PROJETO MONTAUK: O PROGRAMA OBSCURO QUE INSPIROU “STRANGER THINGS”

Se você assistiu a série “Stranger Things”, talvez goste de saber que boa parte da trama se inspira em um programa obscuro conduzido por cientistas do Governo dos EUA. Era o Projeto Montauk.

Projeto Montauk teria sido uma série de projetos secretos do governo dos Estados Unidos realizados a partir de 1971 em Camp Hero ou Air Force Station em Montauk, Long Island, com a finalidade de desenvolver técnicas de guerra psicológica e investigações exóticas, incluindo a viagem no tempo, teletransporte e a viagem no hiperespaço. Nesse projeto  várias pessoas teriam sido usadas como cobaias. 

A estação militar estava ali desde os anos 1950, mas ganhou vários níveis subterrâneos (claro…) para abrigar o projeto. Conspirólogos sustentam que, apesar de funcionar numa área federal, o Montauk era financiado por um governo oculto – talvez o misterioso MAJESTIC 12.

Lembrou de Arquivo X?


A tese defendida pelos cientistas do projeto era que a mente humana emitia ondas magnéticas que eram decodificadas com maior facilidade pelos chamados sensitivos. A transmissão de ondas artificiais na mesma freqüência das “naturais” possibilitaria, em tese, que os receptores vissem e pensassem o que o emissor quisesse. O Montauk, em síntese, queria manipular idéias à distância. Dizem que conseguiu…

Os relatos sobre esse projeto misterioso começaram a circular em meados dos anos 1980 e, de acordo com Dave Gonzales, do portal Thrillist, um cara chamado Preston B. Nichols teria participado do Projeto Montauk e escreveu uma série de livros sobre suas experiências.

Aparentemente, depois de se desligar do programa – não se sabe exatamente como -, Nichols conseguiu recuperar algumas lembranças que haviam sido suprimidas e deu várias entrevistas revelando o que acontecia nos laboratórios da base. Mais precisamente, Nichols dizia se lembrar de ter participado de uma série de experimentos chamados Montauk Chair — ou Cadeira Montauk, em tradução livre.


A Cadeira Montauk unia o cérebro humano a um computador. Sensitivos foram conectados ao aparelho e incentivados a projetar pensamentos. O que aconteceu foi surpreendente. Eles supostamente conseguiram materializar objetos sólidos a partir do nada. Ou quase isso. Os objetos pensados seriam feitos de orgone – a bioenergia que, segundo o neuropsiquiatra Wilhelm Reich, é emitida por todas as formas de vida.

Conforme contou Nichols, um dos testes realizados era o The Seeing Eye (“O Olho que Tudo Vê” em tradução livre), durante o qual um sensitivo — um garoto identificado como Duncan Cameron Jr. — segurava uma mecha de cabelo ou um objeto qualquer pertencente a outra pessoa e, depois de se concentrar por alguns minutos, conseguia ver através dos olhos desse indivíduo, escutar tudo o que ele ouvia e até sentir as mesmas sensações. 

Se você assistiu a série… Isso te lembra alguma coisa?

Aparentemente, o único limite para o poder da Cadeira Montauk era a imaginação do usuário. Relatos afirmam que prédios inteiros surgiram do nada quando imaginados pelo “pensador”. 

Depois de produzir matéria do nada, os cientistas resolveram mexer com o tempo. Usando a Cadeira Montauk e outras invenções esquisitas (como uma antena chamada Orion Delta T), eles teriam conseguido, em 1981, abrir fendas no espaço-tempo. A partir daí, o Projeto Montauk se dedicou quase que exclusivamente à exploração do passado e do futuro.

Nichols revelou que, em uma das ocasiões, o menino teria libertado no mundo físico um monstro que se encontrava em seu subconsciente. Os transmissores conectados a Duncan apontaram que se tratava de uma criatura de aparência animalesca, enorme, malvada e faminta, e esse ser teria provocado a destruição da base até ser capturado. E teria sido isso que colocou fim ao projeto.

(não consegui descobrir mais relatos desse monstro e nem saber como ele foi capturado… mas, claro, é tudo ultrassecreto, então…)

Nesse edifício é onde teriam ocorrido os experimentos

Origens

Os rumores apontam que o Projeto Montauk seria um desdobramento de outro programa supersecreto e sobre o qual já falei. Aqui está o link para o meu post.

Você pode conferir todos os detalhes, mas vou resumir: o chamado Projeto Filadélfia consistia em uma série de testes realizados pela Marinha dos EUA na década de 1940 e tinha como objetivo aplicar a teoria do Campo Unificado de Albert Einstein. O resultado teria sido o teletransporte de um navio de guerra — chamado USS Eldridge — da Filadélfia até a Virgínia com todos os tripulantes a bordo.


O USS Eldridge

Então, Duncan, o tal médium-mirim, seria um dos tripulantes do USS Eldridge e teria viajado no tempo, dos anos 1940 até os anos 1980, durante a desmaterialização do navio de guerra — e incorporado no Projeto Montauk no corpo de um menino.

De acordo com o “delator” do projeto, diversas crianças teriam participado dos experimentos, e algumas chegaram a ser enviadas a pontos desconhecidos do espaço-tempo através de um portal. Após vários anos de experimentos, os envolvidos no projeto desenvolveram a capacidade de viajar em relativa segurança no tempo e a outros lugares no espaço, como… a Marte, por exemplo!

                          
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Voltando ao seriado, antes de ele entrar em produção, seu nome não era Stranger Things, mas sim Montauk — em referência ao projeto supersecreto conduzido pelos militares norte-americanos. Além disso, em vez de a história se desenrolar na cidadezinha (fictícia) de Hawkins, em Indiana, a trama acontecia em Long Island, localização das bases em que os experimentos secretos teriam sido conduzidos.

Haja imaginação, não é? Ou Coisas Estranhas aconteceram mesmo por lá?

