As ruínas mais fantásticas do mundo

As civilizações que um dia povoaram nosso planeta deixaram muitos legados. E um dos mais notáveis foram as esculturas, templos e construções que elas ergueram e que sobreviveram à passagem do tempo. Veja algumas dessas ruínas impressionantes que contam um pouco da história da humanidade.

Ayutthaya – Tailândia: Fundada em 1350 pelo rei U Thong, se tornou capital do reino de Ayutthaya, um dos mais poderosos do sudeste asiático na época. Foi destruída em 1767 pelo exército Birmanês, junto com seu povo.

As ruínas, que incluem belos templos budistas como o Wat Chaiwatthanaram, são consideradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Atenas – Grécia: Considerada o berço da civilização ocidental, Atenas teve seu auge entre os anos 500 a.C. a 300 a.C., época de intenso desenvolvimento cultural, filosófico e arquitetônico.

Parte de seu legado ainda está presente no centro urbano da cidade, como a Acrópole, antigo centro sagrado, ou o Partenon, templo dedicado à deusa que dá nome à cidade.

Roma – Itália: Fundada em 753 a.C., a cidade chegou a ter 45 mil apartamentos e uma população de 1,6 milhão de habitantes durante o auge do império romano, no século 2.

Invasões bárbaras causaram o colapso do império, no século 5, mas restaram ruínas, como o Fórum Romano e o Coliseu.

Palenque – México: É um dos principais exemplos da arquitetura e escultura do povo maia, com 36 edifícios ocupando cerca de 2,5 km². Esses números, porém, representam somente o que é possível observar. Estima-se que 500 edifícios estejam enterrados em uma área de 15 km².

As construções datam dos anos 500 d.C. a 700 d.C., sendo que a maioria foi construída graças a Pacal, governante da época.

Hampi – Índia: Hoje cercada pela cidade de Hampi, na Índia, Vijayajagara foi a capital do império que dá nome à cidade, abrigando 500 mil pessoas por volta do ano 1500.

Sucessivas guerras com reinos muçulmanos causaram a derrocada do império, mas até hoje exemplos da rica arquitetura e arte estão presentes em templos. O principal, dedicado a Virupakashan, continua a ser utilizado.

Copán – Honduras: Importante cidade da região sul do território maia entre os séculos 4 e 9, quase na fronteira com a Guatemala, é famosa por ter parte de sua história contada em 38 estelas, que são esculturas cavadas em um único bloco de pedra.

Séculos de esquecimento, terremotos e o rio Copán destruíram parte da cidade, mas o que sobrou ainda serve como bom exemplo do que a arte maia tem de melhor.

Palmyra – Síria: Com registros de sua existência remetendo a 2 mil anos antes de Cristo, está localizada em um oásis em meio ao deserto da Síria e durante anos serviu como ponto de parada de caravanas de comerciantes.

Banteay Chhmar – Camboja: Comuna com 14 vilas construída entre os séculos 12 e 13 no reinado do imperador khmer Jayavarman 7º, tem como sua principal marca as esculturas em relevo nas paredes de seu templo mais importante.

Localizada próxima da fronteira com a Tailândia, sofreu com conflitos ao longo do tempo no local: relíquias foram roubadas e destruíram parte de um dos mais importantes e menos compreendidos complexos arqueológicos do Camboja.

Tikal – Guatemala: Uma das maiores cidades da civilização maia, Tikal chegou a abrigar de 100 a 200 mil habitantes no seu auge.

Hoje, Tikal é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, com apenas parte das centenas de construções escavadas. Seis grandes pirâmides apoiam os templos. Todos datam do período entre os anos 200 d.C. e 850 d.C.

Machu Picchu – Peru: Não dá para fazer uma lista de ruínas antigas e deixar uma das mais famosas de fora. A cidade perdida dos incas, localizada no topo de uma montanha no vale do Rio Urubamba, foi construída no século 15, sob ordens de Pachacuti, para ser utilizada em estudos de astrologia e religião.

Pirâmides egípcias – Outras ruínas muito famosas, são estruturas antigas de alvenaria construídas pela civilização do Egito Antigo. Até novembro de 2008, existiam fontes citando entre 118 e 138 pirâmides identificadas.

Mas o “problema” com as ruínas do Egito é que são tantas, e tão fabulosas, que merecem um capítulo inteiro… Karnak, a tumba da rainha Nefertari, Abu Simbel… o Vale dos Reis (foto abaixo)… Acho que vou dedicar um post só a elas, mais tarde…

Petra – Jordânia: Local habitado desde 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, possivelmente foi fundada somente no ano 312 a.C., pelos Nabateus. Não se sabe ao certo quando suas principais construções foram feitas, mas segue como um dos principais pontos turísticos do mundo.

