Logotipos mal elaborados

Farmácia Kudawara… Que tipo de farmácia é essa?

Eles realmente amam as crianças!

Instituto de Estudos Orientais… Esse é f…

A loja se chama Megaflicks, mas como as letras ficaram muito juntas… De repente, sei lá, isso ajuda nas vendas.

Kids Exchange. Mas como escreveram tudo junto, aí já viu.

Belo médico de computador.

Feche um olho…

Eu não ia atualizar este post, mas surgiram duas adições que NÃO POSSO deixar de compartilhar…

Office of Government Commerce, do Reino Unido… Antigamente, eles usavam este logotipo:

Daí, como acontece em todos os departamentos de governo de todos os países, os burocratas que assumiram decidiram “reposicionar as marcas corporativas, no intuito de mostrar à população as novas posturas de governança” e contrataram a peso de milhões (de libras!) um renomado escritório de design londrino. Depois de meses de estudo, eles vieram com isto:

Não sei bem como foi, se alguém imprimiu o logo e o papel caiu no chão em certa posição, ou se alguém estava com torcicolo, o fato é que se você girar a imagem acima a 90 graus sentido horário, você verá isto:

Resultado: depois de centenas de milhares de libras gastas, o novo logo está sendo “reestudado” e a OGC voltou a usar o logo antigo…

1973. Catholic Church’s Archdiocesan Youth Commission lança seu novo logo:

Tudo bem, eram tempos mais simples, mas, caramba… Já naquela época havia uma alteração na visão da sociedade sobre o sacerdócio: de benevolentes cuidadores e orientadores de crianças para molestadores infantis. Quer dizer, apesar de ser um logo bonito, traz uma imagem polissêmica imprudente demais.

ADENDO – a polissemia é a característica de uma palavra (ou imagem) ter um novo sentido além de seu sentido original, guardando uma relação entre elas. Esse recurso da linguagem é muito usado na linguagem publicitária.

Qual é a diferença entre Reino Unido e Grã-Bretanha?

Agora que se fala tanto da separação do Reino Unido da União Europeia, com consequências imprevisíveis para o mundo todo, vale a pena entender o que é Reino Unido e Grã-Bretanha.

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INGLATERRA

É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido . No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta! Esse império durou até meados dos anos 1920.

GRÃ-BRETANHA

É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo “Grã-Bretanha” muitas vezes é usado como sinônimo de “Reino Unido” – o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.

BRETANHA

O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas “Bretanha”, está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.

REINO UNIDO

É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembleias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.

ILHAS BRITÂNICAS

É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda – onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas “grandalhonas”, fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey).

 

 

 

 

 


 

Como é possível recuperar um rio poluído?

O atual governador foi reeleito. Entre outras promessas, ele jura que vai limpar o rio Tietê… Bem, o projeto de despoluição do Tietê começou em 1992, no governo de Orestes Quércia e  já foram investidos quase US$ 4 bilhões. A nova etapa vai começar no ano que vem, vai durar até 2019 e deve custar  mais US$ 2 bilhões…

Se isso de fato ocorrer, teremos levado 27 anos para despoluir o rio.

Mas é tão difícil assim limpar um rio que nós mesmos degradamos? Há várias cidades do mundo que conseguiram, e cujos projetos poderiam nos servir de exemplo.

Rio Sena, Paris (França)

O Sena, em Paris, foi degradado por conta da poluição industrial, situação comum a outros rios europeus. Neste caso, porém, houve um agravante: o recebimento de esgoto doméstico.

Por conta de seu estado lastimável, desde a década de 1920 o Sena é alvo de preocupações ambientais. Mas foi apenas em 1960 que os franceses passaram a investir na revitalização do local, construindo estações de tratamento de esgoto. Hoje já existem 30 espécies de peixes no rio, mas o processo para que isso acontecesse foi lento.

No começo, havia apenas 11 estações em funcionamento. Em 2008 já eram duas mil, mas a meta é que em 2015 o rio já esteja 100% despoluído. Como parte do processo de tratamento de esgoto, o governo criou leis que multam fábricas e empresas que despejarem substâncias nas águas. Além disso, há um incentivo entre 100 e 150 euros por hectare para que agricultores que vivem às margens do rio não o poluam.

O rio Sena tem 770 km e dois ambientalistas brasileiros foram conferir se ele realmente está limpo, viajando de caiaque por toda a sua extensão remando entre 30 a 40 km por dia.

Os remadores viram o que as pesquisas indicavam. Os peixes voltaram e, em 40 anos, passaram de quatro para mais de 30 espécies. Os franceses medem a qualidade da água que sai das estações de esgoto e das indústrias que ficam à margem do Sena o tempo todo, de forma a controlar a poluição e evitar que o Sena volte a ser um esgoto a céu aberto.

