Jonny Quest pode virar filme com atores reais

Jonny Quest, aquele clássico personagem da Hanna-Barbera, vai virar filme. Claro, se tudo der certo… Pelo menos, são essas as notícias mais recentes chegando de Hollywood.

O elenco de Jonny Quest, com “Race” Bannon de camisa vermelha, o Dr. Benton Quest de barba, e os meninos Jonny Quest e Hadji (de turbante), com a mascote Bandit.

O diretor deve ser Chris McKay (LEGO Batman: o Filme), e o roteiro estaria sendo escrito por Terry Rossio (que escreveu os roteiros de todos os Piratas do Caribe). 

Jonny Quest, série originalmente exibida entre 1964 e 1965 e mais tarde repaginada nas décadas de 1980 e 1990, acompanha as aventuras de um rapaz que embarca em diversas aventuras extraordinárias ao lado de seu pai, um cientista. Inspirada nos programas de rádio dos anos 1930 e nos gibis da mesma época, a série animada foi responsável por apresentar uma nova faceta da produtora Hannah-Barbera, uma vez que Jonny Quest, diferentemente de outros títulos como Os FlintstonesManda-Chuva, era mais realista e sério.

 O Dr. Benton Quest era convocado para missões perigosas a serviço do governo, sempre envolvendo ciência e mistério, além de espionagem. Roger “Race” Bannon, o guarda-costas, era uma espécie de babá dos meninos, sempre salvando-os de enrascadas. Bandit, o cãozinho do grupo, era, por natureza, curioso e muito assustado, sendo muitas vezes vítima de monstros e animais das selvas.

Para criar os personagens, o estúdio Hanna-Barbera chamou o veterano dos quadrinhos Doug Wildley. Seus cenários criativos marcaram o início de uma nova fase para os desenhos animados, um avanço notável, considerando traços e cores – geralmente muito fortes, condizendo com o roteiro de cada episódio. Como apresentavam cenas rápidas de ação, o trabalho foi grande e o estúdio teve que contratar um maior número de profissionais em relação às produções passadas.

Doug Wildley
Wildley era um quadrinista e ilustrador bastante conhecido na época.
As duas imagens acima mostram os estudos do artista para o personagem e sua família
Arte de Wildley para uma cena crucial de um dos episódios favoritos do público

A abertura parecia a de um filme, inclusive com créditos dos personagens – uma inovação para a época. A música-tema também ajudou na popularização do seriado. 

Apesar do sucesso instantâneo, o estúdio produziu apenas uma temporada da série porque cada episódio era caríssimo de se fazer – afinal, os roteiros eram complexos e a animação era muito realista. Sem mencionar que cada episódio durava cerca de 20 minutos e levava uma eternidade para ficar pronto, atrapalhando, por assim dizer, a produção de outras séries que eram gravadas simultaneamente e sugando os recursos necessários a tantas produções menos complexas e mais rentáveis: Maguila, o Gorila; Formiga Atômica; Esquilo sem Grilo, Sinbad Jr. e outras. Sem mencionar a série mais famosa de todas e que, nos Estados Unidos, ocupava o chamado horário prime-time (  “horário nobre” no Brasil) da rede ABC, derrotando concorrentes como A Feiticeira e Os Monstros.

Jonny Quest ainda recebeu muitas críticas por exibir cenas violentas e monstros assustadores, que podiam “provocar pesadelos nas crianças”.

Infelizmente, todo o esmero da equipe e investimento do estúdio não salvaram a produção, cancelada com apenas 26 episódios.

Mas até hoje seus personagens carismáticos continuam sendo lembrados, seja pelos antigos fãs ou pelos novos, conquistados pelas reprises regulares ou pelos episódios disponíveis na internet.

Jonny era o curioso, intrometido e corajoso menino que encabeçava o elenco. Sempre acompanhado de seu fiel buldogue Bandit, imposto pelo produtor Barbera a fim de agradar à audiência infantil. Tanto que Wildey criou o amigo indiano Hadji como uma maneira de evitar que Jonny passasse o desenho conversando com seu cão.

Adotado pelo pai de Jonny, Dr. Benton Quest, Hadji possuía alguns poderes mágicos que herdou de sua cultura. Mesmo usando eternamente um turbante, o menino não era tratado de maneira leviana pelos roteiros, que o preservavam de abordagens racistas e irrelevantes.

Dr. Quest era protegido pelo grisalho agente (e galã) Roger “Race” Bannon, inspirado no ator Peter Graves, que ficou mundialmente famoso ao estrelar o seriado Missão Impossível.

O grande vilão era o dr. Zin, homenagem aos facínoras de seriados dos anos 1940 e arqui-inimigo mortal do dr. Quest.