É também considerada Patrimônio da Humanidade e uma das maravilhas do mundo. Sua mais famosa construção, Al Khazneh (tradução árabe para “O Tesouro”), foi cenário do filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”.

 

 

 

Mistério de tronco que flutua na vertical há 120 anos intriga a ciência

Sim, você leu o título certo. O gigante lago Crater, situado no Oregon (Estados Unidos), tem um tronco de árvore que está flutuando na vertical pelas águas há pelo menos 120 anos. Os motivos deste fenômeno incomum são um mistério para os cientistas até os dias de hoje.

O tronco de nove metros de altura que passeia pelo lago foi descoberto em 1896 pelo geólogo e explorador Joseph Diller, de acordo com o site Science Alert. O objeto, que ganhou até o apelido de “Velho Homem do Lago”, está flutuando na água desde então, ficando cerca de 1,2 metros acima da superfície.

Em 1902, Diller publicou o primeiro estudo científico sobre o fenômeno e notou que, nos primeiros cinco anos da descoberta, o tronco viajou 400 metros pelo lago. Já um segundo experimento mais conclusivo feito em 1938 apontou que, graças a ventos e ondas, o “Velho Homem do Lago” circula um total de 99.9 km pelo lago em três meses.

“Você pensaria que um tronco de 9 metros funcionaria como uma vela náutica, mas às vezes ele se move por toda a extensão do lago contra o vento”, afirmou Mark Buktenica, ecologista do Parque Nacional do Sul de Oregon à rede de TV CBS News.

Este é o incrível lago Crater, onde o tronco de madeira flutua

Este é o incrível lago Crater, onde o tronco de madeira flutua

Mas como o tronco ficou na posição vertical e, além disso, como continua deste jeito? Esta é a pergunta que ninguém consegue responder claramente. A física básica aponta que, por causa de seu centro de massa, a madeira de nove metros, com diâmetro de 61 cm, deveria flutuar na horizontal.

Há uma teoria que sugere que, quando o tronco caiu no lago há mais de 100 anos, rochas teriam se enroscado em suas raízes. Elas teriam servido como pontos de ancoragem natural e orientado o toco a flutuar verticalmente. O problema é que não há rochas no tronco agora, e nem há vestígios delas.

Outra argumentação é de que a parte submersa ficou cada vez mais densa e pesada com o tempo, enquanto a área acima da água seguiu permanentemente seca.

Cientistas já realizaram datações de carbono e perceberam que o misterioso tronco tem ao menos 450 anos de idade. Acredita-se que a baixa temperatura do lago mantenha a madeira preservada.

O lago Crater fica na caldeira de um vulcão extinto e é o mais profundo dos Estados Unidos, sendo o nono mais profundo do mundo, com 597 metros na profundidade máxima – tem 9,6 km na largura máxima.

A sua água é de uma impressionante coloração azul por causa da pouca atuação de microorganismos no local. De fato, não há espécie nativa de peixe na água e, das seis espécies introduzidas desde o século 19, apenas duas seguem no lago (uma de um tipo de salmão e outra de truta).

Logo uma lenda surgiu de que o Velho controlaria o clima. Em 1988, durante uma expedição submarina no lago, os cientistas o amarraram perto da ilha Wizard para evitar que a árvore esbarrasse no submarino. A história conta que, no momento em que o amarraram, o céu escureceu e uma tempestade se formou. Os céus milagrosamente ficaram limpos apenas quando o “velho do lago” foi libertado…

O veganismo pode salvar o planeta e milhões de vidas!

Acho que você já ouviu falar do veganismo. E deve conhecer pessoas que aboliram o uso de produtos de origem animal e se tornado veganas. Mas, o que é um vegano? Bem, eu abandonei o consumo de carne (mas ainda não sou vegano 100%) e venho me informando sobre esse tema, o vegetarianismo e os riscos que nosso planeta sofre ao consumir produtos de origem animal.

Sem mais conversa mole, vamos às informações que coletei.

O que é um vegano?

O vegano é a pessoa que pratica o veganismo em todas as suas ações, seja na alimentação ou não. Ele é vegetariano estrito em sua dieta e também não utiliza produtos de origem animal. Ele “busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais”.

 Quem é defendido pelos veganos?

O veganismo é um movimento que busca a libertação animal em todas as frentes possíveis, incluindo mercado, alimentação, trabalho forçado e entretenimento. Vale dizer que isso não envolve apenas os animais não humanos (que são chamados de “irracionais”).

