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Aeromoças não podiam casar ou ter filhos e deviam deixar as pernas de fora

A profissão de aeromoça (ou comissária de bordo) até hoje é uma das que despertam maior curiosidade entre as pessoas. No começo, por exemplo, as profissionais eram proibidas de casar e ter filhos. Também só podiam usar saias, deixando as pernas de fora. Ao longo de mais de cem anos de existência, se contarmos desde os registros dos primeiros homens que faziam o trabalho, muita coisa mudou. Veja algumas curiosidades:

1. Copiloto também fazia o papel de comissário de bordo
No início dos voos comerciais, os copilotos também tinham como obrigação servir comida e bebida para os passageiros durante o voo. Com a melhoria do transporte aéreo, as companhias começaram a reavaliar as responsabilidades.

2. A primeira aeromoça da história era, na verdade, um ”aeromoço”

O primeiro comissário de bordo do mundo foi um homem. O alemão Heinrich Kubis, ao fundo de pé na foto, foi contratado em 1912 para servir alimentos, bebidas e cigarros aos passageiros em um dirigível que começava a transportar pessoas, no início do século passado. Kubis era uma espécie de mordomo do voos e tinha um assistente e um cozinheiro sob o seu comando. Foi só em 1930 que as primeiras mulheres começaram a ocupar o posto.

Em 2011, a companhia aérea tailandesa PC Air foi a primeira no mundo a admitir comissários de bordo transexuais em voos.

A aeromoça transexual Chayathisa Nakmai serve passageiro durante voo da PC Air.
A aeromoça transexual Chayathisa Nakmai serve passageiro durante voo da PC Air.

3. Aeromoças precisavam ter diploma de enfermeira

Ellen Church, na foto acima,

foi a primeira mulher a ocupar um posto de comissária de bordo, em maio de 1930. A americana, na verdade, queria ser piloto, mas a companhia negou o pedido.

No entanto, Church sugeriu que a empresa contratasse enfermeiras para acompanhar os passageiros durante os voos, o que poderia tranquilizá-los. A empresa contratou oito enfermeiras por um período de experiência de três meses.

Durante a 2ª Guerra Mundial, muitas enfermeiras deixaram o posto de aeromoça para servir o Exército. Com a decisão, as companhias aéreas passaram a não exigir o diploma para as novas candidatas.

4. Corpo de “Barbie” era requisito básico em 1930
Anúncios da época mostravam que as companhias buscavam mulheres com idade entre 20 e 26 anos e peso e altura proporcionais. Para se ter uma ideia, em 1930, a altura máxima era de 1,62m e o peso tinha que ser inferior a 52 quilos. Por volta de 1970, a média era 1,70m e 60 quilos. Com o passar dos anos, as exigências foram ficando cada vez menores.

5. Aeromoça baixinha ou acima do peso ainda não tem vez

De acordo com Carlos Prado, coordenador da Escola Master de Aviação, que forma comissários de bordo em São Paulo, atualmente não existe uma altura mínima para ser aeromoça. No entanto, mulheres e homens com menos de 1,55m podem ter suas chances reduzidas na profissão. “Por causa da baixa estatura, a comissária pode ter dificuldade de alcançar os compartimentos superiores de bagagem e alguns equipamentos de emergência”, explica Prado. Além da altura, os comissários devem ter um peso proporcional ao seu tamanho.

6. Casamento era proibido

Por conta das longas jornadas de trabalho e das constantes viagens, as companhias aéreas muitas vezes proibiam a contratação de mulheres casadas e com filhos. Divorciadas ou viúvas tinham vez, desde que não tivessem filhos. Ao longo das décadas de 70 e 80, as companhias ficaram mais flexíveis. No entanto, em fevereiro do ano passado, a Qatar Airlines foi acusada pela Federação Internacional dos Aeroviários de exigir que as aeromoças contratadas não se casassem pelos próximos cinco anos, sob pena de demissão. Engravidar também seria proibido, segundo a denúncia. A companhia negou as acusações.

