Comidinhas que você aceita só se for muito sacana!

Você, como pessoa bem educada que certamente é, sempre que vai comer alguma coisa oferece a seu acompanhante. “Está servido?” ou “Quer provar?”, ou ainda “Experimenta…”. Não é assim? Foi desta forma que fomos educados, a compartilhar o nosso alimento.

Maaaaasssssss, existem certas comidinhas que, por mais educada que a pessoa seja ao lhe perguntar “Quer um pedacinho?”, você NÃO deve aceitar. Por exemplo:

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Se você aceitar, é uma vergonha para a humanidade!

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Se aceitar, é um salafrário!

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Se aceitar, você é uma lástima!

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Se aceitar, ajudando a despedaçar os sonhos de alguém, é um sem-vergonha!

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Seu crápula! A pessoa ofereceu um pedacinho e você disse “SIM”?????

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Aceitou? Você não vale nada!

Então, pensa bem o que vai responder da próxima vez!

 

 

Fonte:

 

curiosoo.org

“Afinal, o que é inteligência?”

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Por Isaac Asimov, a melhor definição para inteligência.

Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos. A média era 100. Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal.

(Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police)…

Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E imaginava que as outras pessoas também achavam isso.

Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?

Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.

Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele estudava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos.

No fim, ele sempre consertava meu carro.

Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico. Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico.

Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante.

Em um mundo onde não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras, e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou resolver alguma coisa complicada, eu me daria muito mal.

A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto, mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.

Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez. Ele adorava contar piadas.

Certa vez, ele levantou a cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:

“Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de materiais de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e, com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro, negativamente, e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez, o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego que queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?”

Eu levantei minha mão e “cortei o ar” com dois dedos, como uma tesoura.

“Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir!”

Enquanto meu mecânico gargalhava, ainda falou:

“Tô fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.”

“E muitos caíram?” perguntei, esperançoso.

“Alguns. Mas com você, eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.

“Ah é? Por quê?”

“Porque você tem muito estudo, doutor, sabia que não seria muito esperto”

E algo dentro de mim me disse que ele tinha alguma razão…

 

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Isaac Asimov (1920-1992) foi um escritor e bioquímico russo, naturalizado americano, responsável por diversas obras de ficção e divulgação científica. Asimov escreveu e revisou mais de 500 obras ao longo de sua vida, além de cerca de 90 mil cartas.

A sua obra mais famosa é a série Fundação, referida muitas vezes como Trilogia da Fundação. Apesar disso, o conto I, Robot” (“Eu, Robô”) ficou em evidência graças ao filme de mesmo nome, estrelado por Will Smith.

Com uma visão muito além da sua época, Asimov é considerado por muitos especialistas um dos autores mais produtivos de todos os tempos. A área da robótica era uma das mais exploradas pelo escritor, e ele acertou em muitas de suas previsões a respeito das tecnologias que temos hoje.

Por ser escritor de ficção científica, muito do que Asimov falava em sua época era considerado um absurdo, apenas fantasia de uma mente criativa. No entanto, o autor previu o surgimento de várias tecnologias utilizadas nos dias de hoje.

Em 1988,  ele deu uma ideia de como seria a propagação do conhecimento no futuro. O modelo descrito por ele nada mais é do que a internet como conhecemos hoje. Nas palavras do autor: “[…]Uma vez que tenhamos computadores em casa, cada um deles ligado a bibliotecas enormes, qualquer pessoa pode fazer perguntas e ter respostas, obter materiais de referência sobre qualquer assunto em que esteja interessada em saber.”.

Qualquer semelhança da descrição acima com a Wikipédia e vários outros serviços da internet não é uma mera coincidência…

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

awebic.com

Donald no País da Matemática

Em 1959, Walt Disney estava lançando um filme que era um de seus projetos mais pessoais , “A Lenda dos Anões Mágicos” (Darby O’Gill and the Little People). Esse filme, sobre o qual falo aqui, foi notável por ser um dos primeiros papéis da carreira de Sean Connery, então com 29 anos, e também porque era exibido junto com um curta-metragem que se tornou um clássico: “Donald no País da Matemágica”.