E havia espaço ainda para belas mulheres, que davam trabalho a Bannon, que chegou a beijar intensamente a vilã Jezebel Jade, com quem tivera um caso no passado. Isso num desenho feito há mais de 50 anos…

Estudo de Doug Wildley para a bela Jezebel Jade.

Atendendo aos fãs, em 1986 Quest retornou, porém infantilizado em 13 novas (e fracas) aventuras. Em 1997, veio a última série, com 52 episódios, recheada de efeitos de computador (o “Mundo Virtual Quest”) e com os personagens mais envelhecidos. Também não teve apelo.

Tomara que Jonny Quest volte mais interessante em sua estreia nas telonas. Vamos aguardar…

Fontes:

Wikipedia

adorocinema.com.br

infantv.com.br

judao.com.br

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Para sempre coadjuvantes


Você conhece a fisionomia, mas em alguns casos provavelmente não se lembra do nome. Alguns deles estrelaram um ou dois filmes, ou séries de TV, mas foram os papéis de coadjuvantes que lhes trouxeram fama e reconhecimento. São todos, sem exceção, atores de talento – mas, por alguma razão que só os deuses de Hollywood sabem, poucas vezes ganharam papéis de maior destaque.

Confira:

David Morse

Gosto muito dele, especialmente em “Guerra Mundial Z”, “Guerra ao Terror” e “À Espera de um Milagre”. O ator de 1,93 m trabalhou em teatro pelo menos 10 anos antes de se aventurar no cinema e na TV, onde participou de 94 produções até agora, desde 1980…

Kevin Bacon

Talvez o mais conhecido de todos os grandes coadjuvantes, por causa dos papéis principais em “Footloose” e “O Homem sem Sombra”.  Mas, assim como David Morse, começou nas telas entre 1979-1980 e já tem mais de 90 produções no currículo, entre séries de TV e filmes no cinema.  Ficou mais conhecido por filmes como “Questão de Honra” com Tom Cruise, e “RIPD Agentes do Além”, ao lado de Jeff Bridges.

Danny Trejo

Tudo bem que ele foi o “Machete”, mas acho que Danny Trejo é o sinônimo de ator coadjuvante.  Quando jovem, entrou e saiu da cadeia durante 11 anos, por roubo e posse de drogas. Depois de entrar num programa de reabilitação, conheceu um jovem que trabalhava numa produção, “Expresso para o Inferno”, de 1985, onde ganhou um papel. Esse foi o primeiro filme dos 355 (sim, isso mesmo, 355!) em que trabalhou, seja no cinema ou na TV.

John Goodman

Ator fantástico, foi o Fred Flintstone no cinema, mas sua cara redonda – e seu enorme carisma e talento – brilharam em 154 produções – e contando… É conhecido por filmes como “O Grande Lebovski”, “Kong, a ilha da Caveira”, “Argo” , “Speed Racer”, “Barton Fink”e tantos outros. Mas, para mim, sua participação mais marcante foi em “Possuídos”, com Denzel Washington e Donald Sutherland. Mais abaixo, a abertura do filme com outro sensacional ator coadjuvante, Elias Koteas.

Steve Buscemi

Outro tremendo ator e cuja cara todo mundo conhece de algum filme ou seriado de TV. Foi a maior surpresa – só para quem não conhecia seu talento – ele ter sido escolhido pelos produtores do seriado “Boardwalk Empire”, Mark Wahlberg e Martin Scorcese, para ser o protagonista. Porque Steve Buscemi é mais conhecido pelas participações secundárias em filmes como “Con Air”, “Armaggedon”, “Cães de Aluguel” ou ‘Pulp Fiction”, e ainda no premiadíssimo seriado “Família Soprano”.  Ele continua muito ativo, assim como os citados acima, com participações em novas produções para o cinema e TV.

Joe Pesci

Esse ítalo-americano baixinho é o mafioso perfeito, e foi dirigido como tal por Martin Scorsese em “Os Bons-Companheiros” (filme que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante) e “Cassino” – trabalhou com o diretor ainda em “Touro Indomável”. Quando não está matando alguém enforcado, causando traumatismos cranianos com telefones ou atirando no pé de um subalterno que esqueceu sua bebida, também pode ser visto em papéis mais “leves”, como um dos bandidos trapalhões de “Esqueceram de Mim”. Mas talvez seu papel mais marcante foi em “Máquina Mortífera 2”, com Mel Gibson e Danny Glover.

William H. Macy

Outro dos grandes atores que todo mundo já viu em filmes e seriados para a TV, já esteve em “Magnólia”, “O Poder e a Lei”, “Seabiscuit – Alma de Herói”, “Jurassic Park 3” e cerca de outras 130 produções, entre filmes e séries, desde 1978, quando começou a trabalhar como ator, na TV. Seu papel de maior destaque foi em “Fargo”, onde vive um homem covarde que planeja o sequestro da própria mulher.