7. Em 1950, a profissão era muito concorrida

Na década de 50, ser aeromoça fazia parte do imaginário de muitas meninas. A profissão só perdia para a vontade de ser modelo. Em 1951, a American Airlines recebeu mais de 20 mil inscrições para as pouco mais de 300 vagas disponíveis para o cargo. (o seriado de TV “Pan Am” mostrava isso muito bem)

8. Até hoje, calças não são permitidas em algumas companhias

Embora algumas vezes as companhias optem por uniformes temáticos, na maioria das vezes o tailleur (formado por uma saia e um casaco) é a vestimenta obrigatória das aeromoças. Usar calça é proibido em algumas companhias. Para se ter uma ideia, só agora as comissárias da British Airlines conseguiram o direito de usar calça em alguns voos.

Esquisito? Pois saiba que em junho do ano passado, o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, determinou que as aeromoças da companhia aérea Air Koryo usem uniformes mais “ousados”. O dirigente pediu que as mulheres da tripulação mostrassem mais as pernas, usassem roupas coladas e salto alto. O motivo? Segundo o jornal britânico “The Sun”, o ditador disse que queria “uma tripulação atualizada aos tempos modernos”…

Os novos uniformes...
Os novos uniformes…

 

Fonte:

todosabordo.blogosfera.uol.com.br

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Segredos a bordo

Companhias aéreas e aeronautas trabalham para que as viagens de avião sejam sempre seguras e confortáveis para os passageiros. E isso envolve manter alguns detalhes sobre os aviões e tripulantes em segredo. O principal objetivo desses segredos é fazer com que os passageiros não se preocupem durante a viagem de avião e, principalmente, para evitar pânico a bordo da aeronave em caso de incidentes.

Não que esses mistérios representem ameaças, seja ao voo ou aos passageiros, mas alguns pontos realmente podem surpreender, principalmente para quem é novato em viagens de avião. Já outros detalhes das operações e especialmente o treinamento de comissários são mantidos em sigilo do grande público para manter o “elemento surpresa”, como veremos a seguir:

Comissários “bons de briga”

A função de um comissário de bordo vai muito além de servir refeições aos passageiros e realizar os tradicionais “speeches”. Também chamados de “técnicos de segurança de voo”, esses profissionais passam por diversos treinamentos, que vão desde lições de etiqueta, formas de combater incêndios e, acredite, até aulas de artes marciais.

A técnica de defesa pessoal mais praticada por comissários é o Krav Maga. Esse tipo de luta, desenvolvido pelo exército de Israel, envolve técnicas de torções de membros, defesa contra armas de fogo, bastões, facas, agarramentos e golpeamentos. O foco dos golpes nesse estilo é sempre em áreas sensíveis do agressor, como genitais, olhos, mandíbula, garganta e joelhos.

Companhias asiáticas costumam ensinar kung-fu aos seus comissários (Divulgação)
Companhias asiáticas costumam ensinar kung-fu aos seus comissários (Divulgação)

No caso de incidentes com “passageiros indisciplinados”, os comissários de bordo podem ser obrigados a usar seus conhecimentos e, contida a ameaça a bordo, o passageiro descontrolado pode ser algemado (sim, o avião também leva algemas) e amarrado no assento.

Piloto todo poderoso

O comandante é a autoridade máxima em um avião, mesmo que a bordo da aeronave viaje um presidente ou um rei. O piloto–chefe pode mandar prender passageiros, aplicar multas e até mesmo registrar o testamento de um passageiro que morrer durante um voo.

Nem presidente, nem rei: quem manda e desmanda no avião é o comandante (Montagem – Airway)
Nem presidente, nem rei: quem manda e desmanda no avião é o comandante (Montagem – Airway)

E essa autoridade também vale quando o avião está em solo: o piloto principal pode impedir a entrada de passageiros que estiverem causando problemas na aeronave, antes mesmo da decolagem. Se alguma eventualidade acontecer com o comandante, o poder é repassado ao co-piloto.

