local. Os tours costumam ter caminhos demarcados, passando apenas por lugares considerados seguros para os visitantes, visto que muitas das edificações da área estão com risco de desabamento.

No percurso, é possível ver os grandes prédios residenciais da ilha, um antigo hospital e resquícios da antiga mina de carvão. Diz a história que, na época da Segunda Guerra Mundial, chineses e coreanos foram submetidos a brutais trabalhos forçados no local pelo governo japonês.

Não foi à toa que Gunkanjima foi escolhida com cenário para o quartel-general do vilão Raoul Silva (interpretado por Javier Bardem) no filme “007 – Operação Skyfall”, lançado em 2012.

E muita gente achou que eram construções cenográficas…

 

 

 

 

 

 

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Os criminosos mais estúpidos do mundo

Qual é o limite para a estupidez humana?

A pergunta talvez possa ser respondida por dois britânicos condenados à prisão recentemente. Benjamin Robinson e Daniel Hutchinson foram presos após tirarem selfies roubando milhares de libras de máquinas caça-níqueis.

O caso aconteceu na cidade de Skegness, no leste da Inglaterra.

Esses dois idiotas não são os únicos, porém. Se você se der ao trabalho de verificar em jornais e sites do mundo todo, vai descobrir que há muitos outros tão… Er… Digamos, descuidados.

Confira:

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Andrew Hennels acabou preso após se gabar de ter roubado um supermercado em sua conta pessoal no Facebook.

Ele usou a rede social para escrever um post que incluía uma selfie, uma foto de uma faca e a frase: “Roubei. Tesco. Fim”.

A polícia o prendeu 15 minutos depois com uma faca e 410 libras (R$ 2.050,00) roubadas de uma filial da rede de supermercados britânica Tesco. Ele foi condenado a quatro anos de prisão em abril do ano passado.

Não, a foto acima não é de um bandido, mas da vítima. Sim, isso mesmo.

Dois turistas galeses foram julgados em 2012 depois de ficarem bêbados e roubarem um pinguim chamado “Dirk” do parque Sea World na Austrália.

Rhys Owen Jones, de 21 anos, e Keri Mules, de 20 anos, invadiram o parque, nadaram junto com os golfinhos e acionaram um extintor de incêndio no tanque dos tubarões, antes de sequestrar o animal.

Quando os dois acordaram – de ressaca e com o pinguim em seu apartamento- decidiram alimentá-lo e colocá-lo debaixo do chuveiro.

Em seguida, Jones e Mules foram libertar Dirk em um canal, mas a polícia viu tudo. Um juiz multou os dois jovens em mil dólares australianos (R$ 2.780) cada um, e sugeriu que eles bebessem “menos vodca”.

O pinguim foi resgatado e devolvido ao Sea World sem ferimentos.

Viu a foto acima? Pois bem, escute só… Um homem acusado de ter cometido um incêndio criminoso e atos de vandalismo enviou uma selfie às autoridades de Ohio, nos Estados Unidos, pois achou que a foto divulgada pela polícia não fazia jus à realidade.

Donald “Chip” Pugh enviou um SMS à polícia com uma nova foto. Esta:

Na mensagem, ele dizia: “Aqui está uma foto melhor porque a que vocês usaram está horrível”. Ele afirmou a uma emissora de rádio local: “Eles (policiais) acabaram comigo. Divulgaram uma foto minha em que eu parecia um James Brown foragido. Não aguentei”.

Christopher Badman usou uma sacola na cabeça como disfarce quando assaltou um hotel durante a convenção anual em homenagem ao Elvis Presley, em Porthcawl, na Inglaterra.

Mas sua identidade foi rapidamente revelada quando ele tirou a sacola da cabeça. Provavelmente para enxergar por onde andava…

Mas não pense que só os gringos são tapados, porque por aqui, no Brasil, temos também bons exemplos.

O sujeito acima foi preso depois de roubar uma TV de uma loja, no Paraná, e voltar à cena do crime logo depois para ir buscar o controle remoto…

No Ceará, outro “esperto”arrombou uma igreja evangélica e roubou a urna com os pedidos dos crentes, achando que estivesse com dinheiro.

Em Uberlândia, Minas Gerais, dois tapados assaltaram uma ONG e levaram doze latas de tinta. Uma delas estava vazando, os ladrões não perceberam e bastou à polícia seguir as pegadas até o esconderijo.

Para encerrar a nossa galeria de bandidos trapalhões, há este vídeo de um ladrãozinho em Perth, na Austrália, que roubou a bolsa de uma senhora num shopping e deu de cara com algo inesperado…

 

 

 

 

 

 

 

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O leite condensado e a Guerra Civil americana

O leite condensado, na verdade, não é condensado. Apesar do nome, o leite passa por evaporação. Ele é centrifugado para remover as impurezas e recebe açúcar, que ajuda a conservar. Depois vai para um evaporador a vácuo com temperatura até 70°C e, depois de esfriar, recebe lactose em pó.

