As ruínas mais fantásticas do mundo

As civilizações que um dia povoaram nosso planeta deixaram muitos legados. E um dos mais notáveis foram as esculturas, templos e construções que elas ergueram e que sobreviveram à passagem do tempo. Veja algumas dessas ruínas impressionantes que contam um pouco da história da humanidade.

Ayutthaya – Tailândia: Fundada em 1350 pelo rei U Thong, se tornou capital do reino de Ayutthaya, um dos mais poderosos do sudeste asiático na época. Foi destruída em 1767 pelo exército Birmanês, junto com seu povo.

As ruínas, que incluem belos templos budistas como o Wat Chaiwatthanaram, são consideradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Atenas – Grécia: Considerada o berço da civilização ocidental, Atenas teve seu auge entre os anos 500 a.C. a 300 a.C., época de intenso desenvolvimento cultural, filosófico e arquitetônico.

Parte de seu legado ainda está presente no centro urbano da cidade, como a Acrópole, antigo centro sagrado, ou o Partenon, templo dedicado à deusa que dá nome à cidade.

Roma – Itália: Fundada em 753 a.C., a cidade chegou a ter 45 mil apartamentos e uma população de 1,6 milhão de habitantes durante o auge do império romano, no século 2.

Invasões bárbaras causaram o colapso do império, no século 5, mas restaram ruínas, como o Fórum Romano e o Coliseu.

Palenque – México: É um dos principais exemplos da arquitetura e escultura do povo maia, com 36 edifícios ocupando cerca de 2,5 km². Esses números, porém, representam somente o que é possível observar. Estima-se que 500 edifícios estejam enterrados em uma área de 15 km².

As construções datam dos anos 500 d.C. a 700 d.C., sendo que a maioria foi construída graças a Pacal, governante da época.

Hampi – Índia: Hoje cercada pela cidade de Hampi, na Índia, Vijayajagara foi a capital do império que dá nome à cidade, abrigando 500 mil pessoas por volta do ano 1500.

Sucessivas guerras com reinos muçulmanos causaram a derrocada do império, mas até hoje exemplos da rica arquitetura e arte estão presentes em templos. O principal, dedicado a Virupakashan, continua a ser utilizado.

Copán – Honduras: Importante cidade da região sul do território maia entre os séculos 4 e 9, quase na fronteira com a Guatemala, é famosa por ter parte de sua história contada em 38 estelas, que são esculturas cavadas em um único bloco de pedra.

Séculos de esquecimento, terremotos e o rio Copán destruíram parte da cidade, mas o que sobrou ainda serve como bom exemplo do que a arte maia tem de melhor.

Palmyra – Síria: Com registros de sua existência remetendo a 2 mil anos antes de Cristo, está localizada em um oásis em meio ao deserto da Síria e durante anos serviu como ponto de parada de caravanas de comerciantes.

Banteay Chhmar – Camboja: Comuna com 14 vilas construída entre os séculos 12 e 13 no reinado do imperador khmer Jayavarman 7º, tem como sua principal marca as esculturas em relevo nas paredes de seu templo mais importante.

Localizada próxima da fronteira com a Tailândia, sofreu com conflitos ao longo do tempo no local: relíquias foram roubadas e destruíram parte de um dos mais importantes e menos compreendidos complexos arqueológicos do Camboja.

Tikal – Guatemala: Uma das maiores cidades da civilização maia, Tikal chegou a abrigar de 100 a 200 mil habitantes no seu auge.

Hoje, Tikal é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, com apenas parte das centenas de construções escavadas. Seis grandes pirâmides apoiam os templos. Todos datam do período entre os anos 200 d.C. e 850 d.C.

Machu Picchu – Peru: Não dá para fazer uma lista de ruínas antigas e deixar uma das mais famosas de fora. A cidade perdida dos incas, localizada no topo de uma montanha no vale do Rio Urubamba, foi construída no século 15, sob ordens de Pachacuti, para ser utilizada em estudos de astrologia e religião.

Pirâmides egípcias – Outras ruínas muito famosas, são estruturas antigas de alvenaria construídas pela civilização do Egito Antigo. Até novembro de 2008, existiam fontes citando entre 118 e 138 pirâmides identificadas.

