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A Garota de Vermelho de 1913

Mais de 100 anos depois de terem sido tiradas, essas imagens de uma adolescente em Dorset, na Inglaterra, tomaram conta do Twitter e do Instagram.

Uma foto em close relativamente incomum na época, tirada na praia em Lulworth Cove, Dorset, em 1913. A grande abertura reduziu o fundo a uma quase abstração, e a falta de referências óbvias do período em que foi tirada dá a esta imagem um toque moderno. Christina in a Red Cloak, 1913, Mervyn O’Gorman © Royal Photographic Society Collection

A garota em questão é Christina, e as fotos circularam nas redes sociais e na imprensa mundial. O Daily Mail a chamou de “a Dama de Vermelho original”. O Daily Mirror sugeriu que as imagens pareciam tão contemporâneas que deveríamos usar a hashtag #tinaonthebeach. E o El Pais apelidou Christina de “Una‘ pin-up ’de Flickr del siglo XX” .

O longo tempo de exposição deu ao mar uma qualidade vítrea e a grande abertura e a profundidade de campo limitada colocaram Durdle Door, ao fundo, fora de foco. Christina on the Beach, 1913, Mervyn O’Gorman © Royal Photographic Society Collection

Mas, quem foi Christina?

Seu nome completo era Christina Elizabeth Frances Bevan e ela nasceu em Harrow em 8 de março de 1897. Christina era filha de Edwyn Robert Bevan e Mary Waldegrave, que era conhecida pela família e amigos como Daisy. Eles tinham duas filhas – Christina e Anne Bevan – e moravam a apenas dois minutos a pé da casa da família de Mervyn O’Gorman, o fotógrafo amador e autor das fotos.

Um slide de Christina, Daisy e Anne caminhando até a praia em West Lulworth – a localização dos retratos de Christina – agosto de 1913. Por Mervyn O’Gorman

Talvez nunca saibamos qual era a relação precisa entre as duas famílias, mas, qualquer que fosse o vínculo, ambas as famílias eram claramente amigas. Certamente, a amizade foi suficiente para Mervyn acompanhar Daisy e suas duas filhas em uma viagem a Lulworth Cove em agosto de 1913, onde tirou os retratos de Christina.

Um retrato evocativo tirado na praia de Lulworth Cove. A escolha do traje de banho de Cristina foi fortuita, já que o vermelho era uma cor que o processo autocromo capturava particularmente bem. Christina on the Beach, 1913, Mervyn O’Gorman © Royal Photographic Society Collection

O autocromo é um antigo processo de fotografia colorida. Patenteado em 1903 pelos irmãos Lumière, na França, e comercializado pela primeira vez em 1907, permaneceu o principal processo para se obter fotografias a cores durante o início do século XX, especialmente na década de 1930.

Foto do Taj-Mahal usando o autocromo, de 1921.

Uma fotografia serena, quase surreal. O longo tempo de exposição necessário, mesmo sob sol forte, deu ao mar uma qualidade irreal de vidro. O vermelho vivo de seu traje está em dramático contraste com os tons naturais suaves do fundo. Ao longe avista-se o barco a remo que aparece em algumas das outras fotografias tiradas no mesmo dia. Christina Paddling, 1913, Mervyn O’Gorman © Royal Photographic Society Collection

E quem foi Mervyn O’Gorman?

Nascido na Irlanda, Mervyn Joseph Pius O’Gorman (1871–1958) é mais conhecido como um dos maiores engenheiros aeronáuticos britânicos. Durante a Primeira Guerra Mundial, ele foi chefe do Royal Aircraft Establishment em Farnborough. Ele também foi um pioneiro do automobilismo, escrevendo o O’Gorman’s Motoring Pocket Book em 1904, e esteve ativamente envolvido no Royal Automobile Club, tornando-se seu vice-presidente. Posteriormente, desempenhou um papel fundamental na introdução do Código de Trãnsito nas Estradas.

