Sugestões de nomes para seus filhos

O bebê vai nascer e você ainda não decidiu como vai chamá-lo? Seus problemas acabaram! Em um extraordinário serviço de utilidade pública – e depois de exaustivas pesquisas feitas em centenas de milhares de cartórios por todo o país – apresentamos OS TOP 50 MELHORES NOMES PARA SEU BEBÊ. Totalmente grátis, uso imediato e sem efeitos colaterais… a não ser para o próprio neném, coitadinho!

  • Categoria Natureza

Agrícola Beterraba Areia

Agrícola da Terra Fonseca

Amazonas Rio do Brasil Pimpão

Apurinã da Floresta Brasileira

Céu Azul do Sol Poente

  • Categoria Países do Mundo

América do Sul Brasil de Santana

Antônio Americano do Brasil Mineiro

Argentino Argenta

Bispo de Paris

João Bispo de Roma

  • Categoria Erotismo

Última Delícia do Casal Carvalho

Zélia Tocafundo Pinto

Sansão Vagina

Amável Pinto

Ava Gina

  • Categoria Religião

Armando Nascimento de Jesus

Sete Chagas de Jesus e Salve Pátria

Padre Filho do Espírito Santo Amém

Maria Privada de Jesus

Justiça de Jesus

  • Categoria Cheirou Todas

Vicente Mais ou Menos de Souza

Um Mesmo de Almeida

Rita Marciana Arrotéia

Produto do Amor Conjugal de Marichá e Maribel

Plácido e Seus Companheiros

  • Categoria Sem-Noção

Abrilina Décima Nona Caçapavana Piratininga de Almeida

Alce Barbuda

Bizarro Assada

Bucetildes Cruz (chamada pelos familiares, carinhosamente, de Dona Tide)

Carabino Tiro Certo

  • Categoria Criatividade

Chevrolet da Silva Ford

Colapso Cardíaco da Silva

Comigo é Nove na Garrucha Trouxada

Dezêncio Feverêncio de Oitenta e Cinco

Himineu Casamenticio das Dores Conjugais

  • Categoria Vá-querer-ferrar-seu-filho-na-pqp (a maior de todas)

Valdir Tirado Grosso

Um Dois Três de Oliveira Quatro

Simplício Simplório da Simplicidade Simples

Rolando Escadabaixo

Restos Mortais de Catarina

Primavera Verão Outono Inverno

Pália Pélia Pólia Púlia dos Guimarães Peixoto

Otávio Bundasseca

Orlando Modesto Pinto

Necrotério Pereira da Silva

Marciano Verdinho das Antenas Longas

Manoel Sovaco de Gamba

Letsgo Daqui

Joaquim Pinto Molhadinho

Janeiro Fevereiro de Março Abril

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As 5 coisas que os jovens nunca irão compreender

Essa dica me foi passada por uma amiga e achei muito legal, por isso compartilho com vocês o que apurei.  O post se encaixa naquele tipo de “listas” que surgem em todos os finais de ano, quando compilamos as listas dos melhores, dos piores, dos mais bizarros, dos mais elegantes, das mais feias… Aqui, é uma lista  das 5 coisas que os jovens jamais irão compreender.  E que faziam parte de nossas vidas há apenas 10 ou 15 anos! Surpreenda-se como a tecnologia anda mais rápido do que se pensa!

1. O disquete

Esqueça-se do fato de que ele só armazenava 1.4 Mb de informação, e que hoje temos pendrives com a capacidade de 1 terabyte… Houve um tempo quando esse pobre e humilde disquete podia salvar (ou destruir) o mundo –  ao menos nos filmes e desenhos animados…

2. O videocassete

Esse é mesmo difícil de compreender, porque não se tratava apenas de “enfiar um cartucho no aparelho e assistir um filme”. Era todo um ritual que exigia preparação prévia e certa logística, coisas que num mundo onde você só precisa assinar um serviço on-demand e seu filme está instantaneamente disponível, realmente parecem pré-históricas.

O ritual começava antes de você se sentar na poltrona com a pipoca e o guaraná. Começava lá atrás,  vasculhando as prateleiras da loja de aluguel de vídeos. “O quê?” perguntaria assustado um jovem de hoje. “Vocês alugavam vídeos?”

Sim, caro incrédulo. Eram lojas enormes, quase um supermercado, com as prateleiras abarrotadas de cartuchos VHS, com filmes separados por categorias: lançamentos, comédias, eróticos, infantis, clássicos… Você escolhia o que queria, ia para o caixa e, na fila, ficava olhando com inveja o cara da sua frente, com uma pilha de vídeos de lançamento, todos aqueles que você queria ver mas já não tinham mais cópias disponíveis.  Enquanto esperava, passava por ofertas tentadoras: pipocas de microondas, batatas Pringles, geladeiras de Coca-Cola, geladeiras de sorvetes Haagen-Dazs… E quando chegava na sua vez, não iria apenas pagar pelos filmes alugados, mas por 4 refrigerantes, dois sorvetes, cinco pacotes de pipoca, etc etc.

