Os vilões domésticos no consumo de energia

Você sabia que muitos  eletrônicos, mesmo desligados, podem gastar energia se estiverem conectados à tomada? Por isso, desconectar o aparelho da corrente elétrica ajuda a economizar dinheiro e proteger o meio ambiente.

Sabemos que o aquecimento global é um problema de grande escala e que deve ser combatido – e a produção de energia elétrica emite grandes quantidades de CO2 na atmosfera. Mesmo sabendo disso,  deixar o notebook, o carregador de celular e de videogames ligados o dia inteiro na tomada é bastante comum, e isso faz aumentar o consumo de energia, além de contribuir para as mudanças climáticas do planeta.

Quando não estiverem em uso, mantenha seus aparelhos desligados da tomada. O microondas e a televisão são exemplos de aparelhos que gastam uma quantidade notória de energia no fim do mês, por permanecerem conectados à tomada 24h por dia. Os aparelhos que você não utiliza, e que permanecem ligados, representam, em geral, 30% da sua conta de energia!

Veja abaixo alguns dos maiores vilões no consumo de energia em casa, e que, com alguns cuidados e consumo consciente, podemos amenizar seu impacto:

  • TV: um televisor com monitor de 20″, se ficar ligado por 90 horas/mês, gastará em média 8kWh de energia. O mesmo vale para o monitor do computador. Dá pra tirar da tomada quando estiverem fora de uso.

  • Lâmpada incandescente: 60 watts por hora de uso. Lâmpadas com a tecnologia em LED poupam bastante o impacto em seu orçamento no fim do mês. Procure substituir o que puder em sua iluminação por luzes de LED e evite deixar as luzes acesas quando não tiver ninguém no ambiente.
  • Lavadora de louças: com uso diário de 40 minutos, gasta em média 30kWh. Dá pra racionalizar seu uso.
  • Ferro elétrico: consome em média 15kWh se usado durante 15 horas por mês. A mesma coisa, deixe acumular mais roupa e use o ferro apenas uma vez por semana, ou de 15 em 15 dias, por exemplo.

  • Geladeira: se utilizada durante 300 horas mensais , o gasto será de 60kWh. Mas essa, não dá pra tirar da tomada, né?
  • Secador de cabelo: um uso de 15 horas por mês de um secador de 1000 W pode representar 15kWh de luz na sua conta. a
  • Secadora de roupa: se utilizada uma vez por dia, consome entre 120 a 150kWh por mês! Tente racionalizar seu uso, e tire-a da tomada quando não a usar.
  • Chuveiro: 1 hora por dia de banho quente equivale a 160kWh por mês. Esse vilão, se não tomar cuidado, vai fazer gastar muita água e luz. Banhos, no máximo, estourando, de 15 minutos e olhe lá!

 

Evite o desperdício.

Lembrar-se desses pequenos detalhes podem fazer toda a diferença no seu orçamento e na saúde do planeta.

 

 

 

Fonte:

curapelanatureza.com.br

e-konomista.com.br

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Pinguim vem sozinho ao Brasil todo ano para ver homem que salvou sua vida

Em uma ilha brasileira, um viajante dos mares parece ter encontrado sua “alma gêmea”. Aparentemente, é esta a ligação entre este pinguim de Magalhães e o aposentado João Pereira de Souza. Afinal, por quê um pinguim nativo da Patagônia viajaria cerca de três mil quilômetros de distância para sempre acabar em um quintal na Ilha Grande, no Rio de Janeiro?

Há quatro anos, João Pereira de Souza tem compartilhado sua dedicação e algumas sardinhas para agradar a ave marinha. Por todos estes cuidados, o pinguim Dindim passa cerca de oito meses ao lado do amigo e apenas durante quatro meses ele viaja de volta para sua terra natal, na Argentina.

Algumas vezes, o bichinho desaparece no mar por dias, às vezes por meses, mas sempre retorna. Durante as visitas, os dois fazem longas caminhadas na praia, nadam juntos e até mesmo surfam. Normalmente, nas viagens mais longas, ele parte em fevereiro e retorna em junho.

