Japoneses criam tecnologia para imprimir na água

Pesquisadores japoneses estão trabalhando em uma tecnologia para escrever e desenhar na água. Por enquanto, eles conseguiram obter caracteres básicos por meio de um dispositivo composto por 50 pequenos geradores de ondas instalados em um tanque. O estudo está sendo coordenado pelos laboratórios Akishima e pelo professor Shigeru Naito, da Universidade de Osaka. O dispositivo, chamado de AMOEBA (Advanced Multiple Organized Experimental Basin), é composto pelos geradores dispostos em círculo no total de 1,6 metros de diâmetro e 30 centímetros de profundidade.Por meio de um sistema de controle, os geradores formam ondas circulares que agem como pixels de 10 centímetros de diâmetro e quatro de altura, e que combinados, formam linhas e figuras. O AMOEBA já é capaz de mostrar todo o alfabeto romano, assim como alguns caracteres kanji, de origem chinesa e adotados no Japão. Cada imagem fica visível por até três segundos.

Agora, os cientistas trabalham para aprimorar os métodos de cálculos para controle dos geradores de ondas, baseado em fórmulas conhecidas como “funções de Bessel”. Eles também querem deixar as letras e desenhos visíveis por mais tempo na água.

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SOBRE O AUTOR

Júlio A. Filho, escritor brasileiro de literatura infanto-juvenil, fantasia e não-ficção. Seu mote é simples: “contar histórias é quem eu sou”.

Autor da série infantil “O Outro Lado dos Bichos”, que reinventa o olhar sobre os animais com humor e imaginação, e também do livro “Riquezas do Brasil”, que apresenta de forma acessível e encantadora os patrimônios culturais e naturais do nosso país reconhecidos pela UNESCO.

Lançou também “Onde a Verdade se Esconde” e “Terra Líquida”.

São histórias que exploram o silêncio, o poder e as consequências das escolhas.

São livros que transitam entre o suspense e o mistério (“Onde a Verdade se Esconde”) e a ficção científica ( “Terra Líquida”), onde os personagens estão diante de dilemas morais, segredos difíceis de encarar e sociedades que revelam seus verdadeiros limites em momentos de crise.