Página sobre São Paulo na Wikipedia tem 162 editores!

A Wikipédia é uma enciclopédia multilíngue online livre, colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Por ser livre, entende-se que qualquer artigo dessa obra pode ser transcrito, modificado e ampliado, desde que preservados os direitos de cópia e modificações.

No caso do artigo/ verbete sobre a cidade de São Paulo, há 162 pessoas (ou editores) que vigiam o conteúdo colaborativo publicado no verbete, que tem até 70 mil acessos mensais. Essa página, como todas as outras,  pode ser editada a qualquer momento, por qualquer pessoa — e não é preciso ter identificação.

Embora a edição seja liberada, isso não quer dizer que as mudanças serão aceitas. Elas são checadas por esses editores e as modificações são debatidas. Uma reportagem sobre o processo usou a seguinte imagem: “É como se a Wikipédia fosse um disco de vinil. No lado A estão as informações que acessamos ao clicar no verbete procurando por dados; no lado B fica o histórico de todas as alterações do texto, acompanhado das respectivas discussões”.

No caso da cidade de São Paulo, as discussões versam sobre questões como clima, espaço urbano, religiões, etc. Os editores, além de debater sobre esses temas e acatar ou não as modificações, ainda vigiam os atos de “vandalismo” na página: modificações com o intuito mesmo de prejudicar a informação, como eliminação de conteúdo, adição de palavrões ou inclusão de dados sem sentido.

Ainda pode ocorrer o que os editores chamam de guerra de edições. Isso acontece quando editores ou grupos de editores repetidamente revertem as edições do outro em determinada página ou tópico. Envolver-se deliberadamente numa guerra de edições, em vez de discutir o assunto, é uma quebra das normas de conduta e pode causar o bloqueio de edição dos editores envolvidos. Tentativas de se vencer uma disputa através da força bruta acabam minando o processo de construção de consenso que está por trás do espírito colaborativo da enciclopédia.

Mas a vida desses editores não é fácil. O “vandalismo” nos artigos são mais comuns naqueles mais consultados, como os de personalidades e acontecimentos de destaque.

Um usuário incluiu recentemente uma passagem no verbete da presidente Dilma Rousseff dizendo que ela é “uma mulher muito malandra, que por isso se tornou a 36ª presidente do Brasil”. No mesmo minuto, a intervenção foi desfeita pelo Salebot,  um software criado para fazer intervenções automáticas na Wikipédia. Combater o vandalismo é sua função. Ele é programado para monitorar as intervenções recentes e revertê-las caso encontre expressões suspeitas. Salebot já fez mais de 175 mil interferências em verbetes da Wikipédia lusófona.

Esse robô ajuda os editores, que monitoram vários artigos, mas de preferência aqueles de seu interesse. Nesse caso, ele é notificado sempre que o verbete selecionado passar por alguma alteração. O número de vigilantes de um artigo pode ser lido como um termômetro do interesse por aquela página. Por exemplo, o artigo de São Paulo, que conta com 162 patrulheiros, o de Lula, que é vigiado por 170 usuários.  O de José Serra, por 94. E o de Fernando Haddad, por menos de 30…

Mesmo com todo esse cuidado, nem sempre os erros e vandalismos são corrigidos de imediato, mesmo em artigos muito consultados. No artigo sobre Ronaldo Nazário, menções ofensivas ao peso do centroavante, ou ao episódio no qual foi visto na companhia de travestis, foram removidas com rapidez. Durante mais de três anos, no entanto, sua então esposa foi chamada de Milene Rodrigues, em vez de Domingues.

Depois das correções nesses artigos vandalizados, eles podem ser protegidos pelos editores/administradores, proibindo assim que IPs ou usuários com contas recém-criadas alterem o verbete. O artigo de Luiz Inácio Lula da Silva está protegido por um ano. Entre milhares de outras, também têm edição restrita as páginas dedicadas a Silvio Santos, Ronaldinho Gaúcho, Karl Marx e Britney Spears, além de Aquecimento global, Coca-Cola, Rede Globo e Igreja Universal do Reino de Deus.

Restringir a edição de verbetes é uma medida extrema que poucos usuários têm a permissão para tomar. Ela é facultada a editores considerados merecedores da confiança da comunidade: os administradores, eleitos por sua folha corrida de intervenções pertinentes e rigorosas. Eles podem também apagar artigos e bloquear usuários.

