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“Branca de Neve” completa 80 anos: algumas histórias

O lançamento do longa de animação “Branca de Neve e os Sete Anões” completa 80 anos em 2017. A produção da Disney teve sua estreia no Carthay Circle Theatre, em Hollywood, em 21 de dezembro de 1937, seguido do seu lançamento em todo os Estados Unidos em janeiro. Como todo clássico, há muitas histórias sobre sua produção pioneira. Veja algumas delas…

Para financiar a produção de “Branca de Neve e os Sete Anões”, Walt Disney pegou vários empréstimos e hipotecou, inclusive, sua própria casa. Até sua mulher, Lillian, achava que a animação seria um completo fracasso. Além disso, seu irmão Roy Disney tentou convencê-lo a desistir do filme.

Dunga tinha sido originalmente criado para ser um tagarela, mas os produtores e o próprio Walt não conseguiram encontrar uma voz que ficasse adequada para o anão careca. Em vez de falar, Dunga, às vezes, choraminga, sendo ingênuo e frequentemente alvo de brincadeiras dos demais. Ele também é o único do sete anões que não tem barba.

“Loucura de Disney”: assim era chamada na época a produção de “Branca de Neve e os Sete Anões”. O orçamento inicial da animação era de US$ 250 mil, muito maior do que qualquer outra produção da Disney até então. No final, o gasto atingiu mais de US$ 1,4 milhão, uma quantia enorme hoje em dia, imagine para 1937! Após o filme ser um sucesso, Walt Disney usou os lucros para construir os estúdios da Disney em Burbank.

A estreia do filme, em 1937, contou com a presença de estrelas de Hollywood, como Cary Grant, Shirley Temple, Judy Garland, George Burns, Charlie Chaplin, Marlene Dietrich e Ginger Rogers. Na época, em entrevista ao jornal “Los Angeles Times”, Chaplin disse, ao se referir ao anão Dunga, que a “Disney havia criado um dos maiores comediantes de todos os tempos”.

“Branca de Neve e os Sete Anões” foi um dos primeiros 25 filmes escolhidos para ser preservado na Biblioteca do Congresso Americano, em 1989, pelo Registro Nacional de Filmes (National Film Registry). Em 2008, o Instituto Americano do Cinema o escolheu como o mais importante filme de animação de todos os tempos.

“Branca de Neve e os Sete Anões” foi o primeiro filme com uma trilha sonora oficial. A animação da Disney, que é baseada no conto de fadas “Branca de Neve”, dos Irmãos Grimm, concorreu ao Oscar de melhor trilha sonora na premiação de 1938. O longa foi também o primeiro filme totalmente animado a ser lançado pela Disney.

Uma versão inicial da história incluía uma cena em que a rainha Má capturava o príncipe e o mantinha preso em seu castelo. Outra cena que ficou fora da versão final era uma em que os anões apareciam tomando ruidosamente a sopa e, em seguida, Branca de Neve os ensinava a comer como cavalheiros.

A atriz e dubladora americana Adriana Caselotti recebeu US$ 970 pela dublagem de Branca de Neve, o que equivaleria hoje a cerca de US$ 20.000,00, ou pouco mais de R$ 60.000,00 à cotação do dia. Apenas para efeitos de comparação, um dublador/locutor profissional no Brasil, com muitos anos de experiência e bastante requisitado para comerciais, pode chegar a um salário de cerca de R$ 10.000,00. Walt Disney firmou um estrito contrato com Caselotti, impedindo que ela “emprestasse” sua voz a outras produções, com exceção de pequenas participações em “O Mágico de Oz” (1939) e “A Felicidade Não Se Compra” (1946). Ela continuou fazendo a voz de Branca de Neve em várias ocasiões, gravando aos 75 anos, inclusive, “I’m Wishing” para o poço de desejos na Disneylândia.

A dançarina, coreógrafa e atriz americana Marge Champion serviu de inspiração para que os animadores da Disney (seu então marido, Art Babbitt, era animador e supervisionou grande parte da filmagem de referência) criassem a heroína de “Branca de Neve e os Sete Anões”. Marge também serviu de referência para a criação da Fada Azul em “Pinóquio” (1940).

