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Esta é a hora – parte 3

Nos posts anteriores, falei sobre o futuro do emprego. Sim!

Comentei sobre o emprego no modelo tradicional, e aquilo que está se tornando a grande opção para trabalhar: o marketing multinível, ou marketing de rede, ou marketing de relacionamento. Caso você não tenha lido, basta clicar aqui e aqui.

Falei também sobre uma das maiores empresas do mundo, a Jeunesse, que tem produtos de nutrição e beleza e que trabalha com o modelo de marketing de relacionamento. Ela existe há mais de 10 anos e está no Brasil há cerca de 4 anos.

Minha ideia, nesta série de posts, é de tentar mostrar a você uma opção fantástica de aumentar sua renda ou mesmo de se tornar um empreendedor a partir de sua casa – com um investimento mínimo, já que não vai precisar alugar um escritório, nem criar um website e nem gastar sua sola de sapato ou os pneus de seu carro para vender produtos.

Dá pra fazer tudo pela internet.

E a última parte da série seria esta parte 3, onde eu falaria sobre a Jeunesse e como as coisas funcionam nessa empresa.

Mas recebi muitas perguntas sobre o que é exatamente o marketing multinível (ou marketing de relacionamento ou marketing de rede), como funciona, o que se tem que fazer etc etc.

Então, mudei um pouquinho a programação e decidi colocar um vídeo de um cara que sabe tudo e mais um pouco sobre esse (e muitos outros!) universos: Victor Basile. Ele se define assim:

 

Sou um empreendedor em série, que adoro conhecer novos projetos e ideias, apaixonado por liberdade e conhecer o mundo, e com uma missão pessoal de formar líderes, independente de suas atuais habilidades, características e origens.

Construí minha carreira no universo financeiro, e tive a oportunidade de trabalhar em grandes bancos e seguradoras, e considero um período importantíssimo na minha jornada, mas que após alguns anos estava claro que não era o caminho que eu queria seguir, pois não iria de encontro com meus objetivos de vida.

Então, em 2012 decidi mudar essa rota, iniciando a minha carreira no mundo do Marketing de Relacionamento, um mundo que conhecia pouco, e por isso chegava a ter um certo preconceito pois acabava escutando opiniões de pessoas que assim como eu, não conheciam bem esse mundo.

De 2012 para cá, venho colecionando resultados que nem nos meus sonhos mais malucos esperava ter, tanto no aspecto financeiro, como em todos os outros pontos de minha vida. Liberdade Financeira e de tempo era apenas um sonho, e hoje, posso dizer que virou uma realidade.

Hoje, mesmo após todas essas conquistas, opto por dedicar meu tempo a ajudar pessoas com quaisquer qualidades e condições a construirem um caminho melhor do que uma vida comum limitada a trabalhar e pagar contas, e ver seus sonhos dia após dia se tornando algo cada vez mais distante. Se a pessoa tem vontade, o resto eu ensino.”

Por isso, achei que ele seria o cara certo pra explicar sobre marketing de relacionamento. Assista o vídeo e todas as suas dúvidas serão respondidas.

Na parte 4, e última, aí sim, falarei tudo sobre a Jeunesse e como fazer parte desse negócio fantástico.

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Esta é a hora – parte 2

Falei, no “primeiro capítulo” desta jornada, sobre o marketing multinível, ou marketing de rede. Clique aqui caso não tenha lido esse post.

Fazendo um breve resumo do que foi dito, o marketing multinível é um modelo comercial de distribuição de bens ou serviços em que os ganhos podem advir da venda efetiva dos produtos e do recrutamento de novos vendedores. Você compra os produtos ou serviços com desconto e revende com lucro. Você também pode aumentar seus pontos de distribuição cadastrando novos distribuidores.

Quero reforçar um ponto: o marketing multinível é a grande tendência do século XXI. Enquanto milhões de pessoas estão em busca de um emprego tradicional, que a gente vê cada vez mais escasso, milhares estão vivendo (e muito bem!) graças ao MMN (marketing multinível).

