Uma dica de leitura muito interessante

O e-book “Seja Feliz – Be Happy” possui mais de 150 frases e dicas para ajudar a desenvolver a felicidade em nossa vida cotidiana. E, como é um livro bilíngue, português/ inglês, além de motivar a felicidade, você irá também se exercitar no idioma inglês. Desfrute e… Que a felicidade faça parte de sua rotina.

 

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As crianças ainda estão interessadas em livros impressos?

Com o aumento do número de crianças que leem nos tablets, especialmente depois do Natal, muitos pais estão se perguntando se há algum problema em deixar seus filhos pequenos usando essa tecnologia.

Uma pesquisa recente, realizada no Reino Unido, provou que os tablets realmente estão sendo mais usados nas escolas de primeiro e segundo grau, por cerca de 69% dos alunos. Outro dado interessante é que, segundo a pesquisa, “essa tecnologia está desempenhando um papel central no desenvolvimento do vocabulário de crianças pequenas. Quase todas as crianças que tenham acesso a um dispositivo touch-screen, seja em casa ou na escola, acabam adquirindo competências digitais muito rapidamente, e precisamos aproveitar esse desenvolvimentos para incentivar as crianças a se tornarem leitores ávidos, qualquer que seja o formato que escolherem. ”

Entretanto, um resultado específico da pesquisa chama a atenção: livros impressos são mais populares entre as crianças entre 3 e 5 anos de idade do que a leitura dos e-books! Então, sim, as crianças ainda estão interessadas… Em alguns tipos de livros impressos.

De fato, não se tem notícias de que exista algum dano físico  em se ler os livros digitais, e, ao mesmo tempo, os livros infantis têm se mostrado o segmento mais resistente ao declínio geral provocado pelo crescimento dos e-books. Crescimento que parece inexorável e que nos leva, aparentemente, na direção de um tempo em que ler livros em papel será algo anacrônico.

Mas talvez seja oportuno ampliar essa discussão para os possíveis prós e contras da leitura em tablets, para as crianças.

Acho que, em primeiro lugar, devemos fazer a distinção dos dois tipos de livros digitais para esse segmento: existe aquele que vem na forma de um aplicativo e no qual o livro vem acompanhado de ilustrações interativas, joguinhos e movimentos. Muitos desses livros são feitos inclusive para ensinar a ler, ou a desenvolver a alfabetização.

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E há os livros “normais”, adaptados ou criados para os tablets e e-readers e smartphones, destinados às crianças maiores. Os pais têm cada vez mais levado para casa os IPads e tablets e Kindles cheios de revistas e livros, e há escolas usando livros didáticos digitais com cada vez mais frequência.

 

Então, como pais (e avós) acho que a gente pode ou ficar nostalgicamente se lembrando de como antigamente as nossas estantes eram lotadas de livros e como a livraria da esquina era tão legal de ser visitada… Ou podemos aceitar essa tecnologia e entender as vantagens que ela possui.

Uma coisa a se fixar, quando pensarmos em oferecer e-books aos filhos, será levar em conta que ler num Kindle tem muito menos distrações do que num tablet. Porque o Kindle não tem aqueles avisos de e-mail ou de mensagens de texto chegando a toda hora.

 

Então, se a sua ideia é dar um livro para a criança ler para valer, que seja num Kindle… Se for para “brincar”, quem não gosta de sons, cores e movimentos em um IPad?

A única coisa que vejo como “problemática” nessa coisa de livros digitais tem a ver com um fato comprovado historicamente. A criança que cresce numa casa cheia de livros e cujos pais são leitores habituais desenvolvem a tendência de se tornarem leitores regulares, também. A coisa do exemplo, de “ver e imitar”… Mas, nesse novo paradigma digital, há poucos indícios visuais para uma criança de que ela mora numa casa cheia de livros…

Acredito, porém, que exista uma possível solução. Como as crianças aceitam as novas tecnologias rapidamente, os pais podem mostrar a elas que estão lendo os e-books em seus aparelhos, e até como os utilizam, e provavelmente o impacto da falta de lembretes visuais (a estante com livros) deve diminuir com o tempo…

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Uma vantagem inegável dos e-books é que, além das crianças não poderem rasgá-los ou derramar suco nas páginas, eles não usam nossos recursos naturais, como água e árvores, que estão rapidamente se tornando mais escassos, nem existe a poluição causada pelo transporte etc. O que não se sabe ainda, de forma mais concreta, é quantos recursos são necessários para a produção e manutenção de um leitor digital…  Mas ler num e-reader ou num tablet traz ferramentas que um livro impresso não tem. Além de você poder aumentar o tamanho das letras, pode ainda tocar qualquer palavra e receber sua definição instantaneamente. Ou buscar na internet outros usos e definições para essa palavra.

