Os esportes mais estranhos do mundo

Sempre achei o curling um esporte estranho (você já deve ter visto na TV, é aquele esporte maluco de inverno que é jogado em um ringue comprido de gelo, lançando pedras de um lado ao outro do ringue). Para mim, nada mais é do que uma espécie de bocha…

Mas, passeando pela internet, descobri que existem esportes ainda mais malucos do que esse! Fiz uma listinha abaixo e tenho certeza de que vai concordar comigo que são mesmo coisa de doido…

Xadrez – Boxe

Isso mesmo que você leu. Os lutadores se enfrentam no ringue em dois rounds de dois minutos cada, e depois jogam xadrez por quatro minutos e assim por diante, até um nocautear o outro ou dar um xeque-mate. Vou sugerir um MMA-dominó, que tal?

Bog-snorkeling

Esse é meio nojento. Os competidores precisam nadar ida e volta num trecho de 60 metros numa vala, usando snorkels, máscara de mergulho, pé de pato. Quem concluir em menos tempo, vence. E só pode usar a nadadeira e não dar braçadas. Eca… Há um campeonato mundial realizado no Reino Unido, mais especificamente no País de Gales.

Buzkashi

Quem assistiu o Rambo 3 viu o herói disputando uma partida disso (na época, achei que fosse invenção do roteirista, mas o esporte existe mesmo!). Montados em cavalos, os competidores têm um objetivo claro: marcar um gol no adversário. Poderia ser uma simples partida de pólo, não fosse uma pequena diferença – ao invés de bolas, eles lançam a carcaça de uma vaca ou de uma cabra. Este é o Buzkashi, esporte tradicional  no Afeganistão (a história do Rambo 3 se passava lá).  Se você já acha esquisito demais sair por aí jogando com um animal morto, tem mais: os jogadores usam chicotes para se defenderem e atacarem os jogadores do outro time.

Corrida do Queijo

Esse é mais conhecido e passa toda hora na TV, mas não por isso deixa de ser um esporte bizarro. Do alto de uma montanha em Gloucestershire, Inglaterra, é arremessado um queijo Gloucester. Para ganhar a competição (e levar para casa o queijo!) deve-se chegar primeiro ao fim da ladeira. Ao sair rolando, o queijinho pode atingir surpreendentes velocidades de até 110km/h, por isso, é raro que algum dos competidores consiga capturar o fujão antes de chegar à linha de chegada. Como sempre ocorrem fraturas nos participantes, ambulâncias ficam de prontidão para atendê-los, e também a espectadores atingidos pelo queijo rolante.

Carregamento de esposas

Simples como o nome diz, basta carregar a sua esposa num percurso de 250 metros com obstáculos, e a dupla mais rápida vence. O peso mínimo da esposa é de 49 kg, o ex-jogador de basquete Dennis Rodman já participou (ele alugou uma esposa), e o prêmio é dado de acordo com a massa corporal da mulher, só que em litros de cerveja. Não é uma ideia?

Regata de abóboras

A regata de abóboras é praticada há mais de dez anos no Canadá. Foi na fazenda de Windsor Howard Dill, em Windsor, no Canadá, que abóboras gigantes começaram a ser plantadas, tornando-se a capital mundial das abóboras gigantes. Na prova, os participantes devem escavar uma abóbora gigante (algumas chegando a pesar mais de 300 kg), e entrar nela para começar a navegação. Os participantes são lançados em um rio e saem remando como se estivessem em  um caiaque. O vencedor é aquele que cruzar primeiro a linha de chegada.

Tem de tudo nesse nosso mundo louco.

Esporte maluco foi um precursor do Mad Max

Em um ano, nos Estados Unidos, o saldo foi de: 1,5 mil rodas quebradas, mais de 500 pneus estourados, 66 eixos partidos, dez motores rachados e seis carros completamente inutilizados. Mad Max? Não, era o esporte conhecido como autopolo, que causou muita destruição nos veículos e lesões graves aos competidores e ficou muito famoso no início do século passado.

O autopolo consistia basicamente numa versão motorizada do polo, com carros no lugar de cavalos. Enquanto o motorista pilotava o veículo, o passageiro carregava uma marreta cuja cabeça pesava 1,6 kg e golpeava a bola do mesmo tamanho da usada no basquete. O objetivo era fazer gols, mas as cenas lembravam mais o filme Mad Max do que qualquer outra coisa!