Tudo isso é feito para que a Wikipedia tenha a melhor qualidade possível quanto ao conteúdo que oferece. Para dar uma ideia, a Wikipédia lusófona (em português) tem mais de 500.000 páginas de conteúdo enciclopédico, contava há dois anos com 400.000 editores cadastrados e tem 90 administradores.

Para fortalecer a enciclopédia, a Wikipédia vem tentando atrair o interesse da comunidade acadêmica.  No ano passado, a professora Juliana Bastos Marques ofereceu uma disciplina optativa aos alunos de história da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Durante o semestre, 25 alunos melhoraram verbetes sobre a história da Roma antiga. Antes do curso, o artigo “Romanização” tinha duas frases. Hoje, tem vinte parágrafos, organizados em sete tópicos e farta bibliografia.

Denis Diderot foi um filósofo e escritor francês que publicou a Encyclopédie em 1772, ou  Dictionnaire raisonné des sciences, des arts et des métiers (Dicionário razoado das ciências, artes e ofícios), onde reportou todo o conhecimento que a humanidade havia produzido até sua época. Demorou 21 anos para ser editada, e é composta por 28 volumes. Mesmo que na época o número de pessoas que sabia ler era pouco, ela foi vendida com sucesso.

Pois bem, para o editor Diderot, a obra tinha sido prejudicada pela mediocridade e incompetência de muitos colaboradores. Os verbetes eram malfeitos e desiguais, e temas importantes haviam sido omitidos. “A Encyclopédie foi um sorvedouro”, escreveu Diderot, “no qual esses perfeitos trapeiros lançaram desordenadamente uma infinidade de coisas mal digeridas, boas, más, detestáveis, verdadeiras, falsas, incertas, e sempre incoerentes e discordantes.”

Os detratores da Wikipédia fazem críticas semelhantes. Mas as enciclopédias levam tempo, a de Diderot demorou duas décadas para ficar pronta. Claro que o fato da Wikipedia ser novinha (apenas 12 anos de idade) não deve ser álibi para os erros de conteúdo. Mas devemos encará-la como um projeto de longa duração, e consertar o que estiver errado, mas sem desespero.

Afinal, faz parte da ideia da Wikipedia não ter fim!

Fontes:
Wikipédia
folha.uol.com.br
revistapiaui.estadao.com.br
libraries.mit.edu
books.google.com.br

Veja profissões que estão em alta e em baixa em oito setores do mercado

Todos sabem que o Brasil enfrenta uma crise – mais uma! – mas, apesar de algumas profissões se encontrarem em baixa, há outras que estão em alta. Justamente pelo fato de o país ser tão imenso e, portanto, há setores onde a crise afeta mais do que em outros. De um modo geral, os profissionais que geram ganhos de eficiência para as operações das empresas ou podem evitar perdas financeiras são os mais requisitados agora.

A FSP ouviu dez empresas especializadas em encontrar profissionais para grandes companhias, e os consultores responderam quais os profissionais que estão sendo mais buscados e quais enfrentam um momento de vacas magras nos setores de marketing e promoções, mercado financeiro e seguros, tecnologia, comércio, educação, engenharia e infraestrutura, saúde e jurídico.

MARKETING

EM ALTA

Analista de bancos de dados

O QUE FAZ Com as informações do comportamento dos clientes capturadas por sistemas de informação, define qual deve ser a estratégia da empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Empresas têm sido criteriosas para definir sua atuação comercial e buscam tomar decisões com grande precisão.

Desenvolvedor de tecnologia mobile

O QUE FAZ Apresenta ideias para novos aplicativos e as passa para os programadores.

POR QUE ESTÁ EM ALTA É relevante tanto para start-ups que criam seus aplicativos quanto para grandes empresas que correm atrás de inovação.

Especialista em mídias específicas

O QUE FAZ Atua com os aplicativos próprios de cada empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA São buscados pelas marcas que querem manter sua estratégia de tecnologia mobile ativa.

EM BAIXA

Analista de mídia social

O QUE FAZ Dissemina informações nas redes sociais, como o Facebook ou o LinkedIn, usando o linguajar típico de cada uma delas.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há uma oferta muito grande desse tipo de profissional no mercado, maior do que a demanda.

Agente de turismo

O QUE FAZ Comercializa pacotes de viagens para clientes físicos e corporações.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA O serviço enfrenta concorrência de sites de comparação de preços de viagens, que tornaram a busca mais fácil.

MERCADO FINANCEIRO

EM ALTA

Especialista em compliance

O QUE FAZ Garante que a companhia respeite a legislação, evitando multas; também pode averiguar se há corrupção na empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Com investigações da Polícia Federal, prisões e escândalos internacionais, o serviço passou a ser mais procurado.

