Fotos reveladoras de celebridades… E outras fotos incríveis!

As fotos abaixo, muitas delas nunca divulgadas antes, revelam facetas da personalidade ou momentos importantes de pessoas famosas e capturam a essência de eras passadas. Tenho certeza de que muitas delas irão surpreender você, com flagrantes curiosos, intrigantes e emocionantes. Por isso fotografia é uma arte tão especial: ela ajuda a capturar um momento e gravá-lo para sempre!

Obama no time de basquete do colégio onde estudou, em Honolulu, Havaí.

Schwarza quando chegou a Nova York, em 1968, e ficou besta com os edifícios altíssimos!

Os Beatles instantes antes de tirar sua mais icônica foto, para o álbum “Abbey Road”.

Falando em Beatles, aqui estão eles em Hamburgo, 1961, ainda com Pete Best na bateria, pouco antes do Ringo entrar na banda.

Já que falei dos Beatles, não posso deixar de mencionar os Rolling Stones, nesta foto em 1963.

Já que falei dos Beatles, não posso deixar de mencionar os Rolling Stones, nesta foto em 1963.

Bruce Lee em 1958, dançando cha-cha-cha. Ele foi um tremendo pé-de-valsa, campeão de um concurso desse ritmo em Hong Kong, naquele mesmo ano. Além de campeão de dança e mestre em artes marciais, Lee ainda era excelente boxeador!

Bruce Lee em 1958, dançando cha-cha-cha. Ele foi um tremendo pé-de-valsa, campeão de um concurso desse ritmo em Hong Kong, naquele mesmo ano. Além de campeão de dança e mestre em artes marciais, Lee ainda era excelente boxeador!

Bastidores da famosa cena de Batman e Robin escalando um edifício, da série de TV de 1966.

Bastidores da famosa cena de Batman e Robin escalando um edifício, da série de TV de 1966.

Como a cena ficou na TV.

Como a cena ficou na TV.

Adam West (Batman) e Leonard Nemoy (Spock) na bateria.

Adam West (Batman) e Leonard Nimoy (Spock) na bateria.

John Kennedy em Dallas, 1964, minutos antes de ser baleado.

John Kennedy em Dallas, 1964, minutos antes de ser baleado.

A última foto do Titanic, tirada em 1912, quando zarpava para sua trágica viagem.

Sean Connery e Ian Fleming (à esquerda na foto) no set do primeiro filme de James Bond, “O Satânico Dr. No”, em 1961. Fleming, criador do personagem, não queria Connery no papel. A lista de atores que ele escolhera incluía Cary Grant, David Niven, James Mason, Patrick McGoohan, Rex Harrison e Richard Burton, mas todos eram caros demais. Ele só foi conhecer Connery durante as filmagens…

Os mais antigos desenhos conhecidos do Mickey, feitos por Ub Iwerks entre fins de 1927 e início de 1928, depois de uma reunião com Walt Disney e seu irmão Roy, na qual definiram as características do personagem.

Anúncio numa revista nos Estados Unidos do começo dos anos 1980, falando do lançamento de um supercomputador com 10 Mb, pelo equivalente em dólares a “apenas” R$ 19.000,00…

A foto, de 1905, mostra o primeiro carregamento de bananas (3.000 quilos) a chegar à Noruega. Até então, as pessoas não encontravam muitos produtos, frutas ou verduras que não fossem produzidos ou cultivados localmente. Hoje, a Noruega é o segundo mercado importador de bananas na Europa, depois do Reino Unido.

O primeiro selfie no espaço foi tirado em 1966, pelo astronauta americano Buzz Aldrin durante a missão da Gemini XII. Três anos mais tarde, na missão Apolo XI, ele pisou na Lua.

O então presidente George W. Bush recebendo a notícia de que os aviões sequestrados por terroristas tinham derrubado o World Trade Center em Nova York, no fatídico 11 de setembro de 2001.

Hitler (de costas, o segundo da direita para a esquerda) inspeciona em 1941 a maior arma jamais construída na História, o supercanhão Dora.

O supercanhão pesava espantosas 1350 toneladas, media 47,3 metros de comprimento, 7,1 metros de largura e 11,6 metros de altura. Este colosso, com um cano de 32,48 metros, podia arremessar dois tipos de projétil: uma granada de alto explosivo de 4,8 toneladas que viajava a 820m/s e com um alcance de 48Km, e uma granada anticoncreto de 7 toneladas que podia atingir um alvo a 38Km de distância em menos de um minuto.

