Uma viagem pela medicina do passado… em fotos arrepiantes!

Medicina, derivada do latim ars medicina, significa a arte da cura.

O conceito de Medicina tradicional refere-se a práticas, abordagens e conhecimentos, incorporando conceitos materiais e mentais, técnicas manuais e exercícios, aplicados individualmente ou combinados, a indivíduos ou a coletividades, de maneira a tratar, diagnosticar e prevenir doenças, ou visando a manter o bem-estar.

Essa arte da cura evoluiu com o passar do tempo, mas eu penso que essas descobertas foram realizadas no passado mais ao acaso do que propriamente por meio de pesquisas. Claro, os cientistas sempre fizeram pesquisas, mas as tentativas e erros – e seus resultados muitas vezes infelizes – certamente ditaram as práticas médicas durante muito tempo.

Veja o caso de Hipócrates, por exemplo. Ele é considerado o pai da medicina e procurava detalhes nas doenças de seus pacientes para chegar a um diagnóstico, utilizando explicações sobrenaturais, devido à limitação do conhecimento da época (e não poderia ser de outro jeito, certo?). Ou Alexander Fleming, que descobriu a penicilina por acaso ao observar que as colônias de bactérias não cresciam próximo ao mofo de algumas placas de cultura.

Hoje em dia, certas práticas do passado parecem coisas absurdas, mas refletem o esforço dos médicos em descobrir as curas para seus pacientes. Eles faziam de tudo, como hoje, para salvar seus semelhantes, ou, pelo menos, aliviar sua dor…

Não sei o motivo, mas os médicos usavam essas máscaras durante a Peste Negra, na Europa. Os bicos continham substâncias perfumadas, para aliviar o cheiro dos corpos putrefatos que se espalhavam pelas ruas das cidades.

Crianças que sofriam de poliomelite, filhas de pais abastados, viviam nesses “pulmões de aço”, como eram chamados, antes do advento da vacina contra a polio. É um tipo de ventilador que permite a uma pessoas respirar em caso de paralisia dos músculos da respiração. Muitas crianças viveram por meses nessas máquinas, mas nem todas sobreviviam. A foto é de 1937, nos Estados Unidos.

Esse “remédio para mulheres”, muito comum no começo do século passado, era indicado para “purificar o sangue”, especialmente quando a mulher estivesse “naqueles dias”. Resolvia também constipação, a TPM, problemas no fígado e bronquite (segundo o fabricante). Era feito com um composto de 19 ervas não totalmente identificáveis, e por isso mesmo foi proibido pelo governo dos Estados Unidos, em 1905.

Antes da cirurgia plástica se desenvolver, os acidentes e defeitos no rosto eram disfarçados por esses itens. Quem assistiu o seriado “Boardwalk Empire”, da HBO, vai se lembrar de um personagem, ferido no rosto na Primeira Guerra Mundial, que usava um disfarce igual ao que vemos no meio da foto, indicado por uma discreta seta.

Esse era o kit que os cirurgiões no exército do Norte usavam durante a Guerra Civil americana. Poucos médicos tinham experiência em cirurgias, e na verdade, o que eles mais faziam eram amputar os membros…

O médico ortopedista americano Lewis Sayre criou esse método para tentar curar a escoliose. Ele suspendia o paciente até “corrigir” a curvatura da espinha e, a seguir, fazia um colete de gesso, imobilizando o corpo.

Era essa a roupa de proteção dos técnicos em radiologia, na França, durante a Primeira Guerra Mundial.

Foto de um dos primeiros “procedimentos cirúrgicos” em que usaram o éter como anestésico. Provavelmente em 1855, nos Estados Unidos, no período em que os brancos invadiram as terras indígenas e dizimaram seus habitantes.

A legenda explica que esse era um procedimento comum no final do século 19 e começo do século 20. No tratamento de problemas mentais, costumava-se dar o “tratamento da água”. Primeiro, o paciente recebia um laxante, para limpar tudo por dentro. Depois, tomavam banhos quentes ou frios, que poderiam durar horas ou dias. Para acalmá-los. Então, eram embrulhados em toalhas molhadas, porque supostamente o choque do corpo quente em contato com a toalha molhada com água fria teria um efeito relaxante. E ficavam assim, imobilizados,  por horas…

Essas foram lâminas usadas em cirurgias na China durante muitas décadas, de 1800 até por volta de 1920. Cada tipo de lâmina era projetado para um uso específico. Tinha lâmina para se operar varizes, para hemorroidas, etc etc…

Este aparelho, inventado em 1878 por um médico americano, Dr. Clarke, era destinado ao tratamento da escoliose. O Dr. Clarke era um concorrente do dr. Lewis Sayre, mencionado acima…

 

É um alívio saber que os tratamentos evoluíram tanto, não é mesmo? Mas… O que será que, no futuro, as pessoas dirão da medicina de hoje?