A modalidade fez sucesso nos Estados Unidos entre 1912 e o fim dos anos 1920. A primeira demonstração aconteceu em 1902, quando Joshua Crane Jr. acumulou as duas funções: pilotar o carro e bater na bola, olha que doido! Mas foi em 1912, quando um revendedor de veículos decidiu promover um novo modelo, que o esporte foi oficialmente criado.

Anúncio de um revendedor de “Mobiles” que, por ser mais leve que os outros, seria o ideal para o esporte. Somente dez anos depois desse anúncio ser publicado, o esporte tornou-se oficial.

A primeira partida oficial contou com quatro carros, divididos em dois times: Red Devils (Diabos Vermelhos) e Gray Ghosts (Fantasmas Cinzas). Os nomes fortes têm uma explicação: as partidas tinham como resultado, além dos gols, inúmeras lesões e fortes batidas.

Não à toa, a presença de um médico nas arenas ou feiras era obrigatória durante os duelos. Os pilotos usavam cinto de segurança e se machucavam menos, mas os rebatedores não escapavam de quedas e choques. Até algumas mortes foram registradas, embora o mais comum fossem ossos quebrados e cortes profundos.

Veja como o público lotava as arenas!

O público norte-americano aprovou a modalidade. Naquele primeiro jogo oficial, mais de cinco mil pessoas compareceram ao campo de alfafa que virou arena. No entanto, o esporte não durou nem duas décadas. E o motivo foi o alto custo: os competidores não quiseram mais bancar tantos consertos e substituições de carros destruídos – claro, a figura do patrocinador ainda não era presente no campo esportivo. Mas emoção não faltou enquanto o autopolo existiu. As fotos da época provam isso!

 

 

 

Haka – A Lenda dos All Blacks

O Rugby, apesar de pouco conhecido no Brasil (para quem não sabe, nós temos uma seleção nacional, e aqui na América do Sul a melhor equipe é a da Argentina, uma das melhores do mundo), é bastante difundido em muitos países.

É o principal esporte da Oceania, onde países pequenos como Tonga e Fiji possuem fortes times nacionais; tem ampla difusão na Grã-Bretanha e França, e também a seleção da África do Sul é fortíssima. Mas os All-Blacks – seleção campeã da Nova Zelândia – sempre se destacam por seu estilo feroz e agressivo, e durante anos dominaram, e ainda dominam, mundialmente o esporte. Seus jogadores encaram o desafio como uma guerra, e parte disso pode ser explicado numa única palavra: Haka.

Haka é o nome genérico dado à dança dos maoris, o povo que ocupava as ilhas neozelandesas quando os ingleses chegaram. Para os maoris, a dança complexa do Haka é uma expressão da paixão, vigor e identidade da raça, e de certa forma, a boa performance ajuda a manter a reputação tribal.

Muitas pessoas carregam tatuagens tribais e não sabem a verdadeira origem delas; elas estão fortemente inspiradas nas tatuagens maoris. A tatuagem “moko” do povo maori é realmente a mais impressionante de todas, e a mais caraterística.

Tatuagens maoris e o Haka-capa

Para o povo maori, as tatuagens no rosto mostravam o status da pessoa, e também a sua nobreza e sua posição social. Quanto mais tatuagens, tanto melhor. Essas tatuagens não eram usadas unicamente com o fim de distinção dentro e fora do clã; elas também tinham a função de intimidar os rivais no momento da guerra.

Agora, se você ficou pensando que os caras com a língua de fora eram engraçados… pense novamente…

Eles não estão fazendo caretas para a câmera, eles estão representando mais uma tradição maori usada para intimidar o inimigo e o aterrorizar até durante os sonhos: o Haka.

Antes da guerra os guerreiros maoris ficavam posicionados perante o inimigo e faziam toda a performance; durante a dança, em momentos específicos, os guerreiros batem nas coxas e no peito com as mãos, arregalam os olhos, mostram a língua, fazem caretas e gritam com toda a força.

E os jogadores dos All-Blacks não fogem à regra, pois antes de qualquer jogo, desde o início do século, fazem a dança do Haka em frente aos adversários. Os estádios silenciam para ouvir. Os jogadores da outra equipe se perfilam, em pose desafiadora, para fazer frente. Pode-se observar nos rostos e gestos dos neozelandeses a expressão da paixão invocada, do espírito de guerreiro que o Haka incorpora em quem o pratica.

E assim os All-Blacks se tornaram notórios ao longo dos anos, tornando-se uma equipe pra lá de temida e vitoriosa no mundo do rugby.

Existem diversas versões do Haka, mas a mais clássica delas é a “Ka mate”, cuja origem data de 1810, quando o chefe tribal Te Rauparaha estava sendo perseguido por inimigos, e milagrosamente escapou. A dança que ele fez para simbolizar sua vitória hoje é representada pelos All-Blacks. É de arrepiar!

Fatos pouco vistos em outros esportes, e que fazem de um simples time uma lenda, ocorreram com os All-Blacks. Por exemplo, eles foram a causa do boicote de 33 países africanos aos Jogos Olímpicos de 1976 em Montreal, no Canadá.

Isto porque a rivalidade centenária com o time da África do Sul fez os All-Blacks irem jogar neste país no ano de 1976, em pleno vigor da política racial do apartheid sul-africana, quando era proibido participar de eventos esportivos nesse país.

Ou a história incrível de Jonah Lomu, um dos maiores jogadores da história recente dos All-Blacks, e o maior “artilheiro” da história da Copa do Mundo de Rugby. A ascensão meteórica de Lomu o tornou responsável por uma revolução no rugby, que finalmente teve um superstar. No auge de sua carreira, Lomu teve diagnosticada uma doença chamada Síndrome Nefrótica, que acomete os rins, e promove a perda exagerada de proteínas.

Praticamente em insuficiência renal, Lomu precisou submeter-se a hemodiálise, que causou danos severos em suas pernas e pés. Foi avisado pelos médicos que poderia acabar numa cadeira de rodas se não se submetesse a um transplante renal, o que foi feito em 2004. Imediatamente, como bom guerreiro All-Black que era, Lomu anunciou que retornaria ao rugby.

Precisou superar o veto de comissões anti-doping a um dos medicamentos que tomava para evitar a rejeição ao rim transplantado, uma contusão séria no ombro e uma fratura no tornozelo. Voltou a jogar, e se aposentou em 2011, depois de sete anos do transplante.

Isso que é fibra de guerreiro maori!

 

ATUALIZAÇÃO

Infelizmente, uma notícia triste para os amantes do esporte: o lendário Jonah Lomu morreu no dia 17 de novembro de 2015 aos 40 anos de idade, vítima daquela síndrome nefrótica e estava em tratamento por diálise nos últimos dez anos.

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“Em nome da família Lomu, posso confirmar que Jonah morreu esta manhã, provavelmente cerca de 8 ou 9 esta manhã. A família está devastada, obviamente, assim como amigos e conhecidos”, disse o doutor Mayhew, que cuidava de Lomu, à imprensa britânica.

O neozelandês estreou contra a França no ano de 1994, fez 73 partidas pelos All Blacks e se aposentou em 2002 para tratar sua doença. Lomu jogava como ponta por causa de sua velocidade, mesmo tendo físico forte, que mais combinava com o avançado.

O ponta atuou em diversos times da Nova Zelândia: Counties Manukau (1994-1999), Wellington (2003-2006) e o North Harbour (2006), além de atuar no Cardiff Blues (2005-2006), do País de Gales.

Lomu chegou à final da Copa do Mundo em 1995, mas a Nova Zelândia acabou perdendo para a África do Sul.

 

 

Fontes:

Wikipedia

papodehomem.com.br

ESPN

Previsões para as Olimpíadas 2016

1. ONGs vão pipocar dizendo que apoiam o esporte, tiram crianças das ruas e as afastam das drogas. Após as olimpíadas, essas ONGs desaparecerão e serão investigadas por desvio de dinheiro público. Como de praxe, ninguém será preso ou indiciado;

2. Um grupo de funk vai fazer sucesso com uma música que diz: “Vou pegar na tua tocha e você põe na minha pira… vai tchutchuca… vai tchutchuca…”;

3. Uma escola de samba vai homenagear os jogos, rimando “Barão de Coubertin” com “sol da manhã”. Gilberto Gil virá no último carro alegórico vestido de lantejoulas douradas representando o “espírito olímpico do carioca visitando a corte do Olimpo num dia de sol ao raiar do fogo da vitória”;

4. Haverá um concurso para nomear a mascote dos jogos, que será um desenho misturando um índio, o sol, o Pão de Açúcar e o carnaval, criado por Hans Donner. Os finalistas terão nomes como: “Zé do Olimpo”, “Chico Tochinha” e “Kaíque Maratoninha”;

5. Luciano Huck vai eleger a Musa dos Jogos, concurso que durará um ano e elegerá uma modelo descoberta  em uma laje no Complexo do Alemão, chamada Kathy Mileine Suellen da Silva. 

