Leis bizarras sobre sexo

As leis existem para tornar a convivência em sociedade mais fácil, mas algumas leis são bem estranhas, principalmente quando se trata de sexo.

As leis estão em todos os lugares e ditam como devemos viver. Elas variam de Estado para Estado, e mais ainda, de país para país. Há leis que são relacionadas ao ato sexual, e estas são importantíssimas na luta contra os crimes sexuais.

Porém, ao redor do mundo há algumas leis relacionadas ao sexo que são, no mínimo, estranhas, e não estão apenas no Oriente Médio, onde é comum ter muitas leis relacionadas ao ato sexual.

Confira algumas das mais bizarras e que já não são mais usadas, embora ainda estejam na Constituição desses Estados ou países. E cuidado, se estiver viajando por algum desses locais, elas ainda podem ser acionadas a qualquer momento!

  • Em Guam, é proibido que as mulheres se casem virgens. Para que a lei não seja infringida, há homens que viajam pelo pequeno país, localizado a oeste do Oceano Pacifico, e tiram a virgindade das moças. Eles recebem por isso…
  • Há uma lei religiosa na maioria dos países muçulmanos do Oriente Médio que diz que é proibido ter relações sexuais com carneiros e, posteriormente, comer sua carne.
  • Em Hong Kong, a infidelidade pode chegar a custar a vida, já que é permitido que a mulher traída mate seu marido adúltero e a amante. Porém, a mulher deve matar o marido com as próprias mãos, enquanto a amante pode ser morta como a mulher traída preferir.
  • Na Colômbia, há uma lei muito peculiar que diz que a mãe deve assistir à primeira relação sexual que sua filha tem com o marido.
  • Em Minnesota, nos Estados Unidos, há uma lei que proíbe os homens de manterem relações sexuais com peixes vivos. A lei não diz nada sobre peixes mortos ou sobre mulheres terem relações com os peixes.
  • No Líbano, é permitido ter relações sexuais com animais, porém os animais devem ser apenas do sexo feminino. Caso contrário, a pessoa pode ser punida com a morte.
  • Os preservativos devem ser usados sempre, pois estes garantem que nenhuma DST (doença sexualmente transmissível) seja contraída. Aqui sabemos disso e seguimos, mas não há nenhuma lei específica. Porém, em Nevada, nos Estados Unidos, há uma lei que proíbe as relações sexuais sem preservativo.
  • Em Bakersfield, na Califórnia, é proibido fazer sexo com satanás — sim, com o capiroto! — sem preservativos.

  • Em Indiana, também nos Estados Unidos, os homens são proibidos de ficar sexualmente excitados em público.
  • Em Tallinn, na Estônia, é estritamente proibido jogar xadrez durante o ato sexual.
  • Na Indonésia, quem for pego se masturbando pode ser condenado à morte por decapitação.
  • Em Londres, na Inglaterra, não é permitido fazer sexo sobre uma motocicleta estacionada…

Vale lembrar que aquilo que é estranho para nós, pode ser perfeitamente comum em outras culturas e devemos sempre respeitar. Mesmo que achemos bizarro…

Fontes:

blastingnews.com

megacurioso.com

terra.com.br


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Gestos inocentes que podem soar uma grande ofensa mundo afora

Um simples aperto de mão ou mascar chiclete, que para nós, brasileiros, são atitudes normais do cotidiano, podem causar uma dor de cabeça incrível, algumas vezes passível até de multa, em outros locais do mundo.

Imagine só… Gorjeta é a norma nos EUA – se você não deixar nada para quem te atendeu em um restaurante, vai ser muita falta de educação. Por outro lado, o contrário é verdade no Japão. O gesto é visto como inútil na melhor das hipóteses, e como um insulto na pior das hipóteses – já que o valor do serviço está incluído na conta e os garçons devem desempenhar sua função com elevados padrões, independentemente de obterem esse “incentivo financeiro” extra. Dar gorjeta na Austrália também pode ser embaraçoso. Lá é proibido por lei e pode até dar cadeia…

Ainda no Japão:

Se for assoar o nariz, vá para o banheiro. Os japoneses consideram falta de educação assoar o nariz em público. Do acordo com os sites “Gap Year” e “Property Turkey”, da Turquia, além de assoar o nariz, tocar os dentes em público é algo extremamente rude, porém, em casos de necessidade, você pode limpar o nariz discretamente, segundo o “The Istanbul Insider”.