Donald no País da Matemágica (“Donald in Mathmagic Land”) é um curta de 27 minutos, estrelado pelo Donald, e que foi disponibilizado para várias escolas mais tarde, tornando-se um dos mais populares filmes educativos já feitos pela Disney.  Na época, foi lançada uma revista em quadrinhos baseada no curta que também fez enorme sucesso.

Essa história foi publicada muitas vezes no Brasil, a primeira delas em 1967, na revista “Tio Patinhas”:

Walt Disney, uma vez, comentou sobre o filme: “O desenho animado é um bom meio para estimular o interesse. Recentemente explicamos a matemática em um filme e conseguimos estimular o interesse do público neste assunto tão importante.”

Realmente, Disney e sua equipe foram brilhantes em transformar um tema tão árido num desenho tão inteligente e divertido. Afinal, Donald se encontra com Pitágoras, entende a Regra de Ouro, recebe uma explicação sobre as proporções ideais do corpo humano, faz alguns jogos mentais e o desenho termina com uma citação de Galileu Galilei.

Se você nunca assistiu esse curta-metragem, recomendo que o faça, e chame seus filhos para ver. Vai valer muito a pena!

Caso você prefira assistir na versão original (e sem legendas), aqui está.

Divirta-se!

Veja profissões que estão em alta e em baixa em oito setores do mercado

Todos sabem que o Brasil enfrenta uma crise – mais uma! – mas, apesar de algumas profissões se encontrarem em baixa, há outras que estão em alta. Justamente pelo fato de o país ser tão imenso e, portanto, há setores onde a crise afeta mais do que em outros. De um modo geral, os profissionais que geram ganhos de eficiência para as operações das empresas ou podem evitar perdas financeiras são os mais requisitados agora.

A FSP ouviu dez empresas especializadas em encontrar profissionais para grandes companhias, e os consultores responderam quais os profissionais que estão sendo mais buscados e quais enfrentam um momento de vacas magras nos setores de marketing e promoções, mercado financeiro e seguros, tecnologia, comércio, educação, engenharia e infraestrutura, saúde e jurídico.

MARKETING

EM ALTA

Analista de bancos de dados

O QUE FAZ Com as informações do comportamento dos clientes capturadas por sistemas de informação, define qual deve ser a estratégia da empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Empresas têm sido criteriosas para definir sua atuação comercial e buscam tomar decisões com grande precisão.

Desenvolvedor de tecnologia mobile

O QUE FAZ Apresenta ideias para novos aplicativos e as passa para os programadores.

POR QUE ESTÁ EM ALTA É relevante tanto para start-ups que criam seus aplicativos quanto para grandes empresas que correm atrás de inovação.

Especialista em mídias específicas

O QUE FAZ Atua com os aplicativos próprios de cada empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA São buscados pelas marcas que querem manter sua estratégia de tecnologia mobile ativa.

EM BAIXA

Analista de mídia social

O QUE FAZ Dissemina informações nas redes sociais, como o Facebook ou o LinkedIn, usando o linguajar típico de cada uma delas.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há uma oferta muito grande desse tipo de profissional no mercado, maior do que a demanda.

Agente de turismo

O QUE FAZ Comercializa pacotes de viagens para clientes físicos e corporações.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA O serviço enfrenta concorrência de sites de comparação de preços de viagens, que tornaram a busca mais fácil.

MERCADO FINANCEIRO

EM ALTA

Especialista em compliance

O QUE FAZ Garante que a companhia respeite a legislação, evitando multas; também pode averiguar se há corrupção na empresa.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Com investigações da Polícia Federal, prisões e escândalos internacionais, o serviço passou a ser mais procurado.

Gerente de riscos

O QUE FAZ É parte da equipe de planejamento estratégico de bancos, financeiras e grandes empresas; analisa eventuais riscos aos negócios.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Com economia encolhida, empresas ficam mais atentas a ameaças.

