365 Sementes de Amor – e-book Kindle

Olha que legal esse e-book! Está lá na Amazon.

Indicado para todos os corações apaixonados… 365 SEMENTES DE AMOR – 365 SEEDS OF LOVE é um e-book bilingue (português / inglês) que está destinado a todas as pessoas que estão abertas e dispostas a cultivar o amor e, além disso, estudar ou aprimorar o seu inglês.

O livro esclarece que o Amor não se limita a um encontro, sua base verdadeira é conexão e seu objetivo é a interconexão.

Sua estrutura real é infinita. Sempre há inúmeras possibilidades. Na verdade, não são apenas 365 dias, o Amor em sua inteireza se abre para uma miríade de afagos, ternura e bem-querer na eternidade do tempo, do seu tempo afetivo.

Aliás, do tempo afetivo do casal. O Amor faz seu próprio tempo. Uma carícia pode durar segundos, mas pode ficar registrada na memória por anos. A demonstração dedicada de carinho pode sustentar uma relação afim de que ela se torne estável e duradoura.

O e-book é fácil e rápido de ler, basta para isso baixar o app do Kindle no seu tablet ou celular… Vai ficar com uma cara parecida com esta:

Ou ler diretamente no seu Kindle, que vai ficar mais ou menos assim:

É baratinho, custa menos que uma Nha Benta da Kopenhagen… O link da Amazon está aqui:

 

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Uma dica de leitura muito interessante

O e-book “Seja Feliz – Be Happy” possui mais de 150 frases e dicas para ajudar a desenvolver a felicidade em nossa vida cotidiana. E, como é um livro bilíngue, português/ inglês, além de motivar a felicidade, você irá também se exercitar no idioma inglês. Desfrute e… Que a felicidade faça parte de sua rotina.

 

Se quiser comprar, está bem baratinho na Amazon. Basta clicar na capa acima, e curtir!

O Dinheiro e suas histórias

Você já imaginou como seria a nossa vida sem dinheiro?

Atualmente, acho que ninguém consegue nem pensar nessa possibilidade, mas houve tempo em que o dinheiro não existia – enquanto moeda como conhecemos hoje. Tudo era na base de troca.

Você deve ter ouvido falar disso… O escambo.

Era uma troca de mercadoria por mercadoria, e funcionava mais ou menos assim: eu tenho carne sobrando, e você tem milho sobrando. Preciso do milho e você quer carne, então a gente trocava um pelo outro. O problema é que nem sempre a coisa funcionava sem problemas, porque às vezes era complicado estabelecer o real valor de cada coisa. Tal obstáculo levou cada civilização a encontrar uma maneira de dar valor às mercadorias baseado em algum elemento que tinha um significado importante para aquele povo. Surgiram então as moedas de troca ou moedas-mercadorias…

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Alguns tipos de mercadoria, como as cabeças de gado ou peças de metais preciosos – por serem mais escassas e, por isso mesmo, mais procuradas – passaram a ter mais valor que outras. A mesma coisa com o sal. Ele não era tão comum como atualmente, e servia antigamente principalmente para conservar os alimentos. Então, tornou-se um valioso instrumento de troca. Foi inclusive usado para pagar os soldados romanos, daí a origem da palavra “salário”!

Com o passar dos séculos, as pessoas perceberam que era complicado usar mercadorias perecíveis nas suas transações. O valor oscilava muito e não dava para acumular riquezas. Por exemplo, se eu trocasse lenha por peixe, acabaria comendo toda a minha fortuna – ou, se não, minha casa ficaria fedendo peixe se demorasse pra… Hã… Gastar esse “dinheiro”… Foi aí que o metal entrou na história. Ele podia ser manipulado e transformado em moedas, o que era mais fácil de ser transportado em vez de barras.

As primeiras moedas, cunhadas em ouro e prata, surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII a.C. Eram parecidas com as que conhecemos hoje, com peso e valor definidos e com a impressão de algum símbolo oficial para atestar a sua origem.  A primeira figura histórica a ter sua imagem registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C.

O papel-moeda surgiu bem depois, quando as pessoas começaram a guardar seus bens de valor naquilo que mais tarde se convencionou chamar de “banco”, ganhando de volta um recibo daquilo que fora guardado.  Com o tempo, esses recibos passaram a circular de mão em mão, sendo utilizados como forma de pagamento. Foi assim que surgiu a “moeda de papel”.

 

Gostou? Essas curiosidades, e muito mais, você encontra no e-book DINHEIRO História, Mitos & Crenças.