O’Gorman era um artista, além de engenheiro, concentrando-se em gravura e trabalho com laca. Ele também era um fotógrafo talentoso. Um homem bem-humorado com enorme energia física e mental, ele parece ter sido quase universalmente querido e admirado.

Neste retrato, Christina olha pensativamente para um lago ornamental. O local desta fotografia não é conhecido, mas pode ser os jardins de Rempstone Hall perto do Castelo de Corfe em Dorset. Christina by the Pond, 1913, Mervyn O’Gorman © Royal Photographic Society Collection

 

O’Gorman captura uma cena atemporal enquanto o grupo faz seu piquenique na praia em Dorset, com Durdle Door ao fundo. O estojo da câmera de O’Gorman pode ser visto perto da irmã de Christina; uma das grandes vantagens do processo autocromo era que não exigia aparelhos especiais – os fotógrafos podiam usar placas autocromáticas em suas câmeras. A Picnic on the Beach, 1913, Mervyn O’Gorman © Royal Photographic Society Collection
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Inventos curiosos e bizarros criados durante a Era Vitoriana

Londres, em 1901

A era vitoriana começou em 1837, quando a rainha Victoria ascendeu ao trono britânico, e durou até 1901, quando morreu. Assim como em qualquer outro período da história da humanidade, esse período ficou marcado por dezenas de invenções estranhas, porém curiosas, criadas para ajudar as pessoas na época. Separamos algumas dessas invenções. Você irá se surpreender ao conhecer cada uma delas e descobrir para que elas serviam.

Veja a seguir:

Caixas-balanço para banhos de ondas

Muitos vitorianos acreditavam no uso de água para tratar lesões, curar doenças e melhorar o seu bem-estar de uma maneira geral. Isso muitas vezes os motivavam a viajar para córregos e rios, para que pudessem tomar banhos especiais na água corrente. Esses rios e riachos eram muitas vezes localizados longe das cidades, o que significava que a maioria das pessoas deixavam suas casas durante vários meses para irem até o local se banhar. Então alguns empreendedores inventaram as caixas-balanço, para que as pessoas pudessem tomar banhos de ondas sem precisar viajar para longe de casa. Caixas-balanço se pareciam com banheiras comuns, exceto pelo fato de serem curvas, para permitir que os usuários se balançassem durante o banho e simular o movimento de correntes de água dos rios.

Xícaras-Bigode, para cavalheiros bigodudos

Um bigode bem cuidado era o orgulho de um cavalheiro vitoriano. Os homens na época até mesmo colocavam cera no bigode, para que ficassem com a aparência suave e ao mesmo tempo resistente. Isso, no entanto, trazia alguns problemas, pois a cera derretia sempre que algum bigodudo bebia chá ou café. Isto levou à invenção da “xícara-bigode”, com a aparência bizarra que se vê na imagem acima.

Elas eram como uma xícara de café comum, exceto pelo fato de haver um apoio semicircular que protegia o bigode dos cavalheiros. Depois do invento, surgiram também as colheres-bigode, que também se pareciam com as colheres normais, mas que tinham uma guarda levantada na ponta para proteger o bigode. Xícaras e colheres-bigode começaram a sumir do mercado somente após a Segunda Guerra Mundial, época em que os homens começaram a… raspar os bigodes.

Motor Scouts

As Motor Scouts foram inventadas pelo britânico Frederick Richard Simms entre 1888 e 1889. É um dos primeiros veículos armados do mundo, equipado com uma metralhadora. O problema é que a única proteção do veículo ficava na frente da metralhadora, então os soldados tinham que torcer para encontrar os inimigos de frente, porque se alguém chegasse de repente pelos lados… bye, bye!

A invenção acabou não sendo usada na guerra; afinal, quem teria coragem de subir uma montanha ou enfrentar os terrenos acidentados de campos de batalha pedalando um quadriciclo pesado destes e ainda correndo risco de vida? Melhor ir à pé mesmo! Problemas à parte, a invenção acabou inspirando a criação dos primeiros carros de guerra blindados.

