A Segunda Guerra Mundial em fotos poderosas

Foi o conflito  mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de militares mobilizados. A guerra começou em 1939, com a invasão alemã à Polônia, e durou até 1945, quando duas bombas nucleares lançadas pelos americanos em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, decretaram seu fim. 

A Segunda Guerra Mundial foi um dos eventos de maior importância na história da humanidade, definindo o mundo como hoje o conhecemos.

As fotos a seguir, da Getty Images, contam um pouco dessa história.

Hitler informando da invasão à Polônia, em 1939.
Parada militar alemã, celebrando a vitória na Polônia, em 1939.
Tropas alemãs em missão na Polônia, em 1939.
Jornaleiro londrino anunciando a eclosão da guerra, em 1939.
Manifestação anti-Hitler em Nova York, 1939.
Paris ocupada pelos alemães, em 1940.
A cantora Edith Piaf visitando um campo de prisioneiros de guerra.
Crianças inglesas, sob o bombardeio alemão em Londres.
Civis procuram abrigo no metrô londrino, em 1940.
Manifestação pró-Hitler em Berlim, 1941.
Avião de guerra alemão Heinkel He-111 em ataque às tropas inimigas, em 1941.
Navios americanos em chamas na base de Pearl Harbor, atacados pelo Japão em 1941.
Submarino alemão no círculo polar ártico, em 1942.
Marinha alemã celebra a noite de Natal a bordo de navio de guerra, em 1943
Soldado alemão se rende a soldado americano, em 1943.
Caça americano sofre acidente durante pouso em porta-aviões.
Escritor e correspondente de guerra Ernest Hemingway em meio às tropas americanas, em 1943
Marinha americana chega à baía de Tóquio, em 1945
Batalha de Okinawa, ao sul do Japão. Foi a maior batalha marítimo-terrestre-aérea da história, ocorrendo de abril a junho de 1945.
Famosa foto, que se tornou um símbolo da vitória americana contra o Japão, tirada logo depois da vitória sobre os japoneses na ilha de Iwo Jima.
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O xá da Pérsia e seu harém de 100 mulheres

Harém significa o conjunto de mulheres de um casamento poligâmico. O harém tradicionalmente ficava aos cuidados de eunucos do sexo masculino, ou seja, um homem castrado pela mulher mais velha do sultão, ou xá, justamente para não se envolver com as mulheres de seu patrão. Em contrapartida, muitos eunucos desfrutavam de fama, dinheiro e poder.

Os xás (xá pode ser traduzido como rei ou imperador) da Pérsia (hoje Irã) possuíam harém e eunucos já no século VII a.C. E a poligamia requer posses, porque o marido tem de prover às necessidades de todas as esposas, filhos e agregados, bem como manter numerosa criadagem. Então, os xás mais poderosos tinham uma enorme harém e gastavam uma bela grana para manter todas essas esposas.

O amigo Gustavo Machado me deu a dica de um desses poderosos xás, Nasser al-Din Shah, que governou o Irã de 1848 até seu assassinato, em 1896, o mais longo reinado em 3000 anos de história do país, e foi o primeiro monarca iraniano a visitar a Europa.

O xá Nasser al-Din Shah.

Ele era apaixonado por fotografia desde criança e, quando assumiu o poder, decidiu criar em seu palácio o primeiro estúdio fotográfico oficial. Entre 1870 e 1880, em Teerã, o fotógrafo russo Anton Servryugin abriu as portas de seu estúdio e acabou se transformando assim no fotógrafo real do soberano iraniano.

Al-Din Shah Qajar e o fotógrafo oficial Sevryugin.

O russo tinha permissão para clicar o próprio xá, seus parentes do sexo masculino e os servos da corte. Mas Nasser al-Din Shah guardava para si o privilégio de retratar o seu harém (que, segundo registros históricos, contava com cerca de 100 mulheres).

O corpo robusto era um critério de beleza importante naquela época.

O próprio xá revelava as fotos em seu laboratório, e depois guardava as imagens em álbuns de papel acetinado no palácio de Golestan, que hoje foi transformado em um museu.