Rio Tâmisa, Londres (Reino Unido)

Talvez o caso mais conhecido e de maior sucesso de despoluição de um rio seja o do Tâmisa. Ele foi o rio mais poluído do mundo no século XIX, exalando mau cheiro por toda a cidade e provocando surtos de cólera. O Tâmisa tem quase 350 km de extensão e um longo histórico de poluição. Suas águas deixaram de ser consideradas potáveis ainda em 1610, por conta da falta de saneamento básico da Inglaterra. Em 1858, as reuniões no Parlamento precisaram ser suspensas por conta do mau cheiro das águas, o que levou os governantes a resgatar a vida do rio, que era apelidado como “ Grande fedor”.

Na época, foi colocada em prática uma alternativa de limpeza que não deu certo, já que o sistema que coletava o esgoto despejava os dejetos recolhidos no rio a certa distância abaixo da cidade. Apenas entre 1964 e 1984 novas ações de revitalização surtiram efeito. Foram criadas duas estações de tratamento de esgoto com investimentos de 200 milhões de libras. Quinze anos depois, um incinerador passou a dar destino aos sedimentos vindos do tratamento das águas, gerando energia para as duas estações. Fora isso, hoje dois barcos percorrem o Tâmisa de segunda a sexta e retiram 30 toneladas de lixo por dia.

Rio Tejo, Lisboa (Portugal)

O rio Tejo tem a mesma extensão do rio Tietê, 1040 km, e foram investidos 800 milhões de euros para despoluir esse famoso rio. A revitalização, que se encerrou em 2012, incluiu obras de saneamento e renovação da rede de distribuição de águas e esgotos, visto que os dejetos eram depositados diretamente nas águas do rio – isso não lembra o que acontece com a maior cidade do Brasil? Foram beneficiados com o projeto 3,6 milhões de habitantes.

O Tejo é o maior rio da Europa ocidental e passou a ser despoluído com a criação da Reserva Natural do Estuário do Tejo, em 2000. O plano envolveu a construção de infraestrutura de saneamento de águas residuais e renovação de condutas de abastecimento de água. Hoje, até golfinhos voltaram a saltar nas águas do rio europeu.

Rio Cuyahoga, Cleveland (Estados Unidos)

Localizado no estado de Ohio, ele conta com 160 km de extensão, passando pelo Parque Nacional do Vale Cuyahoga e desaguando no Lago Eire. Hoje é parte fundamental do ecossistema da região, sendo lar e fonte de sustento de diversos animais. No entanto, a história era bem diferente em um passado não muito distante.

Devido à atividade industrial maciça e ao esgoto residencial da região entre Akron e Cleveland, o rio era bastante poluído. Para piorar a situação, em junho de 1969 uma mancha de óleo e outros produtos químicos causou um enorme incêndio na superfície do rio.

Por conta desses fatores, em 1970 foi assinado o Ato Nacional de Proteção Ambiental, que viabilizou a criação da Lei da Água Limpa, em 1972, estipulando que todos os rios do país deveriam ser apropriados para a vida aquática e para o lazer humano.

Assim, Cleveland – cidade de cerca de 400 ml habitantes, mesmo tamanho de São José do Rio Preto –  investiu mais de 3,5 bilhões de dólares para a purificação da água do Cuyahoga e dos seus sistemas de esgoto. E a previsão é de investir mais 5 bilhões nos próximos 30 anos para manter o bom estado de suas águas.

Canais de Copenhagen (Dinamarca)

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Quando estive lá foi no inverno, então não pude fazer esses tours de barco pelos canais, como se vê na foto acima, mas sei que é um passeio muito procurado. E essa cidade tem uma meta bem definida: pretende chegar a 2025 como a primeira capital do mundo a neutralizar suas emissões de carbono.

Mas, num passado não muito distante, os canais hoje limpíssimos estavam como os rios e canais de outras cidades do mundo: a água de chuva muitas vezes se misturava com a rede de esgoto, transportando os dejetos para as águas. Além disso, o entorno era uma área industrial, o que fazia com que boa parte do lixo da região fosse para os canais e rios.

Em 1991, no entanto, – um ano antes do governo do estado de São Paulo começar seu plano de despoluição do rio Tietê e que dura até hoje… – surgiu o plano dinamarquês de despoluição das águas e a remoção da área industrial ao redor do rio. Assim, as galerias pluviais foram reconstruídas, os reservatórios de água foram colocados em pontos estratégicos da cidade para que a água da chuva fosse armazenada, e o encanamento dos esgotos foi melhorado. O lixo, por sua vez, passou a ser reciclado e incinerado.

 

Apenas para nos dar uma perspectiva, informo a seguir a população e a área urbana de cada cidade citada, em comparação com a cidade de São Paulo:

São Paulo – 1. 522,9 km2/ 11.900.000 hab.