Brindar é comum em muitos lugares do mundo. Em Budapeste, no entanto, o costume de bater taças juntas aparentemente relembra a derrota da Hungria nas mãos dos austríacos durante a revolução húngara de 1848 (afinal, os inimigos comemoram a vitória brindando). O gesto é ainda hoje considerado ofensivo.

Mesmo algo aparentemente tão inócuo como um aperto de mão pode ser muito ofensivo – basta perguntar a Bill Gates. Em 2013, ele causou indignação na Coreia do Sul quando apertou a mão do presidente com a mão direita, enquanto a esquerda ficou no bolso. Foi uma ação julgada muito rude, pois o costume dita que é respeitoso a mão esquerda apoiar o braço direito durante a saudação. Deixar a mão no bolso como ele fez pode ser ainda mais agravante do que não usá-la no aperto de mão.

Em geral, “raspar” o prato denota contentamento, um sinal de que você gostou da comida. Não é o que acontece em países como China, Tailândia e Filipinas, onde a atitude é lida como um sinal de insatisfação com a generosidade do anfitrião. Nesses locais, parte-se do pressuposto que é preciso servir o bastante. Deixar um pouquinho da comida intocada, portanto, mostra saciedade na medida. Limpar o prato, por outro lado, dá a entender que ainda há espaço no estômago e que seu anfitrião lhe deu pouco para comer…

Evite cruzar as pernas se estiver no Iraque. A regra que vale para homens e mulheres é sentar com as pernas unidas e a sola do sapato no chão, pois mostrá-las é falta de educação.

Mão espalmada com dedos separados… Em muitos lugares, o gesto é entendido como uma espécie de “não, obrigado”. Dependendo da situação, também pode ser visto como uma indicação de presença, como na resposta à chamada escolar. Na Grécia, ele tem até nome próprio: moutza. E é visto como uma ofensa gravíssima. Sua origem remonta à antiguidade. Uns o ligam a rituais de maldição. Outros, à condenação de criminosos durante o Império Bizantino. Isso porque os presos eram ridicularizados em um desfile pela cidade, em que seus rostos eram cobertos com cinzas. Como as cinzas eram retiradas primeiro com as mãos fechadas e depois com os dedos abertos, o próprio gesto, com o tempo, acabou virando um insulto.

Nem pense em passar a mão na cabeça de uma criança se estiver na Tailândia. É uma ofensa grave, pois esse é o local do corpo em que a alma fica guardada.

Até no Facebook o polegar para cima é associado à aprovação. Mas não se engane: há locais em que o gesto é visto como uma injúria, e das graves. No Irã e Afeganistão, por exemplo, o tradicional “joinha” é interpretado como um gesto dos mais obscenos.

Na Índia e na China, quem abre o presente assim que ganha é alguém sem classe. É importante guardar o pacote e abrir depois sem ninguém por perto.

Quando visitar Cingapura, nem pense em alimentar os pássaros. Além de ser considerado falta de educação, vai gerar uma boa multa. Assim como cuspir na rua, comer no transporte público ou jogar lixo no chão.

Lá também é um problema mascar chiclete… não é apenas falta de educação. É contra a lei mesmo. Em 1992, foi criada uma norma que pune com multa quem resolve sair mascando a guloseima por aí. Essa dica vale um pouco mais de detalhamento, porque é uma história interessante.

Você não vai encontrar um Trident por lá, mas apenas chiclete para fins dentários e chiclete de nicotina para quem quer parar de fumar. Eles só são vendidos em farmácias e para comprar é preciso dar o nome e mostrar um documento de identificação. Tenso, né? Hoje em dia é assim, mas a situação já foi pior.

Durante 12 anos (de 1992 a 2004) mascar chiclete foi proibido em Cingapura sob pena de multa de US$ 500 a US$ 1000. Aliás: era tudo proibido, mascar, comprar, vender, fabricar e importar. O governo proibiu o produto porque as pessoas não estavam fazendo o descarte correto do chiclete, ou seja, jogando o lixo no lixo. O custo que o governo tinha para manter as ruas limpas e consertar os equipamentos de limpeza era muito alto.

A situação ficou ainda mais séria quando o metrô, principal transporte público do país, passou a não funcionar propriamente por causa dos chicletes grudados nas portas dos vagões. Com tantos danos causados ao patrimônio público, o governo então decidiu em 1992 banir o chiclete no país. Em 2004, a lei foi revista e os chicletes para benefícios da saúde foram então liberados.