As vozes da Rainha Má e da Bruxa Velha foram dubladas pela mesma atriz: a americana Lucille LaVerne. Para que a Bruxa tivesse uma voz completamente diferente, Lucille removeu um implante dentário, para fazer a dublagem. La Verne morreu menos de uma década depois de dublar a Rainha Má e a Bruxa Velha. Ela faleceu aos 72 anos em 4 de março de 1945, na Califórnia.

 

 

 

 

Fonte:

UOL

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Boxeador acertou Stallone no fígado, o fez passar mal e ficou fora de filme

Sylvester Stallone and Mr. T.

Se os campeões mundiais Muhammad Ali e Larry Holmes ficaram impressionados com a força do soco de Earnie Shavers é porque se tratava de um golpe poderoso. E Sylvester Stallone também pôde comprovar isso. Só que o resultado não foi bom para o ator.

Em uma audição para o filme “Rocky 3”, Stallone chamou Shavers para um teste no ringue e terminou o duelo vomitando no banheiro.

“Aquilo quase me matou. Fui direto para o banheiro masculino e vomitei”, contou Stallone, em declaração reproduzida no livro “The Boxing Filmography”, de Frederick Romano. Declaração semelhante, confirmando que o ator passou mal no banheiro, também aparece em um livro sobre a carreira de Muhammad Ali.

O soco foi dado por Shavers, mas a culpa foi de Stallone.

Earnie Shavers e esposa.
Earnie Shavers e esposa.

Isso porque o pugilista conta que estava controlando seus golpes para não machucar a estrela de “Rocky”. “Ele disse: ‘não se segure, bata em mim’. Eu disse que não poderia fazer aquilo. Queria muito fazer aquele papel e sabia que bater no astro não me ajudaria, mas ele ficou me pressionando para bater. Finalmente eu disse: ok”, contou Shavers a Ralph Wiley, em coluna da ESPN norte-americana.

“Dei um soco na região onde fica o fígado dos boxeadores. Não sei nada sobre atores, mas se eles têm fígado, provavelmente ficam no mesmo lugar”, argumentou o pugilista. “Stallone parou a luta e pediu ajuda para sair do ringue, curvando-se e indo para algum lugar. Logo depois ele avisou que não poderiam me usar no filme. Acho que estraguei tudo”, contou Shavers.

O boxeador era uma opção para interpretar James “Clubber” Lang, mas o papel acabou ficando com o ator Mr. T.

O soco no fígado de Stallone, pelo jeito, atrapalhou as pretensões de Shavers no cinema, mas aumentou a lenda sobre a potência de seu direto. Shavers disputou duas vezes o título mundial, perdendo para Ali e Holmes. Ambos, no entanto, admitiram que sofreram muito com os golpes do grandalhão careca. Eles e as vítimas de suas 74 vitórias.

Além de Sylvester Stallone, claro.

 

 

 

Fontes:

Espn

UOL

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Confira o calendário com algumas das maiores estreias do cinema em 2016

Para você que gosta de cinema, segue uma lista das grandes estreias do ano que se inicia. Fique atento, reserve espaço na sua agenda, e grana em seu bolso. Há muita coisa boa vindo por aí, como Batman Vs. Superman, Capitão América 3, Independence Day 2, Kung Fu Panda 3, Star Trek 3, entre outros!

4 de fevereiro: O Regresso (The Revenant, 2015)
No século 19, o explorador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) comanda uma ação no rio Missouri, EUA. No local ele acaba sendo atacado por um urso e seu filho morre. Em vez de ajudarem, os trabalhadores que o acompanhavam o deixam à própria sorte. Para a surpresa do grupo, o explorador sobreviveu e ele está sedento por vingança. O Leo di Caprio é uma grande aposta para receber o Oscar de melhor ator por seu desempenho nesse filme.

