Homens X Mulheres

As diferenças entre homens e mulheres são tão antigas quanto Adão e Eva… Mesmo nas coisas mais simples, essas criaturas conseguem se diferenciar. Duvida? Sei que estou mexendo em vespeiro, mas… Vamos lá:

Nos apelidos, por exemplo. Se Adriana, Silvana e Luciana vão almoçar juntas, chamarão umas às outras de Dri, Sil e Lu. Mas se o Leandro, o Roberto e o Carlos saem juntos, vão se referir uns aos outros como Gordo, Cabeção e Rato…

Aí, vão comer fora… Quando a conta  chega, Paulo, Carlos, Roberto e João jogam na mesa R$ 20,00 cada um, mesmo sendo a conta apenas R$ 32,50. Nenhum deles terá trocado e nenhum vai ao menos admitir que quer troco – logo, o troco será convertido em saideiras. Mas quando as garotas recebem sua conta, acionam a calculadora do celular e todas procuram pelas moedinhas exatas dentro da bolsa.

Tem a hora também em que eles vão ao cinema… A ideia que uma mulher faz de um bom filme é aquele em que uma só pessoa morre bem devagarzinho, de preferência por amor. Já um homem considera um bom filme aquele em que muita gente morre bem depressa, se possível com balas de metralhadora ou vaporizados por uma nave alienígena tripulada por seres canibais.

A gente percebe as diferenças também no banheiro. Um homem tem seis itens em seu banheiro: escova de dentes, pente, espuma de barbear, barbeador, sabonete e uma toalha de hotel. A quantidade média de itens em um banheiro feminino é de 756. E um homem não consegue identificar a maioria deles.

Mas se existe uma coisa que as mulheres apreciam num homem é a sinceridade...

Nas discussões, a coisa é um pouco mais simples.  A mulher tem a última palavra em qualquer discussão. Por definição, qualquer coisa que um homem disser depois disso, já é o começo de uma outra discussão…

As diferenças se repetem também nas coisas mais banais do cotidiano. No quarto, no escritório, na hora de ir trabalhar e até no computador. Veja:

Mas essa é a vida, repleta de mudanças… Por falar nisso, a mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não muda. Já ele casa-se com uma mulher esperando que ela não mude, mas ela muda.

O mais engraçado de tudo é que a mulher dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos com uma amiga que lhe dê atenção. Mas o homem só dividirá seus pensamentos e sentimentos mais profundos quando questionado por um advogado arquimanhoso, sob juramento, e mesmo assim, apenas quando isso puder diminuir a sua pena…

Apesar de tudo isso, o homem e a mulher não conseguem viver um sem o outro. Mas pode acontecer uma separação e, mais uma vez, a reação a isso será bem diferente…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

minilua.com

incrívelclub.com

Por que nosso cabelo muda de cor?

Untitled-e

Tem gente que acha homens grisalhos mais atraentes, mas a maioria das mulheres fica irritada quando os fios brancos começam a aparecer. O que determina essa mudança bem-vinda ou odiada é a genética, tanto que determinadas etnias têm o privilégio de manter a cor do cabelo por mais tempo.

Segundo o especialista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo, os fios brancos começam a aparecer entre os 35 e 45 anos para os caucasianos, entre os 45 e 55 anos para os orientais e, para os negros, somente após os 55 anos. “Começa na barba, depois nas regiões temporais, a seguir no resto da cabeça, depois tronco e, finalmente, região genital”, acrescenta o especialista.

Em estudo publicado em 2012 no British Journal of Dermatology, pesquisadores decidiram testar o dito popular segundo o qual 50% das pessoas, aos 50 anos, teriam 50% do cabelo grisalho. Mas os resultados foram bem mais otimistas: ao avaliar 4.192 homens e mulheres de diferentes etnias, os estudiosos concluíram que, entre os 45 e os 65 anos, a intensidade média de fios brancos na cabeça é de 27%.

O que determina?

“O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada”, ensina Bedin.

Com a “receita do bolo” herdada, cada indivíduo  tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos.

“A teoria mais aceita sobre o que deixa os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos”, explica Bedin. “Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade.”

