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Brindes que vinham nos produtos

Faz algumas semanas, postei uma reportagem sobre a Turminha Brava da Bardahl, uma campanha que fez muito sucesso no Brasil nos anos 1960. (aqui). Essa campanha gerou bonequinhos plásticos de brinde que se podia colocar no retrovisor dos carros.

O post teve tanta repercussão que as pessoas começaram a se lembrar de outros brindes do passado que vinham com produtos de consumo, ou que eram distribuídos em promoções de divulgação da marca. Por isso, decidi fazer um post relembrando alguns deles.

Mascote do Arroz Brejeiro

Toda dona de casa conhecia o arroz Brejeiro nos anos 60 e 70. Era uma das marcas mais vendidas no país e fazia muitos comerciais na TV. Durante anos, a empresa distribuiu seu mascote, o Brejeiro, um boneco com cara simpática, nos pacotes de 5 quilos. O sucesso foi tanto que logo apareceram também o boneco Marinheiro e todo o resto da família. Eu só tive mesmo o Brejeiro e, de fato, era um boneco muito simpático.

As Grandes Telenovelas

Nos anos 80, foi lançado um sabão em pó para concorrer com o líder da categoria, OMO. Era o sabão VIVA, que usou e abusou de brindes promocionais que vinham junto com o produto. Você comprava uma embalagem e vinha um exemplar de uma coleção de revistas, por exemplo. Com isso, o VIVA começou a morder participação do mercado do OMO, que logo reagiu. Eu trabalhava na Rio Gráfica (editora do grupo Globo que, depois, passou a se chamar Editora Globo) na época e oferecemos ao OMO uma coleção de livros de bolso para competir com eles.

O grande trunfo era que transformaríamos as telenovelas da TV Globo em romances. Claro que toparam, até porque as adaptações eram feitas pelos próprios autores. Foram lançados doze livros, que vinham como brinde junto com as caixas do sabão.

Os livros foram:

  • Irmãos Coragem, da novela de Janete Clair;
  • O Bem-amado, da novela de Dias Gomes;
  • Carinhoso, da novela de Lauro César Muniz;
  • Escalada, da novela de Lauro César Muniz;
  • Pecado Capital, da novela de Janete Clair;
  • Anjo Mau, da novela de Cassiano Gabus Mendes;
  • Locomotivas, da novela de Cassiano Gabus Mendes;
  • Dancin’ Days, da novela de Gilberto Braga;
  • Pai Herói, da novela de Janete Clair;
  • Marron Glacé, da novela de Cassiano Gabus Mendes;
  • Água Viva, da novela de Gilberto Braga;
  • Louco Amor, da novela de Gilberto Braga.

A promoção foi um sucesso brutal, com mais de 8 milhões de livros (e caixas de sabão em pó, óbvio) vendidos no Brasil, e mais uns  2 milhões em Portugal. Uma curiosidade: além de ser o editor da coleção, eu também cuidava dos contratos com os autores e negociei os direitos de imagem com os atores que aparecem na capa dos livros. Por isso, tive a oportunidade de conhecê-los quando levei os contratos para as assinaturas: Tarcísio Meira e Glória Menezes, uma simpatia; Ney Latorraca, Antonio Fagundes, a Betty Faria, maravilhosa… Foi muito divertido!

Elefantinho Shell

Por volta de 1966 ou 1967, ou seja, logo após o estrondoso sucesso da campanha da Bardahl, quem enchia o tanque nos postos da Shell ganhava de brinde esse elefantinho, que era o símbolo da marca. Hoje em dia, é um dos brinquedos mais procurados por colecionadores, pois poucos são encontrados em bom estado. Também cheguei a ter um desses.

Brasilino da Fábrica de Móveis Brasil

Uma das grandes lojas de móveis dos anos 70 e 80, a Fábrica de Móveis Brasil dava de brinde seu mascote, o boneco Brasilino, para quem fizesse uma compra. Ele era lembrado sempre por um de seus principais garotos-propaganda, Raul Gil. E tinha um comercial de TV que eu achava insuportável…

Gotinha da Esso

Os bonequinhos da Esso, também dos anos 60 e também distribuídos nos postos de gasolina, fizeram muito sucesso. Cheguei a ter o casalzinho, o gotinha e a gotinha, e o sucesso era amplificado porque havia comerciais de TV muito bem feitos, na forma de desenho animado, que deixavam os brindes irresistíveis para as crianças – que imploravam aos pais que fossem abastecer o carro nos postos Esso. “Só Esso dá ao seu carro o máximo!”. Anos depois a Esso lançou seu Tigre, mas esse não cheguei a possuir.

