Motorista é flagrada dirigindo com árvore no carro

Os motoristas americanos andam meio doidões. Qual seria o motivo? Estresse? Muito hambúrguer? Donald Trump? O fato é que, nas últimas semanas, há notícias bizarras sobre o que esses motoristas, homens ou mulheres, jovens ou idosos, andam aprontando.

Eu mesmo publiquei recentemente, aqui e aqui, duas notícias sobre maluquices que nossos irmãos do norte realizaram. E agora, temos mais uma, veja só:

Policiais da pequena cidade de Roselle, em lllinois (bem lá nordeste dos Estados Unidos, quase no Canadá) flagraram uma mulher dirigindo um carro com uma árvore presa na parte da frente!

Sim, também pensei a mesma coisa: “Como essa árvore foi parar lá?”

Enfim, os policiais notaram esse, digamos, passageiro inusitado e foram atrás do carro, percebendo então que a motorista estava embriagada. Ela disse que estava dirigindo por algum tempo e “não se lembrava onde havia atingindo a árvore”. Só faltava ela pedir:  “Seu guarda, prende essa árvore porque ela não quer sair do meu caminho !!!”

Na rede social, os policiais destacaram a mensagem: não beba e dirija. Em abril, a mulher será julgada por direção perigosa, e o vídeo abaixo, feito a partir do carro da polícia, mostra o momento do flagrante.

 

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Juíza condena fã de hip hop a ouvir música clássica

Essa é hilária.

Uma juíza de Ohio, nos Estados Unidos, aplicou uma pena a um jovem de 24 anos porque ele ouvia hip-hop e rap muito alto no som do carro, parado no estacionamento da faculdade onde ele trabalha como porteiro e treina no time de basquete local.

A juíza ofereceu ao rapaz duas opções: pagar uma multa no valor de 150 dólares ou pagar 35 dólares e ouvir 20 horas de música clássica de compositores como Bach, Beethoven e Chopin. O rapaz concordou com a segunda opção, mas não suportou quinze minutos de audição. Segundo o oficial da condicional que acompanhava a pena, o jovem disse que “não conseguira suportar aquilo, então decidiu pagar a multa e fim de papo”.

Ele aguenta rap e não aguenta ouvir a música de Bach, Beethoven ou Chopin?

    

Por conta da repercussão do caso, o rapaz afirmou mais tarde que não foi porque não gostou da música, mas porque “tinha que ir treinar com o time de basquete e não poderia ficar mais tempo”.

A juíza disse que aplicou tal penalidade porque queria que o jovem percebesse o quão difícil é ouvir músicas que não fazem parte do gosto pessoal. “Penso que muita gente não gosta de ser forçada a ouvir música, e acreditava que essa experiência o fizesse expandir os horizontes”, declarou a magistrada.