 Abertura dos jogos

1. A tocha olímpica será roubada. O COB vai encomendar outra em urgência pro carnavalesco da Beija-Flor;

2. Zeca Pagodinho, Dudu Nobre e a bateria da Mangueira farão um show na praia de Copacabana pra comemorar a chegada do fogo olímpico ao Rio. Por motivo de segurança, Zeca Pagodinho será impedido de ficar a menos de 500 metros da tocha e da pira olímpica;

3. Durante o percurso da tocha, os brasileiros vão invadir a rua e correr ao lado dela carregando cartolinas cor de rosa onde se lê “GALVÃO FILMA NÓIS, 100% FAVELA DO RATO MOLHADO”;

4. Pelé vai errar o nome do presidente do COI, discursar em um inglês de merda elogiando o povo carioca, e ao final vai tropeçar no carpete que foi colado 15 minutos antes do início da cerimônia;

5. Claudia Leite e Ivete Sangalo vão cantar o “Hino das Olimpíadas” composto por Latino e MC Medalha. As duas vão duelar durante a música para ver quem vai aparecer mais na TV. Anitta fará a coreografia;

6. Durante o Hino Nacional Brasileiro, a plateia vai errar a letra, chorar como se entendesse o que está cantando, e aplaudir no final como se fosse um gol;

7. Uma brasileira vai ser filmada várias vezes com um top amarelo, um shortinho verde e a bandeira do Brasil pintada na bochecha. Depois dos jogos ela posará pra Playboy sem o top e sem o shortinho, e com a bandeira pintada na bunda;

8. Por falta de gás na última hora, já que a cerimônia só foi ensaiada durante a madrugada, a pira não vai funcionar. Zeca Pagodinho será o substituto temporário já que a Brahma é um dos patrocinadores. Em entrevista ao Fantástico, ele dirá que não se lembra direito do fato;

9. 74 passistas de fio-dental vão iniciar a cerimônia mostrando o legado cultural do Brasil ao mundo: a bala perdida, o tráfico, o funk e a favela. Em todos os morros ocorrerão foguetórios e saraivada de tiros comemorativos… Faixas no Alemão: “É nóis na fita… Brasiu”;

10. Durante os jogos de tênis, a plateia brasileira vai vaiar os competidores argentinos, obrigando o árbitro a pedir silêncio 774 vezes. Como ele pedirá em inglês, ninguém entenderá e vai continuar vaiando. Galvão Bueno vai dizer que vaiar é bom, mas vaiar os argentinos é melhor ainda. Caio Ribeiro concordará;

11. Um simpático cachorro vira-lata vai furar o esquema de segurança invadindo o desfile da delegação jamaicana. Será carregado por um dos atletas e permanecerá no gramado do Maracanã durante toda a cerimônia. Será motivo de 200 reportagens, apelidado de Marley, e será adotado por uma modelo emergente que ficará com dó do pobre animalzinho. Ela dirá, em entrevista na Caras, que ele é gente como a gente;

12. Adriane Galisteu posará pra capa de Caras ao lado do grande amor da sua vida, um executivo do COB;

13. Os pombos soltos durante a cerimônia serão alvejados por tiros disparados de uma favela próxima e vendidos assados na saída do Maracanã por “dois real”.

Durante os jogos 

1. Caetano Veloso dará entrevista dizendo que o Rio é lindo, a cerimônia de abertura foi linda e que aquele negão da camiseta 74 da seleção americana de basquete é mais lindo ainda. E que tudo é Odara…

2. Uma modelo-manequim-piranha-atriz-ex-BBB vai engravidar de um jogador de hóquei americano. Sua mãe vai dar entrevista na Luciana Gimenez dizendo que sua filha era virgem até ontem, apesar de ter namorado 49 homens nos últimos seis meses, e que o atleta americano a seduziu com falsas promessas de vida nos EUA. Após o nascimento do bebê, ela posará nua e terá um programa de fofocas numa rede de TV;

3. No primeiro dia os EUA, a China e o Canadá já somarão 236 medalhas de ouro, 82 de prata e 4 de bronze. Os jornalistas brasileiros vão dizer – a cada segundo – que o Brasil é esperança de medalha em 200 modalidades e certeza de medalha em outras 35;

