Notívago, Obama passa horas sozinho na Casa Branca

Os e-mails chegam tarde, muitas vezes depois da 1h, digitados em um BlackBerry seguro, de um endereço eletrônico que poucas pessoas conhecem. Os destinatários exaustos sabem que, mais uma vez, o chefe ainda não foi dormir.

As interrupções tardias do presidente Barack Obama podem ser perguntas em termos precisos sobre memorandos que ele leu. Às vezes são provocações porque o time do destinatário simplesmente perdeu. No mês passado foi um e-mail à 0h30 para Ben Rhodes, o vice-assessor de Segurança Nacional, e Denis McDonough, o chefe de gabinete da Casa Branca, dizendo-lhes que ele tinha acabado de revisar o esboço feito pelo redator de discursos dos comentários presidenciais para aquela manhã.

Obama havia passado três horas rabiscando a mão em um bloco amarelo uma irritada condenação à reação de Donald Trump ao ataque em Orlando, na Flórida, e disse a seus assessores que poderiam pegar sua revisão no escritório da Casa Branca quando chegassem para trabalhar.

Obama chama a si mesmo de “um homem noturno”, e como presidente passou a considerar as longas e solitárias horas após anoitecer como tão essenciais quanto seu tempo no Salão Oval. Quase todas as noites em que está na Casa Branca, Obama janta às 18h30 com sua mulher e suas filhas e então se retira para a Sala de Tratados, seu escritório particular no mesmo corredor de seu quarto, no segundo andar da residência na Casa Branca.

Lá, segundo seus assessores mais próximos, passa de quatro a cinco horas praticamente sozinho. Ele revisa discursos, lê a pilha de comunicados entregues às 8h pelo secretário de Gabinete do Conselho de Segurança Nacional, lê dez cartas de americanos escolhidas diariamente por sua equipe.

O presidente também assiste à ESPN, lê romances ou joga Words With Friends em seu iPad. Michelle Obama às vezes aparece, mas ela vai dormir antes do presidente, que fica acordado até tão tarde que mal consegue dormir cinco horas por noite. Para Obama, o tempo sozinho se tornou mais importante. O presidente George W. Bush, que levantava cedo, ia dormir às 22h. O presidente Bill Clinton ficava acordado até tarde, como Obama, mas passava o tempo em longas conversas ao telefone com amigos e aliados políticos, obrigando os assessores a verificar os registros de ligações da Casa Branca de manhã para saber com quem o presidente havia falado na noite anterior.

Quando Obama chegou à Casa Branca pela primeira vez, sua rotina após o jantar começava por volta das 19h15 na Sala de Jogos, no terceiro andar da residência.

Lá, em uma velha mesa de bilhar, Obama e Sam Kass, então cozinheiro pessoal da família Obama, passavam 45 minutos jogando.

Naquele tempo, o presidente dava sequência ao bilhar com a rotina de pôr as filhas na cama para dormir. Hoje que as duas estão adolescentes, Obama vai diretamente para a Sala de Tratados, cujo nome vem dos muitos documentos históricos que foram assinados ali, incluindo o protocolo de paz que terminou com a Guerra Hispano-Americana em 1898.

Por volta das 20h, ele recebe o livro de briefings diários do presidente, encadernado em couro —um grande volume acompanhado de uma grande pilha de pastas com memorandos e documentos de todo o governo, que exigem a atenção do presidente. “Uma quantidade insana de papel”, disse Kass.

“Ele lê todos os papéis que recebe”, disse Tom Donilon, que foi assessor de Segurança Nacional do presidente de 2010 a 2013. “Você chega de manhã e lá estão perguntas, anotações, decisões.”

Nem tudo o que acontece na Sala de Tratados é trabalho. Além de jogar Words With Friends, um jogo online parecido com palavras-cruzadas, Obama aumenta o volume da televisão para os grandes jogos esportivos.