Stanley Tucci

Ator fantástico, Stanley Tucci é ainda diretor, produtor e roteirista. Foi indicado para diversos prêmios, incluindo um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua performance em “Um Olhar do Paraíso”.  Ficou mais conhecido por suas participações nos filmes “O Diabo Veste Prada” e “O Terminal”.

 

 

 

 

 

 

Westworld e os parques temáticos mais incomuns!

Existe uma nova série da HBO que está começando a chamar a atenção de todo mundo. Não apenas pela aposta da emissora em elegê-la como a nova “Game of Thrones”, seja em termos de repercussão quanto de faturamento – e, por isso, só na primeira temporada, teriam investido mais de US$ 100 milhões! Mas também porque o assunto “parque temático” vem despertando a imaginação das pessoas.

Para quem não sabe do que estou falando, farei um breve resumo dessa nova série, chamada Westworld.

O enredo de Westworld fala de um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides programados pelo personagem de Anthony Hopkins (sim, ele mesmo, em sua estreia num seriado para a TV!) para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real.

Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O seriado é uma “releitura”, digamos assim, de um antigo sucesso do cinema de mesmo nome. Escrito e dirigido em 1973 por Michael Crichton (de Jurassic Park), mostrava um parque temático que simulava o Velho Oeste e onde os habitantes eram robôs. Nesse Westworld, a graça era duelar contra robôs. Yul Brynner fazia o papel de um desses robôs, o vilão principal, programado para perder sempre… Só que um dia, ele sofre um “tilt” e…

Devemos os parques temáticos como conhecemos a Walt Disney. Foi ele que, um dia, enquanto aguardava as filhas pequenas se divertirem no carrossel de um parque de diversões, se perguntou se um lugar desses não deveria privilegiar todas as idades. Dessa ideia surgiu, em 1955, a “Disneylândia”, considerado o pioneiro em alinhar temas específicos à diversão de todos, de crianças dos “8 ao 80 anos”.

O tempo passou e, como toda grande ideia, parques temáticos proliferaram por todas as partes do mundo. E não apenas para crianças. Assim como no Westworld da ficção, existem parques voltados para o público adulto – ou recomendados aos adultos – espalhados por aí. Ousados, bizarros, parece até que existe um mundo paralelo dos parques temáticos! Confira:

Jeju Loveland: um parque erótico

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Na real, ele é um parque de exposição permanente de esculturas eróticas localizado na Coreia do Sul. São 140 esculturas e algumas instalações interativas. Agora você se pergunta: como a ideia desse parque surgiu? As esculturas do parque começaram a ser criadas em 2002 por formandos de uma universidade da ilha de Jeju, inspirados pela fama da ilha. Que ganhou a vocação de centro de cultura sexual depois da guerra da Coreia, quando o local tornou-se destino preferencial para casais em lua-de-mel. Os casamentos de então eram arranjados e os casais sentiam-se constrangidos, pois não se conheciam ou tinham qualquer intimidade anterior. Por causa desse desconforto, alguns hotéis da ilha adotaram profissionais “quebradores de gelo”, facilitadores “pedagógicos” da relação conjugal. E a Loveland ganhou esse nome pois, aos poucos, tornou-se uma referência de educação sexual.

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O parque tem estátuas de tudo quanto é tipo. Posições sexuais das mais diversas e membros de todos os tamanhos e formatos. O mais próximo de uma atração que o visitante irá encontrar são as exposições interativas, como a do “ciclo da masturbação”. Não há outros brinquedos, shows ou paradas para curtir, como na Disney, o que torna a visita ao local relativamente rápida – cerca de 40 minutos, de acordo com o site oficial. Pelo menos a entrada é baratinha (em torno de 27 reais). Somente pessoas acima de 18 anos podem entrar no parque; há recreação e um playground para crianças aguardarem do lado de fora.

The World Butterfly Eco Garden

É até complicado falar sobre esse lugar, por ser controverso. Dividido em duas seções, The World Butterfly Eco Garden na China apresenta o maior jardim de borboletas do mundo. A outra seção, conhecida informalmente como o “Reino das Pessoas Pequenas”, é uma área do parque onde acontecem performances cômicas estreladas por… Pessoas com nanismo! Mais de 100 anões podem ser vistos nos cenários de casas em forma de cogumelo.

Essa comunidade, “supervisionada” por um imperador, imperatriz e um parlamento, foi criada em 2009, e todos os moradores se apresentam duas vezes ao dia cantando, dançando, ou mesmo realizando algum esporte ou acrobacia. O criador do parque e seus defensores afirmam que dão emprego – com bom salário – a pessoas que, de outra forma, seriam incapazes de encontrar trabalho. Quem critica acredita que estão tratando o nanismo como uma atração exótica e explorando as condições dos trabalhadores.