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É possível ainda fazer anotações, compartilhar passagens com amigos ou colegas de classe via e-mail, instalar um dicionário em outros idiomas e ainda fazer compras online.

Caso as facilidades de acesso à internet se tornem um problema e você ache que seu filho está abusando, é fácil desabilitar o Wi-fi do aparelho. E habilitar a função quando for necessária é tão fácil quanto. O importante é que os pais monitorem o uso do aparelho, assegurando de que os filhos o estejam usando de maneira apropriada.

 

Em resumo, não acredito que seja um combate entre o bem e o mal, o livro impresso X o digital. Ao contrário, acredito que o livro digital, por todas as suas facilidades, pode ampliar o interesse das crianças na leitura. E qual é o melhor para ler, o impresso ou o digital? Excluindo as vantagens e desvantagens óbvias, não acho que um seja melhor que o outro. São apenas… Experiências diferentes…

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Os 10 Livros Mais Lidos do mundo

O gráfico é baseado no número de livros impressos e vendidos nos últimos 50 anos. Alguns títulos, que não estão nessa lista, podem ter mais cópias impressas do que estes livros, mas uma grande parte deles não foi vendida, e portanto, entende-se que não foram lidos. O número acima das lombadas representa a quantidade de exemplares vendidos, em milhões de unidades.

1 – A Bíblia Sagrada
2 – Citações do Presidente Mao Tsé-Tung
3 – Harry Porter (J.K.Rowling)
4 – O Senhor dos Anéis (J.R.R.Tolkien)
5 – O Alquimista (Paulo Coelho)
6 – O Código Da VInci (Dan Brown)
7 – A Saga Crepúsculo (Stephenie Meyer)
8 – …E o Vento Levou (Margaret Mitchell)
9 – Pense e Enriqueça (Napoleon Hill)
10 – O Diário de Anne Frank

De minha parte, li muito pouco dessa lista.

Da Bíblia, que vendeu quase 4 bilhões de cópias nesses últimos 50 anos, só li alguns trechos, quando no colégio do Carmo, onde estudei. As Citações do Mao-Tse Tung, segundo na lista, li trechos esparsos na faculdade…

Harry Potter, esse sim, essa fantasia mágica me cativou e li quase todos, acho que só pulei o terceiro. Mas os filmes baseados nos livros, esses assisti a todos. O “Senhor dos Anéis”, ganhei de minha filha uma versão compacta dos 3 volumes em um, coisa de mais de 1000 páginas! Assisti todos os filmes e adorei. Mas os livros são muuuuuuito chatos…

Paulo Coelho… Só li um livro dele, “Verônica quer morrer”, e achei aborrecido, daí não me interessei por nenhum outro. Mas reconheço sua importância e sua influência na vida de muitas pessoas, várias que inclusive conheço.

Dan Brown e seu Código. Devorei esse livro em um dia, um domingo. Achei com cara de filme, e pensei “Logo vai parar no cinema”. Bingo! Anos depois, Tom Hanks estrelou a versão cinematográfica. Depois fui ler os demais livros dele, que a editora lançou por conta do sucesso desse. Foi fácil notar que o autor vinha ensaiando o esquema de sucesso desde o primeiro livro, “Fortaleza Digital” (muito ruim, por sinal), e aperfeiçoando esse estilo até o sucesso do “Código”. Li também “O Símbolo Perdido”, e me parece que a fórmula dá sinais de desgaste.

Ainda preciso ler o último, “Inferno”, que tem recebido muitos elogios – de repente, ele mexeu na fórmula…

Bem, sobre Crepúsculo, fui assistir ao primeiro filme para entender o motivo do sucesso entre a meninada, que foi o romance entre os dois personagens principais e o triângulo com o lobisomem. Mas não li nenhum livro, realmente o filme me foi o bastante. O mesmo para “E o Vento Levou”, filmaço que, para mim, não me deixou espaço para ler o romance.

O nono da lista, nunca ouvi falar, mas pelo título deve ser de autoajuda. “Enriquecer” é uma palavra mágica nesse segmento, então…

E “Anne Frank” também não li, e nem assisti a versão para o cinema. Reconheço também a importância da obra e o que esse testemunho significou para a compreensão dos horrores da guerra, mas é um tema que não me atrai.

Resumo: dessa lista, só li 30%…