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Conheça as cidades mais quentes do mundo

Em algumas regiões do mundo as temperaturas podem chegar a 60°C

O inverno no Brasil está começando… e a temperatura, no primeiro dia, chegou a 30 graus em algumas regiões! Se você acha isso muito quente, saiba que há lugares muito mais quentes ao redor do mundo, com temperaturas que ultrapassam os 50°C!

Essa superelevação da temperatura é fruto de condições climáticas adversas, incluindo o famoso aquecimento global que, além de provocar um aumento na temperatura da atmosfera, também tem impacto em outros aspectos ambientais, como: enchentes, secas e elevação do nível do mar.

Por conta desse calorão, há cidades no mundo que, em certos períodos do ano, nem podem ser habitadas…

1 – Al ‘Aziziyah (Líbia)

Crédito: Reprodução/YouTube A cidade líbia de Al ‘Aziziyah já registrou impressionantes 57,8 °C

Existe uma controvérsia sobre qual é a cidade mais quente do mundo. Em 1992, a cidade de Al ‘Aziziyah, na Líbia, registrou impressionantes 57,8 °C, fazendo com que a região ganhasse o título de lugar mais quente do mundo. Apesar disso, a Organização Mundial de Meteorologia reconheceu, em 2017, que o Vale da Morte, na Califórnia, é o lugar mais quente do planeta. O deserto californiano também já registrou 57,8°C.

2 – Dallol (Etiópia)

Crédito: Anya Newrcha/iStock    Cercada pelo deserto de Danakil, Dallol tem uma temperatura média de 40 °C durante o ano

A cidade de Dallol, na Etiópia, já registrou, nada mais nada menos, pouco mais de 60°C. A proximidade com o vulcão Dallol é determinante para tanto calor. Com essa temperatura, é fácil de entender porque a cidade é fantasma; de fato, hoje não há sequer um só residente, embora já tenha sido povoada no começo do século passado, quando uma ferrovia levava o sal extraído da região.

3 -Wadi Halfa (Sudão)

Crédito: MarcPo/iStock    Wadi Halfa, rua comercial em Wadi Halfa, no Sudão.

Localizada em uma região de muita pobreza no centro do deserto do Saara, na fronteira com o Egito, o local chega a atingir picos de calor, a temperaturas de quase 53°C. Chegar lá também não é fácil. É preciso pegar, em Cartum, um trem que passa pelas margens do rio Nilo e por muitas ruínas milenares. Não há hotéis na cidade, apenas alojamentos, e o clima extremamente seco recebe um reforço do vento constante e muito quente que vem do Saara.

4 – Deserto Lut (Irã)

Crédito: BrasilNut1/iStock   A região já registrou temperaturas de 70°C

Considerado o 25º maior deserto do mundo, o Lut está localizado no sudeste do Irã e já chegou a registrar temperaturas de superfície acima de 70°C, medida pela Nasa. Também é marcado pelos lagos Dasht, que se estende para o sul por cerca de 300 km.

5 – Tirat Tsvi (Israel)

Crédito: Science News   Os termômetros registraram em Tirat Tsvi a temperatura recorde de 54°, em junho de 1942

Com temperaturas escaldantes, a cidade, pertencente à área de HaZafon, é o lugar mais quente da Ásia, com temperaturas que beiram os 54 ºC. A cidade funciona, também, como kibutz e se situa no vale Beit Shean, a 10 km ao sul de Beit Shean, em Israel, e faz fronteira a oeste com o rio Jordão.

6 – Timbuktu (Mali)

Crédito: Oversnap/iStock   Timbuktu é uma das regiões habitadas mais quentes do mundo

Localizada no Mali, país do oeste africano, e nas proximidades do rio Niger, a cidade foi fundada por volta de 1100 para servir as caravanas que traziam sal das minas do deserto do Saara, em troca de ouro e escravos. Em 1330, a região era parte do império do Mali e, dois séculos depois, passou a ser governada pelo império Songhay, fazendo de Timbuktu uma importante cidade universitária e capital religiosa, habitada por muçulmanos, cristãos e judeus. Também é famosa pelas altas temperaturas, que já chegaram a 54,4ºC.

7 – Queensland (Austrália)

Crédito: DarrenTierney/iStock  Queensland, na Austrália, possui beleza estonteante

A temperatura já chegou a quase 69ºC no Estado australiano, situado no nordeste do país, e que ocupa mais de 20% da África. Marcada por vastas florestas tropicais, com clima seco e semidesértico, a região atrai turistas do mundo inteiro todos os anos, graças às ilhas costeiras e à grande barreira de coral.

8 – Kebilli (Tunísia)

Crédito: IdealPhoto30/iStock A cidade de 18 mil habitantes registrou a temperatura mais alta de que se tem notícia na África, em 1931

A cidade localizada no sul da Tunísia e capital da província homônima já chegou a registrar picos de 55ºC. Também pudera, já que a região fica à beira de um oásis no deserto do Saara. Com cerca de 100 mil tamareiras, é um dos principais centros comerciais da região, sendo um local de grande relevância histórica. Esses dias muito quentes não afastam os seres humanos, que habitam a área há mais de 200 mil anos.

9 – Ghadamés (Líbia)

Crédito: Pascalou95/iStock   Mesquita berbere em Ghadames, na Líbia

A cidade de Ghadames (ou Ghadamés) é dividida entre nova e antiga. Ela é habitada por cerca de 15 mil pessoas e possui uma beleza impressionante. Ambas as regiões reservam temperaturas na casa dos 55°C. A zona antiga é rodeada por uma muralha e já foi considerada patrimônio Mundial da Unesco, além de possuir uma arquitetura resistente ao calor. E uma das principais atrações do local é o lago com água salgada que a circunda por cerca de 20 km, no distrito de Nalut, a sudoeste de Trípoli, próximo às fronteiras com a Argélia e a Tunísia.

10 – Sulaibiya (Kuwait)

Crédito: Reprodução/YouTube     Cidade fica a cerca de 30 quilômetros da capital do Kuwait

Em 2012, Sulaibiya,  a cerca de 30 quilômetros da capital do Kuwait, registrou uma temperatura de 53,8°C. A capital do país sofre constantes tempestades de areia, e a população também suporta temperatura constante na casa dos 45ºC e 47°C. A Cidade do Kuwait, a capital, é conhecida por sua arquitetura moderna, que inclui arranha-céus e as incríveis Kuwait Towers, torres que são caixas-d’água cujo design lembra as cúpulas em azulejos de uma mesquita clássica. Essas torres têm capacidade para 4500 metros cúbicos de água.

As Kuwait Towers

 

 

Fonte:

catracalivre.com.br

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Ar condicionado ou janelas abertas – qual consome mais combustível?

Está chegando o verão…

E a pergunta do título é feita por muita gente, inclusive eu. Aí, pesquisando…

Ar condicionado ou janelas abertas - qual consome mais combustível?

(de motordream.uol.com.br)

As mudanças climáticas deixam a Terra mais quente a cada dia. Mas à medida que aumenta o aquecimento global e o preço do combustível, surge uma pergunta: janelas abertas ou ar condicionado, o que consome mais? A resposta depende de dois fatores: a primeira tem a ver com a forma de funcionamento do compressor de ar e quanto combustível extra é preciso para mantê-lo funcionando. A segunda diz respeito à resistência do ar em relação ao veículo. Nos mais modernos a aerodinâmica oferece resistência mínima.
No entanto, quando um veículo tem as janelas abertas, o ar entra causando uma resistência que não existiria com os vidros levantados. Funciona como um para-quedas, com força suficiente para influenciar na redução de velocidade do carro. O motor precisa trabalhar mais para manter o ritmo.
Com o ar condicionado ligado
Segundo estudo realizado pela SAE – Society of Automotive Engineers, ou Sociedade de Engenharia Automotiva -, nos Estados Unidos, dirigir com os vidros fechados e o ar ligado é a melhor maneira de economizar combustível. No entanto, em algumas situações a opção não é a mais indicada.
A pesquisa da SAE foi realizada no túnel de vento da General Motors. Foi usado o deslocamento de ar frontal e lateral, para simular o vento cruzado. Foram usado dois modelos no teste: um SUV equipado com um V8 de 8.1 litros e um sedã grande, também com um V8, mas de 4.6 litros. Os dois mostraram que a condução com as janelas abertas tem efeito negativo na eficiência do combustível. O sedã foi 20% menos econômico. O SUV registrou 8%. O estudo concluiu que quanto mais aerodinâmico é o modelo, maior o efeito da resistência do ar com as janelas abertas.
Portanto, se for viajar a velocidades maiores e percursos mais longos, melhor usar o ar condicionado. Mas o que acontece em trechos curtos em velocidade baixa?
Com as janelas abertas
Ao dirigir em baixa velocidade é melhor desligar o ar condicionado e abaixar os vidros. É mais eficiente, já que com o carro devagar a resistência do ar tem menor influência. Conforme se acelera, aumenta a oposição do vento de forma exponencial. Por exemplo, dirigindo a uma velocidade de 112 km/h, há quatro vezes mais força do ar contra o carro do que a 56 km/h. Ou seja, com o dobro de velocidade, a resistência do ar se multiplica por quatro.
Não há uma regra para decidir quando ligar o ar condicionado ou baixar os vidros. Especialistas, no entanto, recomendam os 64 km/h como base. A esta velocidade, o motor produz menos energia, portanto, precisa trabalhar muito mais para prover outros acessórios como o compressor de ar. Em altas velocidades, entrega energia suficiente para abastecer os outros componentes e equipamentos adicionais.