“Quando ele retorna, sempre parece muito feliz em me ver,” disse João, em entrevista ao The Wall Street Journal. Viúvo de 71 anos, ele recebe essas visitas anuais desde 20 de março de 2011, quando salvou a ave que estava encharcada de óleo e largada na beira da praia.

Depois do primeiro encontro ele alimentou Dindim à força, o limpou e tentou fazê-lo voltar a nadar no mar. No entanto, conta que o bichinho deu um mergulho e voltou à praia. O senhor então lhe deu mais três sardinhas e conquistou sua dedicação eterna.

Não somente o amigo ama as visitas do pinguim, os demais habitantes da ilha também adoram mimar a ave marinha. “Ele é o mascote da vila”, diz Carlos Eduardo Arantes, que vive na vila de pescadores na qual Dindim foi salvo.

A espécie de Magalhães é conhecida por migrar milhares de quilômetros entre colônias de reprodução na Patagônia e viajar para alimentar-se mais ao norte. Eles tipicamente acasalam em setembro, põem ovos e têm os filhotes entre dezembro e fevereiro.

Lugares Que Vão Desaparecer Do Mapa

O mundo é feito de lugares e paisagens incríveis, mas não é imutável. Com o tempo, alguns ambientes vão se transformando e podem até sumir, seja por ação do homem ou da própria natureza. O antigo Salto de Sete Quedas, no Brasil, que já foi a maior cachoeira do mundo e uma das paisagens mais maravilhosas do planeta, foi sacrificado para dar lugar à Usina de Itaipu, por exemplo. Isso sem contar as civilizações inteiras que foram perdidas quando soterradas.

Há mais alguns lugares em nosso planeta que podem ter o mesmo destino. Se puder, visite-os antes que desapareçam!

Grande barreira de corais (Austrália)

A Grande Barreira de Corais na Austrália é a maior barreira de corais do mundo e abriga uma imensa biodiversidade, com uma fauna aquática muito rica. Infelizmente, ela está ameaçada por condições ambientais, como aumento da temperatura dos oceanos e aumento da poluição gerada pelo homem. Existem estudos que indicam que a barreira pode sumir nos próximos 100 anos, o que significa que seus netos talvez não tenham a chance de vê-la mesmo que viajem para lá.

Veneza (Itália)

Veneza é uma das cidades mais visitadas do mundo e considerada também uma das mais românticas. Hoje, mais de 270 mil pessoas moram por lá.  Cercada de água, a quantidade de inundações em Veneza vem crescendo nos últimos anos. A cidade afunda cerca de 2 mm por ano. Se continuar assim, pode se tornar inabitável até o final deste século (fez bem o George Clooney, que se casou lá com a bonitona…)

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Mar Morto (Oriente Médio)

O Mar Morto é famoso por sua salinidade de 33% – dez vezes maior que a dos oceanos – o que faz com que apenas seres unicelulares consigam sobreviver nele. Nos últimos 50 anos, o Mar Morto perdeu um terço do seu volume. É possível que nos próximos 50 ele simplesmente deixe de existir.  A culpa, desta vez, é do homem. Isso porque países vizinhos estão drenando a água do Rio Jordão, que o alimenta.

Como eu sempre disse, a água – que durante séculos se acreditou um bem natural renovável – não é infinita. A má utilização, e a crescente procura deste recurso, tornou-se uma preocupação geral, pela menor disponibilidade de água potável em todo o planeta. Isto é suficiente para deixar o cidadão comum preocupado, mas ganha outra dimensão se pensarmos que apenas 1% de toda a água da Terra está disponível para uso, pois a maior percentagem de água existente é salgada (97,5%) e outra parte encontra-se em locais inacessíveis.