Mas o “problema” com as ruínas do Egito é que são tantas, e tão fabulosas, que merecem um capítulo inteiro… Karnak, a tumba da rainha Nefertari, Abu Simbel… o Vale dos Reis (foto abaixo)… Acho que vou dedicar um post só a elas, mais tarde…

Petra – Jordânia: Local habitado desde 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, possivelmente foi fundada somente no ano 312 a.C., pelos Nabateus. Não se sabe ao certo quando suas principais construções foram feitas, mas segue como um dos principais pontos turísticos do mundo.

É também considerada Patrimônio da Humanidade e uma das maravilhas do mundo. Sua mais famosa construção, Al Khazneh (tradução árabe para “O Tesouro”), foi cenário do filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”.

 

 

 

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Índia multa companhias aéreas por jogar fezes de aviões durante voos

Os detritos dos banheiros dos aviões ficam armazenados em tanques especiais, mas parte pode vazar

Os detritos dos banheiros dos aviões ficam armazenados em tanques especiais, mas parte pode vazar

Da BBC

A justiça da Índia aprovou uma multa para os aviões que despejarem detritos humanos dos seus banheiros durante o voo. A multa, no valor de 50 mil rúpias (R$ 2.450), é resultado de uma denúncia de que as aeronaves estariam jogado fezes sobre áreas residenciais próximas ao aeroporto, na cidade de Nova Déli.

As fezes dos banheiros dos aviões ficam armazenadas em tanques especiais. Normalmente, elas são descartadas depois do pouso. Mas as autoridades internacionais de aviação admitem que podem ocorrer vazamentos durante o voo.

A justiça da Índia prevê inspeções nas aeronaves após pouso para verificar os tanques de dejetos

A justiça da Índia prevê inspeções nas aeronaves após pouso para verificar os tanques de dejetos

‘CHUVA’ DE DEJETOS

O National Green Tribunal (o tribunal ambiental indiano) ordenou que o órgão regulador da aviação garantisse que as aeronaves não joguem dejetos humanos quando estiverem pousando ou voando em áreas próximas de aeroportos.

O tribunal também quer “que, ao pousar, o avião possa ser submetido a uma inspeção de surpresa para verificar se os tanques especiais não estão vazios”, informou a Press Trust of India, a maior agência de notícias do país. “Se for descoberta alguma aeronave desrespeitando essa determinação ou se seus tanques forem encontrados vazios no pouso, a companhia aérea estará sujeita a uma multa ambiental de 50 mil rúpias (R$ 2.450) por infração”, diz a sentença.

A ação foi movida por um oficial reformado do Exército, que acusou as companhias aéreas indianas de despejarem fezes sobre áreas residenciais de Nova Déli. Ele informou que as “paredes e piso” da varanda da sua casa – que fica perto do aeroporto – “estão salpicados de excrementos jogados pelos aviões”.

Mas não há provas conclusivas de que os detritos tenham caído de aviões que sobrevoaram a casa.

O QUE É O ‘GELO AZUL’

O Ministério da Aviação também contestou a queixa e disse que os banheiros dos aviões têm tanques que normalmente são limpos pela equipe terrestre depois do pouso.

Pilotos explicam que os tanques dos banheiros raramente são esvaziados durante voos

Pilotos explicam que os tanques dos banheiros raramente são esvaziados durante voos

Um piloto veterano disse à BBC que esses tanques raramente são esvaziados durante o voo, a menos que o comandante tenha que tomar “uma medida de emergência rara como esvaziar os tanques de combustível”. Além disso, geralmente as fezes que congelam nas saídas para escoamento desses tanques podem escapar e cair durante o voo.

O fenômeno é conhecido como “blue ice” (ou “gelo azul” em inglês) por causa da cor dos produtos químicos usados nos toaletes dos aviões para reduzir o odor e dissolver os dejetos.

Despejos de “gelo azul”, no entanto, apesar de incomuns, ocorrem eventualmente, segundo os especialistas.

Construções bizarras… E os motivos pelos quais foram feitas

Prédios icônicos, como o Edifício Itália em São Paulo, ou o Empire States em Nova York, são reverenciados pelo seu significado histórico ou cultural. Mas há outras construções importantes espalhadas pelo mundo e que sobreviveram ao tempo, ou às guerras, e continuam de pé para contar suas histórias.