Gerente de riscos

O QUE FAZ É parte da equipe de planejamento estratégico de bancos, financeiras e grandes empresas; analisa eventuais riscos aos negócios.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Com economia encolhida, empresas ficam mais atentas a ameaças.

Atuário

O QUE FAZ Em seguradoras, calcula reservas e provisões em caso de sinistro e precifica o produto; também atua em fundos de pensão, bancos e planos de saúde.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Mercado cresceu nos últimos anos, com novas empresas e produtos.

EM BAIXA

Gerente de agência bancária

O QUE FAZ Atende clientes em agências físicas com foco comercial, ou gerencia as lojas para que sejam rentáveis.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Clientes de bancos passaram a usar mais os serviços oferecidos pela internet.

Analista de investimentos

O QUE FAZ Escolhe opções de investimento e presta conta aos investidores; busca capital para empresas que precisam.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Caiu a quantidade de investimentos na economia como um todo.

TECNOLOGIA

EM ALTA

Gestor de big data

O QUE FAZ Cria os softwares para capturar grandes quantidades de dados sobre o comportamento dos consumidores de bens finais.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Ajuda na definição de estratégia corporativa.

Arquiteto de TI

O QUE FAZ Planeja e constrói os sistemas de informação das empresas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Trabalha em todos os setores da economia, as corporações não podem prescindir dele.

Cientista de dados

O QUE FAZ Avalia a qualidade dos bancos de dados das empresas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Encontra posições em corporações de diferentes segmentos da economia.

EM BAIXA

Analista de suporte e help desk

O QUE FAZ Auxilia os funcionários que têm problemas para usar o sistema informatizado da empresa.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA A tendência é de crescente automatização desse tipo de atendimento.

Gerente técnico

O QUE FAZ Lidera as equipes de analistas de help-desk.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Assim como os serviços dos analistas, o do gerente está se tornando menos corriqueiro por novas automações.

Desenvolvedor de páginas de web

O QUE FAZ Cria sites.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Assim como os serviços dos analistas, o do gerente está se tornando menos corriqueiro por novas automações.

COMÉRCIO

EM ALTA

Vendedor externo

O QUE FAZ Visita empresas para coletar pedidos e negociar preços, volumes e prazos de entrega.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Demanda atende expansão de redes para Nordeste e Centro-Oeste.

Executivo de logística

O QUE FAZ Acompanha toda a cadeia de suprimentos, desde o pedido até a entrega; além de comércio, atua em transportadoras.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Por centralizar todo o processo, enxugando custos de pessoal.

Planejador de demanda

O QUE FAZ É capaz de avaliar qual será a procura por certo bem de consumo.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Evita excesso e sobras em estoque que poderiam se traduzir em perdas.

EM BAIXA

Corretor de imóveis

O QUE FAZ Faz a intermediação entre compradores e vendedores.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA O mercado está saturado desses profissionais.

Executivo de varejo

O QUE FAZ Planejamento e gestão financeira, comercial ou de compras.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há uma tendência de concentração de funções entre poucos profissionais.

Auxiliar de suprimentos

O QUE FAZ Da área de compras, prospecta novos fornecedores.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Com desempenho ruim do varejo, empresas estão cortando auxiliares.

EDUCAÇÃO

EM ALTA

Professor de economia e contabilidade

O QUE FAZ Dá aulas de graduação, pós, mestrado e doutorado nas cadeiras de ciências econômicas e contábeis.

POR QUE ESTÁ EM ALTA A crise econômica tem feito mais pessoas se interessarem em entender os assuntos. E, com a popularização das carreiras, mais professores estão sendo requisitados pelas instituições.

Diretor de educação a distância

O QUE FAZ Estrutura os cursos, chama gente para desenvolver o conteúdo, forma a equipe de educadores e da tecnologia, traça o escopo.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Essas modalidades estão mais populares graças a preço competitivo e falta de tempo das pessoas.

EM BAIXA

Diretor acadêmico

O QUE FAZ Estrutura cursos de faculdades e instituições de ensino superior.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Mudanças no sistema oficial de financiamento de ensino comprometeram a criação de novos cursos.

INFRAESTRUTURA

EM ALTA

Gerente industrial

O QUE FAZ Comanda os trabalhadores da linha de fábrica e determina qual deve ser o tamanho da equipe.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Atuação está ligada a manutenção de custos em baixa em época de menor demanda.