O presidente também usa o tempo para acompanhar as notícias, folhear “The New York Times”, “The Washington Post” e “The Wall Street Journal” em seu iPad ou assistir à TV a cabo. Obama e sua mulher também são fãs de seriados na TV, como “Boardwalk Empire”, “Game of Thrones” e “Breaking Bad”. Nas noites de sexta-feira —noite de cinema na Casa Branca—, Obama e sua família costumam ficar no Cinema Familiar, uma sala de projeção com 40 lugares no primeiro andar da Ala Leste, assistindo a filmes inéditos que escolhem e são enviados pela Associação de Produtores de Cinema da América.

Agora Obama, que terá mais seis meses de noites solitárias na Sala de Tratados, parece aguardar o fim. Quando sair da Casa Branca, disse ele em março em uma oração no café da manhã de Páscoa na Sala de Jantar de Estado, “vou tirar três ou quatro meses só para dormir”.

 

Fonte:

The New York Times

Espionagem? Ou apenas escândalo sexual?

No mesmo momento em que o penúltimo filme de James Bond, Skyfall, se mostrou um enorme sucesso nas bilheterias, um escândalo envolvendo um espião, no caso, o espião-chefe da CIA, abalou os Estados Unidos.

O general da reserva David Petraeus, diretor da CIA, caiu alguns dias depois da reeleição de Obama, demitido por causa de uma relação extraconjugal.

A carreira de David Petraeus, 60 anos, parece ser a própria imagem da disciplina e do rigor

Herói da Guerra do Vietnã e responsável por estabilizar o Iraque depois da invasão americana ordenada por George Bush, reduzindo drasticamente a violência – sem o que a retirada militar de 2011 não teria sido possível – o general já estava vivendo  em meio às investigações sobre o trabalho da CIA após o ataque ao consulado americano em Benghazi (leste da Líbia), que matou o embaixador e três funcionários americanos.

Paula Broadwell, na foto abaixo com o general no Afeganistão, casada com um radiologista e mãe de dois filhos, ex-major do Exército dos Estados Unidos, graduada em Harvard e na Academia Militar de West Point, se tornou especialista em combate ao terrorismo. Foi ao escrever a biografia do chefe da CIA, um dos generais mais prestigiados da história recente americana, que ela iniciou com ele uma relação que acabou com a sua carreira e manchou a reputação de Petraeus.

(2011) Petraeus e Paula posam no Afeganistão

O FBI iniciou uma investigação e revistou a casa de Paula porque todos se perguntavam: Qual era a verdadeira natureza de seu relacionamento com Petraeus? Por que chegou a enviar e-mails ameaçando uma segunda mulher, que era vista como uma potencial rival? Foi essa mulher que pediu ajuda ao FBI por causa das ameaças e isso desencadeou o escândalo.

Todos temiam que a segurança nacional do país estivesse em perigo, pois Broadwell teve acesso a informações confidenciais da CIA, seja escrevendo a biografia do general, seja em seus encontros secretos… Sem contar que ele, como espião-mor dos EUA, poderia ser chantageado. Mas as investigações nada revelaram nesse sentido, ao menos até agora: o general foi reformado e se diz arrasado com o fim da carreira, enquanto Broadwell diz que se arrependeu do relacionamento com ele.

Esse escândalo com toques de adultério e espionagem faz lembrar outro escândalo famoso, o Caso Profumo nos anos 1960, na Inglaterra, em meio à guerra-fria (veja aqui). Na época, os inimigos eram mais visíveis, eram países e não organizações terroristas sem bandeira, e a coisa toda era mais preto no branco.

Hoje, o inimigo é invisível e está oculto nas sombras.

As 5 coisas que os jovens nunca irão compreender

Essa dica me foi passada por uma amiga e achei muito legal, por isso compartilho com vocês o que apurei.  O post se encaixa naquele tipo de “listas” que surgem em todos os finais de ano, quando compilamos as listas dos melhores, dos piores, dos mais bizarros, dos mais elegantes, das mais feias… Aqui, é uma lista  das 5 coisas que os jovens jamais irão compreender.  E que faziam parte de nossas vidas há apenas 10 ou 15 anos! Surpreenda-se como a tecnologia anda mais rápido do que se pensa!