A realidade no Brasil e no mundo é essa. TRANSFORMAÇÃO. As vagas de emprego tradicionais são cada vez menores. Muitas já foram extintas ou estão em processo de extinção, e suas funções estão sendo substituídas pela tecnologia. Isso é inevitável…

Lembra quando existiam vendedores de enciclopédias? Telefonistas?

Mas existe uma saída para quem tiver espírito empreendedor: o MMN. 

No segundo trimestre de 2018, conforme divulgado pela ABEVD, o Brasil tinha cerca de 4,5 milhões de empreendedores independentes, incluindo as empresas de Vendas Diretas.

Quais são as melhores empresas brasileiras desse ramo?

Ben Popov, Estrategista de Marketing Digital e Consultor de Marketing Multinível, analisou empresas de MMN no Brasil de diversos segmentos, usando dois critérios (Critérios Tradicionais – os produtos da empresa, o plano de compensação, tempo no mercado, o histórico dos fundadores, etc. e Critérios Pessoais – moral e ética da rede dos distribuidores, o histórico dos líderes principais, ferramentas de recrutamento e treinamento, dedicação e foco no setor, etc.). Seu ranking das 12 melhores está aqui, se você se interessar em saber mais.

No setor de NUTRIÇÃO, a número 1 no ranking é a Jeunesse. Veja o que ele falou sobre a empresa:

Empresa:

Com a Jeunesse, você tem a possibilidade de trabalhar confortavelmente a seu próprio ritmo. Com um dos planos de marketing mais lucrativos e equilibrados, o número de pessoas que vêm construindo um negócio próspero está crescendo a um ritmo sem precedentes. Os sonhos dos distribuidores da Jeunesse vêm se tornando realidade em todo o mundo. A Jeunesse oferece: tecnologia de última geração, produtos extraordinários, plataforma global, eventos marcantes, viagens inesquecíveis, entre outros. Se você estiver procurando uma oportunidade para ganhar uma renda parcial ou para expandir suas operações em uma plataforma global, a Jeunesse fornece uma oportunidade de negócio lucrativa para todos os tipos de empreendedores.

Produtos:

11 linhas de produtos de altíssima qualidade sem concorrência no Brasil.

Plano de Compensação:

É um dos planos de marketing mais lucrativos e verdadeiramente equilibrados, que possibilita desde uma renda paralela ou extra até a tão desejada liberdade financeira. A Jeunesse orgulha-se em ter um plano de marketing muito bem planejado e que nunca foi mudado desde que foi criado, e quem vem mudando a vida de tantas pessoas.

 

Parece papo de vendedor, não é? Pois o fato é que verdade. Veja só o plano de compensação da empresa:

  1. Margens de Lucro

    Os distribuidores, em qualquer nível de Jeunesse,  podem comprar os produtos a preço de atacado para uso pessoal e revenda. Um distribuidor pode ganhar entre 20% a 45% de lucro sobre cada venda no varejo.

    Exemplo: você paga $83,95 por um produto e o vende pelo preço sugerido de revenda de $134,95, obtendo um lucro no varejo de $51,00!

  2. Bônus de Vendas ao Varejo

    Conforme você inscrever pessoalmente novos Clientes Preferenciais, você poderá ganhar bônus. Esses bônus são pagos na compra de um dos pacotes de produtos Jeunesse. A opção Criar Um Pacote é uma ótima alternativa para quem quer personalizar o pedido dos seus clientes preferenciais.

  3. Comissões de Equipe

    Você pode ganhar Comissões de Equipe conforme começar a construir a sua equipe de vendas. Esses bônus foram criados para recompensá-lo por ajudar e apoiar aqueles que se juntam à sua equipe. Quanto mais ajudar sua equipe a ter sucesso, mais bônus de Equipe pode ganhar.

  4. Bônus de Liderança

    Você pode ganhar Bônus de Liderança sobre as Comissões de Equipe pagas para os seus patrocinados. Cada pessoa que se inscreva patrocinado por você cria uma nova linha de patrocínio sua.