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The Holy Land Experience

Quando voltar a Orlando, em vez de visitar o Mickey ou o Harry Potter, passe uma tarde bíblica… Que tal? (aliás, não precisa ir tão longe para fazer isso… Em Buenos Aires há um parque temático similar…). Estou falando do The Holy Land Experience, que traz a arquitetura e temas da antiga cidade de Jerusalém no primeiro século. Quem visitou disse que é muito louco você poder tirar fotos de Jesus andando sobre a água ou escalar uma parede que é a arca de Noé…

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O parque recria todos os cenários da vida de Jesus conforme relatado na Bíblia. Há a tumba onde ele morreu, o Mar da Galileia com fontes dançantes e, claro, o momento mais aguardado da visita: a reconstituição diária da crucificação de Jesus Cristo, um show ao vivo de uma hora e meia de duração. Pertinho do complexo Walt Disney World Resort, o parque temático fica aberto quase todos os dias do ano e sua entrada custa quase a metade do vizinho.

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BonBon Land

Inaugurado em 1992, o BonBon Land é a versão trash da Disney. A cerca de duas horas de Copenhagen, na Dinamarca, sua temática gira em torno de personagens de desenhos animados. O que ocorre é que eles não são nada fofinhos e educados. Ao contrário, são estranhos e perturbadores, tudo por conta da inspiração em BonBon, empresa de doces na Dinamarca que faz doces com base em personagens estranhos.

Para dar uma ideia, seu doce mais popular é chamado de “Dog Fart”, ou “Peido de Cachorro”, e ele está presente no parque, adaptado em uma das quatro montanhas-russas. Mas a coisa não para por aí… Outras atrações trazem cavalos fazendo cocô, formigas urinando, ratos vomitando e muitos animais estilizados de maneira sexualizada.

É um parque temático completo com mais de trinta brinquedos, incluindo passeios de barco, splashs e elevadores de queda. É um sucesso de público e já foi expandido diversas vezes ao longo de sua história para ter mais novidades. Um dia no BonBon Land custa 75 reais por pessoa – e é gratuito para crianças pequenas.

 

Você vê, neste nosso mundo, há gosto para tudo, não é mesmo?

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

 

ligadoem serie.com.br

zupi.com.br

listas20.com

Faça o teste pra ver se você tem TOC

Claro, este teste não tem precisão científica, e na verdade é só uma brincadeira. Mas quem tem TOC, mesmo leve como eu – ou mais sério, como o de um famoso cantor popular brasileiro e cujo reinado na música dura décadas, mas que não vou citar o nome, apenas dizer que é bastante religioso, e que tinha um iate batizado com o nome da mãe – vai ficar tenso com essas imagens.

Cada um de nós tem suas manias e esquisitices que não chegam a atrapalhar o cotidiano. Mas há gente em que as manias tomam conta do dia inteiro. Essas pessoas são invadidas por pensamentos intrusos, irresistíveis, dominadores, verdadeiras obsessões que as obrigam a repetir ações inúteis, como lavar as mãos 33 vezes (não que lavar as mãos seja inútil – ao contrário – mas 33 vezes é um pouco demais…) Elas são portadores de TOC, o Transtorno Obsessivo Compulsivo, que as torna escravas de rituais repetitivos, que complicam suas vidas e a de suas famílias.

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Normalmente tratam-se de ideias exageradas sobre saúde, higiene, organização e simetria, perfeição ou manias e rituais que se tornam incontroláveis ou difíceis de controlar. Claro, quando o TOC é grave e de fato atrapalha o dia a dia, a convivência com as pessoas e até a alimentação, ele precisa ser tratado. O tratamento deve ser individualizado, dependendo das características e da gravidade dos sintomas que o paciente apresenta. Normalmente, utiliza-se a psicoterapia de orientação cognitivo-comportamental associada com tratamento farmacológico.

O transtorno obsessivo-compulsivo é considerado o quarto diagnóstico psiquiátrico mais frequente na população mundial. De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), até o ano 2020 o Transtorno Obsessivo-Compulsivo estará entre as dez causas mais importantes de comprometimento por doença.

Uma das séries de TV mais populares dos últimos anos, Monk (2002- 2009), retratava com humor o que essa doença representa, ao ter como personagem principal um detetive com TOC e que tinha medo de tudo: leite, altura, germes, multidões… Mas o TOC, ironicamente, o ajudava a solucionar os casos mais complicados.

Bem, vamos lá. Prepare-se para o teste, porque essas imagens vão deixar seu TOC maluco!

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Bem, eu espero que você tenha sobrevivido…

Depois deste post, meu nível de estresse subiu pra 8000!

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Como vive a família de Pablo Escobar hoje em dia?

Pablo Escobar, um dos mais poderosos “drug lords” de todos os tempos

A Netflix lançou recentemente a segunda temporada de seu seriado de enorme sucesso, “Narcos”, no qual Wagner Moura faz (e muito bem!) o papel do traficante colombiano Pablo Escobar. Para quem ainda não tem Netflix, esclareço que a série conta a história da propagação da cocaína nos Estados Unidos e na Europa, graças à droga do Cartel de Medellín, liderado por Pablo Escobar, enquanto dois agentes da DEA (Drug Enforcement Administration dos Estados Unidos) estão liderando uma missão para capturar e, consequentemente, matar o chefão das drogas.

É uma série de ação, e não um documentário, e por isso eles dramatizaram alguns episódios, criaram alguns personagens e “adaptaram” alguns momentos da vida de personagens reais, tudo em nome da liberdade artística. Foi exatamente por essa “liberdade artística” que, apesar dos elogios de público e crítica no mundo inteiro, certos historiadores apontaram erros factuais.

Por exemplo, entre os dias  6 e 7 de novembro de 1985, mais de cem pessoas, entre elas a cúpula da Suprema Corte, morreram quando o grupo guerrilheiro M19 invadiu o Palácio de Justiça em Bogotá. Em “Narcos”, a invasão ocorre a pedido e é financiada pelo dinheiro de Escobar, que quer destruir provas contra ele guardadas no local.

Mas esta versão, apesar de ter sido aventada na época e constar no livro do ex-líder paramilitar Carlos Castaño, não é comprovada.

A invasão do Palácio da Justiça da Colômbia.

O Tribunal Especial que investigou o atentado concluiu que “o M19 atuou sozinho”. Essa revelação foi uma surpresa, porque a versão mais corrente é a de que o grupo tinha apoio financeiro de Escobar. Segundo essa versão, e que provavelmente inspirou os roteiristas da série,  a ação do M19 tinha, oficialmente, o objetivo de punir o presidente Belisario Betancur, que consideravam um traidor das negociações de paz.

Wagner Moura dá um show como o líder do narcotráfico.

Wagner Moura dá um show como o líder do narcotráfico.

Outro que apontou inverdades foi o filho de Escobar, Juan Sebastian Marroquín Santos, que adotou esse nome depois da morte do pai. Ele vive reclamando, dizendo que o pai não foi tudo aquilo que a série mostra… Embora fosse criança quando tudo aconteceu, e essa imagem idealizada do pai talvez seja resultado disso.

Por falar na família, eles estão vivos e por aí. Veja só:

Mesmo tendo sido morto em dezembro de 1993 por forças policiais, com o auxílio do governo norte-americano, a família de Pablo Escobar ainda carrega um carga emocional extremamente densa, por conta desse sobrenome. Afinal, Escobar arquitetou e organizou simplesmente o maior cartel de drogas do mundo, o que lhe rendeu poder e muito (muito dinheiro). Escobar chegou a ser considerado, em 1989, o sétimo homem mais rico de todo o mundo, com um patrimônio estimado em US$ 25 bilhões!

Mas, depois que foi capturado e eliminado, todo esse dinheiro ficou nas mãos do cartel de Cali, concorrente do cartel de Medellín, ou com as autoridades. O agravante, na minha opinião, é que os filhos dele tinham então 9 e 14 anos…

Após a morte de Escobar, a família se mudou para a Argentina, que lhes concedeu asilo, e autorizou que eles tivessem novas identidades, para maior segurança. Mais de 20 anos se passaram e a identidade deles foi colocada em evidência novamente.

A esposa

A esposa

Maria Isabel Santos Caballero (a nova identidade de Maria Victoria Henao Vellejo) teve a árdua missão de esconder sua identidade e de seus filhos, além de ter batalhado por um grande período de tempo em busca de asilo, finalmente concedido para eles poderem viver em Buenos Aires.

Ela conheceu o chefe do narcotráfico quando tinha apenas 13 anos, enquanto ele estava com 24. Logo começaram a namorar, casaram-se quando ela fez 15 anos e viveram uma vida de luxo, perigos e ostentação. Mas a vida de Tata, apelido de Maria Victoria, após a morte do marido, é cheia de zonas cinzentas, com fatos ainda meio obscuros.

O que se sabe é que, desde 1993,  ela temia que o grupo paramilitar Los Pepes atentasse contra os familiares. E foi então que uma via-crucis começou: eles queriam ir para os Estados Unidos, mas não puderam sair do país. Finalmente, quase um ano depois, se mudaram para a Costa Rica, mas o governo os convidou a ir embora. As autoridades colombianas voltam a proteger a família, depois que um atentado contra a viúva e os filhos não teve sucesso.

Finalmente, em 1995, eles apareceram na Argentina já com nova identidade, e pouco a pouco se descobriu com que dinheiro eles viviam por lá.