O primeiro registro de um método de concentração do leite é de 1827, na França. Mas só virou processo industrial em 1853 com o empresário americano Gail Borden Jr. Ele queria diminuir o volume e aumentar a vida útil do leite, que muitas vezes estragava no caminho da fazenda às casas na cidade (a pasteurização só seria inventada na década seguinte, e a história dos refrigeradores ainda estava em sua infância).  Porém, o leite condensado só se popularizou mesmo com a Guerra Civil Americana (1861-1865), quando foi adotado como ração de soldados. As latinhas de 395 gramas eram fáceis de transportar e estocar. Além disso, elas continham 1 300 calorias, 80 gramas de proteínas e gordura e mais de 200 gramas de carboidrato – ótima fonte de energia. E os soldados, quando voltavam para casa, falavam maravilhas dele, o que aumentou sua procura de tal modo que a fábrica de Borden Jr. não dava conta!

Na verdade, foi a facilidade de estocar e transportar as latinhas de leite que determinaram sua adoção como parte da ração dos soldados pelos Exércitos. Essa ração, antes da adoção dessas latinhas, consistia basicamente do que se vê na foto abaixo:

Típica ração dos soldados da União: bolachas duras, charque e legumes desidratados.

As rações dos soldados, tanto confederados quanto da União, eram bastante similares, porque havia um grande problema em conservar os alimentos, além da logística de transportá-los para as frentes de batalha. Cada ração devia durar em torno de três dias e se baseava em carne e pão. Normalmente, o soldado recebia carne de porco salgada. O pão era uma bolacha dura e sem gosto feita de farinha de trigo, chamada de “quebra-dentes” pelos soldados. Esse “pão” era raramente comido puro, os soldados preferiam assá-los na fogueira, ou esfarelar cada um e misturar na sopa, ou ainda fritar junto com a carne de porco.

O feijão era motivo de festa, quando eles conseguiam arrumar uma panela e tempo para cozinhá-los. Já conseguir café e açúcar era a mais importante tarefa de um soldado.

Os grãos de café eram distribuídos verdes, e cabia aos soldados torrar e moer esses grãos. Mas essa tarefa era das mais desejáveis, como lembrou em seu diário o soldado John Billings: “Que dádiva de Deus isso parecia para nós… A gente ficava completamente esgotado depois de uma noite inteira marchando… Então eu me lavava, se tivesse água para isso, fazia e bebia minha caneca de café e então me sentia novo e revigorado como se tivesse dormido bem durante a noite toda!”

A alimentação mudava de figura quando as tropas estavam acampadas perto das rotas de suprimento. Quando isso acontecia, as bolachas eram substituídas por pães feitos de farinha de milho e a carne de porco por carne enlatada – ou carne fresca, quando possível. Além disso, arroz, ervilhas e feijão estavam disponíveis, assim como batatas, melaço, sal e o vinagre, que servia para mascarar o gosto rançoso da carne enlatada. Às vezes, havia ainda frutas e legumes frescos, quando possível, mas geralmente ou eram frutas secas ou enlatadas.

Quando o leite condensado foi acrescentado à ração, foi de fato um sucesso, porque o soldado podia adicionar água e tomá-lo puro ou com o café. Então, o Exército fez a mesma experiência com o café, para evitar transportar os grãos. Eles secaram enormes toneis de grãos de café e conseguiram uma espessa lama marrom que foi chamada de “essência de café”, e essa lama foi enlatada. Em tese, você poderia pegar um pouco dessa meleca, misturar com água e teria então café instantâneo. Mas a experiência não foi bem sucedida, porque a mistura ficou tão porca que os soldados se recusaram a bebê-la.

Mas houve pelo menos mais uma tentativa de preservação de alimentos que teve melhor resultado, o chá. O Exército da União importava o chá da Inglaterra, que por sua vez o trazia da Índia. Para preservar o chá durante a longa viagem pelo oceano, e depois distribuí-lo pelas tropas, o governo britânico enviava o chá em tijolos, e não em folhas soltas – tijolos de chá era um costume adotado na China há milênios. Os tijolos eram então partidos e pequenos pedaços fornecidos aos soldados, que os raspavam e faziam seu chá…

Quando a União bloqueou os suprimentos para os confederados, eles tiveram que adotar um racionamento nas rações – imagina, racionar aquilo! -, que passaram a se limitar a bacon e bolachas de milho. O café desapareceu e os sulistas trocavam tabaco por grãos de café no mercado negro, ou tentavam substituí-lo por uma infusão de chicória…

Dureza… Mas as rações para soldados sempre foram um problema para os exércitos, mesmo em tempos modernos. Mas falarei sobre isso noutra ocasião. Agora, vou comer alguma coisa – que certamente não será nem bacon e nem a bolacha “quebra-dentes”.

 

 

 

 

Fontes:

Superinteressante

The New York Times

“The Civil War Dictionary” by Mark M. Boatner III

civilwar.com

marinersmuseum.org