Robô no Ovomaltine

A série Perdidos no Espaço foi um sucesso gigantesco no final dos anos 60 no Brasil. Aproveitando-se disso, o achocolatado Ovomaltine deu de brinde nessa época uma réplica do robô da série. A campanha foi tão bem sucedida que muita gente ficou sem receber o robô prometido, porque o estoque havia acabado… Eu fui um deles… Snif!

Figuras de índios do Toddy

O Toddy (e Nescau e Ovomaltine) entraram no Brasil todos mais ou menos na mesma época. Mas foi o Toddy quem mais deu brindes em suas campanhas, enfatizando para as mães que suas crianças ficariam fortes. Nas embalagens de vidro vinham carros, aviões e um monte de outras coisas. E o Toddy ainda patrocinava programas de muito sucesso, como “Patrulheiros Toddy”, no começo dos anos 60.

A série era “Tales of the Texas Rangers” e exibida na TV americana entre 1955 e 1958.  Aqui, a série virou uma febre e, aproveitando-se do momento, o patrocinador passou a promover o sorteio de um uniforme completo de Patrulheiro Toddy. Basta para isso enviar o rótulo da embalagem de Toddy com nome, endereços, etc. E já viu, o sonho de todo moleque em 1961 era ganhar esse uniforme!

O programa era apresentado na TV por Dary Reis, cercado por moleques todos de uniforme. Que inveja a gente tinha dessas crianças!

A molecada consumia Toddy feito doida, porque também vinham índios de plástico dentro do frasco, em outra promoção! Essa foi em 1967, se não me engano:

Em cada vidro vinha uma figura plástica de índio. Eram doze modelos diferentes pra colecionar. Quem completasse os doze, levava até um posto de troca e recebia um brinquedo Forte Apache completo, ou um traje de cacique ou princesa da tribo. Os índios não eram inutilizados; eles eram devolvidos para as crianças apenas com uma marca para que não pudessem ser trocados de novo.

Gibis no sabão em pó Rinso

O sabão em pó Rinso foi o primeiro a ser fabricado no Brasil, em 1953, pela Unilever. Era o dono do famoso slogan “Rinso lava mais branco”, e já não é mais fabricado, tendo sido substituído pelo OMO. Mas ele lançou uma promoção muito interessante em 1971: uma coleção de 4 revistas de quadrinhos Disney, produzidas pela Abril. As revistas vinham embaladas em um plástico coladas no verso da caixa do sabão, e dava pra ver a revista antes de comprar o produto, evitando de comprar repetida.

Se você se lembrar de mais um desses brindes geniais, e que marcaram época, que tal me dar um toque? Posso preparar outro post com essas indicações!

 

 

 

 

 

Fonte:

vejasp.abril.com.br

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A História da Menstruação contada pela Disney

A Segunda Guerra Mundial foi um período trágico no século XX. Não apenas por ter convulsionado a Ásia e a Europa e provocado milhões de vítimas, mas também por ter criado um período de grandes dificuldades econômicas para todo o planeta.

Os Estados Unidos só entraram diretamente na guerra em 1941, depois do ataque japonês em Pearl Harbor. Mas, antes disso, o país vinha apoiando os aliados, principalmente a Inglaterra, enviando armas, alimentos e munição por navio. Esse esforço de guerra, bastante ampliado mais tarde, canalizou os recursos do país para a produção de armamentos, navios e aviões, e treinamento dos soldados.

Isso, evidentemente, afetou as empresas americanas e a Walt Disney Productions foi uma delas. Além de ver o mercado europeu praticamente desaparecer, muitos dos animadores do estúdio foram convocados para as Forças Armadas. Um contrato exatamente com o governo acabou salvando a empresa. Por esse contrato, Disney deveria produzir centenas de horas de animação e milhares de desenhos e insígnias para todas as frentes do governo.

Afinal, os esforços de guerra eram válidos e aceitáveis. E todos sabiam que uma guerra de propaganda estava sendo travada em todos os fronts, portanto nenhuma oportunidade poderia ser dispensada para consolidar o moral do país.

