Qual a diferença entre Soccer e Football?

Aproveitando o escândalo da FIFA e CBF (como se a roubalheira e a sujeira no futebol fossem novidade…), fui pesquisar porque o nosso futebol é chamado de football  e chamado de soccer pelos americanos. Lembrando que aquilo que chamamos de futebol americano é, nos EUA, conhecido como football…! E ainda existe o rúgbi, que é jogado também com as mãos mas sem todas aquelas armaduras do futebol americano.

A pergunta que não queria calar era subdividida em várias: por que nos Estados Unidos o nosso futebol é chamado de soccer? Por que eles inventaram outra palavra? De onde vem esse tal de soccer?

Vejam o que descobri.

Ao contrário do que muita gente acredita, a palavra soccer teve sua origem no inglês britânico. Quer dizer, justamente com os ingleses, criadores do football. Mais especificamente, com a elite inglesa da segunda metade do século XIX. O termo football naquela época era usado para se referir ao futebol como nós o conhecemos. Eis então que, em um belo dia em uma partida normal de futebol, um jovem de nome William Webb Ellis pegou a bola com as mãos e saiu correndo em direção ao gol. Afinal, as regras ainda não eram claras… O jovem deve ter se cansado de não conseguir dominar a bola com os pés e levou com a mão, mesmo.

Essa partida ocorria no campo da Rugby School, na Inglaterra. O pessoal gostou muito da tentativa do jovem William e assim teve início o rugby football.

Para diferenciar um football do outro, a turma usava o termo “association football” para falar sobre o futebol jogado com os pés (o futebol como conhecemos) e “rugby football” para falar do outro tipo. O termo association football foi usado porque, na época, eles vinham tentando definir regras para padronizá-lo, e pensaram então em fundar uma associação que pusesse ordem na bagunça.

Foi em 1863 que eles criaram a Association Football, onde foram definidas as regras do futebol como as conhecemos hoje: nada de usar as mãos, a redução de 20 para 11 pessoas por time em campo, a altura das traves do gol etc. A associação viveu sem brigas até 1871, quando um pessoal mais radical decidiu se rebelar quanto a proibição do uso das mãos nas jogadas. Devia ser um pessoal mais grosso e que não sabia dar canetas, carretilhas e outras jogadas de mais habilidade…

Nesse mesmo ano, 21 times ingleses revoltados se reuniram e fundaram o Rugby Football Union, com suas primeiras regras oficiais surgindo em junho.

Esses dois esportes eram bastante praticados na Inglaterra, e o rugby tornou-se a preferência nacional por um bom tempo. Porém, com o passar dos anos, o Association, que era mais antigo e praticado por muita gente, começou a ganhar em popularidade e passou a ser chamado somente de Football, e o outro esporte seguiu com o nome de Rugby.

Mas onde os EUA entram nessa história?

O Rugby e o Association foram introduzidos nos Estados Unidos praticamente na mesma época por universitários ingleses. As regras de um misturavam-se com as do outro. Existiam universidades que jogavam o futebol com as regras do Rugby e outras com a regra do Association; já outros times misturavam as duas regras e a coisa virou uma bagunça generalizada.

O Sheffield Football Club, da Inglaterra, foi formado em 24 de outubro de 1857 por William Prest e Nathaniel Creswick, dois jogadores de críquete, e é o time de futebol mais antigo do mundo.

Ao contrário do que ocorreu na Inglaterra e em boa parte do mundo, o rugby caiu no gosto dos americanos mais rápido que o futebol. Em 1920, ele já não era mais praticado nas universidades americanas. Com isso, o rugby no formato jogado pelos americanos passou a ser chamado automaticamente de Football, enquanto o “outro”, já praticamente extinto das terras do Tio Sam, era chamado apenas de Association.

Como o futebol era praticado por jovens, e os jovens deviam achar uma chateação ficar falando “association” o tempo todo, o termo foi gradualmente sendo abreviado para “assoc”, depois para”soc” e seus praticantes foram definidos como os “soccers”, aqueles que jogavam “soc”. Com o tempo, os termos se confundiram e “soccer” passou a ser o nome do esporte.

Vale acrescentar que, em outros países, o termo soccer também foi usado para diferenciar o tipo de futebol local: Canadá, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul são exemplos. Só recentemente alguns desses países passaram a usar a palavra football no nome de suas associações para se alinharem à FIFA. Na Austrália, por exemplo, o nome mudou de Soccer Australia para Football Federation Australia apenas em 2006. No entanto, a seleção australiana ainda é carinhosamente chamada de socceroos.

Muito dessa mudança (de soccer para football) se deve ao fato de que o “futebol americano” ou o “rugby” não serem esportes mundialmente populares como o futebol. Por conta dessa popularidade e do marketing maciço das empresas que lucram com o futebol, o termo soccer vem perdendo força. Imagina-se que, dentro de alguns anos, ele deverá ser abandonado inclusive nos Estados Unidos, onde o futebol (ainda soccer por lá) já aparece como o terceiro esporte favorito entre as crianças, depois do basquete e do beisebol.