A incomparável Anis al-Doleh – a esposa preferida do xá (à direita na foto)

O interessante nas fotos dessas mulheres é que, pelas leis xiitas, não era permitido fotografar o rosto das pessoas, sobretudo de mulheres. Só a pessoa mais poderosa do país podia dar-se a esse luxo de desobedecer à lei.

Anis-Al-Doleh, a “alma gêmea do xá”.

As fotos também mostram uma vida confortável e harmoniosa no harém. Todas vestem roupas modernas para a época e parecem seguras de si mesmas, encarando a câmera despreocupadamente, sem parecer intimidadas.

Mais uma foto da querida Anis-Al-Doleh (sentada).

Nasser al-Din Shah com algumas mulheres do seu harém. As fotos provavelmente foram tiradas pelo fotógrafo russo, obviamente com autorização do xá.

É possível supor que as mulheres do harém mantinham uma relacionamento amistoso, pelo que pode se ver nas fotos do grupo em um dia de piquenique.

 

Outra conclusão que se pode tirar das fotos é em relação às preferências do xá: nenhuma das mulheres era magra, a maioria exibia sobrancelhas grossas e buço. Fica claro que essas mulheres não passavam fome e nem deviam fazer trabalhos físicos. Pesquisadores dizem que a coleção conta até com imagens, digamos, ousadas, mas essas estão bem escondidas.

As mulheres do harém não passavam fome.

Uma das jovens concubinas.

Algumas das damas do harém usando tutus de balé.

O que é real é que muitas mulheres do harém deixavam crescer o buço, já que era esse o padrão de beleza naquela região. Elas simplesmente queriam ficar bonitas para o xá.
Sempre pensei que as mulheres de um harém eram como na ilustração abaixo…
Giulio Rosati (nasceu em Roma em 1858 – morreu em Roma em 1917), foi um pintor orientalista do final do século XIX e início do século XX, e foi um dos artistas que trouxe para o Ocidente sua visão do Oriente, e que ajudou a criar essa imagem fictícia dos usos e costumes daquele região então remota.
Muitos dos pintores orientalistas viajaram  ao Norte da África e Ásia ocidental, no intuito de retratar os povos do oriente, considerados atrasados, selvagens e à margem da civilização, por serem diferentes dos ocidentais. Os povos orientais foram descritos de acordo com a visão ocidental e poucas vezes retratados conforme a realidade em que viviam, mas representados através de um ilusionismo fictício criado na imaginação de seus autores.
O Oriente era visto como o lugar que a Europa não podia ter, em contraste com todo o materialismo da cultura ocidental, o que deu origem a um modismo e aumentou o turismo na região, vendido como o lugar onde o homem da cidade poderia experimentar tudo aquilo que estivesse fora do seu contexto, onde as mulheres eram o símbolo da fertilidade, da fartura, e da disponibilidade, vivendo num oásis exótico, perfeito para o repouso e prazer do viajante.
Abaixo, a reprodução de algumas pinturas da escola orientalista.

 

 

 

 

 

Fontes:

Wikipedia

xubux.com

gazetadebeirute.com

O Rio de 1900 a 1930

Estamos vivendo neste momento as Olimpíadas do Rio de Janeiro, e as imagens da cidade moderna e vibrante estão estampadas pelo mundo inteiro. São mais de 6 milhões de habitantes recebendo outro milhão e meio de visitantes.

Mas houve um tempo, há um século, em que o Rio era a capital federal e tinha menos de 1/6 dessa população. Aquela cidade idílica, de ruas apertadas e sujas, passava por muitas mudanças urbanas e sociais que acabaram moldando seu futuro. No começo do século 20, o Rio ostentava “modernas” ruas e praças “civilizadamente” mais largas, arborizadas e de arquitetura refinada nos moldes europeus.

Uma exposição, realizada há algum tempo em São Paulo, reuniu fotos e postais desse Rio antigo, feitas por fotógrafos que trabalharam por lá até a década de 1930, inclusive vendendo os primeiros postais da cidade para os turistas da época.