Quem é mesmo o animal irracional?

Ou seja, a libertação dos seres humanos também é defendida. Isso significa que os veganos também buscam eliminar o consumo de produtos oriundos de empresas que exploram a mão de obra escrava, ou similar a ela. Além disso, também há movimentos que apoiam a adoção do veganismo como forma de democratizar o acesso à alimentação — pois cerca da metade dos grãos produzidos no mundo são usados para a engorda de “animais de corte”…

Qual é a diferença entre veganismo e vegetarianismo?

Muitos acham que o “veganismo” é apenas uma dieta. Não, ele é um movimento de libertação animal. A dieta seguida pelos veganos é o “vegetarianismo estrito” – que também é seguida por outras pessoas que não são veganas. Pode parecer confuso, mas é bem fácil entender. Confira na tabela abaixo:

Como se vê, todo vegano é vegetariano estrito. Porém, nem todo vegetariano estrito é vegano. Isso acontece porque há pessoas que não consomem nada de origem animal na alimentação, mas acabam consumindo couro, lã, seda ou vão a eventos com exploração dos animais (incluindo rodeios, zoológicos e parques).

Peixes e frutos do mar?

Se você é vegano ou vegetariano, certamente já ouviu a pergunta “Nem peixe?”. Se você não é, provavelmente já fez a pergunta para algum amigo. E a resposta é bem clara: a dieta vegetariana exclui a carne dos peixes e de outros frutos do mar de seu cardápio.

Por quê?

Porque todos os animais possuem sistema nervoso central e senciência — a capacidade de sofrer, sentir dor ou alegria. Por mais que eles não emitam sons fora da água, eles sentem dor ao serem pescados ou cortados ainda vivos. Ao serem retirados da água, morrem em um doloroso processo de asfixia. Sabia disso?

Por que não consumir ovos e leite?

Há quem diga que o leite e os ovos não são um problema, pois são obtidos sem a necessidade de matar um animal, o que acontece com a carne. Porém, existe uma série de observações sobre o método de obtenção desses produtos que a gente tem que saber…

Leite

Como em toda espécie de mamífero, para que a “vaca leiteira” produza leite, é preciso que ela seja mãe. Na indústria, as vacas são emprenhadas com inseminação artificial e, depois do parto, têm seus filhotes levados embora: as fêmeas são encaminhadas para o mesmo processo e os machos são abatidos ainda bezerros, para abastecer o mercado de vitelos.

A expectativa de vida de uma vaca criada solta é de cerca de 20 anos, mas as vacas leiteiras geralmente são abatidas com menos de 8 anos. Isso acontece porque elas começam a apresentar problemas de reprodução após várias gestações forçadas, problemas de locomoção e outras inflamações.

Ovos

Assim que nascem, as galinhas são debicadas (têm os bicos arrancados) sem anestesia. Isso é feito para que elas não machuquem umas às outras ao serem submetidas a situações de muito stress — o que acontece, já que até oito galinhas dividem gaiolas com pouco mais de 0,2 m². Veja na foto acima…

As galinhas poedeiras podem passar a vida inteira sem ver a luz do sol, sem poder caminhar e sem poder viver do modo natural…

Mas vocês comem só samambaia?

Geralmente, costuma-se pensar que os veganos e vegetarianos comem apenas saladas sem gosto e sem tempero, mas essa imagem é completamente errada. Eles comem cereais, frutas, legumes e qualquer outro alimento que venha das plantas, além de algas e cogumelos.

E isso não quer dizer que as comidas sejam apenas cruas — muito pelo contrário. Com algumas receitas, é possível fazer alimentos saborosos e totalmente saudáveis. Além disso, também há muito “Junkie Food” vegano, pois a variedade de hambúrgueres, doces e frituras que podem ser feitas é gigantesca. E mais… É possível comer tudo isso sem ingerir um único grama de soja se você não quiser.

E as proteínas?

Costuma-se pensar que carnes são a única fonte de proteína, mas isso não é verdade. O próprio Ministério da Saúde do Brasil já reconheceu o vegetarianismo como uma forma saudável e completa de se alimentar. Isso porque todos os aminoácidos essenciais para a produção de proteínas dentro do seu corpo podem ser conseguidos por meio dos vegetais.

Existe apenas um nutriente que não podemos encontrar na dieta vegetariana: a vitamina B12. Ela é produzida por bactérias e cianobactérias, com as quais a humanidade tem pouco ou nenhum contato atualmente e é encontrada em ostras, carne, peixes, manteiga, etc, mas tudo em pequena quantidade. Isso significa que uma boa parcela da população — vegetariana ou não — pode apresentar deficiência ou insuficiência de B12. Felizmente, existem diversas suplementações sintéticas da vitamina.

