Registros da vida selvagem

As três leoas atacaram esse crocodilo numa reserva no Quênia. Devia ser hora do almoço…

— Ô Ênio, sabe o que um tijolo falou pro outro? — Não sei, Beto. — Há um ciumento entre nós.

Esses jovens elefantes foram pra balada, comeram muito da frutinha marula (que fermenta depressa quando cai da árvore e dá sintomas de bebedeira) e, agora, estão curtindo a ressaca.

Como dizem, um dia é da caça…

O amigo elefante inaugurou um lava-rápido para zebras.

Nessa disputa por território, não sabemos quem venceu a acalorada discussão.

Foto incrível de um tubarão branco na ilha Seal, na baía False, na África.

É aquela coisa… o leão foi mexer com quem estava quieto, e o búfalo chamou os amigos.

Sorte do leão que búfalo não sobe em árvores…

“Tá olhando o quê?”

“Hummm… então, isso que é selfie?”

Sem palavras…

— Pra onde a gente vai? Pra lá? — Não, pra cá!

Foto de pássaros vira música

Um belo dia, o repórter fotográfico d’O Estado de S. Paulo Paulo Paulo Pinto fez uma imagem de pássaros pousados em fios de luz no interior do Rio Grande do Sul. Na publicação no jornal, o publicitário Jarbas Agnelli viu música. Na disposição dos pássaros nos fios, ele enxergou notas musicais que poderiam se tornar uma bela canção.

A foto chamou atenção por ter cinco fios de alta tensão, o numero exato de linhas de uma pauta musical. O publicitário explicou o processo:

“Lendo o jornal de manhã me deparei com uma foto de pássaros nos fios. Recortei a foto e decidi compor uma música, usando a exata posição dos pássaros como notas. Pura curiosidade em ouvir que melodia aqueles pássaros estariam criando. Esse trabalho foi feito sobre a foto original, publicada num dos maiores jornais brasileiros “O Estado de São Paulo” em 27/ago/2009, e clicada por Paulo Pinto. (nota: eu apenas apaguei os pássaros para o efeito no fínal, mas não mudei suas posições)”.

Depois de tocar a música no piano, Agnelli pesquisou quem era o dono da foto e lhe enviou a música. Animado com a ideia, o fotógrafo Paulo Pinto retornou a Agnelli enviando a foto original sem cortes. “Ele ficou superemocionado e muito feliz. Mandou a foto original de volta, que tinha mais passarinhos, porque a foto havia sido cortada nas duas pontas. Aí eu ganhei mais umas quatro notas para um lado e umas quatro notas para o outro”, contou o músico.

Animado com a ampliação da peça, Jarbas voltou ao computador e refez a música toda em mais uma madrugada. Feliz com o resultado, resolveu criar um vídeo que explicasse seu raciocínio nessa leitura.

O vídeo, que fez enorme sucesso, segue abaixo:

A música foi composta no Logic. O vídeo, no After Effects. “Birds on the Wires” foi vencedor do Youtube Play Guggenheim, selecionado entre 23.000 concorrentes.

 

 

Fontes:

Estado de S. Paulo

industriacriativa.espm.br

 

A história por trás da capa de “Rubber Soul”, dos Beatles

Considerado por inúmeros críticos como o primeiro disco da fase mais sofisticada dos Beatles –  e, para mim, o mais importante, pelo que representou na minha formação – “Rubber Soul” faz parte da lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame.

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A foto da capa do álbum, que na época (1965) fugiu de todos os padrões então vigentes, foi fruto de um acidente.  Paul McCartney conta no Anthology que, após a  sessão de fotos no jardim da casa de John Lennon, o fotógrafo Robert Freeman usava uma cartolina para projetar as imagens fotografadas, deixando-as no tamanho da capa do disco (que nem tinha título ainda). Em determinado momento, a cartolina escorregou e uma das imagens apareceu distorcida, levando os Beatles à loucura com o efeito. Imediatamente eles escolheram aquela imagem e pediram que fosse reproduzido o mesmo efeito distorcido.

A foto original.

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A foto acima, já recortada e pronta para ser distorcida.

Nesse momento também tiveram a ideia do título do disco: “Rubber Soul” (Alma de Borracha), um trocadilho com “rubber sole” (sola de borracha), além de uma referência à Soul Music. O logotipo com o título do disco foi produzido pelo artista Charles Front.

Charles Front era um designer gráfico de Londres que foi procurado por Robert Freeman, que lhe pediu que projetasse as letras para a capa do próximo álbum dos Beatles. Ele levou a foto escolhida, falou da distorção que eles queriam e Front sentiu que o título “Rubber Soul” lhe passava a imagem de algo viscoso, como látex, que vinha sendo puxado para baixo pela força da gravidade – espelhando a distorção da foto.

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Front apresentou seu projeto a Brian Epstein, as letras desenhadas em guache marrom e montadas sobre um esboço da capa, que prontamente o aprovou junto com os quatro membros do grupo.

‘Rubber Soul’ foi lançado em 3 de dezembro de 1965, coincidindo com a primeira data do que viria ser a turnê final do grupo pelo Reino Unido. Musicalmente e liricamente, o álbum foi a gravação mais ambiciosa do grupo, anunciando uma nova fase na carreira dos Beatles e uma antevisão do que viria a seguir. O álbum foi considerado o mais brilhante e inovador até então e menos de uma semana após seu lançamento, o disco já estava no topo das paradas, posição em que permaneceu por 12 semanas. 
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Linha de montagem do disco na fábrica.

Podemos considerar este disco como o primeiro passo para o psicodelismo e o experimentalismo produzidos depois em “Revolver”, chegando ao ápice em “Sgt. Pepper’s” e, por consequência, alterando a história da música do século XX.
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Névoa misteriosa em Marte intriga cientistas

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Uma descoberta feita por astrônomos amadores que passam horas estudando Marte deixou cientistas com a pulga atrás da orelha.

Descoberta pela primeira vez em 2012, uma espécie de névoa apareceu orbitando ao redor do planeta apenas uma outra vez e depois desapareceu. Ao analisar imagens da misteriosa neblina, os cientistas da Agência Espacial Europeia descobriram que ela é a maior já vista e se estende por mais de 1.000 quilômetros.

Em artigo publicado na revista Nature, eles dizem que a névoa poderia ser uma grande nuvem ou uma aurora excepcionalmente brilhante. Mas deixam claro que ambas as hipóteses são difíceis de serem comprovadas. “Essa descoberta traz mais perguntas do que respostas”, disse Antonio Garcia Munoz, cientista da Agência Espacial Europeia.

Em todo o mundo, uma rede de astrônomos amadores mantém seus telescópios calibrados para analisar o “planeta vermelho”. Eles viram essa misteriosa formação pela primeira vez em março de 2012, logo acima do hemisfério sul de Marte. Damian Peach foi um dos primeiros astrônomos amadores a capturar imagens do fenômeno.

“Eu notei essa formação saindo ao lado do planeta, mas primeiro achei que havia um problema com o telescópio ou com minha câmera”, disse. “Mas, à medida que eu ia verificando as imagens de perto, percebi que era algo real – e foi uma grande surpresa.”

A neblina brilhante durou cerca de 10 dias. Um mês mais tarde, ela reapareceu e perdurou o mesmo período de tempo. Mas nenhuma formação do tipo não foi vista desde então.

Os cientistas que comprovaram o fenômeno buscam agora uma explicação para ele, mas, por enquanto, só têm hipóteses. Uma teoria é a de que a névoa é uma nuvem de dióxido de carbono ou partículas de água.

“Sabemos que há nuvens em Marte, mas até hoje elas foram observadas apenas até uma altitude de 100 km”, disse Garcia Munoz. Segundo ele, a misteriosa névoa está bem acima dessa altitude, o que coloca em xeque essa possibilidade.

Outra explicação é a de que esta ela é uma versão local das auroras polares. “Nós sabemos que nesta região em Marte nunca foram relatados auroras antes”, disse Muñoz. “Além disso, a intensidade registrada nessa névoa é muito, mas muito maior do que qualquer aurora já vista em Marte ou na Terra.”