Atuário

O QUE FAZ Em seguradoras, calcula reservas e provisões em caso de sinistro e precifica o produto; também atua em fundos de pensão, bancos e planos de saúde.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Mercado cresceu nos últimos anos, com novas empresas e produtos.

EM BAIXA

Gerente de agência bancária

O QUE FAZ Atende clientes em agências físicas com foco comercial, ou gerencia as lojas para que sejam rentáveis.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Clientes de bancos passaram a usar mais os serviços oferecidos pela internet.

Analista de investimentos

O QUE FAZ Escolhe opções de investimento e presta conta aos investidores; busca capital para empresas que precisam.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Caiu a quantidade de investimentos na economia como um todo.

TECNOLOGIA

EM ALTA

Gestor de big data

O QUE FAZ Cria os softwares para capturar grandes quantidades de dados sobre o comportamento dos consumidores de bens finais.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Ajuda na definição de estratégia corporativa.

Arquiteto de TI

O QUE FAZ Planeja e constrói os sistemas de informação das empresas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Trabalha em todos os setores da economia, as corporações não podem prescindir dele.

Cientista de dados

O QUE FAZ Avalia a qualidade dos bancos de dados das empresas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Encontra posições em corporações de diferentes segmentos da economia.

EM BAIXA

Analista de suporte e help desk

O QUE FAZ Auxilia os funcionários que têm problemas para usar o sistema informatizado da empresa.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA A tendência é de crescente automatização desse tipo de atendimento.

Gerente técnico

O QUE FAZ Lidera as equipes de analistas de help-desk.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Assim como os serviços dos analistas, o do gerente está se tornando menos corriqueiro por novas automações.

Desenvolvedor de páginas de web

O QUE FAZ Cria sites.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Assim como os serviços dos analistas, o do gerente está se tornando menos corriqueiro por novas automações.

COMÉRCIO

EM ALTA

Vendedor externo

O QUE FAZ Visita empresas para coletar pedidos e negociar preços, volumes e prazos de entrega.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Demanda atende expansão de redes para Nordeste e Centro-Oeste.

Executivo de logística

O QUE FAZ Acompanha toda a cadeia de suprimentos, desde o pedido até a entrega; além de comércio, atua em transportadoras.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Por centralizar todo o processo, enxugando custos de pessoal.

Planejador de demanda

O QUE FAZ É capaz de avaliar qual será a procura por certo bem de consumo.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Evita excesso e sobras em estoque que poderiam se traduzir em perdas.

EM BAIXA

Corretor de imóveis

O QUE FAZ Faz a intermediação entre compradores e vendedores.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA O mercado está saturado desses profissionais.

Executivo de varejo

O QUE FAZ Planejamento e gestão financeira, comercial ou de compras.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há uma tendência de concentração de funções entre poucos profissionais.

Auxiliar de suprimentos

O QUE FAZ Da área de compras, prospecta novos fornecedores.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Com desempenho ruim do varejo, empresas estão cortando auxiliares.

EDUCAÇÃO

EM ALTA

Professor de economia e contabilidade

O QUE FAZ Dá aulas de graduação, pós, mestrado e doutorado nas cadeiras de ciências econômicas e contábeis.

POR QUE ESTÁ EM ALTA A crise econômica tem feito mais pessoas se interessarem em entender os assuntos. E, com a popularização das carreiras, mais professores estão sendo requisitados pelas instituições.

Diretor de educação a distância

O QUE FAZ Estrutura os cursos, chama gente para desenvolver o conteúdo, forma a equipe de educadores e da tecnologia, traça o escopo.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Essas modalidades estão mais populares graças a preço competitivo e falta de tempo das pessoas.

EM BAIXA

Diretor acadêmico

O QUE FAZ Estrutura cursos de faculdades e instituições de ensino superior.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Mudanças no sistema oficial de financiamento de ensino comprometeram a criação de novos cursos.

INFRAESTRUTURA

EM ALTA

Gerente industrial

O QUE FAZ Comanda os trabalhadores da linha de fábrica e determina qual deve ser o tamanho da equipe.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Atuação está ligada a manutenção de custos em baixa em época de menor demanda.