O que aconteceria se todo mundo adotasse o veganismo?

Uma pesquisa publicada pela Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America no começo deste ano aponta que, ao contrário de alguns medos comuns que a desinformação pode causar, a dieta vegana pode ser muito boa para você – e, claro, para o planeta todo também.

Segundo o relatório, se todas pessoas adotassem o veganismo a partir deste ano, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. Teríamos 8,1 milhões a menos de vítimas de doenças associadas a diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta atual.

Se o mundo adotasse o vegetarianismo,  7,3 milhões de mortes seriam evitadas. Mas, na hipótese de que as pessoas passassem a adotar uma alimentação que exclui a carne, mas atende às recomendações da Organização Mundial de Saúde, 5,1 milhões de vidas acabariam poupadas.

11 alimentos vegetarianos ricos em proteínas

E é possível conseguir as proteínas necessárias ao organismo sem consumir carne. Vários vegetais possuem uma grande quantidade desse nutriente, basta saber quais são eles e como combiná-los para chegar a uma dieta saudável, e abaixo vai uma listinha. Maaasssss… Para encontrar uma dieta adequada para você, consulte um médico ou nutricionista!

Leguminosas

O feijão é uma ótima fonte de proteínas de origem vegetal. Além dele, favas, lentilhas, ervilhas e alguns cereais também são ricos nesse nutriente. Mas aqui tem um segredo: esses alimentos precisam ser combinados com outros, para que a união dos aminoácidos resulte em proteínas de boa qualidade. Alguns exemplos de combinação são arroz + feijão; lentilhas + trigo sarraceno; quinoa + milho e arroz integral + ervilhas vermelhas.

Tomate

Você sabia que o tomate é bom para manter um bom bronzeado? Isso porque ele é rico em betacaroteno, que atua na produção de melanina. De todas as calorias do fruto (que ele é fruto você sabia, né?), 18% vêm das proteínas do tomate. Ele também é rico em licopeno (antioxidante), vitaminas A, B e C, fósforo, ferro e potássio.

Repolho

Essa verdura é uma boa fonte de proteínas, com 22% de suas calorias vindas desse nutriente. O repolho também tem grandes quantidades de vitaminas C, A, B1, B2, B6 e K, ácido fólico, fibras, cálcio, fósforo e enxofre.

Pimentão

O pimentão está longe de ser consenso quando se fala em sabor. Mas quando o assunto é proteína, é batata – aliás, pimentão. O vegetal possui 22% de suas calorias provindas desse tipo de nutriente. No pimentão, há boas quantidades de vitaminas C e A e minerais como cálcio, fósforo e ferro.

Pepino

O pepino não é somente bom para a pele. Ele também é bom para os músculos, pois é uma boa fonte de proteína. Do total de suas calorias, 24% provêm desse nutriente. Pepinos também são ricos em vitamina C, B5, potássio, magnésio, folato, fibras e antioxidantes. Dentre suas principais qualidades, estão a capacidade calmante, e as ações anti-inflamatória, digestiva, estimulante, remineralizante, diurética, tônica e laxativa (ou seja, bom para quem tem prisão de ventre).

Salsinha

Quem diria que aquele verdinho que se coloca como enfeite na comida seria uma ótima fonte de proteínas! Mas 34% de todas as calorias da salsinha provêm desse nutriente. O problema é só a quantidade que você vai ter que comer do tempero, já que 100 gramas de salsinha possuem somente 34 calorias. Mas a dedicação vale a pena: as folhinhas que também servem para a decoração de pratos são ricas em vitaminas C, B6, B2, manganês, cálcio, zinco e ferro. Sua principal atuação no organismo é afinando o sangue, o que contribui no combate às doenças cardiovasculares.

Cogumelos

Pouco consumidos e relativamente caros no Brasil, os cogumelos comestíveis são uma excelente fonte de proteínas – e o melhor, muito pobres em gordura! De todas as calorias dos cogumelos, 38% provêm das proteínas, e os danadinhos ainda são excelentes fontes de vitaminas B2, B3 e B5, selênio, cobre, triptofanos (aminoácido presente no código genético), potássio e fósforo. .

Couve-flor

Da mesma família do brócolis, da couve e do rabanete, a couve-flor também é rica em proteínas: 40% do total de suas calorias são derivadas delas. O sabor suave desse vegetal possibilita que ela seja protagonista ou coadjuvante em várias receitas (gratinada é de raspar o prato!). Ela atua na proteção do organismo contra doenças cardíacas, osteoporose e mal de Alzheimer, alivia a hipertensão e previne a calvície.