DINHEIRO História, Mitos & Crenças

Você vai conhecer alguns fatos divertidos, tudo sobre as moedas do mundo,  dicas de organização financeira e muito mais.

O e-book está à venda na Amazon e também na Saraiva. Você vai gostar!

 

 

 

A estrada mais perigosa do mundo

Minha amiga Clene Salles, que vive no Peru, foi há tempos à cidade de Cajamarca para dar sua palestra, “Prácticas Terapéuticas a través del Biorritmo Planetario” no Encontro Internacional que lá se realizou. Ela vive em Trujillo, na costa norte do país, e a viagem de ônibus a Cajamarca dura cerca de 5 horas. Não que seja tão distante assim – em linha reta -, mas é que a cidade fica nos Andes, a 2.500 metros de altura, e a estrada é perigosa e cheia de curvas. 

2444499059_a5672e1531_oBem, não é difícil de imaginar que uma estrada rodeando as montanhas da Cordilheira dos Andes – ou de qualquer cordilheira, na verdade – seja de fato íngreme e provavelmente mais adequada ao tráfego de burricos e lhamas do que de carros e ônibus. Mas essa rodovia que liga Trujillo a Cajamarca, por mais perigosa que seja, felizmente não se compara à Estrada da Morte na Bolívia.

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El Camino a los Yungas é uma estrada de 80 km que liga La Paz à Coroico, na Bolívia, mais conhecida como El Camino del Muerte. É famosa por ser extremamente perigosa, e foi declarada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento como a estrada mais perigosa do mundo. A estrada foi construída com trabalho escravo dos prisioneiros paraguaios durante a Guerra do Chaco, em 1930. É uma das poucas rotas que ligam a selva amazônica, ao norte da Bolívia, com a cidade de Paceña.

Atualmente existe uma rodovia mais moderna e mais segura que liga a capital à essa região, eliminando a necessidade de usar a antiga Rota 3.  Por causa de suas encostas íngremes, com uma largura da pista de 3 metros em alguns lugares, e falta de grades de proteção, a Rota 3 torna-se extremamente perigosa.

Também na área é comum a incidência de neblina e de chuvas, reduzindo a visibilidade, além do leito não asfaltado em alguns trechos e as pedras soltas caindo das montanhas. Há abismos de mais de 800 metros em vários locais do trajeto e a estrada tem duas pistas… O regulamento prevê que os motoristas que se dirigem para La Paz, subindo a montanha, têm preferência de quem desce. E assim, se você está descendo, deve parar para dar passagem. 

Acontecem mais de 200 acidentes por ano, com uma média de 96 mortes, a estrada é marcada por cruzes nos locais das quedas mas, apesar de tudo isso, tornou-se um popular destino turístico para os aventureiros do mundo todo. Desde a década de 1990, os motociclistas e os entusiastas de mountain bike usam essa pista muito por conta das paisagens deslumbrantes.

Tudo bem, as paisagens são lindas, mesmo. Mas, sei lá, eu iria a pé…

 

Dinheiro – História, Mitos e Crenças

Você sabia que as variações no tamanho das cédulas de dinheiro nos países ocorrem em função dos métodos de impressão, dimensões da folha onde são impressas e diferentes representações visuais?

Por exemplo, a nota de 500 rublos, de 1912, era quase do tamanho de uma caixa de sapatos! Media 27 cm por 13 cm! Quando o tzar ia pagar uma conta e sacava 500 rublos, era como se ele estivesse puxando uma toalha do bolso, rá rá rá!

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Na China comunista, por outro lado, foram impressas notas tão pequenas que era difícil não perdê-las. A cédula de 1 yuan media apenas 8 por 4 cm- o tamanho de uma nota de Banco Imobiliário.

Outra pegunta: você sabe qual a origem da palavra moeda? Ela deriva do nome em latim do templo da deusa “Juno Moneta” – local onde eram confeccionadas as moedas romanas (aprox. séc. III a.C.).

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Outra coisa que sempre quis saber era se a nossa Casa da Moeda fabrica o papel onde são impressas nossas cédulas, ou só as imprime. Descobri que apenas imprime – e com todas aquelas medidas de segurança para evitar falsificações. O papel é produzido por uma indústria (a Papel Salto) que fica na cidade de Salto (interior do estado de São Paulo). Dessa fábrica o papel, que mais tarde vai ser impresso na Casa da Moeda, já sai com a marca d´água e o fio de segurança. O papel que sai da fábrica é enviado à Casa da Moeda em grandes folhas. Em cada uma dessas folhas, mais tarde, serão impressas, aproximadamente, 50 cédulas.

