Os “poopootov” são armas bioquímicas…

Os “poopootov” – nome que faz referência aos coquetéis molotov, incendiários– foram utilizados em um protesto em Los Teques, subúrbio de Caracas, após o qual se popularizaram nas redes sociais e se espalharam pelas ruas.

Frascos com fezes são preparados por manifestantes contrários ao governo na Venezuela

A Inspetora Geral dos Tribunais da Venezuela, Marielys Valdéz, afirmou que as chamadas “poopootov” – bombas de fezes lançadas na polícia durante os protestos contra o presidente Nicolás Maduro– devem ser consideradas “armas bioquímicas”.

“É uma arma biológica (…). O uso de armas bioquímicas é um crime completamente tipificado que prevê penas severas”, declarou Valdéz em entrevista ao canal estatal VTV.

“O uso de armas ‘químicas’, neste caso fezes humanas e de animais, gera consequências (…), pode afetar a água e poluir terrivelmente. Pessoas especialmente vulneráveis, como crianças e idosos, podem contrair hepatite ou infecções com bactérias”, disse Valdéz.

Frascos com excrementos têm sido atirados contra policiais e membros da Guarda Nacional durante a atual onda de protestos contra Maduro, que já deixou 39 mortos e centenas de feridos desde o começo de abril.

Durante a última manifestação realizada em Caracas, jovens entrevistados pela agência de notícias AFP explicaram que decidiram usar as bombas de fezes diante do “aumento da repressão” por parte das forças do governo.

Anúncios

Um telefonema hoje é uma prova de amor…

A tabulação da segunda edição da pesquisa “Jovem Digital Brasileiro”, do Ibope, apresentou o perfil de consumo na rede do jovem brasileiro. A maioria desses jovens é usuária das redes sociais, e os que assistem e baixam filmes pela internet chegam a 93%.

As redes sociais mais navegadas por esse público são o Facebook com 91%, o Youtube com 48%, o Instagram com 15% e o Twitter com 13%. Todos esses são acessados simultaneamente, provocando uma grande convergência midiática. Os vídeos online se tornaram uma nova maneira de escrita na web.

Quer dizer,  a internet determina o comportamento, o estilo de vida e os padrões de consumo desse público.

Atualmente, 17% dos que vivem em regiões metropolitanas do país têm ao menos um tablet e, dos que possuem celular, 47% usam smartphone. Quatro aplicativos estão em 80% dos celulares: Facebook, email, WhatsApp e Youtube. Fora das mídias sociais, as categorias de aplicativos mais consumidas pelo jovem internauta brasileiro são jogos, previsão do tempo, internet banking e notícias.

Imprensa-de-Gutemberg

Gutemberg foi o inventor da prensa móvel. Depois de Gutemberg, tudo mudou: milhares de livros foram impressos e a leitura generalizou-se.

Eu acho que a internet desencadeou uma nova revolução, e essa geração de jovens terá uma postura totalmente diferente em relação ao mundo por conta dela. Porque, em primeiro lugar, a internet provocou uma democratização do conhecimento: qualquer pessoa pode  chegar com rapidez à informação e ao conhecimento a partir de uma simples pesquisa num computador, ou no smartphone ou tablet. Depois, pela mudança na nossa forma de comunicar, à distância e na proximidade.

Esses jovens não escrevem mais cartas, como seus avós, e nem consultam mais os jornais, como seus pais. As próprias mensagens hoje se trocam mais pelo “zapzap” (Whatsapp) do que por um contato telefônico ou pessoal. A web traz pesquisas científicas, pornografia e receitas para fabricar uma bomba ao lado do Instagram.

E aquele conceito de comunicação “virtual” me parece que também caiu por terra, porque o jovem se comunica pelas redes com aquele mesmo amigo com quem acabou de estar na escola.  Porque “teclar” é quase tão importante como trocar impressões no intervalo das aulas.

Quando os pais criticam os filhos porque eles passam muito tempo no computador, estão se esquecendo que eles mesmos não largam seus joguinhos ou o Facebook.  Dizem que os filhos não leem, mas há muito que não pegam num romance. E continuará assim: a imprensa escrita será cada vez menos lida e os livros terão tiragens cada vez menores, caso “leitura” continue a ser definida pelo número de exemplares físicos vendidos.