Escovas de cabelo rotativas automáticas

Escovas de cabelo rotativas eram basicamente escovas de cabelo equipadas com motores. Foram inventadas porque se acreditava na época que o uso de uma máquina automática para escovar o cabelo era um sinal de progresso. As escovas de cabelo eram ligadas a um sistema de rodas e polias e alimentadas por turbinas hidráulicas, motores a vapor, ou motores a gás, mas as versões iniciais eram movidos por pessoas, mesmo, como o senhor na imagem acima.

As máquinas foram utilizadas principalmente para escovar a cabeça, embora sua patente indicasse que também poderiam ser usadas para escovar o corpo (durante o banho) e até mesmo para escovar roupas. A escova rotativa foi inventado por Edwin Gillard Camp, que alugava suas máquinas para cabeleireiros progressistas.

Linhas de trem Atmosféricas ou Pneumáticas

Os trens de hoje funcionam com eletricidade ou com diesel. No passado, eles funcionavam a vapor e carvão. Na Inglaterra vitoriana, eles eram movidos a ar…

Havia dois tipos de trens movidos a ar: os atmosféricos, que ficavam por cima da terra, e os trens pneumáticos, que se moviam no subsolo. A primeira estação de trem atmosférica do mundo foi inaugurada na Irlanda em 1844 e logo em seguida na Inglaterra.

Os trens atmosféricos dependiam de várias “estações de bombeamento”, encontradas a cada 3 km de distância ao longo dos trilhos, para bombear o ar necessário para a locomoção do trem. O sistema ferroviário acabou sendo encerrado devido ao seu alto custo de manutenção e também pelo fato de que os ratos muitas vezes comiam os revestimentos de couro usados para selar os dutos de ar.

Os trens pneumáticos, por outro lado, foram inventados na Inglaterra após o serviço postal londrino ter solicitado um meio mais rápido de transporte para o governo. A London Pneumatic Dispatch Railway (LPDR), ou “Ferrovia Londrina de Despacho Pneumático”, foi então criada e se tornou a primeira ferrovia pneumática do mundo. Além de encomendas, a ferrovia também era usada para transportar pessoas. Assim como as ferrovias atmosféricas, porém, as ferrovias pneumáticas também tinham um custo de manutenção muito alto, e pior ainda, só podiam realizar as manutenções por um curto período de tempo (nove minutos no máximo), por causa da falta de ar dentro dos dutos.

Cintos de cólera

A era vitoriana foi marcada por epidemias, principalmente a febre tifoide e a cólera, pois a higiene pessoal era precária na época. Os esgotos eram despejados sem tratamento diretamente nos rios, onde as pessoas iam buscar água para beber e cozinhar. Além disso, as pessoas defecavam em valas abertas. Sabemos hoje que a cólera é causada por alimentos contaminados, mas os vitorianos não sabiam. Muitos acreditavam que era causada pelo mau cheiro ou pelo contato. Os médicos também não sabiam como tratar adequadamente alguém infectado com a doença.

Mas as pessoas cismaram que a doença era resultado do estômago congelado. Foi por isso que criaram algo que, de acordo com o que se imaginava, seria a solução: os “cintos de cólera”, que serviriam para proteger as pessoas. Eram feitos de lã ou de flanela e aqueciam o corpo das pessoas mais frágeis.

Na realidade, os cintos não ajudavam em nada, mas foram amplamente usados na época, e até mesmo no serviço militar, onde oficiais médicos do exército britânico os usavam para “tratar” soldados com cólera. Os militares acreditavam tanto nos cintos inúteis que mantinham um sempre à mão para o caso de surtos.

Eletrofones

Os eletrofones faziam parte do serviço de comunicação de Londres, permitindo que as pessoas escutassem notícias, espetáculos de teatro e até mesmo missas de igrejas diretamente pelos fones sem sair de casa. O primeiro desses dispositivos foi o “Theatrophone,” inventado na França por Clement Ader em 1881. Para usá-lo, tudo o que o usuário precisava fazer era chamar a telefonista e pedir para ser conectado ao teatro ou à igreja.

