Doidices que só poderiam existir no Japão

O Japão é um formidável mundo à parte. Ao mesmo tempo em que a sociedade nipônica é toda formal, tradicional e coletivista, os japoneses têm a capacidade de inventar as modas mais insanas do universo, os produtos mais doidos e os programas de TV mais “que p* é essa?”.

Veja só a cobrança de falta que os malucos inventaram, nesse time de futebol da segunda divisão:

A cada dia que passa eu me convenço mais de que o Japão é um país de doidos. Segundo amigos que já foram pra lá, ou que moram lá, as ruas são limpíssimas, o japonês é muito cuidadoso no trânsito ( não é por menos, as multas são altíssimas) , eles atendem as pessoas muitíssimo bem em lojas, bancos , restaurantes,  repartições públicas etc. Enfim, o povo japonês é extremamente civilizado no convívio social.
Mas eles têm o outro lado, aquele “lado negro da Força” que ninguém vê – ou finge que não vê.
Por exemplo, os programas de TV. As pessoas que criticam a programação da nossa TV não imaginam o que rola na TV japonesa! Eles são doidos!
Na galeria de fotos a seguir, há mais algumas doidices que só poderiam existir  em um país como o Japão.
Fetiche de lamber maçanetas
Garotas lambendo maçanetas, eis um hit-fetiche no Japão. Tudo começou quando o ilustrador Ryuko Azuma tuitou uma série de desenhos de garotas metendo a língua em maçanetas. A fotógrafa Ai Ehara respondeu com uma imagem de si mesma fazendo isso. A partir daí, a moda pegou.

Garotas-panda

No Japão, há vários grupos de garotas que se vestem de maneiras diferentes, mas o mais estranho é, provavelmente, o das mambas e yamambas, meninas influenciadas pela cultura black dos EUA. Elas usam bronzeados artificiais bem escuros, com maquiagem branca na boca e ao redor dos olhos, além de roupas bem coloridas.

Produtos de beleza bizarros

Os japoneses se preocupam um bocado com a aparência e têm produtos de beleza para tudo. Nessa montagem aqui, vemos um “exercitador para músculos faciais”, uma “sauna encolhedora de rosto” e um “empinador de nariz”.

Caminhões-ostentação

Aqui temos os caras rodando de carro e ouvindo sertanejo no máximo volume. Lá, a moda é tunar caminhões, gastando montanhas de dinheiro colocando luzes de neon, um monte de partes cromadas e uns equipamentos bizarros no veículo. Eles chamam o hobby de “dekotora”.

  Códigos de barra

Onde mais você encontraria códigos de barra assim?

Doritos

Ou Doritos com essa embalagem?

Máquina de lavar cães

Parece coisa do prof. Pardal, mas não, no Japão existem máquinas de lavar roupa, como em outras partes do mundo, e existem também máquinas de lavar… Cães!

O Japão é ou não é um lugar incrível?

O PAULISTANO

Seu jeito de falar:

  • Chama o semáforo de “farol”.
  • Diz “bolacha” em vez de biscoito.
  • Diz “bexiga” ao invés de balão.
  • Diz “sorvete” tanto para picolé como para sorvete de massa.
  • Acha que não tem sotaque nenhum.
  • Ri do sotaque de todo mundo (carioca, mineiro, gaúcho, etc…)
  • Chama o carrinho de cachorro-quente de food-truck.
  • Paga o triplo e chama de “gourmet”.
  • Vê uma pessoa mal vestida e chama de baiano.

Viciado no clima:

  • Fala sobre a condição do tempo para puxar conversa com alguém.
  • Enfrenta sol, chuva, frio, calor, tudo no mesmo dia e acha legal.
  • Sai todo agasalhado de manhã, e tira quase tudo até o final do dia.

Gosta de praia:

  • Fala que vai “pra praia”, sem especificar qual.
  • Fica bravo quando dizem que sua praia é o shopping, mas não sai de lá…
  • Fica a “temporada” no Guarujá, Maresias ou Ubatuba mesmo que chova muito mais do que faça sol.
  • Fala mal da Praia Grande, mas toda virada de ano fica sem dinheiro e acaba indo para lá.
  • Geralmente começa o verão branco e termina vermelho: isso quando não volta com manchas brancas em partes do corpo devido ao excesso de protetor solar.

Esquisitices:

  • Faz fila para tudo (ônibus, mercado, banheiro, elevador, etc…).
  • Cumprimenta o vizinho de anos com “oi” e “tchau”.
  • Pergunta a todo universitário se é estudante da USP.
  • Acha que tudo em Curitiba é melhor sem nunca ter saído da cidade.
  • Fala para todo mundo que o paulista é um povo fechado.
  • Convida: “Passa lá em casa”, mas nunca dá o endereço.
  • Come pastel e caldo de cana nas feiras livres.
  • Acha que quem não é de São Paulo sempre joga lixo no chão.
  • Reclama de ciclovias, corredores de ônibus e monotrilhos… Parado dentro do carro no congestionamento.
  • Compra GPS e faz o mesmo caminho todo dia.
  • Paulistano está sempre na correria e não tem tempo para dizer Edmundo, Marcos ou Robesvaldo, por isso abrevia os nomes próprios: pode ser Camila, Carolina, Cássio… pode ser Fábio, Fabiola; Li pode ser Lígia, Lívia…
  • Viaja no feriado só para se estressar na volta: adora levar cinco horas para rodar 120 km até a praia, descansar uns dias, aproveitar até o último minuto de sol para assim enfrentar umas sete horas de congestionamento na volta para a capital.

E PRINCIPALMENTE:

  • Ri de si mesmo ao perceber que tudo o que foi dito acima é a mais pura verdade…