Alarme de incêndio “bonitinho”

Se por acaso um incêndio começar no toalete de um avião, em vez de uma sirene escandalosa, o que se escuta é um discreto alarme em baixo volume. Os passageiros podem nem perceber o alerta, mas é o suficiente para fazer os comissários correrem pelos corredores da aeronave com as ferramentas de combate ao fogo.

O som do alarme de incêndio dos toaletes não é encontrado na internet e as empresas aéreas também não o revelam. Quem ouviu, diz que o ruído do alarme é até “bonitinho”. A discrição desse alerta serve para não causar pânico entre os passageiros, situação que poderia acabar dificultando ainda mais o combate ao fogo.

Machados a bordo

Todo avião comercial possui machados escondidos (dos passageiros) pela cabine. Dependendo do tamanho da aeronave, podem haver até três dessas ferramentas a bordo. O equipamento pode ser utilizado no combate a incêndios na cabine ou para arrombar a porta do toalete, no caso de algum passageiro tentar obstruir a porta, seja por indisciplina ou durante uma emergência.

O machado que os aviões carregam é exatamente como esse na foto (Ebay)
O machado que os aviões carregam é exatamente como esse na foto (Ebay)

Vale destacar que o machado é utilizado apenas em situações de emergência e jamais deve ser utilizado como uma arma dos comissários para conter passageiros indisciplinados.

Luzes suavizadas durante o pouso

Em voos noturnos, algumas companhias aéreas ainda insistem em dizer que as luzes da cabine são reduzidas durante o pouso “para economia de energia”. Pura balela. Esse procedimento é uma espécie de preparação para uma possível emergência.

Em voos noturnos, a luz da cabine é reduzida para adaptar os olhos dos passageiros a baixa luminosidade (Divulgação)
Em voos noturnos, a luz da cabine é reduzida para adaptar os olhos dos passageiros a baixa luminosidade (Divulgação)

Ao diminuir a intensidade da iluminação a bordo, os olhos dos passageiros se ajustam a baixa luminosidade. Se algo der errado durante o pouso, os ocupantes terão melhores chances de enxergar no escuro e assim evacuar a aeronave de forma mais rápida e segura.

Refeições diferentes para os pilotos

Em longos voos, geralmente viagens internacionais, se o comandante pedir uma macarronada com molho bolonhesa no jantar, o co-piloto será obrigado a pedir arroz com frango. Ou vice-versa. Equipes de pilotos que voam longos trechos nunca comem a mesma refeição.

Essa medida serve para evitar que o piloto e co-piloto sofram intoxicações alimentares simultâneas. Se o comandante ingerir algo contaminado, o co-piloto, que comeu outro prato e passa bem, pode assumir o comando da aeronave.

Comendo refeições diferentes, as chances de intoxicação dos dois pilotos é menor (reprodução/Instagram)
Comendo refeições diferentes, as chances de intoxicação dos dois pilotos é menor (reprodução/Instagram)

Trava secreta dos toaletes

Você não tem 100% de privacidade no avião, nem na primeira classe e nem no toalete. Mesmo trancada por dentro, é possível abrir facilmente a porta do banheiro de um avião por fora.

Uma pequena placa de metal na porta, logo acima do aviso sobre a disponibilidade do toalete, esconde a “trava secreta”. Quando viajar de avião preste atenção: antes do pouso, os comissários vão aos toaletes e discretamente travam todas as portas.

A trava “secreta” fica atrás da pequena placa acima do aviso sobre ocupação do toalete (Lifehacker)
A trava “secreta” fica atrás da pequena placa acima do aviso sobre ocupação do toalete (Lifehacker)

As portas dos toaletes são trancadas antes do pouso também como medida de segurança. Essa ação evita que passageiros em pânico entrem nos banheiros em caso de incêndio na cabine, o que seria ainda mais perigoso.

 

 

 

Fonte:

Thiago Vinholes, airway.uol.com.br

Atualidades, Curiosidades, Family, Sabedoria

“Senhores passageiros, durante a decolagem, o encosto de sua poltrona deve ser mantido na posição vertical.”