11 de fevereiro: Deadpool (Idem, 2016)
O mercenário Wade Wilson (Ryan Reynolds) é um anti-herói do universo Marvel, conhecido como Deadpool. Depois de ser submetido a um experimento para ganhar fator de cura, o mercenário tagarela, armado com suas habilidades e um senso de humor negro, vai atrás do homem que quase destruiu sua vida.

18 de fevereiro: Zootopia – Essa Cidade é o Bicho (Zootopia, 2016) – animação da Disney
Habitante de Zootopia, Nick Wilde, uma raposa falastrona, é acusada por um crime que não cometeu e foge. A melhor policial da cidade, uma coelha, segue seu rastro implacavelmente determinada a fazer justiça, mas os dois inimigos acabam se unindo ao se verem vítimas de uma grande conspiração. Outra grande aposta do ano, desta vez da Disney.

3 de março: Kung Fu Panda 3 (Idem, 2016)
O desajeitado urso panda Po (dublado originalmente por Jack Black), segue sua jornada ao lado do mestre Shifu (Dustin Hoffman), Tigresa (Angelina Jolie), Macaco (Jackie Chan), Víbora (Lucy Liu) e Louva-Deus (Seth Rogen). O grupo precisa enfrentar uma força sobrenatural e Po vai finalmente conhecer o seu pai verdadeiro, que havia sumido.

17 de março: A Série Divergente – Convergente (The Divergent Series: Allegiant, 2016)
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Pior (Shailene Woodley) acreditou um dia, desmoronou, destruída pela violência e por disputas de poder. Agora, Tris terá de lidar com novos desafios e se vê mais uma vez forçada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

24 de março: Batman Vs. Superman – A Origem da Justiça (Batman v Superman: Dawn Of Justice, 2016)
Após os eventos de O Homem de Aço, Superman (Henry Cavill) divide a opinião da população mundial. Enquanto muitos contam com ele como herói e principal salvador, vários outros não concordam com sua permanência no planeta. Bruce Wayne (Ben Affleck) está do lado dos inimigos de Clark Kent e decide usar sua força de Batman para enfrentá-lo. Enquanto os dois brigam, porém, uma nova ameaça ganha força. O trailer já está rodando nas nossas telas.

14 de abril: Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book, 2016)
Baseado na série literária de Rudyard Kipling, a trama gira em torno do jovem Mogli (Neel Sethi), garoto de origem indiana que foi criado por lobos em pela selva, contando apenas com a companhia de um urso e uma pantera negra. Mais um aguardado lançamento da Disney.

28 de abril: Capitão América 3 – Guerra Civil (Captain America: Civil War, 2016)
Os fãs da Marvel esperam este filme com ansiedade. O Capitão América (Chris Evans) lidera a nova equipe dos Vingadores em seus esforços para manter a humanidade em segurança. Depois que outro incidente internacional envolvendo os Vingadores causa danos consideráveis, o aumento da pressão política resulta na implementação de um sistema de responsabilidade e um conselho governamental. O ato divide as opiniões, originando duas facções. Uma se alia ao Capitão América, sem a interferência do governo. Já a segunda é liderada pelo Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), que decide apoiar as decisões governamentais.

19 de maio: X-Men – Apocalypse (X-Men: Apocalypse, 2016)
A Marvel, agora da Disney, também fez altas apostas neste filme. En Sabah Nur, mais conhecido como Apocalipse, se considera o mutante mais antigo que existe. O vilão retorna com planos de mergulhar o mundo em um apocalipse para garantir a supremacia. Hora de reunir os X-Men para enfrentar a ameaça global.

9 de junho: Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos (Warcraft, 2016)
A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.

9 de junho: Truque de Mestre 2: O 2º Ato (Now You See Me 2, 2016)
Após enganar o FBI um ano antes, o grupo de mágicos é forçado a se reunir mais uma vez e realizar uma nova série de golpes elaborados que culminarão na maior ilusão que já fizeram até agora.