Cor alterada

Apesar da determinação genética, hormônios e nutrição também podem interferir na cor dos fios. “Por isso muitas crianças nascem com os cabelos bem clarinhos e na puberdade eles escurecem. Isso também explica porque os cabelos escurecem durante a gestação e perdem a cor durante dietas muito restritivas”, conta o tricologista.

Até alguns medicamentos ou suplementos de minerais podem mexer um pouco com a cor dos fios. E ficar no sol com chá de camomila também pode clarear discretamente as madeixas, a não ser que seu cabelo seja escuro – nesse caso, só um cabeleireiro resolve.

Não há nenhuma evidência para vincular o aparecimento das mechas grisalhas ao estresse, à dieta ou ao estilo de vida. Mas certas doenças autoimunes, como vitiligo e alopecia areata (que leva à calvície) podem danificar células de pigmento e induzir o envelhecimento dos fios em algumas pessoas. Como o estresse pode agravar essas condições, nesse caso o estilo de vida poderia interferir, sim.

Bedin faz outra advertência importante: “Se uma criança apresenta cabelos brancos, ela deve ser avaliada, para descobrirmos se há alguma doença associada a este fato (como incapacidade de absorver cobre, por exemplo)”.

Dá para adiar?

Untitled-1

Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso.

Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.

 

 

Fonte:
Ciência UOL

Como surgiu o vibrador?

Meu amigo Claudio Attílio comentou que eu sou o principal responsável por estar resolvendo todas as dúvidas existenciais que ele arrasta desde o princípio de sua existência.

Dando sequência, então, a esse trabalho de utilidade pública, apresento a seguir a resposta para uma dessas dúvidas que assola a mente da humanidade desde que Nero tacou fogo em Roma: como surgiu o vibrador? Depois de exaustivas pesquisas, descobri a melhor explicação no site muitointeressante.com.br.

Segundo o que apurei, ele surgiu para descansar as mãos dos médicos, que já estavam exaustas de masturbar suas pacientes.

Inventado em meados do século 19, o vibrador era um instrumento médico para a cura da histeria, doença que acometia exclusivamente mulheres. Sintomas como irritabilidade, ansiedade, choro, falta ou excesso de apetite e outros altos e baixos tão conhecidos do público feminino caracterizavam a histeria, doença que a comunidade médica acreditava ser causada por deslocamentos no útero. O diagnóstico, curiosamente, era dado na maioria das vezes para mulheres solteiras e viúvas, e em alguns casos, mulheres que não tinham muita atividade sexual em casa. O tratamento? Massagem no clitóris até a paciente atingir o “paroxismo histérico”, ou em termos atuais, o orgasmo.

Mulheres passaram a lotar os consultórios e os médicos, de tanto massagear clitóris de pacientes, começaram a ter uma espécie de LER (lesão por esforço repetitivo). Como a necessidade é um dos maiores impulsos humanos, o tratamento “manual” se aperfeiçoou e passou a ser feito com um instrumento – o vibrador!

O The Manipulator foi o primeiro vibrador patenteado da história em 1869, pelo médico norte americano George Taylor. Ele era movido a vapor.

Depois do The Manipulator, vários outros vibradores foram lançados, movidos a manivela, ar comprimido, a bateria e a eletricidade.

Modelo Woody, movido a manivela.

Modelo Dr. Johansen’s, movido a manivela.

Modelo Chas a Cyphers, movido a ar comprimido.

Modelo Giro-Lator, movido a eletricidade.

O “fabuloso White Cross” era vendido em lojas de departamento, na primeira década do século XX, e foi um dos primeiros a ter seu uso doméstico liberado.

Anúncio do White Cross Vibrator, publicado no The New York Tribune em janeiro de 1913.

À medida que foi ganhando conotação sexual, o vibrador adquiriu um ar negativo e ligado à vulgaridade, principalmente por conta do seu uso em filmes pornô. Só voltou a ser relativamente aceito na década de 60, com a revolução sexual feminina.

Hoje sexólogos e ginecologistas o indicam não para curar uma doença, mas para auxiliar no prazer e na descoberta sexual da mulher.

Há também um caso médico da atualidade em que os vibradores são indicados para homens – mas para aqueles que fazem cirurgia para mudança de sexo. Durante vários meses após a cirurgia, quem troca o bilau por uma ximbica precisa usar um vibrador periodicamente, para que o canal vaginal aberto ali não cicatrize.