Fontes:

Wikipedia

thoth3126.com.br

megacurioso.com.br

averdadeoculta1.blogspot.com

Navio surge depois de ter desaparecido no Triângulo das Bermudas

A Guarda Costeira cubana anunciou que interceptou um navio à deriva na costa da ilha caribenha. O navio, identificado como sendo o SS Cotopaxi, desapareceu em dezembro de 1925 e, desde então, seu sumiço tem sido ligado ao famoso Triângulo das Bermudas.

As autoridades cubanas tentaram se comunicar com a tripulação exaustivamente durante dias, porque a embarcação estava se aproximando perigosamente de uma instalação militar, mas todos os esforços foram infrutíferos. Finalmente, mobilizaram barcos-patrulha até que os homens conseguiram abordar o navio.

De início, ficaram surpresos por não haver ninguém a bordo, e uma busca completa possibilitou que eles encontrassem o diário do capitão. Foi nesse momento que descobriram tratar-se do navio-fantasma, embora o diário não trouxesse nenhuma pista do que aconteceu com o Cotopaxi nos últimos 90 anos.

O especialista cubano Rodolfo Cruz Salvador analisou os documentos e acredita serem autênticos.

O diário está cheio de informações preciosas sobre como era o cotidiano dos marinheiros, mas as entradas cessam exatamente no dia 1 de dezembro de 1925, o dia em que o navio desapareceu. Ele havia partido em 29 de novembro daquele ano de Charleston, na Carolina do Sul, Estados Unidos, a caminho de Havana. A tripulação era composta por 32 homens, sob o comando do capitão Myers, e levava uma carga de 2.300 toneladas de carvão. Foi dado como desaparecido apenas dois dias depois.

O Triângulo das Bermudas é uma região que abrange a área entre Miami, Porto Rico e Bermudas e onde desapareceram dezenas de navios e de aviões, todos em circunstâncias misteriosas.  As lendas atribuem esses desaparecimentos a fenômenos paranormais e sobrenaturais, ou a atividades extraterrestres. Existem até mesmo aqueles que sustentam que os restos de uma civilização perdida (Atlântida?) ainda exerceriam influência eletromagnética sobre quem ousasse navegar naquelas águas.

A maioria dos cientistas, porém, nem reconhece a existência desse triângulo e afirma que os desaparecimentos se deram por conta de erros humanos ou fenômenos naturais. O fato, entretanto, é que o reaparecimento surpreendente do SS Cotopaxi deve obrigar a comunidade científica a rever suas crenças…

 

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Bem, essa foi a notícia que vem deixando o mundo alvoroçado há muitos meses…

Ela surgiu na segunda quinzena de maio de 2015 e conta a incrível história do navio SS Cotopaxi, que desapareceu em 1925 na região conhecida como o Triângulo das Bermudas e teria sido encontrado pela Guarda Costeira de Cuba.

Segundo o texto, que reproduzi acima, a Guarda Costeira cubana teria anunciado que haviam interceptado uma embarcação e que uma inspeção feita no navio descobriu o diário de bordo do capitão. Esse diário, após ser examinado pelo especialista cubano Rodolfo Cruz Salvador, teria confirmado ser autêntico.

A imagem abaixo seria uma das fotos comprovando o achado intrigante:

A região conhecida como Triângulo das Bermudas é um local cercado por lendas e teorias sobre navios desaparecidos e acontecimentos inexplicáveis, por isso a notícia ganhou tanto destaque em diversos sites e blogs.

No entanto, é bom que fique claro que essa história é falsa!

O navio SS Cotopaxi existiu, de fato, e afundou em 1925 durante uma viagem entre a Carolina do Sul e Havana. Apesar do capitão deixar evidente, em sua última transmissão de rádio, que o navio estava afundando, muitas pessoas ainda tratam o ocorrido como se fosse um desaparecimento, associando o incidente com as lendas sobre a região.

Não há nenhuma nota da Guarda Costeira cubana comprovando o achado e tampouco não houve nenhuma confirmação de órgãos oficiais sobre o suposto reaparecimento do navio.

E tem mais!

O homem que aparece na reportagem não se chama Rodolfo Cruz Salvador e também não é cubano. Seu nome é Lee Smale, um britânico que encontrou o diário de seu pai. Claro, ele não tem nada a ver com a história do navio que teria reaparecido.

O britânico Lee Smale teve sua foto usadda indevidamente na matéria falsa!

O britânico Lee Smale teve sua foto usada indevidamente na matéria falsa!

Aqui está o link da matéria publicada em 2013 sobre o diário do pai do britânico, que era mergulhador da Marinha inglesa e participou das tentativas de resgatar um submarino afundado durante a Primeira Guerra Mundial.

A foto do navio usada para ilustrar essa notícia falsa é, na verdade, uma montagem (até meio tosca) de um frame do filme “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, de 1977, dirigido por Steven Spielberg. Na cena, o Cotopaxi havia sido encontrado no deserto de Gobi.

Esse boato surgiu de uma publicação feita no dia 18 de maio de 2015, no site humorístico World News Daily Report. Rapidamente, vários sites começaram a copiar a notícia e, em pouco tempo, o assunto passou a se espalhar como se fosse real.

Isso também acontece por aqui, quando falsas notícias publicadas em sites de humor, como o Sensacionalista, acabam sendo espalhadas por pessoas que ou não entendem a piada e acham que a notícia é verdadeira, ou simplesmente resolvem difundir a brincadeira.

 

Para desilusão dos que acham que os deuses eram astronautas, a notícia do navio reaparecido é falsa. Sei que muita gente divulgou essa farsa na boa fé, por acreditar em muitas das teorias e lendas que correm por aí. Histórias nunca comprovadas de abduções, de avistamentos de OVNIs, lendas sobre mulas sem cabeça, zumbis ou lobisomens.

Eu, por exemplo, sou um dos que não acredita em bruxas.

Mas, que elas existem, existem…

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes:

internet

http://www.e-farsas

 

 

 

Curiosidades sobre os Discos-Voadores

O termo disco-voador, agora em desuso pelos estudiosos, designava um objeto voador no formato de um pires, e que se supunha ser extraterrestre. Hoje se utiliza a expressão OVNI (UFO, em inglês) que significa Objeto Voador Não Identificado.