23 de junho: Independence Day – O Ressurgimento (Independence Day: Resurgence, 2016)
Depois da destruição que alienígenas fizeram 20 anos atrás, a população mundial sempre soube que um dia eles voltariam. O governo americano se prepara para um novo ataque usando a tecnologia alienígena recuperada no primeiro ataque. Mas isso não é o suficiente e as pessoas se unem para lutar mais uma vez pela liberdade e evitar a aniquilação.

14 de julho: As Caça-Fantasmas (Ghostbusters, 2016)
Na Universidade de Columbia, um grupo de estudantes de física realiza experiências avançadas sobre as dimensões da existência. Mas quando os testes dão errado, um grupo de caça-fantasmas formado por Erin (Kristen Wiig), Abby (Melissa McCarthy), Jillian (Kate McKinnon) e Patty (Leslie Jones) precisa solucionar este caso.

1 de julho: A Lenda de Tarzan (The Legend of Tarzan, 2016)
Releitura da clássica lenda de Tarzan, na qual um pequeno garoto órfão é criado na selva, e mais tarde tenta se adaptar à vida entre os humanos. Na década de 30, Tarzan (Alexander Skarsgård), aclimatado à vida em Londres com sua esposa Jane (Margot Robbie), é chamado para retornar à selva onde passou a maior parte da sua vida onde servirá como um emissário do Parlamento Britânico. O vilão é o Capitão Ron (Christoph Waltz).

21 de julho: Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond, 2016)
Após sofrerem com a ira de John Harrison/Khan (Benedict Cumberbatch), Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Sulu (John Cho), Chekov (Anton Yelchin) e Scotty (Simon Pegg) retornam à Enterprise para uma nova e difícil aventura intergaláctica.

4 de agosto: O Esquadrão Suicida (Suicide Squad, 2016)
Reuna um time dos super vilões mais perigosos já encarcerados, dê a eles o arsenal mais poderoso do qual o governo dispõe e os envie a uma missão para derrotar uma entidade enigmática e insuperável que a agente governamental Amanda Waller (Viola Davis) decidiu que só pode ser vencida por indivíduos desprezíveis e com nada a perder. Então, assim que o improvável time percebe que eles não foram escolhidos para vencerem, e sim para falharem inevitavelmente, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando concluir a missão ou decidem que é cada um por si?

3 de novembro: Doutor Estranho (Doctor Strange, 2016)
O neurocirurgião Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) sofre um acidente e como sequela ele perde a habilidade com as mãos. Desesperado para voltar a ser um médico de prestígio, Stephen vai ao Himalaia em busca de cura e lá se torna aprendiz de um mestre, que o ajuda a se tornar o grande mago.

15 de dezembro: Star Wars – Rogue One (Rogue One: A Star Wars Story, 2016)
No primeiro filme derivado da franquia Star Wars, guerreiros rebeldes partem em missão para roubar os planos da Estrela da Morte e trazer nova esperança para a galáxia. A história se passa antes dos eventos do episódio IV “A Nova Esperança”, então Darth Vader deve aparecer nesse filme!

 

 

 

 

 

 

 

 

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Atores que passaram por mudanças drásticas para interpretar personagens

Não é de hoje que alguns atores fazem tudo, ou quase tudo, em nome da arte. Tom Cruise, por exemplo, costuma dispensar os dublês e gosta de ele mesmo realizar as cenas mais perigosas.. Para desespero de seu agente e de sua companhia de seguros!

Outros atores não se furtam em passar por mudanças profundas, muitas vezes ficando irreconhecíveis para seus fãs. Veja alguns deles:

Para interpretar o assassino de John Lennon no filme “Chapter 27” (2007), o ator Jared Leto engordou 28 quilos. O esforço foi tanto que ele precisou usar cadeira de rodas para se locomover. Parece que ele é muito adepto dessas profundas alterações, porque, anos mais tarde, até ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante em 2014, pelo seu papel de travesti em “Clube de Compras Dallas”.
E lá vem ele de novo, totalmente diferente, vivendo o vilão Coringa no filme “Esquadrão Suicida”, que estreia em 2016:
Lembra do Matthew Fox, que ficou famoso por interpretar o Jack na série Lost? Ele emagreceu 18 quilos e ganhou muita massa muscular para viver um serial killer no filme “A Sombra do Inimigo” de 2012. E olha, ele convence!
A deusa Charlize Theron viveu a serial killer Aileen Wuornos no filme “Monster – Desejo Assassino”, de 2003. Ela engordou 13 kg, usou uma dentadura e raspou as sobrancelhas. O esforço lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz naquele ano.
Outro que não hesita em passar por essas transformações é o Christian Bale, de quem sou fã. Quando ganhou o cobiçado papel de Batman, para o primeiro filme da trilogia de Christopher Nolan, “Batman Begins” (2005), ele precisou se esforçar para recuperar os músculos e ganhar peso para ter o porte do herói.
Mas aí ele precisou emagrecer drasticamente em 2010 para interpretar Dicky Eklund no filme “O Vencedor”, excelente. A ótima atuação lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
E em “Trapaça”, em 2013, ele se transformou de novo, está barrigudo, careca…
Mas eu acho que a mais notável de todas essas mudanças foi a de Robert de Niro em 1980, para fazer o clássico “O Touro Indomável”. Primeiro, ele treinou pesado para ficar com o porte físico do lutador Jake LaMotta:
Só que o filme mostra os anos de decadência do lutador, também, e na segunda parte da película, Robert de Niro precisou engordar 31 quilos. O filme é espetacular e De Niro ganho o Oscar de Melhor Ator por essa interpretação.
A gente não imagina o que esses atores precisam passar para nos entreter, não é mesmo?
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Meu Malvado Favorito e os Minions

No mundo da animação, acho que as novidades mais criativas estão vindo da Universal: “Despicable Me”, Meu Malvado Favorito.

Claro que os filmes da franquia não teriam todo o sucesso que tiveram se não houvessem os Minions, que roubaram a cena nos dois filmes e que, em 2015, irão estrelar um terceiro, que conta como eles conheceram o ex-vilão Gru.

O conceito original veio de um ex-animador da Disney, Sergio Pablos, que depois de trabalhar em “Hercules” e “Tarzan”, desenvolveu a ideia de um supervilão que descobre sua humanidade depois de adotar três adoráveis órfãs. Pablos apresentou a ideia a um novo estúdio, de ex-executivos da 20th Century Fox, que chamaram para dirigir um animador francês, Pierre Coffin, e seu colega americano Chris Renaud, até então desconhecidos em Hollywood.

O resto é história: os filmes foram um sucesso e os Minions tomaram conta do mundo como há muito não se via. Eles estão em todos os lugares, literalmente:

       

E os Minions também estão no mundo das celebridades:

O filme “Meu Malvado Favorito 2” trouxe ainda um hit musical instantâneo, “Happy”, composto especialmente por Pharrell Williams. É o tipo da música que não se consegue ouvir parado. Confira:

E, no lançamento do Blu-ray, veio como extra um curta-metragem estrelado pelos minions que é um dos desenhos mais fofinhos dos últimos anos:

A Universal finalmente se colocou ao lado das gigantes da animação moderna, como Disney/Pixar e Dreamworks. Agora a coisa vai ficar boa, para quem admira produções talentosas e criativas.

 

 

 

 

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Oscar 2014 e as gafes memoráveis

Adoro cinema e tudo que se relaciona a ele: efeitos especiais, roteiros, diretores, atores, animação, histórias… Tem tudo isso na cerimônia de entrega do prêmio Oscar, o mais cobiçado do cinema mundial. Tudo bem que é uma cerimônia chata, interminável, e a deste ano foi especialmente enfadonha porque não houve surpresas. Os favoritos venceram, houve o injustiçado de praxe (Leonardo di Caprio não venceu, pra variar), mas o que certamente deverá ser lembrado foram as gafes.