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Informações como essas você encontra no livro Dinheiro – História, Mitos & Crenças, da escritora Clene Salles. Mas não apenas curiosidades desse gênero. O livro traz ainda a história do dinheiro, explicando como os homens começaram a sentir a necessidade de ter algo que determinasse  o valor das coisas, e fala também dos mitos e lendas que cercam o dinheiro (por exemplo, a origem do famoso “nhoque da sorte”). Um capítulo importante é o que traz dicas de organização financeira, para que você aprenda a não deixar o salário escorrer pelos seus dedos…

O livro tem muito mais: fala de comunicação, conta a história do dinheiro no Brasil, tem dicas de prosperidade, os nomes das moedas de todos os países do mundo, fala da simbologia do dinheiro e muito, mas muito mais!

Afinal,  Dinheiro, História, Mitos e Crenças é fruto de mais de 20 anos de pesquisa sobre  tema, e a autora aborda o assunto com humor e graça, tornando a leitura muito agradável.

O livro, em formato digital, já está disponível no site da Amazon, bastando clicar na capa abaixo, que o levará a Amazon. Boa leitura!

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As Huacas

Huaca era o lugar sagrado para as culturas do antigo Peru, onde uma divindade era cultuada, e no idioma “quechua” significa “sagrado”.

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As huacas possuem personalidade própria, no sentido de você sentir emoções diferentes em cada uma delas, e existia uma forte relação entre os homens das antigas culturas e as huacas, que foram espalhadas praticamente por todo o território peruano. As huacas, como centros cerimoniais e religiosos, serviam de palco para rituais elaborados louvando as divindades, e se tornaram também importantes centros urbanos, com as vivendas da população e os centros comerciais sendo construídos em volta delas.

Na costa norte, elas foram construídas numa linha que, ao que indicam os estudos dos pesquisadores, servia para expressar a cosmologia da cultura desses povos e foram alinhadas então astronomicamente de acordo com diferentes configurações estelares.

Como eram centros religiosos, as huacas ainda se tornaram conhecidas por ser o local em que se depositavam as ricas oferendas aos soberanos. Por essa razão, foram violentamente saqueadas e praticamente destruídas pelos invasores espanhóis e, mais tarde, pelos “huaqueros” – habitantes do local e que buscavam peças de cerâmica ou joias e ornamentos de ouro e prata, que eram depois vendidas a colecionadores e museus de outros países.

Na década de 1990, o governo peruano finalmente costurou acordos com o governo dos Estados Unidos e de vários países europeus e tem conseguido repatriar lentamente muitos desses tesouros roubados. São tesouros que, em muitos casos, estão nas mãos de colecionadores particulares.

Dentre as huacas mais conhecidas, temos:

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Huaca Cao Viejo, onde foi encontrada a múmia intacta da Señora de Cao.

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Huaca de La Luna

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Esta reconstituição por computador mostra como teria sido a Huaca de La Luna antes de sua destruição pelos conquistadores espanhóis, pela ação do tempo, tsunamis, terremotos e outros fenômenos naturais.

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O arqueólogo Regulo Franco, descobridor da múmia da Señora de Cao e marido da escritora Clene Salles, a caminho da Huaca Prieta – o sítio arqueológico mais antigo já descoberto, com seus restos datados de 12.000 a.C..

100_3292Huaca Rajada, onde há inúmeras câmaras funerárias dos Senhores Moches e onde, há 27 anos, foi encontrada a tumba do maior deles, o Senhor de Sipán.

A arte da caricatura

Sou um grande admirador das artes em geral  – cinema, teatro, pintura, quadrinhos, música… – e uma das que mais admiro é a arte da caricatura. Segundo a Wikipedia, ” a caricatura é um desenho de um personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. A palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção)… Diz-se que uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas. É comum sua utilização nas sátiras políticas; às vezes, esse termo pode ainda ser usado como sinônimo de grotesco (a imaginação do artista é priorizada em relação aos aspectos naturais) ou burlesco”.

No Brasil, a arte da caricatura apareceu em 1837 e encontrou grande expressão com a obra de J.Carlos, caricaturista que observou com ironia a sociedade carioca da primeira metade do século XX.
    
Já em tempos mais recentes, outros grandes artistas são Chico Caruso…
Ou Fernandes.
Já há algum tempo homenageio brilhantes artistas desse gênero publicando suas obras (como no post https://otrecocerto.com/2010/11/30/caricaturas-de-famosos-2-5/) e hoje continuo fazendo isso ao reproduzir alguns desenhos que minha amiga Clene Salles enviou. Desfrutem do talento incomum desses gênios:
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E, para fechar, a Marilyn Monroe de Tony Araujo: