Algodão ou papel-toalha? Como limpar a tela do celular (e como não limpar!)

  • Telas de smartphones precisam de limpeza com certa frequência
  • Panos de microfibra e algodão são as melhores opções para higienizar os aparelhos
  • Uso de toalhas de papel, sabonete e esponjas pode piorar situação
Você é daqueles que limpa a tela do celular no primeiro pedaço de pano que vê pela frente? Mesmo que isso signifique esfregar o vidro do seu caríssimo smartphone na calça jeans? Apenas pare. É sempre bom limpar a gordura e eliminar as bactérias do aparelho, mas é preciso cautela. Existem jeitos certos (e muito errados) de tirar a sujeira do touchscreen. Separamos algumas dicas, mas antes de mais nada desligue o aparelho antes de tomar qualquer tipo de atitude em relação a isso, ok? 

O que usar

Pano de microfibra

O pano de microfibra, com certeza, é a melhor opção para higienizar o seu aparelho. Não quer passar só o pano na tela? É possível utilizar (pouca) água destilada para umedecê-lo e deslizá-lo pela região frontal do celular com cuidado – de cima para baixo ou de um lado para o outro. Limpe as partes laterais e a traseira também, da mesma maneira. Lembre-se que líquido e alguns eletrônicos (os que não são à prova d’água) não “dão match”, então, nada de encharcar o pano –um borrifador, nestes casos, é a melhor opção…

Fitas adesivas

Foi para a praia com o celular ou acabou deixando ele na grama? Saiba que grãos e fiapos adoram as fendas de eletrônicos. Um truque que pouca gente conhece é usar fitas adesivas, que são aliadas na “briga” contra objetos minúsculos. É só colocá-las –sem muita força, é claro– ao longo das bordas do smartphone para que a sujeira grude na fita.

Algodão

Assim como o paninho de microfibra, o algodão levemente umedecido pode ajudar a combater a sujeira. Camisetas, flanelas ou paninhos feitos de algodão também são úteis. Só as camisetas de algodão, ok? Nada de tecidos mais grossos, que podem riscar o vidro.

O que não usar?

Toalha de papel

Elas parecem as mais indicadas (e fáceis) para dar um jeito na tela do seu celular, certo? Errado. Na verdade, as toalhas de papel são inimigas da limpeza, porque podem causar arranhões no aparelho. É melhor deixar elas para comidas e higiene pessoal, mesmo.

Sabonete

Jamais. Deixe o sabonete para o seu corpo –a composição química do produto pode estragar tanto a tela quanto a parte eletrônica do seu smartphone.

Vinagre

Essa solução pode virar uma dor de cabeça daquelas. É que o vinagre é capaz de tirar o revestimento da tela do seu aparelho, e o que já está ruim, pode piorar…

Esponjas

Parece óbvio, mas é bom lembrar que a tela do seu celular odeia coisas ásperas. E isso vale para esponjas.

Fonte:

Bruno Madrid

De Tilt, em São Paulo

 

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Einstein previu que o mundo teria uma geração de idiotas?

Será verdade que Albert Einstein disse que, quando a tecnologia ultrapassar a interatividade humana, o mundo terá uma geração de idiotas?

frase – atribuída ao físico alemão Albert Einstein – circula pela web. Sempre acompanhada de fotos de jovens olhando fixamente para seus smartphones, alheios ao mundo à sua volta. Isso tenta nos fazer acreditar que os jovens de hoje seriam a geração de idiotas que Einstein havia previsto, pois não largam dos aparelhos de celular em nenhum momento!

Mas será que Albert Einstein fez mesmo essa previsão?

Verdadeiro ou falso?

É muito fácil se atribuir uma frase a qualquer pessoa famosa e com bastante relevância na história da humanidade, como foi o físico alemão Albert Einstein. Basta inventar uma frase qualquer, juntar com a foto de alguém e pronto! É só espalhar pela rede.

Como exemplo, já mostramos a verdade sobre uma frase atribuída ao médico Dráuzio Varela, em 2012. Na ocasião, tivemos a oportunidade de entrar em contato com o médico para que ele mesmo nos confirmasse ou desmentisse a sua frase sobre o fato de estarem investindo mais dinheiro em pesquisas de silicone e remédios para virilidade do que para a cura do Alzheimer!

O boato fica ainda mais difícil de ser verificado se o “autor” da frase já tiver morrido… 

No caso da frase atribuída a Einstein sobre a “geração de idiotas”, não há nenhuma prova de que ele tenha dito isso, de fato! Não há nenhum outro dado na frase que nos ajude a verificar se isso saiu mesmo da boca do físico e não se sabe quando, onde ou porque Einstein teria isso…

O excelente site de língua inglesa Quote Investigator, que se especializou em pesquisar a autoria de frases célebres, afirmou que é bem provável que o alemão nunca tenha feito tais afirmações. Não há nada parecido com essa frase no livro The Ultimate Quotable Einstein, publicado em 2010 pela editora da Universidade de Princeton, que possui as 1600 frases mais famosas do físico. A compilação foi elaborada por Alice Calaprice, uma das maiores especialistas estudiosas da vida de Albert Einstein!

Os pesquisadores do Quote Investigator não descobriram a origem desse boato, mas acreditam que tudo começou em publicações em fóruns de discussão, em 2012, época em que a frase começou a se espalhar pela web.

Conclusão

Não há nenhuma prova de que Einstein tenha dito realmente essa frase! Provavelmente, alguém achou que a nova geração estava muito apegada ao mundo virtual e resolveu atribuir o nome de um homem considerado de grande inteligência a uma frase de impacto.

 

 

 

 

 

 

Fonte:

Gilmar Lopes, E-Farsas

Para fugir do ar-condicionado, Microsoft ‘mergulha’ data center

O data center Leona Philpot antes de ser colocado nas águas do oceano Pacífico, na Califórnia.

Inspirados por Júlio Verne, os pesquisadores da Microsoft acreditam que o futuro dos data centers possa estar no fundo do mar.

A Microsoft testou o protótipo de uma central autônoma de processamento de dados capaz de operar centenas de metros abaixo da superfície do oceano, eliminando um dos mais dispendiosos problemas que o setor de tecnologia enfrenta: o custo do ar-condicionado.

Os data centers atuais, que processam absolutamente todos os dados do setor de tecnologia, dos serviços de vídeo on-line às redes sociais, abrigam milhares de servidores que geram muito calor. E quando o calor é demais, os servidores caem.

Colocar todo esse equipamento sob a água gélida do oceano poderia resolver esse problema. Também poderia atender às demandas de energia do mundo da computação, que crescem exponencialmente, porque a Microsoft está considerando combinar o sistema a uma turbina ou a um módulo que aproveita a energia das marés para gerar a eletricidade necessária ao funcionamento do data center.

Esse esforço, batizado de Project Natick, pode levar à colocação de gigantescos tubos de aço conectados por cabos de fibra óptica no leito do oceano. Outra possibilidade seria posicionar cápsulas metálicas cilíndricas em suspensão abaixo da superfície do mar, para capturar as correntes oceânicas com turbinas que geram eletricidade.

EMPECILHOS

Uma ideia radical como essa poderia encontrar obstáculos, entre os quais preocupações ambientais e questões técnicas imprevistas. Mas os pesquisadores da Microsoft afirmam que a produção em massa das cápsulas poderia encurtar o prazo necessário para colocar novos data centers em operação, dos dois anos necessários hoje para instalar uma central de processamento de dados em terra para apenas 90 dias, o que ofereceria imensa vantagem de custo.

Os recipientes contendo servidores submarinos também poderiam ajudar a fazer com que os serviços de web operem mais rápido. Boa parte da população do planeta vive em centros urbanos perto do oceano, mas bem distante dos data centers, em geral construídos em áreas distantes e com muito espaço disponível.

A capacidade de posicionar poder de computação perto dos usuários reduziria a latência, ou seja, a espera que as pessoas encaram para receber dados ou acessar serviços, o que é uma questão importante para os usuários da web.

Com o lançamento de tecnologias diversificadas do entretenimento digital e a rápida chegada da “internet das coisas”, a demanda por computação centralizada vem crescendo exponencialmente. A Microsoft administra mais de cem data centers em todo o mundo, e continua a construir novas centrais em ritmo acelerado. A empresa já investiu mais de US$ 15 bilhões em um sistema mundial de data centers que agora responde pelo fornecimento de mais de 200 serviços on-line.

MEMÓRIA

“Quando você pega o seu smartphone, pensa que está usando um computador pequeno e miraculoso, mas na verdade está usando mais de cem computadores diferentes localizados nessa coisa conhecida como a nuvem”, disse Peter Lee, vice-presidente da Microsoft Research. “E quando você multiplica isso por bilhões de pessoas, o resultado é um volume espantoso de trabalho de computação.”

A companhia recentemente concluiu um teste de 105 dias de duração com uma cápsula de aço de 2,40 metros de diâmetro posicionada 10 metros abaixo da superfície do oceano Pacífico na costa do centro da Califórnia, diante de San Luis Obispo. Controlado de escritórios na sede da Microsoft em Redmond, o teste se provou mais bem-sucedido do que os pesquisadores antecipavam.

Os pesquisadores estavam preocupados com defeitos no hardware e com a possibilidade de vazamentos. O sistema subaquático estava equipado com cem sensores diferentes para medir pressão, umidade, movimento e outras condições para compreender melhor como é operar em um ambiente ao qual é impossível enviar um técnico para consertar defeitos no meio da madrugada.

O sistema se manteve funcional. Isso levou os engenheiros a prolongar o prazo da experiência e até a operar nele projetos de processamento de dados comerciais do Azure, o sistema de computação em nuvem da Microsoft.

O primeiro protótipo, que ganhou o carinhoso apelido “Leona Philpot” –uma personagem na série de videogames Halo, da Microsoft– foi recuperado e trazido para a sede da empresa, com o revestimento metálico parcialmente coberto de crustáceos.

Fonte:
JOHN MARKOFF, The New York Times

Coisas que os smartphones estão matando

smartphone

Os smartphones realmente são uma mão na roda. Esses danados desses aparelhos têm praticamente todas as funções que as pessoas precisam – ou acham que precisam – embutidas neles.

E se tornaram tão presentes no cotidiano que, segundo a pesquisa Global Mobile Consumer Survey feita pela empresa de auditoria Deloitte em 2015, nem dá tempo de se levantar da cama:  57% dos brasileiros dizem acessar o smartphone menos de cinco minutos depois de acordar.

Outros dados dessa pesquisa mostram que as atividades principais dos usuários são verificar e-mails, comunicar-se por mensagens instantâneas como WhatsApp e SMS, checar as redes sociais, ler notícias, assistir vídeos, buscar informações e serviços de VOIP, tecnologia que permite fazer ligações pela internet.

Isso significa que o smartphone vem empurrando outros aparelhos e serviços para o lado. A lista a seguir mostra algumas das coisas que estão se tornando obsoletas por causa deles.

(Uma delas é a interação entre as pessoas, as conversas olho no olho, mas essa é uma discussão que deixarei para outra vez…)

Walkie Talkie

Lembra dos rádios Walkie Talkie? O contato por rádio fazia com que a comunicação não fosse cobrada a cada ligação. A mesma estratégia foi aplicada em aplicativos de smartphone, usando o VOIP.

MP3 Player

A Apple revolucionou o mercado da música com seu iPod. Nos últimos anos, no entanto, as vendas do iPod estão caindo tanto que muito se fala sobre a Apple descontinuar o iPod clássico. Outros modelos de tocadores de MP3 praticamente desapareceram do mercado. Os smartphones não somente carregam músicas dentro de si, como também podem ter aplicativos como Rdio e o Spotify, que tocam a música sem que seja preciso armazená-las dentro do aparelho.

E o orelhão, então? Você precisa fazer uma ligação urgente. É preciso ter fichas ou cartão e ainda encontrar um orelhão. Não se um smartphone estiver no bolso…

Telefone fixo

O uso de telefone fixo está diminuindo mundialmente. No Brasil, de acordo com uma pesquisa do IPEA, 45,6% dos domicílios não utilizam telefone fixo. No Estado de Nova York, nos Estados Unidos, o número de assinantes de telefones fixos caiu 55% desde 2000.