Veja algumas delas:

avenida niemeyer e são conrado

Avenida Niemeyer

Avenida Niemeyer, Gávea

Avenida Rio Branco

Avenida Rio Branco

A importância das imagens é que elas realmente documentam o processo de urbanização e modernização do Rio.

Botafogo entrada da Barra)

Algumas fotos mostram como a cidade expandia para o sul, até Ipanema e, mais tarde, para a Barra da Tijuca.

Botafogo30s

Botafogo nos anos 1930

Copacabana

A natureza é tão exuberante que ninguém parecia conseguir aplacá-la. Na foto, Copacabana.

morro do Pão de Açúcar, em uma época em que a estátua do Cristo, no Corcovado, ainda não havia sido inaugurada.

A foto acima foi tirada no morro do Pão de Açúcar, em uma época em que a estátua do Cristo, no Corcovado, ainda não havia sido inaugurada.

O Palácio Monroe localizava-se na Cinelândia, no centro da cidade brasileira do Rio de Janeiro,

A urbanização transformou as feições da cidade de forma muitas vezes brutal. Muitos prédios já não existem mais, como o Palácio Monroe.

Praia do Flamengo

Os fotógrafos exploravam a iluminação urbana elétrica, em seus primórdios, o que foi outro reflexo do processo de modernização do Brasil. Acima, a Praia do Flamengo.

rua Paissandú, no Flamengo

Rua Paissandú, no Flamengo. As palmeiras imperiais foram plantadas no fim do século 19 por ordem do Imperador Pedro 2º, formando uma espécie de passarela desde a praia até o palácio onde morava sua filha, a Princesa Isabel.

Santa Teresa e Glória)

Santa Tereza e Glória

Vista do Alto do Pão de Açúcar durante a noite

Essas fotos trazem um pouco da visão romântica, de um Rio idílico, que estava condenado a não sobreviver…

Fotos pouco conhecidas

Meu amigo Ruy Schneider enviou-me outro dia um punhado de fotos antigas e muito interessantes, e que resolvi compartilhar aqui. Vale a pena dedicar alguns minutos para ver – ou rever – um pouco de nosso passado gravado nessas imagens.

Um operário descansando na hora do almoço. Estamos em 1931, e ele ajudava na construção daquele que seria o prédio mais alto do mundo, o Empire State em Nova York. Observe a altura em que ele estava…

Aqui, estamos em São Paulo, na Av. São João em 1938. No cine Metro, estava passando “De Braços Abertos”, com Mickey Rooney e Spencer Tracy, que ganhou o Oscar de melhor ator por seu desempenho. O cine Metro era tido como um dos cinemas mais chiques de São Paulo. Os funcionários trabalhavam uniformizados de branco e havia um porteiro que recebia os espectadores que desciam do carro. Durante muito tempo, só era permitida a entrada de homens de terno e gravata. Atualmente, o prédio do antigo cinema abriga uma igreja evangélica…

1909. A hora do rush em Chicago era bem bagunçada…

Vista da antiga pérgula do Copacabana Palace Hotel em 1930. A praia já ficava cheia naquela época.

Um dos primeiros carros elétricos construídos nos Estados Unidos em 1905. Na foto, ele está carregando sua bateria, operação que levava algumas horas. Naquela época, os carros elétricos eram muito mais populares que os movidos a gasolina, considerados barulhentos, sujos e de difícil operação. E chegavam a alcançar impressionantes 30 km/h… Um desses carrinhos, ainda operante e com baterias modernas, foi vendido recentemente em um leilão por cerca de R$ 500 mil reais!

Voltemos ao Rio de Janeiro, agora bem lá atrás, por volta de 1885. D. Pedro II inaugurou a linha férrea que começa no Cosme Velho e vai até o cume do Corcovado, no mesmo local de hoje em dia, e daí subia-se até a plataforma de observação, no local da atual estátua. Para proteger os visitantes do sol inclemente, foi construído um pavilhão de ferro cuja função e formato circular fez com que recebesse o apelido apropriado de “Chapéu de Sol”. Foi contemporâneo de nossos bisavós, até que, em 1931, fosse finalmente inaugurado o monumento do Cristo Redentor.