O esporte vem ganhando popularidade naquele país, e a presença de astros como David Beckham e, agora, de Kaká, David Villa e outras celebridades do mundo da bola jogando nas ligas americanas, só fará aumentar a penetração do futebol nos noticiários esportivos.

Depois de toda essa investigação, surgiu uma outra pergunta:

Tudo bem, essa é a origem do termo soccer. Mas, por que na Itália o futebol é chamado de calcio?

Bem, essa história fica para uma outra vez, até porque ainda não descobri… Embora faça sentido esse nome, uma vez que calcio significa chute, em italiano…

Fontes:
http://www.inglesnapontadalingua.com.br
http://www.nohuddle.com.br
http://passaportebrasilusa.com
https://br.esporteinterativo.yahoo.com

O código secreto nas animações da Disney/Pixar

Há muito se fala de mensagens secretas e subliminares nos desenhos da Disney. De mensagens demoníacas a projetos secretos do governo americano para controlar a mente das pessoas, tudo já se especulou sobre esses “segredos”.

Mas existe uma mensagem da qual nunca vi nenhum comentário e que certamente você já notou nesses filmes. Trata-se do código “A113”, que aparece em diversos detalhes e cenas, como por exemplo:

Em “Toy Story“:

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Em “Carros”:

Em “Wall-E”:

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Em “Universidade Monstros”:

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Em “Lilo e Stitch”:

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Em “A Princesa e o Sapo”:

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E até em desenhos não-Disney, como Os Simpsons:

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Ou em filmes em carne e osso, como “Os Vingadores”:

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Mas então, qual é esse segredo?

Não é nenhum pacto seja lá com quem for. A 113 é o número de uma sala de aula no California Institute of Arts, onde muitos talentosos animadores estudaram. Esses artistas, e também designers gráficos, se formaram lá e depois foram trabalhar na Disney e  em outros estúdios, e o pacto – se é que se pode dizer assim – foi de deixar essa “marca secreta” para milhões de espectadores em todo o mundo.

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Nessa sala estudaram, entre outros, John Lasseter (hoje o chefão da animação da Disney/Pixar e que é visto à direita na foto acima) e os diretores e roteiristas Brad Bird, Andrew Stanton e Tim Burton.

Na verdade, a marca “A 113”  aparece também em diversos outros filmes fora os da Disney, Pixar, Marvel e Simpsons, como tributo aos anos da juventude. Foi o que fez Brad Bird:

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Este anel aparece em “Protocolo Fantasma”, de Brad Bird, e o código é usado no mesmo filme por Tom Cruise para chamar ajuda (“Alpha-1-1-3”).

Embora hoje essa afamada sala de aula seja usada como estúdio de graphic-design, e não mais apenas de animação, como antes, não se espera que essa homenagem desapareça. A sequência alfanumérica é como um código Illuminati em Hollywood, e deverá continuar aparecendo ainda em muitos outros filmes. Fique de olho!

 Complementando: 

A Cal Arts (California Institute of Arts) foi fundada em 1961 por Walt Disney ao fundir o Chouinard Art Institute com o Conservatório Musical de Los Angeles. Essas duas instituições estavam em dificuldades financeiras e a fundadora da Chouinard, Madame Chouinard, estava gravemente doente. O relacionamento profissional entre ela e Disney começou em 1929, quando Walt não tinha dinheiro e ela concordou em treinar seus primeiros animadores sem cobrar nada, com a condição de que ele pagasse mais tarde. Foi o que Disney fez, ele pagou, mas nunca mais se esqueceu do favor que ela lhe fez. Quando percebeu as dificuldades financeiras dessa escola de artes, e mais tarde também das dificuldades do conservatório musical , ambas instituições tendo formado muitos profissionais de seu Estúdio, Disney decidiu fundir as duas, criando um instituto de artes interdisciplinar onde os artistas podem trabalhar colaborativamente e, se quiserem, desenvolver seus próprios projetos, retendo o controle e… Os direitos autorais!

Walt numa visita ao Cal Arts, nos anos 1960.

Pessoas que se parecem com personagens de desenhos animados

Você já foi confundido por alguém na rua que tinha certeza de que você era outra pessoa? Eu já, muitas vezes. Mas nunca aconteceu comigo de ser apelidado, na infância, com o nome de algum personagem de desenho animado. E nem agora, como adulto…

O mais curioso, porém, é que existem pessoas na vida real que ultrapassam essa escala de serem “parecidos”, porque “são” realmente esses personagens de carne e osso. Duvida? Pois então, confira:

Carl, de “Up-Altas Aventuras”

O rapaz da foto é a cara do desajeitado Alfredo Linguini, de “Ratatouille”.

E não é que encontraram um Russel, do mesmo “Up-Altas Aventuras”?

Tudo bem, a menininha se parece com a Boo, de “Monstros S.A.”. Mas, na foto, ela foi produzida pra ficar ainda mais parecida, né não?

Avozinha, dona do Piupiu

Avozinha, dona do Piupiu

E agora, um bônus:

Sr.Burns

Sr.Burns

E mais um bônus:

O Síndrome... Er, pra quem não sabe, é o personagem da esquerda...

O Síndrome… Er, pra quem não sabe, é o personagem da esquerda…

Sohw de bloa


O nosso cérebro é epsteaucalr !


De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.