A poluição, a má gestão da água e as alterações climáticas, que estão de fato provocando o aquecimento do planeta, são alguns dos motivos que contribuem para a menor disponibilidade dos recursos hídricos. Atrás desse recurso, países começam a desviar o curso dos rios, como ocorre com o Jordão…

Ilhas Maldivas (Oceano Índico)

O que as Ilhas Maldivas têm de belas, também têm de frágeis. Cerca de 80% do arquipélago está a apenas 1 metro acima do nível do mar. Acredita-se que nos próximos 100 anos boa parte das ilhas serão encobertas, se os níveis dos oceanos continuarem a subir, por conta do aquecimento global que provoca o derretimento das calotas polares.

Nos últimos anos, o nível do mar subiu 20 cm em algumas partes do país. O risco é tão real que o governo das Maldivas já está até mesmo comprando terras em outros países para abrigar moradores que não tiverem onde morar.

As geleiras dos Alpes (Europa)

Os Alpes são um dos grandes sistemas de cordilheiras da Europa e uma das regiões de esqui mais famosas do mundo. Infelizmente, cerca de 3% do gelo glacial da região está desaparecendo a cada ano. Nesse ritmo, é possível que as geleiras possam deixar de existir totalmente até 2050…

Por Gabriel Tonobohn
discoverybrasil.uol.com.br

Aconteceu no Canadá

Isso aconteceu no Canadá… Os huskies estavam presos na coleira, quando um enorme urso polar apareceu…

Todos acharam que os cachorros já eram, mas na verdade o urso queria apenas brincar!

Cheira daqui, cheira dali, um tempo para reconhecimento mútuo…

Aí, começa o papo, como velhos amigos: “Quer uma cervejinha?” “Com este frio, prefiro chocolate quente, e venha de lá um abraço!”

“E a família, como vai? A patroa tá boa?” “Tudo bem, véio! Só o meu moleque que tá meio resfriado…”

A Natureza sempre dando os exemplos… Mas a gente nunca aprende!

 

JALAPÃO: O IMPROVÁVEL E O IMPOSSÍVEL JUNTOS

Conhecer o Jalapão é conhecer o improvável e o impossível juntos. Improvável pois, andando de carro pelas estradas, observando o cerrado em volta, não se imagina que vai encontrar tanta água e tão limpa como você encontra. Também não parece provável encontrar formações rochosas como lá existe. Tampouco uma duna verdadeira, de areia tão fina e dourada que parece… ouro em pó. Impossível existir um local como o Fervedouro: você simplesmente entra num olho de mina gigantesco (aliás, dezenas de minas) e simplesmente não consegue afundar. O constante movimento ascendente da água quer jogá-lo para fora. Lá você conhece a “areia liquida”. Só vendo para entender. O ideal é entrar por Ponte Alta do Tocantins (alcançada através de Brasília, Alto Paraíso e Natividade) e fazer o passeio inverso, até a Cachoeira da Formiga. Depois, a não ser que você esteja em viagem para o norte, o melhor é retornar pelo mesmo caminho.

As dunas

Chapadas do Jalapão

O Fervedouro: o constante afloramento da água impede que as pessoas afundem!

O céu azul…

Rios calmos e cristalinos.

Como chegar em Jalapão – TO
De avião: A GOL e a Tam operam na região e fazem este roteiro diariamente. De carro: partindo da Região Sudeste, pegar a SP-330 (Via Anhanguera) e após Igarapava (SP), pegar a BR 050 até Brasília (DF). Após passar por Sobradinho (DF) pegar um trecho da BR 020 e após Planaltina (DF) pegar a GO118 passando por Alto Paraíso de Goiás, Campos Belos, e a partir de Arraias seguir pela T0 050 passando por Conceição do Tocantins, Natividade, Chapada de Natividade, Silvanópolis e Porto Nacional. Após Porto Nacional, são mais 140 Kms de asfalto até Ponte Alta do Tocantins (TO 255).

(fonte:http://arquivosreporter.blogspot.com/2008/11/jalapo-o-improvvel-e-o-impossvel-juntos.html)

Crédito para o pessoal do Trilhas e Aventuras:http://www.trilhaseaventuras.com.br/