Em cada pouso ou decolagem, o procedimento é o mesmo: primeiro, o comissário pede que todos os passageiros afivelem os cintos de segurança, fechem as mesas e retornem o encosto da poltrona para a posição vertical. Depois, passam pelos corredores, checando se todos seguiram as regras (e não adianta fingir que está dormindo, eles vão acordar você!)

Mas qual é o motivo? O procedimento faz parte das normas de segurança internacionais  e, de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a poltrona deve se manter na posição vertical para possibilitar uma saída rápida dos passageiros em caso de emergência.

Imagine um passageiro sentado na janela.

De repente, surge um problema no avião e ele precisa deixar seu lugar rapidamente, mas encontra o banco da frente ainda reclinado. Diante da situação, certamente o passageiro terá mais dificuldade de deixar o seu lugar. E em caso de acidentes, um segundo que seja perdido pode ser fatal.

Proteção da coluna

Para a TAM, além de facilitar a saída do avião para os passageiros, o encosto da poltrona na posição vertical é indicado para que o peso do passageiro esteja concentrado na coluna de fixação dos assentos e no assoalho da cabine, o que pode protegê-lo em caso de uma desaceleração brusca. Com isso, o risco de uma lesão na coluna do passageiro diminui na hipótese de um impacto, segundo a empresa aérea.

O procedimento padrão de pouso nos países do hemisfério norte, de acordo com informações de alguns pilotos, é de “jogar” o avião contra a pista. Isso porque são países onde neva ou se formam lâminas de gelo durante os invernos mais rigorosos, e “jogar” o avião contra a pista ajuda a forçar a aderência. O pouso suave é uma característica de países de clima ameno, como o Brasil. Se você estiver sentado na vertical e o avião bater com força contra a pista, a sua coluna sofrerá menos do que se a poltrona estiver inclinada.

E por que fechar a mesinha?

O motivo é o mesmo: segurança e permitir que os passageiros saiam do avião rapidamente. No caso de um impacto na pista, por exemplo, o corpo é projetado para frente, podendo causar ferimentos caso se choque com a mesa.

Além disso, a mesa aberta é um obstáculo que pode atrapalhar os passageiros no momento de deixar o avião com rapidez.

 

 

 

 

Fontes:

Anac,

Boeing 

TAM

 

 

 

 

 

Curiosidades, Family, Humor

Aeromoças já usaram microssaias, shorts, barriga de fora e até capacete

Saia ou calça, camisa feminina e casaco é a composição básica da maioria dos uniformes das aeromoças. Além de elegantes, as roupas são projetadas para garantir o conforto das profissionais durante o voo.

Mas nem sempre a combinação foi assim. No passado, essas profissionais já usaram mini e microssaias, shorts curtíssimos e até vestidos de papel. Em muitos casos, as roupas curtas e justas, aliadas à beleza das aeromoças, funcionavam como uma espécie de “incentivo” para promover as viagens de avião, especialmente do público masculino.

Atualmente, algumas companhias ainda tentam driblar o uniforme convencional em datas comemorativas ou em voos regionais. O resultado nem sempre pode agradar.

Veja só alguns desses uniformes.

Minissaias da Pacific Southwest Airlines

Na década de 70, a companhia aérea americana Pacific Southwest Airlines apostava nas minissaias para disputar a atenção dos passageiros. Para ficarem mais confortáveis durante as tarefas da cabine, usavam um shorts por baixo das pequenas saias.

Shorts curtíssimos e a barriga de fora

Já imaginou encarar o ar condicionado do avião usando uma blusa de amarrar sem manga, deixando a barriga de fora, combinada com um micro short e botas de couro?

Esse era o dia a dia das aeromoças da companhia Air Bahama nos anos 1970. Essa era uma das estratégias da companhia para aumentar as vendas para o público masculino. Por isso, quase todas as comissárias eram participantes de concursos de beleza.

Vestidos feitos de papel

Em 1967, as comissárias de bordo da British Airways usaram um vestido com tecido semelhante ao papel e à prova de fogo nas rotas entre Nova York e o Caribe. Eram descartados no final de cada voo.