Os usuários também podiam falar com a central do eletrofone, que funcionava através de linhas telefônicas, para solicitar uma música específica. O serviço era oferecido por assinatura, custava 5 libras por ano e fez muito sucesso, as pessoas iam até locais específicos para usar o serviço e algumas até promoviam festas com os fones

As transmissões via eletrofone terminaram em 1925, após a invenção do rádio e suas transmissões gratuitas.

Tinta para as veias

Na era vitoriana, acreditava-se que os aristocratas, as pessoas mais importantes da sociedade, tinham sangue azul. Querendo comprovar suas origens nobres, várias mulheres usavam o azul da Prússia para pintar em seus braços as veias, nas quais correria sangue azul…

 

 

 

 

Fonte:

rockntech.com.br: Simon Ferreira

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Por que o Canal da Mancha tem esse nome?

duas versões entre as mais conhecidas.

A mais popular afirma que o nome vem da palavra francesa manche, que significa “manga de camisa”, em referência ao formato estreito e comprido do canal situado entre a França e a Inglaterra. Esse apelido teria sido dado por navegadores do século XVII.

(Foi atravessando esse canal, no Dia D, que os Aliados puderam invadir a França dominada pelos nazistas, na Segunda Guerra Mundial).

Há, porém, quem diga que, em geografia, a mesma palavra sempre serviu para definir um braço de mar espremido entre dois pedaços de terra. O Canal da Mancha se encaixa perfeitamente nessa definição.

Com cerca de 180 quilômetros em sua parte mais larga, ele é chamado pelos ingleses de English Channel (algo que os franceses nunca gostaram muito!).

O Eurotúnel

Há mais de 20 anos, os dois países concluíram a construção de um túnel sob o mar, ligando as duas margens – o Eurotúnel, um túnel submarino considerado a maior obra de engenharia do século XX.

Ele tem 50,5 quilômetros de extensão, e facilita o acesso entre França e Inglaterra. A viagem tem duração de 35 minutos de trem, com velocidade média de 160 quilômetros por hora.

A obra é composta por três túneis localizados entre 40 a 70 metros abaixo do nível do mar. Dois deles são utilizados para o transporte de carros, caminhões e passageiros, que, durante o percurso, ficam acomodados nos vagões do trem Eurostar.

O outro túnel é destinado para ventilação.

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Ingleses antigos cortavam e queimavam mortos por medo de zumbis

Hoje pode parecer um papo meio “Walking Dead”, mas na Inglaterra da Idade Média não era incomum a crença de que mortos “acordassem” do “sono profundo da eternidade” para aterrorizar os habitantes do campo e das cidades. E um estudo recente trouxe este tema do campo do folclore para as páginas científicas da arqueologia. O estudo, realizado por pesquisadores do instituto público de patrimônio inglês, Historic England, e da Universidade de Southampton, encontrou na região de Wharram Percy, em Yorkshire, no Reino Unido, ossadas datadas do período entre os séculos 11 e 14 com evidências de violação pós-morte.

Os ossos encontrados indicaram que os cadáveres foram decapitados, desmembrados e queimados, levantando a possibilidade de que os antigos habitantes da região tenham tomado esta atitude para impedir que os mortos “revivessem”.

Foram analisados 137 pedaços de ossos pertencentes a pelo menos dez indivíduos com idade entre 2 e 50 anos. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que os corpos foram cortados logo após a morte, quando os ossos ainda estavam macios e foram, então, queimados.

Ossos com marcas de faca foram encontrados por arqueólogos na região de Wharram Percy, na Inglaterra.

Por que cortar e queimar os ossos? Para tentar entender a razão daqueles homens medievais terem cortado e queimado os ossos de outros humanos, os cientistas levantaram algumas hipóteses e procuraram indícios nos fósseis encontrados.  A primeira hipótese seria a de que os corpos eram de gente de fora da região, algo como inimigos, que teriam sido cortados e queimados por essa razão.