O menor arranha-céu do mundo

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Esse predinho fica em Wichita Falls, no Texas e tem quatro andares, cada um deles com 11 m2. Só as escadarias ocupam 25% do seu espaço interior, tornando a estrutura toda meio que inabitável. Quem foi o maluco que investiu nisso? E por que ele é chamado de “arranha-céu”?

Dizem que o prédio foi construído durante o “boom” do petróleo em 1919, quando um campo de petróleo foi descoberto em uma cidade próxima. Milhares de moradores da região se entusiasmaram com a ideia de ficarem milionários e venderam suas terras para as petroleiras. Um promotor local, chamado J.D. McMahon, prometeu um prédio que ficaria próximo a um hotel concorrido, e depois de apresentar o projeto, vendeu imediatamente US$ 200 mil em ações aos investidores.

Só que havia um detalhe que McMahon não mencionou aos investidores (esses, aparentemente muito empolgados para notar): a escala do seu projeto estava em polegadas, em vez de pés (a unidade de medida mais comum por lá). Quando o prédio foi concluído, os investidores ficaram chocados ao descobrirem que ele era muito menor do que imaginavam. A essa altura, McMahon já estava longe. Os investidores tapeados o encontraram e ele foi processado. Só que o processo não foi adiante, já que McMahon tinha construído o prédio seguindo exatamente o que estava no projeto.  Como tinham investido uma fortuna e precisavam de escritórios, as petroleiras acabaram usando as salinhas até que o ‘boom” se esgotou. E o prédio acabou sendo abandonado durante a Grande Depressão, em 1929.

A menor casa da Grã-Bretanha

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“A menor casa da Grã-Bretanha” está localizada em Conwy Quay, no País de Gales. A casa tem apenas 1,8 metros de largura e 3,1 metros de comprimento. Ela foi erguida no século XVI e teve vários moradores desde então. Um pescador de 1,90 de altura, chamado Robert Jones, foi o último ocupante da casa. Ele se mudou em 1900. Hoje, a casinha é uma atração turística e as pessoas pagam para vê-la por dentro.

Se você se pergunta o motivo de alguém construir uma casa tão pequena, a explicação até que é simples. Na era medieval, era prática comum construir casas enfileiradas contra a muralha da cidade. Duas fileiras foram construídas começando nas pontas opostas da rua,  uma em direção da outra. As duas fileiras geralmente não se encontravam, então o vão entre elas era usado para construir casas de baixíssimo custo. Foi o caso da minúscula residência.

Apesar de pequena, ela é considerada prática. Dentro da casa, há espaço suficiente para uma cama de casal, um depósito de carvão e uma lareira… Não me perguntem onde fica o banheiro, não tenho ideia…

Falando em residências pequenas, olha só esta:

A torre de cápsulas

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Esse prédio é famoso no mundo inteiro.

Logo após a II Guerra Mundial e até os anos 1970, o Japão viveu um rápido desenvolvimento econômico e cultural. Nesse período, um movimento arquitetônico chamado “Metabolismo” emergiu com a promessa de redefinir as áreas urbanas do país. O nome do movimento, adotado da biologia, baseava-se no conceito de ambiente urbano que poderia crescer, se reproduzir e responder ao ambiente – exatamente como um organismo vivo.

A mais conhecida aplicação do Metabolismo é a Nakagin Capsule Tower, em Tóquio. Construída em 1972, a torre consiste em 140 cápsulas de concreto grudadas em duas torres. Cada cápsula é um apartamento individual. Um lado do apartamento tem uma parede de aparelhos, incluindo uma geladeira, um fogão e balcões de cozinha. Do outro lado está uma grande janela com com uma cama embaixo. O prédio foi pensado para acolher especialmente as pessoas solteiras.