As comissárias da extinta companhia americana TWA também usaram vestidos de papel. A ideia era homenagear (estranhamente) os novos pratos servidos durante os voos com inspirações francesa, italiana e britânica.

A TWA foi comprada em 1939 pelo excêntrico bilionário americano Howard Hughes. Ele equipou a companhia com aviões novos e revolucionários como o Constellation, (que tinha um dedo de Hughes em sua construção) e anos mais tarde, o Convair 880. Não faltam histórias e fatos pitorescos durante os 30 anos que Hughes esteve à frente da TWA: em 1946, por exemplo, ele próprio pilotou o voo inaugural do Constellation entre Los Angeles e Nova York, com uma “constelação” de estrelas de Hollywood a bordo.

Quem sabe a ideia dos uniformes de papel tenha sido dele…

Estilo sci-fi

E como não há limite para a criatividade, entre os anos de 1965 e 1966, a Braniff International Airways, companhia norte-americana que encerrou suas atividades na década de 80, achou que seria interessante dar um tom de ficção científica aos uniformes. As aeromoças usavam um adereço para a cabeça parecido com um capacete de astronauta. Você pode imaginar o quão confortável e prático deveria ser se movimentar pelo avião usando a peça?

E, para você não pensar que é exagero, veja a foto de uma comissária de bordo usando o traje:

Roupa de havaiana

Na década de 70, para deixar os passageiros no clima da viagem, a United Airlines lançou um uniforme florido, no estilo havaiano, para a sua tripulação. O traje era usado em voos para destinos tropicais, como Havaí.

Corte padrão

Em 2010, todas as comissárias da companhia aérea IndiGo Airlines foram obrigadas a aderir ao cabelo curto. As que não toparam, tiveram que usar perucas. A companhia queria padronizar a imagem de suas comissárias de bordo e entendeu que o uniforme não bastava.

Isso porque, na visão eles, cabelos longos ou coques não condiziam com a imagem que a companhia queria passar a seus clientes. O corte de cabelo curto daria às funcionárias um ar mais jovial e inteligente.

Vestido tubinho

O uniforme apresentado em 2014 pela companhia japonesa Skymark Airlines causou muita polêmica. A roupa consistia num vestido tubinho muito curto e poderia constranger as aeromoças durante atividades em que elas teriam que abaixar ou levantar os braços. A federação de comissários de bordo pediu ao governo a proibição dos novos trajes, mas não teve êxito.

A empresa alegou que o uniforme era comemorativo, pelo lançamento de uma rota com um avião do modelo Airbus 330. O design de uniforme foi mudado para divulgar a ideia de mais espaço entre os assentos na nova aeronave, completou a companhia.

Homenagem ao Brasil

Em 2014, aproveitado a realização da Copa do Mundo no Brasil, uma companhia aérea da China chamada Lucky Air resolveu ousar para atrair mais passageiros durante o evento esportivo: o tradicional uniforme das aeromoças deu lugar à camisa da seleção brasileira e minissaia branca.

Uniforme estampado

As comissárias da Singapore Airlines, chamadas de Singapore Girls, ganharam um uniforme com muito estilo e classe: um sarongue (um tipo de tecido estampado, muito comum na Malásia). A roupa foi criada em 1968 pelo estilista francês Pierre Balmain, considerado o “rei da moda francesa” no período da Segunda Guerra, quando a companhia ainda se chamava Malaysia-Singapore Airlines. Após ser dividida, a Singapore Airlines decidiu manter o uniforme. No entanto, embora elegante, a roupa muito justa acaba não ajudando no quesito praticidade.

Homenagem à Oktoberfest

Anualmente, durante a celebração da Oktoberfest, festa da cerveja que acontece na Alemanha durante os meses de setembro e outubro, a companhia aérea Lufthansa coloca suas comissárias de bordo no clima do evento.

Como a festa foi criada por um rei bávaro, a companhia criou, em 1957, um modelo de uniforme de aeromoças típico da região da Baviera. Depois de uma pausa na brincadeira, em 2005 a tradição foi resgatada e as comissárias voltaram a usar os uniformes comemorativos.

 

 

 

Fonte:

Todos a Bordo