Paris – 2.844,8 km2/ 10.500.000 hab.

Londres –  1.572 km²/ 8.300.000 hab.

Lisboa – 958 km2 / 3.000.000 hab.   

Cleveland – 213 km2 / 400.000 hab.

Copenhagen – 100 km2 / 1.200.000 hab.

Quer dizer, sempre ouço dizer que é difícil administrar um país com a extensão do Brasil, ou uma cidade com o tamanho de São Paulo. Concordo, e quando vejo exemplos bem-sucedidos de administração pública nas áreas de saúde ou educação em outros países menores, por exemplo, levo em conta essa proporcionalidade.

Investir em saúde pública num país como Cuba – que caberia na área de São Paulo e tem 12.000.000 de hab. – nem se compara com o Brasil. Em Cuba há hoje 6,4 médicos para mil habitantes. No Brasil, esse índice é de 1,8 médico para mil habitantes. Segundo a New England Journal of Medicine, uma das importantes revistas médicas do mundo, o sistema de saúde cubano parece irreal. Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito. Apesar de dispor de recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o dos EUA não conseguiu resolver ainda… De novo, a proporcionalidade…

Mas, voltando à questão da despoluição dos rios nas cidades, busquei exemplos bem sucedidos em cidades muito menores que São Paulo (Lisboa ou Copenhagen), mas também em metrópoles equivalentes, como Paris ou Londres… Todas com os mesmos problemas, e todas resolveram parcial ou totalmente o problema. Há peixes no Sena… Golfinhos foram flagrados no Tâmisa em dezembro passado…

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A pergunta que fica é: como eles conseguiram e nós, depois de mais de 20 anos, continuamos patinando no esgoto?

 

 

 

Descubra os maiores em 150 anos de futebol

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Na noite fria de 26 de outubro de 1863, uma segunda-feira, um grupo de britânicos reunidos em um bar da capital inglesa decidiu, entre goles de cerveja e uísque, chegar a um consenso para oficializar a prática de um esporte. A ideia era que a novidade fosse uma mistura de movimentos de corpo e dribles com o objetivo de conseguir que a bola ultrapassasse a linha que separava duas balizas. Haveria limites para o uso das mãos, numa forma de se distanciar dos que queriam algo mais próximo do que é hoje o Rugby.

Simples assim.

Basicamente, foi isso que 11 representantes de clubes ingleses discutiram no Freemason’s Tavern, um pub na Great Queen Street, entre os números 61 e 65. Foi ali que aqueles primeiros cartolas do futebol fundaram, naquele dia, a FA (The Football Association), primeira federação de futebol do mundo. A imprensa da época não deu muita bola –o jornal “The Times” publicou em suas páginas só um pequeno texto registrando o encontro.

De lá para cá o futebol, que completa 150 anos, conquistou o planeta, revelou craques, grandes times, seleções, belas partidas e gols inesquecíveis! Mas alguma coisa mudou desde então:

A história do futebol foi marcada por grandes times. Normalmente liderados por um craque, o time cresce, cada atleta atinge o seu melhor e nasce uma equipe que faz história. Foi assim com esses times citados abaixo:

Santos – anos 60

Liderado pelo maior jogador da história, Pelé, o time foi bicampeão sul-americano e mundial.

Real Madrid – anos 50/60

Contando com Di Stéfano e Puskas, conquistou seis títulos europeus.

Ajax – anos 70

Na época de Cruyff, o Ajax holandês revolucionou a modalidade ao criar o Futebol Total e foi base da Holanda vice-campeã em 74, a seleção chamada de “Laranja Mecânica”.

Flamengo anos 70/80

Com Zico em grande fase, o Flamengo conquistou sete Cariocas, quatro Brasileiros, a Libertadores e o Mundial de 1981.

Milan – anos 80/90

Futebol ofensivo e campeão europeu com Van Basten e o técnico Arrigo Sacchi.

Barcelona – anos 2000

A partir de 2009, o Barça de Messi conquistou 16 títulos em 22 disputados.

Mas a grande alegria do futebol são os gols, e existem alguns jogadores que se destacam justamente pela fome de gols. Veja abaixo os maiores artilheiros da história e a quantidade de gols que cada um marcou:

Pelé – 1282 gols. Na seleção, marcou 95 gols em 115 jogos.

Ronaldo – coartilheiro das Copas do Mundo, com 15 gols nos mundiais de 1998, 2002 e 2006. Klose, da Alemanha, fez seus gols nas Copas de 2002, 2006 e 2010, e na de 2014 chegou aos 15 gols.

Gerd Müller – 14 gols em Copas.

Just Fontaine – 13 gols apenas na Copa de 1958!