A ilustração acima, para a edição de setembro de 1942 da revista Coronet, mostrava os personagens Disney na linha de frente, como milhares de outros nos campos de batalha da Europa e Ásia. O Donald, como marinheiro, simboliza que a caneta é agora igual à espada, enquanto outros personagens representam uma variedade de papéis em tempo de guerra: os porquinhos simbolizam o poder da indústria, Minnie é uma voluntária da Cruz Vermelha, Dunga compra bônus de guerra, Flor é membro do serviço de guerra química e Tambor é sinalizador do exército. O tigre voador e o esquadrão mosquito representam as mais de 1.200 insígnias criadas nos estúdios Disney.

Esse período fez com que Disney e seus criativos mergulhassem em temáticas até então distantes das produções costumeiras. Eles criaram projetos para o Departamento de Tesouro, incentivando a poupança. Campanhas de higiene e escovação de dentes, de doação de sangue, de racionalização dos alimentos (na época da guerra, além do petróleo, o país sofreu com racionamento de açúcar, café, carne, laticínios, etc etc) e muitas e muitas outras.

Depois da guerra,  Walt embarcava de novo em suas grandes produções para o cinema e começava a desenhar seu projeto mais ambicioso, a construção da Disneylândia, sonhando ao mesmo tempo em explorar aquela novidade que surgia, a televisão.

Os filmes-pacote produzidos até então, como “Alô Amigos” ou “Você já foi à Bahia” (acima), que consistiam de 3 ou 4 média-metragens de produção mais rápida e mais barata, e filmados ao mesmo tempo que as encomendas do governo, não davam muito lucro. E dinheiro era o que o estúdio mais precisava.

Aproveitando as competências aprendidas na produção dos curta-metragens, eles foram oferecer seus serviços para as grandes empresas, criando então filmes educativos sob encomenda e inaugurando, por assim dizer, essa prática que até então não era disseminada. Seriam o que hoje chamamos de “comerciais de TV”, só que mais compridos e exibidos nos cinemas, ou em projeções fechadas para públicos específicos.

Essa vertente não durou muito. Primeiro, porque Walt estava mais interessado em expandir a produção para o cinema, tanto em longa-metragens de animação (“Alice no País das Maravilhas”) quanto documentários e “live-actions” (ele começava a planejar “Vinte Mil Léguas Submarinas”). Segundo, porque vários animadores tinham saído dos estúdios para trabalhar na concorrência, alguns até fundando seu próprio estúdio, a UPA.

Mas alguns desses filmes sobreviveram ao tempo, como “A História da Menstruação”.

“The History of Menstruation” foi encomendado em 1946 pela Companhia Cello-Kotex International (atual Kimberly-Clark) e exibido para cerca de 105 milhões de estudantes americanos em aulas de educação sobre a higiene feminina. Ele foi considerado o primeiro filme a usar a palavra “vagina”.

Imagine que, naquele tempo, as pré-adolescentes não recebiam muita informação sobre sexualidade, o que poderia causar espanto em muitas delas quando a primeira menstruação chegava. O assunto ainda era um tabu para as mães.

O curta, de dez minutos, foi feito sob consultoria de um ginecologista, algo que aumentava a credibilidade da produção, e foi ainda distribuído com um livro chamado Very Personally Yours, que tinha informações sobre o assunto e anúncios sobre absorventes e coisas do gênero.

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O curioso é ver a visão bastante antiquada e recatada que se tinha sobre sexualidade, tanto que não há referências a sexo ou reprodução, apenas as questões comuns sobre o processo menstrual e higiene. Outro ponto curioso é notar que a narradora afirma que a menstruação não tem nada de misterioso e estranho… E o filme mostra mulheres em atividades “normais”, como cavalgando, tomando banho ou dançando durante o ciclo menstrual. Como não há referência a sexualidade, tudo é apresentado mais como um problema de higiene, tanto que a menstruação é branca, e não vermelha.

E, claro, como o projeto era patrocinado, nos anúncios do Kotex no livreto, as meninas eram desencorajadas a usar o absorvente interno, cujo mercado era dominado pelo Tampax, da concorrente Procter & Gamble.

Seja como for, o valor histórico e nostálgico de assistir a uma produção dessas da Disney é inquestionável.

Desfrute dessa experiência agora:

 

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Leia, Solo, Vader: saiba a origem de nomes dos personagens de “Star Wars”

 

A saga “Star Wars” nunca foi tão popular quanto atualmente. A caminho de se tornar o filme mais visto da história do cinema, o sétimo episódio tem despertado o interesse de fãs e não-fãs por tudo que se relaciona à sua produção. E um dos temas mais curiosos é a origem dos nomes de seus principais personagens.