Guia de ruas

Hoje, qualquer aplicativo de smartphone pode substituí-los. O Google Maps é capaz de encontrar ruas em qualquer cidade do mundo. Ele ainda pode ser usado para mostrar o caminho de um ponto ao outro analisando o trânsito em tempo real.

Gravador de voz

Quem é jornalista, ou quem já teve que fazer trabalhos para a faculdade, sabe que na hora de fazer uma entrevista era preciso levar o gravador de voz. Os primeiros eram um trambolho, os mais modernos eram pequenos e elegantes como esse da foto. Agora, o smartphone faz isso sem problemas…

Rádio relógio

Sim, o rádio relógio também está sendo aposentado pelos smartphones. Além de ter a hora na tela principal, é possível programar alarmes (diversos deles). Dias da semana, soneca, repetições, tudo pode ser escolhido. Sem contar que dá para escolher a sua música preferida e evitar acordar de mau humor por causa de alguma canção ruim.

Calculadora

Qualquer smartphone hoje vem com uma calculadora integrada. Elas são extremamente úteis para momentos como a fila do banco ou a divisão da conta de um restaurante. Alguns aplicativos trazem inclusive funções avançadas de cálculos disponíveis apenas em calculadoras científicas.

Taxi

Ponto de táxi

Antes, para se conseguir um táxi, era preciso saber onde ficava o ponto mais próximo. Aplicativos estão mudando a forma como se pega um táxi. Para o consumidor, o ponto faz menos sentido ainda: com um app a espera é menor e a comodidade maior.

Agências bancárias

Hoje, somos muito menos dependentes das agências bancárias do que antes. Não é preciso entrar em bancos para tarefas simples como consultar o extrato ou fazer transferências.  Em três anos, por exemplo, o número de clientes usando o aplicativo do banco Itaú cresceu 750%.

Guias de viagem em papel

Os serviços online disponibilizam mais informações do que se podia imaginar. Alguns, como TripAdvisor, têm aplicativos especiais. Estando na cidade, é possível acessar informações sobre locais dos quais se esteja perto e ver qual a cotação que outros viajantes deram para restaurantes e hotéis.

 

 

 

 

 

 

 

Uma breve história dos telefones celulares

Outro dia, conversando com uma pessoa, nos lembramos dos primeiros telefones celulares lançados no Brasil, nos anos 1990. Eram uns tijolões quase do tamanho de um sapato. Rimos de montão ao nos lembrar do Michael Douglas no filme “Wall Street” puxando aquele troço, com uma antena de dois metros… Era o máximo de tecnologia, e no filme ele era um dos megainvestidores da Bolsa e coisa e tal, e naquela época só um cara muito rico podia ter um aparelhos desses…

wall street 1987

Deixando de lado a bizarrice de se pensar como seria levar um aparelho desses no bolso do paletó (os caras tinham que usar mochila só pra isso?), imagine como era antes dessa invenção – caso você não tenha idade para ter vivido isso. Esse aparelhinho (“aparelhinho” hoje, claro, não há 40 anos…) é um dos meios de comunicação mais eficazes de todos, além de ser o único, por enquanto, a embutir outro meio de comunicação no mesmo pacote, a internet!

Pois acredite, 40 anos atrás, e antes do advento do telefone móvel, não dava para se fazer uma ligação para outra pessoa com um telefone que não estivesse preso numa parede ou em cima da mesa.

E foi a Motorola quem criou o primeiro telefone móvel, por meio de seu diretor de pesquisa e desenvolvimento, Martin Cooper: em 3 de abril de 1974 ele fez a primeira chamada de celular, com um protótipo do trambolhão usado por Michael Douglas no filme e que foi batizado mais tarde de Motorola Dynatac 8000X – e que começou a ser vendido nos Estados Unidos em 1983 pela bagatela de US$ 4.000,00!

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Isso mesmo, 4.000 dólares! O monstrengo pesava 794 gramas, media 4,5 cm de largura, 8,9 cm de espessura e 33cm de altura. Você não leu errado, ele pesava como cinco smartphones que temos no mercado atualmente e tinha o tamanho de quase três Iphones 3 empilhados.

