Dez profissões em baixa (parte 2 de 2)

(continuação do post anterior, que fala das profissões em baixa, segundo os headhunters)

Psicologia

Crianças brincando na Associação Lugar de Vida – Centro de Educação Terapêutica do Instituto de Psicologia (IP) da USP

Recém- formados em psicologia têm dificuldade em abrir clínicas e conseguir pacientes, que geralmente preferem os profissionais mais experientes. E, com a mudança no mercado de Recursos Humanos, que passou a absorver profissionais de outras formações para compor quadros organizacionais, as oportunidades diminuíram para quem não busca uma formação complementar em negócios.

Venda porta a porta

Executivo carregando mala

A área de vendas está aquecida, mas aquele tipo de vendedor que vai de porta em porta vendendo produtos é uma figura em extinção, de acordo com Thiago Sebben, diretor da Hays. “Hoje a gente fala em comércio eletrônico, então representante comercial que vai de porta e porta vai acabar”, diz. A dica é se adaptar às mudanças do mercado procurando qualificações complementares que permitam a ampliação da atuação na área comercial para não correr o risco de tornar-se obsoleto.

Pedagogia

professora em sala com as crianças

A necessidade de professores da educação de base existe e sempre vai existir, mas a carreira é pouco atrativa se levados em conta condições de trabalho e salários oferecidos. Por isso, diz Cuellar, têm mais chances os pedagogos que expandem a sua atuação, não ficando restritos a salas de aula. “Se o pedagogo se fechar em uma caixa fica mais complicado, ele pode pesquisar e inventar novos métodos de ensino, é uma possibilidade”, diz Cuellar.

Serviço Social

assistente social

As oportunidades de trabalho para assistentes sociais também são mais raras, de acordo com a consultoria Michael Page. “Não tem vaga para trabalhar de assistente social dentro de uma empresa”, lembra Cuellar. Setor público e terceiro setor geralmente absorvem estes profissionais, mas não 100%, já que a oferta de formandos é maior do que a demanda. “Mas, se o profissional estiver atento à demanda pode migrar para outras áreas, como recursos humanos, por exemplo, e buscar formação complementar”, diz Cuellar.

História

CAPH – Centro de Apoio à Pesquisa em História. Entrada e armazenagem de novas dissertações e teses

“Se o profissional quiser ser apenas historiador terá, como no caso dos geógrafos, o ramo acadêmico e de pesquisa”, diz Cuellar, para justificar a restrição do mercado de trabalho. Mas ele indica que há outras possibilidades para quem for flexível. “O historiador pode ser roteirista de seriados históricos, por exemplo”, lembra. “É questão de abrir a cabeça e procurar uma qualificação complementar”, diz Sthaell.

Nos próximos posts, vou falar de cargos e especializações onde o salário pode passar de R$ 30 mil por mês. Quem sabe você não se qualifica? E, depois, os posts seguintes vão comentar as profissões que podem ficar aquecidas nos próximos anos, além das boas oportunidades no setor público. Um serviço de utilidade pública do blog O TrecoCerto!

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