1912, docas de Southampton. O Titanic está prestes a zarpar para sua primeira – e última – viagem aos Estados Unidos…

William Harley e Arthur Davidson, os fundadores das motocicletas Harley Davidson, em 1914, mostrando suas primeiras criações.

1937: Os irmãos Dick e Mac McDonald abrem uma barraca de cachorro-quente chamada Airdome em Arcadia, Califórnia. Depois, em 1940, eles mudam sua barraca para San Bernardino, também na Califórnia, onde abrem um restaurante McDonald´s na Rota 66, em 15 de maio. O primeiro hambúrguer McDonald´s custou US$0,15 e como era comum na época, contrataram 20 garçons que, em cima de patins, entregavam o pedido do cliente no carro. Isso se tornou popular e muito lucrativo.

E, encerrando essa viagem ao passado, veja o tamanho do primeiro disco rígido de 5 Mb da IBM, sendo carregado em um avião, em 1956. E tem gente que reclama do pendrive de 4 Gb…

Uma história do Morro Caaguaçu ao Morro do Chá – Avenida Paulista

A Avenida Paulista já se chamou Rua da Real Grandeza, área que pertencia à Chácara do Capão, propriedade do português Manuel Antonio Vieira, nos idos de 1880. A mata da região era densa e cobria todo o morro com árvores muito altas como o Jatobá, Pau-ferro, Embaúba, entre outras. Por essa razão, o lugar era chamado pelas tribos indígenas que viviam por aqui de Morro do Caaguaçu, ou “Mata-Grande”, no dialeto tupiniquim.

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A avenida Paulista na década de 1920

Para valorizar a região e chamar a atenção dos barões do café, cujas famílias construíram suas residências nos bairros de Campos Elísios e Higienópolis, tornando o bairro o preferido da elite paulistana, o português resolveu lotear aquele platô, dividindo parte da chácara em lotes, caprichando na escolha do nome. Foi assim que nasceu a Rua Real Grandeza.
Uma picada foi aberta para facilitar a subida dos animais em direção aos matadouros que se espalhavam pelo lado central e leste da cidade, como na Rua Quintino Bocaiuva, Ladeira de Santo Amaro e outros pontos fedorentos e de pouca higiene. Essa passagem chegou a se chamar Maria Augusta, para em pouco tempo, em 1875 conforme os primeiros registros, virar só Rua Augusta, palavra de origem latina que significa Majestade, Venerado, Absoluto.

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Os congestionamentos parecem estar no DNA da Avenida Paulista. Este da foto é de 1928…

Toda a região servia de passagem para boiadas vindas de uma parte que conhecemos por bairros de Santo Amaro, Pinheiros, Butantã e adjacências. Nos tempos da abertura da Real Grandeza, os animais que vinham do sul da cidade subiam pela Rua Augusta até o ponto mais alto do Morro Caaguaçu, para depois começar a descer e alcançar o Morro do Chá.

trianon

Vista de 1916 do Trianon, onde hoje fica o MASP

Somente no dia 8 dezembro de 1891, por iniciativa de Joaquim Eugênio de Lima, engenheiro que projetou a alameda que recebeu seu nome, a avenida passou a se chamar Paulista, em homenagem às pessoas nascidas na capital. Arrojada, muito larga, com três vias separadas por magnólias e plátanos trazidos da Europa, foi a primeira via pública asfaltada e arborizada da cidade de São Paulo.

A_Av Paulista 1952

Hoje, todos os casarões que enfeitavam a avenida, palacetes que abrigaram as famílias que fizeram a história da cidade, como Matarazzo, Caio Prado, Horácio Sabino, Andraus, Cerqueira Cezar, Dumon’t Villares e tantas outras, foram derrubados junto com as árvores para dar lugar aos altos edifícios que encantam tanta gente…

 

São Paulo. Crédito para Divulgação-Embratur (2)

 

 

Cristina Torres
Fontes: Ajorb, Arquivo O Estado, Wikipedia, São Paulo Antiga

 

Você já viu a vida desse ângulo?

São imagens impossivelmente reais de Erik Johansson, fotógrafo sueco que manipula as fotos que tira e cria cenas impressionantes.

Juntando o Photoshop a um talento gigante para fotografia, podemos encontrar algumas das imagens mais surpreendentes do mundo. É exatamente isso o que acontece com Erik Johansson, um nome que ainda vai ser muito ouvido entre designers, artistas e outros apaixonados pelos temas. Ele participou do TED – um encontro de ideias e inovações –, contando para todos como é o processo de criação de suas obras. Para Johansson, o principal é a fotografia: “Você precisa saber como tirar várias fotos com a mesma angulação e luz para que depois a edição não pareça falsa. O segundo passo é a combinação de imagens, que é onde a magia acontece”.

Esta é a página dele: http://erikjohanssonphoto.com/

Esse cara é meio que um Salvador Dali das fotos…

Erik Johansson: o mago da manipulação de fotografias

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Fotos do passado

Duvido que as pessoas que tiraram estas fotos fizessem ideia da importância que elas teriam, e que deixariam as pessoas tão maravilhadas no futuro. O mais interessante nelas, talvez, seja a constatação de que a vida era tão diferente – e ao mesmo tempo tão parecida – como a de hoje.

  • Dizem que este foi o primeiro “selfie” da história (em 1839), o moço é Robert Cornelius, nos Estados Unidos.

  • Em 1900, um engraçadinho tirou a foto dessa mulher prestes a dar um espirro!

  • Boliche é um esporte bem antigo, e antes não havia o sistema automático que deixa os pinos em pé. Era tudo feito na mão, e um erro podia custar um dedo amassado a esses meninos “arrumadores de pinos de boliche” em 1914.

  • Em 1922, os concursos de beleza eram comuns. Pela foto abaixo, de duas ganhadoras de um deles, a gente pode constatar que o conceito de beleza se modificou um pouco ao longo dos anos.

  • A preocupação com a falta de concentração, por conta das distrações que nos cercam, não é uma novidade dos dias de hoje. Um americano, lá atrás, em 1925,  inventou o “Isolador”. Esse capacete bizarro supostamente deixaria seu usuário surdo, limitando seu campo de visão a uma minúscula brecha e um balão de oxigênio acoplado ao capacete impediria que a pessoa morresse asfixiada.

Não sei se o inventor, Hugo Gernsback, conseguiu vender algum de seus “Isoladores”. O que eu sei é que ele, além de inventor, era também editor e autor. Desde 1908 ele vinha publicando revistas diversas até que, um ano depois do “Isolador”, lançou aquela que viria a ser a primeira revista do mundo exclusivamente dedicada à ficção científica, Amazing Stories. Foi nessa revista que se inventou o termo “cientificção” antes de se decidir pelo definitivo “ficção científica”. Na Amazing Stories, Hugo deu a primeira oportunidade a autores como Isaac Asimov, Arthur C. Clarke e Robert A. Heinlein, entre muitos outros.

  • Foto incrível, de Hitler ensaiando seus discursos na frente de um espelho, em 1925.

  • Moto de uma roda, de 1930, e que podia alcançar até 140 km/h. Até hoje tem gente criando motos iguais a essa.

Vimos isso no filme “Homens de Preto 3″…

Mas, recentemente, numa universidade de Michigan, foi apresentada uma “monobike” que funcionava pra valer:

  • “Família que passeia e trabalha unida fica mais unida”. Esse deve ter sido o mote a inspirar a criação de uma bicicleta para a família, em 1939. Ela servia para quatro pessoas e a mamãe podia aproveitar o passeio e costurar algumas roupas, já que a bicicleta vinha com uma máquina de costura acoplada:
  • Como eu disse mais acima, os concursos de beleza eram muito populares no mundo todo. Em 1950, nos Estados Unidos, eles elegeram até a “Miss Bomba Atômica”…

Em resumo, mesmo que as coisas fossem diferentes então, a gente percebe que, lá no fundo, o espírito humano nunca muda. Nossa perseverança, capacidade de invenção e curiosidade permanecem desafiando o tempo.

 

Fonte:

news.distractify.com