Mas não se engane: se você jogar o chiclete no chão, prepare-se…

Em Ruanda, na África, você é considerado grosseiro e mal-educado se fizer um lanchinho enquanto está em algum lugar que não sirva comida, como, por exemplo, no ônibus ou até mesmo no meio da rua.

 

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Eu acho que dicas como essas, e tantas outras, deviam estar em folhetos informativos nos aviões, aeroportos ou agências de viagens. As diferenças culturais entre os povos são muitas e o viajante pode incorrer em transtornos tanto para ele quanto para os habitantes locais por causa desse desconhecimento.

Por exemplo, você está visitando alguém na China e resolve lhe dar um presente. NUNCA DÊ um guarda-chuva ( significa que você pretende romper sua relação com a pessoa) ou um relógio de parede (a palavra chinesa para “relógio” soa exatamente como “final”. E isso quer dizer para eles que se está desejando seu final, sua morte) …

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

Exame, Marcela Ayres

Hypescience, Natasha Romanzotti

Novo país europeu, Liberland

Fundada há poucos dias, a República Livre de Liberland ganhou destaque na mídia mundial por ser um exemplo de liberdade aos seus novos cidadãos. O país terá impostos facultativos e os políticos não poderão intervir diretamente na vida da população.

Coxinha ou empadinha? Neste caso não altera de que lado esteja, pois ambos não teriam chances de se tornarem habitantes do mais novo país do mundo, o Liberland. Como o próprio nome sugere, a micronação criada no último dia 13 de abril não aceitará extremistas entre seus novos cidadãos, nem da direita, nem da esquerda. Criado inicialmente como uma brincadeira pelo tcheco Vit Jedlicka, o país que está localizado numa ilhota de 7 km² entre a Croácia e a Sérvia, se transformou numa nação “real” e já possui mais de 232 mil pedidos de cidadania. O território ocupado é uma região que não é disputada por nenhuma nação.

Com conceitos modernos de legislação e impostos facultativos, Liberland promete revolucionar a política mundial. Afirmando “direito a propriedade privada”, além de “respeito à pluralidade das opiniões e religiões”, Vit Jedlicka se autoproclamou Primeiro-Ministro do novo país europeu. A Constituição que já foi elaborada é revolucionária e limita o poder dos políticos locais para que não intervenham nas liberdades da nação e da população.

Afinal, Liberland existe? Os governos croata e sérvio não levaram muito a sério a história, mas ambos não fizeram declarações oficiais. De fato, o território existe e a bandeira amarela com uma faixa preta está hasteada no local desde o dia da fundação do país (ela chegou a ser retirada, mas voltou a tremular dias depois no mesmo ponto). Atualmente, o novo governo procura diplomatas com larga experiência internacional para que possa iniciar negociações com os países vizinhos, além de outras nações da região.

Você se interessou em solicitar um pedido de cidadania? O caminho não é difícil, mas muitos brasileiros não poderão participar desta seleção, ainda mais após a recente onda de polarização política no país. O governo da Terra da Liberdade não aceita pedidos de pessoas que possuam entre suas características posições extremas em relação a política e religião. Defensores de ditaduras comunistas, nazistas ou militares estão excluídos da disputada listagem. Outra exigência é não possuir nenhum antecedente criminal.

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Novidades sempre viraram sucesso na internet e as redes sociais levaram isso a outro patamar. A página do país no Facebook já possui mais de 125,5 mil curtidas e conta com diversos comentários de usuários que se oferecem para ocuparem o cargo de diplomata.

Já pensou viver num país assim, sem políticos corruptos, sem partidos políticos ou torcidas organizadas?

Burocratas ao Redor do Mundo

Seria esse o título em português do livro que o fotógrafo holandês Jan Banning  acaba de lançar. Ele viajou por vários países e registrou fotos dos servidores públicos locais sentados atrás de suas mesas. O resultado foi um olhar fascinante sobre a cultura, os rituais e os símbolos de cada administração pública.

Para evitar que os burocratas retratados arrumassem seus espaços previamente, Jan – depois de devidamente autorizado pelos superiores – chegava ao local de trabalho sem ser anunciado, para vê-lo em toda a sua glória, exatamente como um cidadão seria recebido.