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Apesar do conceito, o resultado não foi nada prático. A prometida flexibilidade da estrutura ficou só na teoria. Substituir ou acrescentar novas cápsulas era considerado muito caro. Sem falar que a experiência de viver em uma delas era ruim. O espaço apertado não era confortável, e a enorme janela deixava o interior da cápsula totalmente exposto a quem olhava de fora. Por tudo isso, o prédio não foi mais renovado e hoje está em ruínas, com seus proprietários pensando o que fazer com ele…

As pontes vivas

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A cidade de Cherrapunji, na Índia, está em um dos lugares mais úmidos do planeta. A região é repleta de rios e córregos que se enchem rapidamente com as chuvas, que praticamente não param o ano todo. Por muitos anos, isso representou um desafio às necessidades locais de locomoção e tornava quase que impossível construir pontes do modo tradicional, já que o concreto e o cimento não secavam o suficiente, e o solo era molhado demais para assentar as estruturas. Então, os moradores encontraram uma solução: fazer com que as pontes crescessem em vez de construí-las…

Eles repararam que  a Ficus elastica, uma árvore nativa da Índia e dos países vizinhos, criava diversas raízes secundárias que se estendiam acima do tronco. Como as raízes podiam facilmente ficar longas o suficiente para atravessar rios, concluíram que essa seria a saída, criar “pontes vivas”.

Só que, para criar uma ponte viva, alguns sistemas de orientação  tiveram que ser instalados para as raízes, o que exigiu uma leve modificação no tronco da planta. A ponte era então deixada crescendo por vários anos antes de se tornar forte o bastante para ser utilizada pelas pessoas. A mais impressionante delas é a que foi batizada de Umshiang, uma ponte sobre a outra(na foto acima). Nas fotos abaixo, uma visão de como é a travessia.

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Fonte:
Este artigo é uma parte reproduzida do Listverse.

7 maravilhas do mundo das quais você nunca ouviu falar

Esta dica me foi passada pela amiga Luciana Coutinho. Todos nós conhecemos as principais maravilhas do mundo, como o Coliseu, a Grande Muralha da China e o Taj Mahal. Porém, há outros locais igualmente espetaculares que nem os viajantes mais experientes conhecem.

A revista virtual Quora, baseada nos Estados Unidos, fez uma enquete entre seus leitores viajantes e reuniu alguns dos lugares mais incríveis e desconhecidos do nosso planeta. Confira!

Grande Mesquita de Djenné, Mali

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A Grande Mesquita é a maior construção de argila do mundo. Parte da antiga cidade de Djenné, a mesquita está incluída na lista dos patrimônios da UNESCO. Por enquanto, está fechada para turistas. Acredita-se que a decisão foi tomada em 1996, depois de o lugar servir de locação para um ensaio sensual da revista ’Vogue’.

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LugChand Baori, Índia

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O conjunto arquitetônico de Chand Baori, situado em um pequeno povoado da Índia conhecido como Abaneri, é um dos poços com escadas mais antigos e profundos do mundo. A gigantesca estrutura parece uma pirâmide invertida e desce mais de 30 metros em direção ao subsolo. Em três de suas paredes há 3.500 degraus em perfeita simetria que permitem que você desça até a água de um pequeno lago esverdeado. Ainda está em discussão se o poço foi construído entre os séculos IX e XI ou 600 anos antes de nossa era.

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Palácio do Parlamento, Romênia

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É um dos lugares mais conhecidos de Bucareste, construído na época da República Socialista da Romênia. O palácio é considerado o maior edifício administrativo do mundo, o maior prédio de Parlamento, assim como o maior prédio público em nível internacional. As dimensões são de 270 a 240 metros, com 86 metros de altura. A parte subterrânea do palácio tem uma profundidade de 92 metros. O palácio conta com 1.100 ambientes e 12 andares.

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Photo: Nico Trinkhaus – Bucharest, Romania/ Palace of the Parliament – Ballroom
Veja o portfolio de Nico em Sumfinity.com

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Ponte Velha, Bósnia e Herzegovina

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Essa ponte para pedestres sobre o rio Neretva é uma cópia moderna da ponte antiga, que foi totalmente destruída pelos soldados croatas em 1993, durante a guerra da Iugoslávia. A ponte é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Uma das atrações mais tradicionais para turistas, e uma das principais fontes de renda dos jovens da cidade, são os saltos no rio Neretva a partir do meio da Ponte Velha (a altura do salto depende do nível da água no rio, de 24 a 30 metros).