Em 1995 ainda, ela conheceu um contador e, no ano seguinte, Tata comprou um belo imóvel em Buenos Aires… Em 1997, esse contador descobriu a identidade real da família e começou a extorqui-los. E tudo começou a se enrolar novamente… A viúva entrou com uma ação judicial contra o contador, acusando-o de tê-la roubado, e também contra o governo colombiano, pleiteando a herança de Escobar (pelos bens que não estavam em nome dele, como, por exemplo, um luxuoso edifício no bairro mais nobre de Bogotá)!

A confusão aumentou. No final de 1999, ela e seu filho foram presos, acusados de lavagem de dinheiro. Sua fortuna então era estimada em mais de 1 milhão de dólares. O que se dizia na ocasião é que, no luxuoso apartamento de cobertura onde viviam, tendo 4 empregadas à disposição, eles coordenavam a lavagem de dinheiro da droga que vinha do Uruguai. E, com o dinheiro arrecadado, compravam e vendiam imóveis.

Tudo veio à público por causa do processo contra o contador (e amante) de Maria Victoria. A senhora alegava ter uma renda de 5.000 dólares como designer de moda e que cada filho recebia uma mesada de pouco mais de 500 dólares. Mas, então, de onde vinha todo o dinheiro para sustentar sua vida luxuosa na capital argentina? Ela justificava que vinha da família, de uma herança do pai e da ajuda de amigos.

O fato é que, dois anos depois, eles foram absolvidos da acusação de lavagem de dinheiro por falta de provas…

Juan Sebastian Marroquín Santos (Juan Pablo Escobar Henao) herdou nitidamente as características físicas do pai. Entretanto, pessoas próximas ao arquiteto Juan disseram que o filho mais velho de Pablo Escobar é extremamente pacifista, por mais que ele assuma veementemente a admiração franca que sentia pelo pai narcotraficante.

Hoje ele está casado, é pai de uma filha e, mesmo ainda muitas vezes alegando que os malfeitos paternos foram exagerados pela mídia e por seus detratores, ele produziu e lançou um filme sobre o ex-barão do tráfico chamado “Pecados de mi Padre”, em parceria com a mãe e duas vítimas diretas dos assassinatos cometidos por Escobar, promovendo assim uma reconciliação com o passado.

Juan Pablo e Pablo Escobar.

Juana Manuela Marroquín (Manuela Escobar Henao) era a queridinha do pai. Pablo Escobar adorava Manuela, e fazia tudo para atender aos sonhos dela. Quando a menina tinha 2 ou 3 anos, perguntou se unicórnios existiam, porque queria um. Como o barão não teve como comprá-lo, simplesmente mandou que o fizessem! Um dos asseclas pegou um dos cavalos da fazenda gigantesca de Escobar e costurou um chifre de vaca na sua testa. A menina adorou, e nem percebeu que, dias mas tarde, o animal morreu por causa de uma infecção causada por aquela cirurgia improvisada.

Manuela tem hoje 31 anos, e sua vida depois que o pai foi morto permanece uma incógnita. Ela teve uma vida tranquila na Argentina graças ao anonimato, fez amigos em um colégio em Buenos Aires e até tomava ônibus para ir à escola, algo muito diferente do que podia fazer na Colômbia, onde vivia cercada de seguranças.

Manuela tinha muito talento para cantar, e o Secretário de Cultura de Buenos Aires inclusive a convidou para participar do coral que ele dirigia. Mas, quando em 1999 tornou-se público que eles eram a família do barão da droga, esse sonho se desfez. A mãe e o irmão foram presos e ela, por ser menor de idade, ficou em liberdade. Mas o golpe foi tão duro que Manuela não quis mais sair de casa e abandonou o colégio. Passou a ter aulas com professores particulares no apartamento onde morava , como quando era criança e Escobar a mantinha em um bunker para protegê-la.

Manuela foi a que mais sofreu quando descobriu de quem era filha. O sobrenome Escobar tem sido, durante décadas, como uma letra escarlate em sua testa, refletindo toda a dor e a crueldade do Cartel de Medellín.

Ela acreditava que seu pai fosse uma espécie de super-herói do bem, o melhor homem do mundo. A cada dente de leite que caía, Escobar deixava sacos com milhares de dólares debaixo do travesseiro da filha. Com 5 anos de idade, Manuela tinha tanto dinheiro que pensou ter ganho seis vezes o maior prêmio da loteria… O pai a fazia crer que a menina possuía poderes mágicos…

Em uma entrevista para a revista argentina Don Juan, seu irmão, Juan Sebastian hoje, conta que o amor de Pablo pela filha era tanto que um dia queimou dois milhões de dólares para evitar que a menina morresse. “Em uma ocasião”, diz ele, “a família ficou encurralada em uma casa de fazenda em uma das montanhas que cercam Medellín, e a região estava isolada pela polícia. Eles tinham fugido sem provisões e o frio estava causando um forte impacto em todos. Ao amanhecer, a hipotermia começou a afetar Manuela. Tudo que eles tinham em casa eram sacos com dois milhões de dólares e meu pai decidiu fazer uma fogueira com eles para evitar que congelássemos”. (esse fato é retratado em um dos episódios de “Narcos”).

