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5 MITOS SOBRE O PREPARO DO MACARRÃO

Jogar o macarrão na parede? Adicional sal à água? Esses truques funcionam mesmo?

Macarrão é uma delícia e todo mundo ama! Cozinhar essa maravilha é bem simples, e sempre tem um truque ou outro para facilitar o processo. Mas será que esses truques funcionam mesmo? Pensando nisso, o TudoGostoso está aqui para desvendar alguns mitos e saber o que é realmente importante para fazer o seu macarrão ficar cada vez mais gostoso!

Jogar o macarrão na parede: se grudar, está no ponto

Fala a verdade: você já tentou jogar um fio de macarrão na parede para ver se ele grudava! Muita gente pensa que essa é a melhor maneira de saber o ponto certo, mas vamos parar com isso?! Isso não quer dizer nada: o macarrão é revestido com uma fina camada que irá fazer com que ele grude na parede, estando totalmente cozido ou não! Para saber se ele está bom, basta provar e você perceberá se ele está al dente!

Colocar sal na água faz com que ele cozinhe mais rápido

Não faz! Essa prática, na verdade, fará o contrário. O sal aumentará o ponto de ebulição, fazendo com que a água demore mais para ferver. O sal só deve ser utilizado para temperar o macarrão mesmo. Não precisa ter pressa!

Adicionar óleo na água evita que o macarrão grude

Por favor, parem de colocar óleo na água do macarrão para que ele não grude! Esse mito é antigo e muita gente ainda acredita nele. O óleo não faz com que o macarrão não grude; ele faz com que o molho não se fixe na massa, e você não quer isso!  A única maneira de fazer com que a massa não grude é mexer durante o cozimento. Portanto, nada de óleo! Para os italianos, isso chega a ser um insulto!

Lavar o macarrão com água fria após o cozimento impede que ele fique mole demais

Ao lavar o macarrão com água fria, você estará removendo todo o amido presente nele e isso pode alterar a sua textura. Agora, se você estiver preparando um prato frio, como salada de macarrão, essa prática está liberada!

Quebrar a massa faz com que ela cozinhe mais rápido

Se você é daqueles que parte a massa ao meio para cozinhar, pode ir parando: isso não é necessário! Quebrar a massa não fará com que ela cozinhe mais rápido, apenas fará com que ela caiba melhor na sua panela! Aliás, o que determina o tempo de cozimento é o diâmetro e não o comprimento da massa.

 

 

 

Fonte:

blog tudogostoso.com.br

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Tempurá – Origem e Receita

Tempurá [天ぷら] é um prato muito popular no Japão e a receita foi trazida por jesuítas portugueses em meados do século XVI. Segundo a tradição católica, não se deve comer carne vermelha durante a Quaresma e o tempurá de legumes e frutos do mar passou a ser uma alternativa de alimentação para os missionários. Os portugueses acabaram sendo expulsos pelos japoneses, que não queriam ser catequizados e ficaram somente com a sua herança gastronômica: o tempurá.

A origem do nome “Tempura” ainda é bem controversa. Uns dizem que se originou de “Tempora”, uma palavra em latim que se traduz como “um período de tempo” e que provavelmente fazia referência aos 40 dias da Quaresma. Outros dizem que Tempura surgiu a partir da palavra portuguesa“Tempero”.

De qualquer maneira, esse prato agradou ao paladar japonês e, apesar da receita ter vindo do Ocidente, tornou-se um dos pratos mais clássicos da culinária japonesa, tanto que até possui um kanji* específico para denominá-lo: 天麩羅. Quer dizer então que o tempurá é um prato japonês? Sim, pois assim como o gyozaque tem origem chinesa, as versões japonesas são muito diferentes dos pratos originais.

Os japoneses adaptaram a receita, deixando a massa mais fina, usando um óleo mais leve e acrescentando mais vegetais, até chegar ao que conhecemos hoje em dia. O tempurá se popularizou quando passou a ser vendido em barracas de rua e hoje existem restaurantes especializados nesse prato.

Que pode ser feito com uma grande variedade de legumes, como repolho, berinjela, abóbora, cenoura, cebola, vagem, brócolis,  ou com peixes e camarão. O segredo está na massa, que deve ser bem fluida, e no molho agridoce, que dá sabor especial e um toque puramente japonês.

Confira abaixo uma receita super fácil!

