Velho, eu?

Lembra como era procurar o endereço de uma rua há uns tempos? Ou o tempo que a gente levava para procurar sobre algum assunto em uma enciclopédia? Atualmente, com a evolução tecnológica, esses hábitos tornaram-se ‘coisa do passado’ e, muitas vezes, as pessoas nem percebem o modo como a tecnologia transformou a realidade. Para relembrar alguns costumes nem tão antigos assim, dê uma conferida abaixo:

Comprar e consultar enciclopédias – As famosas enciclopédias Britannica e Barsa não são mais itens correntes na casa das pessoas — antigamente, havia até a figura do vendedor desse tipo de publicação. Com o passar dos anos, surgiram ainda os CD-ROMs interativos, mas com o advento da internet uma consulta à Wikipedia substituiu tudo isso…

Filme para câmera fotográfica – Antes de qualquer evento familiar, a compra de filmes era quase obrigatória para poder registrar os melhores momentos. Hoje em dia, qualquer câmera digital com cartão de memória tem capacidade maior que 36 imagens — quantidade máxima de ‘poses’ disponíveis em um filme da época. Sem contar os casos em que todas as fotos queimavam e só era possível ver isso na hora da revelação… Daí, era uma choradeira por ter perdido a careta do bebê!

Escrever cartas – O namorado distante  utilizava as cartas para se comunicar com sua amada, que, dependendo da localidade, levava dias para chegar até o destino. Porém, hoje, não só é possível mandar e-mails (correio eletrônico), como mandar mensagens em redes sociais ou até gravar um vídeo e postar em algum Youtube da vida.

Usar as páginas amarelas para procurar contatos – Foram-se os tempos em que as páginas amarelas (lista telefônica com empresas e serviços) eram as principais fontes para descobrir o contato de algum estabelecimento. A maior utilidade dos “livrões”, atualmente, é servir de apoio – nas localidades onde ainda existem esses livrões. Hoje, com uma busca na internet, já é possível achar quase todas as informações sobre um comércio, serviço ou restaurante.

Disquetes – A década passada foi a última dos simpáticos disquetes. Além da baixa capacidade de armazenamento, eles tinham a limitação tecnológica de perderem todos os dados quando expostos a ímãs. Foram substituídos pelos CDs que, por sua vez, já foram trocados pelos práticos pendrives. Os computadores atuais nem vem mais com entrada para esse tipo de unidade de armazenamento.

Comprar CDs – Não que não haja mais CDs à venda, mas a pirataria fez com que houvesse redução na venda desse tipo de mídia. Para combater a venda ilegal de músicas, muitas gravadoras disponibilizam na internet faixas avulsas de artistas para a comercialização. Antes, era até um programa ir a uma loja de CDs e fuçar as novidades. Hoje, essas lojas parecem a caminho da extinção…

Alugar ou comprar fitas de vídeo – O programa de muitas famílias aos fins de semana era o de ir até a locadora para alugar os filmes em lançamento. Com o tempo, as fitas foram dando lugar aos DVDs e, mais recentemente, aos discos Blu-Ray. Muito em breve, o hábito de baixar os filmes pela internet deve se disseminar.

Fazer ligações em um orelhão – Muito utilizados na época em que era caro ter uma linha em casa, os telefones públicos, atualmente, são menos utilizados que antigamente. Parte do desinteresse nesse tipo de telefone é caracterizada pela facilidade na aquisição de celulares.

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