No entanto, foi feita uma análise a partir dos isótopos de arcadas dentárias que revelou que os mortos eram habitantes da região de Wharram Percy, ou seja, eram locais. Uma outra possibilidade levada em conta pelo grupo liderado pelo biólogo Simon Mays foi a de canibalismo. Nesse caso, contudo, o tipo de corte nos ossos não se parece com o que seria esperado no caso de alimentação. As marcas de cortes estavam agrupadas ao redor da cabeça e do pescoço, e não nas grandes ligações musculares, aponta o estudo. Na sua conclusão, publicada no  Journal  of  Archaeological  Science, os autores afirmam que não é possível ter certeza sobre a razão dos cortes e da queima dos cadáveres, mas consideram a hipótese de que os ingleses da Idade Média temessem os mortos-vivos a mais consistente. E de onde veio a ideia de medo de zumbis?

A equipe levou em conta textos de escritores medievais que apontavam que a decapitação, o desmembramento e a incineração de mortos poderiam fazer com que eles não “ressuscitassem”.

Ilustração reconstitui antiga vila de Wharram Percy, na Inglaterra, no final do século 12.

“A ideia de que os ossos de Wharram Percy são os restos de cadáveres queimados e desmembrados no intuito de impedi-los de sair de seus túmulos parece ser a que melhor se adequa às evidências”, disse Simon Mays, que é um biólogo especializado em esqueleto humano. “Se estamos certos, esta é a primeira boa evidência arqueológica que temos para essa prática. Ela nos mostra um lado sombrio das crenças medievais e fornece um lembrete de como a visão medieval do mundo era diferente da nossa”, conclui.

Fonte:

Uol Ciência

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Os esportes mais estranhos do mundo

Sempre achei o curling um esporte estranho (você já deve ter visto na TV, é aquele esporte maluco de inverno que é jogado em um ringue comprido de gelo, lançando pedras de um lado ao outro do ringue). Para mim, nada mais é do que uma espécie de bocha…

Mas, passeando pela internet, descobri que existem esportes ainda mais malucos do que esse! Fiz uma listinha abaixo e tenho certeza de que vai concordar comigo que são mesmo coisa de doido…

Xadrez – Boxe

Isso mesmo que você leu. Os lutadores se enfrentam no ringue em dois rounds de dois minutos cada, e depois jogam xadrez por quatro minutos e assim por diante, até um nocautear o outro ou dar um xeque-mate. Vou sugerir um MMA-dominó, que tal?

Bog-snorkeling

Esse é meio nojento. Os competidores precisam nadar ida e volta num trecho de 60 metros numa vala, usando snorkels, máscara de mergulho, pé de pato. Quem concluir em menos tempo, vence. E só pode usar a nadadeira e não dar braçadas. Eca… Há um campeonato mundial realizado no Reino Unido, mais especificamente no País de Gales.

Buzkashi

Quem assistiu o Rambo 3 viu o herói disputando uma partida disso (na época, achei que fosse invenção do roteirista, mas o esporte existe mesmo!). Montados em cavalos, os competidores têm um objetivo claro: marcar um gol no adversário. Poderia ser uma simples partida de pólo, não fosse uma pequena diferença – ao invés de bolas, eles lançam a carcaça de uma vaca ou de uma cabra. Este é o Buzkashi, esporte tradicional  no Afeganistão (a história do Rambo 3 se passava lá).  Se você já acha esquisito demais sair por aí jogando com um animal morto, tem mais: os jogadores usam chicotes para se defenderem e atacarem os jogadores do outro time.

