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Curiosidades da História do Brasil

Dois “vícios” de criança eu mantenho até agora: o gosto de estudar História (qualquer uma, história do cinema, história geral, história em quadrinhos…) e a curiosidade.

E esses dois “vícios” foram alimentados depois de ler as três obras de Laurentino Gomes, “1808”, “1822” e “1889”. São livros que falam da História do Brasil de uma forma diferente, com uma linguagem jornalística e que foge daquele tom pomposo dos livros tradicionais.

  

E aí, investigando, descobri alguns fatos curiosos de nossa história e que compartilho com você.

  • Eram faladas mais de 1.000 línguas no Brasil na época do descobrimento. Destas, 180 são faladas atualmente e apenas 11 têm mais de 5 000 falantes.

  • A esquadra que trouxe a família real portuguesa ao Brasil era composta de oito naus, três fragatas, dois brigues, uma escuna de guerra, um veleiro só de mantimentos e mais 20 outros navios. Ao todo, ela trouxe para o Rio de Janeiro 1,5 mil pessoas.

  • O nome completo de D. Pedro I era Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.
  • Ufa! Imagina o tamanho da cédula de identidade dele!
  • Dom Pedro I teve oito filhos, sete do primeiro casamento e um do segundo. Além deles, o imperador teve outros seis filhos de relações extraconjugais.
  • Ainda sobre Dom Pedro I: ele enfrentou uma baita crise de diarreia no dia em que proclamou a Independência do Brasil.
  • Outra: ele usava um burrico, não um cavalo, nada a ver com a heroica tela pintada por Pedro Américo em 1888.

  • Sobre essa tela de Pedro Américo: ela foi encomendada pela Família Real em 1885 e ele a terminou em 1888, em Florença.  A Família Real, que encomendou a obra, investia na construção do Museu do Ipiranga (atual Museu Paulista). O quadro não é uma descrição fiel do que realmente aconteceu (também, imagina retratar D. Pedro I agachado no mato!), além de Pedro Américo ter sido acusado de plagiar a tela “1807, Friedland”, de Ernest Meissonier (abaixo) pintada em 1875.
  • Segundo seus defensores, Pedro Américo só teria vindo a conhecer a obra anos depois…
  • A esposa de Dom Pedro I, a princesa Leopoldina, era amiga do compositor austríaco Franz Schubert e do poeta alemão Johann W. Goethe.
  • Os primeiros escravos da África foram trazidos para o Brasil no ano de 1538. Até a assinatura da Lei Áurea, em 1888, entraram no país algo em torno de 15 milhões de escravos.

  • A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul no século XIX. Esse conflito destruiu a economia e a população paraguaias. De uma população de 800 mil pessoas, sobraram apenas 500 mil!
  • A Guerra do Paraguai durou seis anos e uniu Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai, na chamada Tríplice Aliança.
  •  Desde sua independência, os governantes paraguaios afastaram o país dos conflitos armados na região Platina. A política isolacionista paraguaia, porém, chegou ao fim com o governo do ditador Francisco Solano López. Em 1864, o Brasil estava envolvido num conflito armado com o Uruguai. Havia organizado tropas, invadido e deposto o governo uruguaio do ditador Aguirre, que era líder do Partido Blanco e aliado de Solano López. O ditador paraguaio se opôs à invasão brasileira do Uruguai, porque contrariava seus interesses.
Solano López
  • Como retaliação, o governo paraguaio aprisionou no porto fluvial de Assunção o navio brasileiro Marquês de Olinda, e em seguida atacou a cidade de Dourados, em Mato Grosso. Foi o estopim da guerra. Em maio de 1865, o Paraguai também fez várias incursões armadas em território argentino, com objetivo de conquistar o Rio Grande do Sul.