A segunda etapa do ritual era chegar em casa,  e enquanto sua esposa/namorada/amiga trazia o balde de pipoca quentinha e o refrigerante gelado, você ligava a TV e inseria o filme no videocassete, voltando correndo para o sofá. Os jovens nunca irão compreender a sensação que a gente sentia, depois de acomodados, de erguer os olhos e ver isto:

Explicando: era assim a imagem dos filmes em VHS, depois de terem sido alugados trocentas vezes por outros associados da videolocadora…

Se o vídeo estava bichado, ou seja, travava e não rodava, a terceira etapa era tirar o cartucho do filme do videocassete. Os jovens também nunca irão compreender qual era a sensação de ver isto acontecer quando você puxava a fita:

Sim, assistir filmes em casa era uma aventura!

3. A internet discada

Pois é, lembra-se de quando a gente tinha que usar a linha telefônica e discar para o provedor da internet para podermos navegar, ou simplesmente lermos nossos e-mails? Os jovens nunca irão entender a emoção que sentíamos ao ouvir o som da discagem do número do provedor, o coração batendo mais rápido na ansiedade de conseguir completar uma conexão de internet!

A internet discada era causa de diversos conflitos familiares, porque quando você PRECISAVA fazer a conexão na internet NAQUELA hora, a sua mãe/ irmã/pai/ avô estava usando a linha no mesmo instante!

Mas depois de completar a conexão, a coisa não era assim simples. Além de a própria conexão ser muito lenta, os computadores também levavam séculos para dar o boot, para mudar de página, para baixar uma imagem… Essa é outra coisa que os jovens nunca irão compreender… O tempo que levava para abrir uma imagem…

4. Uma enciclopédia

Ah, ah, ah! Pobres jovens de hoje. Nunca viverão a experiência de ter que manusear 32 volumes da Enciclopédia Britânica em busca daquele verbete que poderia responder à questão da prova!

A gente nem precisava ir à academia fazer musculação. Era um verdadeiro exercício físico puxar da estante e carregar para a mesa cada um desses volumes e folhear as 30 mil páginas. Hoje, essa informação o jovem consegue na ponta do dedo.

5. Um mundo sem smartphones

Era um mundo sem graça, mesmo.  Não dava pra ficar postando no Facebook ou usando o Whatssap ou mandando fotos pelo Instagram, porque não existiam smartphones. Era muito chato, todo mundo vivia desconectado! Hoje, não…

              

Hoje todo mundo interage, não é mesmo?

Seja jantando, no metrô, durante os passeios, com a namorada ou namorado…

A visita

Naquele tempo ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente à noite.

Ninguém avisava nada, o costume era chegar de repente mesmo. E os donos da casa recebiam alegres as visitas. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.

E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos sentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.

Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.

Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte do banquete: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa. Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra quê televisão? Pra quê o celular, todo mundo com a cara enfiada no aparelho? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…

Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem na curva da noite.

O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, DVD, e-mail, internet… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.

Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores. Casas trancadas… Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos de leite…

 


 (Autor Desconhecido)
 

Os  “remédios” dos nossos Avós… (2)

Glyco-Heroína

Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra a asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comummente açúcar e temperos) tornava o opiáceo mais agradável para a ingestão oral.

Tablete de cocaína (1900)

Estes tabletes de cocaína eram “indispensáveis para os cantores, professores e oradores”. Eles também aquietavam a dor de garganta e davam um efeito “animador” para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.

Drops de Cocaína para Dor de Dentes – Cura instantânea

Os dropes de cocaína para dor de dentes (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o “humor” dos usuários.

Ópio para bebês recém-nascidos

Acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebês recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio.  Este frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio e de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida.  “Dose – [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia.” O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.


 


As crianças ainda estão interessadas em livros impressos?

Com o aumento do número de crianças que leem nos tablets, especialmente depois do Natal, muitos pais estão se perguntando se há algum problema em deixar seus filhos pequenos usando essa tecnologia.

Uma pesquisa recente, realizada no Reino Unido, provou que os tablets realmente estão sendo mais usados nas escolas de primeiro e segundo grau, por cerca de 69% dos alunos. Outro dado interessante é que, segundo a pesquisa, “essa tecnologia está desempenhando um papel central no desenvolvimento do vocabulário de crianças pequenas. Quase todas as crianças que tenham acesso a um dispositivo touch-screen, seja em casa ou na escola, acabam adquirindo competências digitais muito rapidamente, e precisamos aproveitar esse desenvolvimentos para incentivar as crianças a se tornarem leitores ávidos, qualquer que seja o formato que escolherem. ”

Entretanto, um resultado específico da pesquisa chama a atenção: livros impressos são mais populares entre as crianças entre 3 e 5 anos de idade do que a leitura dos e-books! Então, sim, as crianças ainda estão interessadas… Em alguns tipos de livros impressos.

De fato, não se tem notícias de que exista algum dano físico  em se ler os livros digitais, e, ao mesmo tempo, os livros infantis têm se mostrado o segmento mais resistente ao declínio geral provocado pelo crescimento dos e-books. Crescimento que parece inexorável e que nos leva, aparentemente, na direção de um tempo em que ler livros em papel será algo anacrônico.