O site de línguas “Babbel” fez um glossário com a origem e a etimologia de nomes de personagens. Confira algumas curiosidades:

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Chewbacca – O copiloto de Han Solo e braço direito do contrabandista espacial foi inspirado no cachorro de George Lucas, o criador da franquia. O animal, da raça Malamute, do Alasca, se chamava Indiana, nome que pode ter dado origem mais tarde ao aventureiro Indiana Jones. Já em relação à origem do nome do wookie favorito da série, acredita-se que está relacionada com a palavra cachorro em russo.

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Darth Vader – A hipótese mais aceita sobre o nome do vilão mais famoso de “Star Wars” seria a de “Dark Father”, já que “Darth” é parecido com “dark” e “Vader” em holandês significa “pai”. Mesmo assim, o próprio George Lucas teria afirmado que o nome surgiu da combinação entre as expressões “death water” e “dark father”.

Han Solo – A origem do nome do famoso contrabandista espacial e piloto da potente nave Millenium Falcon surge de Han, uma forma arcaica de John, e de Solo, como o sobrenome de Napoleon Solo, da série de televisão da década de 1960 “The Man From U.N.C.L.E”.

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Obi Wan-Kenobi – Um dos jedis mais importantes da saga teve seu nome influenciado pelos filmes de Kurosawa. Em japonês, “obi” é a faixa que prende o quimono, “ken” é “espada” e “wan” se parece com o termo “san”.

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Jedi – Por falar em “jedi”, a palavra Jedi, que define os cavaleiros do lado bom da Força, pode ter várias origens. Uma delas provém dos lordes de Barsoom do livro de Edgar Rice Burroughs, conhecidos por Jed Jeddark. Outra teoria é que o nome teria se inspirado nos filmes de Akira Kurosawa, já que o tipo de roupa usado pelos seus personagens se chama “jidaigeki”.

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Luke Skywalker – O nome de um dos protagonistas mais importantes da franquia é derivado do grego “Loukas”, similar a “Leukos”, que significa luz. Essa hipótese é bem aceita pelos fãs de “Star Wars”, pelo fato do personagem lutar contra o lado negro da Força. O nome também teria uma grande ligação com o sobrenome de George Lucas. Já Skywalker, traduzido do inglês, significa “peregrino do céu”.

Yoda – A origem do nome do mestre jedi mais poderoso de todos (pegando carona com Luke na imagem acima) não é muito certa, mas duas teorias existem sobre ela. O nome poderia ter sido influenciado pelas palavras “yoddha”, que em sânscrito significa “guerreiro”, ou yodea, que em hebreu é “aquele que sabe”.

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Princesa Leia Organa – A princesa e uma das líderes rebeldes contra o Império tem um nome que lembra muito o da princesa Dejah Thoris (que se pronuncia Déia Tóris), do clássico de Edgar Rice Burroughs, “John Carter of Mars”, da década de 1930. Já Organa seria uma referência à escolha da personagem de ficar do lado natural e orgânico da Força.

 

A saga começou na década de 1970, quando o então desconhecido George Lucas escreveu um roteiro para seis horas de filme. Após ter o trabalho rejeitado, ele dividiu a peça em seis episódios e conseguiu aval para produzir os três últimos. O filme “Star Wars” foi lançado em 25 de maio de 1977 e conquistou a maior bilheteria do ano: $775,3 milhões de dólares. A partir de então, Lucas produziu os demais episódios e tornou-se um dos mais respeitados empreendedores de Hollywood. Atualmente, a saga já rendeu mais de $20 bilhões de dólares e tem fôlego para muito mais, sob o comando da Disney.

Vamos aguardar os próximos episódios!

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Confira o calendário com algumas das maiores estreias do cinema em 2016

Para você que gosta de cinema, segue uma lista das grandes estreias do ano que se inicia. Fique atento, reserve espaço na sua agenda, e grana em seu bolso. Há muita coisa boa vindo por aí, como Batman Vs. Superman, Capitão América 3, Independence Day 2, Kung Fu Panda 3, Star Trek 3, entre outros!

