AS GRANDES MENTIRAS DA HUMANIDADE

Napoleão não era tão baixinho. De fato, media 1,68 cm, uma estatura aceitável para sua época, e inclusive superava por 4 cm o duque de Wellington, seu grande inimigo.

Em Casablanca, Bogart nunca pronunciou a frase: “Toque outra vez, Sam”. Em realidade, a frase exata é: “Toque Sam, toque ‘As time goes by'”. Para acabar de arruinar o mito, o ator que fazia o papel de Sam (Dooley Wilson) só cantava, já que não sabia tocar o piano. O acompanhamento foi incorporado em estúdio.

Casablanca

Walt Disney não sabia desenhar e nunca desenhou nenhum de seus famosos personagens. Durante muitos anos foi dito que Mickey Mouse tinha sido desenhado por ele, mas atualmente sabemos que foi obra exclusiva do desenhista Ub Iwerks, supervisionado por Disney.

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Sherlock Holmes nunca disse: “Elementar, meu caro Watson”. Nas novelas de Conan Doyle, o famoso detetive pronuncia a palavra “elementar”, apenas. A frase, tal como a conhecemos, foi escrita para o filme protagonizado por Basil Rathbone em 1939.

Ilustração de Sidney Paget, desenhista britânico considerado o “pai” das imagens de Holmes e Watson, e que serviram de modelo para todas as representações posteriores do detetive, inclusive no cinema. Ele foi inadvertidamente contratado para ilustrar “As Aventuras de Sherlock Holmes”, uma série de doze contos publicados entre 1891 e 1892, quando os editores acidentalmente mandaram-lhe uma carta de pagamento ao invés de mandar ao seu irmão Walter. Acredita-se que a imagem de Holmes criada por Sidney tenha sido baseada neste mesmo irmão, Walter.

Marco Polo não introduziu a massa na Europa. Foram os árabes, durante a invasão da Sicília no ano 669 (600 anos antes do nascimento do famoso viajante). O historiador muçulmano Al-Idri relatou que os árabes instalados na ilha comiam o itriyah, um tipo de talharim seco.

Robin Hood não era um bandido generoso, nem roubava os ricos para dar aos pobres. Na verdade, foi um homem chamado Robert Hood, que se revoltou contra o rei Ricardo II para não pagar impostos.

Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé. Este provérbio não pertence a nenhum texto sagrado islâmico. Faz parte de uma parábola inventada pelo filósofo britânico Francis Bacon.

Os imperadores romanos não levantavam nem baixavam o polegar para decretar a morte ou o indulto de um gladiador. Mostrar o punho fechado era sinal de clemência: mas se o imperador mostrava o polegar para um lado (tipo pedir carona), estava ordenando a execução do perdedor.

Al Capone odiava espaguete e, por extensão, quase todas as variedades da massa italiana. Foi o que contou em sua biografia o ator George Raft, especializado em papéis de gângsteres e a quem Capone (grande admirador seu) convidou certa vez para jantar. Surpreendeu-se com um menu de farta comida chinesa.

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Um pensamento sobre “AS GRANDES MENTIRAS DA HUMANIDADE

  1. Tenho o costume de dizer que a repetição torna-se tradição, por esse motivo a história humana é cheia de inverdades, ninguém viu nada apenas ouviu dizer. 😉

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