Engenheiro de planejamento

O QUE FAZ Atua em todos os campos da engenharia antes da execução dos projetos, dimensionando a equipe.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Ajuda a fazer obras com menos dinheiro e em menores prazos.

Gerente de novos produtos

O QUE FAZ Desenvolve design, funcionalidades e características de novos bens.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Produtos precisam custar cada vez menos para serem lucrativos.

EM BAIXA

Engenheiro de óleo e gás

O QUE FAZ Trabalha na exploração e prospecção de óleo e gás em plataformas e refinarias.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Setor é muito dependente da Petrobrás e, além disso, preço internacional do barril está em baixa.

Profissional de manutenção fabril

O QUE FAZ Atua em linha de fábrica, é especializado em uma determinada máquina.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Com a desaceleração da indústria, principalmente automobilística, algumas linhas foram descontinuadas, e ele não costuma ter flexibilidade para atuar em outros setores.

SAÚDE

EM ALTA

Geriatra

O QUE FAZ Cuida de pacientes idosos.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Envelhecimento da população e aumento da expectativa de vida tornam essa especialidade mais procurada.

Dermatologista

O QUE FAZ Especialista no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças da pele, pelos, mucosas, cabelos e unhas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Mercado de estética é imune à crise; clínicas particulares buscam esse profissional.

EM BAIXA

Fisioterapeuta

O QUE FAZ Diagnostica e trata problemas causados por má-formação, acidentes ou vícios de postura.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Diminuiu a contratação desse tipo de profissional em hospitais.

DIREITO

EM ALTA

Recuperação judicial e de crédito

O QUE FAZ Profissional atua em falências ou litígios entre empresas que fizeram negócios.

POR QUE ESTÁ EM ALTA A demanda por esses profissionais sempre cresce durante crises.

Setor trabalhista

O QUE FAZ Defende pessoas que foram demitidas e empresas processadas por funcionários.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Demissões aquecem a busca por esse especialista; também são contratados para prevenir problemas.

Setor tributarista

O QUE FAZ Estuda a estrutura legal para ajudar empresas a encontrar maneiras menos onerosas de estar em dia com as suas obrigações.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Sua atuação implica redução de custos.

EM BAIXA

Fusões e aquisições

O QUE FAZ Advogado levanta passivos de empresas que podem ser compradas, estuda a viabilidade de fusões sob a ótica do direito econômico.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há excesso de profissionais na área.

Setor ambiental

O QUE FAZ Especialista ajuda empresas a se adequarem à legislação.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Setores como a mineração e grandes obras enfrentam gargalos.

Direito societário

O QUE FAZ O advogado aqui auxilia novas empresas ao redigir contratos, ou as antigas que enfrentam conflitos societários.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Diminuiu ritmo de fundação de empresas.

 

Dez profissões em alta (2 de 2)

Faz alguns dias, postei a primeira parte dessa matéria (https://otrecocerto.wordpress.com/2013/08/02/dez-profissoes-em-alta-1-de-2/), e agora, vamos à parte final dela:

6) Controller

Quanto ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 20.000

O que faz: Analisa e interpreta as informações contábeis das empresas de forma a reduzir perdas e maximizar o lucro, utilizando, para isso, conhecimentos avançados de administração. Atua no “centro nervoso” da companhia, relacionando os campos da contabilidade e da administração.

7) Advogado de contratos

Quanto ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 14.000

O que faz: Analisa e redige contratos. É uma das áreas do Direito que mais tem crescido, acompanhando a escalada das fusões e aquisições de empresas no Brasil.

8) Gerente comercial/vendas

Quanto ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 18.000

O que faz: É responsável pelo planejamento e controle das vendas, desde a saída dos produtos da fábrica até a chegada à casa dos consumidores. Cada vez mais disputado pelas empresas, precisa ser bem relacionado e carismático, com conhecimentos avançados de administração e marketing.

9) Biotecnologistas

Quanto ganha (em média): R$ 4.000 a R$ 5.000

O que faz: Pesquisa a criação, melhoria e gerenciamento de novos produtos nas áreas de saúde, química, ambiental e alimentícia. Na área da microbiologia, pode atuar na produção de vacinas. É cada vez mais requisitado por indústrias, cientes da necessidade da otimização da cadeia produtiva.

10) Técnico em Sistemas de Informação

Quanto ganha (em média): R$ 2.000 a R$ 3.000

O que faz: Profissional de nível médio, é responsável por criar e analisar os sistemas de armazenamento e coleta de dados de uma companhia.

Aí está. Espero que as informações tenham sido úteis!