Quando penso numa forma de incentivar esse jovem a ler – esse jovem que foi alfabetizado com o uso dos tablets e não mais da lousa na parede da escola – imagino que não se deva mais continuar a existir apenas palestras feitas por pessoas que gostam de ler, para outras que não têm esse hábito; ou pela propaganda de livros que estão nos “10 Mais ” do não sei aonde. Acho que é preciso usarmos suportes digitais, que devem incluir sons e imagens, que estimulem a fixação da atenção, tornada agora mais volátil pela estimulação permanente. E que esse material seja compartilhável, e compartilhado com pais, amigos e outros jovens, de forma dinâmica e interativa.

O grande problema que vejo aqui é a questão da remuneração. Sim, a remuneração do escritor, quando falo de livros. Ele precisa pagar as contas, como qualquer mortal, porque um escritor tem que comer, se vestir, ter uma casa onde morar etc. Então, quando falo em compartilhar, não pode ser totalmente de graça… E aí é que mora o perigo. Com tanta coisa de graça à solta na internet, como encontrar aquele disposto a pagar pelo seu livro digital, compartilhável etc e tal?Hoje,

Mas esse é apenas um dos aspectos de nossas vidas que mudou com a internet. Posso apontar mais alguns:

O imediatismo é o que diferencia principalmente um antes de um depois em nossa vida pessoal e profissional. Tudo acontece e é compartilhado mais rápido. Ao mesmo tempo, por conta da facilidade de sua circulação, tomamos conhecimento de muitas ideias que, de outra forma, continuariam “inéditas”.

Outro ponto é o da “aldeia global”, que muito se teorizava há, sei lá, três décadas e muitos diziam que era ficção. Pois a “aldeia global” existe… A internet elimina as distâncias! Hoje, converso com minha filha, que vive a 13.000 km de onde moro, pelo Skype!

Esse “encurtamento” das distâncias também permite que nossa opinião se torne pública, chegando a quem jamais nos leria ou ouviria se a web não existisse. Podemos publicar livros, gravar palestras, mostrar nossas receitas, tocar nossa mais nova música… Por isso, cada vez mais, devemos nos tornar conscientes do poder que a internet tem em fazer nascer um novo astro ou destruir a reputação desse mesmo astro em instantes.

Um terceiro ponto que destaco é a interconexão entre grupos de pessoas afins. Pessoas que compartilham de hobbies ou atividades podem se comunicar por meio dos grupos, trocar ideias e informações e o mesmo acontece com as minorias: políticas, raciais, religiosas etc. As ideias podem ser difundidas sem que exista mais a preocupação da distância ou de isolamentos, provocados ou circunstanciais.

O último ponto que destaco, e que certamente afeta aos jovens de uma forma que eles ainda não se deram conta, é a solidão e a introversão. Enquanto que os chats, grupos de discussão, redes sociais e as mensagens instantâneas aproximaram as pessoas em alguns aspectos, tenho certeza de que as tornaram mais solitárias (claro que a “culpa” não é apenas da internet; a violência e o custo de vida nas grandes cidades, além dos problemas de deslocamento, trânsito e etc, contribuem para que as pessoas fiquem mais em casa). Mas é inegável essa contradição: enquanto você se comunica mais pelos meios digitais, comunica-se menos no mundo real.

A pergunta que deixo é: como integrar o mundo físico ao virtual?

As 5 coisas que os jovens nunca irão compreender

Essa dica me foi passada por uma amiga e achei muito legal, por isso compartilho com vocês o que apurei.  O post se encaixa naquele tipo de “listas” que surgem em todos os finais de ano, quando compilamos as listas dos melhores, dos piores, dos mais bizarros, dos mais elegantes, das mais feias… Aqui, é uma lista  das 5 coisas que os jovens jamais irão compreender.  E que faziam parte de nossas vidas há apenas 10 ou 15 anos! Surpreenda-se como a tecnologia anda mais rápido do que se pensa!