 

 

 

 

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Quais são os músculos mais fortes do corpo humano? E o mais fraco?

O corpo humano tem mais de 600 músculos –alguns mínimos, com poucos milímetros de extensão, outros milhões de vezes maiores, com cerca de meio metro. O tamanho dos músculos, no entanto, não é sinônimo de força.

Força, em termos musculares, “é a quantidade de potência determinada por um padrão específico de movimento em uma determinada velocidade. Assim, a força muscular é a força máxima –ou tensão– que pode ser gerada por um músculo ou por um grupo muscular contra uma resistência”, afirma a especialista em Medicina do Esporte, Cláudia Severo.

Veja os músculos mais fortes do corpo humano:

Glúteo máximo – o músculo das nádegas é considerado um dos mais fortes da estrutura humana por sustentar nosso corpo na posição ereta. Por ser composto por fibras de contração lenta, são resistentes à fadiga e suportam mais peso.

Sóleo e gastrocnêmios – os músculos da panturrilha, a chamada “batata da perna”, também entram na disputa, de acordo com alguns especialistas, associados ao glúteo. O conjunto de três músculos (sóleo, gastrocnêmio lateral e gastrocnêmio medial) é responsável pelos principais movimentos humanos.

Masseter – outro forte concorrente, o músculo da mandíbula, apesar de pequeno, é responsável por uma pressão muito grande (a maior já medida em um humano chegou a 422 quilos pelo período de dois segundos) devido ao braço menor de alavanca que apresenta em relação a outras estruturas musculares.

O mais fraco

Pálpebra superior – além de ser consensualmente o mais fraco dos músculos entre os especialistas, é um dos menores do corpo. Divide o espaço do globo ocular com outros seis músculos.

 

Fonte:

 

UOL Saúde

Pinguim vem sozinho ao Brasil todo ano para ver homem que salvou sua vida

Em uma ilha brasileira, um viajante dos mares parece ter encontrado sua “alma gêmea”. Aparentemente, é esta a ligação entre este pinguim de Magalhães e o aposentado João Pereira de Souza. Afinal, por quê um pinguim nativo da Patagônia viajaria cerca de três mil quilômetros de distância para sempre acabar em um quintal na Ilha Grande, no Rio de Janeiro?

Há quatro anos, João Pereira de Souza tem compartilhado sua dedicação e algumas sardinhas para agradar a ave marinha. Por todos estes cuidados, o pinguim Dindim passa cerca de oito meses ao lado do amigo e apenas durante quatro meses ele viaja de volta para sua terra natal, na Argentina.

Algumas vezes, o bichinho desaparece no mar por dias, às vezes por meses, mas sempre retorna. Durante as visitas, os dois fazem longas caminhadas na praia, nadam juntos e até mesmo surfam. Normalmente, nas viagens mais longas, ele parte em fevereiro e retorna em junho.

“Quando ele retorna, sempre parece muito feliz em me ver,” disse João, em entrevista ao The Wall Street Journal. Viúvo de 71 anos, ele recebe essas visitas anuais desde 20 de março de 2011, quando salvou a ave que estava encharcada de óleo e largada na beira da praia.

Depois do primeiro encontro ele alimentou Dindim à força, o limpou e tentou fazê-lo voltar a nadar no mar. No entanto, conta que o bichinho deu um mergulho e voltou à praia. O senhor então lhe deu mais três sardinhas e conquistou sua dedicação eterna.

Não somente o amigo ama as visitas do pinguim, os demais habitantes da ilha também adoram mimar a ave marinha. “Ele é o mascote da vila”, diz Carlos Eduardo Arantes, que vive na vila de pescadores na qual Dindim foi salvo.

A espécie de Magalhães é conhecida por migrar milhares de quilômetros entre colônias de reprodução na Patagônia e viajar para alimentar-se mais ao norte. Eles tipicamente acasalam em setembro, põem ovos e têm os filhotes entre dezembro e fevereiro.

Ameno

O projeto musical do grupo Era começou em 1996, na França. Seu criador, Eric Levi, criou um idioma próprio muito parecido com o latim. Com toques de erudito, ópera e cantos gregorianos, o Era ganhou rapidamente fama mundial e muitos fãs. Em seu primeiro álbum já havia canções como Ameno e Mother, que ganharam projeção mundial em trilha de filmes e campanhas publicitárias. Um dos últimos trabalhos do grupo Era é o álbum Reborn, onde há várias canções em árabe e a voz poderosa da cantora síria Rasha Rezq.