A deusa Marilyn Monroe entretendo as tropas americanas estacionadas na Coreia, em fevereiro de 1954.

Casal vitoriano passeando de bicicleta em 1890.

Annette Kellerman foi uma nadadora, atriz de cinema, escritora e defensora da natação profissional australiana. Kellerman ficou famosa por defender os direitos das mulheres usarem maiôs de uma peça, o que era um escândalo na época. No início de 1900, as mulheres usavam pesadas combinações e calças quando nadavam. Em 1907, no auge de sua popularidade, Kellerman criou um maiô de uma peça e foi presa por atentado ao pudor. A popularidade de seus maiôs de uma peça resultou na sua própria linha de roupa de banho para mulheres. 

O Ronald McDonald original, de 1963!

1961. Lanchonete dos funcionários da Disneylândia.

O que sobrou de um incêndio no Museu de Cera de Madame Tussaud em Londres, 1930.

Primeira vídeochamada foi há mais de 50 anos… e o que isso tem a ver com Walt Disney

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Embora as videochamadas tenham se popularizado com o Whatsapp e outros aplicativos similares, o conceito da tecnologia surgiu há muito mais tempo. A primeira ligação com vídeo tem mais de 50 anos: ela foi demonstrada em uma feira tecnológica nos Estados Unidos em um aparelho chamado Picturephone.

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A demonstração do funcionamento do Picturephone, aparelho que permitia ligar para um número fixo e mostrava a imagem do interlocutor, ocorreu em 20 de abril de 1964

A World’s Fair (Feira Mundial), realizada em Nova York em 1964 , trouxe como um dos destaques o Picturephone, fabricado pelo laboratório Bell da AT&T. Para usá-lo, o visitante tinha de entrar em uma cabine e discar para o número de telefone fixo. Depois de a ligação ser completada, a pessoa apertava um botão indicado com um “V” para ativar o vídeo. Uma pequena câmera capturava a imagem da pessoa, que era mostrada em outro Picturephone à pessoa do outro lado da linha.

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A videochamada, no entanto, estava longe de ser perfeita. A imagem mostrada era em preto e branco em uma tela pequena (16 x 21 polegadas) e gerada em 30 quadros por segundo. A pessoa tinha de ficar praticamente imóvel diante do Picturephone, caso contrário a imagem não aparecia do outro lado da telinha.

Apesar de avançada e muito curiosa para a época, a tecnologia não era barata nem prática. Quem fizesse uma chamada de 15 minutos teria de desembolsar US$ 15 – o equivalente a US$ 640 (quase 3 mil reais!) em valores corrigidos de hoje.  Em 1969, a AT&T começou a vender um modelo de Picturephone para empresas, com leves melhorias no aparelho. Mas, em meados de 1971, a companhia encerrou as vendas e a oferta do serviço.

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De todo modo, foi um enorme avanço, porque até então, as videochamadas estavam restritas aos desenhos animados ou aos filmes de ficção-científica…

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Aliás, a Feira Mundial de Nova York de 1964 tinha de fato esse objetivo, apresentar as grandes inovações futuristas e propostas de invenções que, segundo seus idealizadores, modificariam o mundo e o deixariam melhor. Uma dessas invenções era justamente o Picturephone.

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No centro da Feira Mundial de Nova Iorque em 1964 ficava o ícone da exibição: A Uniesfera. Construída pela US Stell, esta edificação era o triunfo da engenharia americana. Ninguém tinha conseguido criar uma representação da Terra em tal escala antes. Assim como a Torre Eiffel na Exposição de Paris em 1889, a Uniesfera tornou-se instantaneamente o símbolo reconhecível da Feira Mundial de 1964. Ela ainda está lá, no Queens, no parque que foi construído para a exibição.

Esse Picturephone foi inclusive instalado na Disneyland, e ligava o parque ao único hotel da Disney que existia na época. Falando em Disney, é claro que Walt, sempre olhando para o futuro, não deixaria de participar dessa exposição.

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Ainda antes da abertura da Feira, Disney e seus criativos foram convidados a desenvolver atrações para o evento. E três grandes empresas decidiram patrocinar essas atrações, a Ford, a General Electric e a Pepsi. Essas três atrações, depois do final da exibição,  poderiam ser reconstruídas na Disneyland.

A Ford oferecia uma viagem de volta no tempo para as origens da Terra, intitulada “Magic Skyway”. A bordo de conversíveis guiados em um trilho, os visitantes podiam ver os primeiros animais na Terra, os dinossauros, na forma de robôs animados, e os primeiros seres humanos e as primeiras invenções. A sequência de dinossauros – chamada Primeval World – é a que foi depois levada para o parque na Califórnia.