Receita de Tempurá de legumes e camarão

Ingredientes

  • 1 cebola
  • 1 cenoura
  • 1 pimentão verde
  • 4 vagens
  • 1/4 de abóbora japonesa
  • 1 batata-doce
  • 4 ervilhas-tortas
  • 1/2  berinjela
  • 1/4 de pé de couve-flor
  • 1/4 maço de brócolis
  • 4 camarões pistola

Massa

  • 4 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 ovo
  • 1 litro de água gelada
  • 1 saquinho de sazón (amarelo ou laranja) – opcional

Molho

  • 2 xícaras (chá) de caldo de peixe
  • 1/2 xícara (chá) de shoyu
  • 1 xícara (café) de saquê mirim
  • 1/4 xícara (chá) de nabo ralado(s)

Modo de Preparo

Como fazer

  1. Corte a cebola em rodelas e depois corte-as ao meio, espetando um palito para os anéis não se separarem.
  2. Corte a cenoura em fatias finas.
  3. Corte o pimentão em fatias finas.
  4. Corte a vagem ao meio sem separá-la totalmente, deixando 1 cm na base.
  5. Corte a abóbora japonesa em fatias finas.
  6. Corte a batata doce em fatias finas.
  7. Tire as pontas da ervilha torta e o fiapo fibroso que fica na lateral.
  8. Corte a berinjela em fatias finas.
  9. Corte a couve-flor em talos pequenos.
  10. Corte o brócolis em talos pequenos.
  11. Limpe e tire a casca do camarão e faça três cortes horizontais na barriga, para que ele fique reto na hora de fritar.

Massa

  1. Bata o ovo levemente.
  2. Misture a água gelada com o ovo.
  3. Acrescente a farinha toda de uma vez e misture, não se preocupando em dissolver totalmente a farinha. Pode deixar alguns grumos. Eles dão crocância durante a fritura.
  4. Acrescente o camarão e os legumes e frite-os em óleo quente (180º C) por 1 a 3 minutos, colocando com uma colher pequenos bolinhos, até que fiquem ligeiramente dourados.
  5. Retire do óleo e deixe-os escorrer em uma grade (melhor que no papel absorvente, que vai deixar o tempurá encharcado). Você pode improvisar um escorredor de frituras com seu escorredor de louças.

Molho

  1. Misture o caldo de peixe, o shoyu e o sake mirim e aqueça-os em uma panela.
  2. Antes de servir com o tempurá, acrescente o nabo ralado.
Dicas:
– Para se fazer um bom tempurá, é importante que a água esteja bem gelada e a farinha não se dissolva totalmente, ficando empelotada.
– A massa do tempurá é a última coisa que deve ser feita.
– Se você não for usá-la completamente, faça apenas meia receita, pois ela não pode ser guardada.
– Para saber se o óleo está na temperatura exata, jogue um pouco de massa. Se ela subir à superfície rapidamente, o óleo está no ponto.
– Certifique-se de que os legumes e os camarões estejam bem secos.
– Para o molho, você poderá usar caldo de peixe em tabletes ou em pó.
– Se você quiser um tempurá mais dourado, use mais um ovo.
– Os ingredientes são apenas uma sugestão, você poderá usar qualquer tipo de legumes ou frutos do mar.

 

 

 

 

*Os kanji (漢字) são caracteres da língua japonesa adquiridos a partir de caracteres chineses, da época da Dinastia Han, que se utilizam para escrever em japonês junto com os caracteres katakana e hiragana. No mundo ocidental, kanji também é sinônimo de ideograma.

 

 

Fonte:

Silvia Kawanami, Japão em Foco

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7 habilidades que todo mundo devia ter

Existem certas habilidades que só ajudam a melhorar a nossa qualidade de vida. Seja vivendo numa grande metrópole ou numa cidade pequena, ou morando sozinho – ou mesmo com uma família numerosa. São habilidades que deixam a pessoa mais independente, mais capacitada a enfrentar situações inesperadas e que contribuem para lhe dar mais segurança. Confesso que não domino todas, mas estou a caminho disso…