Brócolis

Cem gramas de brócolis contém aproximadamente 36 calorias. Dessas, 45% são derivadas das proteínas. Esse vegetal também é rico em minerais, como cálcio, potássio, ferro, zinco e sódio e possui grande quantidade de vitaminas A, C, B1, B2, B6 e K.

Couve

Elemento-chave na culinária mineira, 45% das calorias da couve vêm das proteínas. A hortaliça também é rica em vitaminas A, B6, C e K, além de ter muito ferro e cálcio. Possui ação vermífuga, ajuda no combate a problemas do fígado e do estômago, é benéfica para quem possui prisão de ventre e diminui os sintomas da asma e da bronquite. Estudos mais recentes relacionaram esse santo remédio à diminuição da multiplicação de células cancerígenas.

Espinafre

Quase metade (49%) das calorias do espinafre vêm das proteínas. Além disso, o vegetal de folha verde escura também é rico em Ferro, Fósforo, Cálcio, vitamina A e vitaminas do complexo B. Assim, ele atua no combate às anemias, à fadiga, à hipertensão, hemofilia, pedras nos rins, artrites e escorbuto. O espinafre ajuda a fortalecer os dentes e os ossos, favorece os sistemas digestivo e nervoso e diminui a queda de cabelos.

 

O vídeo a seguir, da BBC, não tem nada a ver especificamente com veganismo ou vegetarianismo, mas ele trata da preservação de nosso planeta. Mostra, através de imagens belíssimas, de que forma nossa Mãe Terra está sendo ferida quando destruímos as florestas, sujamos a água e dizimamos os animais, e o mal que o consumismo causa a todos nós. Vale a pena assistir e nos conscientizar do mal que estamos todos fazendo.

O vídeo não tem nada a ver com o assunto deste post, mas… Tem tudo a ver!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

superinteressante

wikipedia

mudaomundo.org

megacurioso.com.br

Mudança na órbita da Terra provocou migrações de homens pré-históricos

“Berço da humanidade”, a África é o continente primordial da história humana na Terra. Os cientistas, contudo, não entendiam exatamente o motivo de as populações terem migrado do continente para o resto do mundo. Um estudo publicado pela revista Nature dá pistas sobre o que ocorreu no planeta naquela época.

De acordo com a pesquisa conduzida por Axel Timmermann e Tobias Friedrich, da Universidade do Havaí, a dispersão de humanos da África para o restante da Terra ocorreu em quatro grandes ondas distintas nos últimos 125 mil anos. Todas, contudo, estão conectadas a mudanças no clima ocasionadas por variações na órbita que deixaram o planeta mais gelado.

Estudos anteriores já avaliavam a possibilidade de mudanças climáticas impulsionadas por variações orbitais terem influenciado a dispersão do Homo sapiens para fora da África. Faltavam, contudo, dados concretos sobre situações climáticas e datações de fósseis para corroborar a teoria.

Antigos humanos saíram da África para o resto do mundo

Antigos humanos saíram da África para o resto do mundo

Agora, a equipe de pesquisadores construiu modelos numéricos que quantificam os efeitos de antigas mudanças climáticas e no nível do mar na migração global dos últimos 125 mil anos. Os modelos identificam ondas grandes de migração glacial pela Península Arábica e pela região do Levante nos seguintes períodos: 106 mil a 94 mil, 89 mil a 73 mil, 59 mil a 47 mil e 45 mil a 29 mil anos atrás.

Os resultados se aproximam bastante aos dados arqueológicos e a fósseis já encontrados. A descoberta mostra que as mudanças climáticas ocasionadas por alteração na órbita da Terra tiveram um papel crucial para moldar a distribuição populacional no mundo. Além disso, estima que o Homo sapiens chegou quase simultaneamente à Europa e à China entre 90 mil e 80 mil anos atrás.

Esta imagem mostra ocupação populacional há 80 mil anos; áreas em vermelho mais escuro contêm até 28 indivíduos por 100 kms quadrados

Esta imagem mostra a ocupação populacional há 80 mil anos; áreas em vermelho mais escuro contêm até 28 indivíduos por 100 kms quadrados

As populações pelo mundo

A revista Nature também publicou uma vasta pesquisa que mostra a influência global do continente africano e que busca entender como funcionaram as migrações da África. Em três publicações diferentes, cientistas se debruçaram sobre o genoma de 280 populações ao redor do mundo.