Para o cientista, se qualquer uma dessas teorias estiver certa, isso significaria que a nossa compreensão da atmosfera superior de Marte está errada. Ele espera que, ao publicar o estudo, outros cientistas também colaborem com explicações para o fenômeno. Mas, se isso não ocorrer, os astrônomos terão de esperar para as névoas retornarem à Marte.

 

 

 

 

 

 

 

fonte:

BBC

Fotos raras mostram como o Museu de História Natural, em Nova York, preparava suas exibições

Inaugurado em 1877, o famoso “American Museum of Natural History”, o museu americano de história natural, conta atualmente com mais de 32 milhões de espécies e objetos distribuídos em aproximadamente 45 salas de exposição, sendo considerado um dos maiores museus de história natural do mundo.

Se você estiver em Nova York, NÃO PODE deixar de dar uma conferida no museu. Vale muito a pena, e ele é tão grande, mas tão grande (e interessante), que dá para passar o dia inteiro lá dentro.

1382033698 Você vai encontrar esqueletos gigantescos, principalmente de dinossauros. Além de uma coleção incrível de animais empalhados com cenários espetaculares, os dioramas, dos quais falo um pouco neste post. Muita informação sobre diferentes civilizações, como egípcios, persas, hindus, chineses, japoneses e tibetanos, gregos, astecas, maias e até tupis. Bem, quem assistiu o filme “Uma Noite no Museu”, com Ben Stiller, vai ter uma ideia de como é esse gigantesco e fabuloso complexo, já que muitas cenas foram filmadas lá.

19894226Mas, calma, pode ir visitar sossegado, nenhum dinossauro vai sair correndo atrás de você…

Veja algumas fotos das exibições, que mostram animais selvagens e dinossauros:

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Por falar em dinossauros, descobri algumas fotos antigas, do início do século XX, que mostram como os funcionários montavam esses enormes esqueletos. E o mais legal é que, apesar de antigas, a maioria das técnicas de preparação dessas peças não mudou muito desde então.

Um funcionário do museu monta um mastodonte para exibição, usando fios e suportes.

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Esta foto de uma moldura em forma de elefante, de 1934, mostra a primeira etapa na montagem do animal, com base num modelo menor.

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Isto é parte de um brontossauro. A imagem mostra os membros frontais sendo modelados, em 1904.

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Abaixo, um modelo de argila feito em 1909, de um hipopótamo. Mais de 100 anos depois, o processo não mudou.

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Este é o quadro usado para montar um modelo de uma baleia azul em tamanho natural, em 1906.

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Muitas dessas peças ainda estão em exibição hoje. Por isso, lembre-se, quando for visitar a Big Apple, reserve um dia para fazer esse passeio incrível!

Fontes:
Museu Americano de História Natural
gizmodo.uol.com.br

Momentos felizes dos bichos!

Estresse, medo, ansiedade, depressão, agressividade…
Os bichos, assim como nós, sofrem de tudo isso. Motivos não faltam… No caso dos animais de estimação é menos difícil reconhecer quando estão tristes ou deprimidos. O cachorro, por exemplo. Se ele não tiver um quintalzinho que seja para brincar e se exercitar à vontade, não vai viver lá muito feliz. Caso passe boa parte do tempo na mais completa solidão, idem.
Quanto ao gato, por trás daquele ar de felina superioridade esconde-se um ser carente. Pois é, cães e bichanos são sensíveis ao que acontece ao seu redor. Basta ver a reação apavorada deles a trovoadas e rojões.
A perda de um companheiro faz o bicho sofrer. O mesmo acontece quando nasce um bebê na família que o adotou e ele deixa de ser o centro das atenções. Mudanças de ambiente, uma viagem de curta duração, a ida ao pet shop para os cuidados com a higiene ou a estadia num hotelzinho também são fatores capazes de causar um certo estresse.
Assim como se pode reconhecer quando o animal está triste, também podemos perceber quando ele está feliz. Nas fotos abaixo, algumas pessoas tiveram a sorte de captar alguns desses momentos de alegria dos bichinhos.
Curta essa emoção!
Bem, este amigo enfiou o nariz onde não devia… Eh, eh, eh!