O que mais chama atenção na música do grupo Era diz respeito a religiosidade. Figuras medievais como guerreiros, ninfas, monges e feiticeiros também são explorados nos videos e nos shows.

A música se chama-se ‘Ameno’ (amenizar, libertar), do grupo Era.  A tradução da letra está abaixo, e vale alguns instantes de reflexão.

Dori me
Interimo adapare dori me
Ameno ameno latire
Latiremo
Dori me

Verso 2:
Ameno
Omenare imperavi ameno
Dimere dimere matiro
Matiremo
Ameno

Refrão:
Omenare imperavi emulari
Ameno
Omenare imperavi emulari

Coro:
Ameno
Ameno dore
Ameno dori me (2x)
Ameno dom
Dori me reo
Ameno dori me (2x)
Dori me am

Verso 2

Refrão

Coro

Sinta minha dor
Absorve-me, Toma-me
Sinta minha dor
Liberta-me, Liberta-me
Descubra-me , Descubra meus sinais
Sinta minha dor

Suaviza (esta dor), Conforta-me Perceba, perceba

Mutilaram-me, Machucaram-me, Liberta-me

Suaviza (esta dor), Conforta-me
Liberta-me
Suaviza (esta dor), Conforta-me

Liberta-me, Ameniza a dor

Ameniza minha dor
Ameniza minha dor

Liberta-me, Senhor
Alivia minha dor, Rei

Ameniza minha dor
Ameniza minha dor

Tira-me esta dor, Senhor

Entrar em LOOP

LOOP é a palavra usada por especialistas em informática para explicar uma confusão criada no programa, fazendo com que ele fique “andando em círculos” e sempre voltando ao ponto de origem.

Um programa de computador “entra em LOOP” quando acontece a seguinte situação:
O diretor de uma empresa chama sua secretária e diz:
– Senhorita Vanessa: Tenho um seminário na Argentina por uma semana e quero que você me acompanhe. Por favor, faça os preparativos da viagem…

A secretária liga para o marido:

– Alô, Amor! Vou viajar para o exterior com o diretor por uma semana. Cuide-se, meu querido!

O marido liga para a amante:

– Eleonor, meu amor! A bruxa vai viajar para o exterior por uma semana, vamos passar esta semana juntos, minha princesa!

No momento seguinte, a amante liga para o menino para quem dá aulas particulares:

– Joãozinho, estou com muito trabalho esta semana e não vou poder te dar aulas…

A criança liga para seu avô:

-Vovô, esta semana não terei aulas, minha professora estará muito ocupada. Vamos passar a semana juntos?

O avô (que é o Diretor da empresa) chama imediatamente a secretária:

– Senhorita Vanessa – Suspenda a viagem, vou passar a semana com meu netinho que não vejo há um ano. Não vamos mais participar do seminário. Cancele a viagem e o hotel.

A secretária liga para seu marido:

– Ai amorzinho! O babaca do diretor mudou de ideia e acabou de cancelar a viagem.

O marido liga novamente para a amante:

– Amorzinho, desculpe! Não podemos mais passar a semana juntinhos! A viagem da mocreia foi cancelada.

A amante liga para o menino a quem dá aulas particulares:

– Joãozinho, mudei os planos: esta semana teremos aulas como de costume.

A criança liga para o avô:

– Pô, vovô! A anta da minha professora disse que terei aulas. Desculpe, mas não poderemos ficar juntos esta semana.

Seu avô liga para a secretária:

– Senhorita Vanessa, meu neto acabou de me ligar e dizer que não vai poder ficar comigo essa semana, porque terá aulas. Portanto, dê prosseguimento à viagem para o Seminário.

Isso é um LOOP.

Utilidade Pública: Pense Bem antes de Falar

A gente fala muitas coisas sem pensar. O resultado pode ser catastrófico, dependendo da situação e do que a gente diz. Ou pode nos constranger, especialmente quando usamos frases feitas e clichês e nem pensamos em seu significado. Quer alguns exemplos? Estão abaixo:

1. Planos ou projetos para o futuro.

Alguém faz planos para o passado?

2. Conviver junto.

É possível conviver separadamente?

3. Sorriso nos lábios.

Quem já viu sorriso nos umbigos?

4. Viúva do falecido.

Sem comentários…

5. Vamos manter o mesmo time.

Ora, como se pode manter outro time??

6. Labaredas de fogo.

Não dá pra ser uma labareda de água…

7. Encarar de frente.

Existe alguém que encara de lado?

8. Países do mundo.

E de onde mais podem ser os países??

9. Pequenos detalhes.

Se já são detalhes…

10. Monopólio exclusivo.

Se já é monopólio…