Um estudo conduzido por David Reich, de Harvard, sequenciou genomas de 300 pessoas de 142 diferentes populações pouco estudadas no campo científico. Os cientistas notaram que a população que deu origem aos humanos atuais começou a divergir pelo menos há 200 mil anos.

Já a pesquisa que teve como autor Eske Willerslev, da Universidade de Copenhague, sequenciou o genoma de 83 aborígenes australianos e 25 indivíduos das terras altas da Papua Nova Guiné. Os dados apontam que os ancestrais dos aborígenes e da Papua Nova Guiné divergiram de populações euro-asiáticas entre 51 mil e 72 mil anos atrás. Ainda foram identificados materiais genéticos de antigos humanos, como os denisovans e de um grupo hominídeo desconhecido.

Outro estudo, feito pelos cientistas Luca Pagani e Mait Metspalu, do Estonian Biocentre, descobriu que parte do genoma dos atuais moradores de Papua Nova Guiné mostra ligação com uma população que divergiu dos africanos mais cedo dos que os eurasianos. A descoberta fomenta evidências para uma onda de migração da África há 120 mil anos que levou ao povoamento da Papua Nova Guiné.

 

 

 

Fonte:

BBC

7 maravilhas do mundo das quais você nunca ouviu falar

Esta dica me foi passada pela amiga Luciana Coutinho. Todos nós conhecemos as principais maravilhas do mundo, como o Coliseu, a Grande Muralha da China e o Taj Mahal. Porém, há outros locais igualmente espetaculares que nem os viajantes mais experientes conhecem.

A revista virtual Quora, baseada nos Estados Unidos, fez uma enquete entre seus leitores viajantes e reuniu alguns dos lugares mais incríveis e desconhecidos do nosso planeta. Confira!

Grande Mesquita de Djenné, Mali

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A Grande Mesquita é a maior construção de argila do mundo. Parte da antiga cidade de Djenné, a mesquita está incluída na lista dos patrimônios da UNESCO. Por enquanto, está fechada para turistas. Acredita-se que a decisão foi tomada em 1996, depois de o lugar servir de locação para um ensaio sensual da revista ’Vogue’.

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LugChand Baori, Índia

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O conjunto arquitetônico de Chand Baori, situado em um pequeno povoado da Índia conhecido como Abaneri, é um dos poços com escadas mais antigos e profundos do mundo. A gigantesca estrutura parece uma pirâmide invertida e desce mais de 30 metros em direção ao subsolo. Em três de suas paredes há 3.500 degraus em perfeita simetria que permitem que você desça até a água de um pequeno lago esverdeado. Ainda está em discussão se o poço foi construído entre os séculos IX e XI ou 600 anos antes de nossa era.

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Palácio do Parlamento, Romênia

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É um dos lugares mais conhecidos de Bucareste, construído na época da República Socialista da Romênia. O palácio é considerado o maior edifício administrativo do mundo, o maior prédio de Parlamento, assim como o maior prédio público em nível internacional. As dimensões são de 270 a 240 metros, com 86 metros de altura. A parte subterrânea do palácio tem uma profundidade de 92 metros. O palácio conta com 1.100 ambientes e 12 andares.

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Photo: Nico Trinkhaus – Bucharest, Romania/ Palace of the Parliament – Ballroom
Veja o portfolio de Nico em Sumfinity.com

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Ponte Velha, Bósnia e Herzegovina

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Essa ponte para pedestres sobre o rio Neretva é uma cópia moderna da ponte antiga, que foi totalmente destruída pelos soldados croatas em 1993, durante a guerra da Iugoslávia. A ponte é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Uma das atrações mais tradicionais para turistas, e uma das principais fontes de renda dos jovens da cidade, são os saltos no rio Neretva a partir do meio da Ponte Velha (a altura do salto depende do nível da água no rio, de 24 a 30 metros).

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Forte Kumbhalgarh, Índia

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O Forte Kumbalgarh é rodeado por uma única parede que antigamente era conhecida como ’o guardião da morte’. Tem 36 quilômetros de extensão e em alguns pontos sua largura chega a 8 metros. A muralha se estende de forma contínua ao redor do perímetro da fortaleza, que durante séculos serviu como proteção contra invasores. Só a construção do muro levou um século — do século XV ao século XVI —. Esta grande parede da Índia presenciou muitas guerras, mas nunca caiu nem deixou que os inimigos invadissem a fortaleza. Só a Grande Muralha da China é maior que ’o guardião da morte’ ou ’olhos de Mewar’, como o lugar é chamado pelos moradores locais.