A expressão “disco-voador” foi cunhada pela imprensa americana por ocasião do chamado “Caso Roswell”, como ficou conhecido o incidente em Roswell, Novo México, em 1947, onde teria caído um OVNI numa fazenda. Embora o fazendeiro nunca tenha usado esse termo para descrever o objeto que ele viu destroçado em suas terras – ele falou “disco”, “prato” e “pires” – os jornais estamparam manchetes gritantes, afirmando que a Força Aérea tinha capturado um “disco-voador” (flying saucer) na região.

A Força Aérea depois informou que os destroços eram, na verdade, de um balão atmosférico. Muita gente acredita que essa informação foi apenas uma “cortina de fumaça” para ocultar a verdade – de que eles teriam capturado um sobrevivente alienígena do acidente.

Durante a Guerra Fria, período de grande animosidade entre os Estados Unidos e a extinta União Soviética, e durante o qual as duas potências rosnavam uma para a outra, exibindo seus arsenais atômicos, o medo de uma guerra nuclear deixava os cidadãos americanos paranoicos e, seja por esse motivo ou por pura coincidência, os relatos de OVNIs passaram a ocorrer com uma frequência nunca vista.  Para os quadrinhos, a invasão dos discos-voadores era uma alegoria do ataque inimigo.

O CCCP que se vê na cápsula espacial é uma abreviatura das palavras em russo de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, URSS.

O cinema também interpretou esse sentimento popular em vários filmes, um deles o emblemático “A Invasão dos Discos-Voadores”, de 1956, com efeitos especiais do mestre do stop-motion Ray Harryhausen. Ele criou várias maquetes de discos-voadores que se tornaram a mais clássica aparência cinematográfica de um OVNI (uma cabine central estática rodeada por um anel em rotação) e que foi derivada das descrições dadas pelo major Donald Keyhoe em seu livro, que serviu de inspiração para o filme.

Abaixo, a sequência em que os E.Ts. pousam na Terra e atacam.

Foi durante essa década que começaram a surgir informações de que os nazistas vinham testando a construção de discos-voadores durante a Segunda Guerra Mundial. Essas especulações ganharam força nas décadas seguintes e muitas “teorias da conspiração” garantem que, após a guerra, americanos e soviéticos roubaram os planos alemães para construir essas naves.

A foto acima, se não for uma montagem, mostra um disco-voador nazista de segunda geração, o Haunebu II.

Alguns afirmam que, no final dos anos 1960, a força aérea americana considerou seriamente a possibilidade de que os OVNI’s que tinham sido vistos poderiam ter sido, de fato, aviões fabricados secretamente pela URSS baseados em projetos roubados dos alemães.

Outra expressão muito utilizada quando se fala de OVNIs é a “Área 51”.

Área 51 é um dos nomes atribuídos à área militar restrita no deserto de Nevada, próxima ao Groom Lake, Estados Unidos. É uma área tão secreta que o governo norte-americano só admitiu sua existência oficial em 1994, e ainda assim com muitas restrições.

Exatamente por ser tão secreta é que essa base alimentou a imaginação de pessoas no mundo todo, especulando que ali haviam discos-voadores capturados e onde se examinavam os ETs sobreviventes. A base fica a 250 km de Las Vegas, no meio do deserto, com montanhas e vegetação rasteira, e placas que dizem “Nenhum posto de gasolina pelos próximos 250 quilômetros”. Houve uma época em que a região era invadida por turistas atrás de OVNIs, mas com a passagem do tempo e o surgimento inevitável de novos temas de interesse, os filmes e programas de televisão que alimentaram a fixação pelos alienígenas escondidos na Área 51 – de Arquivo X a Independence Day – não chamam mais tanta atenção como antigamente.

E agora que a CIA confirmou recentemente que a base existe mesmo e serve para testar apenas aviões-espiões, sem nada a ver com discos-voadores, o interesse realmente minguou…

Mas o povo continua tentando conseguir boas imagens dos discos-voadores. Abaixo, seguem algumas das fotos mais conhecidas e que ainda não se comprovou que sejam uma fraude:

A foto acima foi tirada na Bélgica em 1990 e mostra um OVNI triangular com luzes nas extremidades.

Esta foi tirada na Califórnia, em 1965.

Bariloche, 1969, foto tirada pelo prof. e físico Sebastian José Tarde.

Bem, do mesmo modo que se diz “não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem”, segue abaixo uma lista de informações úteis para deixá-lo bem informado no caso de um dia você se deparar com alguns ETs desgarrados…

  • Convencionou-se chamar de “contato de primeiro grau” a simples observação de um OVNI. De “segundo grau” quando  o OVNI pousa e deixa vestígios de sua passagem. De “terceiro grau” se o narrador diz ter visto as criaturas. Os de “quarto grau” ocorrem quando há contato direto e comunicação com os tripulantes. Nos de “quinto grau”, ocorrem viagens na nave e as abduções.
  • A abdução acontece quando a pessoa é levada por ETs contra a vontade para o interior do OVNI, onde é submetida a experiências e exames clínicos.
  • Gilberto Gil e Gal Costa afirmam que já tiveram contatos com ETs. Chico Buarque e Maria Betânia afirmam já terem visto OVNIs. Fábio Jr. também. Em maio de 2001, a cantora Elba Ramalho declarou à revista Veja que extraterrestres lhe implantaram um microchip, retirado mais tarde por esses “seres celestiais”.
  • Muitos pesquisadores destacam passagens da Bíblia que poderiam estar se referindo a discos voadores e a extraterrestres. A lista é imensa. Por exemplo: “São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro com um rosto como sol e os pés, como colunas de fogo”. Supostos OVNIs também são citados como sendo “tronos de fogo”, “braseiros consumidores” ou “rios que jorram em montes de fogo”.
  • São José dos Campos, no interior de São Paulo, é a cidade com maior número de relatos de abduções do mundo.
  • Os países com o maior número de fenômenos OVNIs são os Estados Unidos, México, Peru, Brasil, Rússia e Chile.
  • No Brasil, o caso que mais deu o que falar foi o do ET de Varginha, no interior de Minas Gerais. Segundo relatos, três garotas teriam avistado um ser com protuberâncias na cabeça, pele marrom e olhos vermelhos num terreno baldio da cidade. O incidente teria acontecido no mesmo dia em que diversos moradores relataram avistamentos de possíveis OVNIs. Também foi noticiada uma estranha movimentação de soldados do Exército na mesma região do incidente. Falou-se que o ET teria sido capturado pelas autoridades e levado a algum lugar secreto (alguns boatos apontaram a Universidade de Campinas/UNICAMP) onde teria sido estudado e mantido em sigilo. Outras teorias dizem que o Brasil não tinha como lidar com o caso e entregou o corpo do ET de Varginha para os Estados Unidos, que em troca, levou um astronauta brasileiro para o espaço, o Marcos Pontes.