1. O disquete

Esqueça-se do fato de que ele só armazenava 1.4 Mb de informação, e que hoje temos pendrives com a capacidade de 1 terabyte… Houve um tempo quando esse pobre e humilde disquete podia salvar (ou destruir) o mundo –  ao menos nos filmes e desenhos animados…

2. O videocassete

Esse é mesmo difícil de compreender, porque não se tratava apenas de “enfiar um cartucho no aparelho e assistir um filme”. Era todo um ritual que exigia preparação prévia e certa logística, coisas que num mundo onde você só precisa assinar um serviço on-demand e seu filme está instantaneamente disponível, realmente parecem pré-históricas.

O ritual começava antes de você se sentar na poltrona com a pipoca e o guaraná. Começava lá atrás,  vasculhando as prateleiras da loja de aluguel de vídeos. “O quê?” perguntaria assustado um jovem de hoje. “Vocês alugavam vídeos?”

Sim, caro incrédulo. Eram lojas enormes, quase um supermercado, com as prateleiras abarrotadas de cartuchos VHS, com filmes separados por categorias: lançamentos, comédias, eróticos, infantis, clássicos… Você escolhia o que queria, ia para o caixa e, na fila, ficava olhando com inveja o cara da sua frente, com uma pilha de vídeos de lançamento, todos aqueles que você queria ver mas já não tinham mais cópias disponíveis.  Enquanto esperava, passava por ofertas tentadoras: pipocas de microondas, batatas Pringles, geladeiras de Coca-Cola, geladeiras de sorvetes Haagen-Dazs… E quando chegava na sua vez, não iria apenas pagar pelos filmes alugados, mas por 4 refrigerantes, dois sorvetes, cinco pacotes de pipoca, etc etc.

A segunda etapa do ritual era chegar em casa,  e enquanto sua esposa/namorada/amiga trazia o balde de pipoca quentinha e o refrigerante gelado, você ligava a TV e inseria o filme no videocassete, voltando correndo para o sofá. Os jovens nunca irão compreender a sensação que a gente sentia, depois de acomodados, de erguer os olhos e ver isto:

Explicando: era assim a imagem dos filmes em VHS, depois de terem sido alugados trocentas vezes por outros associados da videolocadora…

Se o vídeo estava bichado, ou seja, travava e não rodava, a terceira etapa era tirar o cartucho do filme do videocassete. Os jovens também nunca irão compreender qual era a sensação de ver isto acontecer quando você puxava a fita:

Sim, assistir filmes em casa era uma aventura!

3. A internet discada

Pois é, lembra-se de quando a gente tinha que usar a linha telefônica e discar para o provedor da internet para podermos navegar, ou simplesmente lermos nossos e-mails? Os jovens nunca irão entender a emoção que sentíamos ao ouvir o som da discagem do número do provedor, o coração batendo mais rápido na ansiedade de conseguir completar uma conexão de internet!

A internet discada era causa de diversos conflitos familiares, porque quando você PRECISAVA fazer a conexão na internet NAQUELA hora, a sua mãe/ irmã/pai/ avô estava usando a linha no mesmo instante!

Mas depois de completar a conexão, a coisa não era assim simples. Além de a própria conexão ser muito lenta, os computadores também levavam séculos para dar o boot, para mudar de página, para baixar uma imagem… Essa é outra coisa que os jovens nunca irão compreender… O tempo que levava para abrir uma imagem…

4. Uma enciclopédia

Ah, ah, ah! Pobres jovens de hoje. Nunca viverão a experiência de ter que manusear 32 volumes da Enciclopédia Britânica em busca daquele verbete que poderia responder à questão da prova!

A gente nem precisava ir à academia fazer musculação. Era um verdadeiro exercício físico puxar da estante e carregar para a mesa cada um desses volumes e folhear as 30 mil páginas. Hoje, essa informação o jovem consegue na ponta do dedo.

5. Um mundo sem smartphones

Era um mundo sem graça, mesmo.  Não dava pra ficar postando no Facebook ou usando o Whatssap ou mandando fotos pelo Instagram, porque não existiam smartphones. Era muito chato, todo mundo vivia desconectado! Hoje, não…

              

Hoje todo mundo interage, não é mesmo?

Seja jantando, no metrô, durante os passeios, com a namorada ou namorado…

Nova geração de músicos de rock!