1. O disquete

Esqueça-se do fato de que ele só armazenava 1.4 Mb de informação, e que hoje temos pendrives com a capacidade de 1 terabyte… Houve um tempo quando esse pobre e humilde disquete podia salvar (ou destruir) o mundo –  ao menos nos filmes e desenhos animados…

2. O videocassete

Esse é mesmo difícil de compreender, porque não se tratava apenas de “enfiar um cartucho no aparelho e assistir um filme”. Era todo um ritual que exigia preparação prévia e certa logística, coisas que num mundo onde você só precisa assinar um serviço on-demand e seu filme está instantaneamente disponível, realmente parecem pré-históricas.

O ritual começava antes de você se sentar na poltrona com a pipoca e o guaraná. Começava lá atrás,  vasculhando as prateleiras da loja de aluguel de vídeos. “O quê?” perguntaria assustado um jovem de hoje. “Vocês alugavam vídeos?”

Sim, caro incrédulo. Eram lojas enormes, quase um supermercado, com as prateleiras abarrotadas de cartuchos VHS, com filmes separados por categorias: lançamentos, comédias, eróticos, infantis, clássicos… Você escolhia o que queria, ia para o caixa e, na fila, ficava olhando com inveja o cara da sua frente, com uma pilha de vídeos de lançamento, todos aqueles que você queria ver mas já não tinham mais cópias disponíveis.  Enquanto esperava, passava por ofertas tentadoras: pipocas de microondas, batatas Pringles, geladeiras de Coca-Cola, geladeiras de sorvetes Haagen-Dazs… E quando chegava na sua vez, não iria apenas pagar pelos filmes alugados, mas por 4 refrigerantes, dois sorvetes, cinco pacotes de pipoca, etc etc.

A segunda etapa do ritual era chegar em casa,  e enquanto sua esposa/namorada/amiga trazia o balde de pipoca quentinha e o refrigerante gelado, você ligava a TV e inseria o filme no videocassete, voltando correndo para o sofá. Os jovens nunca irão compreender a sensação que a gente sentia, depois de acomodados, de erguer os olhos e ver isto:

Explicando: era assim a imagem dos filmes em VHS, depois de terem sido alugados trocentas vezes por outros associados da videolocadora…

Se o vídeo estava bichado, ou seja, travava e não rodava, a terceira etapa era tirar o cartucho do filme do videocassete. Os jovens também nunca irão compreender qual era a sensação de ver isto acontecer quando você puxava a fita:

Sim, assistir filmes em casa era uma aventura!

3. A internet discada

Pois é, lembra-se de quando a gente tinha que usar a linha telefônica e discar para o provedor da internet para podermos navegar, ou simplesmente lermos nossos e-mails? Os jovens nunca irão entender a emoção que sentíamos ao ouvir o som da discagem do número do provedor, o coração batendo mais rápido na ansiedade de conseguir completar uma conexão de internet!

A internet discada era causa de diversos conflitos familiares, porque quando você PRECISAVA fazer a conexão na internet NAQUELA hora, a sua mãe/ irmã/pai/ avô estava usando a linha no mesmo instante!

Mas depois de completar a conexão, a coisa não era assim simples. Além de a própria conexão ser muito lenta, os computadores também levavam séculos para dar o boot, para mudar de página, para baixar uma imagem… Essa é outra coisa que os jovens nunca irão compreender… O tempo que levava para abrir uma imagem…

4. Uma enciclopédia

Ah, ah, ah! Pobres jovens de hoje. Nunca viverão a experiência de ter que manusear 32 volumes da Enciclopédia Britânica em busca daquele verbete que poderia responder à questão da prova!

A gente nem precisava ir à academia fazer musculação. Era um verdadeiro exercício físico puxar da estante e carregar para a mesa cada um desses volumes e folhear as 30 mil páginas. Hoje, essa informação o jovem consegue na ponta do dedo.