  • A Área 51 foi citada em inúmeros filmes, séries e desenhos animados, e alguns deles são: Arquivo X, Taken, Transformers, Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, Hellboy, Independence Day, Os Simpsons, Ben 10, Johnny Quest e Futurama.

  • O Triângulo das Bermudas é uma área do Oceano Atlântico entre a Flórida, a ilha de Porto Rico e o arquipélago das Bermudas, e que ficou famosa pelos desaparecimentos de aviões, barcos e navios. Ocorreram mais de 50 eventos dessa natureza, a maioria entre 1945 e 1950. Muitas teorias foram criadas para explicar o fenômeno e uma delas é  a ação de extraterrestres.
  • Em 1938, o cineasta Orson Welles, diretor do clássico Cidadão Kane, assustou os Estados Unidos com uma teatralização no rádio do romance “Guerra dos Mundos”, de H. G. Wells. Muita gente entrou em pânico. Milhares chegaram a acreditar que a Terra estava sendo invadida por seres alienígenas.
  • Segundo os astrônomos, é impossível que uma nave vinda de outro sistema planetário faça uma visitinha à Terra. Eles argumentam que as longas distâncias, além da dificuldade de obter a energia necessária para a viagem, tornam essa possibilidade nula…
  • Até agora, foram descobertos cerca de 400 planetas fora do Sistema Solar, mas os astrônomos suspeitam que esse número seja infinitamente maior. Alguns acreditam que a maior parte das estrelas possui planetas girando ao seu redor. Considerando que as galáxias menores possuem cerca de 100 bilhões de estrelas e as maiores, trilhões… Quantos planetas podem existir no Universo?

Uma última dica (testada e aprovada): se você quiser ter algum tipo de contato extraterrestre, afaste-se das cidades. A probabilidade de você enxergar um disco-voador numa cidade como São Paulo é muitas vezes menor do que em um local com pouca luminosidade, céu límpido e sem poluição.

Se não avistar nenhum ET, você pelo menos terá feito contato de primeiro grau com a natureza, e observado as estrelas cadentes.

 

 

 

 

 

Fontes:
maisquecuriosidade.blogspot.com.br
Wikipedia
ufocasebook.com
latest-ufo-sightings.net
aliensthetruth.com
zerohora.clicrbs.com.br
alemdaimaginacao.com
photos1.blogger.com

Como vive a família de Pablo Escobar hoje em dia?

Pablo Escobar, um dos mais poderosos “drug lords” de todos os tempos

A Netflix lançou recentemente a segunda temporada de seu seriado de enorme sucesso, “Narcos”, no qual Wagner Moura faz (e muito bem!) o papel do traficante colombiano Pablo Escobar. Para quem ainda não tem Netflix, esclareço que a série conta a história da propagação da cocaína nos Estados Unidos e na Europa, graças à droga do Cartel de Medellín, liderado por Pablo Escobar, enquanto dois agentes da DEA (Drug Enforcement Administration dos Estados Unidos) estão liderando uma missão para capturar e, consequentemente, matar o chefão das drogas.

É uma série de ação, e não um documentário, e por isso eles dramatizaram alguns episódios, criaram alguns personagens e “adaptaram” alguns momentos da vida de personagens reais, tudo em nome da liberdade artística. Foi exatamente por essa “liberdade artística” que, apesar dos elogios de público e crítica no mundo inteiro, certos historiadores apontaram erros factuais.

Por exemplo, entre os dias  6 e 7 de novembro de 1985, mais de cem pessoas, entre elas a cúpula da Suprema Corte, morreram quando o grupo guerrilheiro M19 invadiu o Palácio de Justiça em Bogotá. Em “Narcos”, a invasão ocorre a pedido e é financiada pelo dinheiro de Escobar, que quer destruir provas contra ele guardadas no local.

Mas esta versão, apesar de ter sido aventada na época e constar no livro do ex-líder paramilitar Carlos Castaño, não é comprovada.

A invasão do Palácio da Justiça da Colômbia.

O Tribunal Especial que investigou o atentado concluiu que “o M19 atuou sozinho”. Essa revelação foi uma surpresa, porque a versão mais corrente é a de que o grupo tinha apoio financeiro de Escobar. Segundo essa versão, e que provavelmente inspirou os roteiristas da série,  a ação do M19 tinha, oficialmente, o objetivo de punir o presidente Belisario Betancur, que consideravam um traidor das negociações de paz.

Wagner Moura dá um show como o líder do narcotráfico.

Wagner Moura dá um show como o líder do narcotráfico.

Outro que apontou inverdades foi o filho de Escobar, Juan Sebastian Marroquín Santos, que adotou esse nome depois da morte do pai. Ele vive reclamando, dizendo que o pai não foi tudo aquilo que a série mostra… Embora fosse criança quando tudo aconteceu, e essa imagem idealizada do pai talvez seja resultado disso.