Corrida do Queijo

Esse é mais conhecido e passa toda hora na TV, mas não por isso deixa de ser um esporte bizarro. Do alto de uma montanha em Gloucestershire, Inglaterra, é arremessado um queijo Gloucester. Para ganhar a competição (e levar para casa o queijo!) deve-se chegar primeiro ao fim da ladeira. Ao sair rolando, o queijinho pode atingir surpreendentes velocidades de até 110km/h, por isso, é raro que algum dos competidores consiga capturar o fujão antes de chegar à linha de chegada. Como sempre ocorrem fraturas nos participantes, ambulâncias ficam de prontidão para atendê-los, e também a espectadores atingidos pelo queijo rolante.

Carregamento de esposas

Simples como o nome diz, basta carregar a sua esposa num percurso de 250 metros com obstáculos, e a dupla mais rápida vence. O peso mínimo da esposa é de 49 kg, o ex-jogador de basquete Dennis Rodman já participou (ele alugou uma esposa), e o prêmio é dado de acordo com a massa corporal da mulher, só que em litros de cerveja. Não é uma ideia?

Regata de abóboras

A regata de abóboras é praticada há mais de dez anos no Canadá. Foi na fazenda de Windsor Howard Dill, em Windsor, no Canadá, que abóboras gigantes começaram a ser plantadas, tornando-se a capital mundial das abóboras gigantes. Na prova, os participantes devem escavar uma abóbora gigante (algumas chegando a pesar mais de 300 kg), e entrar nela para começar a navegação. Os participantes são lançados em um rio e saem remando como se estivessem em  um caiaque. O vencedor é aquele que cruzar primeiro a linha de chegada.

Tem de tudo nesse nosso mundo louco.

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Londres projeta “supertúnel” de 25 km para livrar o rio Tâmisa de esgoto

Em 1858, os membros do Parlamento inglês debatiam em salões com cortinas encharcadas de um composto à base de cal, artifício usado para amenizar o fedor do esgoto que era o rio Tâmisa.

O cheiro era tão insuportável que quase fez a sede do governo inglês mudar temporariamente de endereço e, principalmente, forçou Londres a tirar da gaveta um ambicioso projeto de construir uma rede de esgoto na então maior cidade do mundo.

Um século e meio depois da obra, Londres busca dar mais um passo para livrar de vez o Tâmisa dos dejetos da cidade que não para de crescer.

Um conjunto de túneis está sendo construído no subsolo para receber cerca de 39 milhões de toneladas anuais desses dejetos, que costumam ir para o rio em dias de chuva.

No meio da capital inglesa, o Tâmisa, assim como o rio Tietê em São Paulo, é alternativa para, além de oferecer uma melhor paisagem na metrópole, uma fonte de água no futuro.

SUPERESGOTO

Na cidade de Londres, o sistema de coleta foi desenhado no século 19, com canos que pudessem receber tanto os dejetos das casas como a água da chuva.

Construída em 1830, a London Bridge Sewer é a rede de esgoto mais antiga de Londres ainda em operação. O lençol freático do subsolo, remanescente de um antigo curso d’água que começou a desaparecer na época dos romanos, abriu caminho por entre a parede de tijolos do túnel e pequenos fluxos de água jorram em todas as direções.

Em dias secos, Londres capta e trata 100% de seu esgoto (em São Paulo, esse índice é de apenas 68%; a maior parte do excedente é despejada no Tietê).

“O problema é que hoje Londres está muito maior e, quando ocorrem chuvas, a tubulação enche muito mais rapidamente e o excesso é despejado no rio”, diz o professor da universidade federal gaúcha, Carlos Tucci.

O esgoto, que só deveria ir para o rio uma vez ao ano, hoje cai no Tâmisa cerca de 50 vezes ao ano. É aí que entra o novo sistema em construção. O objetivo é construir um grande túnel sob o leito do rio Tâmisa.

Chamado de TideWay, o túnel deverá ter 25 km de extensão e mais de sete metros de diâmetro. O valor do projeto é de 4,2 bilhões de libras (R$ 24 bilhões). O custo é o principal alvo das críticas à empreitada, que já recebeu licenciamento. O projeto deverá ser entregue em 2020.