Veja a seguir algumas dessas fotos:

Esse é Marcial Revollo, responsável pelas certidões de nascimento e óbito em Betanzos, Bolívia.  Ele também é o responsável pela contagem de votos nas eleições municipais, mas para isso senta-se na mesa em frente, já que é outro posto. Seu salário é de cerca de R$ 150,00.

Do outro lado do mundo, na China, Qu Shao Feng é o chefe da Divisão de Segurança Pública e da concessão de vistos de entrada e de saída da cidade de Jining, na província de Shandong. Ele ganha cerca de R$700,00, um bom salário para os padrões da região, já que tem um cargo de chefia. Shandong (ou Shantung) fica no noroeste da China e tem uma população de 94 milhões de habitantes, numa área do tamanho do Ceará.

Maurice Winterstein trabalha em Clermont-Ferrand, na França, na Comissão de Cidadania do governo federal, escritório regional. Ele também cuida de assuntos ligados às questões religiosas, especialmente aquelas voltadas à comunidade islâmica (que anda agitada por causa da proibição de usar véus em locais públicos e outras coisas).  Seu salário gira em torno de R$ 3.500,00. A mocinha ao lado é uma estagiária que serve como sua secretária.

Vamos até a Índia. Sushma Prasad é assistente no gabinete do Secretário de Estado de Bihar, com 83 milhões de habitantes. Ela foi contratada num ato de compaixão, já que seu falecido marido trabalhava no mesmo lugar até 1997. Ela recebe um salário equivalente a R$ 190,00.

Na África, Libéria, encontramos Henry Gray,prefeito interino do distrito de Gbaepo. Durante a guerra civil no país, as dependências da delegacia foram saqueadas e o prédio destruído, restando apenas as paredes em pé. Gray tem 11 funcionários, dos quais só 4 são pagos, os demais são voluntários. Ele não tem verba orçamentária e não recebe há dois anos o salário de R$ 40,00 por mês. Gray diz ser pai de 34 filhos e tem 18 netos.

Marina Nikolayevna Berezina, ex-cantora e ex-diretora de corais, agora é secretária do chefe do Departamento de Finanças da prefeitura de Tomsk, na Sibéria, Rússia. Ela não quis revelar seu salário.

No Iêmen, Nadja Ali Gayt foi contratada como consultora do Centro de Educação Feminino para assuntos rurais do Ministério da Agricultura, no distrito de Manakhah, no estado de Sana. Ela recebe mensalmente o que equivale a R$ 320,00.

Voltando às Américas, temos Rudy Flores, um dos 118 Texas Rangers do estado do Texas. Durante décadas de história e ainda hoje, os Texas Rangers investigam crimes diversos, desde assassinatos até corrupção policial, atuam como tropas de choque e como investigadores, protegem os governadores do Texas, perseguem fugitivos e funcionam como uma força paramilitar. Flores é responsável por 3 condados, e recebe um salário mensal de cerca de R$ 10.000,00.

O Brasil tem cerca de 11 milhões de servidores públicos. Desses, cerca de 2 milhões trabalham para o Executivo e perto de 2,5 milhões para o Judiciário. A remuneração média do servidor público nos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) está em R$ 2.478,00 ante R$ 1.192,00 no setor privado. Mas a estrutura de salários do setor público é irracional. Ela atende a pressões políticas, não à importância do serviço, à qualidade dele ou ao nível de instrução e conhecimento do funcionário.  Na esfera federal, o salário inicial de um motorista ou de uma secretária do Ipea (R$ 4.930) é superior ao de algumas vagas de professor com doutorado no magistério (R$ 4.649). Um escrivão da Polícia Federal (R$ 8.416) só precisa ter curso superior, mas ganha mais que um médico com mestrado no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (R$ 6.346)… Isto é Brasil…

Anúncios da AT &T

A AT&T é uma operadora de telefonia celular que opera nos EUA e em diversos outros países – no Brasil,  é dona da Sky e ainda oferecem serviços de banda móvel e internet móvel, também.

Mas o post aqui fala dos anúncios institucionais muito legais que eles divulgaram, falando de alguns dos países onde estão presentes. Usando apenas as mãos e um telefone, a operadora americana recria uma ideia popular de pintura nas mãos em cores e temas de diferentes países. Muito criativos, mesmo!

Índia

Austrália

Bahamas

Brasil

Egito

Reino Unido