Por falar na família, eles estão vivos e por aí. Veja só:

Mesmo tendo sido morto em dezembro de 1993 por forças policiais, com o auxílio do governo norte-americano, a família de Pablo Escobar ainda carrega um carga emocional extremamente densa, por conta desse sobrenome. Afinal, Escobar arquitetou e organizou simplesmente o maior cartel de drogas do mundo, o que lhe rendeu poder e muito (muito dinheiro). Escobar chegou a ser considerado, em 1989, o sétimo homem mais rico de todo o mundo, com um patrimônio estimado em US$ 25 bilhões!

Mas, depois que foi capturado e eliminado, todo esse dinheiro ficou nas mãos do cartel de Cali, concorrente do cartel de Medellín, ou com as autoridades. O agravante, na minha opinião, é que os filhos dele tinham então 9 e 14 anos…

Após a morte de Escobar, a família se mudou para a Argentina, que lhes concedeu asilo, e autorizou que eles tivessem novas identidades, para maior segurança. Mais de 20 anos se passaram e a identidade deles foi colocada em evidência novamente.

A esposa

A esposa

Maria Isabel Santos Caballero (a nova identidade de Maria Victoria Henao Vellejo) teve a árdua missão de esconder sua identidade e de seus filhos, além de ter batalhado por um grande período de tempo em busca de asilo, finalmente concedido para eles poderem viver em Buenos Aires.

Ela conheceu o chefe do narcotráfico quando tinha apenas 13 anos, enquanto ele estava com 24. Logo começaram a namorar, casaram-se quando ela fez 15 anos e viveram uma vida de luxo, perigos e ostentação. Mas a vida de Tata, apelido de Maria Victoria, após a morte do marido, é cheia de zonas cinzentas, com fatos ainda meio obscuros.

O que se sabe é que, desde 1993,  ela temia que o grupo paramilitar Los Pepes atentasse contra os familiares. E foi então que uma via-crucis começou: eles queriam ir para os Estados Unidos, mas não puderam sair do país. Finalmente, quase um ano depois, se mudaram para a Costa Rica, mas o governo os convidou a ir embora. As autoridades colombianas voltam a proteger a família, depois que um atentado contra a viúva e os filhos não teve sucesso.

Finalmente, em 1995, eles apareceram na Argentina já com nova identidade, e pouco a pouco se descobriu com que dinheiro eles viviam por lá.

Em 1995 ainda, ela conheceu um contador e, no ano seguinte, Tata comprou um belo imóvel em Buenos Aires… Em 1997, esse contador descobriu a identidade real da família e começou a extorqui-los. E tudo começou a se enrolar novamente… A viúva entrou com uma ação judicial contra o contador, acusando-o de tê-la roubado, e também contra o governo colombiano, pleiteando a herança de Escobar (pelos bens que não estavam em nome dele, como, por exemplo, um luxuoso edifício no bairro mais nobre de Bogotá)!

A confusão aumentou. No final de 1999, ela e seu filho foram presos, acusados de lavagem de dinheiro. Sua fortuna então era estimada em mais de 1 milhão de dólares. O que se dizia na ocasião é que, no luxuoso apartamento de cobertura onde viviam, tendo 4 empregadas à disposição, eles coordenavam a lavagem de dinheiro da droga que vinha do Uruguai. E, com o dinheiro arrecadado, compravam e vendiam imóveis.

Tudo veio à público por causa do processo contra o contador (e amante) de Maria Victoria. A senhora alegava ter uma renda de 5.000 dólares como designer de moda e que cada filho recebia uma mesada de pouco mais de 500 dólares. Mas, então, de onde vinha todo o dinheiro para sustentar sua vida luxuosa na capital argentina? Ela justificava que vinha da família, de uma herança do pai e da ajuda de amigos.

O fato é que, dois anos depois, eles foram absolvidos da acusação de lavagem de dinheiro por falta de provas…

Juan Sebastian Marroquín Santos (Juan Pablo Escobar Henao) herdou nitidamente as características físicas do pai. Entretanto, pessoas próximas ao arquiteto Juan disseram que o filho mais velho de Pablo Escobar é extremamente pacifista, por mais que ele assuma veementemente a admiração franca que sentia pelo pai narcotraficante.

Hoje ele está casado, é pai de uma filha e, mesmo ainda muitas vezes alegando que os malfeitos paternos foram exagerados pela mídia e por seus detratores, ele produziu e lançou um filme sobre o ex-barão do tráfico chamado “Pecados de mi Padre”, em parceria com a mãe e duas vítimas diretas dos assassinatos cometidos por Escobar, promovendo assim uma reconciliação com o passado.

Juan Pablo e Pablo Escobar.

Juana Manuela Marroquín (Manuela Escobar Henao) era a queridinha do pai. Pablo Escobar adorava Manuela, e fazia tudo para atender aos sonhos dela. Quando a menina tinha 2 ou 3 anos, perguntou se unicórnios existiam, porque queria um. Como o barão não teve como comprá-lo, simplesmente mandou que o fizessem! Um dos asseclas pegou um dos cavalos da fazenda gigantesca de Escobar e costurou um chifre de vaca na sua testa. A menina adorou, e nem percebeu que, dias mas tarde, o animal morreu por causa de uma infecção causada por aquela cirurgia improvisada.

Manuela tem hoje 31 anos, e sua vida depois que o pai foi morto permanece uma incógnita. Ela teve uma vida tranquila na Argentina graças ao anonimato, fez amigos em um colégio em Buenos Aires e até tomava ônibus para ir à escola, algo muito diferente do que podia fazer na Colômbia, onde vivia cercada de seguranças.

Manuela tinha muito talento para cantar, e o Secretário de Cultura de Buenos Aires inclusive a convidou para participar do coral que ele dirigia. Mas, quando em 1999 tornou-se público que eles eram a família do barão da droga, esse sonho se desfez. A mãe e o irmão foram presos e ela, por ser menor de idade, ficou em liberdade. Mas o golpe foi tão duro que Manuela não quis mais sair de casa e abandonou o colégio. Passou a ter aulas com professores particulares no apartamento onde morava , como quando era criança e Escobar a mantinha em um bunker para protegê-la.

Manuela foi a que mais sofreu quando descobriu de quem era filha. O sobrenome Escobar tem sido, durante décadas, como uma letra escarlate em sua testa, refletindo toda a dor e a crueldade do Cartel de Medellín.

Ela acreditava que seu pai fosse uma espécie de super-herói do bem, o melhor homem do mundo. A cada dente de leite que caía, Escobar deixava sacos com milhares de dólares debaixo do travesseiro da filha. Com 5 anos de idade, Manuela tinha tanto dinheiro que pensou ter ganho seis vezes o maior prêmio da loteria… O pai a fazia crer que a menina possuía poderes mágicos…

Em uma entrevista para a revista argentina Don Juan, seu irmão, Juan Sebastian hoje, conta que o amor de Pablo pela filha era tanto que um dia queimou dois milhões de dólares para evitar que a menina morresse. “Em uma ocasião”, diz ele, “a família ficou encurralada em uma casa de fazenda em uma das montanhas que cercam Medellín, e a região estava isolada pela polícia. Eles tinham fugido sem provisões e o frio estava causando um forte impacto em todos. Ao amanhecer, a hipotermia começou a afetar Manuela. Tudo que eles tinham em casa eram sacos com dois milhões de dólares e meu pai decidiu fazer uma fogueira com eles para evitar que congelássemos”. (esse fato é retratado em um dos episódios de “Narcos”).

Manuela também adorava o pai. Rumores dão conta que, logo que foi morar com a mãe e o irmão na Argentina, ela costumava dormir com uma camisa igual a que Escobar usava no dia em que foi morto, e que mantinha um chumaço de sua barba debaixo do travesseiro.

Se isso é verdade ou não, ninguém sabe. O que se diz é que, assim que ela descobriu tudo o que o pai fez, caiu em uma depressão profunda que a teria levado a uma tentativa de suicídio. Enquanto o irmão agora é uma figura pública e até mesmo escreveu um livro sobre sua vida, Juana Manuela quer viver, tanto quanto possível, longe dos holofotes.

A foto que aparece logo acima, com o irmão e a mãe, é a única imagem disponível atualmente daquela menina que, um dia, ganhou um unicórnio do pai.

 

 

 

 

 

 

 

Os Meus 10 Melhores Filmes sobre Viagens no Tempo

Numa conversa com amigos sobre cinema e ficção, surgiu o tema inevitável da viagem no tempo, um dos meus favoritos. Esse tema já foi explorado em todas as mídias da cultura pop, seja em livros, quadrinhos e, claro, cinema.

A viagem no tempo se refere ao conceito de mover-se para trás e para frente através de pontos diferentes no tempo, em um modo análogo à mobilidade pelo espaço. Algumas interpretações de viagem no tempo sugerem a possibilidade de viajar através de realidades paralelas. A possibilidade real de uma viagem dessas ainda é nula, pelo fato de não termos conseguido a tecnologia que a tornasse viável.

Qualquer ferramenta que permita viagens no tempo teria que resolver os problemas relacionados com causalidade , e na ausência de provas de que as viagens do tempo são possíveis, é mais simples supor que não são.  Stephen Hawking sugeriu certa vez que a ausência de turistas vindos do futuro é um excelente argumento contra a existência de viagens no tempo. A Teoria da Relatividade de Einstein diz que, se fosse possível viajar mais rápido do que a luz, então a viagem no tempo seria possível.

Mas um de meus autores favoritos , H. G. Wells (foto abaixo), resolveu esse problema em 1895, quando escreveu seu livro “A Máquina do Tempo”. Nele, o personagem principal desenvolve, com base em conceitos matemáticos, uma máquina capaz de se mover pela Quarta Dimensão, neste caso considerada como a dimensão do tempo. Com ela, viaja até ao ano de 802.701 onde encontra os Elóis, pacíficos e dóceis remanescentes dos humanos, aparentemente vivendo num mundo paradisíaco, sem qualquer tipo de preocupações, até perceber que eles servem de alimento para uma outra raça, os Morlocks, que vivem no subterrâneo e que, apesar de outrora terem sido dominados pelos Elóis, tornaram-se predadores destes.

Ficheiro:Herbert George Wells in 1943.jpg

Essa obra gerou versões para o cinema e inspirou muitas outras. Como adoro cinema e esse tema, decidi fazer minha listinha dos Top 10 sobre Viagens no Tempo.

10. A Máquina do Tempo (1960)

Com Rod Taylor, versão bastante fiel do livro de Wells. Teve uma versão em 2012 que, apesar dos efeitos especiais serem melhores, como filme é beeem inferior.

9. Meia-Noite em Paris (2011)

Um dos melhores de Woody Allen, conta a história de um roteirista bem sucedido de Hollywood que considera suas obras um verdadeiro lixo. Seu sonho é largar tudo e se tornar um escritor. Visitando Paris com a noiva e o rascunho de uma romance pra lá de saudosista, tudo é pretexto para lembrar do passado e dos que fizeram arte ao respirar a Cidade Luz. Um dia, andando pelas ruelas parisienses sob o efeito de algumas doses de vinho, ele acaba viajando no tempo e vai parar na década de 20, onde descobre sua verdade.

8.Em Algum Lugar do Passado (1980)

Belo filme, bela trilha, dois belos atores, Christopher Reeve e Jane Seymour. Um jovem teatrólogo conhece na noite de estreia da sua primeira peça uma senhora idosa que lhe dá um antigo relógio de bolso enquanto, em tom de súplica, lhe diz: “volte para mim”. Ela se retira sem dizer mais nada. Obcecado por ela, o rapaz vai pesquisar e descobre que uma atriz que fez uma peça no mesmo teatro no começo do século era a mulher que lhe deu o relógio. Para desvendar o quebra-cabeças, ele tem que voltar a algum lugar do passado. Revi não faz muito tempo, e continua muito bom.

7. Feitiço do Tempo (1993)

Roteiro de Harold Ramis (um dos Caça-Fantasmas), esse filme divertido e original mostra que “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”… Rsrsr. O repórter interpretado por Bill Murray vai a uma pequena cidade para fazer uma matéria especial sobre o inverno. Querendo ir embora o mais rapidamente possível, ele inexplicavelmente fica preso no tempo, sendo condenado a repetir sempre os eventos daquele dia.

6. Os 12 Macacos (1995)

Bruce Willys ao lado de Brad Pitt (que dá um show). No futuro, a humanidade está sendo devastada por um vírus e um prisioneiro (Bruce) é enviado ao passado para reunir informações sobre esse vírus e como combatê-lo. Sensacional em todos os aspectos.

5. Efeito Borboleta (2004)

O único longa que assisti com o Ashton Kutcher (não assisti “Jobs”). Ele é um estudante de psicologia que sofreu diversos traumas de infância e descobre ter o poder de viajar no tempo para “consertar” o passado. Só que, graças ao roteiro brilhante, ele cria situações catastróficas. Imperdível.

4. Déjà Vu (2006)

Pra variar, Denzel Washington está muito bem nesse filme onde interpreta um agente da polícia que volta no tempo para salvar uma mulher de ser assassinada – e se apaixona por ela no processo. O filme é tenso, muito bom, e tem momentos realmente de arrancar o braço da poltrona.

3. O Planeta dos Macacos (1968)

Claro que a versão de 1968 (primeira foto) é um clássico, mas gostei do remake (segunda foto) de 2001, de Tim Burton, com show de Tim Roth (na foto acima, estrangulando Mark Wahlberg). Se alguém ainda não assistiu, o filme narra as desventuras de um astronauta americano que viaja por séculos em estado de hibernação. Ao acordar, ele e seus companheiros se vêem em um planeta dominado por macacos, no qual os humanos são tratados como escravos e nem mesmo têm o dom da fala. Outro filme imperdível.

2.O Exterminador do Futuro (1984)

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James Cameron (Titanic, Avatar...) revolucionou o gênero por duas vezes, primeiro dando o melhor papel da vida de Arnold no primeiro “Exterminador” (ele não tinha falas, ah ah ah ah!) e depois com a sequência, onde além de apresentar efeitos visuais inovadores para a época, imortalizou uma das frases mais famosas do cinema, dita pelo mesmo Schwarza: “I’ll be back!”.  O ex-fisiculturista e ex-governador da Califórnia faz um androide que volta no tempo para eliminar aquela que seria a mãe do futuro líder da resistência dos homens contra as máquinas. Os dois filmes são espetaculares, e a partir daí  Schwarzenegger tornou-se…  Schwarzenegger.

1. De Volta para o Futuro (1985)

Os três filmes são obras-primas. Michael J. Fox como Marty McFly, o DeLorean turbinado, o professor aloprado, a piada de Marty na cama com a futura mãe o chamando de Calvin Klein, o skate voador, essas e outras memoráveis sequências fazem parte da história do cinema. No filme original, um adolescente volta acidentalmente ao passado no carro-do-tempo inventado pelo prof. Emmet Brown e precisa garantir que seus pais se conheçam para salvar sua própria existência.

Estes são meus top 10, e estou pensando aqui que faltaram tantos filmes que eu deveria ter feito um top-20…

Trem-bala magnético japonês bate novo recorde de velocidade a 603 km/h

O trem japonês de levitação magnética Maglev, ainda em fase de testes, bateu seu próprio recorde mundial de velocidade, ao atingir 603 km/h menos de uma semana depois de quebrar a marca anterior.

“A velocidade de 603 km/h foi mantida por 10,8 segundos” quando o trem atravessava um túnel, destacou o porta-voz da companhia que opera o trem, Central Japan Railway, afirmando que trata-se de um recorde mundial.

O teste, com pessoas a bordo, foi realizado naquela manhã em uma linha especial de 42,8 km em Yamanashi, no centro do Japão, onde o Maglev é desenvolvido há anos. O objetivo do teste era comprovar a estabilidade deste meio de transporte, inclusive a uma velocidade muito superior à prevista para o serviço comercial.

O mesmo trem havia batido o recorde mundial anterior ao alcançar 590 km/h. Com a atividade final, a Central Japan Railway concluiu os testes para atingir as altas velocidades com o Maglev sem o registro de nenhum problema.

Levitação

O Maglev funciona por meio de um sistema de levitação magnética que usa motores lineares para gerar um campo magnético perto dos trilhos. Esse campo gerado faz com que o trem seja elevado até 10 cm acima da ferrovia e também o impulsiona, eliminando o contato e fazendo com que a única forma de atrito do trem seja com o ar.

A característica mais notável do trem japonês é o seu carro-líder, que tem 28 metros de extensão, sendo 15 deles correspondente ao seu “nariz”, alongado para diminuir o atrito com o ar. Não há para-brisa frontal porque a composição é controlada remotamente, por computadores. Um câmera na ponta do carro dá ao centro de controle (e aos passageiros) a visão frontal do percurso.

A Central Japan Railway pretende colocar o Maglev em funcionamento em 2027 entre a estação de Shinagawa, ao sul de Tóquio, e a cidade de Nagóia, no centro do Japão. O trajeto de 286 quilômetros e feito pelo trem-bala atual em 88 minutos seria reduzido para 40 minutos com o novo sistema, viajando à velocidade máxima de 500 km/h.

Eles previram o futuro… E acertaram!

Faz algum tempo, falei das previsões futuristas que deram errado (neste post), mas nem tudo foi um furo n’água. Escritores, roteiristas de cinema ou TV e palpiteiros em geral não precisaram ser videntes para dar várias bolas dentro. E aquilo que parecia uma viagem alucinante tornou-se realidade.

Vamos começar com o “pai” de todos os visionários, Júlio Verne. Entre tantos outros acertos em seus livros, ele previu o pouso na lua. Uma de suas obras-primas, “Da Terra à Lua”, de 1865, conta a saga de um pessoal em construir um enorme canhão para arremessar um projétil tripulado à Lua. Entre as várias coincidências com o que de fato ocorreu com a exploração do espaço pelo homem, estão:

  • o projétil foi disparado da Flórida, nos Estados Unidos;

Ilustração do momento do disparo, da edição de 1872.