"E é aqui onde eu colocaria o meu Oscar.. se eu tivesse um": meme satiriza Leonardo DiCaprio, que saiu de mais uma creimônia do Oscar sem ser premiado

A premiação foi tão chata que só anotei 5 gafes. Imagine só, um programa ao vivo que dura mais de três horas e só aconteceram 5 gafes importantes! Mas vamos a elas, que valem a pena:

1. A Jennifer Lawrence tropeçou de novo!

No ano passado ela se estabacou nos degraus ao subir ao palco para receber seu Oscar de melhor atriz. Desta vez, ela caiu logo ao descer do carro, no tapete vermelho. A apresentadora Ellen Degeneres brincou, dizendo que se ela ganhasse este ano, eles iriam entregar o troféu a ela na poltrona…

2. O Benedict Cumberbatch photobombou a Ellen

O termo “photobomb” se refere a algo ou alguém que aparece inesperadamente em uma foto, provocando um efeito engraçado ou bizarro. Em nosso caso, a Ellen estava querendo fazer um “selfie” com o astro do filme “12 Anos de Escravidão”(que ganhou o Oscar de melhor filme mais tarde)  e o mala apareceu de surpresa. Benedict já tinha feito a mesma coisa em outras fotos no tapete vermelho. A linha entre diversão e infantilidade é muito tênue, mesmo.

3. Ellen DeGeneres detona Liza Minnelli

Essa foi cruel. A apresentadora brincou com o fato, segundo ela, de que a Liza está com cara de drag queen: “Acho que é um dos melhores imitadores de Liza Minelli que já vi na vida. Bom trabalho, senhor”. Tudo bem que a veterana atriz fez quinhentas mil plásticas que não deram muito certo, mas foi grosseria demais.

4. Harrison Ford morrendo de fome

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Todo o carisma de Ford como Han Solo ou Indiana Jones deve ser atuação, não é possível. Sempre que o vejo fora das telas, ele está enfezado. Aconteceu de novo: Ford apresentou os concorrentes a não-me-lembro-qual-prêmio com cara fechada, mostrando que deve ser o cara mais mal-humorado do mundo. Mas na hora da pizza*, ele esqueceu sua ranhetice e se levantou lépido para pegar uma fatia – e nem deu gorjeta pro moço… (muitos deram, e a soma das gorjetas foi de mil dólares!)

* O lance da pizza foi o seguinte: o pessoal sabe que a cerimônia é longa e eles nem se preocupam em comer um pingado com pão e manteiga antes para forrar o estômago e aguentar o tranco até o Governor’s Ball, jantar que acontece depois do Oscar e onde eles se esbaldam (desta vez, consumiram 4.000 camarões e 1.400 garrafas de champanhe – e isso só de entrada!). Pois bem, atenta às barrigas roncando, Ellen Degeneres mandou trazer três pizzas pra turma, e os astros desceram de seus egos e mandaram bala, bem estilo churrasco na laje.

5. O melhor de todos: John Travolta!

Ninguém sabe se ele estava breaco, se tinha cheirado, se é disléxico ou se não está enxergando bem pra ler o teleprompter (eu aposto na última opção, vejam os olhinhos apertados, como o das pessoas que não usam óculos e querem ler de longe). O fato é que, na hora de apresentar mais uma concorrente ao Oscar de melhor canção, da animação “Frozen” (e que ganhou!), ele se enrolou todo na difícil tarefa de anunciar o nome da intérprete, a famosa estrela da Broadway Idina Menzel. Tudo bem que não é um nome tão fácil de pronunciar como… Hã… John Travolta, por exemplo, mas ele misturou as letras e chamou… “A fabulosamente talentosa… A primeira e única… ADELE DAZIM!”

Claro que isso rendeu um monte de piadas. A primeira foi de alguém que abriu uma conta no Twitter como “Adele Dazeem” e agradeceu a ele:

Adela Dazeem ‏@AdelaDazeem  Mar 3

THANK YOU, JORN TROMOLTO!

Depois, seguiu-se uma interessante especulação: como ele “travoltizaria” os nomes de artistas brasileiros?


Podiam convidar o Sr. Travolta para ser o apresentador do Oscar 2015! Vamos começar uma petição no Facebook?