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Forte Kumbhalgarh, Índia

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O Forte Kumbalgarh é rodeado por uma única parede que antigamente era conhecida como ’o guardião da morte’. Tem 36 quilômetros de extensão e em alguns pontos sua largura chega a 8 metros. A muralha se estende de forma contínua ao redor do perímetro da fortaleza, que durante séculos serviu como proteção contra invasores. Só a construção do muro levou um século — do século XV ao século XVI —. Esta grande parede da Índia presenciou muitas guerras, mas nunca caiu nem deixou que os inimigos invadissem a fortaleza. Só a Grande Muralha da China é maior que ’o guardião da morte’ ou ’olhos de Mewar’, como o lugar é chamado pelos moradores locais.

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Mesquita do xeique Lotf Allah, Irã

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É um monumento excepcional da arquitetura persa, da era safávida. A mesquita foi construída durante 17 anos (1602-1619). É incomum por vários motivos. Particularmente, não tem nenhum minarete (torre de onde são anunciados os chamados à oração). Também não tem pátio interior e sua entrada conta com escadas. Talvez o motivo desse aparente descaso com as estritas regras da arquitetura muçulmana seja o fato de a mesquita nunca haver sido anunciada como de uso público, já que era um local de culto para as mulheres do xeique.

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Derawar, Paquistão

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Derawar é uma construção surpreendente de formato quadrado, erquida em 1733. A fortaleza é formada por 40 bastiões que se elevam sobre o deserto paquistanês. A altura das paredes em alguns trechos chega a medir 30 metros, e seu perímetro é de 1.500 metros. Poucos viajantes já ouviram falar desta fortaleza. Até mesmo alguns moradores do Paquistão não têm ideia de sua existência.

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Fonte:

ВВС
Tradução e adaptação: Incrível.club

 

Frutas exóticas melhoram a saúde

Desconhecidas de muitos brasileiros, frutas exóticas  de várias partes do mundo – e que já comentei aqui – podem compor uma alimentação saborosa e ainda contribuir para melhorar a saúde. 

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Elas são fonte de vitaminas, fibras e antioxidantes, que ajudam a prevenir câncer. O potássio encontrado em muitas delas auxilia no controle da pressão arterial.

Além das frutas tradicionais, que fazem a sua saúde ficar perfeita, as frutas exóticas ainda previnem doenças como: gripe, enjoo, mal estar e principalmente melhoram a pele, ajudam a emagrecer, fortalecem os cabelos e muitas outras coisas.

Quais são 

Pitaia,, pitaya ou Fruta-do-dragão:  é  muito comum no México, é bem doce e possui vitaminas A e C. Quando consumida, a polpa da fruta protege a mucosa gástrica. Consumimos a fruta juntamente com as sementes porque elas não saem. A contra indicação dessa fruta é que deve ser consumida em pequenas quantidades, por que é conhecida como laxativa. Dá para fazer suco ou até mesmo geleias bem docinhas.

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Cherimoia, natural dos Andes, tem uma semelhança com a famosa fruta-do-conde. As sementes não são consumíveis e a polpa é doce e cremosa. O sabor remete a lembranças dos sabores da banana, abacaxi, morango e mamão. Ela possui vitamina A e é rica em fibras, além de potássio.

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Kino, originário da África, é rico em vitamina C e é ótimo para fortalecer o sistema imunológico. É utilizado para reduzir o apetite pois sua composição contém muita fibra. Seu consumo ainda ajuda a controlar o colesterol.

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Granadilho é uma fruta típica de vários países da América do Sul e tem, em sua composição, fibras e vitamina A. Essa fruta ajuda na redução do colesterol, e ajuda ainda a controlar a diabetes. Ela não tem muita polpa, mas o lado bom é que as suas sementes são próprias para comer.

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Longan é uma fruta que veio da Índia e é muito cultivada na China, onde é conhecida como “olho de dragão”. Ajuda no combate da anemia e o seu sabor lembra o do melão. A fruta tem vitamina C e muito ferro e lembra muito a lichia, mas é muito mais eficaz que ela. Ela pode ser consumida normalmente quando descascada ou em suco.

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Rambutão, fruta do sudeste da Ásia, particularmente na Malásia, tem pelos por fora e sabor doce e levemente ácido. É rico em vitamina C, que melhora o sistema imunológico e previne as doenças.

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Dicas

– Você pode usar o rambutão em pratos salgados, misturado com frango, por exemplo.

– Além da polpa da pitaya, sua casca costuma ser usada para fazer geleia.