5. Um mundo sem smartphones

Era um mundo sem graça, mesmo.  Não dava pra ficar postando no Facebook ou usando o Whatssap ou mandando fotos pelo Instagram, porque não existiam smartphones. Era muito chato, todo mundo vivia desconectado! Hoje, não…

              

Hoje todo mundo interage, não é mesmo?

Seja jantando, no metrô, durante os passeios, com a namorada ou namorado…

Os piores selfies da História, e os mais divertidos

Você sabe o que é um “selfie”? É uma palavra nova que inventaram para designar o bom e velho autorretrato, só que não. Selfie tem que ser tirado com uma câmera digital ou um celular, senão ele não é um selfie digno do nome… Talvez a imagem que tenha de fato difundido o termo “selfie” no mundo todo foi aquela famosa do Obama no funeral de Nelson Mandela e que, dizem as más línguas, causou um certo furor em casa mais tarde…

Pela cara da Michelle na foto acima, há grandes probabilidades de que o tempo tenha esquentado mesmo. Se o pobre Obama tivesse postado seu selfie no day after, talvez fosse assim:

O termo “selfie” ganhou até um verbete no dicionário Oxford, e passou a definir então “uma foto tirada de si mesmo com celulares para publicação em redes sociais”. Com a infinidade de aplicativos que surgiram, como o Instagram, Facetune, CamMe e muitos outros, que até têm disparo automático de fotos e correções de imperfeições na pele, os selfies viraram uma praga. Em sites brasileiros como Ego, nossas subcelebridades alimentam seu ego com fotos como essas:

(desculpem, mas não faço ideia quem é a moça)

Você pode tirar seu selfie em qualquer lugar, mas por alguma razão o banheiro é o local preferido. 11 entre 10 pessoas tiram as fotos em frente ao espelho:

Untitled-2

A praga se disseminou de tal maneira que já existe uma tentativa de criar um “manual de etiqueta’ para os selfies. Uma lista do que você NÃO deve fazer quando sentir vontade de esticar o braço e fazer aquele biquinho para a câmera. Veja algumas dicas para NÃO fazer um selfie:

Um selfie com as cinzas da avó – tudo bem, as pessoas sabem o quanto você gostava da nona, mas não pega bem. Isso vale também para um funeral, não importa o quanto você se produziu para ir ao velório.

2417BCEB00000578-0-Affront_The_smiling_sunbather_posted_Spending_time_with_my_nana_-m-3_1419542919197

Selfie com bichinhos – sim, animais são fofinhos e tudo, mas não precisam de fotos com os donos, não é? Basta uma foto dos próprios. Um selfie autorizado é aquele onde acontece alguma coisa inesperada, aí sim!

Selfie ao acordar – ahã, a gente acredita que você não levou uma hora se produzindo antes de tirar essa foto.

Bico de Pato – sério que ainda está nessa?

Num incêndio, use o celular pra chamar os bombeiros antes – parece uma coisa óbvia, mas o mundo está cheio de gente sem noção: “Olha, aquele prédio está pegando fogo! Que ótima oportunidade para fazer um selfie!”  .

E a dica mais básica de todas: se você não resiste e tem que fazer sua foto, procure pensar o selfie antes de clicar, e usar sua autocrítica – se tiver – para evitar fiascos épicos como estes:

Screen shot 2013-03-20 at 2.48.42 PM

fail-selfies6

cp-pix-422-break-editors-are-hacks-9

Epic Fail Selfies (12)

selfie mums

Maaasss… Sempre tem um “mas”, há selfies criativos e muito divertidos, mesmo que alguns tenham sido tirados sem querer ou usado outros recursos para criá-los. Isso confirma aquilo que eu sempre digo: ainda há esperança!

Tudo bem, as coisas podem ficar estranhas.

E, pra finalizar…

Fotos reveladoras de celebridades… E outras fotos incríveis!