Engenheiro de planejamento

O QUE FAZ Atua em todos os campos da engenharia antes da execução dos projetos, dimensionando a equipe.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Ajuda a fazer obras com menos dinheiro e em menores prazos.

Gerente de novos produtos

O QUE FAZ Desenvolve design, funcionalidades e características de novos bens.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Produtos precisam custar cada vez menos para serem lucrativos.

EM BAIXA

Engenheiro de óleo e gás

O QUE FAZ Trabalha na exploração e prospecção de óleo e gás em plataformas e refinarias.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Setor é muito dependente da Petrobrás e, além disso, preço internacional do barril está em baixa.

Profissional de manutenção fabril

O QUE FAZ Atua em linha de fábrica, é especializado em uma determinada máquina.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Com a desaceleração da indústria, principalmente automobilística, algumas linhas foram descontinuadas, e ele não costuma ter flexibilidade para atuar em outros setores.

SAÚDE

EM ALTA

Geriatra

O QUE FAZ Cuida de pacientes idosos.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Envelhecimento da população e aumento da expectativa de vida tornam essa especialidade mais procurada.

Dermatologista

O QUE FAZ Especialista no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças da pele, pelos, mucosas, cabelos e unhas.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Mercado de estética é imune à crise; clínicas particulares buscam esse profissional.

EM BAIXA

Fisioterapeuta

O QUE FAZ Diagnostica e trata problemas causados por má-formação, acidentes ou vícios de postura.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Diminuiu a contratação desse tipo de profissional em hospitais.

DIREITO

EM ALTA

Recuperação judicial e de crédito

O QUE FAZ Profissional atua em falências ou litígios entre empresas que fizeram negócios.

POR QUE ESTÁ EM ALTA A demanda por esses profissionais sempre cresce durante crises.

Setor trabalhista

O QUE FAZ Defende pessoas que foram demitidas e empresas processadas por funcionários.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Demissões aquecem a busca por esse especialista; também são contratados para prevenir problemas.

Setor tributarista

O QUE FAZ Estuda a estrutura legal para ajudar empresas a encontrar maneiras menos onerosas de estar em dia com as suas obrigações.

POR QUE ESTÁ EM ALTA Sua atuação implica redução de custos.

EM BAIXA

Fusões e aquisições

O QUE FAZ Advogado levanta passivos de empresas que podem ser compradas, estuda a viabilidade de fusões sob a ótica do direito econômico.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Há excesso de profissionais na área.

Setor ambiental

O QUE FAZ Especialista ajuda empresas a se adequarem à legislação.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Setores como a mineração e grandes obras enfrentam gargalos.

Direito societário

O QUE FAZ O advogado aqui auxilia novas empresas ao redigir contratos, ou as antigas que enfrentam conflitos societários.

POR QUE ESTÁ EM BAIXA Diminuiu ritmo de fundação de empresas.

 

A Evolução do Ensino da Matemática no Brasil…

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Semana passada comprei um chiclete que custou R$ 1,58. Dei à balconista R$ 2,00 e mais 8 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela teria que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950:

Um lenhador vende uma carroça por R$ 100,00. O custo de produção dessa carroça é igual a 4/5 do preço de venda.  Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:

Um lenhador vende uma carroça por R$ 100,00. O custo de produção dessa carroça é igual a 4/5 do preço de venda, ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:

Um lenhador vende uma carroça por R$ 100,00. O custo de produção dessa carroça é de R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:

Um lenhador vende uma carroça por R$ 100,00. O custo de produção dessa carroça é de R$ 80,00. Escolha a resposta certa,  que indica o lucro:

(  )R$ 20,00 (   )R$  40,00 (   )R$  60,00 (   )R$  80,00  

(   )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:

Um lenhador vende uma carroça por R$ 100,00. O custo de produção dessa carroça é de R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.

Está certo? (    )SIM    (    ) NÃO

6. Ensino de matemática hoje:

Um lenhador vende uma carroça por R$ 100,00. O custo é de R$ 80,00 e o lucro é de R$ 20,00. Se você souber ler, coloque um X  ao lado dos R$  20,00.