4. Faltando 3 dias para o fim dos jogos, o Brasil terá 2 medalhas de bronze e 1 de ouro, esta ganha por atletas no esporte “caiaque em dupla”. Eles vão ser idolatrados por 15 minutos (somando todas as emissoras abertas e a cabo) como exemplos de força e determinação do brasileiro “que não desiste nunca”, e jamais se ouvirá falar desses pobres atletas de novo;

5. A seleção brasileira de futebol comandada por Ronaldo Fenômeno vai chegar como favorita. Passara fácil pela primeira fase e entrará de salto alto na final, perdendo para a seleção de Sumatra;

6. A seleção americana de vôlei visitará uma escola patrocinada pelo Criança Esperança. Três meninos vão ganhar uma bola e um uniforme completo dos jogadores, sendo roubados e deixados pelados no dia seguinte;

7. Os traficantes da Rocinha vão roubar aquele pó branco (carbonato de magnésio) que os ginastas passam na mão. Um atleta cubano será encontrado doidão numa boate do Baixo Leblon depois de cheirá-lo. O COB, a fim de não atrasar as competições de ginástica, vai substituir o tal pó pelo cimento estocado nos fundos do ginásio inacabado;

8. Um atleta brasileiro nunca visto antes terminará em 28º lugar na sua modalidade e roubará a cena ao levantar a camiseta mostrando outra onde se lê : “JARDIM MATILDE NA VEIA”;

9. Vários atletas brasileiros apontados como promessa de medalha serão eliminados logo no início da competição. Suas provas serão reprisadas em slow motion e 400 horas de programas de debate esportivo vão analisar os motivos das suas falhas.

Após os jogos

1. Um boxeador brasileiro de 1,85 m vai estrelar um filme pornô para pagar as despesas que teve para estar nos jogos sem patrocínio;

2. Faustão entrevistará os atletas brasileiros que não ganharam medalhas. Não os deixará pronunciar uma palavra sequer, mas dirá que esses caras são exemplos no profissional tanto quanto no pessoal, amigos dos amigos, e de grande caráter e blá-blá-blá…

3. E as autoridades dirão que não são responsáveis por nenhum dos estádios onde ocorrerão os jogos, e que a manutenção e conservação deles compete à iniciativa privada.

 

Agora você pode ser campeão de luta sem se machucar… muito

Cansado de ver dois marmanjões se esmurrando numa luta de boxe, sem coragem de entrar nessa?

Ou de assistir os caras de orelha amassada se acabando no Ultimate Fighting?

Seus problemas acabaram. Agora, você pode se tornar um campeão sem precisar se matar desse jeito e nem desarranjar seu belo rostinho. O máximo que pode acontecer é ficar com o pé torto, mas é só colocar um sapato e ninguém vai ver. Basta viajar até a Inglaterra e concorrer ao titulo de campeão de “luta de dedões do pé”!

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Isso mesmo, você não leu errado! A modalidade foi inventada no hotel Royal Oak Inn, em Wetton, Inglaterra, nos anos 1970. No fundo, é como se fosse uma queda de braço com o pé, e os lutadores tentam forçar o dedão do adversário para baixo. Ganha quem se der melhor numa série de 3 partidas.

Um pub organiza um campeonato mundial que já está na 37ª edição, e com regras muito simples. Mulheres e homens não podem competir um contra o outro, e todos os estimulantes são proibidos. Menos as bebidas alcoólicas, é lógico. E costumam participar competidores de várias partes do mundo, como Alemanha, Itália, Espanha e muitos outros países. A coisa parece organizada, e armas ilícitas como o chulé não são permitidas (os organizadores garantem que verificam os… Er… atletas antes das lutas… Ufa!).

O campeão deste ano foi Alan Nash, ou “Nasty”(maldoso, numa tradução livre), como é conhecido nas competições, que já acumula dez títulos. Aos 54 anos, Nasty trabalha em uma empresa de máquinas de construção e dedica o seu tempo livre aos treinos na academia. “Faço musculação para fortalecer os ombros e as costas para aguentarem o meu peso durante a luta. Também tenho treinos para os pés e os dedos, mas isso é segredo!”. E conta com orgulho que já quebrou os dedos nove vezes.

Assista abaixo um vídeo da emocionante competição. Nele aparece o supercampeão Nasty Nash!

Dizem que os organizadores tentaram convencer o Comitê Olímpico a incluir a modalidade na Olimpíada do Rio, mas não conseguiram. Parece que esfregar os dedos dos pés nos de outra pessoa não se mostrou uma atividade muito estimulante para os membros do COI. Mas quem sabe para a próxima?