As fotos abaixo, muitas delas nunca divulgadas antes, revelam facetas da personalidade ou momentos importantes de pessoas famosas e capturam a essência de eras passadas. Tenho certeza de que muitas delas irão surpreender você, com flagrantes curiosos, intrigantes e emocionantes. Por isso fotografia é uma arte tão especial: ela ajuda a capturar um momento e gravá-lo para sempre!

Obama no time de basquete do colégio onde estudou, em Honolulu, Havaí.

Schwarza quando chegou a Nova York, em 1968, e ficou besta com os edifícios altíssimos!

Os Beatles instantes antes de tirar sua mais icônica foto, para o álbum “Abbey Road”.

Falando em Beatles, aqui estão eles em Hamburgo, 1961, ainda com Pete Best na bateria, pouco antes do Ringo entrar na banda.

Já que falei dos Beatles, não posso deixar de mencionar os Rolling Stones, nesta foto em 1963.

Já que falei dos Beatles, não posso deixar de mencionar os Rolling Stones, nesta foto em 1963.

Bruce Lee em 1958, dançando cha-cha-cha. Ele foi um tremendo pé-de-valsa, campeão de um concurso desse ritmo em Hong Kong, naquele mesmo ano. Além de campeão de dança e mestre em artes marciais, Lee ainda era excelente boxeador!

Bruce Lee em 1958, dançando cha-cha-cha. Ele foi um tremendo pé-de-valsa, campeão de um concurso desse ritmo em Hong Kong, naquele mesmo ano. Além de campeão de dança e mestre em artes marciais, Lee ainda era excelente boxeador!

Bastidores da famosa cena de Batman e Robin escalando um edifício, da série de TV de 1966.

Bastidores da famosa cena de Batman e Robin escalando um edifício, da série de TV de 1966.

Como a cena ficou na TV.

Como a cena ficou na TV.

Adam West (Batman) e Leonard Nemoy (Spock) na bateria.

Adam West (Batman) e Leonard Nimoy (Spock) na bateria.

John Kennedy em Dallas, 1964, minutos antes de ser baleado.

John Kennedy em Dallas, 1964, minutos antes de ser baleado.

A última foto do Titanic, tirada em 1912, quando zarpava para sua trágica viagem.

Sean Connery e Ian Fleming (à esquerda na foto) no set do primeiro filme de James Bond, “O Satânico Dr. No”, em 1961. Fleming, criador do personagem, não queria Connery no papel. A lista de atores que ele escolhera incluía Cary Grant, David Niven, James Mason, Patrick McGoohan, Rex Harrison e Richard Burton, mas todos eram caros demais. Ele só foi conhecer Connery durante as filmagens…

Os mais antigos desenhos conhecidos do Mickey, feitos por Ub Iwerks entre fins de 1927 e início de 1928, depois de uma reunião com Walt Disney e seu irmão Roy, na qual definiram as características do personagem.

Anúncio numa revista nos Estados Unidos do começo dos anos 1980, falando do lançamento de um supercomputador com 10 Mb, pelo equivalente em dólares a “apenas” R$ 19.000,00…

A foto, de 1905, mostra o primeiro carregamento de bananas (3.000 quilos) a chegar à Noruega. Até então, as pessoas não encontravam muitos produtos, frutas ou verduras que não fossem produzidos ou cultivados localmente. Hoje, a Noruega é o segundo mercado importador de bananas na Europa, depois do Reino Unido.

O primeiro selfie no espaço foi tirado em 1966, pelo astronauta americano Buzz Aldrin durante a missão da Gemini XII. Três anos mais tarde, na missão Apolo XI, ele pisou na Lua.

O então presidente George W. Bush recebendo a notícia de que os aviões sequestrados por terroristas tinham derrubado o World Trade Center em Nova York, no fatídico 11 de setembro de 2001.

Hitler (de costas, o segundo da direita para a esquerda) inspeciona em 1941 a maior arma jamais construída na História, o supercanhão Dora.

O supercanhão pesava espantosas 1350 toneladas, media 47,3 metros de comprimento, 7,1 metros de largura e 11,6 metros de altura. Este colosso, com um cano de 32,48 metros, podia arremessar dois tipos de projétil: uma granada de alto explosivo de 4,8 toneladas que viajava a 820m/s e com um alcance de 48Km, e uma granada anticoncreto de 7 toneladas que podia atingir um alvo a 38Km de distância em menos de um minuto.

A deusa Marilyn Monroe entretendo as tropas americanas estacionadas na Coreia, em fevereiro de 1954.

Casal vitoriano passeando de bicicleta em 1890.

Annette Kellerman foi uma nadadora, atriz de cinema, escritora e defensora da natação profissional australiana. Kellerman ficou famosa por defender os direitos das mulheres usarem maiôs de uma peça, o que era um escândalo na época. No início de 1900, as mulheres usavam pesadas combinações e calças quando nadavam. Em 1907, no auge de sua popularidade, Kellerman criou um maiô de uma peça e foi presa por atentado ao pudor. A popularidade de seus maiôs de uma peça resultou na sua própria linha de roupa de banho para mulheres. 

O Ronald McDonald original, de 1963!

1961. Lanchonete dos funcionários da Disneylândia.

O que sobrou de um incêndio no Museu de Cera de Madame Tussaud em Londres, 1930.

O clone perfeito

A ideia deste post veio de minha prima Eliete Tonon, e que me enviou umas fotos bizarras de sósias de celebridades. Elas meio que confirmam aquela frase que a gente ouve sempre: “Nossa! Você é a cara de fulano! É parente dele?”

Bem, eu devo ter um rosto meio padrão, porque sempre vejo alguém me olhando meio de lado, com aquela expressão de “onde mesmo que eu vi esse cara”? Bem, o fato é que lendas germânicas contam sobre o Doppelgänger, que seria o nosso sósia perfeito. Ele imita em tudo a pessoa copiada, até mesmo as suas características internas mais profundas. O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa duploréplica ou duplicata) e gänger (andanteambulante ou aquele que vaga). Glup! Será que eu tenho um doppelgänger meu andando por aí?

Espero que não porque, segundo as mesmas lendas, esses seres fantásticos representam o lado negativo, e tentam estimular a pessoa a fazer coisas erradas, influenciando a pessoa a fazer aquilo que normalmente ela não faria. Maass… Existe ainda o contraponto: há teorias que dizem que essa criatura seria um “conselheiro invisível”, que só poderia ser visto pelo indivíduo que o tem.

A ciência tenta explicar a possível existência desses clones perfeitos, de gente que em tudo seria igual a nós – e não apenas fisicamente – como sendo “o mau funcionamento da junção temporoparietal, uma região do cérebro responsável pela integração de sensações táteis, visuais e de posicionamento do corpo, que constantemente chega ao cérebro montando a forma pela qual se entende o mundo e o posicionamento de seu corpo ao que está ao seu redor”. Ainda bem que a ciência explicou, né? Agora, tudo ficou claro para mim…

Bem, seja como for, não há nenhuma evidência de tal criatura, e é possível que os Doppelgängers só estejam mesmo na imaginação das pessoas. Agora, que existem esses clones fisicamente perfeitos, ah, isso existem. Vejam as fotos abaixo, de pessoas sem nenhum parentesco, e que foram encontradas em países diferentes pelo fotógrafo François Brunelle , que mora em Quebec – Canadá, e estuda o rosto humano desde 1968, quando tinha 18 anos e começou sua carreira na fotografia. Ele encontrou essas pessoas em meio aos 7 bilhões de seres humanos que habitam o planeta! Quer dizer, dentre essa multidão, é possível até que existam mais clones, não é?

francbrunelle 1 I’m Not a Look Alike   François Brunelle

francbrunelle 3 I’m Not a Look Alike   François Brunelle

francbrunelle 5 I’m Not a Look Alike   François Brunelle

Francois Brunelle 650x789 Im not a look alike by Francois Brunelle

Agora, bizarras mesmo são as fotos dos clones (Dopplegängers?) das celebridades… Tem gente que tinha seus clones em outros tempos! Será que entramos sem saber, numa realidade paralela? Olha isso:

À esquerda, Jeffrey Dean Morgan, à direita, Javier Bardem.