  5. Bônus de Diamante

    A pessoa pode ganhar uma parte do total das vendas globais da Empresa (que está em 147 países!) ao se qualificar. Nesse bônus, a Empresa separa 3% do total e o compartilha com quem estiver qualificado. Esse bônus é pago a cada trimestre, conforme forem as quotas acumuladas pelo distribuidor.

Que tal? Não é interessante demais?

Amanhã, vou lhe contar em mais detalhes sobre a JEUNESSE. Que empresa é essa, como opera, quais são os produtos, enfim, como faz para se tornar parte desse negócio.

 

Mas, antes de encerrar, não custa repetir aqui as diferenças entre

MARKETING MULTINÍVEL X ESQUEMA DE PIRÂMIDE

Diferentemente do marketing multinível, em que o lucro principal é obtido com a venda de produtos e serviços, o esquema de pirâmide é ilegal e está baseado principalmente no recrutamento de outros integrantes, com a falsa promessa de dinheiro rápido e fácil. Na maioria das vezes, os participantes, inclusive, são estimulados a pagarem uma taxa somente por ingressarem na rede, sem que o valor seja revertido em mercadorias.

No esquema piramidal, os produtos e serviços não têm valor comercial e, muitas vezes, nem existem. Normalmente, os participantes são remunerados somente pela indicação de outros indivíduos ao esquema, sem precisar vender nada. Quem realmente lucra neste sistema fraudulento, porém, são apenas as primeiras pessoas que entraram.

MARKETING MULTINÍVEL

  • Vende produtos e serviços
  • Ganho proporcional ao esforço
  • Continuidade
  • Gera e recolhe impostos
  • Forte investimento em treinamento
  • São associadas à ABEVD e à WFDSA (World Federation of Direct Selling Associations) e cumprem o Código de Ética
  • Presente em mais de 100 países

PIRÂMIDE

  • Não vende nada ou mascara a inexistência de produtos ou serviços cobrando por eles valores muito acima daqueles praticados no mercado
  • O primeiro a entrar é o que mais pode ganhar
  • Não há continuidade
  • Nem sempre há pagamento de impostos e emissão de notas fiscais
  • Foco no desconhecido e apenas no enriquecimento rápido e fácil (não há treinamento)
  • Esquema ilegal e proibido
  • Podem ser enquadrados em crimes de estelionato, crime contra a economia popular, evasão de divisas

Fique ligado!

 

 

 

 

 

Fontes:

aulaplus.com.br

ABVED

 

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A Arte de Desperdiçar seu Tempo

Muitas pessoas se acostumam a fazer apenas o que é urgente, independente da importância da atividade. Stephen Covey apresenta, no seu conhecido livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”, uma matriz de gerenciamento do tempo.

Matriz de Gerenciamento do Tempo

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No primeiro quadrante, estão os “incêndios” que devem ser atacados imediatamente, sob pena de causar grandes estragos.

O tempo livre é preenchido prioritariamente no terceiro quadrante com a participação em reuniões genéricas, telefonemas, checagem dos e-mails e a resposta imediata dos novos e-mails.  Se sobrar algum tempo, ele é dedicado às atividades do quarto quadrante.

Assim, de forma inconsciente, ocorre a procrastinação das importantes atividades do segundo quadrante. Como elas não são realizadas, um dia se tornarão urgentes. Poderão virar novos incêndios e só então serão atacados.

Como quebrar esta maldição?

Em primeiro lugar, devem ser definidas metas pessoais e profissionais claras. Deste modo, será possível avaliar a importância das atividades. O próximo passo é mais difícil, deve-se aprender a dizer não para atividades que não são importantes. Por exemplo, não precisamos participar de todas as reuniões a que somos convidados.

Para concluir, a autodisciplina é fundamental! Sem isto, poderemos regredir para a situação anterior.

Se este modo de agir for adotado, pode-se passar a ter uma postura próativa ao invés de reativa, passando a controlar o tempo com maior eficácia.

Que tal?