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Mesquita do xeique Lotf Allah, Irã

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É um monumento excepcional da arquitetura persa, da era safávida. A mesquita foi construída durante 17 anos (1602-1619). É incomum por vários motivos. Particularmente, não tem nenhum minarete (torre de onde são anunciados os chamados à oração). Também não tem pátio interior e sua entrada conta com escadas. Talvez o motivo desse aparente descaso com as estritas regras da arquitetura muçulmana seja o fato de a mesquita nunca haver sido anunciada como de uso público, já que era um local de culto para as mulheres do xeique.

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Derawar, Paquistão

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Derawar é uma construção surpreendente de formato quadrado, erquida em 1733. A fortaleza é formada por 40 bastiões que se elevam sobre o deserto paquistanês. A altura das paredes em alguns trechos chega a medir 30 metros, e seu perímetro é de 1.500 metros. Poucos viajantes já ouviram falar desta fortaleza. Até mesmo alguns moradores do Paquistão não têm ideia de sua existência.

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Fonte:

ВВС
Tradução e adaptação: Incrível.club

 

Os 10 exércitos mais poderosos do mundo

Rankings de poderio bélico são polêmicos, mas, em qualquer lista desse tipo, quem aparece no topo é o exército dos Estados Unidos (só para simplificar, “exército”é usado como sinônimo de Forças Armadas, incluindo aí Exército, Marinha e Aeronáutica). Além de armas arrasadoras, os americanos têm um efetivo de 1,4 milhão de soldados (só perdem para os chineses nesse quesito) e torram uma fortuna com os militares: por ano, são 329 bilhões de dólares, o que dá 1 138 dólares por habitante, um dos maiores gastos do mundo.

Usando dados do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), a mais conceituada organização independente que monitora a situação dos exércitos de todo o mundo, foi possível listar os outros exércitos poderosos. Além disso, como a tecnologia e o poder dos armamentos também contam valiosos pontos, o arsenal de cada nação foi avaliado por Ricardo Bonalume Neto, jornalista da Folha de S.Paulo especializado em assuntos militares – são dele os comentários abaixo.

1. Estados Unidos

Efetivo: 1 414 000 soldados

Gasto militar anual: 329 bilhões de dólares (1 138 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Única superpotência militar depois do colapso soviético, os Estados Unidos são donos da mais poderosa esquadra do globo, que tem uma dúzia de porta-aviões gigantes, a maioria de propulsão nuclear. O país conta ainda com o maior arsenal nuclear e modernos armamentos operados por computadores e guiados por satélites

2. Rússia

Efetivo: 988 100 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (333 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O maior herdeiro da ex-URSS possui exército numeroso e pesquisa militar de ponta, mas tem poucos recursos para comprar equipamentos. A vocação por números astronômicos diminuiu: durante a Guerra Fria, a URSS chegou a ter 5,3 milhões de soldados, — um recorde, — e produziu mais de 70 mil tanques das séries T-54/T-55/T-62. Eles eram inferiores aos modelos ocidentais, mas podiam levar a melhor pela quantidade.

3. China

Efetivo: 2 270 000 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (37 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O país mais populoso da Terra conta com bom número de armas nucleares e sempre teve Forças Armadas numerosas, mas o nível pouco sofisticado de sua indústria não permitia equipar as tropas com armas de última geração. Isso mudou recentemente: o salto econômico e a relativa abertura política das últimas duas décadas levaram a China a investir na modernização do arsenal.

4. França

Efetivo: 260 400 soldados

Gasto militar anual: 38 bilhões de dólares (636 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Para se proteger da ameaça comunista na Guerra Fria, os franceses criaram uma força nuclear própria com os três meios clássicos de lançar armas atômicas: mísseis em terra, em submarinos e em aviões. A indústria de defesa é uma das principais da Europa, produzindo tanques de ótima qualidade, como o Leclerc, e aviões clássicos, como os das séries Mirage.

5. Reino Unido

Efetivo: 210 400 soldados

Gasto militar anual: 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Até a Segunda Guerra (1939-1945), a Grã-Bretanha era a maior potência naval da Terra. Depois do conflito, a Marinha Real encolheu, mas ainda é uma das principais do mundo. O Exército sempre foi pequeno, mas é um dos mais profissionais do planeta, bem equipado com tanques, blindados de transporte de pessoal e uma parafernália de mísseis.

6. Coreia do Norte

Efetivo: 1 082 000 soldados

Gasto militar anual: 4,7 bilhões de dólares (214 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Assolado pela pobreza e pela fome, esse país sustenta um dos estados mais militarizados do planeta. Envolvidos em disputas de território com a Coreia do Sul desde a década de 1940, os comunistas do Norte contam com tropas numerosas com muito armamento convencional. Nas últimas décadas, o país desenvolveu tecnologia para produzir armas nucleares.

