Os hotéis mais bizarros do mundo

As férias de final de ano estão chegando, então o Treco Certo, num serviço de utilidade pública, oferece algumas dicas preciosas de hospedagem. Escolha seu destino e… Boa viagem!

A cidade norte-americana de Cottonwood, no Arizona, conta com um hotel em formato de cachorro. O “Dog Bark Park Inn” é um prédio que se assemelha com um cão da raça Beagle.

Em Harlingen, Holanda, que tal alojar-se num guindaste no porto? O “Dockside Crane Hotel” oferece muito luxo para duas pessoas e foi construído dentro do antigo guindaste do porto. No quarto com muitas janelas, tudo pode ser comandado por controle remoto e se os hóspedes estiverem cansados da vista, podem dirigir o guindaste, que gira 360 graus!

É para viajar ou dormir? O Jumbo Hostel está estacionado à entrada do aeroporto de Arlanda, em Estocolmo, na Suécia, e tem 85 camas divididas por 25 quartos. A suíte nupcial ocupa a cabine e é o único quarto com banheiro privativo.

O Tianzini Hotel fica localizado na província de Hebei, na China, e possui o recorde mundial do Guinness para a “maior imagem construída”. O hotel é uma representação de dez andares dos deuses chineses: Fu (Felicidade), Lu (Fortuna) e Shou (Longevidade).

A praia de Weymouth, em Dorset, Reino Unido, possui um hotel inusitado feito de areia! A instalação foi criada por uma empresa local e é considerada pelo livro Guinness como o primeiro hotel de areia habitável. A pernoite custa 10 libras, mas não tem banheiro nem telhados e fica aberta para o público até ser destruído pela chuva. Isso que é hotel bizarro…

Pensa que acabou? Não!

Decorado com a frente de um antigo Mercedes-Benz e simulando a entrada em um lava rápido, o quarto é do V8 Hotel, localizado em Stuttgart, Alemanha. Esse é um hotel temático no qual você pode escolher em qual marca… Aliás, em qual carro você quer ficar.

O hotel, a recepção e alguns dos quartos:

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Temos ainda o hotel de gelo em Jukkasjärvi, na Suécia, e que funciona entre dezembro e abril, quando o calor faz o hotel literalmente… Derreter. O hotel é feito inteiramente de neve e blocos de gelo do rio Torne; até os copos do bar são feitos de gelo.

A entrada do hotel.

O bar, mais acima, e a recepção do hotel.

A suíte…

Recomenda-se, por motivos óbvios, que os hóspedes com muito calor humano moderem seu… Hã… Fogo interior.

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Por que problemas de flatulência são comuns a bordo de aviões?

 Se isto já aconteceu com você, não se envergonhe: problemas de flatulência durante os voos são comuns.

Por quê? Foi o que se perguntou o médico Jacob Rosenberg, que decidiu encontrar a explicação – o interesse dele pela flatulência a bordo começou durante uma viagem longa para a Nova Zelândia. Ao olhar para a própria barriga, percebeu que ela havia crescido visivelmente desde que entrou no avião. Foi ao abrir a mala e ver sua garrafa de água vazia que ele entendeu o que se passava.

A garrafinha havia se expandido quando a pressão na aeronave baixou durante o voo e logo se contraiu quando aterrissaram. O médico se deu conta de que os gases em seu estômago deveriam estar fazendo o mesmo. “Desde então, notei quanta flatulência se tem durante voos”, disse.

Isso levou o pesquisador, que é professor de uma universidade na Dinamarca, a se perguntar sobre as consequências científicas deste fenômeno, o que o fez buscar soluções para aplacar o problema.

Gás

Mesmo com os pés na terra, todos os seres humanos expulsam uma quantidade surpreendente de gases por dia. Cientistas estimam que uma pessoa emita em média dez flatulências a cada 24 horas – o equivalente a um litro de emanações. Estes gases são produto dos alimentos que não foram absorvidos pelo intestino e são fermentados por bactérias. A fermentação produz nitrogênio, dióxido de carbono e hidrogênio, além de outros componentes sulfúricos mais fedorentos.

O médico Jacob Rosenberg também desconstruiu uma série de mitos sobre o tema. Por exemplo, ao contrário do que sugere a cultura popular, um estudo realizado nos anos 90 mostra que homens não têm mais flatulência que as mulheres. A mesma pesquisa mostra que os gases de mulheres têm concentração maior de componentes sulfúricos, o que torna seu odor mais potente. (abrindo parênteses: fiquei imaginando o quanto esses pesquisadores sofreram para chegar a esses resultados, mas vamos em frente… Fecha parênteses).

Sucos de frutas, peixe e arroz são alguns dos alimentos mapeados para ajudar a reduzir a flatulência. Diferentemente do que muitos acreditam, os alimentos derivados do leite também reduzem os gases.

Inchaço

A flatulência pode causar inconvenientes durante os voos – especialmente para quem passa muito tempo em cabines pressurizadas. Segundo estatísticas da Associação Médica Aeroespacial, mais de 60% dos pilotos sentem inchaço abdominal, uma cifra bem maior do que a de trabalhadores de outros setores.

014654A razão tem a ver com a física básica: “A pressão cai e o ar tem mais espaço para se expandir”, diz Jacob Rosenberg. O médico estima que esse gás ocupe um volume 30% maior, o que explica a sensação de inchaço. Rosenberg não recomenda que se retenha estes gases. “Se você é jovem e saudável não tem problema, mas para idosos isso pode representar um esforço cardíaco perigoso”, adverte.

Perigo de explosão?

Por outro lado, liberar todos os gases também pode trazer riscos. Um estudo de 1969 advertiu para o perigo de explosão que a acumulação de flatulências produzidas por astronautas num foguete poderia gerar.

Até hoje, entretanto, nunca foi registrado um acidente por esta razão. Mesmo que nos aviões comerciais não haja risco de explosão, as companhias aéreas investem em medidas para aliviar o desconforto gerado por este problema. Rosenberg entrevistou diferentes companhias que usam filtros de carbono no ar-condicionado para absorver cheiros.

As empresas também procuram servir alimentos que contenham poucas fibras e muitos carboidratos – uma combinação que facilita a digestão. Ou seja, dá pra ser feliz, mesmo apertado num banco de avião!

 

Fonte:
BBC

Nasa descobre novos riscos à saúde de seus astronautas

KENNETH CHANG
DO “NEW YORK TIMES”

No espaço, os fluidos corporais flutuam para cima, para o peito e para a cabeça. As pernas se atrofiam, os rostos incham e a pressão no interior do crânio aumenta. “Sua cabeça realmente parece inchada”, diz Mark E. Kelly, astronauta americano aposentado. “É como se você ficasse pendurado de cabeça para baixo durante alguns minutos.”

Alguns problemas das viagens espaciais, como osteoporose, podem ter sido superados. Outros foram identificados -por exemplo, os astronautas têm problemas para comer e dormir o suficiente-, e a agência espacial americana, Nasa, está trabalhando para compreendê-los e solucioná-los.

Depois há os problemas de saúde que ainda enganam os médicos, mais de 50 anos depois do primeiro voo espacial. Apenas cinco anos atrás se descobriu que os globos oculares de alguns astronautas ficam um pouco amassados.

Chris Cassidy, da Nasa, é levado a uma tenda médica depois de cinco meses e meio na Estação Espacial Internacional em 2012

Chris Cassidy, da Nasa, é levado a uma tenda médica depois de cinco meses e meio na Estação Espacial Internacional em 2012.

O maior problema ainda é a radiação. Sem o casulo protetor do campo magnético e da atmosfera da Terra, os astronautas recebem doses maiores de radiação, aumentando a probabilidade de desenvolver câncer.

Os cientistas da Nasa provavelmente têm até 2030 para dissecar esses problemas, antes que os astronautas viajem para Marte -missão que levaria cerca de dois anos e meio, ou quase seis vezes o padrão atual de serviço na estação espacial. O tempo mais longo que um ser humano já ficou fora da Terra foi de quase 438 dias -recorde estabelecido por Valeri Polyakov na estação espacial russa Mir em 1994 e 1995.

Em 2009, durante sua estada de seis meses na Estação Espacial Internacional, Michael R. Barratt, astronauta da Nasa que também é médico, notou que tinha certa dificuldade para ver as coisas de perto, assim como outro membro da equipe da tripulação de seis membros, Robert B. Thirsk, astronauta canadense que também é médico. Então os dois fizeram exames oculares recíprocos e confirmaram a alteração da visão para hipermetropia.

Eles também viram sugestões de inchaço de seus nervos ópticos e manchas em suas retinas. Na nave de carga seguinte, a Nasa enviou uma câmera de alta resolução para que eles pudessem fazer fotos mais nítidas de seus olhos, o que confirmou as suspeitas. Imagens de ultrassom mostraram que os olhos tinham se tornado um pouco achatados.

Muitos astronautas do ônibus espacial se queixaram de alterações na visão, mas nenhum havia estudado o assunto. “Hoje é um risco ocupacional reconhecido dos voos espaciais”, disse Barratt. “Quais são as implicações a longo prazo?”

É uma das muitas coisas que a Nasa estará monitorando na saúde de Scott J. Kelly, que passará um ano na estação espacial a partir da primavera de 2015. Mas Polyakov e três outros astronautas russos voltaram aparentemente não muito piores depois de suas longas estadas no espaço. É possível que o corpo se habitue à falta de peso depois de alguns meses e que as mudanças na visão e nos ossos se estabilizem.

Há uma década, cientistas da Nasa temeram que os astronautas voltassem para a Terra com os ossos enfraquecidos, pois sua densidade era reduzida de 1% a 2% por mês. No espaço, o corpo não precisa sustentar seu peso, então ele reage desmontando o tecido ósseo muito mais depressa do que na Terra.

A Nasa recorreu a drogas para osteoporose e exercícios aperfeiçoados, como fazer os astronautas correrem presos a uma esteira rolante. Os cientistas da Nasa relataram que os astronautas então voltaram com quase tanto osso quanto tinham ao partir.

Para as questões da visão, os cientistas suspeitam que os efeitos adversos resultem da mudança de fluido, a maior pressão do fluido cérebro-espinhal por trás dos globos oculares, mas isso ainda não foi comprovado.

Também se descobriu que os astronautas cuja visão havia mudado tinham níveis maiores do aminoácido homocisteína, muitas vezes um marcador de doença cardiovascular. Isso pode sugerir que um ambiente de gravidade zero acione algum processo bioquímico.

Quanto à radiação, a Nasa opera sob a restrição de que os astronautas não devem ter seu risco de câncer durante a vida aumentado mais de três pontos percentuais.

Pode haver outras complicações, porém. No Laboratório Nacional Brookhaven, em Long Island, cientistas estão bombardeando ratos com a radiação que imita os raios cósmicos de alta energia que percorrem o espaço exterior. Esses ratos levam mais tempo para percorrer um labirinto, sugerindo que a radiação pode danificar seus cérebros.

Os cientistas dizem que ela pode danificar outros órgãos. “Estes poderiam ser efeitos agudos”, disse William H. Paloski, chefe do programa de pesquisa humana da Nasa. “Simplesmente não sabemos, estamos examinando.” John B. Charles, do programa de pesquisa humana da Nasa, disse que a agência já poderia enviar astronautas para Marte e trazê-los de volta vivos. Mas, dado o enorme custo, é crucial que os astronautas cheguem produtivos e com ótima saúde, disse ele.

“Meu objetivo é fazer um programa que não entregue um astronauta manco em Marte.”

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/

Bizarrices capturadas pelo Google Street View

O Google Street View não é uma unanimidade. Muita gente critica esse serviço em nome da privacidade. E, em nome dessa postura, aproveita a passagem do carro cheio de câmeras para anotar seu protesto.

Em suas viagens, o carro também acaba capturando momentos embaraçosos, tristes (como o da moça que parece ter sido colocada para fora de casa pelo ex-marido/namorado) ou bizarros. Como se

vê nas imagens a seguir:

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Viajar é preciso – 3

O Mosteiro dos Jerônimos é um mosteiro em Lisboa, Portugal, em estilo manuelino, testemunho monumental da riqueza dos descobrimentos portugueses ao redor do mundo. No local de uma ermida fundada pelo Infante D. Henrique, D. Manuel I começou em 1502, logo após o retorno da primeira viajem à India de Vasco da Gama, a construção de um magnífico mosteiro para os monges da ordem dos Jerônimos. Foi em grande parte financiado pelos lucros do comércio de especiarias e riquezas trazidas das grandes viagens de descobertas do século XVI.

A obra iniciou-se em 1502 com vários arquitetos e construtores, entre eles Diogo Boitaca (plano inicial e parte da execução) e João de Castilho (abóbodas das naves e do transepto, pilares, porta sul, sacristia e fachada). No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto. O seu nome deriva do fato de ter sido entregue à Ordem de São Jerônimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX. Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa.

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Viajar é preciso – 2

Nesta nova etapa, nossa viagem é pelo Japão, país que não conheço, mas que está na minha lista de futuras visitas! Quem já foi me disse que as fotos no slideshow abaixo dão uma ideia da beleza do país onde nasce o sol…

 

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Viajar é preciso – 1

“Podemos viajar por todo o mundo em busca do que é belo, mas se já não o trouxermos conosco, nunca o encontraremos”. – Ralph Emerson

Sempre gostei de viajar, e desde muito jovem já saía pelo mundo. Em criança, viajava pelos livros e filmes; na adolescência, fui morar em outra cidade, e já adulto tive a oportunidade de conhecer muitos países. Espero ainda fazer muitas outras, pelo Brasil ou fora dele, e por enquanto vou alimentando meu sonho com essas viagens virtuais. A primeira é pela Itália:

 

As fotos estão no slideshow abaixo. Boa viagem!

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