Manuela também adorava o pai. Rumores dão conta que, logo que foi morar com a mãe e o irmão na Argentina, ela costumava dormir com uma camisa igual a que Escobar usava no dia em que foi morto, e que mantinha um chumaço de sua barba debaixo do travesseiro.

Se isso é verdade ou não, ninguém sabe. O que se diz é que, assim que ela descobriu tudo o que o pai fez, caiu em uma depressão profunda que a teria levado a uma tentativa de suicídio. Enquanto o irmão agora é uma figura pública e até mesmo escreveu um livro sobre sua vida, Juana Manuela quer viver, tanto quanto possível, longe dos holofotes.

A foto que aparece logo acima, com o irmão e a mãe, é a única imagem disponível atualmente daquela menina que, um dia, ganhou um unicórnio do pai.

 

 

 

 

 

 

 

O que George R. R. Martin está fazendo em vez de escrever

Para quem viveu em Marte nos últimos cinco anos e nunca ouviu falar de “Game of Thrones”, farei aqui um breve resumo do que se trata: é um seriado da HBO (canal de TV pago que se notabilizou por criar seriados de alta qualidade, como “Os Sopranos” e… Quê? Você também nunca ouviu falar dos Sopranos?…) criado como a adaptação dos livros escritos por George R. R. Martin, reunidos na série As Crônicas de Gelo e Fogo (A Song of Ice and Fire), composta por sete volumes, cinco dos quais já publicados.

Desde que estreou em 2011 na televisão, tornou-se a maior série da HBO, conquistando fãs em todo o mundo, fascinados por suas histórias de intrigas, luta pelo poder, pelo amor, pela honra e pela fortuna, anseios que permeiam a vida dos habitantes dos ficcionais Sete Reinos de Westeros, em um tempo inspirado na Idade Média e permeado de elementos sobrenaturais.

Dito isto, a 6ª temporada está no ar atualmente no mundo todo, inclusive no Brasil, conseguindo de novo muita repercussão com seus acontecimentos. Os fãs dos livros costumam apontar as discrepâncias entre o que foi escrito e o que foi adaptado para a TV, e estavam apreensivos com esta nova temporada, porque ela está adiantada… Sim, isso mesmo. A TV avançou e está desenvolvendo seus roteiros sem um livro para se basear, uma vez que o sexto volume – previsto para lançamento neste ano – foi adiado.

Os roteiristas da série de TV, obviamente, contam com a assessoria do escritor, que acompanha toda a produção de perto. Mas, ainda assim, a pergunta que fica é: que diabos George R. R. Martin fica fazendo que não escreve?

Bem, todo mundo admira esse senhor simpático que criou a trama fantástica que mantém o mundo inteiro discutindo sobre ela. Só que ele é meio atrapalhado com prazos e cada livro de sua série demora muito para sair. No começo, até que ele foi mais, digamos, ágil. O primeiro livro saiu nos Estados Unidos em 1996, o segundo em 1998, o terceiro em 2000 e daí a coisa complicou… O quarto só veio em 2005 e o quinto (e último, até agora), em 2011.  O sexto foi adiado e o sétimo, sabe Deus para quando…

Numa tentativa de descobrir o que mantém o George assim tão ocupado, o programa da TV americana Late Show, de Conan O’Brien, foi entrevistá-lo e descobriu:

  1. Ele fica brincando dentro de uma bola gigante…

2. Ou comprando carros maneiros (como esse Tesla, carro elétrico esportivo)…

3. Também passa os dias fazendo bolhas de sabão:

4. E atualiza seu blog vintage:

5. Na verdade, ele passa os dias pulando pelado em sua cama elástica!

Calma, calma! Não fique bravo, não queime seus livros e não saia em passeata gritando “Fora George”. Isso tudo foi uma brincadeira do programa! As imagens 2 e 4 são reais, as outras são de um ator que é sósia do escritor.

O fato é que o autor está passando por um bloqueio criativo e isso atrasou todo o processo. Faltam meses para terminar “Os Ventos do Inverno'”(The Winds of Winter), como ele mesmo revelou em seu blog. Veja a nota:

“OS VENTOS DO INVERNO não está terminado.

Acreditem em mim, digitar estas palavras não me dá nenhum prazer. Se você está desapontado, você não está sozinho. Meus editores estão desapontados, HBO está desapontada, meus agentes e tradutores estrangeiros estão desapontados… Mas nenhum poderia estar mais desapontado do que eu. Por meses eu queria nada mais do que dizer, “Eu terminei e entreguei Os Ventos do Inverno” até o último dia de 2015.