7. Índia

Efetivo: 1 298 000 soldados

Gasto militar anual: 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O segundo país mais populoso do planeta sempre esteve em briga com seus vizinhos muçulmanos. Hoje, o maior rival é o Paquistão, com quem disputa terras na região da Caxemira. As aguerridas tropas indianas estão entre as mais bem equipadas do Terceiro Mundo. Além de muitos soldados, a Índia tem armas nucleares e mísseis para transportá-las.

8. Paquistão

Efetivo: 620 000 soldados

Gasto militar anual: 2,5 bilhões de dólares (17 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

A maior potência militar muçulmana tem economia e população inferiores às da rival Índia, mas, para criar um “equilíbrio de terror” no sul da Ásia, o Paquistão também investiu em armas nucleares. Pouco se conhece sobre as armas atômicas ou sobre o tamanho do arsenal do país. Mas a existência da bomba dos dois lados da fronteira tem forçado Índia e Paquistão a uma convivência tensa — e “pacífica”, na medida do possível.

9. Coreia do Sul

Efetivo: 686 000 soldados

Gasto militar anual: 12 bilhões de dólares (266 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Graças à proteção dos Estados Unidos, o país atingiu níveis econômicos, científicos e tecnológicos muito superiores aos do vizinho do norte. Por causa da crise com os comunistas, a Coreia do Sul mantém Forças Armadas poderosas em prontidão na fronteira, embora não tenha armas atômicas. O equipamento é de alta qualidade, comprado dos americanos ou desenvolvido localmente com ajuda ianque.

10. Israel

Efetivo: 161 500 soldados

Gasto militar anual: 9,4 bilhões de dólares (1 499 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Pequeno e pouco populoso, Israel se envolveu em conflitos com os vizinhos árabes e resolveu se armar até os dentes. Para compensar a inferioridade numérica, os israelenses optaram por qualidade: suas tropas estão entre as mais bem treinadas da Terra, a Força Aérea dispõe de tecnologia de ponta e a experiência em combate fez o país desenvolver algumas das melhores armas disponíveis, como o tanque Merkava.

Impávido colosso

O Brasil é o mais bem armado da América do Sul, mas não fica entre os 10 mais do mundo

Efetivo: 287 600 soldados

Gasto militar anual: 9,6 bilhões de dólares (55 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Não dá para cravar uma posição para o Brasil no ranking mundial de exércitos: — a única certeza é que não chegaríamos ao Top 10 —, mas dá para fazer algumas comparações. Numericamente, nossas tropas são as maiores da América do Sul. Tecnologicamente, somos semelhantes aos vizinhos. Com fronteiras bem definidas, não há grandes rivalidades regionais. Por isso, o país não tem o mesmo “estímulo” para investir em armas que outros países brigões do Terceiro Mundo. Ainda bem…

 

 

Fontes:

Mundo Estranho

Wikipedia

Folha de S. Paulo

Onde as crianças dormem

Mais um livro belíssimo, “Where Children Sleep”, de James Mollison. O livro foi inspirado pelo próprio quarto do autor, e como esse quarto refletia o que ele era quando criança.

Por isso, James fotografou crianças do mundo inteiro, e todas fora de seus quartos, de forma que ficassem bem claros os detalhes que inevitavelmente distinguem as pessoas que vivem cada uma em um canto do planeta. Mas as crianças, sempre fotografadas com um fundo neutro, formam um conjunto de retratos que espelham as nossas semelhanças.

O quarto das crianças, por outro lado, reflete bem as diferenças culturais e socioeconômicas que nos separam.

Veja uma pequena amostra do livro:

Kaya, 4 anos, Tóquio, Japão

Bial, 6 anos, Cisjordânia.

Alyssa, 8 anos, Kentucky, EUA.

 Tutu, 9 anos, Costa do Marfim.

Jaime, 9 anos, Nova Iorque, EUA.

Ryuta, 10 anos, Tóquio, Japão.

Joey, 11 anos, Kentucky, EUA.

Jyoti, 14 anos, Makwanpur, Nepal

Thais, 11 anos, Cidade de Deus, Rio, Brasil

É isso…

Se quiser ver as imagens em tamanho maior, ponha o cursor em cima da foto, clique com o botão direito do mouse e depois selecione “abrir imagem em uma nova guia”. Vai aparecer a imagem grande numa nova aba e você poderá apreciar os detalhes de cada foto.

 

http://www.jamesmollison.com/wherechildrensleep.php