  • A Batalha Naval do Riachuelo, retratada na tela acima, foi um dos principais eventos ocorridos durante a Guerra do Paraguai. Aconteceu no dia 11 de junho de 1865, nas margens do rio Riachuelo, um afluente do rio Paraguai (situado na província de Corrientes, Argentina). Essa batalha colocou de um lado os paraguaios e de outro, os brasileiros.
  • O Paraguai, sem conexão com o mar, queria muito controlar os rios da bacia do Prata, pois significava uma saída para o Oceano Atlântico, ou seja, uma via de transporte de pessoas e mercadorias. Na fase inicial da guerra, o Paraguai já havia realizado importantes conquistas militares, ocupando regiões da Argentina, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Se saíssem vencedores da Batalha do Riachuelo, iriam controlar os rios Paraná e Paraguai e dar um importante passo na conquista do Rio Grande do Sul e do Uruguai. Desta forma, poderiam fazer comércio com outros países e até receber armas da Europa.
  • A estratégia paraguaia era boa. Aproveitariam o nevoeiro intenso da madrugada para atacar os navios de guerra brasileiros. Porém, um dos navios paraguaios apresentou um problema e fez com que todos outros chegassem atrasados para o ataque, num momento que o nevoeiro já havia passado. Com boas condições climáticas e visuais, as forças navais brasileiras, lideradas pelo Almirante Barroso, venceram o Paraguai nesta importante e estratégica batalha.
  • A frota brasileira era composta por 9 navios de guerra. A frota paraguaia possuía 8 navios de guerra, com menos armamentos e eram menos velozes.
  • Antes da guerra, o Paraguai era uma potência econômica na América do Sul. Além disso, era um país independente das nações europeias. Para a Inglaterra, esse era um exemplo que não deveria ser seguido pelos demais países latino-americanos, que eram totalmente dependentes do império inglês.
  • Foi por isso que os ingleses ficaram ao lado dos países da Tríplice Aliança, emprestando dinheiro e oferecendo apoio militar. Era interessante para a Inglaterra enfraquecer e eliminar um exemplo de sucesso e independência na América Latina.
  • Após esse conflito, que terminou em 1870, o Paraguai nunca mais voltou a ser um país com um bom índice de desenvolvimento econômico.
  • Números da guerra:
    Forças
    150.000 paraguaios 200.000 brasileiros,
    30.000 argentinos,
    5.500 uruguaios,
    Total:
    235.500 soldados
    Vítimas
    Cerca de 300.000 mortos
    (entre militares e civis)
    50.000 brasileiros,
    18.000 argentinos,
    3.000 uruguaios,
    Total:
    Cerca de 71.000 mortos.

     

 

Fontes:

maiscuriosidade.com.br

Wikipedia

Guia dos Curiosos

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Escândalos sexuais envolvendo políticos

foto

Normalmente, a imprensa faz um estardalhaço quando se sabe de uma baixaria envolvendo políticos e sexo, e há quem pense que a ocorrência de escândalos sexuais causados por infidelidades, fantasias e excentricidades de políticos e outros tipos de pessoas públicas só aconteça nos dias de hoje, quando cada vez mais fotos e filmagens registrados em momentos de intimidade teimam em se tornar públicas através da internet. Mas isso é um engano. Escândalos sexuais ocorrem há milhares de anos.

Por exemplo, na Roma Antiga, o estupro de Lucrécia por Sexto, filho do rei, foi aproveitado pelo Senado, que expulsou Tarquínio e aumentou o próprio poder político, instituindo, assim, o regime republicano. Como se vê, desde então o fato era aproveitado em desdobramentos para além da questão moral. Outras vezes, ele era apenas a ponta de um iceberg de baixarias ainda maiores.

Listei abaixo alguns dos casos mais comentados, tanto no Brasil quanto em outros países:

John Kennedy e a minha musa

A atriz Marilyn Monroe e o presidente John Kennedy

Apesar de ser casado com Jackie, considerada uma das mulheres mais bonitas e elegantes do mundo, o presidente John Kennedy, de vez em quando, dava suas puladas de cerca. E a mais conhecida de todas teria sido com a deusa do cinema Marilyn Monroe. Embora nunca tenha sido comprovado com absoluta certeza, o caso entre os dois aparece em diversos livros, fofocas e filmes. Mas a clássica cena em que a atriz, maior símbolo sexual da época, canta “Happy Birthday, Mr. President” de forma insinuante no aniversário de 45 anos dele, de fato ocorreu, como se pode ver no YouTube.

Charles e Diana

O nobre casal britânico Charles e Diana viveu uma sequência de escândalos durante seu conturbado casamento, com direito a cobertura da imprensa mundial em cada reviravolta. Eles se casaram em 1981 (“o casamento do século”) e tiveram dois filhos, mas ambos mantiveram casos extraconjugais nos anos seguintes. Diana admitiu ter traído o marido com seu professor de equitação, James Hewitt, e sabia que Charles era amante de Camilla Parker-Bowles. O casal se separou em 1992 e, cinco anos depois, quando se noticiava o namoro de Diana com o milionário Dodi al Fayed, a princesa morreu em um acidente de carro. Atualmente, Charles é casado com Camilla, a “rottweiller”, como Diana chamava sua rival…

Bill Clinton e a estagiária

Tudo começou com uma denúncia de assédio sexual. Paula Jones, que era funcionária pública enquanto Bill Clinton era governador de Arkansas, entrou com um processo contra ele. Para provar que ele não era nenhum santinho, o advogado dela trouxe à tona o nome da estagiária da Casa Branca Monica Lewinsky, então uma grande desconhecida para a maioria dos americanos. O presidente negou por meses a acusação. Enquanto isso, detalhes iam surgindo na mídia, como o vestido manchado com sêmen que ela guardou sem lavar. Clinton acabou admitindo em 1998 que, sim, ele havia tido um caso com a estagiária entre 1995 e 1997.