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A General Electric, por sua vez, propôs uma viagem ao futuro, através do “Progressland”, um pavilhão que mostrava como a eletricidade mudara o mundo. Uma das atrações desse pavilhão era o “Carousel of Progress”, reconstruído na Disneyland após o final da Feira: em um palco circular giratório, veríamos como a família vivia no passado e a evolução dessa família até o futuro, onde iríamos passar as férias na Lua, como seriam nossas cidades subaquáticas, as fazendas do futuro… As rodovias onde nossos carros andariam sozinhos… Tudo isso com bonecos audioanimatrônicos, robôs que usavam a mais avançada tecnologia da época.

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Finalmente, a Pepsi se uniu à UNICEF e patrocinou a atração “It’s a Small World”, convidando os visitantes a viajar por todas as nações do mundo em pequenos barcos, sendo recebidos por bonecos audioanimatrônicos que representavam todas as nacionalidades e cantando um hino à fraternidade universal. A atração praticamente não sofreu mudanças quando foi levada à Disneyland, depois da Feira Mundial.

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Mas esses três pavilhões não foram as únicas atrações que Walt Disney levou à Feira Mundial. Ele tinha mais uma, no pavilhão do Estado de Illinois, e que era um sonho que vinha acalentando e desenvolvendo por onze anos: o projeto Lincoln.

Era o presidente americano Abraham Lincoln que levantava-se da cadeira, discursava, agradecia aos aplausos e voltava a sentar-se, em um total de 48 movimentos corporais e 15 movimentos faciais diferentes.

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No dia da estreia da atração na Feira, um acidente provocou uma pane no sistema e deixou Walt desesperado. Ao sentar-se, a figura voltou a levantar-se e não parou mais de repetir esses movimentos. Impressionado, o público aplaudia sem parar, julgando que Lincoln agradecia aos aplausos. Sem perceber o problema, a plateia delirou!

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Claro que as atrações criadas por Disney foram as grandes sensações da Feira Mundial, provocando filas enormes de visitantes ansiosos por conhecê-las. Para Walt, os resultados da Feira foram altamente positivos. Além de trazer novas atrações para a Disneyland, conseguiu o que era impossível até então: trabalhar suas ideias junto às grandes empresas norte-americanas.

Um fato curioso ocorreu no final da exposição, porém, com o boneco de Lincoln. Ao contrário das outras três atrações, ele não foi levado à Califórnia. Quando o pavilhão de Illinois foi demolido, os artefatos mais valiosos foram devolvidos ao Estado, e o boneco se perdeu. Quando decidiram remontar a atração na Disneyland, tiveram que construir outro boneco.

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Durante muitos anos, tudo o que restou da versão original foram as lembranças de quem assistiu o espetáculo em Nova York, as fotos e as gravações de áudio ou vídeo.

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Escultor da Disney dando os últimos retoques no boneco original, de 1964.

Porém, descobriu-se finalmente que a figura original de Lincoln havia sido colocada numa caixa, enviada de volta à Califórnia e ficado misteriosamente esquecida nos armazéns da Disney durante décadas. Essa figura, apenas com a cabeça, mãos e sua estrutura original, hoje uma relíquia, está bem guardada na Disneyland…

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Disneylândia, seis décadas!

Há seis décadas, a Disneylândia começou a ser construída, para ser aberta ao público no dia 17 de julho de 1955, em Anaheim, na Califórnia, uma cidade que fica a pouco mais de 40 km de Los Angeles. Fundada em 1857 por famílias alemãs, com o passar dos anos foi incorporada à grande Los Angeles e tem hoje mais de 300 mil habitantes.

Vista aérea da Disneylândia em Anaheim, 1963. No centro, à direita, a atração “Piratas do Caribe” ainda em construção. Ela foi aberta apenas em 1967, porque na época desta foto, os engenheiros da Disney estavam ocupados com as atrações que iriam ser mostradas na Feira Mundial de Nova York, de 1964.

Walt Disney veio com a ideia de um parque de diversões para todas as idades depois de visitar vários parquinhos com suas filhas e notar que os adultos ficavam entediados enquanto as crianças de divertiam.  Inicialmente, ele imaginou uma atração para os turistas adjacente ao seu estúdio, em Burbank, mas logo viu que a área era pequena demais para o que imaginara.

Depois de contratar um consultor para que que o ajudasse a determinar o lugar ideal para construir seu sonho, Walt comprou cerca de 65 hectares de laranjais em Anaheim, em 1953.