Mas talvez seja oportuno ampliar essa discussão para os possíveis prós e contras da leitura em tablets, para as crianças.

Acho que, em primeiro lugar, devemos fazer a distinção dos dois tipos de livros digitais para esse segmento: existe aquele que vem na forma de um aplicativo e no qual o livro vem acompanhado de ilustrações interativas, joguinhos e movimentos. Muitos desses livros são feitos inclusive para ensinar a ler, ou a desenvolver a alfabetização.

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E há os livros “normais”, adaptados ou criados para os tablets e e-readers e smartphones, destinados às crianças maiores. Os pais têm cada vez mais levado para casa os IPads e tablets e Kindles cheios de revistas e livros, e há escolas usando livros didáticos digitais com cada vez mais frequência.

 

Então, como pais (e avós) acho que a gente pode ou ficar nostalgicamente se lembrando de como antigamente as nossas estantes eram lotadas de livros e como a livraria da esquina era tão legal de ser visitada… Ou podemos aceitar essa tecnologia e entender as vantagens que ela possui.

Uma coisa a se fixar, quando pensarmos em oferecer e-books aos filhos, será levar em conta que ler num Kindle tem muito menos distrações do que num tablet. Porque o Kindle não tem aqueles avisos de e-mail ou de mensagens de texto chegando a toda hora.

 

Então, se a sua ideia é dar um livro para a criança ler para valer, que seja num Kindle… Se for para “brincar”, quem não gosta de sons, cores e movimentos em um IPad?

A única coisa que vejo como “problemática” nessa coisa de livros digitais tem a ver com um fato comprovado historicamente. A criança que cresce numa casa cheia de livros e cujos pais são leitores habituais desenvolvem a tendência de se tornarem leitores regulares, também. A coisa do exemplo, de “ver e imitar”… Mas, nesse novo paradigma digital, há poucos indícios visuais para uma criança de que ela mora numa casa cheia de livros…

Acredito, porém, que exista uma possível solução. Como as crianças aceitam as novas tecnologias rapidamente, os pais podem mostrar a elas que estão lendo os e-books em seus aparelhos, e até como os utilizam, e provavelmente o impacto da falta de lembretes visuais (a estante com livros) deve diminuir com o tempo…

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Uma vantagem inegável dos e-books é que, além das crianças não poderem rasgá-los ou derramar suco nas páginas, eles não usam nossos recursos naturais, como água e árvores, que estão rapidamente se tornando mais escassos, nem existe a poluição causada pelo transporte etc. O que não se sabe ainda, de forma mais concreta, é quantos recursos são necessários para a produção e manutenção de um leitor digital…  Mas ler num e-reader ou num tablet traz ferramentas que um livro impresso não tem. Além de você poder aumentar o tamanho das letras, pode ainda tocar qualquer palavra e receber sua definição instantaneamente. Ou buscar na internet outros usos e definições para essa palavra.

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É possível ainda fazer anotações, compartilhar passagens com amigos ou colegas de classe via e-mail, instalar um dicionário em outros idiomas e ainda fazer compras online.

Caso as facilidades de acesso à internet se tornem um problema e você ache que seu filho está abusando, é fácil desabilitar o Wi-fi do aparelho. E habilitar a função quando for necessária é tão fácil quanto. O importante é que os pais monitorem o uso do aparelho, assegurando de que os filhos o estejam usando de maneira apropriada.

 

Em resumo, não acredito que seja um combate entre o bem e o mal, o livro impresso X o digital. Ao contrário, acredito que o livro digital, por todas as suas facilidades, pode ampliar o interesse das crianças na leitura. E qual é o melhor para ler, o impresso ou o digital? Excluindo as vantagens e desvantagens óbvias, não acho que um seja melhor que o outro. São apenas… Experiências diferentes…

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Como você sobreviveu até hoje?

Outro dia recebi uma mensagem que fazia a pergunta do título, que era mais ou menos assim: ” Se você nasceu antes de 1985, como sobreviveu até hoje?” e fiquei refletindo como as coisas mudaram em tão pouco tempo. Vejam só:

Os carros não tinham cinto de segurança, apoio de cabeça e nem air-bag:

A gente andava de bicicleta para lá e para cá sem capacetes, joelheiras e nem cotoveleiras…

Bebíamos água de torneira ou de uma mangueira, e não de garrafinhas pet…

Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã, e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham “economizado“ a sola dos sapatos, que eram usados como freios…E estavam descalços…

A gente brincava na rua, com a condição de voltar pra casa antes de escurecer… Não havia celular e nossos pais nem sabiam por onde a gente andava! Incrível!

Nada de Playstations, Nintendo, X-Box, video games, internet, dolby surround, celular, computador, redes sociais… Só amigos…

É mesmo, como sobrevivemos até hoje sem nada disso? E com tanta liberdade, aprendendo praticamente sozinhos a nos virar com nossos deveres, com nossos fracassos e sucessos? Mistééériooo…