Em seu livro de memórias, o ex-presidente descreve o “asco” que sentiu por sua relação com Lewinsky e por ter que dormir no sofá para ganhar novamente o respeito da mulher, Hillary Clinton, e de sua filha, Chelsea.

Zélia e Bernardo

O próprio Fernando Collor definiu o caso na época como “nitroglicerina pura”. A ministra da Economia Zélia Cardoso de Mello (a do confisco das poupanças) passou a dividir mais do que reuniões interministeriais com Bernardo Cabral, ministro da Justiça. Zélia era solteira, mas Cabral, não. Na época, o adultério ainda era considerado crime no Brasil, e a amante poderia ser julgada como cúmplice. O caso rolava apenas na intimidade de Brasília quando foram parar nos jornais alguns bilhetes trocados pelo casal (como o que falava sobre a saia curta “deliciosa” que Zélia estava usando) e o relato de uma dança que eles dividiram na festa de aniversário dela. A música era “Besame Mucho”.

Berlusconi e as festinhas

 

As festinhas do então primeiro-ministro da Itália, Silvo Berlusconi (o “Maluf pornô”, segundo o jornalista Zé Simão) eram tão animadas que a promotoria decidiu investigar. E descobriram que ele pagou um bom dinheiro à jovem marroquina Karima El-Mahroug – conhecida como Ruby Rubacuori – e a outras 32 mulheres que frequentavam os encontros em sua mansão em troca de favores sexuais. Ruby é especial não só por ser uma das mais assíduas (foram 13 encontros entre 2009 e 2010) como por ser menor de idade na época, o que é considerado crime na Itália.

Não é o único escândalo em que Berlusconi se envolveu. Em maio de 2009, houve o caso Noemi, uma menor com quem Berlusconi se encontrava e que acabou levando a mulher do chefe de governo a pedir o divórcio, e, em junho de 2009, o caso D’Addario, uma prostituta que tornou pública uma noite tórrida com o político.

Renan Calheiros e a jornalista

Esse caso foi noticiado em 2007. O presidente do Senado, Renan Calheiros, foi acusado de receber recursos de uma empreiteira por meio de um lobista, para pagar “em dinheiro vivo” uma pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem, soube-se então, tem uma filha fora do casamento. Segundo ela, o político “fazia as mais belas declarações de amor, me ligava várias vezes durante a noite para contar seus passos, cantarolava ‘Eu Sei que Vou Te Amar’ ao telefone”.

O senador foi investigado por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado e outras acusações foram se somando, como a de que ele grilava terras em Alagoas e de que usou laranjas para virar sócio de uma empresa de comunicação. Mas escapou de todas graças aos colegas de Senado (em troca de …?). Ela, depois de posar nua e lançar um livro sobre o caso, está em um relacionamento firme com um empresário mineiro.

John Profumo e Christine Keeler

John Profumo e Christine Keeler

Já tratei desse escândalo aqui, mas resumindo: em plena guerra fria, o Secretário da Guerra da Grã-Bretanha, John Profumo, tinha papel estratégico na luta ideológica contra o comunismo. Era casado, mas caiu em tentação ao conhecer Christine Keeler, uma prostituta londrina, numa festa. O relacionamento, porém, era muito mais grave que um caso convencional de adultério – afinal, Christine tinha outro amante influente, um espião russo. Para piorar a situação, Profumo mentiu ao ser questionado sobre o caso numa sessão do Parlamento. Acabou sendo forçado a renunciar. O affair foi tão marcante nos anos 1960 que inspirou filmes, documentários e canções pop.

Fernando Lugo e as fiéis

Durante décadas, Fernando Lugo exerceu funções religiosas em nome da Igreja Católica no Paraguai, até renunciar ao ministério sacerdotal, em 2006, para se lançar candidato à presidência, sendo eleito em 2008. Maaas… Ele é “o” cara, o sacerdote mais mulherengo abaixo da linha do Equador. O então bispo, quase cinquentão e que ganhara fama como “bispo dos pobres”, seduziu a adolescente Viviana Carrillo. Foi só um dos casos de Lugo – quando o escândalo foi revelado, num intervalo de só dez dias apareceram três mulheres com os respectivos “luguinhos”. Os mais exagerados falavam em dezesseis herdeiros… Mas Lugo assumiu apenas a paternidade de Guillermo Armindo; o segundo processo terminou em acordo e o terceiro teve exame de DNA negativo. O presidente paraguaio teria ainda uma segunda filha, de 19 anos de idade…

Será que o poder corrompe e é erótico?

 O poder não corrompe o homem; é o homem que corrompe o poder. O homem é o grande poluidor, da natureza e do próprio homem. Quanto a ser erótico, não sei… Depois que for eleito eu conto.

 

 

 

 

 

 

Fontes:

www,clicqueaprenda.com

folha.uol.com.br

noticias.uol.com.br