Suicídio? Robô policial “morre” afogado em fonte e intriga norte-americanos…

John Connor 1 X Skynet 0…

O apocalipse das máquinas, como visto nos filmes da série O Exterminador do Futuro, sofreu um duro golpe na sua tentativa de passar das telonas ao mundo real: um robô de patrulha norte-americano acabou afogado em uma fonte de água, depois de falhar em sua tentativa de passar por uma escadaria – no que parte da imprensa internacional relatou como um “suicídio” da máquina…

O quase suicídio robótico intrigou os norte-americanos e aconteceu num escritório da capital norte-americana, Washington. Com um formato oval, movido por um conjunto de rodas e projetado para executar rondas autônomas em escritórios e shopping centers, o robô de segurança Knightscope K5 deve navegar por entre humanos mantendo ou restaurando a ordem.

Em entrevista noticiada pelos sites Cnet e The Guardian, Stacy Dean Stephens, vice-presidente de marketing e vendas na Knightscope afirmou se tratar de um “evento isolado” para uma unidade K5, e que “nenhuma pessoa se machucou ou foi envolvida de qualquer forma”, embora seres humanos tenham sido necessários para pescar o robô de volta.

A proximidade ao chão e movimentação limitada do robô podem ser grandes desafios para este tipo de robô, como mostram as fotos dele, acidentado, postadas no Twitter, em que o K5 aparece dentro da fonte.

Apesar do posicionamento de Stephens, essa não é a primeira vez que um robô de patrulha K5 protagonizou incidentes. Mesmo equipado com sensores que deveriam funcionar como olhos e ouvidos da lei, unidades do modelo já foram acusadas de protagonizarem conflitos desnecessários com humanos em estacionamentos, em abril deste ano, bem como o atropelamento de uma criança de um ano e 4 meses, em julho de 2016.

Como tuitou uma pessoa, “Steps are our best defense against the Robopocalypse “… Ou “Degraus são a nossa maior defesa contra o apocalipse dos robôs…”

 

 

 

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Robô se “reproduz” fabricando sozinho “filhos” mais evoluídos

Skynet na área…

Quem assistiu algum dos filmes da série “Exterminador do Futuro” vai entender o que significa esta imagem. Mas, para quem nunca viu, explico: na série de filmes, a Skynet é uma inteligência artificial altamente avançada criada no fim do século XX. Ela opera principalmente por meio de robótica avançada e sistemas de computador. Assim que se tornou autoconsciente, ela enxergou a humanidade como uma ameaça à sua existência e decidiu acionar o holocausto nuclear conhecido como “Dia do Julgamento” e enviar um exército de Exterminadores contra a humanidade.

E quem acabou nos salvando foi o Schwarzenegger em seu papel mais famoso no cinema, como um Exterminador que se volta contra seus criadores e detona os demais robôs.

Bem, tudo isso é ficção, certo? Uma inteligência artificial se reproduzindo, máquinas criando outras máquinas… Com o risco dessas máquinas se rebelarem contra nós, humanos, e considerando que somos dispensáveis porque os robôs são autossuficientes…

Será mesmo que é ficção?

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, fizeram um “robô-mãe” que deixaria o Terminator orgulhoso. A máquina é capaz de fabricar “robôs-filhos”, avaliá-los baseado na performance de suas tarefas e, a partir daí, melhorar as próximas gerações. Ou seja, sem qualquer intervenção humana, o “robô-mãe” cria um processo evolutivo de seus descendentes.

Esse “reprodutor de máquinas” construiu e testou dez gerações de “robôs-filhos” – que, na verdade, são pequenos cubos com um motor interno – em cinco experimentos. Para desenhar e construir cada robozinho, a mãe levou cerca de dez minutos.

Mamãe e seu filhinho…

Cada robô-filho tinha a tarefa de viajar a maior distância possível em um certo período de tempo. Para se ter uma ideia de como o processo evolutivo funcionou, os últimos robozinhos terminavam a tarefa duas vezes mais rápido que seus “irmãos” da primeira geração.

É claro que existe uma diferença enorme com a evolução biológica. Principalmente pelo fato de que o robô-filho nunca poderá se tornar um robô-mãe. Mesmo assim, a pesquisa mostrou que uma máquina consegue, sozinha, melhorar a construção de outras. Detalhe: percebendo, inclusive, nuances que uma análise humana deixaria de lado.

Estaríamos caminhando para uma Skynet do mundo real?

 

Se lá… Mas espero que nunca chegue o dia de a gente ter que dizer “Hasta la vista, baby”…