Na Inglaterra, maridos vendiam esposas por cerveja

Bebidas alcoólicas já funcionaram como moeda em diversas ocasiões. Cachaça no tráfico de escravos no Atlântico Sul, rum no Atlântico Norte e uísque na expansão do oeste americano são exemplos históricos. Mas nem é preciso ir tão longe. Na Angola dos anos 1980, em meio à guerra civil, era possível ir às compras com latasContinuar lendo “Na Inglaterra, maridos vendiam esposas por cerveja”

A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos

Um próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do Império, dono de imensas fazendas de café, centenas de escravos, empresas, palácios, estradas de ferro, usina hidrelétrica e, para completar a cereja do bolo, de um título de barão concedido pela própria Princesa Isabel. A biografia do empresário mineiro Francisco Paulo de Almeida, o Barão deContinuar lendo “A história esquecida do 1º barão negro do Brasil Império, senhor de mil escravos”

O segredo nazista brasileiro

Nos anos 1930, rancho em São Paulo era um campo de trabalhos forçados repleto de suásticas. É década de 1930 no Brasil. Um time de futebol com jogadores negros ostenta uma bandeira com o Cruzeiro do Sul — e a suástica nazista. O gado da fazenda está marcado com o mesmo símbolo. Um retrato de HitlerContinuar lendo “O segredo nazista brasileiro”

Curiosidades da História do Brasil

Dois “vícios” de criança eu mantenho até agora: o gosto de estudar História (qualquer uma, história do cinema, história geral, história em quadrinhos…) e a curiosidade. E esses dois “vícios” foram alimentados depois de ler as três obras de Laurentino Gomes, “1808”, “1822” e “1889”. São livros que falam da História do Brasil de umaContinuar lendo “Curiosidades da História do Brasil”

Retratos da escravidão

A escravidão, prática pela qual um homem assume os direitos de propriedade sobre outro, vem desde os tempos mais remotos. Nem sempre o escravo era tido como uma mercadoria. Em Esparta, onde eram usados como força de trabalho, eles não podiam ser vendidos ou comprados, uma vez que eram propriedade do Estado, que definia oContinuar lendo “Retratos da escravidão”

QUEM SABE UM DIA…

Aurélio de Oliveira, publicitário e professor Desde que me mudei aqui para Porto Seguro, berço do nosso descobrimento, fui apenas uma vez visitar uma réplica meia boca da caravela do Cabral. Não deu vontade de ir novamente. Dizem que foi neste local (há controvérsias), há mais de 5 séculos, que dois índios Pataxó, encostados numaContinuar lendo “QUEM SABE UM DIA…”