Não sei se as pessoas começaram a ter problemas de postura ao manter quase um quilo na altura da orelha durante as chamadas, mas o fato é que alguém achou que já estava na hora de melhorar a coisa, e a Motorola – de novo – criou o primeiro celular com uma capinha, um flip que protegia as teclas do aparelho e seu microfone, o Motorola MicroTAC.

Esse saiu nos Estados Unidos em 1989, pesava quase meio quilo (um grande avanço em relação ao antecessor) e serviu de inspiração para vários outros aparelhos de seus concorrentes. Um primo dele foi o primeiro celular a ser lançado no Brasil, em 1990, o PT 550, e custava “apenas” mais ou menos 3.000,00 cruzeiros (moeda vigente), o que, atualizado, seria algo como R$ 15.000,00… Na foto, ele parece pequeno, mas era conhecido como “tijolão”, porque pesava 350 gramas e tinha 23 cm de altura.

O primeiro celular lançado no Brasil

Logo surgiram novos celulares e novos concorrentes, um deles a Nokia, que vinha aperfeiçoando os antecessores e acabou incluindo uma nova facilidade em seus aparelhos, a possibilidade de mandar mensagens de texto. Então, lançou o Nokia 9000 Communicator em 1996, ainda um trambolho e meio estranho: você abria o telefone e aparecia um teclado onde o usuário poderia digitar a mensagem.

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A ideia foi genial, mas o aparelho em si não durou muito, porque as outras empresas logo perceberam que um teclado alfanumérico era muito mais prático. Vieram centenas de outros modelos na mesma linha, cada vez mais sofisticados, mais leves e menores e a tecnologia evoluiu muito rapidamente. Quando entramos no século XXI, essa evolução trouxe os aparelhos com telas sensíveis ao toque. O mais notável deles, e que é considerado o precursor dos smartphones, foi o Ericsson R380, lançado no ano 2000.

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Além do teclado alfanumérico, como o de um celular normal, você podia abrir o flip e – numa tela sensível ao toque – havia as funções de um palmtop. Para quem não sabe, os palmtops eram muito populares na ocasião e tinham as funções de agenda e até de conexão (rudimentar, comparado a hoje) à internet.

Talvez a maior evolução a seguir tenha sido a tecnologia Bluetooth, de novo desenvolvida pela Ericsson. Lançado em 2001, o Ericsson T36 trouxe a possibilidade de uma conexão entre aparelhos para o compartilhamento de dados sem fio, passando arquivos rapidamente para outro celular ou para outros equipamentos dotados da mesma tecnologia.

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Ericsson T36

As novidades então vieram em ritmo acelerado.  Em 2002 surgia o Sanyo SCP-5300 Sprint, um dos primeiros celulares com câmera fotográfica embutida do mercado mundial e já com a telinha colorida!

Sanyo Scp5300

Sanyo Scp5300

A qualidade da primeira câmera em um aparelho assim era obviamente muito baixa, pois era uma tecnologia que ainda estava sendo aperfeiçoada.

A tecnologia no mundo da informática evoluía muito rapidamente, até mais do que nos celulares, e então chegou a hora de um grande player no mundo dos computadores fazer sua entrada nesse novo e promissor mercado da telefonia. E ele chegou chegando… Em 2007, a Apple anunciou um novo aparelho que mudaria completamente a história dos celulares, o iPhone 2G.

Iphone-2g

IPhone-2g

Era um aparelho com multidispositivos, tão bom quanto um IPod, com ótima acessibilidade pela tela sensível ao toque e potente em seu acesso à internet. A Apple realmente reinventou o celular.

Como será o futuro?

Impossível prever. A cada dia surgem novos aplicativos para os smartphones, as câmeras embutidas gravam vídeos e tiram fotos com altíssimas resoluções, e o interessante é que as chamadas pelas operadores estão cada vez menos sendo utilizadas,  já que o usuário está mais tempo conectado à internet e pode mandar suas mensagens usando as redes sociais ou usando os aplicativos. Então, tentar imaginar o que vem por aí é um exercício de futurologia inútil.

Afinal, quem imaginaria há dez anos que o celular serviria para tantas outras coisas além de fazer e receber ligações?

 

 

 

 

 

Fontes:
oficinadanet.com.br
TechTudo