Hotéis ao redor do mundo de tirar o fôlego

Está pensando em sair de férias no final do ano?

Então, seus problemas acabaram. Esqueça a crise, o Joesley Safadão,  o Temer querendo comer morcela e se confundindo (é a idade, coitado…) e concentre-se em escolher um desses hotéis pra passar uma temporada.

São dicas que selecionei especialmente para quem sabe que dinheiro não traz felicidade, mas ajuda a afogar as mágoas com champanhe em Paris…

Kakslauttanen Igloo West Village

Na Finlândia. As diárias são a partir de USD$ 500.00 o casal e você fica nesses iglus transparentes da foto. Lá se pode pescar, esquiar, fazer trilha, equitação… Mas não demore, só há vagas a partir de fevereiro do ano que vem.

Ladera Resort, Montserrat

Uma amiga esteve nessa ilha do Caribe e adorou. O Ladera é um hotel muito simpático e o único que teve permissão para se instalar nesse local de frente para o mar, que é preservado pela UNESCO. A diária é a partir de USD$ 500.00 o casal e ainda há apartamentos para o Natal, se você quiser.

Rayavadee Krabi, Tailândia

Esse já sai um pouco mais caro, a diária do casal começa a partir de USD$ 900.00, mas também, você se hospeda num hotel com a praia na frente e a floresta tropical nos fundos! As avaliações dos hóspedes não poderiam ser melhores: “quartos grandes”, “atendentes simpáticos e educados”, “comida excelente”, “limpíssimo”… Olha, só há lugares para fevereiro do ano que vem!

Panchoran Retreat, Bali

Este é mais um retiro, para aqueles que desejam manter um contato mais próximo com a natureza e longe das baladas.  Os quartos são projetados para se harmonizar com o entorno e eles usam materiais locais sempre que possível.  As diárias para casal partem de USD$ 300.00.

Giraffe Manor, Quênia

Vamos sair da Ásia e dar um pulo no Quênia, na África. Já pensou em acordar em um hotel, no meio das férias, descer as escadas em direção à sala de café da manhã e deparar-se com girafas? Isso acontece no Giraffe Manor,  que fica em uma floresta nativa de 56 hectares a 20 km do centro da capital queniana, Nairóbi.

As “pescoçudas” ficam do lado de fora do prédio, construído nos anos 1930, e vão dar um “alô” aos hóspedes da porta de entrada, nos quartos e durante as refeições. Não há mais reservas para o final do ano, e para janeiro restam poucos quartos. As diárias de casal começam a partir de USD$ 1000.00

Astarte Suits Hotel, Grécia

gcom_melhores_hoteis_26

Vamos subir pelo continente africano e dar uma paradinha na Grécia.  Fica em Santorini, com paisagens de fazer cair o queixo e cozinha recomendada até pelos maiores chefs.  Só tem vagas em fevereiro do ano que vem, com diárias de casal a partir de USD$ 600.00.

Hotel Le Sirenuse, Costa Amalfitana, Itália

gcom_melhores_hoteis_18

E já que estamos em um local ensolarado, podemos ir à Itália.  Aqui você pode degustar ostras com uma taça de champanhe gelada, pode alugar um carrinho e ir a Sorrento, que fica apenas a 16 km, ou curtir a paisagem dos quartos espaçosos com varanda. Só há vagas a partir de março, baixa estação, a partir de USD$ 600.00 a diária de casal.

 

Gostou das sugestões?

 

Peixes dominam shopping abandonado na Tailândia

Há poucos dias, falei dos shoppings que estão sendo abandonados nos Estados Unidos (aqui). Parece que é uma tendência que se espalha por todo o mundo, pelas mais diversas razões. Um shopping em Bangoc, na Tailândia, virou uma “atração turística” exótica por ter peixes em seu piso térreo inundado.

O shopping center New World Mall foi fechado em 1997 por irregularidades na estrutura. Um incêndio em 1999 derrubou o teto do prédio. As chuvas inundaram o edifício, e isso causou uma infestação de mosquitos. Para acabar com os insetos, os moradores jogaram peixes no local. Os peixes conseguiram conter a infestação de mosquitos, mas, por outro lado, eles se multiplicaram e os funcionários da administração municipal “pescam” esses peixes de tempos em tempos.

shopping-abandonado-03inundação-no-shopping-vira-santuário-de-peixes-na-Tailândia-4

Entre as espécies de peixes que vivem no piso do shopping center abandonado estão carpas e tilápias. Eu me pergunto o motivo de não derrubarem o que restou da estrutura… Seria para preservar os peixes?