Messi – aos 27 anos de idade, já soma 396 tentos. Fez o número recorde de 91 gols em 2012.

Tem muito mais histórias sobre o futebol, por exemplo, quando as mulheres entraram no esporte; o que ocorreu na trégua de Natal da Primeira Guerra Mundial (essa trégua foi detalhada aqui) ou a grande tragédia de 1964. Mas vamos deixar essas histórias para um outro dia, num outro post…

 

Supercalifragilisticexpialidocious!

“Mary Poppins” marcou a minha infância. Lembro-me de assisti-lo perto do Natal, e toda vez que assisto de novo, a magia daqueles dias em que eu sonhava em trabalhar com Walt Disney volta a inundar minha mente.

Mesmo agora, depois de tanto tempo, continuo achando esse um dos melhores, senão o melhor filme de Disney, e um dos mais fantásticos da história do cinema. O elenco todo tem atuações maravilhosas, a direção de arte é espetacular, as canções são cativantes, o enredo é emocionante… Sem exagero, acho que toda criança merece e deve assistir esse filme. É essencial para o desenvolvimento da mente criativa infantil. Aos adultos que não tiveram a oportunidade de assistir, assistam. Nunca é tarde para entrar no mundo mágico de Mary Poppins.

E, dentre tantas canções maravilhosas, como “Chim-Chim-Cheree” ou a que dá título ao post, tem uma que me marcou desde o primeiro dia em que assisti ao filme, aos dez anos de idade: “Feed the Birds”. Eu me lembrava da velhinha sentada na escadaria dando de comer aos pombos, as aves revoando em torno do sino da catedral, a voz de Mary Poppins (Julie Andrews) cantando… Essa imagem e essa canção ficaram gravadas para sempre em minha memória.

No domingo passado, me deu uma saudade imensa desse filme e o assisti de novo, pela quaquilionésima vez. Ri, chorei, me diverti tudo outra vez como se fosse aquele mesmo Julinho de 1964, os olhos arregalados, sentado nas poltronas do enorme cine Metro de São Paulo e querendo pular para dentro dentro da tela, para cantar e dançar com Dick Van Dyke e Julie Andrews em cima dos telhados de Londres.

E aquela música encheu meu coração de novo… “Feed the Birds”… E, em minhas recentes pesquisas, descobri que essa era a música favorita de Walt Disney! Diziam que, às sextas-feiras de tarde, antes de ir embora pra casa, ele pedia a Robert Sherman (compositor da trilha do filme junto com o irmão) para que viesse ao seu escritório e tocasse pra ele. Disney sentia que essa canção o ajudava a manter um toque de humanidade ao gerenciar a empresa que, já então, estava se tornando um empreendimento ultramegamilionário. E o piano onde a canção foi tocada tantas vezes continuou no escritório de Walt anos depois de sua morte.

Quero compartilhar, então, essa canção tão comovente. Abaixo do clipe, para quem se interessar, a letra da música e sua tradução.

Early each day to the steps of Saint Paul’s
The little old bird woman comes
In her own special way to the people she calls,
“Come, buy my bags full of crumbs;
Come feed the little birds,
Show them you care
And you’ll be glad if you do
Their young ones are hungry
Their nests are so bare
All it takes is tuppence from you
Feed the birds, tuppence a bag
Tuppence, tuppence, tuppence a bag
Feed the birds,” that’s what she cries
While overhead, her birds fill the skies

All around the cathedral the saints and apostles
Look down as she sells her wares
Although you can’t see it,
You know they are smiling
Each time someone shows that he cares

Though her words are simple and few
Listen, listen, she’s calling to you
“Feed the birds, tuppence a bag
Tuppence, tuppence, tuppence a bag”

No início de cada dia, nos degraus de Saint Paul

A velha dos pássaros chega

Em sua própria maneira especial, ela diz às pessoas:

“Venha, compre um saquinho de migalhas. Vamos alimentar os passarinhos, mostrar a eles que você se importa.

E você vai ficar feliz se o fizer. Seus filhotes estão com fome,

Seus ninhos estão sem nada, custa apenas dois centavos,

Dê de comer aos pássaros, dois centavos um saco,

Dois centavos, dois centavos, dois centavos, um saco. Dê de comer aos pássaros”, é isso que ela pede,

Enquanto, sobre sua cabeça, suas aves enchem os céus.

Todos na catedral, os santos e os apóstolos

Olham para baixo enquanto ela vende seus saquinhos.

Embora você não possa ver, você sabe que eles estão sorrindo

Cada vez que alguém mostra que se importa.

Apesar de suas palavras serem poucas e simples,

Ouça, ouça, ela está chamando por você:

“Alimente as aves, dois centavos um saco,

Dois centavos, dois centavos, dois centavos um saco”.