COMO VAI FUNCIONAR
HOJE, a tubulação enche rapidamente e transborda para o rio.
DEPOIS Em vez de ir ao rio, o que transbordar vai ser despejado no novo túnel.
O sistema de esgotos de Londres conta com uma rede integrada de esgotos que transborda no rio. Há muitos pontos de descarga ao longo do Tâmisa, que são usados durante as chuvas mais fortes.

 

Já a cidade de São Paulo…

… ainda engatinha para revigorar o rio Tietê – diante da recente crise hídrica, a Sabesp decidiu congelar a maioria de seus investimentos em esgotos. Um desses cortes deve frear justamente a criação de um túnel sob o rio Tietê que deveria diminuir a quantidade de esgoto despejada no rio mais famoso de São Paulo.

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Tatuagens inspiradas em animais de estimação

A tatuagem é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana, uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversível (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele). A motivação para os cultuadores dessa arte é ser uma obra de arte viva, e temporal, tanto quanto a vida.

O palavra “tattoo” que conhecemos atualmente foi usada pelo capitão James Cook (também descobridor do surfe), que escreveu em seu diário a palavra “tattow”, também conhecida como “tatau”(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele). Com a ampla circulação dos marinheiros ingleses pelo mundo, a tatuagem e a palavra tattoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo. A certa altura, porém, o governo da Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, e a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente.

Mais recentemente, essa arte perdeu o estigma de ser algo underground e adquiriu um status, digamos, mais sociável. As tatuagens abaixo, de bichinhos domésticos, confirmam a tendência moderna da tatuagem mais soft e aceitável em qualquer ambiente.

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Os criminosos mais estúpidos do mundo

Qual é o limite para a estupidez humana?

A pergunta talvez possa ser respondida por dois britânicos condenados à prisão recentemente. Benjamin Robinson e Daniel Hutchinson foram presos após tirarem selfies roubando milhares de libras de máquinas caça-níqueis.

O caso aconteceu na cidade de Skegness, no leste da Inglaterra.

Esses dois idiotas não são os únicos, porém. Se você se der ao trabalho de verificar em jornais e sites do mundo todo, vai descobrir que há muitos outros tão… Er… Digamos, descuidados.

Confira:

5x300

Andrew Hennels acabou preso após se gabar de ter roubado um supermercado em sua conta pessoal no Facebook.

Ele usou a rede social para escrever um post que incluía uma selfie, uma foto de uma faca e a frase: “Roubei. Tesco. Fim”.

A polícia o prendeu 15 minutos depois com uma faca e 410 libras (R$ 2.050,00) roubadas de uma filial da rede de supermercados britânica Tesco. Ele foi condenado a quatro anos de prisão em abril do ano passado.

Não, a foto acima não é de um bandido, mas da vítima. Sim, isso mesmo.

Dois turistas galeses foram julgados em 2012 depois de ficarem bêbados e roubarem um pinguim chamado “Dirk” do parque Sea World na Austrália.

Rhys Owen Jones, de 21 anos, e Keri Mules, de 20 anos, invadiram o parque, nadaram junto com os golfinhos e acionaram um extintor de incêndio no tanque dos tubarões, antes de sequestrar o animal.

Quando os dois acordaram – de ressaca e com o pinguim em seu apartamento- decidiram alimentá-lo e colocá-lo debaixo do chuveiro.

Em seguida, Jones e Mules foram libertar Dirk em um canal, mas a polícia viu tudo. Um juiz multou os dois jovens em mil dólares australianos (R$ 2.780) cada um, e sugeriu que eles bebessem “menos vodca”.

O pinguim foi resgatado e devolvido ao Sea World sem ferimentos.

Viu a foto acima? Pois bem, escute só… Um homem acusado de ter cometido um incêndio criminoso e atos de vandalismo enviou uma selfie às autoridades de Ohio, nos Estados Unidos, pois achou que a foto divulgada pela polícia não fazia jus à realidade.