Há poucos dias celebramos o Dia do Rock, e tenho assistido contente ao nascimento de uma nova geração de músicos e que têm escolhido o rock’n’roll e seu “pai”, o blues, para se expressar.  Claro que eles não chegaram a esse estágio que demonstram em seus vídeos de uma hora para outra. Aí tem horas e horas de estudo e dedicação, mesmo sendo prodígios (pelo menos acho que a menina e o garotinho de dez ou onze anos, mais abaixo, são prodígios…).

Avalie por você mesmo esses exemplos que encontrei numa rápida busca pela internet:

Esta garota, Tina, francesinha de 15 anos, é estudante de música, da história da música, de regência e composição num conservatório, e mostra no vídeo abaixo uma arranjo dela para um concerto de Vivaldi:

Mas, não para por aí. Ela faz uma cover de um dos solos de guitarra mais explosivos da história, “Eruption”, de Eddie Van Halen. Veja o original:

E agora, a versão de Tina:

Uma menina de 14 anos que toca guitarra melhor que você

Bem, existe mais gente talentosa por aí… Encontrei o Justin Weed, de 14 anos, que vive no Texas e que toca um blues como gente grande:

E o Brandon Niederauer ( o prodígio que mencionei acima), outro garoto blueseiro, de apenas 11 anos e que já faz shows com músicos adultos – e também com sua banda de moleques – em sua terra natal, Nova York, e também em New Orleans:

Depois, temos o Raffi Arto, garoto armênio de 14 anos que vive na França e que é chegado num boogie-woogie e no rock anos 1950, estilo Jerry Lee Lewis:

Falando em meninos, temos o brasileiro Luis Kalil, de  14 anos também, numa versão matadora do Hino Nacional brasileiro.

E existe uma “Escola do Rock” em San Francisco, Califórnia!

Ok, tudo bem, não é só rock que eles ensinam… Vou explicar: existe uma ONG chamada “Little Kids Rock”, que foi fundada em 2002 em San Francisco, Estados Unidos, por um professor americano desapontado com a falta de aulas de música nas escolas públicas do país. Então, o objetivo das aulas gratuitas que sua organização oferece – hoje presente em 1700 escolas espalhadas por 25 cidades do país – é transformar a vida das crianças ao revitalizar as aulas de música. Hoje, ele e seus professores ensinam música, além de outras disciplinas, para mais de 300.000 jovens e crianças!

Esses alunos são das classes menos favorecidas e eles ganham, além dessas aulas gratuitas, os instrumentos com os quais estudam. O Conselho de Administração da ONG tem como membros honorários gente do peso de Bonnie Raitt, Paul Simon, B.B. King, Slash (ex-Guns and Roses), Ziggy Marley, Gene Simmons do Kiss, Billy Joel e outros astros.

Muito legal! Abaixo, um vídeo de uma das classes mostrando o que aprenderam:

É isso aí. Quero ver onde essa molecada ainda vai chegar.

Long live rock n’ roll!

Veja profissões que estão em alta e em baixa em oito setores do mercado

Todos sabem que o Brasil enfrenta uma crise – mais uma! – mas, apesar de algumas profissões se encontrarem em baixa, há outras que estão em alta. Justamente pelo fato de o país ser tão imenso e, portanto, há setores onde a crise afeta mais do que em outros. De um modo geral, os profissionais que geram ganhos de eficiência para as operações das empresas ou podem evitar perdas financeiras são os mais requisitados agora.

A FSP ouviu dez empresas especializadas em encontrar profissionais para grandes companhias, e os consultores responderam quais os profissionais que estão sendo mais buscados e quais enfrentam um momento de vacas magras nos setores de marketing e promoções, mercado financeiro e seguros, tecnologia, comércio, educação, engenharia e infraestrutura, saúde e jurídico.

MARKETING

EM ALTA

Analista de bancos de dados

O QUE FAZ Com as informações do comportamento dos clientes capturadas por sistemas de informação, define qual deve ser a estratégia da empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Empresas têm sido criteriosas para definir sua atuação comercial e buscam tomar decisões com grande precisão.

Desenvolvedor de tecnologia mobile

O QUE FAZ Apresenta ideias para novos aplicativos e as passa para os programadores.

POR QUE ESTÁ EM ALTA É relevante tanto para start-ups que criam seus aplicativos quanto para grandes empresas que correm atrás de inovação.

Especialista em mídias específicas

O QUE FAZ Atua com os aplicativos próprios de cada empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA São buscados pelas marcas que querem manter sua estratégia de tecnologia mobile ativa.

EM BAIXA

Analista de mídia social

O QUE FAZ Dissemina informações nas redes sociais, como o Facebook ou o LinkedIn, usando o linguajar típico de cada uma delas.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há uma oferta muito grande desse tipo de profissional no mercado, maior do que a demanda.

Agente de turismo

O QUE FAZ Comercializa pacotes de viagens para clientes físicos e corporações.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA O serviço enfrenta concorrência de sites de comparação de preços de viagens, que tornaram a busca mais fácil.

MERCADO FINANCEIRO

EM ALTA

Especialista em compliance

O QUE FAZ Garante que a companhia respeite a legislação, evitando multas; também pode averiguar se há corrupção na empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Com investigações da Polícia Federal, prisões e escândalos internacionais, o serviço passou a ser mais procurado.

Gerente de riscos

O QUE FAZ É parte da equipe de planejamento estratégico de bancos, financeiras e grandes empresas; analisa eventuais riscos aos negócios.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Com economia encolhida, empresas ficam mais atentas a ameaças.

Atuário

O QUE FAZ Em seguradoras, calcula reservas e provisões em caso de sinistro e precifica o produto; também atua em fundos de pensão, bancos e planos de saúde.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Mercado cresceu nos últimos anos, com novas empresas e produtos.

EM BAIXA

Gerente de agência bancária

O QUE FAZ Atende clientes em agências físicas com foco comercial, ou gerencia as lojas para que sejam rentáveis.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Clientes de bancos passaram a usar mais os serviços oferecidos pela internet.

Analista de investimentos

O QUE FAZ Escolhe opções de investimento e presta conta aos investidores; busca capital para empresas que precisam.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Caiu a quantidade de investimentos na economia como um todo.

TECNOLOGIA

EM ALTA

Gestor de big data

O QUE FAZ Cria os softwares para capturar grandes quantidades de dados sobre o comportamento dos consumidores de bens finais.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Ajuda na definição de estratégia corporativa.

Arquiteto de TI

O QUE FAZ Planeja e constrói os sistemas de informação das empresas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Trabalha em todos os setores da economia, as corporações não podem prescindir dele.

Cientista de dados

O QUE FAZ Avalia a qualidade dos bancos de dados das empresas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Encontra posições em corporações de diferentes segmentos da economia.

EM BAIXA

Analista de suporte e help desk

O QUE FAZ Auxilia os funcionários que têm problemas para usar o sistema informatizado da empresa.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA A tendência é de crescente automatização desse tipo de atendimento.

Gerente técnico

O QUE FAZ Lidera as equipes de analistas de help-desk.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Assim como os serviços dos analistas, o do gerente está se tornando menos corriqueiro por novas automações.

Desenvolvedor de páginas de web

O QUE FAZ Cria sites.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Assim como os serviços dos analistas, o do gerente está se tornando menos corriqueiro por novas automações.

COMÉRCIO

EM ALTA

Vendedor externo

O QUE FAZ Visita empresas para coletar pedidos e negociar preços, volumes e prazos de entrega.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Demanda atende expansão de redes para Nordeste e Centro-Oeste.

Executivo de logística

O QUE FAZ Acompanha toda a cadeia de suprimentos, desde o pedido até a entrega; além de comércio, atua em transportadoras.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Por centralizar todo o processo, enxugando custos de pessoal.

Planejador de demanda

O QUE FAZ É capaz de avaliar qual será a procura por certo bem de consumo.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Evita excesso e sobras em estoque que poderiam se traduzir em perdas.

EM BAIXA

Corretor de imóveis

O QUE FAZ Faz a intermediação entre compradores e vendedores.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA O mercado está saturado desses profissionais.

Executivo de varejo

O QUE FAZ Planejamento e gestão financeira, comercial ou de compras.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há uma tendência de concentração de funções entre poucos profissionais.

Auxiliar de suprimentos

O QUE FAZ Da área de compras, prospecta novos fornecedores.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Com desempenho ruim do varejo, empresas estão cortando auxiliares.

EDUCAÇÃO

EM ALTA

Professor de economia e contabilidade

O QUE FAZ Dá aulas de graduação, pós, mestrado e doutorado nas cadeiras de ciências econômicas e contábeis.

POR QUE ESTÁ EM ALTA A crise econômica tem feito mais pessoas se interessarem em entender os assuntos. E, com a popularização das carreiras, mais professores estão sendo requisitados pelas instituições.

Diretor de educação a distância

O QUE FAZ Estrutura os cursos, chama gente para desenvolver o conteúdo, forma a equipe de educadores e da tecnologia, traça o escopo.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Essas modalidades estão mais populares graças a preço competitivo e falta de tempo das pessoas.

EM BAIXA

Diretor acadêmico

O QUE FAZ Estrutura cursos de faculdades e instituições de ensino superior.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Mudanças no sistema oficial de financiamento de ensino comprometeram a criação de novos cursos.

INFRAESTRUTURA

EM ALTA

Gerente industrial

O QUE FAZ Comanda os trabalhadores da linha de fábrica e determina qual deve ser o tamanho da equipe.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Atuação está ligada a manutenção de custos em baixa em época de menor demanda.

Engenheiro de planejamento

O QUE FAZ Atua em todos os campos da engenharia antes da execução dos projetos, dimensionando a equipe.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Ajuda a fazer obras com menos dinheiro e em menores prazos.

Gerente de novos produtos

O QUE FAZ Desenvolve design, funcionalidades e características de novos bens.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Produtos precisam custar cada vez menos para serem lucrativos.

EM BAIXA

Engenheiro de óleo e gás

O QUE FAZ Trabalha na exploração e prospecção de óleo e gás em plataformas e refinarias.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Setor é muito dependente da Petrobrás e, além disso, preço internacional do barril está em baixa.

Profissional de manutenção fabril

O QUE FAZ Atua em linha de fábrica, é especializado em uma determinada máquina.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Com a desaceleração da indústria, principalmente automobilística, algumas linhas foram descontinuadas, e ele não costuma ter flexibilidade para atuar em outros setores.

SAÚDE

EM ALTA

Geriatra

O QUE FAZ Cuida de pacientes idosos.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Envelhecimento da população e aumento da expectativa de vida tornam essa especialidade mais procurada.

Dermatologista

O QUE FAZ Especialista no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças da pele, pelos, mucosas, cabelos e unhas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Mercado de estética é imune à crise; clínicas particulares buscam esse profissional.

EM BAIXA

Fisioterapeuta

O QUE FAZ Diagnostica e trata problemas causados por má-formação, acidentes ou vícios de postura.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Diminuiu a contratação desse tipo de profissional em hospitais.

DIREITO

EM ALTA

Recuperação judicial e de crédito

O QUE FAZ Profissional atua em falências ou litígios entre empresas que fizeram negócios.

POR QUE ESTÁ EM ALTA A demanda por esses profissionais sempre cresce durante crises.

Setor trabalhista

O QUE FAZ Defende pessoas que foram demitidas e empresas processadas por funcionários.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Demissões aquecem a busca por esse especialista; também são contratados para prevenir problemas.

Setor tributarista

O QUE FAZ Estuda a estrutura legal para ajudar empresas a encontrar maneiras menos onerosas de estar em dia com as suas obrigações.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Sua atuação implica redução de custos.

EM BAIXA

Fusões e aquisições

O QUE FAZ Advogado levanta passivos de empresas que podem ser compradas, estuda a viabilidade de fusões sob a ótica do direito econômico.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há excesso de profissionais na área.

Setor ambiental

O QUE FAZ Especialista ajuda empresas a se adequarem à legislação.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Setores como a mineração e grandes obras enfrentam gargalos.

Direito societário

O QUE FAZ O advogado aqui auxilia novas empresas ao redigir contratos, ou as antigas que enfrentam conflitos societários.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Diminuiu ritmo de fundação de empresas.