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Einstein previu que o mundo teria uma geração de idiotas?

Será verdade que Albert Einstein disse que, quando a tecnologia ultrapassar a interatividade humana, o mundo terá uma geração de idiotas?

frase – atribuída ao físico alemão Albert Einstein – circula pela web. Sempre acompanhada de fotos de jovens olhando fixamente para seus smartphones, alheios ao mundo à sua volta. Isso tenta nos fazer acreditar que os jovens de hoje seriam a geração de idiotas que Einstein havia previsto, pois não largam dos aparelhos de celular em nenhum momento!

Mas será que Albert Einstein fez mesmo essa previsão?

Verdadeiro ou falso?

É muito fácil se atribuir uma frase a qualquer pessoa famosa e com bastante relevância na história da humanidade, como foi o físico alemão Albert Einstein. Basta inventar uma frase qualquer, juntar com a foto de alguém e pronto! É só espalhar pela rede.

Como exemplo, já mostramos a verdade sobre uma frase atribuída ao médico Dráuzio Varela, em 2012. Na ocasião, tivemos a oportunidade de entrar em contato com o médico para que ele mesmo nos confirmasse ou desmentisse a sua frase sobre o fato de estarem investindo mais dinheiro em pesquisas de silicone e remédios para virilidade do que para a cura do Alzheimer!

O boato fica ainda mais difícil de ser verificado se o “autor” da frase já tiver morrido… 

No caso da frase atribuída a Einstein sobre a “geração de idiotas”, não há nenhuma prova de que ele tenha dito isso, de fato! Não há nenhum outro dado na frase que nos ajude a verificar se isso saiu mesmo da boca do físico e não se sabe quando, onde ou porque Einstein teria isso…

O excelente site de língua inglesa Quote Investigator, que se especializou em pesquisar a autoria de frases célebres, afirmou que é bem provável que o alemão nunca tenha feito tais afirmações. Não há nada parecido com essa frase no livro The Ultimate Quotable Einstein, publicado em 2010 pela editora da Universidade de Princeton, que possui as 1600 frases mais famosas do físico. A compilação foi elaborada por Alice Calaprice, uma das maiores especialistas estudiosas da vida de Albert Einstein!

Os pesquisadores do Quote Investigator não descobriram a origem desse boato, mas acreditam que tudo começou em publicações em fóruns de discussão, em 2012, época em que a frase começou a se espalhar pela web.

Conclusão

Não há nenhuma prova de que Einstein tenha dito realmente essa frase! Provavelmente, alguém achou que a nova geração estava muito apegada ao mundo virtual e resolveu atribuir o nome de um homem considerado de grande inteligência a uma frase de impacto.

 

 

 

 

 

 

Fonte:

Gilmar Lopes, E-Farsas

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Tudo que vicia começa com c

Mais um hoax.

Existe um viral rodando pela internet atribuindo o texto com o título deste post (com algumas modificações) a Luis Fernando Veríssimo – como tantos outros textos que não são de LFV .

O autor original, Ricardo Mallet, quando informado disso, respondeu com elegância: “Obrigado. Já estou consciente. É até um grande elogio ter meu texto atribuído ao Luis Fernando Veríssimo! E o que fazer? Acho que nada… Viral é viral. Mas, se cada pessoa (assim como você) postar um comentário corrigindo o erro onde o viral se encontra, ajudará a informar a verdade para as pessoas“.

Acho que todos os blogueiros, no mínimo pela responsabilidade com seus leitores, deveriam checar antes de repassar qualquer tipo de informação, porque os “hoax” (mentira, embuste) existem aos milhares na internet e chegam a nós por e-mail, via redes sociais, blogs etc. etc. Por exemplo, em 2010 começou a bombar no Twitter a expressão “Cala a boca, Galvão!”. Os gringos ficaram curiosos para saber o que era o Galvão e o que significava “cala boca”. Havia rumores de que “Cala Boca Galvão” seria o nome de um novo single da Lady Gaga! Então, alguns brasileiros criaram o vídeo abaixo, explicando que era uma campanha de uma ONG para salvar da extinção o pássaro Galvão… E a imprensa americana caiu!

Outro hoax famoso, mais recente, foi a notícia de que o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, teria dado uma entrevista à CNN afirmando que estava muito triste com o comportamento dos brasileiros no Facebook , que nós estaríamos “orkutizando” a rede social… A “notícia” se espalhou como pólvora, muita gente comentou indignada, onde já se viu e coisa e tal… É óbvio que ele não diria isso, o Brasil é o 4º mercado de usuários do Face, ele não seria tão idiota a ponto de se queimar aqui.

A verdade é que a notícia foi criada pelo site de humor G17, mas como poucos se dão ao trabalho de checar as informações, vários sites caíram na pegadinha, mesmo o G17avisando no pé da página que “… as notícias publicadas não podem ser levadas a sério por se tratar de sátiras, etc.”  Centenas de comentários raivosos foram postados abaixo da “notícia”, bradando contra o gringo preconceituoso…

Ao lermos os comentários, a gente percebe que o problema não é apenas não checar informações, é também de interpretação de textos… Mas isso é tema para outra discussão.

Voltando ao tema deste post, o texto original de Ricardo Mallet segue abaixo:

“Os vícios vêm como passageiros, visitam-nos como hóspedes e ficam como amos”.

Confúcio

Há momentos na vida de um ser humano em que ele se vê sem nada realmente interessante pra fazer. Assim, sem companhia, computador ou iPad e com celular fora de serviço, numa viagem de ônibus para Cruz Alta, fui obrigado a me divertir com os meus próprios pensamentos. Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios.

Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra c! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê.

Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas:  cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê.

Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c.

Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein?

E o chocolate? Este dispensa comentários. Vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.

Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade…cinco.

Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra c. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.

Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos, pois a humanidade seria viciada em Cultura.

 Com informações do site http://www.e-farsas.com/
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Placa no metrô do Japão

A imagem abaixo andou circulando por e-mails no mundo todo:

Aí, você deve ter rido muito, afinal, “esses japoneses são malucos, mesmo”, ou “de repente, eles não têm a mente suja como a nossa”, ou qualquer raciocínio parecido – estimulado por esses desenhos… Bem, pois fique sabendo que ninguém vai encontrar essa sinalização nos vagões de metrô japoneses, porque isso é uma farsa, um “hoax” como tantos que a gente recebe todos os dias e que pululam na internet.

A verdadeira placa de sinalização é esta:

E o significado é, da esquerda para a direita:

1. Mulheres com crianças

2. Mulheres grávidas

3. Idosos (ou pessoas com deficiências que as impeçam de ficar de pé)

4. Pessoas com pés ou pernas machucados

Algum engraçadinho, em algum lugar do mundo, deu uma mexida nos ícones originais e espalhou a pegadinha.