4 de fevereiro: O Regresso (The Revenant, 2015)
No século 19, o explorador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) comanda uma ação no rio Missouri, EUA. No local ele acaba sendo atacado por um urso e seu filho morre. Em vez de ajudarem, os trabalhadores que o acompanhavam o deixam à própria sorte. Para a surpresa do grupo, o explorador sobreviveu e ele está sedento por vingança. O Leo di Caprio é uma grande aposta para receber o Oscar de melhor ator por seu desempenho nesse filme.

11 de fevereiro: Deadpool (Idem, 2016)
O mercenário Wade Wilson (Ryan Reynolds) é um anti-herói do universo Marvel, conhecido como Deadpool. Depois de ser submetido a um experimento para ganhar fator de cura, o mercenário tagarela, armado com suas habilidades e um senso de humor negro, vai atrás do homem que quase destruiu sua vida.

18 de fevereiro: Zootopia – Essa Cidade é o Bicho (Zootopia, 2016) – animação da Disney
Habitante de Zootopia, Nick Wilde, uma raposa falastrona, é acusada por um crime que não cometeu e foge. A melhor policial da cidade, uma coelha, segue seu rastro implacavelmente determinada a fazer justiça, mas os dois inimigos acabam se unindo ao se verem vítimas de uma grande conspiração. Outra grande aposta do ano, desta vez da Disney.

3 de março: Kung Fu Panda 3 (Idem, 2016)
O desajeitado urso panda Po (dublado originalmente por Jack Black), segue sua jornada ao lado do mestre Shifu (Dustin Hoffman), Tigresa (Angelina Jolie), Macaco (Jackie Chan), Víbora (Lucy Liu) e Louva-Deus (Seth Rogen). O grupo precisa enfrentar uma força sobrenatural e Po vai finalmente conhecer o seu pai verdadeiro, que havia sumido.

17 de março: A Série Divergente – Convergente (The Divergent Series: Allegiant, 2016)
A sociedade baseada em facções, na qual Tris Pior (Shailene Woodley) acreditou um dia, desmoronou, destruída pela violência e por disputas de poder. Agora, Tris terá de lidar com novos desafios e se vê mais uma vez forçada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

24 de março: Batman Vs. Superman – A Origem da Justiça (Batman v Superman: Dawn Of Justice, 2016)
Após os eventos de O Homem de Aço, Superman (Henry Cavill) divide a opinião da população mundial. Enquanto muitos contam com ele como herói e principal salvador, vários outros não concordam com sua permanência no planeta. Bruce Wayne (Ben Affleck) está do lado dos inimigos de Clark Kent e decide usar sua força de Batman para enfrentá-lo. Enquanto os dois brigam, porém, uma nova ameaça ganha força. O trailer já está rodando nas nossas telas.

14 de abril: Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book, 2016)
Baseado na série literária de Rudyard Kipling, a trama gira em torno do jovem Mogli (Neel Sethi), garoto de origem indiana que foi criado por lobos em pela selva, contando apenas com a companhia de um urso e uma pantera negra. Mais um aguardado lançamento da Disney.

28 de abril: Capitão América 3 – Guerra Civil (Captain America: Civil War, 2016)
Os fãs da Marvel esperam este filme com ansiedade. O Capitão América (Chris Evans) lidera a nova equipe dos Vingadores em seus esforços para manter a humanidade em segurança. Depois que outro incidente internacional envolvendo os Vingadores causa danos consideráveis, o aumento da pressão política resulta na implementação de um sistema de responsabilidade e um conselho governamental. O ato divide as opiniões, originando duas facções. Uma se alia ao Capitão América, sem a interferência do governo. Já a segunda é liderada pelo Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), que decide apoiar as decisões governamentais.

19 de maio: X-Men – Apocalypse (X-Men: Apocalypse, 2016)
A Marvel, agora da Disney, também fez altas apostas neste filme. En Sabah Nur, mais conhecido como Apocalipse, se considera o mutante mais antigo que existe. O vilão retorna com planos de mergulhar o mundo em um apocalipse para garantir a supremacia. Hora de reunir os X-Men para enfrentar a ameaça global.

9 de junho: Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos (Warcraft, 2016)
A região de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.

9 de junho: Truque de Mestre 2: O 2º Ato (Now You See Me 2, 2016)
Após enganar o FBI um ano antes, o grupo de mágicos é forçado a se reunir mais uma vez e realizar uma nova série de golpes elaborados que culminarão na maior ilusão que já fizeram até agora.