Donald “Chip” Pugh enviou um SMS à polícia com uma nova foto. Esta:

Na mensagem, ele dizia: “Aqui está uma foto melhor porque a que vocês usaram está horrível”. Ele afirmou a uma emissora de rádio local: “Eles (policiais) acabaram comigo. Divulgaram uma foto minha em que eu parecia um James Brown foragido. Não aguentei”.

Christopher Badman usou uma sacola na cabeça como disfarce quando assaltou um hotel durante a convenção anual em homenagem ao Elvis Presley, em Porthcawl, na Inglaterra.

Mas sua identidade foi rapidamente revelada quando ele tirou a sacola da cabeça. Provavelmente para enxergar por onde andava…

Mas não pense que só os gringos são tapados, porque por aqui, no Brasil, temos também bons exemplos.

O sujeito acima foi preso depois de roubar uma TV de uma loja, no Paraná, e voltar à cena do crime logo depois para ir buscar o controle remoto…

No Ceará, outro “esperto”arrombou uma igreja evangélica e roubou a urna com os pedidos dos crentes, achando que estivesse com dinheiro.

Em Uberlândia, Minas Gerais, dois tapados assaltaram uma ONG e levaram doze latas de tinta. Uma delas estava vazando, os ladrões não perceberam e bastou à polícia seguir as pegadas até o esconderijo.

Para encerrar a nossa galeria de bandidos trapalhões, há este vídeo de um ladrãozinho em Perth, na Austrália, que roubou a bolsa de uma senhora num shopping e deu de cara com algo inesperado…

 

 

 

 

 

 

 

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Ficar em forma acabou com o casamento

Angela Crickmore, britânica de 36 anos, contou ao “Daily Mail” que seu novo estilo de vida acabou com o casamento de 9 anos.

Ela se sentia cansada e era um grande esforço fazer caminhadas um pouco mais longas. Apesar de ser naturalmente magra da adolescência, ela engordou tanto ao longo dos últimos 20 anos que ficou desesperada e estava considerando fazer uma cirurgia para colocar um bypass gástrico.

Depois que o filho nasceu, Angela passou a ter uma vida sedentária, restrita a trabalhar, cozinhar e ficar sentada assistindo TV. “”Eu me sentia bonita, meu marido também me achava bonita, mas a pressão de fora, de amigos e familiares, me fez mudar de rumo”, explicou ela. “Eu tinha que fazer alguma coisa. Até então, nunca havia feito algo por mim”.

Em 2011, Angela mudou completamente sua rotina. Ela passou a comer com mais frequência alimentos como carne magra, abacate e nozes. Em pouco tempo, se sentiu motivada para fazer exercícios, mesmo com vergonha de ir à academia.

“Era capaz de comer qualquer coisa sem ganhar um quilo. Meu marido e meu filho de 9 anos não queriam compartilhar meus novos hábitos alimentares ou até mesmo participar dos meus passeios. Disse a ambos que eles teriam que cuidar de suas próprias refeições e parei de cozinhar para eles – foi mais como uma proteção a mim mesma, que não queria jogar pela janela todo o trabalho que eu tinha feito se voltasse aos antigos hábitos”, falou ela, que perdeu 35kg em oito meses, sem fazer tratamento com remédios ou nenhum tipo de cirurgia.

Angela passou a se sentir melhor, querendo acampar, fazer caminhadas, viajar, encontrar pessoas. Até parou de assistir TV. Foi então que as rachaduras no casamento começaram a aparecer. Porque as prioridades do casal passaram a ser muito diferentes.

Atualmente, Angela está solteiríssima e não se arrepende de ter reformulado sua vida para se tornar a pessoa que ela é hoje. A britânica voltou a estudar, se formou em nutrição esportiva e, agora, espera transformar sua perda de peso num exemplo, tornando-se uma preparadora física.

“Eu quero ajudar as pessoas. Isso me faz sentir bem”, finalizou ela.