  • era tripulado com três astronautas;
  • o nome de alguns astronautas, como Michel Ardan, é semelhante ao Michael de Michael Collins; e Ardan, ao do astronauta Edwin Aldrin;
  • na volta da Lua, o projétil cai no Pacífico e é resgatado por um navio.

É quase uma descrição exata da missão da Apolo 8, mais de cem anos depois do livro ser publicado.

Outro autor famoso e que fez uma previsão curiosa foi Ray Bradbury. No livro Fahrenheit 451 (de 1953), Bradbury explica que as pessoas na sua sociedade futurista sonham em comprar uma TV de tela plana para colocar na parede, uma sala com projeções 3D e um sistema de som multicanal, onde as pessoas se sentem imersas na transmissão de espetáculos musicais. A personagem Mildred diz ao marido: “Quanto tempo você acha que leva para economizarmos e abrirmos a quarta parede para instalarmos nosso quarto televisor?” Detalhe: quando o livro saiu, a televisão colorida havia sido lançada nos EUA fazia apenas 3 anos e ainda era extremamente cara.

Mark Twain é mais um desses visionários. O curioso é que eu, pelo menos, o conhecia como um autor satírico brilhante, e romancista genial, mas não como alguém que escrevesse sobre as “modernidades”. De fato, Samuel Clemens (o nome por trás do pseudônimo) morreu em 1910, muito antes da ARPANET, precursora da web. Mas ele parece ter sido o primeiro a conceber a internet. Sua contribuição foi entender essa ideia muito antes dos cientistas no conto escrito em 1898, chamado “From The London Times of 1904”. Nele, Twain descreve uma invenção chamada telectroscópio, um dispositivo que pretendia se conectar a uma rede enorme de telefones para interligar o mundo todo. 

O conto, segundo quem leu, não é muito bom, é melodramático demais – falando de um homem acusado por um crime que não cometeu e que é salvo da execução nos Estados Unidos na última hora por uma chamada telefônica do juiz que estava em Pequim -, mas Twain entendeu claramente o conceito básico da internet: viagens pelo mundo sem esforço através de um meio eletrônico.

Saindo da literatura e indo para cinema/TV, os roteiristas são tão imaginativos quanto os escritores. Veja o caso da série “Jornada nas Estrelas” clássica (1966-1969). Os tripulantes da nave Enterprise usavam um intercomunicador que antecipava em mais de três décadas os nossos atuais celulares.

Outro caso clássico e sempre citado é o dos Jetsons. Um palpite dos criadores da série e que está prestes a se concretizar é o da robô-arrumadeira Rose.  Quer dizer, não necessariamente uma robô que fala e arruma a casa. Hoje as coisas ainda estão separadas. Existe o NavBot da Samsung,  um robô aspirador de oito centímetros de altura equipado com a função Auto Dust Emptying, que coordena o esvaziamento automático de poeira e, por meio de sensores e uma câmera integrada, não limpa os mesmos lugares repetidamente. E a Honda já tem seu robô de companhia, o Asimo, capaz de andar, falar e interagir com os seres humanos. Porém, ele ainda não é comercializado.

Mas outro palpite da série se concretizou: a ida do homem à Lua. Elroy sempre fazia excursões ao satélite da Terra com a escola, e logo poderemos fazer o mesmo – no início, dando uma volta em órbita do planeta.  Mas tomar um refri num hotel com vista para a Terra será possível em menos de 20 anos. Em meia década já será uma moda entre os ricaços experimentar a gravidade zero e tirar fotos da Terra em um voo da Virgin Galactic ou da SpaceX. Além disso, haverá uma estação orbital de uso turístico que será construída pela Bigelow Aerospace.

Nave de turismo espacial da Virgin Galactic em voo impulsionado por foguete (Foto: AP Photo/Virgin Galactic, Mark Greenberg).

Mas tudo bem, você pode achar que isso dos Jetsons ainda está longe. Só que o filme “O Vingador do Futuro” (1990), com o bom e velho Shwarzza, antecipou algo que já está em uso em muitos aeroportos pelo mundo, edifícios públicos e inclusive num presídio no Rio de Janeiro: o scanner corporal.

  

A imagem acima mostra o esqueleto não me lembro de quem no filme, passando pelo scanner e mostrando a arma. A imagem abaixo mostra o scanner que está em uso no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, no combate às drogas. No começo do ano, a máquina detectou 22 africanos que tentavam embarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos com dezenas de cápsulas de cocaína no estômago. O destino era Angola. O scanner também tem ajudado a polícia a revistar suspeitos de contrabando de animais e outros crimes. Antes da prisão dos africanos, outras detenções já haviam sido feitas. Em novembro do ano passado, um colombiano com 70 cápsulas de cocaína no estômago e um grego com sete quilos da droga em um fundo falso de mala também foram capturados graças a essa tecnologia.

Para encerrar, o clássico “2001, Uma Odisseia no Espaço” antecipou, entre outras coisas, a videoconferência. Na imagem abaixo, vemos o astronauta no maior papo com a Terra.  Já faz algum tempo que conseguimos nos ver e nos falar em tempo real – coisa que em 1968, quando o filme foi feito, era a mais distante das ficções.

Na era da corrida espacial, quando os tripulantes das naves a caminho da Lua mandavam suas fotos ou vídeos lá de cima, a tecnologia envolvida era caríssima e só acessível a poucos países. Hoje, qualquer um com um computador ligado à internet (ou um smartphone com esse acesso) e o Skype pode conversar com seus amigos e familiares do outro lado do mundo.

Tudo bem que ainda estamos no meio do caminho em termos de carros-voadores ou máquinas de teletransporte, mas quem imaginaria há 20 anos (e não é tão distante assim, estamos falando de 1995!) que eu poderia estar conversando pelo Skype com meus netos que vivem em Dubai?