1. Pregar um botão: ainda não domino essa complicada técnica, da última vez costurei o botão da camisa junto com as costas dela… Mas, eu chego lá! Depois de anos de estudo, concluí que a primeira coisa a se fazer é montar um kit básico,  contendo agulha, tesoura, linhas de cores variadas, fita métrica e mais alguma coisa que ainda não sei o que é, mas que vou colocar lá, porque achei o kit muito mixuruca. Descobri também que o segredo é usar linha dupla na agulha e dar o nó na ponta. Deve-se dar várias voltas pelos furinhos do botão, mantendo a linha sempre esticada. Depois de pregar, basta fazer dois nós do lado de dentro da roupa, para que o botão não solte mais. Isso eu já sei, só não consegui ainda fazer os nós…

2. Passar camisa: essa é complicada, além de muito chato de fazer – pra mim, é um verdadeiro esporte radical! Esquenta o ferro, correndo o risco de se queimar com ele, depois estica a roupa e não pode se distrair senão queima o tecido, maior adrenalina! Sem contar a descoberta que eu fiz: não dá pra passar roupa e ficar mandando mensagens pro Facebook ao mesmo tempo… Disseram que o segredo é começar pelas partes menores, passar primeiro a gola, os punhos, as mangas e, por último, as costas e a frente da camisa. E que ter um bom ferro e uma boa mesa facilitam muito… Será que passar no chão, como eu faço, é que complica as coisas?

3 Trocar pneu: ah, ah, ah! Nisso sou mestre (veja a foto abaixo, eu e meus camaradas trocando o pneu do carro em movimento…). Muitas seguradoras já oferecem esse serviço extra. Porém, se você estiver com muita pressa, é melhor saber se virar. O mais importante é checar se o seu carro está equipado com as ferramentas necessárias: triângulo, chave de roda e macaco. E, claro, o estepe, e que esteja perfeito. Pra não passar o que sofreu um amigo: só na hora do aperto ele viu que o estepe também estava furado!

4. Fazer um drink: outra habilidade em que sou campeão. E não me limito a caipirinha, não, sei fazer desde Manhattan até um dry martini matador. Na verdade, eu tinha até um livro que me servia de bíblia, com 100 drinques famosos. Comprei também todas as bebidas, licores, coqueteleira, colher, copos especiais… Acho o máximo misturar isso com aquilo, uma verdadeira alquimia, e minha única frustração é não ter ainda conseguido voluntários pra me ajudar a misturar um drinque como na foto abaixo…

5. Trocar fralda: essa é terrível, eu sei, mas há ocasiões em que não tem jeito e você tem que literalmente colocar a mão na… Er… massa. Meu genro passou por isso faz poucas semanas e não conseguiu realizar o feito, depois de passar mal e se ver obrigado a chamar o Hugo.  A solução dele foi trancar a porta do quarto contaminado – não me lembro se com a bebê dentro… –  e aguardar até que a mãe chegasse. Mas não é tão difícil assim: depois de colocar uma máscara contra gases, vestir luvas e se armar de coragem, a primeira coisa que terá de fazer, após retirar a fralda suja, é limpar a pele do bebê com algodão embebido em água morna, ou usando um lencinho umedecido, para remover os resíduos de urina e fezes. A seguir, basta secar a pele da criança com uma fralda de pano, passar uma camada fina da pomada que previne assaduras e fechar a fralda descartável. Eu sei, eu sei, parece simples (e é mesmo!), mas tenho uma dica extra: se a coisa estiver muito feia, tome um drinque (ou mais de um!) antes dessa seção de tortura – mas não exagere, pra não correr o risco de a mãe chegar e ver o bebê com a fralda descartável presa na cabeça.

6. Dar nó em gravata: é uma verdadeira ciência, e depois de anos de tentativa, desisti. Minha solução foi comprar uma gravata, pedir à vendedora da loja que desse o nó pra mim e, desde então, guardo a gravata com o nó pronto. Quando preciso, enfio a gravata por cima da cabeça e saio todo pimpão, com as pessoas admirando aquele nó clássico que elas pensam que eu que fiz! Mas há uma saída para quem é mais habilidoso que eu, e mais paciente também: depois que descobri que existem inúmeros tipos de nó de gravata, fiquei sabendo que há na internet diversos passo a passo com fotos e desenhos, além de tutoriais em vídeo, que resolvem o problema de quem não tem intimidade com o assunto. No meu caso, ainda vem servindo a minha gravata com nó pronto…

Devia é existir um curso, com provas regulares, TCC, diploma e pós-graduação. Eu me matricularia.