Mas o livro não está pronto.

Não é provável que será terminado amanhã, ou na próxima semana. Sim, há muita coisa escrita. Centenas de páginas. Dezenas de capítulos. (…) Mas também há muito a ser escrito. Estou meses longe de terminar… e isso se a escrita for bem (algumas vezes vai, outras não).”

É difícil para um escritor quando esse bloqueio acontece, muitas vezes causado pelas pressões externas, necessidade de cumprir prazos, cansaço… Isso aconteceu com outros escritores famosos, como Dan Brown e Stephen King. Neil Gaiman disse uma vez que escritores não são máquinas e que eles escrevem na velocidade que lhes convém.

O que nos resta é torcer para que tudo entre nos eixos e que a saga continue sem maiores interrupções. Todos os fãs querem saber o que Daenerys, a mãe dos dragões, irá aprontar.

Agora, que seria engraçado ver George na cama elástica gritando “Hodor! Hodor!”, seria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

mundoestranho.abril.com.br

cinema10.com.br

 

10 coisas que você deve saber sobre “Arquivo X” antes do retorno da série

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Os dois agentes do FBI mais famosos dos anos 1990 voltarão à televisão no final de janeiro, quando a nova temporada de “Arquivo X” estrear no dia 26.

Com apenas seis episódios, a série se passa 10 anos depois das temporadas anteriores e traz Mulder e Scully mais velhos e novamente envolvidos em casos sobrenaturais, teorias da conspiração, abduções e uma nova dose de mistérios nunca solucionados.

Planejado para agradar tanto os fãs veteranos quanto recém-chegados, o retorno de “Arquivo X” conta com a participação dos principais atores e roteiristas do seriado original e terá apenas seis episódios – dois deles escritos por Chris Carter, criador do show.

Conheça dez curiosidades sobre a série enquanto esquenta os tamborins e entra no clima do carnava… Ops! … Da nova temporada de “Arquivo X”!

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1. Alienígenas!

O criador da série, Chris Carter teve a ideia para “Arquivo X” após ler que 3,7 milhões de norte-americanos acreditavam já ter sido abduzidos por alienígenas.
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2. Papéis trocados na vida real

Na série, o agente do FBI Fox Mulder acredita em todas as teorias da conspiração, abduções alienígenas e criaturas sobrenaturais, enquanto a agente Dana Scully é cética e busca respostas científicas para os casos investigados pela dupla. Na vida real, David Duchovny (Mulder) é na verdade o cético e Gillian Anderson (Scully) é quem acredita em tudo.
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3. Scully, “O Silêncio dos Inocentes” e “Hannibal”

Scully é inspirada em Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”, interpretada por Jodie Foster. Curiosamente, na série de TV “Hannibal”, Gillian Anderson faz o papel de Bedelia, psiquiatra e cúmplice do canibal.
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4. Jodie Foster

Jodie Foster participou de “Arquivo X”: a atriz dublou a tatuagem falante no episódio “Nunca Mais”, da quarta temporada da série.
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5. Canceroso

Willian B. Davis, que interpreta o Canceroso, não fumava há 20 anos quando assumiu o papel. O ator fumou cigarros de verdade nas duas primeiras temporadas de “Arquivo X”, mas depois passou a usar cigarros com tabaco herbal, sem nicotina (os mesmos usados na série “Mad Men”).
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6. Breaking Bad

O primeiro episódio de “Arquivo X” foi escrito por Vince Gilligan (de “Breaking Bad”), como um freelance. Com o sucesso da estreia, o roteirista entrou para a equipe de Chris Carter.
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7. Deserto no Canadá?

As 5 primeiras temporadas de “Arquivo X” foram gravadas em Vancouver, no Canadá – mesma locação que será utilizada na nova temporada, por ser mais barato do que filmar nos EUA por conta das isenções fiscais que o governo local oferece. As cenas ambientadas no Novo México exigiram mais de 1,600 galões de tinta para “pintar” o cenário com a aparência desértica do local.
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8. Departamento de Investigação

As identificações do FBI de Mulder e Scully dizem que os agentes são do “Departamento de Investigação” e não do “Federal Bureau of Investigation”. Nos EUA, fabricar credenciais falsas do FBI é crime, mesmo que seja para um seriado da televisão.
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9. Convidados (quase) famosos

Os comediantes Jack Black e Luke Wilson participaram em episódios da terceira e quinta temporadas, respectivamente. Na época, eles não eram tão conhecidos como são hoje.
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10. A verdade está lá fora? Mesmo?

Na nova temporada, Mulder e Scully não estão mais no FBI e tudo em que a dupla acreditava será questionado. Ambientado nos dias atuais, “Arquivo X” terá conspirações envolvendo John Snowden, 11 de Setembro e outras questões atuais – mas tudo relacionado à mitologia da série.