		
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Depois de 30 anos, mulher volta ao trabalho

É uma situação muito comum. A mulher tem filhos, decide parar de trabalhar para cuidar deles, porque acreditava que era preciso dar um tempo na carreira e se dedicar à tarefa da maternidade. Mas o tempo passa, as crianças crescem e a mãe percebe que era hora de se preocupar consigo e retormar sua vida profissional. Tudo perfeito, mas ela precisa ficar atenta às mudanças nos escritórios, muitas delas causadas pelos avanços da tecnologia.

Velhas rotinas muitas vezes já não servem mais…

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Dez profissões em alta (1 de 2)

Faz algum tempo, postei um texto que falava das profissões em baixa no mercado de trabalho brasileiro (https://otrecocerto.wordpress.com/2013/07/02/dez-profissoes-em-baixa-parte-1-de-2/). E agora, vamos citar as dez profissões em alta, de acordo com as empresas locais e as multinacionais com filiais no Brasil.

Segundo um relatório divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em fevereiro desse ano, a expectativa de contratação para os próximos anos permanecerá aquecida. Intitulada Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira – 2020, a pesquisa ouviu de 402 empresas brasileiras – que, juntas, empregam 2,2 milhões de pessoas – quais setores demandarão mais profissionais nos próximos anos. Mesmo que a economia esteja engasgando, a expectativa otimista ainda se mantém.

De acordo com o estudo, quem deve liderar as contratações no país é a área da engenharia, além do segmento comercial – este último um dos principais empregadores de uma economia que caminha cada vez mais em direção ao setor de serviços, dizem especialistas.

“Depois de ‘arrumar a casa’ em 2011, ou seja, organizar suas finanças, as empresas estão buscando entregar resultados neste ano. Isso significa maximizar os lucros, algo que se reflete no perfil das contratações”, diz Paulo Pontes, presidente da filial brasileira da Michael Page, uma das principais agências de recrutamento de executivos de média e alta gerência do país. Para isso, as companhias brasileiras estão elevando suas exigências.

Segundo o relatório da Firjan, 69,1% das empresas ouvidas requerem, no mínimo, algum tipo de pós-graduação para profissionais de nível superior. Já para mais da metade delas, o diploma universitário é indispensável, inclusive, para profissionais de nível médio/técnico. Então, segundo as empresas, vamos às profissões em alta:

 1) Engenheiro de Petróleo

Quanto ganha (em média): R$ 14.000

O que faz: É responsável pelo desenvolvimento de projetos de exploração do petróleo e seus derivados em poços e jazidas, buscando maior eficiência de produção sem dano ao meio-ambiente. Com a descoberta do pré-sal, a profissão é oferecida, hoje, como curso de graduação nas principais universidades do país.

2) Engenheiro de mobilidade

Quanto ganha (em média): R$ 12.000

O que faz: Supervisiona grandes obras de infraestrutura, verificando se estão adequadas às normas legais. Nos grandes centros urbanos, esse profissional é encarregado de gerenciar o planejamento do transporte urbano. A carreira entrou no radar dos recrutadores depois que o Brasil foi confirmado como sede de grandes eventos, como a Copa do Mundo e a Olimpíada.

3) Engenheiro ambiental 

Quanto ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 12.000

O que faz: Concebe e executa projetos que diminuam o dano causado pela ação humana no meio-ambiente. A profissão é cada vez mais requisitada por grandes empresas e governos preocupados com o desenvolvimento sustentável.

4) Médico do Trabalho

Quanto ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 16.000

O que faz: Trata-se de um ramo da medicina especializado na promoção do bem-estar e da saúde do trabalhador. Profissionais dessa área avaliam a capacidade de um candidato de executar determinada tarefa, além de realizar exames de rotina nos funcionários para verificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.

5) Gerente de Recursos Humanos

Quanto ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 14.000

O que faz: É responsável por recrutar novos profissionais e assegurar a permanência dos antigos. Antes subestimada, a profissão saiu do limbo e conquistou importância à medida que as empresas perceberam a necessidade de reter bons profissionais face à concorrência.

Na próxima segunda-feira, dia 8, postarei a parte final da lista dos empregos em alta, definidos em uma série de entrevistas realizadas em 2012 pela BBC Brasil com especialistas em recrutamento e seleção de pessoal.