As cidades mais fedorentas do mundo!

Existem cidades no mundo que são conhecidas por algumas características especiais: ou por suas belezas naturais (como o Rio de Janeiro), ou por ser a cidade que nunca dorme (Nova York) ou por ser uma cidade estranha… Sim, existem cidades estranhas, e uma delas é Longyearbyen, na Noruega.

Lá, os habitantes não podem morrer: há mais de um século, o cemitério local não enterra mais pessoas, já que as temperaturas, sempre muito baixas, impedem os corpos de se decompor. Tem mais: na cidade, a população de ursos polares é quase igual a de seres humanos, e apesar da caça ser ilegal, os habitantes são, às vezes, obrigados a atirar em legítima defesa!

Mas existem aquelas cidades que são famosas porque são muito… Fedidas! O mau cheiro é tão intenso que nem gambá aguenta! Conheça agora as 5 cidades mais fedorentas do mundo:

Rotorua, Nova Zelândia

Rotorua

Quem já foi a Rotorua nunca mais se esquece do cheiro de ovo podre que impregna o ar. O perfume da cidade não é por causa da quantidade de gases que os seus habitantes costumam soltar e sim pela localização geográfica. Rotorua fica próxima a um vulcão e tem como atrações lagoas de lama quente, fumarolas, nascentes termais e gêiseres. Por isso, uma grande quantidade de enxofre é liberada na atmosfera da cidade diariamente… Agora, que ideia construir uma cidade perto de um vulcão!

Bangkok, Tailândia

Bangkok

Nunca fui a Bangkok, mas quem já foi diz que é um passeio incrível, porque a cidade tem muita coisa interessante para se ver. Mas existe por lá uma fruta alegadamente a mais deliciosa do mundo, mas que é também a mais fedida de todas: chama-se “durian” e ela tem cheiro de chulé, segundo alguns, e de material em decomposição, segundo outros. Independentemente de ser incrivelmente apreciado por muita gente, o odor terrível e intenso do durian fez com que a fruta fosse proibida em locais como parques, shoppings centers e hotéis. Mesmo assim, andar pela cidade é como ter uma meia suja presa no nariz!

Veneza, Itália

Veneza

Andar de gôndola no verão em Veneza equivale a passear de barco no rio Tietê, em São Paulo. Embora seja uma das cidades mais belas do mundo, ela ainda sofre com problemas muito comuns aqui no “terceiro mundo”: os canais ainda recebem esgoto não tratado, muita gente joga lixo ali e ainda há o diesel liberado pelos barcos. A prefeitura da cidade iniciou um projeto de despoluição, que abrange desde tratar esgotos até proibir o tráfego de barcos a motor em determinados dias. Providências mais do que bem-vindas.

Mumbai, Índia

Se você for daqueles que torce o nariz para qualquer cheirinho mais desagradável, como o de sardinha sendo fritada às 7 da manhã no apartamento vizinho ao seu, não visite Mumbai. Ela é tida como sendo a mais intensa e recompensadora experiência olfativa do mundo. Para todo lado que você virar, sentirá o cheiro de fumaça de carros e motonetas e o fumo preto dos caminhões, somado ao aroma pútrido de água suja na sarjeta. Combinado a isso, o cheiro de mar vem misturado com o perfume de frutas podres jogadas no chão e de fritura em óleo de palmeira. Sem mencionar as especiarias típicas, afinal, você está na Índia: cravo, canela e etc… Tudo isso cria o cheiro inigualável de uma cidade vibrante!

Fez, Marrocos

Fez pode ser a maior cidade medieval árabe do mundo, mas é também uma das mais fedidas… Dentro da cidade velha murada, existem os curtumes de Derb Chouwara, fileiras de tinas coloridas onde são curtidas as peles de diversos animais (cabras, ovelhas, vacas e até camelos!).  São mais de 300 poços ou tinas circulares, e em cada reservatório, de cerca de um metro de profundidade, há um líquido de uma cor diferente. A grande maioria tem a coloração marrom, em suas mais diversas matizes. Um terço do espaço contém uma poção esbranquiçada. Alguns poucos, que chamam logo a atenção, possuem dentro uma tinta vermelha ou amarela.