– Todas essas frutas podem ainda ser consumidas em saladas, tanto de legumes quanto de frutas.

Adivinhe a que companhia aérea pertence esta aeronave?

Foi assim que chegou o e-mail, o mesmo que anda circulando por aí e sendo replicado pela internet. Vou reproduzir aqui:

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Adivinhou?

Avance mais, para descobrir e terá uma surpresa…
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ACREDITE OU NÃO, É UM ÔNIBUS DE UMA COMPANHIA CHAMADA “YOUSSEFTOUR”, QUE FAZ PERCURSOS ENTRE CIDADES, EM SANTA CATARINA .NÃO É NA EUROPA, NEM NOS ESTADOS UNIDOS… É NO BRASIL.

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Eu sei que o brasileiro anda com a autoestima pra baixo do dedão do pé, e a lista de vergonhas é enorme: os 7 a 1 da seleção de futebol, a inflação que voltou, a Petrobrás valendo menos que um ovo de Páscoa (ou um ovo de Páscoa valendo mais que a Petrobrás?!), os políticos corruptos aumentando o próprio salário, e um interminável etc.

Tudo isso faz a gente enfiar a cabeça num buraco, como avestruzes humilhados, e vivemos correndo atrás de motivos para nos orgulhar de sermos brasileiros. Seja elegendo super-heróis (um dia foi o Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF que, quando a coisa apertou, jogou a toalha… Hoje, é o juiz Sérgio Moro, elevado ao status de Elliot Ness brasileiro, prendendo nossos Al Capones na Operação Lava-Jato), seja “descobrindo” boas iniciativas de outros brasileiros.

Temos muitas iniciativas legais que devem ser divulgadas sempre, como a do catarinense Alfredo Moser, que criou a “luz engarrafada (http://www.blogdealtaneira.com.br/2013/08/brasileiro-cria-lampada-com-garrafa-pet.html).

Mas também, não precisa inventar, né?

Essa notícia do ônibus tão luxuoso quanto um avião, que estaria “fazendo percursos entre cidades de Santa Catarina” e que vem circulando pela internet NÃO É NO BRASIL. Sinto muito. Essa nave terrestre anda por campos de pouso menos esburacados que os nossos, lá pelas bandas do sul da Índia.

Isso mesmo.

A empresa que criou o busão chamado de “Luxuria” quer competir com os voos entre as cidades, oferecendo mais conforto que os aviões das pontes-aéreas. O argumento é que, para voar, “você fica uma hora passando pelos procedimentos de segurança, para um voo de 15 minutos”.

O busão gourmet circula entre Bangalore e cidades próximas, numa região muito rica da Índia apelidada de “o Vale do Silício indiano”, porque Bangalore é um dos maiores centros de alta tecnologia e telecomunicações da Ásia, uma metrópole de quase 9 milhões de habitantes classificada entre as 10 cidades mais “empreendedoras” do mundo.

Tudo isso se encontra disponível no Google, e sugiro procurar um pouco antes de passar adiante essas notícias. Ah, se quiser saber mais sobre o “avião sobre rodas”, tem uma reportagem aqui (em inglês).

 

As cidades mais fedorentas do mundo!

Existem cidades no mundo que são conhecidas por algumas características especiais: ou por suas belezas naturais (como o Rio de Janeiro), ou por ser a cidade que nunca dorme (Nova York) ou por ser uma cidade estranha… Sim, existem cidades estranhas, e uma delas é Longyearbyen, na Noruega.

Lá, os habitantes não podem morrer: há mais de um século, o cemitério local não enterra mais pessoas, já que as temperaturas, sempre muito baixas, impedem os corpos de se decompor. Tem mais: na cidade, a população de ursos polares é quase igual a de seres humanos, e apesar da caça ser ilegal, os habitantes são, às vezes, obrigados a atirar em legítima defesa!

Mas existem aquelas cidades que são famosas porque são muito… Fedidas! O mau cheiro é tão intenso que nem gambá aguenta! Conheça agora as 5 cidades mais fedorentas do mundo:

Rotorua, Nova Zelândia

Rotorua

Quem já foi a Rotorua nunca mais se esquece do cheiro de ovo podre que impregna o ar. O perfume da cidade não é por causa da quantidade de gases que os seus habitantes costumam soltar e sim pela localização geográfica. Rotorua fica próxima a um vulcão e tem como atrações lagoas de lama quente, fumarolas, nascentes termais e gêiseres. Por isso, uma grande quantidade de enxofre é liberada na atmosfera da cidade diariamente… Agora, que ideia construir uma cidade perto de um vulcão!