7. Cozinhar: outra habilidade que ainda me falta. Meu último arroz estava incomível e serviu como argamassa na obra do vizinho. Meu ovo frito grudou de tal forma na frigideira que não saiu nem com formão, e a frigideira foi pro lixo com aquela espécie de durepoxi que não saía. E o miojo ficou tão cozido que não havia garfo que segurasse, e comer com a mão, como Conan, o Bárbaro, não foi opção. Nem mesmo a pipoca de microondas deu certo: esqueci no forno de microondas da casa de uma amiga e a fumaça do queimado era tanta que os vizinhos chamaram os bombeiros, pensando que fosse incêndio.  Já me aventurei várias vezes na cozinha, seguindo conselhos de gente que se preocupa com o bem-estar dos ingredientes que manipulo: “tente fazer algo de que goste muito; leia livros de receitas; assista programas de culinária; não tenha medo de errar”. Sei que esses conselhos são válidos e ainda não me dei por vencido, porque a última lição que aprendi foi que só precisamos de dois ingredientes básicos: coragem e fome (e um ingrediente extra, no meu caso: aprender como se acende o forno). Me aguardem!

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Oito Erros na Cozinha, pelo Dr. Bactéria.

1° erro:
Lavar as carnes debaixo da torneira.
Primeiro, você perde nutrientes. A carne fica esbranquiçada.
Segundo: a contaminação que existe vai aumentar, porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda. A única carne que se lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.

2° erro:

Colocar detergente direto na esponja, o que leva ao exagero.
O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja.
Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente. O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode no futuro dar um problema para a sua saúde. Para limpar sem exagero, você precisa apenas de oito (8) gotas de detergente em um litro de água.

3° erro:
Usar tábua de carne de madeira.
Na tábua de madeira as bactérias ficam te aplaudindo! Tábua tem que ser de plástico.

4° erro:
Não guardar comida quente na geladeira.
Este é um dos um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa… Não há erro em guardar comida quente na geladeira.
O único problema é que vai aumentar  o consumo de energia, mas não vai estragar a geladeira de modo algum.

5° erro:
Guardar comida quente na geladeira com o recipiente tampado.
O ar frio vai bater na tampa. Vai demorar muito para resfriar e as bactérias vão adorar!
Então, coloque tudo destampado. Depois de duas horas você pode fechar.

6° erro:
Furar a lata de leite condensado e utilizá-la várias vezes.
As pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinho, um de cada lado.
Sai leite condensado por um lado e pelo outro entra uma chuva de bactérias. Abram a lata inteira e passem o leite condensado para um recipiente que pode ser de plástico ou de vidro. Sirvam sempre com uma colher, depois tampem e guardem na geladeira.

7° erro:
Ignorar as formigas.
Quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas. Você provavelmente não se importaria se encontrasse uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?
Doutor Bactéria: E se fosse uma barata?
Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como.
Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata, deixar no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?
Marina: Sumiu.
Doutor Bactéria: Quem levou?
Marina: As formigas…
Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?
Marina: É…
Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata. Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo.

8° erro:
Soprar velinhas do bolo de aniversário.
Este é um péssimo mau hábito. Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva.
Esta bactéria produz uma toxina que pode ocasionar aquelas intoxicações com 24 horas de vômito e mal-estar. Evite, também, deixar o bolo fora da geladeira.

Roberto Figueiredo é Biomédico e personifica o Dr. Bactéria.

 

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Pressão psicológica

O homem está na cozinha, fritando um ovo, quando a esposa chega e começa a gritar:
– JOGA MAIS ÓLEO!!! JOGA MAIS ÓÓÓÓÓÓÓÓLEOOOOO!!!
– VAI GRUDAR NO FUUUUUUUNDO… CUIDADO!!! VIRA, VIRA, ANDA VIRA… RÁPIDO!!! VAI, CUIDADO! CUIDADO!!! VAI ESPIRRAR…!!!!!!!! PARECE QUE VOCÊ É LOUCO.
VAI ENTORNAR… AI, MEU DEUS! O SAAAAAAAALLLLL!!!!! NÃO ESQUECE O SAAAAAAAAAALLLLLLLL !!!
O homem, irritado com os berros, pergunta:
– Por que é que você está fazendo isto?!? Você acha que eu não sei fritar um ovo?
E a esposa, bem calma, responde:
– Isto é só para você ter uma ideia do que faz comigo quando eu dirijo!