23 de junho: Independence Day – O Ressurgimento (Independence Day: Resurgence, 2016)
Depois da destruição que alienígenas fizeram 20 anos atrás, a população mundial sempre soube que um dia eles voltariam. O governo americano se prepara para um novo ataque usando a tecnologia alienígena recuperada no primeiro ataque. Mas isso não é o suficiente e as pessoas se unem para lutar mais uma vez pela liberdade e evitar a aniquilação.

14 de julho: As Caça-Fantasmas (Ghostbusters, 2016)
Na Universidade de Columbia, um grupo de estudantes de física realiza experiências avançadas sobre as dimensões da existência. Mas quando os testes dão errado, um grupo de caça-fantasmas formado por Erin (Kristen Wiig), Abby (Melissa McCarthy), Jillian (Kate McKinnon) e Patty (Leslie Jones) precisa solucionar este caso.

1 de julho: A Lenda de Tarzan (The Legend of Tarzan, 2016)
Releitura da clássica lenda de Tarzan, na qual um pequeno garoto órfão é criado na selva, e mais tarde tenta se adaptar à vida entre os humanos. Na década de 30, Tarzan (Alexander Skarsgård), aclimatado à vida em Londres com sua esposa Jane (Margot Robbie), é chamado para retornar à selva onde passou a maior parte da sua vida onde servirá como um emissário do Parlamento Britânico. O vilão é o Capitão Ron (Christoph Waltz).

21 de julho: Star Trek: Sem Fronteiras (Star Trek Beyond, 2016)
Após sofrerem com a ira de John Harrison/Khan (Benedict Cumberbatch), Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoe Saldana), McCoy (Karl Urban), Sulu (John Cho), Chekov (Anton Yelchin) e Scotty (Simon Pegg) retornam à Enterprise para uma nova e difícil aventura intergaláctica.

4 de agosto: O Esquadrão Suicida (Suicide Squad, 2016)
Reuna um time dos super vilões mais perigosos já encarcerados, dê a eles o arsenal mais poderoso do qual o governo dispõe e os envie a uma missão para derrotar uma entidade enigmática e insuperável que a agente governamental Amanda Waller (Viola Davis) decidiu que só pode ser vencida por indivíduos desprezíveis e com nada a perder. Então, assim que o improvável time percebe que eles não foram escolhidos para vencerem, e sim para falharem inevitavelmente, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando concluir a missão ou decidem que é cada um por si?

3 de novembro: Doutor Estranho (Doctor Strange, 2016)
O neurocirurgião Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) sofre um acidente e como sequela ele perde a habilidade com as mãos. Desesperado para voltar a ser um médico de prestígio, Stephen vai ao Himalaia em busca de cura e lá se torna aprendiz de um mestre, que o ajuda a se tornar o grande mago.

15 de dezembro: Star Wars – Rogue One (Rogue One: A Star Wars Story, 2016)
No primeiro filme derivado da franquia Star Wars, guerreiros rebeldes partem em missão para roubar os planos da Estrela da Morte e trazer nova esperança para a galáxia. A história se passa antes dos eventos do episódio IV “A Nova Esperança”, então Darth Vader deve aparecer nesse filme!

 

 

 

 

 

 

 

 

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Donald no País da Matemática

Em 1959, Walt Disney estava lançando um filme que era um de seus projetos mais pessoais , “A Lenda dos Anões Mágicos” (Darby O’Gill and the Little People). Esse filme, sobre o qual falo aqui, foi notável por ser um dos primeiros papéis da carreira de Sean Connery, então com 29 anos, e também porque era exibido junto com um curta-metragem que se tornou um clássico: “Donald no País da Matemágica”.

Donald no País da Matemágica (“Donald in Mathmagic Land”) é um curta de 27 minutos, estrelado pelo Donald, e que foi disponibilizado para várias escolas mais tarde, tornando-se um dos mais populares filmes educativos já feitos pela Disney.  Na época, foi lançada uma revista em quadrinhos baseada no curta que também fez enorme sucesso.

Essa história foi publicada muitas vezes no Brasil, a primeira delas em 1967, na revista “Tio Patinhas”:

Walt Disney, uma vez, comentou sobre o filme: “O desenho animado é um bom meio para estimular o interesse. Recentemente explicamos a matemática em um filme e conseguimos estimular o interesse do público neste assunto tão importante.”