Bangkok, Tailândia

Bangkok

Nunca fui a Bangkok, mas quem já foi diz que é um passeio incrível, porque a cidade tem muita coisa interessante para se ver. Mas existe por lá uma fruta alegadamente a mais deliciosa do mundo, mas que é também a mais fedida de todas: chama-se “durian” e ela tem cheiro de chulé, segundo alguns, e de material em decomposição, segundo outros. Independentemente de ser incrivelmente apreciado por muita gente, o odor terrível e intenso do durian fez com que a fruta fosse proibida em locais como parques, shoppings centers e hotéis. Mesmo assim, andar pela cidade é como ter uma meia suja presa no nariz!

Veneza, Itália

Veneza

Andar de gôndola no verão em Veneza equivale a passear de barco no rio Tietê, em São Paulo. Embora seja uma das cidades mais belas do mundo, ela ainda sofre com problemas muito comuns aqui no “terceiro mundo”: os canais ainda recebem esgoto não tratado, muita gente joga lixo ali e ainda há o diesel liberado pelos barcos. A prefeitura da cidade iniciou um projeto de despoluição, que abrange desde tratar esgotos até proibir o tráfego de barcos a motor em determinados dias. Providências mais do que bem-vindas.

Mumbai, Índia

Se você for daqueles que torce o nariz para qualquer cheirinho mais desagradável, como o de sardinha sendo fritada às 7 da manhã no apartamento vizinho ao seu, não visite Mumbai. Ela é tida como sendo a mais intensa e recompensadora experiência olfativa do mundo. Para todo lado que você virar, sentirá o cheiro de fumaça de carros e motonetas e o fumo preto dos caminhões, somado ao aroma pútrido de água suja na sarjeta. Combinado a isso, o cheiro de mar vem misturado com o perfume de frutas podres jogadas no chão e de fritura em óleo de palmeira. Sem mencionar as especiarias típicas, afinal, você está na Índia: cravo, canela e etc… Tudo isso cria o cheiro inigualável de uma cidade vibrante!

Fez, Marrocos

Fez pode ser a maior cidade medieval árabe do mundo, mas é também uma das mais fedidas… Dentro da cidade velha murada, existem os curtumes de Derb Chouwara, fileiras de tinas coloridas onde são curtidas as peles de diversos animais (cabras, ovelhas, vacas e até camelos!).  São mais de 300 poços ou tinas circulares, e em cada reservatório, de cerca de um metro de profundidade, há um líquido de uma cor diferente. A grande maioria tem a coloração marrom, em suas mais diversas matizes. Um terço do espaço contém uma poção esbranquiçada. Alguns poucos, que chamam logo a atenção, possuem dentro uma tinta vermelha ou amarela.

O couro passa primeiro pelas tinas esbranquiçadas (ao fundo, na foto abaixo), onde uma mistura de cal – com excrementos de pombas e urina de vaca – amolecem o couro e destroem os pelos dos bichos. Após ficarem de molho durante vários dias, as peças passam por um processo de limpeza e de enxágue.

Até algumas décadas atrás, o tingimento era feito com colorantes vegetais. Para o amarelo usava-se o açafrão-da-terra (cúrcuma ou turmérico), para o vermelho a papoula, para o azul o índigo dos tuaregues e, para o preto, o antimônio. Mas hoje, os corantes industrializados tomaram conta do mercado. Uma vez tingidos, os couros são, então, expostos ao sol para secagem.

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O interessante é que esse cheiro de cocô de pomba com xixi de vaca se mistura ao das peles secando ao sol, gerando o odor de fralda suja que se espalha por vários quarteirões… Então, dê-se por feliz por poder respirar e não ser um dos indivíduos que fica nesses tonéis durante todo o dia!

 

Essa é a graça de viajar pelo mundo. Você pode ver, provar, ouvir… E cheirar… Coisas muito diferentes!

 

 

 

Fontes:
Thrillist
Megacurioso