Nesta foto, Walt Disney está mostrando os planos de sua Disneylândia para as autoridades locais, que de início se mostravam relutantes em fornecer as licenças para a construção do parque.

Vendo dificuldades em conseguir financiamento junto aos bancos para seu projeto de um parque temático, totalmente inovador na época, Disney pensou em novas formas de obter esses fundos, e concebeu um programa de televisão chamado “Disneylândia”, que seria veiculado na ainda novata rede ABC de televisão e divulgaria o parque e suas atrações, aproveitando o acervo de seus desenhos animados e produzindo programas especialmente criados para a TV, como os seriados “Zorro” e “Davy Crocket”, que se tornaram uma verdadeira febre junto às crianças, além do programa “Clube do Mickey”, que continuou popular por muitas décadas. Em contrapartida a esse programa – que logo se tornou líder de audiência – , a rede ajudaria a financiar o parque. Assim, durante seus primeiros cinco anos de operação, a Disneylândia era de propriedade da Disneyland Inc., uma empresa da Walt Disney Productions, Walt Disney, Western Publishing (editora que publicava os quadrinhos do Tio Patinhas, Mickey, Donald e outros personagens) e a ABC.  Além do dinheiro da rede de TV, Disney ainda “alugou” o patrocínio de muitas lojas na Main Street e algumas atrações para outras empresas. Em 1960, a Walt Disney Productions comprou a participação das outras empresas e, em meados dos anos 1990, acabou comprando sua antiga parceira, a rede ABC.

Em frente a um esboço do que seria feito, Walt Disney revela seus planos para a Disneylândia durante a estreia do programa de televisão ‘Disneylândia’, em 27 de outubro de 1954.

Revista lançada por ocasião da estreia do programa de TV na rede ABC.

Walt Disney exibe os esboços do que seriam o castelo da Bela Adormecida, a entrada da Terra da Fronteira e a rua na Terra da Fronteira onde haveriam shows de cowboys, restaurantes e lojas de presentes.

A seguir, fotos de diferentes etapas da construção do “lugar mais feliz do planeta”:

Finalmente, depois de muitos obstáculos, a Disneylândia é inaugurada em Julho de 1955.

A inauguração foi televisionada nacionalmente.

O Disneyland Hotel foi aberto ao lado da Disneylândia em 1955, meses depois da inauguração do parque. De início, os hóspedes tinham que ir de carro para visitar o parque.

Só em 1959 foi inaugurado o monotrilho, na Terra do Amanhã, e dois anos depois, em 1961, ele foi ampliado até o hotel e se tornou o primeiro monotrilho a cruzar uma via pública no mundo.

Nesta foto, vemos três das mais populares atrações da Disneylândia, e todas inauguradas no mesmo dia, 14 de julho de 1959: O Matterhorn (uma montanha-russa indoor); a Submarine Voyage (onde se pode passear num submarino atômico pelos sete mares) e o monotrilho, que leva as pessoas a um passeio por todo o parque.

Outro meio de transporte da Disneylândia, e que pode ser usado para visitar todas as principais atrações, é o Maria-Fumaça. Walt Disney era maluco por esses trens, e tinha um deles em miniatura em sua própria casa, no qual levou Salvador Dali para passear (veja aqui). Os trens da Disneylândia funcionam hoje em dia com biocombustível criado a partir de óleo de cozinha usado nos hotéis do parque.

Atração inspirada pelo desenho animado “Dumbo”.

Legenda original da foto de 1955: “Este foguete na Disneylândia simboliza a Tomorrowland. Nesta atração, adultos e crianças podem ‘fazer um passeio’ de foguete para a lua. A simulação é feita com efeitos realistas”.

A Terra do Amanhã (Tomorrowland) sempre foi uma das “terras” mais populares do parque, depois da “Terra da Fantasia” e da “Terra da Fronteira”. Na foto abaixo, os visitantes descansam à sombra do famoso foguete, que foi um dos marcos da Disneylândia.

Em 1954, Disney teve a ideia de uma atração que continua uma das mais populares até hoje, a “Jungle Cruise’,  um tour guiado de sete minutos por selvas do mundo inteiro e no qual os visitantes curtem a exuberante vegetação tropical e animais exóticos.

Na foto, de 1964, Disney supervisiona a instalação de novos animais audioanimatrônicos na “Jungle Cruise”.

E, para encerrar, um slideshow que tenta resumir como foi essa jornada que já dura sessenta anos!

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Fonte:

MSN

Wikipedia