(   ) R$ 20,00    (   )  R$40,00   (   )  R$60,00   (  ) R$100,00

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Antologia das melhores frases dos piores alunos

Não sei se todas as frases são realmente verdadeiras, mas diz a lenda que foram compiladas dos ENEMs da vida. Mas que são hilárias ou criativas, são:

“O problema da Amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta.”

“Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar o planeta.”

“A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu.”

“A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta.”

“O que vamos deixar para nossos antecedentes?”

“A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.”

“Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.”

“O sul foi colocado embaixo do norte porque é mais cômodo.”

“O piloto que atravessa a barreira do som nem percebe, porque não ouve mais nada.”

“Quando os egípcios viam a morte chegando se disfarçavam de múmia.”

“Uma linha reta deixa de ser reta quando pega uma curva.”

“O aço é um metal muito mais resistente que a madeira.”

“O porco é assim chamado porque é nojento.”

“A fundação do Titanic serve pra mostrar a agressividade dos ice-bergs.”

“Pra fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.”

“As moléculas de água quando congelam viram Duréculas.”

“Apóstrofes são os 12 homenzinhos que comeram com Jesus e que Michelangelo bateu a foto.”

“O meio de transporte mais utilizado no deserto da Arábia é o tapete.”

“Cada vez mais as pessoas querem conhecer sua família através da árvore ginecológica.”

“A pérola é a fecundação do esprematozoide de uma concha, com uma pedra… de acordo com o tamanho da pedra fica o tamanho da pérola.” 

“Os animais foram salvados do dilúvio graças à Arca de Noel.”

“A 2ª guerra mundial foi um período de paz e de prosperidade para a Alemanha.”

 “O célebro é muito espantoso: hoje em dia ele é usado até pelos pobres.”

“A alimentação é o meio de digerirmos o corpo.”

“Os portugueses, depois que descobriram Fernandes de Noronha,assinaram o Tratado de Tortas Ilhas.”

Os prejuízos do analfabetismo funcional

Num mundo em que a comunicação é feita por tuítes e mensagens eletrônicas,  você apresentar um texto mais complexo parece uma sandice. Três entre dez leitores não vão entender. Mas a causa não é a tecnologia. A causa é a baixa qualidade do ensino, porque o aumento da escolarização no Brasil não foi suficiente para assegurar aos alunos o domínio de habilidades básicas de leitura e escrita. A primeira preocupação dos governos recentes foi com a quantidade, com a inclusão de mais alunos nas escolas, para ficar bem na fita nas pesquisas da ONU sobre a quantidade de estudantes no país.

O resultado dessa política educacional visando apenas ter milhões de alunos se reflete lá na frente, nos cursos superiores, como demonstra o vídeo acima: entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita. Minha sobrinha, que é professora universitária, vem identificando isso já há alguns anos.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), cerca de 30 milhões de estudantes ingressaram nos ensinos médio e superior entre 2000 e 2009. Para a diretora do Instituto Paulo Montenegro, Ana Lúcia Lima, o aumento foi bom, pois possibilitou a difusão da educação em vários estratos da sociedade. No entanto, a qualidade do ensino caiu por conta do crescimento acelerado.”Algumas universidades só pegam a nata e as outras se adaptaram ao público menos qualificado por uma questão de sobrevivência”, comenta. “Se houvesse demanda por conteúdos mais sofisticados, elas se adaptariam da mesma forma”, fala.

Para a coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão, o indicativo reflete a “popularização” do ensino superior sem qualidade: “No mundo ideal, qualquer pessoa com uma boa 8ª série deveria ser capaz de ler e entender um texto ou fazer problemas com porcentagem, mas no Brasil ainda estamos longe disso.” Segundo ela, o número de analfabetos só vai diminuir quando houver programas que estimulem a educação como trampolim para uma maior geração de renda e crescimento profissional.