O couro passa primeiro pelas tinas esbranquiçadas (ao fundo, na foto abaixo), onde uma mistura de cal – com excrementos de pombas e urina de vaca – amolecem o couro e destroem os pelos dos bichos. Após ficarem de molho durante vários dias, as peças passam por um processo de limpeza e de enxágue.

Até algumas décadas atrás, o tingimento era feito com colorantes vegetais. Para o amarelo usava-se o açafrão-da-terra (cúrcuma ou turmérico), para o vermelho a papoula, para o azul o índigo dos tuaregues e, para o preto, o antimônio. Mas hoje, os corantes industrializados tomaram conta do mercado. Uma vez tingidos, os couros são, então, expostos ao sol para secagem.

fez5-5349-web62

O interessante é que esse cheiro de cocô de pomba com xixi de vaca se mistura ao das peles secando ao sol, gerando o odor de fralda suja que se espalha por vários quarteirões… Então, dê-se por feliz por poder respirar e não ser um dos indivíduos que fica nesses tonéis durante todo o dia!

 

Essa é a graça de viajar pelo mundo. Você pode ver, provar, ouvir… E cheirar… Coisas muito diferentes!

 

 

 

Fontes:
Thrillist
Megacurioso

O mercado na linha férrea na Tailândia

Esse mundo é mesmo muito louco…

Na Tailândia, em Samut Songkhram – a coisa de 40 quilômetros de Bangcok -, existe um mercado ao ar livre que vende de tudo: frutas tropicais e legumes em grandes pilhas coloridas, uma grande variedade de especiarias secas, pastas e ervas, frutos do mar recém-pescados e outros alimentos locais.

maeklong-railway-market-0única diferença em relação aos outros mercados – e às feiras-livres no Brasil – é que ele fica bem em cima dos trilhos de uma ferrovia.

maeklong-train-market

E não é uma força de expressão, o mercado fica de fato em cima dos trilhos! Quando o pessoal que ali trabalha ouve o apito da locomotiva, eles recolhem os produtos, levantam os toldos e deixam passar o trem, que cruza a feira diariamente por três vezes, duas de manhã e uma de tarde! O trem passa quase tocando as mercadorias, e todo mundo se espreme debaixo das barracas.

maeklong-railway-market-5

maeklong-railway-market-2

maeklong-railway-market-12

Depois que o trem passa, os vendedores recolocam tudo como estava antes, descem os toldos das barracas e os clientes voltam, como se nada tivesse acontecido. O mais curioso é que não são os feirantes que invadiram o espaço da ferrovia, já que a feira existe no mesmo lugar desde antes que a via férrea fosse criada, em 1905!

maeklong-railway-market-16

Maeklong é o nome desse mercado, que fica de fato num grande edifício cheio de ban­cas mais ou menos orga­ni­za­das, mas que acabou crescendo para fora, e a ferrovia acabou passando no meio dessa extensão do mercado. E se transformou numa atração turística, porque mesmo aos olhos dos orientais, não é todo dia que se vê um trem passando no meio de uma feira!

E quando soa o apito, à boa maneira tailandesa – isto é, sem estresse e quase sempre com um sorriso nos lábios -, os comerciantes recolhem as mercadorias e ficam assistindo o trem passar, e é impressionante de se ver (segundo os relatos de quem já esteve por lá) que quase nada é esmagado debaixo da composição. Depois que o trem vai embora, a vida continua em Maeklong.

É um espec­tá­culo digno de se ver, como no vídeo abaixo, mas dizem que esse espetáculo pode ter os dias con­ta­dos. Prevê-se para breve a aber­tura de um grande super­mer­cado que, de certa forma, pode acabar com o futuro dessa feira tra­di­ci­o­nal. É melhor apressar-se, por­tanto, se qui­ser ver a banda pas­sar… Digo, o trem passar em Maeklong.

 

 

 

Fonte:

http://www.amusingplanet.com/