Realmente, Disney e sua equipe foram brilhantes em transformar um tema tão árido num desenho tão inteligente e divertido. Afinal, Donald se encontra com Pitágoras, entende a Regra de Ouro, recebe uma explicação sobre as proporções ideais do corpo humano, faz alguns jogos mentais e o desenho termina com uma citação de Galileu Galilei.

Se você nunca assistiu esse curta-metragem, recomendo que o faça, e chame seus filhos para ver. Vai valer muito a pena!

Caso você prefira assistir na versão original (e sem legendas), aqui está.

Divirta-se!

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Cenas de filmes antes e depois dos efeitos especiais

Grandes sucessos de bilheteria atualmente dependem cada vez mais dos técnicos e especialistas em efeitos especiais. Claro que boas histórias e bons atores nunca serão dispensáveis, mas filmes arrasa-quarteirões como “Planeta dos Macacos” ou “Avatar” provavelmente não teriam sido tão convincentes em seus universos fantásticos sem esses truques. Que, quanto mais perfeitos forem, menos a gente vai perceber – e aí reside a magia eterna do cinema.

Veja nas cenas abaixo o quanto os efeitos especiais são fundamentais em muitos filmes.

Caçadores de Obras-Primas

Cenas-de-grandes-Filmes-antes-e-depois-dos-Efeitos-Especiais (19)

Homem de Ferro

Cenas-de-grandes-Filmes-antes-e-depois-dos-Efeitos-Especiais (22)

As Aventuras de Pi

Cenas-de-grandes-Filmes-antes-e-depois-dos-Efeitos-Especiais (25)

Planeta dos Macacos: a Origem

Cenas-de-grandes-Filmes-antes-e-depois-dos-Efeitos-Especiais (29)

Os Vingadores

Cenas-de-grandes-Filmes-antes-e-depois-dos-Efeitos-Especiais (31)

Malévola

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Alice no País das Maravilhas

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Gravidade

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Matrix

Piratas do Caribe: O Baú da Morte

The Walking Dead

300

Batman, o Cavaleiro das Trevas

Uncategorized

Os carros do futuro

John Sutherland foi um proeminente diretor e produtor de curtas animados para o cinema e, principalmente, para a TV americana durante os anos 50 e 60.

sutherlandDepois de ter trabalhado nos estúdios Disney como diretor de diálogos do filme Bambi, e de ter criado o personagem Tambor no mesmo filme, Sutherland saiu do emprego em 1940 e foi indicado pelo próprio Walt Disney para outros trabalhos, pois o ex-patrão gostava muito dele. Uma dessas indicações, que significou uma nova carreira para o jovem redator e animador, foi para Darryl Zanuck, presidente da 20th Century-Fox em 1941. Zanuck queria produzir filmes de treinamento, e graças à indicação de Walt, contratou Sutherland, que escreveu e dirigiu 17 filmes de treinamento com atores, todos direcionados para as Forças Armadas durante a II Guerra Mundial.

O sucesso foi tão grande que ele então abriu seu próprio estúdio de animação logo após o final da guerra, voltado essencialmente à propaganda e publicidade, além de filmes educativos e de treinamento para organizações públicas e privadas e filmes patrocinados por grandes corporações,  tornando-se um dos pioneiros nesse segmento da indústria cinematográfica.

Pelo Sutherland Studios passaram alguns dos grandes nomes da animação do século XX: Joseph Barbera, William Hanna, Emery Hawkins, Frank Tashlin, Bill Melendez e muitos outros.

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Os filmes de John Sutherland são relíquias de tempos mais inocentes, mas continuam divertindo ao mesmo tempo em que educam, e se tornaram clássicos da propaganda.

Um dos melhores exemplos é o curta-metragem que posto logo abaixo, de 1956, que fala da evolução dos itens de segurança nos automóveis desde os primeiros modelos, e que antecipou (ou chegou perto) de muitas coisas que vemos hoje: carros que se locomovem sozinhos, informação instantânea ao pressionar um botão, os filmes em 3D… E aquela revista interativa e animada que o personagem lê na primeira cena pode ser vista como um tablet acessando a internet!

Confira.

(ps- infelizmente, não encontrei nenhuma versão legendada desse filme, mas creio que, mesmo sem entender inglês, é possível perceber a mensagem do desenho)

Notou que muitas ideias desse mundo do futuro se parecem com aquelas dos “Jetsons”, produção de Hanna-Barbera de 1962?