Entretanto, o analfabetismo funcional constitui um problema silencioso e perverso que afeta as empresas profundamente. Não se trata de pessoas que nunca foram à escola, veja bem. Elas sabem ler, escrever e contar; chegam a ocupar cargos administrativos, mas não conseguem interpretar e associar informações. Bons livros, artigos e crônicas, então, nem pensar! São pessoas que preferem ouvir explicações da boca de colegas. Entretanto, diante do chefe,  fingem entender tudo, para depois sair perguntando aos outros o que e como deve ser realizado tal serviço. E quase sempre agem por tentativa e erro.

Calcula-se que, no Brasil, os analfabetos funcionais somem 70% da população economicamente ativa. No mundo todo há entre 800 e 900 milhões deles. São pessoas com menos de quatro anos de escolarização; mas pode-se encontrar, também, pessoas com formação universitária e exercendo funções-chave em empresas e instituições, tanto privadas quanto públicas! Elas não têm as habilidades de leitura compreensiva, escrita e cálculo para fazer frente às necessidades de profissionalização e tampouco da vida sócio-cultural.

A queda da produtividade provocada pela deficiência em habilidades básicas resulta em perdas da ordem de US$ 6 bilhões por ano no mundo inteiro. Por que? Porque são pessoas que não entendem sinais de aviso de perigo, instruções de higiene e segurança do trabalho, orientações sobre processo produtivo, procedimentos de normas técnicas da qualidade de serviços e negligência dos valores da organização empresarial. 

Aqueles “problemas inesperados” que abalam a imagem das empresas estão quase sempre associados à falta de compreensão de procedimentos escritos em manuais. Um defeito no chip Pentium da Intel levou-a a substituir o produto no mercado. Um número desconhecido de cápsulas de Tylenol contaminado com cianureto matou oito pessoas nos Estados Unidos; a Johnson & Johnson retirou todos os frascos do mercado americano com prejuízo de US$ 100 milhões!

Na Alemanha, essa questão surpreendeu.

Ler e não compreender, escrever apenas o próprio nome, ou escrever as palavras de forma errada com base no que se escuta, características do analfabetismo funcional bem conhecidas entre a população brasileira,  também fazem parte da vida de um grupo de 4 milhões (ou 6% da população adulta alemã) segundo estimativas do fundador e diretor da Associação Federal de Alfabetização e Educação Básica da Alemanha Peter Hubertus.  ‘’Este tema surpreende porque a educação básica é obrigatória há décadas na Alemanha. Sendo assim, como entender que pessoas que frequentaram a escola não aprenderam? Mas esta é uma realidade. A qualidade da educação piorou”.

“Não há um nível fixo de competências, o analfabetismo funcional é um conceito relativo. É como a pobreza. Há diferença entre a pobreza em Bangladesh e a pobreza na Alemanha. Quando o conhecimento da leitura e da escrita de uma pessoa é menor do que se exige na sociedade em que ela vive, ela é analfabeta funcional’’, explicou. No caso da Alemanha, não existe um emprego em que não se exija leitura ou escrita.

E o analfabeto funcional sofre com outro agravante: tem vergonha da situação,  pois sente-se na obrigação de explicar por que não aprendeu. Ele costuma esconder o jogo: se tem que ler, finge que esqueceu os óculos; se tem que preencher um formulário, finge que está com um problema no braço e pede a alguém que preencha.

Peter Hubertus afirma que programas voltados apenas para as crianças não resolvem o problema, porque a alfabetização deve ser um valor da família. Ficou demonstrado através de estudos na Alemanha que, quando o aluno chega à escola aos seis anos sem uma base educacional, os professores não conseguem reverter a situação. “São famílias onde os pais não leem para os filhos, onde se assiste programas ruins na televisão, onde não há livros, onde não se valoriza a educação. Trata-se de uma herança social da desvantagem. É preciso investir nos adultos para ver resultados nas crianças, pois este é um círculo vicioso”.

 

 

 

Fontes:

http://www.geracaobooks.com.br/
http://www.guiarh.com.br/
http://www.cartacapital.com.br/