Most U.S. presidents bring out at least a few strident ...

Ilham Anas (Indonésia) estrela comercias de TV em seu país como Obama.

Chad Smith, do Red Hot Chilli Peppers, e Will Ferrel

E agora, a série de sósias de vidas passadas! Brrr!

O “dopplegänger” do Nicholas Cage lutou na Guerra Civil americana.

O do Justin Timberlake foi um criminoso.

O poeta Henry David Thoreau teria reencarnado em Helen DeGeneres?

O filósofo John Locke é a versão mais velha de Adrian Brody.

Só tenho uma coisa a dizer… Esse negócio de Doppelgänger é assustador!

Fontes:

http://literatortura.com
http://arquivosdoinsolito.blogspot.com.br
http://dsc.discovery.com
http://pt.wikipedia.org
http://paranormal.about.com
http://verenafotografia.wordpress.com
http://minilua.com
http://poptartmagazine.wordpress.com
http://www.businessinsider.com

Os robôs

Os robôs povoam a imaginação dos seres humanos com mais intensidade desde que essa palavra foi inventada na peça de teatro R.U.R., de 1921. De autoria do checo Karel Kapek, a palavra “robô” vem do termo “robota”, que significa trabalho compulsório nas línguas eslavas. R.U.R. são as iniciais de “Rossum’s Universal Robots” e conta a história de um brilhante cientista chamado Rossum que desenvolve uma substância química similar ao protoplasma. Ele utiliza essa substância para a construção de humanoides (robôs), com o intuito de que estes sejam obedientes e realizem todo o trabalho físico. De início, os robôs ficam contentes em servir, mas depois, seu líder se revolta e começa uma batalha com o objetivo de destruir a raça humana.

Eu li essa peça quando foi publicada na íntegra num dos volumes da famosa coleção portuguesa “Argonauta” de livros de bolso, e é sensacional.

Karel Capek

Ilustração dos robôs da RUR, conforme libreto de 1921.

Os robôs, de fato, eram mais parecidos com a moderna definição de clones, uma vez que eram feitos de matéria orgânica. O que importa é que o termo “robô” foi difundido em todo o mundo por conta da extrema popularidade que a peça obteve, e por volta de 1923, ela já havia sido traduzida para mais de 30 línguas.

File:Capek RUR.jpg

A revolta dos robôs, numa encenação de 1922.

Hoje em dia, o conceito de robô é lugar-comum na ficção e também na vida real. Os robôs são comumente utilizados na realização de tarefas em locais mal iluminados, ou na realização de tarefas sujas ou perigosas para os seres humanos. Os robôs industriais utilizados nas linhas de produção são a forma mais comum de robôs, uma situação que está mudando recentemente com a popularização dos robôs comerciais limpadores de pisos e cortadores de grama. Outras aplicações são: tratamento de lixo tóxico, exploração subaquática e espacial, cirurgias, mineração, busca e resgate, e localização de minas terrestres. Os robôs também aparecem nas áreas do entretenimento e tarefas caseiras.

Na área do entretenimento, vimos o presidente Obama interagir com um robô da Honda durante sua recente visita ao Japão:

Sei lá, eu achei meio assustador, aquele robõ olhando para o Obama…

Agora, assustador mesmo foi o que o artista americano Jordan Wolfson construiu, com a ajuda de seus amigos da Spectral Motion: uma dançarina que se exibiu numa galeria em Nova York:

bailarina-animatronica-2

bailarina-animatronica-5

Ele a equipou com tecnologia de reconhecimento facial, e a bailarina então seguia os visitantes enquanto andavam pela sala… Com movimentos perfeitos, revestida de material sintético que simula a pele humana, uma barra de ferro perfurando o peito e um rosto de filme de terror, essa bailarina dá calafrios…